O documento discute a relação entre socioeducação e segurança, argumentando que a violência e a delinquência são produtos de abandono, negligência e falta de educação. Propõe que a verdadeira autoridade no contexto educacional se baseia na relação humana e no respeito, e não em controle e punição. Aponta que um atendimento socioeducativo humanizado reduz a violência e contribui para a reabilitação dos adolescentes.