Auto-avaliação da  Biblioteca Escolar  Proposta ao Conselho Pedagógico
Conceito e objectivos implicados 21 de Nov de 2009 - Avaliar para melhorar - PORQUÊ FAZER AUTO-AVALIAÇÃO?
Porque queremos uma escola de qualidade, com uma biblioteca que cumpre com sucesso a sua missão:  melhorar as aprendizagens dos alunos 21 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade -
O que é que os outros professores têm a ver com isso? Não será este um problema do professor bibliotecário? Temos mais uma forma maquiavélica de controlar, avaliar e classificar? Mais uma burocracia? Ulisses viu Sísifo no Inferno, na absurda actividade contínua de carregar uma pedra pela montanha acima. Quando estava perto do cume, a pedra rolava e ele voltava nova e incessantemente a repetir o mesmo ciclo.
Como é nas bibliotecas-modelo? 21 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade -  Existe colaboração entre a BE e os docentes na identificação de recursos e no desenvolvimento de actividades orientadas para o sucesso dos alunos; A acessibilidade e a qualidade dos serviços prestados pela BE é grande; Há adequação da colecção e dos recursos tecnológicos. Manifesto da UNESCO/IFLA
Ideias-chave a reter: 21 de Nov de 2009 - Avaliar para melhorar -  A avaliação não é um fim em si mesmo, mas um  instrumento  indispensável num plano de desenvolvimento e um  princípio de boa gestão   (Pretende-se avaliar a qualidade e eficácia da BE e não o desempenho individual da equipa que aí trabalha)
Ideias-chave a reter: A auto-avaliação deve ser encarada como uma  necessidade própria , tendo uma utilização  flexível , adaptada à realidade da escola. 21 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade -
Ideias-chave a reter: A aplicação do modelo de auto-avaliação deve ser  exequível  e facilmente integrável nas práticas de gestão da equipa da BE. 21 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade -
Mudança de paradigma Há que passar do “eu acho”, “eu julgo …” para “ as evidências mostram que …” Devemos centrar-nos  não no n.º de recursos   (nº de títulos da colecção, de funcionários, de computadores, etc.),  mas  no impacto  que a BE tem nos utilizadores. 21 de Nov de 2009 - Avaliar para melhorar -
Que benefícios? 21 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade -  A informação tem a capacidade de mudar o que as pessoas já conhecem. Uma prática baseada em evidências  (Evidence-based practice)  tem várias vantagens: Ross Todd, in, Learning in the Information Age School: Opportunities, Outcomes and Options, (IASL) 2003, Conferência anual em Durban
21 de Nov de 2009 - Avaliar para melhorar -  Sarah McNicol, in,  Incorporating library provision in school self-evaluation , 2004 Que benefícios?
21 de Nov de 2009 ESTRUTURA E LÓGICA DO MODELO
Vários domínios e subdomínios 21 de Nov de 2009 - Avaliar para melhorar -
Como se apresenta cada domínio? 21 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade -  zonas nucleares de intervenção que permitem a aplicação de elementos de medição exemplos de situações, ocorrências e acções que operacionalizam o indicador. sugestões a implementar, no caso de ser necessário melhorar o desempenho instrumentos para recolha de evidências
Recolha de evidências 21 de Nov de 2009 - Avaliar para melhorar -  O modelo vem acompanhado de orientações para a aplicação que apresenta variados exemplos de  questionários  (a  professores , a  alunos ) ,  grelhas de observação  e de  análise  aplicáveis a cada domínio. É sugerida uma  metodologia  para a recolha das evidências, que pode ter origem em  fontes diversas : Informação que já existe; Informação que pode ser facilmente descoberta a partir da análise do que já existe; Informação específica que necessita de ser recolhida Elspeth Scott em “ How good is your school library resource centre? An  introduction to performance measurement”,  2002
Perfis de desempenho É identificado o nível de desempenho de cada domínio (numa escala de 1 a 4). Os descritores  apresentados no modelo retratam o padrão de execução da BE em cada um dos níveis 21 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade -
21 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade -
Relatório de auto-avaliação 21 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade -  O modelo de relatório final de auto-avaliação acompanha os restantes documentos sugeridos pela RBE, finalizando o processo com um quadro-síntese global, onde se assinalam as  acções consideradas necessárias para a melhoria . Deve originar uma súmula a incorporar no relatório de auto-avaliação da escola e orientar o professor bibliotecário na entrevista a realizar pela Inspecção-Geral de Educação.
Metodologia Etapas Operações 21 de Nov de 2009 PROCESSO DE APLICAÇÃO
21 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade -
Como vamos fazer? Seleccionamos o domínio  a avaliar neste ano (em cada ano escolhemos um domínio diferente; ao fim de quatro anos todos os domínios terão sido avaliados); Recolhemos evidências  através dos variados instrumentos; 21 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade -
Identificamos o perfil de desempenho , para verificar em que nível se situa a BE; Registamos a auto-avaliação no  relatório final , onde indicamos as acções consideradas necessárias para a melhoria. Como vamos fazer? 21 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade -
Como envolver os 21 de Nov de 2009 INTERVENIENTES?
21 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade -  Toda a comunidade educativa deve ser chamada a colaborar nesta avaliação. Contudo, há que identificar três grupos: Os professores e alunos utilizadores usuais da Biblioteca; Os professores-colaboradores da Biblioteca, que têm um conhecimento mais aprofundado que os primeiros; Professores e alunos não frequentadores habituais da BE. São definidas amostras mínimas, cumprindo-se alguns requisitos.
21 de Nov de 2009 COMO COMUNICAR OS RESULTADOS?
21 de Nov de 2009 - Avaliar para melhorar -  Divulgando o relatório final junto das estruturas educativas; Colocando o relatório disponível no “site” da escola; Extraindo excertos do relatório para afixação dentro da escola; Fazer uma síntese para colocar na futura Revista da Escola.
Nos relatórios de avaliação da BE Nos relatórios de avaliação da escola 21 de Nov de 2009 PROPOSTAS DE MELHORIA
21 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade -  Junto da direcção procurar encontrar formas para pôr em prática as acções de melhoria . Implementar a avaliação periódica como prática de rotina, partindo sempre do relatório anterior. Tentar comparar nas reuniões interconcelhias  os resultados de outras escolas e encontrar boas práticas para a resolução de problemas nos domínios com níveis de desempenho baixos (aplicação do  benchmarking )
Na futura BE? No trabalho dos professores? Nas aprendizagens dos alunos? 21 de Nov de 2009 QUE IMPACTO?
Que a BE deixe de ser vista assim 21 de Nov de 2009
e passe a ser 21 de Nov de 2009 Um espaço de constante  aprendizagem  e  inovação,  para professores e alunos, numa  atitude pró-activa  e numa perspectiva contínua de  procura da qualidade  e da excelência.
“ Everything in life that we really accept undergoes a change”  (tudo o que realmente aceitamos conduz a uma mudança)   Katherine Mansfield 21 de Nov de 2009 - Avaliar para melhorar -
Conte connosco ,  contamos consigo ! Noémia Machado (professora bibliotecária) Coordenadora da Biblioteca 21 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade -
21 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade -
21 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade -
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Outra Proposta

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    O que éque os outros professores têm a ver com isso? Não será este um problema do professor bibliotecário? Temos mais uma forma maquiavélica de controlar, avaliar e classificar? Mais uma burocracia? Ulisses viu Sísifo no Inferno, na absurda actividade contínua de carregar uma pedra pela montanha acima. Quando estava perto do cume, a pedra rolava e ele voltava nova e incessantemente a repetir o mesmo ciclo.
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    Como é nasbibliotecas-modelo? 21 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade - Existe colaboração entre a BE e os docentes na identificação de recursos e no desenvolvimento de actividades orientadas para o sucesso dos alunos; A acessibilidade e a qualidade dos serviços prestados pela BE é grande; Há adequação da colecção e dos recursos tecnológicos. Manifesto da UNESCO/IFLA
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    Ideias-chave a reter:21 de Nov de 2009 - Avaliar para melhorar - A avaliação não é um fim em si mesmo, mas um instrumento indispensável num plano de desenvolvimento e um princípio de boa gestão (Pretende-se avaliar a qualidade e eficácia da BE e não o desempenho individual da equipa que aí trabalha)
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    Ideias-chave a reter:A auto-avaliação deve ser encarada como uma necessidade própria , tendo uma utilização flexível , adaptada à realidade da escola. 21 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade -
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    Ideias-chave a reter:A aplicação do modelo de auto-avaliação deve ser exequível e facilmente integrável nas práticas de gestão da equipa da BE. 21 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade -
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    Mudança de paradigmaHá que passar do “eu acho”, “eu julgo …” para “ as evidências mostram que …” Devemos centrar-nos não no n.º de recursos (nº de títulos da colecção, de funcionários, de computadores, etc.), mas no impacto que a BE tem nos utilizadores. 21 de Nov de 2009 - Avaliar para melhorar -
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    Que benefícios? 21de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade - A informação tem a capacidade de mudar o que as pessoas já conhecem. Uma prática baseada em evidências (Evidence-based practice) tem várias vantagens: Ross Todd, in, Learning in the Information Age School: Opportunities, Outcomes and Options, (IASL) 2003, Conferência anual em Durban
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    21 de Novde 2009 - Avaliar para melhorar - Sarah McNicol, in, Incorporating library provision in school self-evaluation , 2004 Que benefícios?
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    Vários domínios esubdomínios 21 de Nov de 2009 - Avaliar para melhorar -
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    Como se apresentacada domínio? 21 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade - zonas nucleares de intervenção que permitem a aplicação de elementos de medição exemplos de situações, ocorrências e acções que operacionalizam o indicador. sugestões a implementar, no caso de ser necessário melhorar o desempenho instrumentos para recolha de evidências
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    Recolha de evidências21 de Nov de 2009 - Avaliar para melhorar - O modelo vem acompanhado de orientações para a aplicação que apresenta variados exemplos de questionários (a professores , a alunos ) , grelhas de observação e de análise aplicáveis a cada domínio. É sugerida uma metodologia para a recolha das evidências, que pode ter origem em fontes diversas : Informação que já existe; Informação que pode ser facilmente descoberta a partir da análise do que já existe; Informação específica que necessita de ser recolhida Elspeth Scott em “ How good is your school library resource centre? An introduction to performance measurement”, 2002
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    Perfis de desempenhoÉ identificado o nível de desempenho de cada domínio (numa escala de 1 a 4). Os descritores apresentados no modelo retratam o padrão de execução da BE em cada um dos níveis 21 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade -
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    Relatório de auto-avaliação21 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade - O modelo de relatório final de auto-avaliação acompanha os restantes documentos sugeridos pela RBE, finalizando o processo com um quadro-síntese global, onde se assinalam as acções consideradas necessárias para a melhoria . Deve originar uma súmula a incorporar no relatório de auto-avaliação da escola e orientar o professor bibliotecário na entrevista a realizar pela Inspecção-Geral de Educação.
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    Metodologia Etapas Operações21 de Nov de 2009 PROCESSO DE APLICAÇÃO
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    Como vamos fazer?Seleccionamos o domínio a avaliar neste ano (em cada ano escolhemos um domínio diferente; ao fim de quatro anos todos os domínios terão sido avaliados); Recolhemos evidências através dos variados instrumentos; 21 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade -
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    Identificamos o perfilde desempenho , para verificar em que nível se situa a BE; Registamos a auto-avaliação no relatório final , onde indicamos as acções consideradas necessárias para a melhoria. Como vamos fazer? 21 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade -
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    Como envolver os21 de Nov de 2009 INTERVENIENTES?
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    21 de Novde 2009 - Caminhando para a qualidade - Toda a comunidade educativa deve ser chamada a colaborar nesta avaliação. Contudo, há que identificar três grupos: Os professores e alunos utilizadores usuais da Biblioteca; Os professores-colaboradores da Biblioteca, que têm um conhecimento mais aprofundado que os primeiros; Professores e alunos não frequentadores habituais da BE. São definidas amostras mínimas, cumprindo-se alguns requisitos.
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    21 de Novde 2009 COMO COMUNICAR OS RESULTADOS?
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    21 de Novde 2009 - Avaliar para melhorar - Divulgando o relatório final junto das estruturas educativas; Colocando o relatório disponível no “site” da escola; Extraindo excertos do relatório para afixação dentro da escola; Fazer uma síntese para colocar na futura Revista da Escola.
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    Nos relatórios deavaliação da BE Nos relatórios de avaliação da escola 21 de Nov de 2009 PROPOSTAS DE MELHORIA
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    21 de Novde 2009 - Caminhando para a qualidade - Junto da direcção procurar encontrar formas para pôr em prática as acções de melhoria . Implementar a avaliação periódica como prática de rotina, partindo sempre do relatório anterior. Tentar comparar nas reuniões interconcelhias os resultados de outras escolas e encontrar boas práticas para a resolução de problemas nos domínios com níveis de desempenho baixos (aplicação do benchmarking )
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    Na futura BE?No trabalho dos professores? Nas aprendizagens dos alunos? 21 de Nov de 2009 QUE IMPACTO?
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    Que a BEdeixe de ser vista assim 21 de Nov de 2009
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    e passe aser 21 de Nov de 2009 Um espaço de constante aprendizagem e inovação, para professores e alunos, numa atitude pró-activa e numa perspectiva contínua de procura da qualidade e da excelência.
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    “ Everything inlife that we really accept undergoes a change” (tudo o que realmente aceitamos conduz a uma mudança) Katherine Mansfield 21 de Nov de 2009 - Avaliar para melhorar -
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    Conte connosco , contamos consigo ! Noémia Machado (professora bibliotecária) Coordenadora da Biblioteca 21 de Nov de 2009 - Caminhando para a qualidade -
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