Grupos Vegetais

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Aula ministrada pelo Prof Eduardo no dia 1/07/2009

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Grupos Vegetais

  1. 1. VIDA VEGETAL: Caracterização dos principais grupos Eduardo Carvalho de Almeida, MSc.
  2. 2. Introdução REINO PLANTAE (METAPHYTA) • Seres autótrofos fotossintetizantes, que diferem das algas por apresentar o corpo constituído por tecidos e órgãos bem diferenciados. • São conhecidas mais de 320 mil espécies.
  3. 3. Classificação • Criptógamas – órgãos reprodutores escondidos (sem flores e sementes). • Fanerógamas – órgãos reprodutivos aparentes (sementes e/ou flores)
  4. 4. Organização Plantas Criptógamas Fanerógamas Briófitas Pteridófitas Gimnospermas Angiospermas
  5. 5. Briófitas (bryon = musgo e phyton = planta) São organismos eucariontes, pluricelulares, onde apenas os elementos reprodutivos são unicelulares, enquadrando-se no Reino Plantae, como todos os demais grupos de plantas terrestres.
  6. 6. Briófitas • Plantas sem sementes (criptógamas) e sem sistema condutor (avasculares). • Podem apresentar talo ereto (musgos) ou prostrado (hepáticas e antoceros). • Reprodução sexuada e assexuada.
  7. 7. Briófitas • Primórdios de tecidos condutores; • Fecundação em presença de água. Só o gameta masculino é flagelado. Os gametas femininos são protegidos (arquegônios); • Presença de pirenóides só em Anthoceros sp.
  8. 8. Briófitas • Existência de cutícula; • Existência de estomas (exceto nas hepáticas); • Geração gametófita mais desenvolvida que a esporófita; • Coexistência das duas gerações durante parte do ciclo de vida.
  9. 9. Briófitas -Clorofila a e b. - Material de reserva: amido. -Parede celular de celulose. - Presença de cutícula*. -Histórico de vida diplobionte heteromórfico, esporófito parcial ou completamente dependente do gametófito*. -Reprodução oogâmica. -Esporófito não ramificado, com um único esporângio terminal*. -Gametângio e esporângios envolvidos por camada de células estéreis*. *Características que permitem a distinção entre algas e
  10. 10. MUSGOS
  11. 11. MUSGOS REPRODUÇÃO Além da reprodução gamética e espórica, as briófitas podem apresentar algumas formas de reprodução vegetativa: • Fragmentação - desenvolvimento de fragmentos do talo em outro indivíduo. 2. Gemas (ou propágulos) - estruturas especialmente diferenciadas, com forma definida que darão origem a um novo indivíduo. As gemas são produzidas dentro de estruturas em forma de taça denominadas conceptáculos. 3. Aposporia - desenvolvimento do esporófito em gametófito sem que ocorra meiose. Normalmente ocorre a partir de um fragmento da seta cuja regeneração origina um gametófito. Pode resultar na formação de organismos poliplóides. 4. Apogamia - desenvolvimento do gametófito em esporófito sem que haja fecundação. Pode ocorrer não apenas a partir de gametas, mas também de filídios ou do próprio protonema.
  12. 12. CICLO DE VIDA DOS MUSGOS Zigoto (2n) Esporófito (2n) Cápsula (2n) (Esporângio) ou esporogônio Fecundação Meiose Gameta Órgão sexual masculino masculino Anterozóide (n) Anterídio (n) Gametófito ♂ (n) Gameta Órgão sexual Esporos (n) feminino feminino Protonema Oosfera (n) Arquegônio (n) Gametófito ♀(n) (germinação dos esporos)
  13. 13. Comparação de algumas características dos filos
  14. 14. IMPORTÂNCIA As briófitas são ecologicamente importantes por serem espécies pioneiras na colonização, criando condições para a instalação posterior de outros organismos. Por esse motivo, são plantadas em locais sujeitos a erosão. O gênero Sphagnum é aproveitado por sua capacidade de absorção e retenção de líquidos sendo utilizado, por exemplo, na horticultura ou em derrames de petróleo.
  15. 15. IMPORTÂNCIA A turfa, utilizada como combustível, é proveniente da deposição de Sphagnum em lagos de origem glacial no hemisfério norte. A parede celular desse gênero possui grande capacidade de absorção de bases, ao mesmo tempo em que libera íons H+ levando, em locais onde sua quantidade é grande, a acidificação do meio (ate pH 3,0), e impedindo a existência de organismos decompositores. A deposição de sucessivas camadas desses vegetais mortos leva assim a formação das turfeiras. O uso de turfa na destilação do uísque escocês dá a essa bebida seu aroma característico.
  16. 16. Plantas vasculares Existência de verdadeiros tecidos condutores SEM SEMENTES (Pteridófitas) Geração esporófita mais desenvolvida Fecundação semelhante à das Briófitas Existência de homosporia e heterosporia COM SEMENTES (Espermatófitas) Aparecimento de estruturas: - Óvulo - grãos de pólen - semente
  17. 17. As Criptógamas vasculares são assim chamadas por possuir tecidos vasculares que permitem a condução de água, sais minerais e outras substâncias através do vegetal. As características que permitem sua diferenciação das briófitas podem ser assim resumidas: -Presença de tecidos vasculares. -Lignificação de parte das células (parede celular). -Histórico de vida diplobionte, com alternância de gerações heteromórfica onde o esporófito, dependente apenas na fase inicial de seu desenvolvimento, é dominante e o gametófito, embora diminuto, é independente. -Grande numero de estômatos em todas as partes fotossintetizantes do vegetal.
  18. 18. As criptógamas vasculares, assim como as briófitas, possuem ainda em comum com as algas verdes o tipo de pigmentos (clorofilas a e b, carotenóides - luteínas, β-caroteno), amido como substância de reserva, parede celulósica e a presença de flagelos (no caso das Criptógamas terrestres apenas no gameta masculino). As criptógamas vasculares mantêm ainda a reprodução oogâmica, cutícula, gametângio e esporângio envolvidos por camadas de células vegetativas e histórico de vida diplobionte heteromórfico, adaptações já encontradas nas briófitas. São eucariontes, pluricelulares e fotossintetizantes, pertencendo, portando, ao Reino Plantae (Whittaker, 1969).
  19. 19. DIVISÕES 1. Psilophyta, 2. Lycopodophyta, 3. Arthrophyta 4. Pterophyta
  20. 20. Pteridófitas • Plantas sem sementes (criptógamas), dotadas de vasos condutores de seiva (vasculares ou traqueófitas). • Corpo organizado em raiz, caule (rizoma) e folhas.
  21. 21. Habitat • Muitas pteridófitas vivem em ambientes úmidos, semelhantes ao das briófitas, mas algumas podem habitar ambientes relativamente secos. • Existem algumas espécies que vivem em água doce.
  22. 22. Classificação • A classe mais conhecida é a Filicinae, que reúne as samambaias e avencas.
  23. 23. Reprodução • Assexuada e sexuada • Algumas samambaias se reproduzem assexuadamente por meio de estolões (brotos do rizoma) • Na reprodução sexuada, há alternância de gerações.
  24. 24. SAMAMBAIAS
  25. 25. Soro Esporângio
  26. 26. Fanerógamas • Plantas com sementes (espermatófitas), dotadas de vasos condutores de seiva (vasculares). • Têm ramos reprodutivos especializados (estróbilos em gimnospermas e flores em angiospermas).
  27. 27. Habitat • As fanerógamas são encontradas em todos os ambientes terrestres. • Há poucas espécies aquáticas, de água doce.
  28. 28. Classificação • Gimnospermas (do grego gymnos,nu,e esperma,semente), sementes expostas (nuas)
  29. 29. GIMNOSPERMAS • Semente: óvulo maduro contendo um embrião •Importância da semente:sobrevivência do embrião (proteção e nutrição) • Óvulo: megasporângio revestido por uma ou duas camadas de tecido.
  30. 30. Partes do óvulo: 3. Tegumento 4. Micrópila 5. Nucelo (megasporângio) 6. megásporo
  31. 31. Evolução do óvulo  Retenção do megásporo no megasporângio (nucelo) = esporos não são dispersos.  Redução do número de células-mães de megásporos em cada megasporângio.  Apenas 1 megásporo dos 4 germina.  Megagametófito endospórico altamente reduzido = perde a vida livre.  Embrião retido no megasporângio (semente). Tegumento envolvendo o megasporângio (exceto no ápice = micrópila).  Ápice do megasporângio adaptado para receber micrósporos (pólen).
  32. 32. Reprodução 1) Gametas ciliados (anterozóides) 2) Sifonogamia Gametas não ciliados (núcleos ou células espermáticas)
  33. 33. Ciclo Reprodutivo das Coníferas (Divisão Pinophyta ou Coniferófitos)
  34. 34. •Angiospermas (do grego aggeion,vaso), apresentam sementes alojadas dentro de frutos. DIVISÃO MAGNOLIOPHYTA
  35. 35. Elementos do vaso

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