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Zoologia do Vertebrados
Introdução á
Zoologia:
evolução,
taxonomia e
cladística
Há cerca de três mil e quinhentos anos,
Aristoteles (384 a.C.) foi o primeiro a
registrar e classificar diferentes tipos de
seres vivos, e após seus trabalhos, é
possível verificar diversas outras ciências
de classificação ao longo da história,
culminando na mais célebre de todas,
desenvolvida por Carl Von Linné (1700) no
século XVIII, chamada taxonomia.
O sistema de Linnaeus para nomear
espécies é chamado de nomenclatura
binomial. Cada espécie apresenta um
nome latinizado, composto de duas
palavras (daí binomial) grafado em itálico
(ou sublinhado, se for escrito à mão).
A primeira palavra é o nome do Gênero,
coma primeira letra maiúscula; a segunda
palavra representa o epíteto específico,
que é particular para a espécie dentro do
gênero, e é grafado com todas as letras
minúsculas.
Em 1982, Ernst Mayr (1963) definiu o
conceito biológico de espécie da
seguinte maneira: “Uma espécie é uma
comunidade reprodutiva de populações
(isoladas reprodutivamente de outras) que
ocupa um nicho específico na natureza”.
Para classificar as espécies, aceita-se a
teoria da mutação animal de acordo com o
mais apto, proposta por Charles Robert
Darwin (1882)
Em seu mais célebre trabalho, A Origem das
espécies, Darwin propôs que toda espécie
advém de espécies ascendentes,
caracterizando ancestrais comuns, que
transmitem boa parte de suas características
à novas espécies ao longo do tempo
geológico
No caminho evolutivo, é necessário
destacar quais são os caracteres
ancestrais e quais são derivados. O
método utilizado para examinar a
polaridade de um caráter variado é
chamado cladística.
Hoje em dia, a filogenia nos dá as pistas que
precisamos sobre o caminho percorrido pelas
espécies ao longo do tempo, sendo a atual base
para a cladística, não mais simplesmente a
anatomia e comportamento animal, como ocorria
antigamente
Sem o estudo da filogenética dos animais,
seria muito difícil propôs os conceitos de
Homologia, que é a similaridade de
caracteres que resulta de descendência em
comum, e a Homoplasia, que é a
similaridade de caracteres que
erroneamente representa descendência em
comum
Apesar de não terem membros, as cecílias
e serpentes são tetrápodes, pois fazem
parte desse sistema de descendência em
comum; outros caracteres moleculares e
morfológicos agrupam-nos,
respectivamente, com anfíbios e lagartos
Organismos ou espécies que compartilham
estados de caráter derivados formam
subgrupos dentro do grupo de estudo
denominados clados
Apomorfia (do grego, απο, "longe de" e μορφη,
"forma") características atuais que são derivadas
de características primitivas de uma espécie
ancestral. sinapomorfia (Gr. synapsis,
agrupado, + morphe, forma) o prefixo "sin"
indica que uma determinada apomorfia é
compartilhada por um determinado grupo. Ex.:
as mamas nos mamíferos.
Autapomorfia nada mais é do que uma
apomorfia, ou seja, um caracter atual
presente em apenas um táxon dentro de
um grande agrupamento. Ex.: Asas nos
morcegos. A existência de asa é
compartilhada entre os morcegos
(autapomorfia) mas, não entre os morcegos
e os mamíferos, apesar dele ser um
mamífero.
Plesiomorfia (do grego, πλησιος, "próximo
a" e μορφη, "forma") são características
primitivas. Ex.: a ausência de coluna
vertebral nos vertebrados é uma
característica plesiomórfica, enquanto que
a presença é uma
característica apomórfica.
Filo Chordata
Características principais
• Notocorda;
• Cordão nervoso dorsal;
• Fendas faríngeas;
• Cauda pós anal.
Outras características
• Possuem simetria bilateral;
• São triblásticos celomados e deuterostômios;
• Possuem sistema circulatório fechado;
• Respiração branquial ou pulmonar;
• São dioico (maioria) com dimorfismo sexual;
Compartilham com organismos invertebrados:
• Simetria bilateral;
• Eixo ântero-posterior;
• Celoma;
• Metamerismo;
• Cefalização.
Filo: Chordata
Subfilo:Urochordata
Classe: Ascidiacea
Urochordatas
• As características diagnósticas dos cordados aparecem nas larvas /
adultos são altamente especializados.
Ascídias
Cephalochordata
• Apresentam as 4 características diagnósticas dos cordados:
notocorda; cordão nervoso dorsal; fendas faríngeas; cauda pós anal.
Anfioxo
Filo: Chordata
Subfilo: Vertebrata
Intrafilo: Agnata
Classe Myxini (feiticeiras)
&
Classe Cephalaspidomorphi
Agnatha
• Não possuem maxilas e nem ossificação interna,
• Não possuem escamas e nem nadadeiras pares.
• Seu sistema digestivo não apresenta estômago
• Aberturas branquiais (forma de poros) e corpo em forma de enguia.
Feiticeiras Lampreias
Filo: Chordata
Subfilo: Vertebrata
Classe: Chondrichthyes
Chondrichthyes
• Apresentam esqueleto cartilaginoso e nadadeiras peitorais e pélvicas
pareadas
• Nos machos as nadadeiras pélvicas são modificadas em clásperes.
• Apresentam fecundação interna
• Aparecimento de mandíbula
• O intestino apresenta uma válvula espiral (retarda a passagem do
alimento e aumenta a área de absorção)
• Não apresentam bexiga natatória ou pulmões
EX: Os Tubarões
• Apresentam corpo fusiforme, boca ventral;
• A coluna termina no lobo superior da cauda (heterocerca) – ajuda na flutuabilidade;
• Escamas placóides;
• Linha lateral;
• Coração bicavitário.
• Audição e olfato desevolvidos.
Filo: Chordata
Subfilo: Vertebrata
Classe: Osteichthyes
Características :
• Ossos operculares e peitorais;
• Osso endocondral;
• Pulmões e bexiga natatória
• Esqueleto ósseo.
• Escamas do tipo cicloide ou ctenoide.
• Opérculo ósseo – abertura cria pressão negativa e impulsiona água através das brânquias / protege;
• Bomba bucal – empurra água para as brânquias;
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Filo: Chordata
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Trêsordens
Ápodes
Anuros
Urodelos
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Trêsordens
Ápodes
Anuros
Urodelos
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Filo: Chordata
Subfilo: Vertebrata
Classe:Reptilia
• Foram descritas mais de 10 mil espécies de viventes de répteis, que
incluem serpentes, tartarugas e jacarés, além de muitos grupos extintos
como os dinossauros.
• Originados há mais de 350 milhões de anos.
Classificação
• Quelônios: São as tartarugas,
os jabutis e os cágados.
• Crocodilianos: São
os crocodilos e os jacarés.
• Escamados: São os lagartos e
as serpentes.
• São os primeiros vertebrados totalmente adaptados à vida terrestre.
• O surgimento de novas adaptações tornou os repteis mais
independentes da água do que os anfíbios.
• A principal modificação ocorreu no modo de reprodução.
• Nos répteis, os embriões se desenvolvem no interior de um ovo
dotado de casca impermeável.
• O corpo dos répteis é coberto por uma pele seca, resistente e
impermeável.
• São formadas por duas camadas: a derme e a epiderme.
Cobertura Corporal
Derme
• Camada interna, espessa e bem desenvolvida.
• Células pigmentares presentes nas dermes, são responsáveis pelo padrão
colorido de lagartos e serpentes.
Epiderme
• Camada externa que originou escamas (serpentes), placas (jacarés,
crocodilos) ou carapaças (tartarugas) formadas principalmente por
queratina.
• Alguns répteis, como as serpentes e lagartos realizam trocas de pele na qual
escamas antigas são abandonadas quando uma nova camada é formada.
• Jacarés e crocodilos não realizam trocas de pele, mas suas placas crescem à
medida que vão se desgastando.
• Nas tartarugas, novas camadas queratinizadas são acrescentadas sob as mais
antigas formando carapaças.
Escamas
Placas
Carapaças
Respiração
• A respiração é pulmonar, com pulmões mais desenvolvidos que os dos
anfíbios.
• Apresenta dobras internas que aumentam a capacidade respiratória.
• Os pulmões fornecem uma quantidade suficiente de oxigênio, o que
torna "dispensável" a respiração por meio da pele.
• O coração dos répteis apresentam
três cavidades: dois átrios (um
direito e um esquerdo) e um
ventrículo.
Circulação
• O coração dos répteis crocodilianos
apresentam quatro cavidades: dois
átrios e dois ventrículos.
• Mesmo nos crocodilianos observa-
se mistura dos tipos de sangue
(venoso e arterial) que passam pelo
coração.
• Circulação dupla e incompleta, os
animais desse grupo
são pecilotérmicos, adaptam a
temperatura do corpo a temperatura
do ambiente.
Alimentação e digestão
• Possuem um sistema digestório completo.
Os répteis também têm como anexos o
fígado e o pâncreas.
• O alimento passa da boca para a faringe,
segue para o esôfago, o estômago, depois
para o intestino delgado, e por fim a cloaca.
• A cloaca desses animais é a saída dos
sistemas digestivo, excretor e reprodutor.
• Digestão lenta, o tempo do processo é
resultado de uma menor capacidade
metabólica e da incapacidade de mastigar
os alimentos.
Reprodução
• A maioria das espécies tem um órgão
copulatório e fecundação interna.
• Fecundação interna foi muito
importante para a evolução dos
vertebrados, impedindo a morte dos
gametas e embriões por desidratação.
• Além disso produzem ovos amnióticos.
• Esse tipo de ovo é dotado de casca e três membranas que formam bolsas:
o âmnio, o alantoide e o cório.
• O embrião se desenvolve no interior do âmnio.
• O alantoide é uma bolsa membranosa que recebe os resíduos
nitrogenados.
• Alantoide e o cório ricamente vascularizados, permitindo as trocas
gasosas.
Filo: Chordata
Subfilo: Vertebrata
Classe: Aves
• Vivem e reproduzem-se em praticamente todos
os habitats terrestres e em todos os continentes.
• As aves são animais endotérmicos e mantêm uma
temperatura de aproximadamente 41 °C.
• As penas e, em algumas espécies, a gordura subcutânea,
oferecem isolamento térmico.
• Membros anteriores → asas
• Membros posteriores → andar, nadar, empoleirar-se.
• As aves possuem diversas adaptações evolutivas destinadas
ao voo, entre as quais ossos pneumáticos e leves e dois
grandes músculos peitorais destinados ao voo.
As aves têm um dos mais complexos e eficientes
sistemas respiratórios de todos os animais.
A ventilação é
assegurada em grande
parte por sacos aéreos
ligados aos pulmões.
Embora as paredes dos
sacos aéreos não façam
trocas gasosas, têm a
função de fazer circular
o ar pelo sistema
respiratório.
Sistema digestório das aves
O esôfago desses animais possui uma região
dilatada chamada de papo. É no papo que o
alimento ingerido pelo animal será
armazenado e amolecido. .
O estômago das aves é dividido em
proventrículo e moela. Após serem
amolecidos no papo, os alimentos vão para
o proventrículo, também chamado de
estômago químico. No proventrículo, o
alimento é misturado a enzimas digestivas e
encaminhado para o estômago mecânico,
muito conhecido como moela.
• Bico córneo → perda dos dentes
Circulação nas Aves
Por possuir circulação dupla e completa, a ave apresenta uma maior
disponibilidade de oxigênio e, consequentemente, uma maior
disponibilidade de energia para conseguir manter a temperatura do
corpo constante.
Troca de calor contracorrente
A artéria que percorre a perna carrega sangue
aquecido do corpo.
O sangue quente descendente troca seu calor
com o sangue frio ascendente, por condução.
Isso significa que menos calor será perdido no
pé devido à redução na diferença de
temperatura entre o sangue mais frio e os
seus arredores e que o sangue que retorna à
área central do corpo esteja relativamente
aquecido, prevenindo o centro do corpo de
esfriar
A glândula uropigiana secreta uma
substância oleosa utilizada como
impermeabilizante para as penas,
lubrificante para o bico, de modo
que não fique quebradiço, e auxilia
também na termorregulação .
O espalhamento do óleo pelo corpo é feito
pela própria ave, que o faz com o bico, por
isso vemos aves passando o bico em si
mesmas, principalmente patos em lagoas.
Filo: Chordata
Subfilo: Vertebrata
Classe: Mammalia
Algumas características exclusivas dos mamíferos:
• glândulas mamárias;
• corpo total ou parcialmente coberto por pelos;
• dentes diferenciados com incisivos, caninos, pré-molares e
molares;
• diafragma, uma membrana muscular que separa o tórax do
abdome e que auxilia na ventilação dos pulmões.
• Alguns mamíferos apresentam garras, unhas, chifres e
cascos.
• As glândulas sudoríparas presentes em alguns mamíferos
produzem suor e, com isso, ajudam a baixar a temperatura
corporal.
O coração dos mamíferos apresenta quatro câmaras, sendo a
circulação dupla e completa.
Monotremados: Ordem de mamíferos que põem ovos.
Marsupiais: Caracterizam-se pela presença de uma bolsa central,
situada na região abdominal (marsúpio).
Placentários: todo o desenvolvimento das crias acontece no
interior do útero, onde o feto é alimentado a partir da
placenta.
Referências bibliográficas
Hickman, C.P.; Roberts, L.S. & Larson, A. 2004 Princípios Integrados
de Zoologia. Editora Guanabara Koogan S.A., Rio de Janeiro. 846 p.
Lourenço, S.O. 2013.
HILDEBRAND, Milton; GOSLOW JR., G. E. Análise da estrutura
dos vertebrados. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 2006. 637 p. ISBN
8574540889. POUGH, F. Harvey; JANIS, Chrisitine M.
HEISER, John B. A vida dos vertebrados. 4.ed. São Paulo:
Atheneu, 2008. 684 p. ISBN 9788574540955.
Criadores do conteúdo:
• Alline Souza
• Amanda Rodrigues
• Dayane Santana
• Gabriel Nardy
• Paolla Zuliani
• Alunos da Universidade Cruzeiro do Sul
• Curso: Ciências Biológicas Turma de 2017

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Zoologia dos Vertebrados

  • 3. Há cerca de três mil e quinhentos anos, Aristoteles (384 a.C.) foi o primeiro a registrar e classificar diferentes tipos de seres vivos, e após seus trabalhos, é possível verificar diversas outras ciências de classificação ao longo da história, culminando na mais célebre de todas, desenvolvida por Carl Von Linné (1700) no século XVIII, chamada taxonomia.
  • 4. O sistema de Linnaeus para nomear espécies é chamado de nomenclatura binomial. Cada espécie apresenta um nome latinizado, composto de duas palavras (daí binomial) grafado em itálico (ou sublinhado, se for escrito à mão).
  • 5. A primeira palavra é o nome do Gênero, coma primeira letra maiúscula; a segunda palavra representa o epíteto específico, que é particular para a espécie dentro do gênero, e é grafado com todas as letras minúsculas.
  • 6. Em 1982, Ernst Mayr (1963) definiu o conceito biológico de espécie da seguinte maneira: “Uma espécie é uma comunidade reprodutiva de populações (isoladas reprodutivamente de outras) que ocupa um nicho específico na natureza”.
  • 7. Para classificar as espécies, aceita-se a teoria da mutação animal de acordo com o mais apto, proposta por Charles Robert Darwin (1882)
  • 8. Em seu mais célebre trabalho, A Origem das espécies, Darwin propôs que toda espécie advém de espécies ascendentes, caracterizando ancestrais comuns, que transmitem boa parte de suas características à novas espécies ao longo do tempo geológico
  • 9. No caminho evolutivo, é necessário destacar quais são os caracteres ancestrais e quais são derivados. O método utilizado para examinar a polaridade de um caráter variado é chamado cladística.
  • 10. Hoje em dia, a filogenia nos dá as pistas que precisamos sobre o caminho percorrido pelas espécies ao longo do tempo, sendo a atual base para a cladística, não mais simplesmente a anatomia e comportamento animal, como ocorria antigamente
  • 11. Sem o estudo da filogenética dos animais, seria muito difícil propôs os conceitos de Homologia, que é a similaridade de caracteres que resulta de descendência em comum, e a Homoplasia, que é a similaridade de caracteres que erroneamente representa descendência em comum
  • 12. Apesar de não terem membros, as cecílias e serpentes são tetrápodes, pois fazem parte desse sistema de descendência em comum; outros caracteres moleculares e morfológicos agrupam-nos, respectivamente, com anfíbios e lagartos
  • 13. Organismos ou espécies que compartilham estados de caráter derivados formam subgrupos dentro do grupo de estudo denominados clados
  • 14.
  • 15. Apomorfia (do grego, απο, "longe de" e μορφη, "forma") características atuais que são derivadas de características primitivas de uma espécie ancestral. sinapomorfia (Gr. synapsis, agrupado, + morphe, forma) o prefixo "sin" indica que uma determinada apomorfia é compartilhada por um determinado grupo. Ex.: as mamas nos mamíferos.
  • 16. Autapomorfia nada mais é do que uma apomorfia, ou seja, um caracter atual presente em apenas um táxon dentro de um grande agrupamento. Ex.: Asas nos morcegos. A existência de asa é compartilhada entre os morcegos (autapomorfia) mas, não entre os morcegos e os mamíferos, apesar dele ser um mamífero.
  • 17. Plesiomorfia (do grego, πλησιος, "próximo a" e μορφη, "forma") são características primitivas. Ex.: a ausência de coluna vertebral nos vertebrados é uma característica plesiomórfica, enquanto que a presença é uma característica apomórfica.
  • 18.
  • 19.
  • 21. Características principais • Notocorda; • Cordão nervoso dorsal; • Fendas faríngeas; • Cauda pós anal.
  • 22. Outras características • Possuem simetria bilateral; • São triblásticos celomados e deuterostômios; • Possuem sistema circulatório fechado; • Respiração branquial ou pulmonar; • São dioico (maioria) com dimorfismo sexual;
  • 23. Compartilham com organismos invertebrados: • Simetria bilateral; • Eixo ântero-posterior; • Celoma; • Metamerismo; • Cefalização.
  • 24.
  • 26. Urochordatas • As características diagnósticas dos cordados aparecem nas larvas / adultos são altamente especializados. Ascídias
  • 27. Cephalochordata • Apresentam as 4 características diagnósticas dos cordados: notocorda; cordão nervoso dorsal; fendas faríngeas; cauda pós anal. Anfioxo
  • 28. Filo: Chordata Subfilo: Vertebrata Intrafilo: Agnata Classe Myxini (feiticeiras) & Classe Cephalaspidomorphi
  • 29. Agnatha • Não possuem maxilas e nem ossificação interna, • Não possuem escamas e nem nadadeiras pares. • Seu sistema digestivo não apresenta estômago • Aberturas branquiais (forma de poros) e corpo em forma de enguia.
  • 32. Chondrichthyes • Apresentam esqueleto cartilaginoso e nadadeiras peitorais e pélvicas pareadas • Nos machos as nadadeiras pélvicas são modificadas em clásperes. • Apresentam fecundação interna • Aparecimento de mandíbula • O intestino apresenta uma válvula espiral (retarda a passagem do alimento e aumenta a área de absorção) • Não apresentam bexiga natatória ou pulmões
  • 33. EX: Os Tubarões • Apresentam corpo fusiforme, boca ventral; • A coluna termina no lobo superior da cauda (heterocerca) – ajuda na flutuabilidade; • Escamas placóides; • Linha lateral; • Coração bicavitário. • Audição e olfato desevolvidos.
  • 35. Características : • Ossos operculares e peitorais; • Osso endocondral; • Pulmões e bexiga natatória • Esqueleto ósseo. • Escamas do tipo cicloide ou ctenoide. • Opérculo ósseo – abertura cria pressão negativa e impulsiona água através das brânquias / protege; • Bomba bucal – empurra água para as brânquias; • Bexiga natatória – trocas gasosas em água com pouco O2 e flutuação neutra
  • 38.
  • 40. O que são anfíbios, afinal? Filo: Chordata Subfilo: Vertebrata Classe: Amphibia
  • 45. • Foram descritas mais de 10 mil espécies de viventes de répteis, que incluem serpentes, tartarugas e jacarés, além de muitos grupos extintos como os dinossauros. • Originados há mais de 350 milhões de anos.
  • 46. Classificação • Quelônios: São as tartarugas, os jabutis e os cágados. • Crocodilianos: São os crocodilos e os jacarés. • Escamados: São os lagartos e as serpentes.
  • 47. • São os primeiros vertebrados totalmente adaptados à vida terrestre. • O surgimento de novas adaptações tornou os repteis mais independentes da água do que os anfíbios. • A principal modificação ocorreu no modo de reprodução. • Nos répteis, os embriões se desenvolvem no interior de um ovo dotado de casca impermeável.
  • 48. • O corpo dos répteis é coberto por uma pele seca, resistente e impermeável. • São formadas por duas camadas: a derme e a epiderme. Cobertura Corporal
  • 49. Derme • Camada interna, espessa e bem desenvolvida. • Células pigmentares presentes nas dermes, são responsáveis pelo padrão colorido de lagartos e serpentes.
  • 50. Epiderme • Camada externa que originou escamas (serpentes), placas (jacarés, crocodilos) ou carapaças (tartarugas) formadas principalmente por queratina. • Alguns répteis, como as serpentes e lagartos realizam trocas de pele na qual escamas antigas são abandonadas quando uma nova camada é formada. • Jacarés e crocodilos não realizam trocas de pele, mas suas placas crescem à medida que vão se desgastando. • Nas tartarugas, novas camadas queratinizadas são acrescentadas sob as mais antigas formando carapaças.
  • 54. Respiração • A respiração é pulmonar, com pulmões mais desenvolvidos que os dos anfíbios. • Apresenta dobras internas que aumentam a capacidade respiratória. • Os pulmões fornecem uma quantidade suficiente de oxigênio, o que torna "dispensável" a respiração por meio da pele.
  • 55. • O coração dos répteis apresentam três cavidades: dois átrios (um direito e um esquerdo) e um ventrículo. Circulação
  • 56. • O coração dos répteis crocodilianos apresentam quatro cavidades: dois átrios e dois ventrículos. • Mesmo nos crocodilianos observa- se mistura dos tipos de sangue (venoso e arterial) que passam pelo coração. • Circulação dupla e incompleta, os animais desse grupo são pecilotérmicos, adaptam a temperatura do corpo a temperatura do ambiente.
  • 57. Alimentação e digestão • Possuem um sistema digestório completo. Os répteis também têm como anexos o fígado e o pâncreas. • O alimento passa da boca para a faringe, segue para o esôfago, o estômago, depois para o intestino delgado, e por fim a cloaca. • A cloaca desses animais é a saída dos sistemas digestivo, excretor e reprodutor. • Digestão lenta, o tempo do processo é resultado de uma menor capacidade metabólica e da incapacidade de mastigar os alimentos.
  • 58. Reprodução • A maioria das espécies tem um órgão copulatório e fecundação interna. • Fecundação interna foi muito importante para a evolução dos vertebrados, impedindo a morte dos gametas e embriões por desidratação. • Além disso produzem ovos amnióticos.
  • 59. • Esse tipo de ovo é dotado de casca e três membranas que formam bolsas: o âmnio, o alantoide e o cório. • O embrião se desenvolve no interior do âmnio. • O alantoide é uma bolsa membranosa que recebe os resíduos nitrogenados. • Alantoide e o cório ricamente vascularizados, permitindo as trocas gasosas.
  • 61. • Vivem e reproduzem-se em praticamente todos os habitats terrestres e em todos os continentes. • As aves são animais endotérmicos e mantêm uma temperatura de aproximadamente 41 °C. • As penas e, em algumas espécies, a gordura subcutânea, oferecem isolamento térmico. • Membros anteriores → asas • Membros posteriores → andar, nadar, empoleirar-se.
  • 62. • As aves possuem diversas adaptações evolutivas destinadas ao voo, entre as quais ossos pneumáticos e leves e dois grandes músculos peitorais destinados ao voo.
  • 63. As aves têm um dos mais complexos e eficientes sistemas respiratórios de todos os animais. A ventilação é assegurada em grande parte por sacos aéreos ligados aos pulmões. Embora as paredes dos sacos aéreos não façam trocas gasosas, têm a função de fazer circular o ar pelo sistema respiratório.
  • 64. Sistema digestório das aves O esôfago desses animais possui uma região dilatada chamada de papo. É no papo que o alimento ingerido pelo animal será armazenado e amolecido. . O estômago das aves é dividido em proventrículo e moela. Após serem amolecidos no papo, os alimentos vão para o proventrículo, também chamado de estômago químico. No proventrículo, o alimento é misturado a enzimas digestivas e encaminhado para o estômago mecânico, muito conhecido como moela.
  • 65. • Bico córneo → perda dos dentes
  • 66. Circulação nas Aves Por possuir circulação dupla e completa, a ave apresenta uma maior disponibilidade de oxigênio e, consequentemente, uma maior disponibilidade de energia para conseguir manter a temperatura do corpo constante.
  • 67. Troca de calor contracorrente A artéria que percorre a perna carrega sangue aquecido do corpo. O sangue quente descendente troca seu calor com o sangue frio ascendente, por condução. Isso significa que menos calor será perdido no pé devido à redução na diferença de temperatura entre o sangue mais frio e os seus arredores e que o sangue que retorna à área central do corpo esteja relativamente aquecido, prevenindo o centro do corpo de esfriar
  • 68. A glândula uropigiana secreta uma substância oleosa utilizada como impermeabilizante para as penas, lubrificante para o bico, de modo que não fique quebradiço, e auxilia também na termorregulação . O espalhamento do óleo pelo corpo é feito pela própria ave, que o faz com o bico, por isso vemos aves passando o bico em si mesmas, principalmente patos em lagoas.
  • 70. Algumas características exclusivas dos mamíferos: • glândulas mamárias; • corpo total ou parcialmente coberto por pelos; • dentes diferenciados com incisivos, caninos, pré-molares e molares; • diafragma, uma membrana muscular que separa o tórax do abdome e que auxilia na ventilação dos pulmões.
  • 71. • Alguns mamíferos apresentam garras, unhas, chifres e cascos. • As glândulas sudoríparas presentes em alguns mamíferos produzem suor e, com isso, ajudam a baixar a temperatura corporal.
  • 72. O coração dos mamíferos apresenta quatro câmaras, sendo a circulação dupla e completa.
  • 73. Monotremados: Ordem de mamíferos que põem ovos.
  • 74. Marsupiais: Caracterizam-se pela presença de uma bolsa central, situada na região abdominal (marsúpio).
  • 75. Placentários: todo o desenvolvimento das crias acontece no interior do útero, onde o feto é alimentado a partir da placenta.
  • 76. Referências bibliográficas Hickman, C.P.; Roberts, L.S. & Larson, A. 2004 Princípios Integrados de Zoologia. Editora Guanabara Koogan S.A., Rio de Janeiro. 846 p. Lourenço, S.O. 2013. HILDEBRAND, Milton; GOSLOW JR., G. E. Análise da estrutura dos vertebrados. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 2006. 637 p. ISBN 8574540889. POUGH, F. Harvey; JANIS, Chrisitine M. HEISER, John B. A vida dos vertebrados. 4.ed. São Paulo: Atheneu, 2008. 684 p. ISBN 9788574540955.
  • 77. Criadores do conteúdo: • Alline Souza • Amanda Rodrigues • Dayane Santana • Gabriel Nardy • Paolla Zuliani • Alunos da Universidade Cruzeiro do Sul • Curso: Ciências Biológicas Turma de 2017