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Elaboradas pelos alunos do 4.ºA, da EB1
Dr. João dos Santos, na atividade de
enriquecimento curricular: Apoio ao
Estudo - Informática
Cinderela



          A Cinderela vivia com a sua madrasta e as
suas duas irmãs.
          Ela era uma linda e boa menina,
contrariamente às suas duas irmãs e a madrasta, que
eram más e invejosas.
          Um dia, um arauto anunciou um baile no
grande castelo do rei. A madrasta e as duas irmãs
prepararam-se e partiram para a festa sem se
preocuparem com a menina.
          Chorando, junto à lareira, por não poder ir
ao baile, a Cinderela foi surpreendida por uma fada.
          Esta, com a varinha mágica, transformou a
abóbora num lindo coche, os ratinhos em cavalos e a
sua roupa velha num magnífico vestido.
          No dia seguinte, o Príncipe procurou, por
todas as casas do reino, a dona do sapatinho.
          Por fim, encontrou-a. Decidiram casar e
viveram juntos para sempre.
A BELA
                 ADORMECIDA




          Há muitos anos, nasceu uma princesa no
castelo de um bondoso rei.
          Houve uma festa e todos foram
convidados. As fadas boas concederam-lhe três
dons: beleza, bondade e inteligência. A fada má
lançou-lhe um feitiço terrível:
- Aos 18 anos picar-te- ás numa roca e dormirás
durante cem anos.
          O rei e a rainha mandaram queimar todas
as rocas do reino. No dia do seu 18ª aniversário, a
princesa feriu-se numa roca escondida pela fada
má.
          De imediato, a princesa e todos no reino
adormeceram. Muitos anos mais tarde, um príncipe
descobriu, por acaso, a linda princesa deitada no
meio de flores.
          Ao beijá-la , o feitiço desfez- se e por todo
o reino houve uma grande festa.
Há muitos anos, um alfaiate muito pobre mandou o seu filho correr
o mundo em busca de fortuna.
             O rapaz na procura de êxito, foi trabalhar com um carpinteiro muito
famoso e experiente.
             Anos mais tarde, saudoso do pai, resolveu voltar para casa. Antes de
partir o carpinteiro amigo deu-lhe uma mesa que se cobria de iguarias sempre
que o rapaz dissesse umas palavras mágicas.
             No caminho de regresso a casa, o rapaz extenuado resolveu
pernoitar numa hospedaria onde, perante o espanto de todos, revelou o segredo
da mesa mágica.
             Durante a noite, o dono da estalagem trocou a mesa mágica por
outra parecida, sem que o rapaz notasse.
             Ao chegar a casa, o rapaz tentou mostrar ao pai os poderes mágicos
da sua mesa, mas, por mais que repetisse as palavras mágicas nada acontecia.
             Triste e desolado, voltou à aldeia e pediu novamente auxílio ao
carpinteiro que desta vez lhe deu um saco roxo que ele só deveria abrir na
estalagem.
             O estalajadeiro, ao ver o rapaz, pensou que o saco continha grandes
riquezas e mal o viu a adormecer, tentou roubá-lo. Ao abri-lo, um cacete mágico
que lá estava guardado bateu-lhe tanto que nunca mais se pôde mexer,
acordando o rapaz com os seus queixumes.
             Arrependido, o estalajadeiro devolveu a mesa a rapaz que feliz
regressou a casa.
Desde esse dia nada mais faltou ao alfaiate e ao filho.
O flautista de Hamelin




               Há muitos anos atras a bonita cidade de Hamelin foi invadida por
milhões de ratos. Pela manhã, ao vestirem-se, as pessoas encontravam ratos nas
roupas.
               Quando procuravam algo para comer, verificavam que tudo tinha
sido devorado. Durante a noite, ninguém conseguia dormir, uma hora que fosse,
com os ruídos e guinchos dos ratos.
               Um dia, chegou a cidade um, homem que tocava flauta e propôs a
todos os habitantes acabar com a terrível praga em troca de uma recompensa em
ouro.
               À meia-noite, ao toque da sua flauta, saltaram ratos de todos os
recantos da cidade, cobrindo o pavimento das ruas. O flautista dirigiu-se para o rio
e, perto da margem, gritou: saltem, saltem. Os ratos, de imediato, desapareceram
nas águas.
               Concluída a tarefa, o flautista foi pedir a recompensa. Ao pensarem
que já estavam livres dos ratos, os habitantes não lhe pagaram. Então, perante o
espanto de todos, o flautista começou a tocar e todas as crianças da cidade,
enfeitiçadas pelo som da flauta, seguiram-no até à montanha.
               Os habitantes, reconhecendo o seu erro, procuraram o tocador de
flauta e deram-lhe o ouro prometido. Os meninos, correndo alegremente, voltaram
à cidade.
Era uma vez um rato muito magro, cheio de fome,
que descobriu um cesto cheio de milho.
            Para tentar chegar ao milho, o rato pôs-se ao
trabalho e começou a roer o cesto, a fim de lá entrar.
            Roendo, roendo, o rato abriu um buraco do tamanho
necessário para passar o seu corpo magrinho
            Uma doninha que o observava viu o rato entrar no
cesto e ficou à espera para ver o que acontecia.
            O rato, esfomeado, comeu tanto milho que ficou
redondo como uma bola.
            Satisfeito, quis sair, pôs a cabeça de fora, mas a sua
barriguinha aumentava tanto que ficava presa na pequena
abertura.
            Desesperado com aquela situação, deu com os olhos
na doninha que se ria da sua aflição.
            Assim, o cesto apesar de estar cheio de comida,
transformou-se numa prisão.
            Muito triste, o ratinho desistiu de empurrar a sua
barriguinha e achou que a solução estava em não voltar a
comer.
O sapateiro e os duendes




             Numa cidade, vivia um sapateiro que era conhecido pela sua
bondade e pelos bons sapatos que fazia.
             O que mais gostava de fazer eram bonecos de madeira para dar
as crianças.
             Pelo Natal, todos os habitantes lhe pediam sapatos novos para
estrear.
             Nesse ano estava tao entretido com os seus bonecos, que se
esqueceu do seu trabalho.
             Quando chegou a véspera de Natal, procurou fazer todos os
sapatos mas, sem forças, adormeceu.
             No quarto às escuras, uma fada entrou pela janela entreaberta e
transformou os bonecos em duendes, que acabaram todo o trabalho.
             Pela manha, o sapateiro acordou e ficou espantado, ao ver
todos os sapatos acabados.
             Os fregueses, encantados, recompensaram-no com muito
dinheiro.
             Com o dinheiro, o sapateiro pôde concretizar o seu sonho. A
partir desse dia, tornou-se um conhecido fabricante de bonecos
Gepeto, um velho carpinteiro, resolveu fazer um
boneco de madeira diferente de todos os outros que até então
tinha feito. Deu-lhe um nome de Pinóquio.
            Durante a noite, uma fada deu vida ao boneco. Logo
no dia seguinte, o Pinóquio foi para a escola com os outros
meninos.
            No caminho, encontrou um gato de grandes
bigodes que lhe deu um balão e foi vendê-lo ao dono do circo.
            Mas o Pinóquio chorou tanto que o dono o deixou
partir.
            Quando regressava a casa, o Pinóquio viu uma
carroça que levava uns meninos ao país das guloseimas. Aí,
todos se transformavam em burros.
            O Pinóquio, com as suas orelhas de burro, fugiu
num barco que foi engolido por uma grande baleia. No
estômago da baleia o Pinóquio encontrou o seu pai.
            Enquanto ela dormia, eles resolveram fugir. O
Pinóquio voltou à escola, mas todos os meninos troçavam dele,
porque cada vez que ele mentia o nariz crescia.
            Pinóquio prometeu torna-se num menino bom e a
fada transformou-o num menino de verdade. Gepeto viu assim
o seu sonho realizado.
Era uma um casal de lenhadores que vivia muito triste por não ter
filhos. Certo dia, uma feiticeira deu à mulher uma semente mágica da
qual nasceu uma flor que no mesmo dia desabrochou.
Entre as pétalas, estava uma linda menina, muito pequenina,
chamada Polegarzinha.
Dona rã, que tudo via, raptou a menina para ser a esposa de um
grande e feio sapo.
A menina foi obrigada a viver no fundo de um buraco perto de um
pântano.
Um dia, Polegarzinha encontrou uma andorinha ferida. Tratou dela e
contou-lhe a sua triste história. A andorinha, agradecida e com pena
da Polegarzinha, convidou-a a fugir consigo para os países quentes.
Mas a Polegarzinha, cheia de medo, recusou. Continuou prisioneira
do sapo, até que o dia marcado para o seu casamento chegou. Triste,
pensou na sua amiga andorinha, que de imediato lhe apareceu,
transportando-a nas suas asas para um país onde os campos estavam
repletos de flores.
A andorinha colocou a Polergazinha na flor mais bonita que
encontrou. Foi grande a surpresa da Polegarzinha quando descobriu
que naquela flor morava um príncipe do seu tamanho.
Feliz por ter encontrado alguém como ela, casou com o príncipe e
viveram felizes para sempre.
Rapunzel




            Era uma vez uma menina, com longas tranças douradas,
chamada Rapunzel.
            Ainda jovem, foi encarcerada por uma feiticeira numa torre
muito alta, que tinha apenas uma janela no cimo.
            Certo dia, um príncipe, que por ali cavalgava, acercou-se da
torre para escutar uma linda canção.
            Tentando descobrir a dona de tão melodiosa voz, procurou, em
vão, uma porta na torre.
            Todos os dias o príncipe voltava para a escutar. Até que um dia,
viu uma feiticeira que gritava à Rapunzel que lhe lançasse as tranças para
poder subir ao cimo da torre.
            No dia seguinte, ao entardecer, o príncipe gritou as mesmas
palavras e trepando pelas tranças apareceu junto de Rapunzel.
            O príncipe, encantado com tamanha beleza, ofereceu-se para a
salvar.
            A feiticeira descobriu tudo e levou Rapunzel para um lugar
deserto.
            Durante um ano o príncipe procurou Rapunzel por todas as
cidades e aldeias.
            Um dia, perto de um casebre no cimo de um monte, ouviu e
reconheceu novamente a sua voz. Ao verem-se, o príncipe e Rapunzel
lançaram-se nos braços um do outro e viveram felizes para sempre.
A Ponte da Harmonia
           Num país distante existiam duas ilhas: a da
Sinfonia e a do Jazz. Os seus habitantes declaravam guerra
quase todos os dias. Por ironia do destino, a princesa
Flauta, da ilha da Sinfonia, apaixonou-se pelo senhor
Clarinete, da ilha do Jazz.
           Todos os dias ao pôr-do-sol, contemplavam-se das
suas janelas. Um dia, o Clarinete decidiu dirigir-se à ilha da
sua amada. Brincaram durante muito tempo nos jardins do
castelo, rodeados de plantas e flores de múltiplas cores.
           A mãe da Flauta, aflita, viu-os de uma janela.
           Desceu ao jardim, surpreendeu-os e mandou
prender o Clarinete.
           Aumentou então o conflito entre as duas ilhas. De
um lado atacavam os clarins , clarinetes, trompetes e
saxofones. Do outro, os violinos, violões, flautas e as teclas
do piano. A Flauta, desesperada, atirou-se à água.
           Aflito, o Clarinete arrancou as grandes da sua
prisão e nadou para salvar a sua amada. A mãe e o pai de
ambos correram a socorrer os seus filhos, que flutuavam na
água. Arrependidos, aceitaram que a Flauta e o Clarinete se
casassem.
           Desta união surgiu a Ponte da Harmonia que
passou a ligar as duas ilhas.
A Rosa Azul
         Há muitos anos, vivia numa aldeia um velho
muito doente, com o seu filho Raul.
         O rapaz, desejoso de tornar o pai forte e
saudável, resolveu procurar um castelo onde existia
uma rosa azul, capaz de devolver a saúde a quem lhe
tocasse.
         Pelo caminho, encontrou uma velha com quem
dividiu o seu farnel. Esta, reconhecida, deu-lhe um anel
mágico que ao rodar no dedo tudo paralisava.
         O sol desaparecia no horizonte quando, ao
longe, avistou o castelo, rodeado por uma floresta.
         Atravessou a floresta na direção do castelo e
ouviu a terrível voz do gigante que a guardava.
         Tremendo de medo, lembrou-se de rodar o
anel no dedo e, de imediato, o gigante ficou imóvel.
         Avistou uma torre muito alta, subiu a sua
escadaria e encontrou um soldado com ar ameaçador
que guardava a chave do castelo. Rodou o anel e, como
o soldado não se podia mexer, tirou-lhe a chave.
         Com a chave, abriu o pesado portal, entrou e
viu uma menina que despertava do seu sono. Pediu-lhe
que lhe desse a rosa azul para o seu pai, que estava
muito doente.
         A menina, cheia de pena, proferiu as palavras
mágicas que fizeram aparecer a rosa azul, que o Raul
levou para salvar o pai.
O cacete mágico

      A rosa azul

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 A ponte da harmonia

O sapateiro e os duendes

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Resumo de contos de fadas clássicos

  • 1. Elaboradas pelos alunos do 4.ºA, da EB1 Dr. João dos Santos, na atividade de enriquecimento curricular: Apoio ao Estudo - Informática
  • 2. Cinderela A Cinderela vivia com a sua madrasta e as suas duas irmãs. Ela era uma linda e boa menina, contrariamente às suas duas irmãs e a madrasta, que eram más e invejosas. Um dia, um arauto anunciou um baile no grande castelo do rei. A madrasta e as duas irmãs prepararam-se e partiram para a festa sem se preocuparem com a menina. Chorando, junto à lareira, por não poder ir ao baile, a Cinderela foi surpreendida por uma fada. Esta, com a varinha mágica, transformou a abóbora num lindo coche, os ratinhos em cavalos e a sua roupa velha num magnífico vestido. No dia seguinte, o Príncipe procurou, por todas as casas do reino, a dona do sapatinho. Por fim, encontrou-a. Decidiram casar e viveram juntos para sempre.
  • 3. A BELA ADORMECIDA Há muitos anos, nasceu uma princesa no castelo de um bondoso rei. Houve uma festa e todos foram convidados. As fadas boas concederam-lhe três dons: beleza, bondade e inteligência. A fada má lançou-lhe um feitiço terrível: - Aos 18 anos picar-te- ás numa roca e dormirás durante cem anos. O rei e a rainha mandaram queimar todas as rocas do reino. No dia do seu 18ª aniversário, a princesa feriu-se numa roca escondida pela fada má. De imediato, a princesa e todos no reino adormeceram. Muitos anos mais tarde, um príncipe descobriu, por acaso, a linda princesa deitada no meio de flores. Ao beijá-la , o feitiço desfez- se e por todo o reino houve uma grande festa.
  • 4. Há muitos anos, um alfaiate muito pobre mandou o seu filho correr o mundo em busca de fortuna. O rapaz na procura de êxito, foi trabalhar com um carpinteiro muito famoso e experiente. Anos mais tarde, saudoso do pai, resolveu voltar para casa. Antes de partir o carpinteiro amigo deu-lhe uma mesa que se cobria de iguarias sempre que o rapaz dissesse umas palavras mágicas. No caminho de regresso a casa, o rapaz extenuado resolveu pernoitar numa hospedaria onde, perante o espanto de todos, revelou o segredo da mesa mágica. Durante a noite, o dono da estalagem trocou a mesa mágica por outra parecida, sem que o rapaz notasse. Ao chegar a casa, o rapaz tentou mostrar ao pai os poderes mágicos da sua mesa, mas, por mais que repetisse as palavras mágicas nada acontecia. Triste e desolado, voltou à aldeia e pediu novamente auxílio ao carpinteiro que desta vez lhe deu um saco roxo que ele só deveria abrir na estalagem. O estalajadeiro, ao ver o rapaz, pensou que o saco continha grandes riquezas e mal o viu a adormecer, tentou roubá-lo. Ao abri-lo, um cacete mágico que lá estava guardado bateu-lhe tanto que nunca mais se pôde mexer, acordando o rapaz com os seus queixumes. Arrependido, o estalajadeiro devolveu a mesa a rapaz que feliz regressou a casa. Desde esse dia nada mais faltou ao alfaiate e ao filho.
  • 5. O flautista de Hamelin Há muitos anos atras a bonita cidade de Hamelin foi invadida por milhões de ratos. Pela manhã, ao vestirem-se, as pessoas encontravam ratos nas roupas. Quando procuravam algo para comer, verificavam que tudo tinha sido devorado. Durante a noite, ninguém conseguia dormir, uma hora que fosse, com os ruídos e guinchos dos ratos. Um dia, chegou a cidade um, homem que tocava flauta e propôs a todos os habitantes acabar com a terrível praga em troca de uma recompensa em ouro. À meia-noite, ao toque da sua flauta, saltaram ratos de todos os recantos da cidade, cobrindo o pavimento das ruas. O flautista dirigiu-se para o rio e, perto da margem, gritou: saltem, saltem. Os ratos, de imediato, desapareceram nas águas. Concluída a tarefa, o flautista foi pedir a recompensa. Ao pensarem que já estavam livres dos ratos, os habitantes não lhe pagaram. Então, perante o espanto de todos, o flautista começou a tocar e todas as crianças da cidade, enfeitiçadas pelo som da flauta, seguiram-no até à montanha. Os habitantes, reconhecendo o seu erro, procuraram o tocador de flauta e deram-lhe o ouro prometido. Os meninos, correndo alegremente, voltaram à cidade.
  • 6. Era uma vez um rato muito magro, cheio de fome, que descobriu um cesto cheio de milho. Para tentar chegar ao milho, o rato pôs-se ao trabalho e começou a roer o cesto, a fim de lá entrar. Roendo, roendo, o rato abriu um buraco do tamanho necessário para passar o seu corpo magrinho Uma doninha que o observava viu o rato entrar no cesto e ficou à espera para ver o que acontecia. O rato, esfomeado, comeu tanto milho que ficou redondo como uma bola. Satisfeito, quis sair, pôs a cabeça de fora, mas a sua barriguinha aumentava tanto que ficava presa na pequena abertura. Desesperado com aquela situação, deu com os olhos na doninha que se ria da sua aflição. Assim, o cesto apesar de estar cheio de comida, transformou-se numa prisão. Muito triste, o ratinho desistiu de empurrar a sua barriguinha e achou que a solução estava em não voltar a comer.
  • 7. O sapateiro e os duendes Numa cidade, vivia um sapateiro que era conhecido pela sua bondade e pelos bons sapatos que fazia. O que mais gostava de fazer eram bonecos de madeira para dar as crianças. Pelo Natal, todos os habitantes lhe pediam sapatos novos para estrear. Nesse ano estava tao entretido com os seus bonecos, que se esqueceu do seu trabalho. Quando chegou a véspera de Natal, procurou fazer todos os sapatos mas, sem forças, adormeceu. No quarto às escuras, uma fada entrou pela janela entreaberta e transformou os bonecos em duendes, que acabaram todo o trabalho. Pela manha, o sapateiro acordou e ficou espantado, ao ver todos os sapatos acabados. Os fregueses, encantados, recompensaram-no com muito dinheiro. Com o dinheiro, o sapateiro pôde concretizar o seu sonho. A partir desse dia, tornou-se um conhecido fabricante de bonecos
  • 8. Gepeto, um velho carpinteiro, resolveu fazer um boneco de madeira diferente de todos os outros que até então tinha feito. Deu-lhe um nome de Pinóquio. Durante a noite, uma fada deu vida ao boneco. Logo no dia seguinte, o Pinóquio foi para a escola com os outros meninos. No caminho, encontrou um gato de grandes bigodes que lhe deu um balão e foi vendê-lo ao dono do circo. Mas o Pinóquio chorou tanto que o dono o deixou partir. Quando regressava a casa, o Pinóquio viu uma carroça que levava uns meninos ao país das guloseimas. Aí, todos se transformavam em burros. O Pinóquio, com as suas orelhas de burro, fugiu num barco que foi engolido por uma grande baleia. No estômago da baleia o Pinóquio encontrou o seu pai. Enquanto ela dormia, eles resolveram fugir. O Pinóquio voltou à escola, mas todos os meninos troçavam dele, porque cada vez que ele mentia o nariz crescia. Pinóquio prometeu torna-se num menino bom e a fada transformou-o num menino de verdade. Gepeto viu assim o seu sonho realizado.
  • 9. Era uma um casal de lenhadores que vivia muito triste por não ter filhos. Certo dia, uma feiticeira deu à mulher uma semente mágica da qual nasceu uma flor que no mesmo dia desabrochou. Entre as pétalas, estava uma linda menina, muito pequenina, chamada Polegarzinha. Dona rã, que tudo via, raptou a menina para ser a esposa de um grande e feio sapo. A menina foi obrigada a viver no fundo de um buraco perto de um pântano. Um dia, Polegarzinha encontrou uma andorinha ferida. Tratou dela e contou-lhe a sua triste história. A andorinha, agradecida e com pena da Polegarzinha, convidou-a a fugir consigo para os países quentes. Mas a Polegarzinha, cheia de medo, recusou. Continuou prisioneira do sapo, até que o dia marcado para o seu casamento chegou. Triste, pensou na sua amiga andorinha, que de imediato lhe apareceu, transportando-a nas suas asas para um país onde os campos estavam repletos de flores. A andorinha colocou a Polergazinha na flor mais bonita que encontrou. Foi grande a surpresa da Polegarzinha quando descobriu que naquela flor morava um príncipe do seu tamanho. Feliz por ter encontrado alguém como ela, casou com o príncipe e viveram felizes para sempre.
  • 10. Rapunzel Era uma vez uma menina, com longas tranças douradas, chamada Rapunzel. Ainda jovem, foi encarcerada por uma feiticeira numa torre muito alta, que tinha apenas uma janela no cimo. Certo dia, um príncipe, que por ali cavalgava, acercou-se da torre para escutar uma linda canção. Tentando descobrir a dona de tão melodiosa voz, procurou, em vão, uma porta na torre. Todos os dias o príncipe voltava para a escutar. Até que um dia, viu uma feiticeira que gritava à Rapunzel que lhe lançasse as tranças para poder subir ao cimo da torre. No dia seguinte, ao entardecer, o príncipe gritou as mesmas palavras e trepando pelas tranças apareceu junto de Rapunzel. O príncipe, encantado com tamanha beleza, ofereceu-se para a salvar. A feiticeira descobriu tudo e levou Rapunzel para um lugar deserto. Durante um ano o príncipe procurou Rapunzel por todas as cidades e aldeias. Um dia, perto de um casebre no cimo de um monte, ouviu e reconheceu novamente a sua voz. Ao verem-se, o príncipe e Rapunzel lançaram-se nos braços um do outro e viveram felizes para sempre.
  • 11. A Ponte da Harmonia Num país distante existiam duas ilhas: a da Sinfonia e a do Jazz. Os seus habitantes declaravam guerra quase todos os dias. Por ironia do destino, a princesa Flauta, da ilha da Sinfonia, apaixonou-se pelo senhor Clarinete, da ilha do Jazz. Todos os dias ao pôr-do-sol, contemplavam-se das suas janelas. Um dia, o Clarinete decidiu dirigir-se à ilha da sua amada. Brincaram durante muito tempo nos jardins do castelo, rodeados de plantas e flores de múltiplas cores. A mãe da Flauta, aflita, viu-os de uma janela. Desceu ao jardim, surpreendeu-os e mandou prender o Clarinete. Aumentou então o conflito entre as duas ilhas. De um lado atacavam os clarins , clarinetes, trompetes e saxofones. Do outro, os violinos, violões, flautas e as teclas do piano. A Flauta, desesperada, atirou-se à água. Aflito, o Clarinete arrancou as grandes da sua prisão e nadou para salvar a sua amada. A mãe e o pai de ambos correram a socorrer os seus filhos, que flutuavam na água. Arrependidos, aceitaram que a Flauta e o Clarinete se casassem. Desta união surgiu a Ponte da Harmonia que passou a ligar as duas ilhas.
  • 12. A Rosa Azul Há muitos anos, vivia numa aldeia um velho muito doente, com o seu filho Raul. O rapaz, desejoso de tornar o pai forte e saudável, resolveu procurar um castelo onde existia uma rosa azul, capaz de devolver a saúde a quem lhe tocasse. Pelo caminho, encontrou uma velha com quem dividiu o seu farnel. Esta, reconhecida, deu-lhe um anel mágico que ao rodar no dedo tudo paralisava. O sol desaparecia no horizonte quando, ao longe, avistou o castelo, rodeado por uma floresta. Atravessou a floresta na direção do castelo e ouviu a terrível voz do gigante que a guardava. Tremendo de medo, lembrou-se de rodar o anel no dedo e, de imediato, o gigante ficou imóvel. Avistou uma torre muito alta, subiu a sua escadaria e encontrou um soldado com ar ameaçador que guardava a chave do castelo. Rodou o anel e, como o soldado não se podia mexer, tirou-lhe a chave. Com a chave, abriu o pesado portal, entrou e viu uma menina que despertava do seu sono. Pediu-lhe que lhe desse a rosa azul para o seu pai, que estava muito doente. A menina, cheia de pena, proferiu as palavras mágicas que fizeram aparecer a rosa azul, que o Raul levou para salvar o pai.
  • 13. O cacete mágico A rosa azul Cinderela A ponte da harmonia O sapateiro e os duendes O flautista de Hamelin Bela adormecida O rato e a doninha Pinóquio Polegarzinha Rapunzel