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Profª Shirley Correia
PEIXES
PEIXES
 No ambiente aquático surgia um novo grupo de
craniados com mandíbulas.
 Tornaram-se predadores mais eficientes, com uma
dieta mais variada.
 Puderam se proteger melhor de predadores.
 A maioria tem o corpo coberto por escamas.
 Adquiriram uma habilidade de nado cada vez maior,
com a presença das nadadeiras.
 Respiram por meio de brânquias (trocas gasosas).
PEIXES
Respiração – Realizam as trocas por meio das
brânquias (a maioria)
PEIXES
Ao comprar um peixe, levante o opérculo e observe as
brânquias – elas têm de estar bem vermelhas, caso contrário o
peixe não está fresco.
PEIXES
 A maioria possui linha lateral responsável pela
detecção de outros organismos e de obstáculos por
meio da vibração na água.
PEIXES
 Há cerca de 350 milhões de anos, duas linhagens de
peixes evoluíram separadamente: uma com o
esqueleto cartilaginoso e outra com esqueleto ósseo.
Tubarão-martelo Robalo
PEIXES CARTILAGINOSOS
PEIXES CARTILAGINOSOS
Representantes
Tubarões Cações
Raias ou arraias Quimera
PEIXES CARTILAGINOSOS
Habitat
 Aquático de água doce (algumas raias), mares e
oceanos.
Hábito alimentar
 Grande maioria predadores de crustáceos,
peixes, répteis e mamíferos aquáticos.
 Alguns são filtradores do plâncton (raia-jamanta,
tubarão-baleia).
PEIXES CARTILAGINOSOS
Tubarão-baleia
PEIXES CARTILAGINOSOS
Principais novidades evolutivas
 Mandíbulas (captura mais alimentos e funciona
como órgão de ataque e defesa).
 Esqueleto cartilaginoso presente nos peixes sem
mandíbula.
 Escamas placoides
(facilita o deslocamento
da água).
PEIXES CARTILAGINOSOS
Curiosidades
 As raias possuem um ferrão na cauda usado contra
predadores. No ferrão contém substâncias tóxicas que
causam dores terríveis e podem levar à morte.
 O peixe quimera parece uma mistura de dois animais.
 Os tubarões têm importante participação na teia alimentar
marinha.
 Os tubarões têm olfato muito apurado - sentem o “cheiro”
de uma gotinha de sangue a mais de 30 metros de distância.
 Os tubarões são bastante sensíveis às vibrações que
ocorrem na água, como as de uma presa tentando fugir.
PEIXES ÓSSEOS
PEIXE ÓSSEOS
Moreia
Paru
Peixe-cachimbo
Piramboia
Linguado
Celacanto
Representantes
PEIXES ÓSSEOS
Habitat
 Aquático de água doce (rios e lagos), mares e
oceanos.
Hábito alimentar
 Variados hábitos alimentares, desde animais
filtradores de plâncton até ferozes
predadores, como as piranhas e as moreias .
Principais novidades evolutivas
 Esqueleto ósseo.
 Nadadeiras lobadas – estruturas que deram origem, mais
tarde, às pernas (celacanto).
 Pulmões (a piramboia).
 Brânquias protegidas por uma estrutura chamada
opérculo.
 Bexiga natatória (favorece a flutuação do animal,
facilitando os movimentos de subida e descida).
PEIXES ÓSSEOS
PEIXES ÓSSEOS
PEIXES ÓSSEOS
Bexiga natatória
PEIXES CARTILAGINOSOS E ÓSSEOS
1- Quais são as principais novidades evolutivas dos peixes?
Os peixes adquiriram a mandíbula, habilidade para o nado com a presença das
nadadeiras, a maioria tem o corpo coberto por escamas e apresentam a linha
lateral.
2- Qual a função da linha lateral presente na maioria dos peixes?
A linha lateral é responsável pela detecção de outros organismos e de
obstáculos por meio da vibração na água.
3- Qual a função das escamas?
Revestimento e proteção.
4- Descreva as principais diferenças entre os peixes cartilaginosos e os peixes
ósseos.
Os peixes cartilaginosos possuem um esqueleto cartilaginoso e não possuem
opérculo e bexiga natatória.
Os peixes ósseos possuem esqueleto ósseo, opérculo e bexiga natatória.
5- Qual é o órgão responsável pelo controle de flutuação dos peixes ósseos?
Bexiga natatória.
Peixes , anfíbios e répteis
ANFÍBIOS
Representantes
Perereca
ANFÍBIOS
Habitat
 Rios, lagos, banhados, florestas, cerrados e campos,
sempre com razoável umidade.
Hábito alimentar
 Carnívoros (principalmente insetívoros).
Hábito de vida
 Vida livre aquático e/ou terrestre (uma fase da vida é
aquática – larval)
 Algumas formas podem se enterrar no fundo de rios e
lagos e permanecer assim até que a estiagem acabe.
ANFÍBIOS
Principais novidades evolutivas
 Respiração terrestre por pulmões e pela pele.
(Os girinos respiram principalmente por
brânquias).
 Quando presentes os membros locomotores,
têm forma de patas.
 Em alguns grupos pernas posteriores
adaptadas para o salto.
ANFÍBIOS
ANFÍBIOS
Reprodução – Fecundação externa
ANFÍBIOS
Estratégias de reprodução em anfíbios
Rãs depositam seus gametas numa espécie de
ninho de espuma, onde ocorre a fecundação e
a formação de ovos.
Algumas pererecas colocam seus ovos em cima
de folhas próximas ou acima da água. Os
girinos, ao nascerem, rastejam até a água para
completar sua metamorfose
Alguns sapinhos carregam seus girinos
presos ao corpo até que eles estejam
desenvolvidos para sobreviverem
sozinhos.
ANFÍBIOS
Ameaças aos anfíbios
 Destruição dos ambientes naturais
Retirada de árvores da mata, reduzem a sombra e
a umidade, destruindo muitas vezes o habitat dos
anfíbios.
 Poluição
Substâncias tóxicas presentes em rios e lagos,
como pesticidas e fertilizantes, podem ser absorvidos
pela pele permeável e diminuem a taxa de
sobrevivência das larvas ou ocorrem má formações
nos filhotes.
ANFÍBIOS
Ameaças aos anfíbios
 Mudanças climáticas
O aumento da temperatura do planeta (aquecimento
global) tem provocado a diminuição e até extinção de
vários anfíbios – Doenças causadas por fungos.
 Introdução de espécies exóticas
Plantas invasoras podem modificar o habitat dos
anfíbios, alterando sua dinâmica alimentar.
Peixes introduzidos podem se alimentar das larvas e
adultos de anfíbios.
Ambos podem causar a extinção de várias espécies.
ANFÍBIOS
1- Quais são as principais novidades evolutivas dos anfíbios?
Os girinos respiram principalmente por brânquias e os adultos por pulmões e
pela pele. Algumas espécies as pernas posteriores são adaptadas para o salto.
2- Em que fase da vida dos anfíbios ocorre respiração branquial?
Na fase de girino porque vivem na água.
3- Por que podemos afirmar que alguns anfíbios não apresentam patas?
Porque são ausentes nas cobras-cegas ou cecílias.
4- Porque a fecundação dos anfíbios é externa?
Porque o encontro dos gametas masculinos e femininos ocorre fora do corpo
da fêmea, dentro da água.
5- Cite alguns fatores que causam a diminuição e até mesmo à extinção nas
populações dos anfíbios.
Destruição dos ambientes naturais, a poluição de rios e lagos, mudanças
climáticas e a introdução de espécies exóticas.
Peixes , anfíbios e répteis
RÉPTEIS
 Réptil: do latim, significa “que rasteja”.
 Nem todos os répteis rastejam.
 Alguns andam, saltam, correm, nadam e até
planam.
 São animais de “sangue
frio”.
RÉPTEIS
Representantes
 Jacarés; crocodilos.
 Tartarugas (marinhas, de água doce e
terrestres).
 Lagartos (camaleão, lagartixas, monstro de
Gila, iguanas).
 Serpentes (cascavéis, jararacas, corais
verdadeiras e falsas surucucus, jiboias,
sucuri).
 Cobra-de-duas-cabeças.
RÉPTEIS
Representantes
Tartaruga CágadoJabuti
Tartaruga
RÉPTEIS
Tartaruga de Galápagos
RÉPTEIS
Representantes
Camaleão - Camuflagem
Monstro de Gila
Lagartixa
Iguana
RÉPTEIS
Representantes
Coral verdadeira
Coral falsa
Jiboia Cascavel
RÉPTEIS
Representantes
RÉPTEIS
Representantes
Cobra-de-duas-cabeças
RÉPTEIS
Principais novidades evolutivas
 Ovo terrestre com bolsa com água e
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RÉPTEIS
Principais novidades evolutivas
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RÉPTEIS
Desenvolvimento
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Principais novidades evolutivas
RÉPTEIS
Principais novidades evolutivas
 Pele impermeável – recoberta por escamas.
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RÉPTEIS
Principais novidades evolutivas
 Ossos de partes da cabeça soltos (serpentes).
RÉPTEIS
Principais novidades evolutivas
 Perda de pernas (serpentes e alguns lagartos)
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RÉPTEIS
Hábito alimentar
 Carnívoros (Jacarés, crocodilos, tartarugas,
lagartos, serpentes, cobras-de-duas-
cabeças).
 Herbívoros (tartarugas, alguns lagartos).
 Onívoros (lagartos, tartarugas)
RÉPTEIS
Habitat
 Praticamente todos os ambientes terrestres.
 Em regiões muito frias, são raros.
 Podem aparecer lagartixas de parede nas
habitações.
RÉPTEIS
Hábito de vida
 Aquático (tartarugas e algumas cobras).
 Aquático-terrestre (jacaré, crocodilos).
 Terrestre (cobra-de-duas-cabeças, lagartos,
cobras).
Referência bibliográfica
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Peixes , anfíbios e répteis

  • 2. PEIXES  No ambiente aquático surgia um novo grupo de craniados com mandíbulas.  Tornaram-se predadores mais eficientes, com uma dieta mais variada.  Puderam se proteger melhor de predadores.  A maioria tem o corpo coberto por escamas.  Adquiriram uma habilidade de nado cada vez maior, com a presença das nadadeiras.  Respiram por meio de brânquias (trocas gasosas).
  • 3. PEIXES Respiração – Realizam as trocas por meio das brânquias (a maioria)
  • 4. PEIXES Ao comprar um peixe, levante o opérculo e observe as brânquias – elas têm de estar bem vermelhas, caso contrário o peixe não está fresco.
  • 5. PEIXES  A maioria possui linha lateral responsável pela detecção de outros organismos e de obstáculos por meio da vibração na água.
  • 6. PEIXES  Há cerca de 350 milhões de anos, duas linhagens de peixes evoluíram separadamente: uma com o esqueleto cartilaginoso e outra com esqueleto ósseo. Tubarão-martelo Robalo
  • 9. PEIXES CARTILAGINOSOS Habitat  Aquático de água doce (algumas raias), mares e oceanos. Hábito alimentar  Grande maioria predadores de crustáceos, peixes, répteis e mamíferos aquáticos.  Alguns são filtradores do plâncton (raia-jamanta, tubarão-baleia).
  • 11. PEIXES CARTILAGINOSOS Principais novidades evolutivas  Mandíbulas (captura mais alimentos e funciona como órgão de ataque e defesa).  Esqueleto cartilaginoso presente nos peixes sem mandíbula.  Escamas placoides (facilita o deslocamento da água).
  • 12. PEIXES CARTILAGINOSOS Curiosidades  As raias possuem um ferrão na cauda usado contra predadores. No ferrão contém substâncias tóxicas que causam dores terríveis e podem levar à morte.  O peixe quimera parece uma mistura de dois animais.  Os tubarões têm importante participação na teia alimentar marinha.  Os tubarões têm olfato muito apurado - sentem o “cheiro” de uma gotinha de sangue a mais de 30 metros de distância.  Os tubarões são bastante sensíveis às vibrações que ocorrem na água, como as de uma presa tentando fugir.
  • 15. PEIXES ÓSSEOS Habitat  Aquático de água doce (rios e lagos), mares e oceanos. Hábito alimentar  Variados hábitos alimentares, desde animais filtradores de plâncton até ferozes predadores, como as piranhas e as moreias .
  • 16. Principais novidades evolutivas  Esqueleto ósseo.  Nadadeiras lobadas – estruturas que deram origem, mais tarde, às pernas (celacanto).  Pulmões (a piramboia).  Brânquias protegidas por uma estrutura chamada opérculo.  Bexiga natatória (favorece a flutuação do animal, facilitando os movimentos de subida e descida). PEIXES ÓSSEOS
  • 19. PEIXES CARTILAGINOSOS E ÓSSEOS 1- Quais são as principais novidades evolutivas dos peixes? Os peixes adquiriram a mandíbula, habilidade para o nado com a presença das nadadeiras, a maioria tem o corpo coberto por escamas e apresentam a linha lateral. 2- Qual a função da linha lateral presente na maioria dos peixes? A linha lateral é responsável pela detecção de outros organismos e de obstáculos por meio da vibração na água. 3- Qual a função das escamas? Revestimento e proteção. 4- Descreva as principais diferenças entre os peixes cartilaginosos e os peixes ósseos. Os peixes cartilaginosos possuem um esqueleto cartilaginoso e não possuem opérculo e bexiga natatória. Os peixes ósseos possuem esqueleto ósseo, opérculo e bexiga natatória. 5- Qual é o órgão responsável pelo controle de flutuação dos peixes ósseos? Bexiga natatória.
  • 22. ANFÍBIOS Habitat  Rios, lagos, banhados, florestas, cerrados e campos, sempre com razoável umidade. Hábito alimentar  Carnívoros (principalmente insetívoros). Hábito de vida  Vida livre aquático e/ou terrestre (uma fase da vida é aquática – larval)  Algumas formas podem se enterrar no fundo de rios e lagos e permanecer assim até que a estiagem acabe.
  • 23. ANFÍBIOS Principais novidades evolutivas  Respiração terrestre por pulmões e pela pele. (Os girinos respiram principalmente por brânquias).  Quando presentes os membros locomotores, têm forma de patas.  Em alguns grupos pernas posteriores adaptadas para o salto.
  • 26. ANFÍBIOS Estratégias de reprodução em anfíbios Rãs depositam seus gametas numa espécie de ninho de espuma, onde ocorre a fecundação e a formação de ovos. Algumas pererecas colocam seus ovos em cima de folhas próximas ou acima da água. Os girinos, ao nascerem, rastejam até a água para completar sua metamorfose Alguns sapinhos carregam seus girinos presos ao corpo até que eles estejam desenvolvidos para sobreviverem sozinhos.
  • 27. ANFÍBIOS Ameaças aos anfíbios  Destruição dos ambientes naturais Retirada de árvores da mata, reduzem a sombra e a umidade, destruindo muitas vezes o habitat dos anfíbios.  Poluição Substâncias tóxicas presentes em rios e lagos, como pesticidas e fertilizantes, podem ser absorvidos pela pele permeável e diminuem a taxa de sobrevivência das larvas ou ocorrem má formações nos filhotes.
  • 28. ANFÍBIOS Ameaças aos anfíbios  Mudanças climáticas O aumento da temperatura do planeta (aquecimento global) tem provocado a diminuição e até extinção de vários anfíbios – Doenças causadas por fungos.  Introdução de espécies exóticas Plantas invasoras podem modificar o habitat dos anfíbios, alterando sua dinâmica alimentar. Peixes introduzidos podem se alimentar das larvas e adultos de anfíbios. Ambos podem causar a extinção de várias espécies.
  • 29. ANFÍBIOS 1- Quais são as principais novidades evolutivas dos anfíbios? Os girinos respiram principalmente por brânquias e os adultos por pulmões e pela pele. Algumas espécies as pernas posteriores são adaptadas para o salto. 2- Em que fase da vida dos anfíbios ocorre respiração branquial? Na fase de girino porque vivem na água. 3- Por que podemos afirmar que alguns anfíbios não apresentam patas? Porque são ausentes nas cobras-cegas ou cecílias. 4- Porque a fecundação dos anfíbios é externa? Porque o encontro dos gametas masculinos e femininos ocorre fora do corpo da fêmea, dentro da água. 5- Cite alguns fatores que causam a diminuição e até mesmo à extinção nas populações dos anfíbios. Destruição dos ambientes naturais, a poluição de rios e lagos, mudanças climáticas e a introdução de espécies exóticas.
  • 31. RÉPTEIS  Réptil: do latim, significa “que rasteja”.  Nem todos os répteis rastejam.  Alguns andam, saltam, correm, nadam e até planam.  São animais de “sangue frio”.
  • 32. RÉPTEIS Representantes  Jacarés; crocodilos.  Tartarugas (marinhas, de água doce e terrestres).  Lagartos (camaleão, lagartixas, monstro de Gila, iguanas).  Serpentes (cascavéis, jararacas, corais verdadeiras e falsas surucucus, jiboias, sucuri).  Cobra-de-duas-cabeças.
  • 39. RÉPTEIS Principais novidades evolutivas  Ovo terrestre com bolsa com água e substâncias tóxicas, vitelo e casca protetora.
  • 42. RÉPTEIS Principais novidades evolutivas  Pele impermeável – recoberta por escamas.  Cascos (em tartarugas).
  • 43. RÉPTEIS Principais novidades evolutivas  Ossos de partes da cabeça soltos (serpentes).
  • 44. RÉPTEIS Principais novidades evolutivas  Perda de pernas (serpentes e alguns lagartos) Lagarto cobra-de-vidro
  • 45. RÉPTEIS Hábito alimentar  Carnívoros (Jacarés, crocodilos, tartarugas, lagartos, serpentes, cobras-de-duas- cabeças).  Herbívoros (tartarugas, alguns lagartos).  Onívoros (lagartos, tartarugas)
  • 46. RÉPTEIS Habitat  Praticamente todos os ambientes terrestres.  Em regiões muito frias, são raros.  Podem aparecer lagartixas de parede nas habitações.
  • 47. RÉPTEIS Hábito de vida  Aquático (tartarugas e algumas cobras).  Aquático-terrestre (jacaré, crocodilos).  Terrestre (cobra-de-duas-cabeças, lagartos, cobras).
  • 48. Referência bibliográfica Ensino Fundamental – Manual do professor (Ciências) – 7º Ano