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Agrupamento de Escolas de Tábua<br />Escola Básica 2 de Tábua<br />4528185956310OS  CONTOS DO  5.º E <br />           <br />                       <br />Estudo Acompanhado<br />2010-2011<br />2747010452755textos elaborados<br />a partir da<br />ARCA DOS CONTOS<br />o jogo onde as cartas mágicas<br />                     com imagens ou palavras <br />                                          estimulam a criatividade <br />A bruxa das botas pretas<br />    Era uma vez uma bruxa que se chamava Antónia, que usava uma capa e umas botas pretas. Ela vivia num castelo situado num reino longínquo. O castelo tinha monstros de guarda porque, era proibido entrar gente. A bruxa não tinha medo dos feiticeiros que transformavam pessoas em seres invisíveis.<br />    Num dia de Verão, a Antónia estava a descansar porque, estava com um mau pressentimento que ia ser atacada. Então ela teve uma ideia, preparar os seus monstros.<br />    Depois de os preparar, ficou à janela a tentar avistar os feiticeiros. Quando ela os viu, lançou os seus monstros. Logo a seguir os feiticeiros transformaram-nos em seres invisíveis. <br />    A bruxa ficou tão zangada que os matou a todos menos um porque, queria fazer um duelo com ele. A Antónia e o feiticeiro lutaram e lutaram, até que a Antónia o matou.<br />    Ela ficou tão feliz que transformou os seus monstros novamente em monstros normais. Eles fizeram uma festa em homenagem à bruxa Antónia.<br />2699385100965Palavras usadas:<br />Capa e botas, bruxa, reino longínquo, invisível, ousar e proibição<br />Pedro Zagalo e David Silva <br />Nº 14 e nº 21  turma: 5º E. <br />A viagem Perigosa<br />Era uma vez um rapazinho que se chamava Phineas e que tinha um irmão chamado Pherb.<br />Decidiram viajar ao Hawai numa máquina do tempo muito perigosa, que eles construíram. <br />Quando lá chegaram a máquina avariou e explodiu.<br />Visitaram o museu da pré-história e deixaram as malas no hotel do seu amigo Carl.<br />Depois foram à praia fazer surf e beber uma água de coco. Viram uma ilha e foram até lá. Encontraram uma gruta assustadora e tiveram a tentação de entrar.<br /> A seguir passaram por baixo de um arco de pedra e caíram por um túnel, onde estava o espírito da águia mágica que os pôs dentro de uma caixa para os torturar e depois amaldiçoou-os para sempre.<br />O Phineas disse para o Pherb: <br /> -Pherb, trouxeste a tua caixa de ferramentas?<br />-Sim, Phineas. Eu trago-a sempre.<br />Dito isto, o Pherb tirou logo a sua chave de fendas e desaparafusou os parafusos da caixa e fugiram.<br />Quando passaram por baixo do arco de pedra a gruta caiu e a águia morreu. Depois foram de avião e quando chegaram a casa contaram à mãe que se chamava Linda, mas ela não acreditou. Jantaram e foram para a cama dormir.<br />Palavras:<br />2423160175895perigoso –viajar- tentacão- águia- gruta- caixa<br />Ricardo nº16 e Leandro nº 9  <br />         <br />  <br />16/ 03/2011<br />Os três irmãos na ponte em perigo<br />Era uma vez três irmãos que viviam numa casa no Japão.<br />Um dia quando estavam a passar numa ponte, ela começou a tremer e a abanar. O irmão mais velho que era astuto teve uma ideia. Disse para os dois irmãos: <br />- Calem-se e temos de pensar em alguma coisa para não morrermos aqui.<br />De repente surgiu-lhe uma ideia e os irmãos pediram-lhe para a dizer.<br />- Nós temos de saltar para a água.<br /> O mais novo e o do meio disseram:<br />- Que grande decisão!<br />E começaram a atirar-se. Quando estavam quase a tocar na água, um chapéu muito grande apanhou os três e levou-os magicamente para o jardim da sua casa.<br />Os três irmãos já em sua casa foram tomar banho, comer e, ao fim do dia, foram dormir.<br />Palavras da história: <br />Ponte / 3 irmãos / calar / astuto / decisão / chapéu<br />2432685175260Trabalho realizado por:<br />Clara Alexandra Carvalho Antunes 5 E N 1<br />Pedro Miguel dos Santos Neves 5E N 13<br />16/03/2011<br />Era uma vez um lobo que vivia numa ilha muito grande; tinha uma casa de tijolos.<br />Um dia não tinha nada que fazer e teve uma ideia; limpar a casa. Pegou na vassoura e começou a varrer; estava a olhar para o chão e viu um gato.<br />277558441275O gato disse:<br /> - Olá. Como te chamas?<br />- Eu chamo-me Félix e tu?<br />- Eu chamo-me Micky.<br />O lobo perguntou ao gato se o ajudava a limpar a casa e o gato concordou.<br /> Os dois estavam divertidos a cantarolar, quando o gato encontrou um livro que era um conto.<br />O gato perguntou ao lobo:<br />- Podemos ler o livro? <br /> - Sim. Claro!<br />Os dois sentaram-se no sofá para ler o livro; era uma história inesquecível.<br />O lobo exclamou:<br />- Isto é que é uma sabedoria!<br />- Olha aqui uma história sobre um imortal disse o gato.<br />O lobo disse para o gato que a história do imortal era divertida.<br />O gato começou a ir lá mais vezes e tornaram-se os melhores amigos.<br />Palavras : lobo, ilha , livro , esquecer , imortal, sabedoria.<br />De  : Liliana Costa 5ª E N: 10 e Mariana de Jesus Martins Nunes  n:11<br />   16/03/2011<br />Era uma vez um Sábio que era muito curioso e perdeu as suas chaves de casa na floresta.<br />Como a mulher era muito mal-humorada, ele não queria contar-lhe e, então, contou o segredo ao seu amigo Sabichão. Ele não conseguiu guardar o segredo; foi à floresta contar a um mendigo da zona e, depois, o mendigo entreveio:<br />- Será que falas desta chave?<br />- Sim, sim é esta chave – concordou o Sabichão.<br />O mendigo, muito orgulhoso de ter encontrado a chave e para ser conhecido com boa fama, foi contar à Josefa que, por acaso, era a mulher do Sábio muito curioso<br />-Olha Josefa, encontrei a chave do sábio curioso!<br />- O quê? Não me digas, ele perdeu a chave? Interrogou a mulher<br />-Perdeu sim, é que a tenho na minha mão.<br />- Então podias dar-me a chave? – Pediu generosamente a mulher.<br />2975610233680Mas ela começou cada vez mais a ficar curiosa e a perguntar a si mesma: - Como é que o sábio perdeu a chave?<br />A mulher foi para casa e abriu a porta ao Sábio.<br />- Perguntou-lhe: <br />- A tua chave de casa? Preciso dela, deixei a minha no trabalho.<br />-Po-pois a-a mi-mi-minha es-esta na-na casa do me-me-me-meu grande a-a migo De-de - zi- zi- dério. Disse com medo o Sábio. <br />- Ai está? Olha que eu acho que não. Se estivesse lá, eu não a tinha na minha mão.<br />-Ah, isso! Onde é que a encontraste? <br />-Na floresta.<br />-Como a perdeste na floresta… Vais gramar com cinco ramos de uma árvore na tua cara!<br />Depois disso o Sábio nunca mais perdeu a chave. <br />Palavras: Curioso-querer-segredo-chave-floresta-Sábio.<br />João Brito nº6     João Ferreira nº7                                        5º ano Tª E<br />                                                                                                                       <br /> Numa aldeia muito longe havia um cavaleiro muito poderoso, mas infelizmente ainda não sabia dos seus dotes.<br />Uma noite teve um sonho em que lhe proponham ser cavaleiro e, após essa noite, fez um grande sacrifício. O cavaleiro saiu de casa, montou o seu cavalo e seguiu para o castelo.<br />Chegando ao palácio ele disse à rainha: <br />- Quero me transformar num cavaleiro poderoso.<br />A rainha riu – se e disse que primeiro tinha de fazer os testes, e dito isto, abriu – se uma porta enorme no fundo do corredor.<br />Para lá dessa porta estavam vários objectos com os quais ele tinha que fazer o teste.<br />O último foi: usar uns óculos com umas lentes grossíssimas mas não o conseguiu realizar.<br />A rainha disse: <br />- Serás cavaleiro mas, neste tempo de guerra, não irás para o campo de batalha. Ficarás no palácio até o conseguires realizar. Apenas, a partir dessa altura, estarás em condições de proteger o palácio.<br /> Palavras <br />2736850254635Acção: transformar. Personagens humanas: cavaleiro Caracterizações: poderosas         <br />Espaço: porta  Objectos mágicos: óculos  Palavra-chave: Sacrifício                        <br />                    <br />Trabalho realizado por:Ivo Neves Nº 4 5ºE e Mariana Ascenso nº 12 5ºE<br />16/03/11<br />        <br />     <br />O cavalo veloz<br />Era uma vez um cavalo muito veloz que vivia no deserto.<br />Um dia viu ao longe uma quadrilha de ladrões árabes. Eles andavam à procura de um anel com um rubi verde que brilhava à noite.<br />Essa quadrilha viu o cavalo e começou a segui-lo, até que o apanharam, apesar da sua velocidade.<br />Levaram-no para a sua casa e aprisionaram-no. Havia lá um cavalo castanho, também roubado à natureza.<br />Esse cavalo castanho à noite transformava-se nesse anel com rubi verde que os árabes tanto queriam.<br />Um dia esse cavalo branco rebentou com as portas do celeiro e prometeu ao cavalo castanho que também o iria tirar de lá. Dito e feito, o cavalo, antes de anoitecer, foi resgatar o cavalo castanho.<br />No dia seguinte, os dois cavalos amigos foram à procura de um feiticeiro para desfazer o feitiço do cavalo castanho.<br />O feitiço foi bem sucedido e viveram felizes para sempre sem a presença dos ladrões.<br />2327910240665Palavras<br />Aprisionar <br />Veloz<br />Transformação<br />Anel<br />Deserto<br />Cavalo <br />Trabalho realizado por: Samuel Fiuza e Diogo Marques<br />16/03/11<br />O gigante<br />O Gigante era uma pessoa muito boa. Gostava muito de fazer jogos e inventar histórias. Um dia o gigante foi à biblioteca, viu lá um livro muito velhinho e cheio de pó.<br />Decidiu comprar o livro. Quando chegou a casa leu-o; ele achou-o muito estranho.<br />No livro havia indicação para ir ao palácio combater o rei D. Dinis.<br />Dias depois, ele descobriu um mapa que indicava o caminho para o palácio do rei. Foi então que começou a aventura. Ele nunca tinha visto aquele caminho; estava cheio de obstáculos e muitos perigos. Passados cinco dias e cinco noites, ele conseguiu chegar ao palácio.<br />O livro dizia que o rei tinha um relógio mágico, que podia fazer parar o tempo.<br />Quando entrou no palácio, ele ficou cheio de medo porque o rei podia atacar a qualquer momento.<br />O rei, finalmente, chegou. Passaram horas e horas a lutar. <br />Por fim, o gigante ganhou esmagando o rei. E o rei deu-lhe o prémio merecido que era o relógio mágico.<br />Palavras: <br />Medo/palácio/maravilhado/combater/Gigante/relógio/<br />240705642963Renato Costa e João Felício. <br />5ºE<br />16/03/11<br />O sonho do sapo<br /> Era uma vez um sapo verde e pequeno que vivia num belo jardim de um antigo conde onde tinha muito espaço para brincar; habitava lá com a sua pequena família.               <br />           Ele andava à procura de uma valiosíssima poção mágica. Já a procurava há alguns anos, devido à sua tremenda teimosia. <br />Até que um dia ele foi à casa do conde à procura dessa tal poção mágica e, sem querer, tropeçou numa tábua solta e caiu. Encontrou uma chave que dizia onde estava a poção mágica.<br />Ele, ao ler aquele rótulo, pensou em dizer à sua família. E lá foi ele a cantarolar, à procura da poção mágica… <br />Ele ao chegar à toca da família disse:<br />- Sei onde está a poção.   <br />            Assim conseguiu realizar o seu sonho e o da família   <br />Palavras<br />Sapo, jardim, procurar, poção mágica, teimoso e vontade<br />2632710128905<br />Trabalho realizado por: <br />Gonçalo 5E nº3<br />Tiago 5E nº18 <br />                                      16/03/11<br />                O tesouro da serpente<br />Num dia de verão, descobriu-se que numa montanha isolada perto da cidade do Porto, vivia uma pequena serpente que estava sempre furiosa com isto ou com aquilo.<br />Um dia, quando olhava no seu espelho mágico, de repente, tocaram à campainha.<br />Era uma feiticeira que lhe vinha dizer que, no fim daquele dia, ia estar um tesouro à sua porta. E assim foi. De noite antes de se ir deitar foi à varanda e viu um belo tesouro que reluzia. Abriu a porta e levou o tesouro para dentro.<br />Pensou naquilo que havia de fazer com o dinheiro todo. Pensou, pensou e pensou e, de repente, veio-lhe uma ideia brilhante à cabeça. Ia distribuir todo aquele dinheiro pelos pobres da cidade.<br />E assim todos ficaram felizes.<br />Palavras:<br />Espelho, furioso,  palavra à escolha, serpente, montanha e tesouro<br />Trabalho realizado por: Vanessa Marques; Vanessa Ribeiro<br />                                                 5ºE<br />294703541275<br />16/03/2011<br />Produção:<br />194310137795<br />Biblioteca Escolar<br />Escola Básica 2 de Tábua<br />Agrupamento de Escolas de Tábua<br />2010 / 2011<br />
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Os contos

  • 1. Agrupamento de Escolas de Tábua<br />Escola Básica 2 de Tábua<br />4528185956310OS CONTOS DO 5.º E <br /> <br /> <br />Estudo Acompanhado<br />2010-2011<br />2747010452755textos elaborados<br />a partir da<br />ARCA DOS CONTOS<br />o jogo onde as cartas mágicas<br /> com imagens ou palavras <br /> estimulam a criatividade <br />A bruxa das botas pretas<br /> Era uma vez uma bruxa que se chamava Antónia, que usava uma capa e umas botas pretas. Ela vivia num castelo situado num reino longínquo. O castelo tinha monstros de guarda porque, era proibido entrar gente. A bruxa não tinha medo dos feiticeiros que transformavam pessoas em seres invisíveis.<br /> Num dia de Verão, a Antónia estava a descansar porque, estava com um mau pressentimento que ia ser atacada. Então ela teve uma ideia, preparar os seus monstros.<br /> Depois de os preparar, ficou à janela a tentar avistar os feiticeiros. Quando ela os viu, lançou os seus monstros. Logo a seguir os feiticeiros transformaram-nos em seres invisíveis. <br /> A bruxa ficou tão zangada que os matou a todos menos um porque, queria fazer um duelo com ele. A Antónia e o feiticeiro lutaram e lutaram, até que a Antónia o matou.<br /> Ela ficou tão feliz que transformou os seus monstros novamente em monstros normais. Eles fizeram uma festa em homenagem à bruxa Antónia.<br />2699385100965Palavras usadas:<br />Capa e botas, bruxa, reino longínquo, invisível, ousar e proibição<br />Pedro Zagalo e David Silva <br />Nº 14 e nº 21 turma: 5º E. <br />A viagem Perigosa<br />Era uma vez um rapazinho que se chamava Phineas e que tinha um irmão chamado Pherb.<br />Decidiram viajar ao Hawai numa máquina do tempo muito perigosa, que eles construíram. <br />Quando lá chegaram a máquina avariou e explodiu.<br />Visitaram o museu da pré-história e deixaram as malas no hotel do seu amigo Carl.<br />Depois foram à praia fazer surf e beber uma água de coco. Viram uma ilha e foram até lá. Encontraram uma gruta assustadora e tiveram a tentação de entrar.<br /> A seguir passaram por baixo de um arco de pedra e caíram por um túnel, onde estava o espírito da águia mágica que os pôs dentro de uma caixa para os torturar e depois amaldiçoou-os para sempre.<br />O Phineas disse para o Pherb: <br /> -Pherb, trouxeste a tua caixa de ferramentas?<br />-Sim, Phineas. Eu trago-a sempre.<br />Dito isto, o Pherb tirou logo a sua chave de fendas e desaparafusou os parafusos da caixa e fugiram.<br />Quando passaram por baixo do arco de pedra a gruta caiu e a águia morreu. Depois foram de avião e quando chegaram a casa contaram à mãe que se chamava Linda, mas ela não acreditou. Jantaram e foram para a cama dormir.<br />Palavras:<br />2423160175895perigoso –viajar- tentacão- águia- gruta- caixa<br />Ricardo nº16 e Leandro nº 9 <br /> <br /> <br />16/ 03/2011<br />Os três irmãos na ponte em perigo<br />Era uma vez três irmãos que viviam numa casa no Japão.<br />Um dia quando estavam a passar numa ponte, ela começou a tremer e a abanar. O irmão mais velho que era astuto teve uma ideia. Disse para os dois irmãos: <br />- Calem-se e temos de pensar em alguma coisa para não morrermos aqui.<br />De repente surgiu-lhe uma ideia e os irmãos pediram-lhe para a dizer.<br />- Nós temos de saltar para a água.<br /> O mais novo e o do meio disseram:<br />- Que grande decisão!<br />E começaram a atirar-se. Quando estavam quase a tocar na água, um chapéu muito grande apanhou os três e levou-os magicamente para o jardim da sua casa.<br />Os três irmãos já em sua casa foram tomar banho, comer e, ao fim do dia, foram dormir.<br />Palavras da história: <br />Ponte / 3 irmãos / calar / astuto / decisão / chapéu<br />2432685175260Trabalho realizado por:<br />Clara Alexandra Carvalho Antunes 5 E N 1<br />Pedro Miguel dos Santos Neves 5E N 13<br />16/03/2011<br />Era uma vez um lobo que vivia numa ilha muito grande; tinha uma casa de tijolos.<br />Um dia não tinha nada que fazer e teve uma ideia; limpar a casa. Pegou na vassoura e começou a varrer; estava a olhar para o chão e viu um gato.<br />277558441275O gato disse:<br /> - Olá. Como te chamas?<br />- Eu chamo-me Félix e tu?<br />- Eu chamo-me Micky.<br />O lobo perguntou ao gato se o ajudava a limpar a casa e o gato concordou.<br /> Os dois estavam divertidos a cantarolar, quando o gato encontrou um livro que era um conto.<br />O gato perguntou ao lobo:<br />- Podemos ler o livro? <br /> - Sim. Claro!<br />Os dois sentaram-se no sofá para ler o livro; era uma história inesquecível.<br />O lobo exclamou:<br />- Isto é que é uma sabedoria!<br />- Olha aqui uma história sobre um imortal disse o gato.<br />O lobo disse para o gato que a história do imortal era divertida.<br />O gato começou a ir lá mais vezes e tornaram-se os melhores amigos.<br />Palavras : lobo, ilha , livro , esquecer , imortal, sabedoria.<br />De : Liliana Costa 5ª E N: 10 e Mariana de Jesus Martins Nunes n:11<br /> 16/03/2011<br />Era uma vez um Sábio que era muito curioso e perdeu as suas chaves de casa na floresta.<br />Como a mulher era muito mal-humorada, ele não queria contar-lhe e, então, contou o segredo ao seu amigo Sabichão. Ele não conseguiu guardar o segredo; foi à floresta contar a um mendigo da zona e, depois, o mendigo entreveio:<br />- Será que falas desta chave?<br />- Sim, sim é esta chave – concordou o Sabichão.<br />O mendigo, muito orgulhoso de ter encontrado a chave e para ser conhecido com boa fama, foi contar à Josefa que, por acaso, era a mulher do Sábio muito curioso<br />-Olha Josefa, encontrei a chave do sábio curioso!<br />- O quê? Não me digas, ele perdeu a chave? Interrogou a mulher<br />-Perdeu sim, é que a tenho na minha mão.<br />- Então podias dar-me a chave? – Pediu generosamente a mulher.<br />2975610233680Mas ela começou cada vez mais a ficar curiosa e a perguntar a si mesma: - Como é que o sábio perdeu a chave?<br />A mulher foi para casa e abriu a porta ao Sábio.<br />- Perguntou-lhe: <br />- A tua chave de casa? Preciso dela, deixei a minha no trabalho.<br />-Po-pois a-a mi-mi-minha es-esta na-na casa do me-me-me-meu grande a-a migo De-de - zi- zi- dério. Disse com medo o Sábio. <br />- Ai está? Olha que eu acho que não. Se estivesse lá, eu não a tinha na minha mão.<br />-Ah, isso! Onde é que a encontraste? <br />-Na floresta.<br />-Como a perdeste na floresta… Vais gramar com cinco ramos de uma árvore na tua cara!<br />Depois disso o Sábio nunca mais perdeu a chave. <br />Palavras: Curioso-querer-segredo-chave-floresta-Sábio.<br />João Brito nº6 João Ferreira nº7 5º ano Tª E<br /> <br /> Numa aldeia muito longe havia um cavaleiro muito poderoso, mas infelizmente ainda não sabia dos seus dotes.<br />Uma noite teve um sonho em que lhe proponham ser cavaleiro e, após essa noite, fez um grande sacrifício. O cavaleiro saiu de casa, montou o seu cavalo e seguiu para o castelo.<br />Chegando ao palácio ele disse à rainha: <br />- Quero me transformar num cavaleiro poderoso.<br />A rainha riu – se e disse que primeiro tinha de fazer os testes, e dito isto, abriu – se uma porta enorme no fundo do corredor.<br />Para lá dessa porta estavam vários objectos com os quais ele tinha que fazer o teste.<br />O último foi: usar uns óculos com umas lentes grossíssimas mas não o conseguiu realizar.<br />A rainha disse: <br />- Serás cavaleiro mas, neste tempo de guerra, não irás para o campo de batalha. Ficarás no palácio até o conseguires realizar. Apenas, a partir dessa altura, estarás em condições de proteger o palácio.<br /> Palavras <br />2736850254635Acção: transformar. Personagens humanas: cavaleiro Caracterizações: poderosas <br />Espaço: porta Objectos mágicos: óculos Palavra-chave: Sacrifício <br /> <br />Trabalho realizado por:Ivo Neves Nº 4 5ºE e Mariana Ascenso nº 12 5ºE<br />16/03/11<br /> <br /> <br />O cavalo veloz<br />Era uma vez um cavalo muito veloz que vivia no deserto.<br />Um dia viu ao longe uma quadrilha de ladrões árabes. Eles andavam à procura de um anel com um rubi verde que brilhava à noite.<br />Essa quadrilha viu o cavalo e começou a segui-lo, até que o apanharam, apesar da sua velocidade.<br />Levaram-no para a sua casa e aprisionaram-no. Havia lá um cavalo castanho, também roubado à natureza.<br />Esse cavalo castanho à noite transformava-se nesse anel com rubi verde que os árabes tanto queriam.<br />Um dia esse cavalo branco rebentou com as portas do celeiro e prometeu ao cavalo castanho que também o iria tirar de lá. Dito e feito, o cavalo, antes de anoitecer, foi resgatar o cavalo castanho.<br />No dia seguinte, os dois cavalos amigos foram à procura de um feiticeiro para desfazer o feitiço do cavalo castanho.<br />O feitiço foi bem sucedido e viveram felizes para sempre sem a presença dos ladrões.<br />2327910240665Palavras<br />Aprisionar <br />Veloz<br />Transformação<br />Anel<br />Deserto<br />Cavalo <br />Trabalho realizado por: Samuel Fiuza e Diogo Marques<br />16/03/11<br />O gigante<br />O Gigante era uma pessoa muito boa. Gostava muito de fazer jogos e inventar histórias. Um dia o gigante foi à biblioteca, viu lá um livro muito velhinho e cheio de pó.<br />Decidiu comprar o livro. Quando chegou a casa leu-o; ele achou-o muito estranho.<br />No livro havia indicação para ir ao palácio combater o rei D. Dinis.<br />Dias depois, ele descobriu um mapa que indicava o caminho para o palácio do rei. Foi então que começou a aventura. Ele nunca tinha visto aquele caminho; estava cheio de obstáculos e muitos perigos. Passados cinco dias e cinco noites, ele conseguiu chegar ao palácio.<br />O livro dizia que o rei tinha um relógio mágico, que podia fazer parar o tempo.<br />Quando entrou no palácio, ele ficou cheio de medo porque o rei podia atacar a qualquer momento.<br />O rei, finalmente, chegou. Passaram horas e horas a lutar. <br />Por fim, o gigante ganhou esmagando o rei. E o rei deu-lhe o prémio merecido que era o relógio mágico.<br />Palavras: <br />Medo/palácio/maravilhado/combater/Gigante/relógio/<br />240705642963Renato Costa e João Felício. <br />5ºE<br />16/03/11<br />O sonho do sapo<br /> Era uma vez um sapo verde e pequeno que vivia num belo jardim de um antigo conde onde tinha muito espaço para brincar; habitava lá com a sua pequena família. <br /> Ele andava à procura de uma valiosíssima poção mágica. Já a procurava há alguns anos, devido à sua tremenda teimosia. <br />Até que um dia ele foi à casa do conde à procura dessa tal poção mágica e, sem querer, tropeçou numa tábua solta e caiu. Encontrou uma chave que dizia onde estava a poção mágica.<br />Ele, ao ler aquele rótulo, pensou em dizer à sua família. E lá foi ele a cantarolar, à procura da poção mágica… <br />Ele ao chegar à toca da família disse:<br />- Sei onde está a poção. <br /> Assim conseguiu realizar o seu sonho e o da família <br />Palavras<br />Sapo, jardim, procurar, poção mágica, teimoso e vontade<br />2632710128905<br />Trabalho realizado por: <br />Gonçalo 5E nº3<br />Tiago 5E nº18 <br /> 16/03/11<br /> O tesouro da serpente<br />Num dia de verão, descobriu-se que numa montanha isolada perto da cidade do Porto, vivia uma pequena serpente que estava sempre furiosa com isto ou com aquilo.<br />Um dia, quando olhava no seu espelho mágico, de repente, tocaram à campainha.<br />Era uma feiticeira que lhe vinha dizer que, no fim daquele dia, ia estar um tesouro à sua porta. E assim foi. De noite antes de se ir deitar foi à varanda e viu um belo tesouro que reluzia. Abriu a porta e levou o tesouro para dentro.<br />Pensou naquilo que havia de fazer com o dinheiro todo. Pensou, pensou e pensou e, de repente, veio-lhe uma ideia brilhante à cabeça. Ia distribuir todo aquele dinheiro pelos pobres da cidade.<br />E assim todos ficaram felizes.<br />Palavras:<br />Espelho, furioso, palavra à escolha, serpente, montanha e tesouro<br />Trabalho realizado por: Vanessa Marques; Vanessa Ribeiro<br /> 5ºE<br />294703541275<br />16/03/2011<br />Produção:<br />194310137795<br />Biblioteca Escolar<br />Escola Básica 2 de Tábua<br />Agrupamento de Escolas de Tábua<br />2010 / 2011<br />