O documento discute formas adequadas e inadequadas de estabelecer limites e disciplina com crianças e adolescentes. Afirmar que agressividade física e psicológica, como palmada e xingamento, são formas ineficazes e prejudiciais de educar, levando a problemas de comportamento e saúde mental. Defende o diálogo, afeto, exemplo e firmeza sem violência como melhores práticas educacionais.