Limites com Carinho C ontrato Gentil e Diálogo que Convence
O que é Disciplina?
Aprender Auto-Controle A Disciplina organiza a produção da criança. Cria rotinas, oferece regras, produz na criança uma sensação de estar protegida. Estabelece Foco nas Metas a serem atingidas pela criança. Ajuda a criança a aprender a controlar a ansiedade e a impulsividade.
O que são limites?
Instalar um “semáforo interno” na criança. Criança pensar sobre seus comportamentos, sobre o outro e as situações. Criança aprender a escolher melhores respostas à uma determinada situação. (Exemplo defender-se) Aprender: conter a impulsividade/ dividir os problemas/ organizar o pensamento em termos de causa e efeito.
É possível dialogar no calor das emoções?
NÃO Quando temos o sistema límbico altamente ativado, está inviabilizada as atividades mais racionais. Nesta hora apenas a contenção e o relaxamento podem funcionar. Voz firme e calma do educador. Educador negar-se ao “bate boca”. Explicar a regra (PONTUAR) e dizer a criança que ela  deve acalmar-se para o diálogo ser estabelecido.
Todos necessitamos Compartilhar?
Sim, do diálogo, da compreensão, da presença, da partilha... O bom diálogo segue passos: (CCMM) 1º Ouço e faço um pequeno resumo do que a criança está entendendo da situação.  (compreensão) 2º Elogio seus comportamentos adequados.  (contato carinhoso) 3º Proponho um “novo olhar” para a situação problema. (mudança de pensamento) 4º Toda aproximação na direção do respeito às regras pró-sociais    ofereço reforço positivo (balançar de cabeça, elogio, abraço, frases reforçadoras no contexto de vida da criança).  (modelagem)
Estabelecer limites é aprender a competência da mediação de uma situação por vezes caótica PARA uma organização e auto-controle do comportamento. A internalização de um controle externo para o interno envolve que a criança desenvolva confiança no educador (vínculo). Crença positiva de que a criança pode mudar. Motivação para se empenhar nesta tarefa. Determinação em perseverar. O limite deve considerar a realidade do aluno (inclusive suas dificuldades físicas, psicológicas e sociais)
O que é Mediação?
Mediar é possibilitar caminhos para o aluno sair de um estado de crenças, pensamentos, emoções, habilidades e migrar para um novo estado com mais recursos e possibilidades. Para que a Mediação aconteça o educador deve acreditar na mudança    ter um olhar que favoreça transformações    não rotular os alunos  monitorar mudanças nos alunos  esperar mudanças  trazer fotos,contar histórias de pessoas que mudaram... Não pular etapas e nem mesmo esperar “Saltos” –
Quais as características da Mediação?
1- Escolher desafio de acordo com a capacidade da criança 2- Recompensar a resposta adequada do criança 3- Valorizar e esclarecer as etapas concluídas com sucesso. 4- Direcionar a atenção ao acerto. Críticas levam a criança não acreditar em si mesma. (produz sentimento de inferioridade, falta de motivação, ansiedade, impulsividade) 5-A percepção (positiva ou negativa) que os pais e professores tem da criança produz um impacto profundo e levam a uma busca em corresponder as expectativas deles.  6-A crença que a criança tem de si mesma será determinante. 7-Educador ter um olhar que contamine o educando com novas possibilidades (de organização do material escolar, vestimenta, relacionar-se consigo mesmo e com outro)
Elogiar é um poderoso recurso de dar limites e construir um auto-conceito positivo.
Gritamos quando acreditamos que não seremos ouvidos. Queremos encurtar distâncias, mas não estamos conseguindo nosso objetivo.
Autoridade Novo Olhar  Olhar de Amor   Esperança  Futuro
É bom ter um modelo de autoridade, que acredita na gente.
Autoridade pressupõe firmeza, auto-respeito, respeito ao outro, liderança, persuasão e o fundamental:  Educador   comunicar imagem de que tem o controle da situação. (grito, xingamento...   imagem de descontrole)
Como deve ser a Punição? Punição Reparadora (relação entre o  erro  do educando e o aprendizado do  acerto ) Punição não Reparadora: -  Personalização do comportamento inadequado (relação entre a emoção do educador e o erro do educando) -   Não saber lidar com a situação de uma maneira construtiva (crianças com retardo mental, transtornos, dificuldades de aprendizagem, falta de modelos positivos, inabilidades, querer chamar a atenção) –  Sim a Educação e a Reeducação
Porque a criança agride? Na maioria dos casos agressividade significa: defesa por estar sentindo-se ameaçado    medo. Falta de repertório para lidar com o que ameaça, não saber defender-se de outra maneira. Educador aumentar repertório: exemplo, estórias de modelos, questionar como a criança poderia atuar de outra forma. Criança agride por não entender certos acontecimentos em seu contexto de vida e lê como ameaça, cria fantasias: separação de pais, prisão do pai, não conhecer seus pais. (Importante: Educador e Responsável atuarem juntos para esclarecer estas dúvidas)
Família e o Trabalho do Educador O pai, a mãe ou os responsáveis entender o trabalho do professor   compreender que são aliados     educar seus filhos. Estabelecer Limites
Trato Gentil Fortalecer elegância, valorização à vida, suavidade, amabilidade, delicadeza... SINTONIA FINA    Sensibilizar pelo Positivo  Trato Gentil não é mimo. Mimar pode ser entendido como exclusão, subestimação da força e dos recursos de cada criança.
Poder da Positividade  em Educação: Poder de Elogiar Poder de Convencer   Poder de Dar Limites
Aprendemos tentando....e buscando melhorar.   Alexandre Rivero

Limites com Carinho

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    Limites com CarinhoC ontrato Gentil e Diálogo que Convence
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    O que éDisciplina?
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    Aprender Auto-Controle ADisciplina organiza a produção da criança. Cria rotinas, oferece regras, produz na criança uma sensação de estar protegida. Estabelece Foco nas Metas a serem atingidas pela criança. Ajuda a criança a aprender a controlar a ansiedade e a impulsividade.
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    O que sãolimites?
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    Instalar um “semáforointerno” na criança. Criança pensar sobre seus comportamentos, sobre o outro e as situações. Criança aprender a escolher melhores respostas à uma determinada situação. (Exemplo defender-se) Aprender: conter a impulsividade/ dividir os problemas/ organizar o pensamento em termos de causa e efeito.
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    É possível dialogarno calor das emoções?
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    NÃO Quando temoso sistema límbico altamente ativado, está inviabilizada as atividades mais racionais. Nesta hora apenas a contenção e o relaxamento podem funcionar. Voz firme e calma do educador. Educador negar-se ao “bate boca”. Explicar a regra (PONTUAR) e dizer a criança que ela deve acalmar-se para o diálogo ser estabelecido.
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    Sim, do diálogo,da compreensão, da presença, da partilha... O bom diálogo segue passos: (CCMM) 1º Ouço e faço um pequeno resumo do que a criança está entendendo da situação. (compreensão) 2º Elogio seus comportamentos adequados. (contato carinhoso) 3º Proponho um “novo olhar” para a situação problema. (mudança de pensamento) 4º Toda aproximação na direção do respeito às regras pró-sociais  ofereço reforço positivo (balançar de cabeça, elogio, abraço, frases reforçadoras no contexto de vida da criança). (modelagem)
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    Estabelecer limites éaprender a competência da mediação de uma situação por vezes caótica PARA uma organização e auto-controle do comportamento. A internalização de um controle externo para o interno envolve que a criança desenvolva confiança no educador (vínculo). Crença positiva de que a criança pode mudar. Motivação para se empenhar nesta tarefa. Determinação em perseverar. O limite deve considerar a realidade do aluno (inclusive suas dificuldades físicas, psicológicas e sociais)
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    O que éMediação?
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    Mediar é possibilitarcaminhos para o aluno sair de um estado de crenças, pensamentos, emoções, habilidades e migrar para um novo estado com mais recursos e possibilidades. Para que a Mediação aconteça o educador deve acreditar na mudança  ter um olhar que favoreça transformações  não rotular os alunos  monitorar mudanças nos alunos  esperar mudanças  trazer fotos,contar histórias de pessoas que mudaram... Não pular etapas e nem mesmo esperar “Saltos” –
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    1- Escolher desafiode acordo com a capacidade da criança 2- Recompensar a resposta adequada do criança 3- Valorizar e esclarecer as etapas concluídas com sucesso. 4- Direcionar a atenção ao acerto. Críticas levam a criança não acreditar em si mesma. (produz sentimento de inferioridade, falta de motivação, ansiedade, impulsividade) 5-A percepção (positiva ou negativa) que os pais e professores tem da criança produz um impacto profundo e levam a uma busca em corresponder as expectativas deles. 6-A crença que a criança tem de si mesma será determinante. 7-Educador ter um olhar que contamine o educando com novas possibilidades (de organização do material escolar, vestimenta, relacionar-se consigo mesmo e com outro)
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    Elogiar é umpoderoso recurso de dar limites e construir um auto-conceito positivo.
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    Gritamos quando acreditamosque não seremos ouvidos. Queremos encurtar distâncias, mas não estamos conseguindo nosso objetivo.
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    Autoridade Novo Olhar Olhar de Amor  Esperança  Futuro
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    É bom terum modelo de autoridade, que acredita na gente.
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    Autoridade pressupõe firmeza,auto-respeito, respeito ao outro, liderança, persuasão e o fundamental: Educador  comunicar imagem de que tem o controle da situação. (grito, xingamento...  imagem de descontrole)
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    Como deve sera Punição? Punição Reparadora (relação entre o erro do educando e o aprendizado do acerto ) Punição não Reparadora: - Personalização do comportamento inadequado (relação entre a emoção do educador e o erro do educando) - Não saber lidar com a situação de uma maneira construtiva (crianças com retardo mental, transtornos, dificuldades de aprendizagem, falta de modelos positivos, inabilidades, querer chamar a atenção) – Sim a Educação e a Reeducação
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    Porque a criançaagride? Na maioria dos casos agressividade significa: defesa por estar sentindo-se ameaçado  medo. Falta de repertório para lidar com o que ameaça, não saber defender-se de outra maneira. Educador aumentar repertório: exemplo, estórias de modelos, questionar como a criança poderia atuar de outra forma. Criança agride por não entender certos acontecimentos em seu contexto de vida e lê como ameaça, cria fantasias: separação de pais, prisão do pai, não conhecer seus pais. (Importante: Educador e Responsável atuarem juntos para esclarecer estas dúvidas)
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    Família e oTrabalho do Educador O pai, a mãe ou os responsáveis entender o trabalho do professor  compreender que são aliados  educar seus filhos. Estabelecer Limites
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    Trato Gentil Fortalecerelegância, valorização à vida, suavidade, amabilidade, delicadeza... SINTONIA FINA  Sensibilizar pelo Positivo Trato Gentil não é mimo. Mimar pode ser entendido como exclusão, subestimação da força e dos recursos de cada criança.
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    Poder da Positividade em Educação: Poder de Elogiar Poder de Convencer Poder de Dar Limites
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    Aprendemos tentando....e buscandomelhorar. Alexandre Rivero