Estafeta de contos Grimm

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Apresentação de diapositivos com as versões de contos Grimm elaboradas pelas turmas do 5.º ao 9.º ano, no âmbito da Estafeta de Contos "Irmãos Grimm" dinamizada pelo Grupo de Português (Departamento de Línguas, da Escola Básica da Venda do Pinheiro (Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro), na Semana do Departamento, em fevereiro de 2013.

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Estafeta de contos Grimm

  1. 1. 5.º AOs seis extraterrestres
  2. 2. Era uma vez um cientistachamado Dr. Fly que aoviajar na sua máquina dotempo, ficou retido no ano3000 devido a uma avaria.Encontrou uma cidade deextra terrestres no planetaSaturno. Dirigiu-se ao seulider na esperança de opoder ajudar a regressar acasa, pois tinha 6 filhospequeninos que dependiamde si.
  3. 3. - Ajudo-o sim senhor, mas comuma condição.Tem de levar aminha filha para povoar ovosso planeta,caso não ofaça, ficará aqui parasempre.Ao ouvir estas palavras epensar nos seus pobresfilhos, não tem outroremédio senão aceitar acondição imposta.
  4. 4. O Dr. Fly regressa finalmente a casacom a nova habitante do planeta terra,que depressa se apercebe não ter boasintenções, pois não deixava ninguémaproximar-se dele. Com receio quefizesse mal aos seus filhos, decide leva-los para casa da sua irmã que ficavanuma outra cidade.
  5. 5. As ausências constantes do Dr.Fly para visitar os seus filhos, fazcom que a E T fique com ciúmes, eaproveita uma dessas saídas paradescobrir onde estavamescondidos os filhos do Dr.No dia seguinte aproveitou ofacto do Dr estar na oficina acriar uma nova máquina, para sairàs escondidas e livrar-se dos seuspequenos rivais.
  6. 6. Quando chegou ao seudestino, encontra osmeninos a brincarem nojardim e rapidamente usa asua arma secreta quetransforma as crianças empequenos ET’s.
  7. 7. Os vizinhos, que assistiram, ficaramhorrorizados e não foi necessário muitotempo até que o Dr Fly ficasse a saberda desgraça.De imediato sem entrar em pânico começaa pensar de como curar os filhos emandar de volta para Saturno a ETmaléfica. Foi ao fim de 2 dias inteiros detrabalho que surgiu a sua mais recentecriação o XPTO (máquina de alteraçãomolecular e teletransporte).
  8. 8. ►O passo a seguir foi tentarencontar os seus filhos, mas atarefa não estava a ser fácilporque os filhos estavam da cor darelva, mas como era um supergénio,claro que tinha consigo umdetetor de ET’s portátil. Pegou nospequenotes e ligou a XPTO,30minutos e estava resolvido.
  9. 9. ►A Et maléfica não contava com o plano doDr Fly e, ao encontrar a nova engenhoca,depressa a quer destruir. Mal sabia elaque era isso mesmo que o Dr tinhaplaneado. Assim que entrou na máquinapara a destruir, acionou o teletransporteque a levou de volta a Saturno e a máquinaautodestruiu-se após a aterragem.
  10. 10. ►FIMBUMMMM...
  11. 11. FIM
  12. 12. Trabalho realizado por:Margarida Simplício nº 21Tamara Alves nº 255ºA
  13. 13. 5.º BOs Seis Palhaços Divertidos
  14. 14. Trabalho realizado por:TIAGO ALEGRIAN.º 27 – 5.ºB
  15. 15. Era uma vez, um homem que sechamava Cardinal e que gostava muito decircos.Um dia decidiu criar um circo que se iriachamar Circo Cardinal. Ele começou porchamar seis palhaços muito divertidos queeram de chorar a rir. Depois chamoumágicos e muitas outras pessoas.
  16. 16. Um dia, apareceu um bruxo de um paísmuito distante que queria entrar para ocirco mas como o dono não o deixouenfeitiçou os seis palhaços divertidos empalhaços aborrecidos.
  17. 17. O senhor Cardinal quando descobriu,ficou muito furioso. Mas de repente viuum papel a dizer:-Se queres de volta os palhaçosdivertidos, tens de ir a este local, que abússola indica.
  18. 18. Ele seguiu com a bússola até ao Castelodo Bruxo. Este prometeu retirar o feitiçoaos palhaços se o deixassem atuar noCirco.
  19. 19. O Cardinal aceitou e ele tirou o feitiço. Foram paraa tenda do circo e ele começou a fazer muitosfeitiços que deixou o público de boca aberta.Os artistas ficaram muito felizes com o bruxoporque passou a fazer números de magia efeitiçaria. O circo estava sempre cheio. Os paislevavam os filhos e todos adoravam os palhaços eos truques do bruxo.Fim
  20. 20. 5.º COs SeisMacacos
  21. 21. Era uma vez um cientista chamadoGustavo que andava no deserto aestudar a areia.
  22. 22. Ao anoitecerparou de andar,viu que estavaperdido eadormeceu.Andou,andou,andou.
  23. 23. Mais tardeacordoue viu um velhoque lhe disse:- Estásperdido, eu sei.Tenho um acordo para ti, indico-te o caminho e em troca casascom a minha filha Teresa.Se não aceitares, ficas aqui a morrer à fome.- Eu aceito disse o cientista Gustavo.Então, o velho, que era um feiticeirodisfarçado, levou-o para sua casa.
  24. 24. A filha estavaao pé da lareira.O cientista achou-a lindade aspeto mas malvada depersonalidade, umaautêntica bruxa e tevemedo dela.
  25. 25. Então Teresa entrou noseu Ferrari e o Gustavotambém entrou.Quando chegaram àcidade,casaram-se.
  26. 26. O cientista já tinha sido casadoanteriormente e tinha sete filhos,seis rapazes e uma rapariga.
  27. 27. Temendo queTeresa tratassemal os seus filhosou lhes causassealgo de mal,Gustavo escondeu-os numa cidadesolitária que existiano meio dodeserto.
  28. 28. Era uma cidade tão difícil de encontrarque nem ele sabia o caminho.Usou um GPS que lhe foi oferecido porum engenheiro.Metia o aparelho à frentedo carro e ele indicava-lheo caminho
  29. 29. Mas as saudades faziam ocientista visitar os seusfilhos com muita frequência.Aquelas ausênciastornaram-se notadas e asua mulher teve curiosidadede saber o que ele ia fazerpara o deserto. Teresamexeu no GPS e descobriupara onde ele costumava ir.
  30. 30. Ela não gostou, pegou em seiscamisolas e juntou-lhes umfeitiço. Pegou na sua varinhamágica e transportou-se para odeserto.
  31. 31. Quando se aproximou dacidade, os filhos deGustavo pensaram queera o pai. Foi então queTeresa lhes atirou asseis camisolas.Quando as camisolaslhes tocaram no corpoos rapazestransformaram-se emseis macacos ecomeçaram a fugir.
  32. 32. .Mais tarde Gustavo chegou à cidade, não viu os filhos eperguntou à filha o que tinha acontecido.- Onde estão os teus irmãos?E ela respondeu:- Ó pai, foram-se embora edeixaram-me aqui sozinha.E ela contou-lhe tudo o que tinha acontecido.Gustavo ficou triste ao saber que a sua mulher tinhafeito aquilo. Ele pensou em levar a filha consigo mas elatinha medo da madrasta e pediu para passar a noite nacidade do deserto.
  33. 33. Foi então que a pequena pensou:“Não posso ficar aqui, tenho de irprocurar os meus irmãos”.Andou dias e noites sem parar até quepor fim o cansaço venceu.Encontrou uma casa, entrou e viu seiscamas.Não quis dormir emnenhuma delase adormeceu no chão.
  34. 34. Passado algum tempo,acordou com um estrondo eviu seis macacos nas camas.Reconheceu os seus irmãose perguntou-lhes se haviamaneira de retirar ofeitiço. Eles disseram queela tinha de estar seis anossem falar e só podia comerbananas.
  35. 35. Ela assim fez.Passaram os seis anos,a irmã não faloue sócomeu bananas,o feitiçoquebrou-see os irmãosvoltaramà forma humana.
  36. 36. Regressaram à cidade, prenderam amadrastae meteram-na numfoguetão que ía serlançado para Martenuma expediçãocientífica.
  37. 37. Voltaram para casa do pai eviveram felizes para sempre.
  38. 38. Venda do Pinheiro, 31 de Janeiro de 2013Hugo SousaFIM
  39. 39. 5.ºDBeatriz SimõesAndré SimõesBeatriz GarciaSimão ValentimMiguel PereiraAs seis sereias
  40. 40. Certo dia, num reino à beira mar, o rei e osseus homens andavam à pesca.Quando acabaram de pescar, decidiram ir fazer umpiquenique, numa gruta. No caminho para a gruta, o rei foiraptado por uma bruxa má, que o levou para trás de umarocha. A bruxa disse-lhe que só o deixava sair dali se ele secasasse com ela. O rei, como queria fazer tudo parasobreviver, aceitou casar com ela.
  41. 41. No dia seguinte, a bruxa desamarrou-o, foram para o casteloe casaram. A seguir ao casamento, ele, com medo daquelahorrível mulher, escondeu os seus sete filhos (um filho e seisfilhas), numa gruta perto do mar. Para ir até lá, o rei tinha deutilizar algas mágicas que lhe indicavam o caminho.A rainha, desconfiada, seguiu o rei e descobriu onde eleescondia os filhos. Por maldade, enfeitiçou umas pérolasmágicas e atirou-as às filhas, que se transformaram em sereias,e só o rapaz sobreviveu ao feitiço.
  42. 42. No dia seguinte, o rapaz foiao castelo e informou o rei doque se passara. O pai disse-lheque ficasse no castelo, mas elenão obedeceu e foi à procuradas irmãs, agoratransformadas em sereias, nofundo do mar. Encontrou-asnuma praia distante. As irmãsdisseram-lhe que, paraquebrar o feitiço, tinha de ficardebaixo de água durante uma
  43. 43. Passados seis anos, houve uma grande alegria,pois o feitiço terminou. As princesas voltaram aadquirir a forma humana e todas as pessoasficaram felizes, já que o fim do feitiço provocoutambém o desaparecimento da bruxa.
  44. 44. Os seis cisnesTrabalho realizado por:Diana Simões – n.º9Maria Mateus – n.º 20Ricardo Gonçalves – n.º23Margarida Vergílio – n.º18
  45. 45.  Era uma vez um rei que foi para a florestacaçar. Ele perdeu-se e encontrou uma bruxa.O rei pediu-lhe para indicar o caminho para oseu castelo.- Só indico o caminho se se casar com aminha filha! – disse a bruxa.O rei ficou encantado com a sua futuraesposa. Levou-a para o seu castelo e dias depoiscasaram-se.Mas o rei tinha receio que a sua mulher nãogostasse e fizesse mal aos sete filhos que eletinha do casamento anterior. Então, levou-os eescondeu-os numa gruta.
  46. 46. O rei ia muitas vezes visitá-los e a esposacomeçou a ficar desconfiada com as suassaídas.A rainha decidiu, então, ir perguntar ao sábiodo reino:- Pode ver, na bola de cristal, onde o meu maridovai todos os dias?- Eu vejo que o rei se dirige a uma gruta, ondeestão os seus sete filhos – respondeu o sábio.A rainha, furiosa, foi até à gruta e, com um feitiçoque tinha aprendido com a mãe, transformou os seisrapazes em cisnes.O rei assistiu a tudo o que aconteceu e,chamando a filha para o pé dele, decidiu dizerà sua esposa:
  47. 47. - Estás condenada à morte! Diz-me imediatamentecomo é que se reverte o feitiço!- Tens de ir ao ponto mais alto deste reino, nosmontes Pirenéus, até encontrares uma casa e, ládentro, estará uma fada que te dirá o que fazer.O rei foi até à casa e a fada disse que tinha de fazerseis pulseiras e que, no dia da morte da sua esposa,teria de atirá-las para os cisnes.Passado um ano, chegou o dia em que a rainha ia serqueimada numa fogueira.O rei, no momento em que esta morria, atirou aspulseiras para os cisnes e estes voltaram aadquirir a forma humana.Todos ficaram felizes. A família real estava novamenteunida e em paz.
  48. 48. Salvador SilvaTurma 5º.E nº25
  49. 49.  Num dia de nevoeiro um homem estava a conduzir umacamioneta e tem um acidente. A camioneta acaba porse despistar e o homem perde-se num bosque. Estava quase a anoitecer e o homem estava a ficarcada vez mais nervoso por estar perdido e nãoconseguir encontrar o caminho para a estradaprincipal.
  50. 50.  Ele tinha oito filhos e uma filha e a sua mulhertinha falecido há pouco tempo por isso eleestava muito preocupado com eles.
  51. 51.  Entretanto aparece uma feiticeira que seoferece para o ajudar a encontrar a estrada emtroca de ter de se casar com ela. O homem desesperado foi obrigado a aceitar aproposta. Foi então com a feiticeira a umaigreja para se casarem.
  52. 52.  Como não confiava na sua nova mulher e paraproteger os seus filhos escondeu-os numacabana muito distante junto a uma praia.
  53. 53.  Todos os dias ia visitar as crianças em segredoe levava-lhes comida e tratava delas. Ele dizia à sua mulher que gostava muito de vero mar para ela não os descobrir pois tinha medoque os tratasse mal.
  54. 54.  Mas a sua esposa um dia decide ir atrás dele edescobre o seu segredo. Como era má e egoísta fez um feitiço etransformou os oito rapazes em tigres.
  55. 55.  A menina escapou a este feitiço pois estava abrincar junto às rochas da praia e a feiticeiranão a encontrou. Quando a menina regressa à cabana vê os tigresa serem levados para o jardim zoológico edecide ir atrás deles.
  56. 56.  Os tigres só comiam à noite e a menina nãosabia o que fazer para os ajudar pois estavampresos numa jaula.
  57. 57.  Ao regressar à cabana a menina vê uma sereiana praia que lhe diz como quebrar o feitiço:tinha de fazer oito gorros com conchas epedras de areia do mar e não podia falar nemescrever durante o tempo que demorasse essatarefa.
  58. 58.  Passados alguns anos o presidente da Câmara daCidade decide dar um passeio na praia.Entretanto encontra uma bela jovem a apanharconchas na praia e fica apaixonado. Essa jovemera a menina que já tinha crescido e ainda nãotinha conseguido fazer os oito gorros.
  59. 59.  O Presidente da Câmara da Cidade tentavafalar com ela mas como ela não falava porquenão podia ele pensou que ela fosse muda. Masquis casar com ela na mesma e assim fez.
  60. 60.  Levou-a para a sua casa enorme apresentou-a àsua mãe.
  61. 61.  A mãe não gostou da jovem pois achava que elanão merecia casar com o seu filho.
  62. 62.  Então incriminou-a de ter roubado as Chavesda Cidade. O Presidente acreditou na mentirada sua mãe e angustiado teve de levar a suaesposa para a prisão onde teria de ficar presao resto da sua vida.
  63. 63.  A caminho da prisão a jovem acaba o últimogorro que lhe faltava, nesse preciso momento ostigres fogem da jaula e atravessam-se á frentedo carro da polícia.
  64. 64.  Os polícias fugiram apavorados com medo dostigres mas a jovem reconheceu os seus irmão edeu-lhes os gorros de conchas e pedras de areiado mar que tinha feito. Os tigrestransformaram.se de novo em humanos e nessaaltura foram á casa do Presidente falar com ele.
  65. 65.  Contaram-lhes a história do feitiço e a jovemcontou que tinha sido incriminada pela mãedo Presidente e que ela é que tinha escondidoas Chaves da Cidade.
  66. 66.  O Presidente irritado com a sua mãe mandouprendê-la. A jovem e os seus oito irmãos viveram felizespara sempre.
  67. 67. Texto adaptado para o século XXIdo conto «os seis cisnes»Trabalho realizado por:Ana Margarida SaramagoInês MotaIsaac Cardoso5ºF
  68. 68. Era uma vez um senhor muito rico chamado Tony Carreiraque, não querendo gastar dinheiro no bilhete de avião, foi nasua linda e robusta limusina a Paris.A meio do caminho ficou sem combustível e teve que parar.Como estava num sítio muito isolado não encontrava umabomba para abastecer. Já desesperado avistou, ao longe, umamulher, chamada Núria Madruga, que era mecânica. Quandoo Tony a chamou perguntou-lhe se ela sabia onde podiaabastecer.- Pode abastecer em minha casa, mas com uma condição:tem de casar com a minha filha. Ela é muito bonita!- disse amecânica.
  69. 69. Ele hesitou, mas... aceitou.Ao chegar a casa da mecânica, viu a rapariga e achou que elaera realmente muito bonita, no entanto não conseguiu sentiramor por ela.Abasteceram a limusina de combustível e, em seguida,puseram-se a caminho da mansão. Ao chegarem à mansão,começaram os preparativos para a boda.O Tony tinha seis filhos e uma filha, de um primeirocasamento, e com medo que a nova madrasta lhes fizesse malcomprou-lhes uma outra mansão onde os manteveescondidos.Todos os dias, com a ajuda de um gps, ia visitá-los. Amulher, desconfiada, resolveu perguntar aos criados e estes,traindo o patrão, contaram. A mulher, irritada e com ciúmes,procurou o gps por toda a mansão. Procurou, procurou outravez, e outra, e mais outra, até que o encontrou...
  70. 70. A madrasta decidiu ir até à mansão onde os filhos do Tonyestavam. Os miúdos, ao verem a limusina do pai, correram aoseu encontro mas tiveram uma surpresa…ERA A MADRASTA.Ela com uma fotocopiadora digitalizou-os para o computador.Mas, a mulher não contava com uma coisa: a menina, quetinha ficado na mansão, assistiu à cena, embora não tenhareconhecido a madrasta.Tony, ao chegar à mansão, perguntou à filha onde estavamos seus irmãos. A menina, que se chamava Diana Chaves,disse-lhe que não sabia nada deles, que tinha ouvido o somde uma impressora, a digitalizar, e que de repente deixou deos ver.Tony, nunca pensando na hipótese de ter sido a madrasta,disse para a filha:
  71. 71. -Vem comigo para termos a certeza de que não te acontecenada.-Meu pai, receio a minha madrasta e, para além disso, já meafeiçoei a esta casa. Deixe-me passar a noite aqui e amanhãvolto consigo!- Tony aceitou.Nessa noite, a menina fugiu para a cidade onde encontrouuma casa abandonada e lá ficou. Reparou numa velhaimpressora, deixada no canto da sala, e adormeceu.De manhã, quando acordou lá estavam os irmãos à sua frente.Então, perguntou-lhes:- Onde estiveram este tempo todo?- A nossa madrasta digitalizou-nos para o computador e sótemos quinze minutos, por dia, para podermos sair. Depoissomos obrigados a voltar.- Não vos posso ajudar? – perguntou a irmã.- Só uma coisa poderá alterar isto: não poderás ir aocomputador durante seis anos e terás de construir uma coisafuturista!
  72. 72. -Uma coisa futurista?- perguntou.-Sim, uma coisa futurista. Com isto, os quinze minutosacabaram e eles voltaram ao computador.A menina fugiu novamente e caminhou até à Câmara Municipal,onde deu de caras com o Paulo Portas e logo se apaixonaram.Passado algum tempo casaram.Diana estava sempre na garagem a trabalhar na tal invençãofuturista, uma máquina do tempo. Ela pensou que quandoacabasse a invenção poderia viajar no tempo, para o fim dos seisanos. E assim foi…Os tempos passaram e Diana teve o seu primeiro filho, a quemdeu o nome de Porta-Chaves, pois Porta do pai e Chaves da mãe.
  73. 73. A sogra, que não gostava nada de Diana, digitalizou a criançae disse que tinha sido ela e que era por isso que nunca ia aocomputador. O mesmo aconteceu com o segundo e o terceirofilho.Foi aí que Paulo Portas teve de fazer algo, pois não podiaperdoar-lhe o desaparecimento dos três filhos. Era de mais eDiana teria de ser presa, por digitalizar os filhos. A pena seriade 15 anos.O dia em que estava para ser presa, era o dia em queacabaria a máquina e não a pôde acabar...Nesse dia, foi ao computador, onde estavam os irmãos, e elesvoltaram ao normal. No entanto, como a máquina não estavaacabada um dos irmãos ficou meio humano meio holograma.Paulo viu a bondade de Diana e que não tinha sido ela a fazermal aos filhos. A sogra foi presa, para toda a vida.E viveram felizes para sempre!
  74. 74. 5.º GA vingançaCerto dia, em busca de um caso, umpolícia perdeu-se. Depois apareceu umsoldado e disse:- Queres que eu te ajude a sair destebairro?E o polícia disse:-Sim.Mas o soldado disse:- Só com uma condição: Só se tu tecomprometeres com a minha filha!
  75. 75. O polícia estava muito indeciso, masdepois acabou por dizer que sim.Passado algum tempo, o soldadolevou-o para a sua casa para lhe mostrara sua filha. Quando chegaram a casa dosoldado a sua filha estava a dormir noseu quarto. Entretanto o soldado foiacordá-la.Ela estava espantada porque nuncatinha visto aquele polícia na vida. Opolícia também ficou espantado com abeleza da rapariga. Como combinado opolícia saiu com a rapariga do bairro elevou-a para sua casa.
  76. 76. O polícia era viúvo e tinha 7filhos: 6 rapazes e uma rapariga.Com medo que a nova mulher nãotratasse bem os seus filhos, levou-os por um caminho secreto parauma casa, numa cidade distante e iatodos os dias visitá-los.
  77. 77. Mas a rapariga descobriuque o marido tinha umsegredo e, um dia, seguiu-oe descobriu os filhos. Ficoucom muitos ciúmes e muitaraiva e resolveu vingar-se.O seu pai tinha sidosoldado em muitos paísesestrangeiros, ensinou-lheuma maneira de fazer malaos filhos do polícia.
  78. 78. Preparou-lhes uma bebida energéticachamada “Monster”, misturada com outrassubstâncias e ofereceu-as a beber aos 6 rapazes.Os rapazes desapareceram. A mulher feliz com asua vingança regressou a casa.Nessa noite a irmã dos 6 rapazes, chegou acasa e não os encontrou, ficou preocupada econtou ao pai que os irmãos tinhamdesaparecido. O polícia ficou muito preocupado equeria proteger a sua filha, levando-a consigo,mas a filha tinha medo da mulher do polícia epediu ao pai para continuar a viver na casasozinha.Nessa noite a irmã resolveu ir à procura dosseus irmãos.
  79. 79. Andou toda a noite pela cidade,até que já, no outro dia, encontrou oPresidente da Câmara que lhecontou que havia um apartamentonum sítio deserto, onde se passavamcoisas estranhas. A irmã,imediatamente foi ter a essa casa eencontrou lá os seus 6 irmãos.Ficaram muito contentes por severem, mas havia um problema: arapariga com a bebida que lhes tinhadado fez com que eles ficassemviciados em jogar jogos nocomputador e na playstation.
  80. 80. Só 15 minutos, durante a noite,conseguiam parar e ficar rapazesnormais. A única maneira deficarem livres deste vício era se airmã, durante 6 anos, ficasse quietae calada e, durante este tempo,escrevesse seis histórias.Mal acabaram a conversa osrapazes foram jogar e a raparigadecidiu salvar os irmãos.Regressou à cidade e começou aescrever histórias.
  81. 81. Certo dia ao sair de casapara comprar comidatropeçou num veterinárioque tratava dos animaisdoentes daquela cidade. Oveterinário começou a fazer-lhe perguntas: quem era ela,como se chamava, ondevivia, etc…
  82. 82. Mas ela devido ao feitiço dosirmãos não podia responder a nada.Mesmo assim o veterinário casoucom ela porque estava apaixonado.A mãe do veterinário, que era muitomá, não gostou deste casamento ecomeçou a fazer tudo para odestruir.Assim que nasceu o primeirofilho roubou-o e foi dizer aoveterinário que tinha sido a mulhera mandar a criança para outro país.
  83. 83. O veterinário nãoacreditou mas como amulher não falava não sepodia defender. Tudo istoaconteceu quando osegundo e o terceiro filhonasceram. O veterinárionão aguentou e entregou amulher à polícia para sercondenada à morte.
  84. 84. No dia marcado para amatarem, tinha passado os 6anos em que ela estava proibidade falar. Assim ela já se podiadefender e contar toda a verdadesobre os seus irmãos, pois já tinhaacabado de escrever as histórias.Nesse dia os irmãos apareceramna prisão para a visitar muitofelizes porque finalmenteestavam livres do vício dos jogos.
  85. 85. A irmã ficou muito feliz,abraçou-os e beijou-os e foi acorrer ter com o seu maridoveterinário e contou-lhe averdade toda. Os seus filhosforam salvos, trazidos doestrangeiro e a sogra má foipresa e condenada à morte.
  86. 86. O veterinário, a irmã e osseus filhos mais os 6 irmãosviveram felizes parasempre!
  87. 87. Os seis cisnes – 5.ºH
  88. 88. Havia um homem que estavadivorciado há já muito tempo.Tinha sete filhos: seis rapazes euma rapariga. Esse homem era opresidente de um país distante equeria continuar a ser, mas paraisso tinha de ganhar as eleiçõesque estavam a chegar.
  89. 89. Era muito difícil porque havia muitosconcorrentes, a solução para ganharera casar com a filha de um políticomuito conhecido e forte, só assim eleiria ter a maioria do número de votos.Depois do casamento, a primeiradama, que não gostava dos filhos dopresidente, aproveitou a ausência domarido, em viagem e mandou raptaros rapazes.
  90. 90. E, para se apoderar das joias dafamília, em troca a rapariga tinhade fazer com as suas próprias mãosseis estátuas de diamantes emforma de cisnes. A rapariga pediuao pai os diamantes que estavamno cofre, mas sem lhe contar paraque os queria, pois tinha detrabalhar em segredo.
  91. 91. A madrasta tinha os seis rapazesescondidos na Rússia, numesconderijo, no cimo de um montecoberto de neve. Deu só seissemanas à rapariga para elaentregar as seis estátuas. Como amenina não sabia fazer as estátuasfoi pedir ajuda a um ourives.
  92. 92. Na ourivesaria encontrou um rapazque decide ajudá-la em troca da suamão em casamento. Mas a meninatinha dúvidas quanto ao casamento. Adona da loja com inveja, envenena-acom uma maçã estragada. E a meninadesmaia e não consegue terminar asestátuas, pois desenvolve uma reaçãoalérgica e é internada no hospital.
  93. 93. O rapaz para mostrar que merece asua mão em casamento, ajuda-a.Passadas as seis semanas, quandoa menina acordou o ourives, que játinha concluído as estátuas,entregou-lhas. Ela ficou tãocontente que casou com ele.Depois da conclusão das estátuascontactaram a madrasta para seproceder à troca.
  94. 94. A madrasta ficou encantada com otrabalho e trocou os rapazes peloscisnes, desaparecendo com asestátuas. Mas… passado algumtempo teve a surpresa da sua vida:os cisnes começaram a desfazer-seporque eram feitos de açúcarcristalizado!
  95. 95. Os meninos regressaram a casasãos e salvos, o presidentedemitiu-se da sua carreira políticae retirou-se para uma herdade comos filhos e o recente casal…E assim viveram felizes parasempre, sem madrastas por perto.
  96. 96. Era uma vez uma rapariga que se chamava Rapunzel dosPirolitos. Esta rapariga adorava cosmética, passava as tardes aolhar-se ao espelho, isto se não fosse sair com os seus amigos.Ela residia num belo edifício alto em pedra branca, onde otransporte para subir e descer de piso eram umas escadasrolantes, feitas em inox.A Rapunzel dos Pirolitos vive só com a sua mãe, pois o seu paipartiu numa viagem de negócios para a Flórida.A sua mãe não gostava que ela convivesse com o mundoexterior, por razões que ninguém sabe, mas dizem que,quando certo dia a sua mãe foi levantar dinheiro aomultibanco foi assaltada. Por este motivo, protegia a filha dosperigos exteriores para que não lhe sucedesse o mesmo.
  97. 97. Agora perguntam todos: porquê o nome "Rapunzel dos Pirolitos”.A rapariga tinha piscina no seu edifício e desde criança queadorava nadar, mas sempre que dava um mergulho, engolia águadando um pirolito, ficando muito aflita. Isto pode ser estranho,mas ela ainda se questiona porquê esse nome.Um dia, Rapunzel foi dar uma volta pelo parque e encontrou umgrupo de jovens a dançar. Sentou-se num banco a apreciar o quevia e ouvia.Quando o espectáculo acabou, um rapaz veio convidá-la para sair.Ela aceitou o convite porque queria divertir-se. Como a sua mãenunca a deixava sair, ela quis ir às escondidas.Quando chegou ao local, uma pista de bowling, e como a pistaacabara de ser encerada, sem querer Rapunzel escorregou echocou com o rapaz. Ele ficou ofendido, pois pensava queRapunzel o tivesse empurrado de propósito.
  98. 98. Rapunzel ficou tão chateada com ele, quepensou que todos os rapazes eram iguais.Decidiu que só aceitaria outro encontro se fossepara dar uma lição a um rapaz.Quando a Rapunzel chegou a casa nãoencontrou a mãe e pensou que esta não estariaem casa. Passado algum tempo, a mãe sai da casade banho com os cabelos queimados e em pé. ARapunzel ficou preocupada e perguntou à mãe oque lhe tinha acontecido. A mãe disse-lhe que osecador, que deveria estar estragado, lheexplodiu nas mãos. Com lágrimas de dor, a mãepenteia-se com algumas dificuldades.Finalmente, ganhou coragem e foi ao multibancopara levantar dinheiro.
  99. 99. Rapunzel repensou no que prometera sobre sair comrapazes e convidou o rapaz para um encontro. Orapaz, um verdadeiro atrevido, beijou-a e ela, furiosa,atirou-o ao chão. Desta vez prometeu que desta veznão iria, com toda a certeza, a nenhum encontro.Mãe e filha reúnem-se com o pai, que tinha voltadoda Flórida. Resolveram ir ao cinema para mataremsaudades das saídas em família. Nesse momento,Rapunzel pensou que só havia um rapaz que gostavadelas as duas a sério, assim como eram. Esse rapaz erao seu querido pai.
  100. 100. Rapunzel Modernapor Maria Rodrigues 6º B
  101. 101. Isabel tinha um únicodefeito. Era obcecada porplantas e o seu cabelo estavasempre enfeitado pelas maisbelas flores. Demorava semprea chegar a qualquer lugarporque ficava perdida nosjardins a brincar com asflores.Era uma vez uma famíliamuito feliz que teve a sorte deter a filha mais bonita da vila.Chamava-se Isabel e tinha osolhos azuis e o cabelo douradobrilhante e muito comprido.Viviam numa pequena vila àbeira-mar.
  102. 102. E Isabel foi crescendo feliz, entre o mar e o campo. Os seus paistinham uma grande pizzaria e ela era muito trabalhadora. Adoravaajudar os pais. Servia às mesas. Às vezes também ajudava nacozinha, colocava os ingredientes na massa das pizzas e colocava-asno forno. Todos gostavam dela e das suas pizzas. As criançassorriam de orelha a orelha só de pensar nelas.
  103. 103. Sem pensar, Isabel saltou o portão do farol, apanhou uma dúzia delas ecolocou-as logo no seu cabelo. Cada dia que por lá passava, Isabel colhiacada vez mais flores.Mas sabia que corria o risco de ser apanhada pela velha faroleira que eraviúva e muito solitária. Todos tinham medo dela porque parecia estarsempre zangada. Era esquisita e fazia lembrar uma bruxa.
  104. 104. • A velha levou-a para o ponto mais alto do farol e disse-lhe:- Tu tiveste coragem de saltar o meu portão e roubar asminhas mais belas flores! Serás castigada para sempre! Ficarásaqui presa e passarás a chamar-te Rapunzel !Ao fim de um mês, quando regressava a casa, Isabelsaltou como sempre o portão do farol e quando estava aapanhar as flores apareceu a velha faroleira que a meteunum saco preto, sem lhe dar tempo de fugir..
  105. 105. A velha bruxa deu-lhe o nome deRapunzel porque as flores cheirosaschamavam-se Rapunzitas e assim ela nuncamais se esqueceria da sua ousadia.Todas as noites a menina chorava. Daúnica janela pequena que tinha, via o azuldo mar, os barcos pequenos, os naviosgrandes e as gaivotas livres no céu.
  106. 106. Os dias foram passando e Rapunzel continuavaa crescer. Entretia-se a ler e a cantar. A sua mãe,além de ser uma boa cozinheira, cantava muitobem e ela herdara esse dom. Cantava para sedistrair e chamar as gaivotas porque a torre eratão alta que ninguém a conseguia ouvir. Todos osdias a bruxa dizia:
  107. 107. Com o passar dos anos, a bruxa passou a serum pouco menos desconfiada e passou a deixá-la mais tempo sozinha. Saía de manhã para oscampos à procura de ervas e só voltava à noitepara iluminar o farol.Rapunzel obedecia e a bruxatrepava pelo seu cabelo dourado até àpequena janela do farol. Dava-lheágua e pão duro e seco.
  108. 108. Rapunzel cantava até mais não na esperança de ser ouvida.Um dia o seu desejo realizou-se. Um belo marinheiro ficou deliciado coma sua voz. Mas apesar de ser esperto, não sabia o que havia de fazer parafalar com ela. Resolveu vigiar o farol e, numa noite escura, o marinheiroaproximou o barco da costa e esperou para ver se algo acontecia.Quem trataria dela? Quem lhe daria comida? - Pensava ele.
  109. 109. Muito depois da meia-noite ouviu:Rapunzel, solta o teu cabeloEra uma mulher com cara de má a chamar. Viu depoisa bruxa horrorosa a escalar o cabelo daquela que jásabia chamar-se Rapunzel.
  110. 110. No dia seguinte de manhã, já com a certeza que a bruxa não iria aparecer,gritou com uma voz forte:- Rapunzel, solta o teu bonito cabelo!
  111. 111. Juntos combinaramum plano para fugir:todas as manhãs oseu amado lhelevaria fios de pescacom os quais elafaria uma cordaresistente paraconseguir descer dofarol.
  112. 112. • Passados uns meses a corda ficou finalmente pronta. Noentanto, quando subiam para o barco, os dois apaixonadosforam surpreendidos pela velha que ficou destroçada ao verRapunzel ir-se embora.• Enraivecida, correu até ao cimo do farol e atirou três pedrasquentes à cara do marinheiro que ficou cego. Rapunzel perdeuos sentidos ao ver o barco incendiar-se e o marinheiro a afogar-se por não ver o mar. Foi novamente apanhada pela bruxa que ameteu no saco preto que tão bem conhecia.• Foi levada até à mesma sala escura onde sempre esteveaprisionada. E tudo voltou ao mesmo.
  113. 113. • Rapunzel desesperada e com o coração partido cantava todosos dias, todas as horas e todos os segundos. O marinheiro cegocontinuava à deriva no mar.
  114. 114. Num dia de verão, Rapunzel, já semesperança, atirou-se ao mar. Nadou até umarocha e começou a cantar.O seu canto ecoou pelo céu e foi ouvidopelo marinheiro lá longe que remou comtodas as suas forças até junto dela. Quandose encontraram abraçaram-se com tantaforça que quase pararam de respirar.
  115. 115. •• Na verdade, o marinheiro deixou de navegare revelou-se um cozinheiro maravilhoso.Viveram todos felizes para sempre e nuncamais se ouviu falar da bruxa.Foram recebidos pelo povoda vila com festa e espanto.Rapunzel agarrou a mão doseu marinheiro e correu até àpizzaria da família.Quando entraram na cozinha,os seus pais nem queriamacreditar tal era a alegria quesentiam.Foram dias e dias de festa.Casaram uns meses depois etiveram dois filhos.
  116. 116. Rapunzeldo século XXI
  117. 117. Em tempos muito recentes …Num reino distante, vivia um casal de pilotos queomaior sonho era ter um filho.Esse casal vivia numa vivenda com vista para ojardim de uma auxiliar de ação Educativa, muitomá , que se chamavaGuilhermina.
  118. 118. Passaram-se alguns anos e o casal teve umafilha há qual deram o nome de Rapunzel.
  119. 119. Rapunzel cresceu e foi para a escola,
  120. 120. Conheceu a professora, a turma e a suaauxiliar.
  121. 121. A auxiliar de Rapunzel era aGuilhermina.
  122. 122. Guilhermina passava horas a admirar a beleza eos cabelos loiros de Rapunzel. Em sonhospensava que aquela menina podia ser a filha quenunca tivera.
  123. 123. Ao saber que não poderiater filhos, seguiu-a para saber onde morava e numato de loucura decidiu raptar Rapunzel.
  124. 124. Assim que começoua anoitecerGuilherminacolocou em marcha oseu plano. RaptouRapunzel e levou-a para um arranha-céus que só tinhauma janela lá bemno cimo.
  125. 125. Nessa noite ao ver que Rapunzelnão chegava da escola, os pais,preocupados com a filha ligarampara a polícia a denunciar o caso.Procuraram Rapunzel durantemuito tempo, mas sem sucesso.
  126. 126. Para subir ao arranha-céus Guilhermina gritava:“Rapunzel,Rapunzelsoltateuscabelosde ouroouficarásaquipresaeternamente.”E Rapunzel soltava o seu grande cabelo.
  127. 127. Os anos passaram e Rapunzel cresceumuitoinfeliz por estar sozinha e trancada.Sonhava muitas vezes queestava na escola a brincarcom os seus amigos.Os anos passaram e Rapunzel cresceumuitoinfeliz por estar sozinha e trancada.Sonhava muitas vezes queestava na escola a brincarcom os seus amigos.
  128. 128. Um dia, umparaquedista aterroumesmo no cimo doarranha-céus onde seencontrava enclausuradaRapunzel.
  129. 129. O Paraquedista ouviu uma bela voz e ficouencantado.Tentando descobrir a quem pertenciaaquela bela voz, entrounuma janela e viu Rapunzel.Quando os seus olhos seencontraram,os coraçõesbateram mais fortee sem pronunciar uma únicapalavra souberam que iriamficar juntosparasempre.
  130. 130. O paraquedista chamava-se João. Com aajuda do paraquedas e dos longos cabelos deRapunzel, fogem rapidamente do arranha céus,com o coração nas mãos poisGuilhermina poderia chegara qualquer momento.Ele levou-a para casa.Os seus pais, ao ver Rapunzel,ficaram emocionados e pormomentos incrédulos noque estava a acontecer.
  131. 131. João era um homemmuito rico e comprou umcasarão para que ele,Rapunzel e os filhosqueela já tiverapudessem viver.
  132. 132. Quanto à auxiliar foi presa por rapto.
  133. 133. Ficha técnicaRapunzel- MariaCarolina PintoGuilhermina- Auxiliar PaulaPai de Rapunzel- Miguel CardosoMãede Rapunzel- Raquel ReisJoão-Daniel HodorogeaFigurantes-turma do 6ºBFotografiae produção- Tânia Calçada
  134. 134. Trabalho realizado por:Maria Madalena, MarianaCarreira, Maria Rodrigues eMargarida Lima.6ºB
  135. 135. Versão século XXI, do conto tradicional“Rapunzel” dos Irmãos GrimmTrabalho realizado: Martim Fonte Pedro Silva Tiago Noronha 6ºC
  136. 136. Era uma vez um polícia que vivia com a sua mulher, numa mansãooferecida por uns amigos, nas Caraíbas. Com eles viviam doisrottweileres, um gato, cinco canários e dois peixes.Estavam muito contentes porque iam ter um bebé e, por isso, a mãetratava de comprar roupas e o pai de um berço.Ao lado da mansão, vivia uma vizinha que se irritava muito quandoalguém entrava no seu jardim. Comentava-se que esta vizinha tinhaum cofre, de alta segurança, com 50 biliões de euros e que essafortuna havia sido encontrada num barco afundado no alto mar.Comentava-se, também, que, muito tempo antes dela se ter tornadonuma velha rabugenta, tinha sido uma grande exploradora do mundosubaquático.Como a velha tinha muito dinheiro, e era egoísta, construíu umarede de alta segurança, em redor da sua casa.
  137. 137. Certo dia, a mulher do polícia foi mergulhar na sua piscina e a águasalpicou uma das plantas da vizinha. Através da rede de altasegurança, ela viu algo a crescer, nessa planta. Passada uma semana,a mulher voltou lá e, qual não foi o seu espanto, reparou que era umanota de 50 euros. Aquela planta dava 50 euros, por semana, se fossebem regada.- Esta planta é mágica! Poderia tornar-me muito rica...Um dia, a mulher do polícia ficou grávida e tinha muitos desejos.Imaginem que só queria comer ostras e caviar. Como eram alimentosmuito caros, a mulher do polícia pediu-lhe que fosse buscar o dinheiroà planta mágica. Tinha, apenas, que ir regá-la todas as semanas.Assim foi... até que uma noite, a velha foi ao seu quintal e viu opolícia.
  138. 138. O polícia disse à velha que a sua mulher estava grávida e commuitos desejos e que só queria comer ostras e caviar. Como a velhaqueria ter uma rapariga fez-lhe uma proposta: trocava a planta mágicapela filha do casal.O polícia ficou muito angustiado pois sempre tinha desejado ter umafilha. No entanto, sabia que os desejos de uma grávida devem sersatisfeitos...Hesitou... Hesitou... Mas por fim aceitou.Algum tempo depois, a filha deles nasceu, o polícia e a sua mulherficaram muito contentes. Quando a velha soube da notícia foi àmansão buscar a filha deles.Eles imploraram, imploraram para que ela não levasse a sua filha,mas... a velha não quis saber e levou-a para casa. Chamou-lheCaviar.
  139. 139. Passado alguns anos, Caviar cresceu, ficou giríssima e muitoelegante.Como a velha não queria que a Caviar atraísse algum rapaz,anestesiou-a e levou-a para uma ilha deserta. Comprou-lhe uma casae um barco, para poder ir visitá-la.Todas as semanas, a velha ia visitá-la e levava-lhe comida. Mas,primeiro, antes de entrar para o barco via se alguém estava por perto,pois não queria que vissem onde ela ia, nem descobrissem onde aCaviar vivia.A Caviar gostava de cantar.Um dia, apareceu um SEAL altamente treinado, na ilha. O seu naviohavia naufragado, durante um bombardeamento inimigo, e ele foi dar àcosta, na ilha onde Caviar vivia. Passou pela casa onde ela morava etentou entrar, mas não conseguiu porque a porta era feita de metal eas janelas estavam protegidas, por vidros anti-bala. Só havia umajanela que não tinha essa proteção, mas... estava muito alta.
  140. 140. Entretanto, ele ouviu um barco a chegar e, pensando que eram osseus inimigos, escondeu-se. Mas, depois viu uma velha que gritou:- Caviar, abre a porta!O SEAL descobriu como podia entrar na casa. Esperou até que avelha se fosse embora e, quando a velha saiu da ilha, o SEAL chegouperto da porta e gritou :- Caviar, abre a porta! E Caviar abriu a porta pois pensava que eravelha que se tinha esquecido de alguma coisa. Ele entrou e a Caviarficou assustada ao ver que não era a velha.O SEAL contou-lhe o que tinha acontecido. Caviar ficou preocupadaporque se a velha a chamasse, de repente, iria descobrir que o SEALestava lá dentro e ficaria muito enraivecida. Mas ela, por outro lado,também queria companhia...
  141. 141. O SEAL disse-lhe que ia fazer um buraco, debaixo da cama, paraquando a velha a chamasse ele saía pelo buraco e ficava na rua equando a velha se fosse embora ele voltava a entrar para junto dela.Passado alguns meses eles estavam a ficar cada vez maispróximos, apaixonaram-se, decidiram casar e parar de se esconder.Mas como ia Caviar sair de lá? A velha tinha instalado um sistemade alta segurança na casa, podia-se entrar na casa sem fazer nada,mas para sair eram precisos 2 códigos, que só a velha sabia.O SEAL lembrou-se que podiam sair pelo buraco que tinha feito. Játinham o seu plano pronto! Quando a velha regressasse, eles fugiriampelo buraco e correriam para o barco da velha. Mas... O plano nãoresultou pois a velha ouviu os barulhos e descobriu tudo.Quando eles chegaram ao barco não conseguiram arrancar porquea velha tinha as chaves.
  142. 142. A velha tinha escondido uma metralhadora, para sua proteção,debaixo de uma pedra, e nessa altura foi buscá-la.Apontou-a ao SEAL e deu-lhe cinco tiros. Meteu-o num pequenobarco e mandou-o para o mar. Mas o que ela não sabia era que ele eraum homem preparado para tudo e tinha sempre um colete anti-balas.Entretanto, a velha já tinha posto Caviar numa cave e, feliz da vida,pôs-se a cantar “gangnam style”.O SEAL, mesmo assim, conseguiu nadar até à ilha de Caviar. Entroupelo buraco mas... Caviar já lá não estava.Procurou no resto da ilha e não a encontrou. Passaram-se algunsmeses e ele continuou à procura. Entretanto, construíu uma jangada efoi ao encontro do exército. Lá procurou um amigo e pediu-lhe ajudapara descobrir onde a velha vivia.Passado alguns dias, o amigo disse-lhe onde a velha vivia e o SEALpediu um mandato de captura para a velha. Ele e um grupo de homensdo exército foram logo para a casa da velha.
  143. 143. Os homens do exército rodearam a casa, para a velha não sair.O SEAL entrou com uma pistola pois sabia que a velha estavaarmada. Ele arrombou a porta e viu a velha com a metralhadora mas oSEAL agiu rápido e apontou logo a pistola para a velha para que elanão disparasse. A velha largou a metralhadora e foi presa.O exército invadiu a casa, procurou em todos os lados para ver ondeCaviar estava e encontraram-na dentro de um armário na cave.Depois disto tudo, Caviar encontrou os seus pais biológicos, casoucom o SEAL e ficaram todos felizes, menos a velha claro!
  144. 144. RAPUNZEL DOSÉCULO XXI
  145. 145. ERA UMA VEZ…Era uma vez um casalde ciclistas que sonhavater uma filha. Viviam numavivenda com vista para obelo jardim de uma cobradorade impostos muito má.
  146. 146. Um dia a mulher começou a sentir umas dores muito fortes, e de imediatofoi ao hospital. Ficou muito contente quando o médico lhe disse que estavagrávida, e o marido, desmaiou incrédulo.
  147. 147. A mulher, que se chamava Joana, começou a ter desejos. Cada vez que olhavapara os maravilhosos morangos que a sua vizinha(cobradora de impostos),chamada Alice, tinha naquele belo jardim só lhe dava vontade de fazer umasalada com eles.
  148. 148. Joana estava a ficar impaciente, difícil de tolerar e o marido(Tomé) para não ter de a ouvir mais, saltou o muro e apanhoualguns morangos, mas quando vinha embora, Alice apareceu,perguntando:-Que julgas que estás a fazer?Ao que Tomé respondeu:-A minha esposa está grávida e enquanto não lhe der morangosdo seu jardim, ela não se cala.A cobradora de impostos disse que se era esse o motivo, elepoderia apanhar todos os morangos que quisesse, com acondição de que quando a menina nascesse, teria de lhe ser dada.O homem,sem pensar no que fez, aceitou.
  149. 149. Passaram-se 9 meses e uma linda menina nasceu.Os pais deram-lhe o nomede Rapunzel.Quando Rapunzel tinha 5 anos Alice foi buscá-la e prendeu-a numa torresem portas apenas com uma janela a 50m do chão.A menina de longos e brilhantes cabelos loiros cresceu e revoltou-se por nãoestar com a sua verdadeira família e por não poder sair daquela enorme torre.A cobradora de impostos, quando Rapunzel fez 16 anos deu-lhe umcomputador e era em frente ao computador que Rapunzel passava os seu dias.Alice para subir à torre dizia:“- Rapunzel,Rapunzel solta os teus cabelos ou cancelo a tua conta nofacebook.”E Rapunzel,contrariada,soltava-os.
  150. 150. Um dia um motoqueiro chamado João Luís viu as fotos de Rapunzel nofacebook e meteu conversa com ela.Depois de muitas conversas ela lá lhe contou a sua história. Disse-lhe ondemorava e como ele a poderia chamar. João Luís foi ter com Rapunzel na suamota.
  151. 151. Quando João Luís chegou à torre disse:“-Rapunzel, solta os cabelos, para que oteu amado te possa ver!”A menina soltou-os e assim que se olharam nos olhos os seus coraçõesbateram mais depressa.Beijaram-se e com a ajuda do escadote dele fugiram da torre.
  152. 152. Os dois foram viver para o casarão do João onde havia espaço para Rapunzel,para João Luís e para os filhos que entretanto Rapunzel tivera.Quanto à cobradora de impostos, nimguém sabe o que lhe aconteceu!
  153. 153. Fim
  154. 154.  Trabalho realizado por:Maria Madalena Simões Lopes 6ºB Nº20
  155. 155.  Jacob e Wilhelm Grimmnasceram em Hanau, naAlemanha, em 1785 e 1786.Abandonaram o seu estudo(advocacia) para poderem-sededicar à literatura.
  156. 156. Branca de Neve e osSete AnõesO Pequeno Polegar
  157. 157.  Desde do inicio do século XIX os irmãosGrimm são conhecidos em todo o mudopela quantidade de contos populares querecolheram na Alemanha .(Diz-se queescreviam à noite as histórias que ouviamdurante o dia de parentes, amigos etc …) A esposa de Wilhelm, Dortchen Wild, fez ahistória da Branca de Neve e os SeteAnões
  158. 158. A família é originária da cidadede Hanau no estado de Hessen.Os pais, Philipp Wilhelm eDorothea Grimm, tiveram novefilhos dos quais apenasFerdinand, Ludwig Emil,Charlotte, Jacob e Wilhelm Karlsobreviveram. A casa onde osirmãos nasceram está localizadana antiga praça das armas dacidade3 de Hanau. Em janeirode 1791, Phillipp foi nomeadofuncionário na sua cidade natal,Steinau, em Kising, onde afamília se instalava.
  159. 159. Em 1796 o pai deles morreu com 45 anosde idade. A mãe, a fim de assegurar aofilho mais velho todas as chances deconseguir avançar na carreira jurídica,enviou os dois filhos para junto de sua tiaem Kassel. Jacob frequentou aUniversidade de Marburg e estudouDireito, como o pai, e seu irmão juntou-se a ele um ano depois no mesmo curso.Um dos seus professores, Friedrich Carlvon Savigny, abriu sua biblioteca privadapara os jovens estudantes ávidos pelosaber e amantes de Goethe e Schiller,para fazê-los descobrir os escritoresromânticos e os minnesang. Savigny quetrabalhava em uma História do ImpérioRomano, encaminha-se para Paris em1804 para suas pesquisas. Em janeiro de1805, ele convidou Jacob a ajudá-lo, oque este fez sem demora. Na qualidadede ajudante, ele se voltou durante váriosmeses para a literatura jurídica. Destaépoca data o seu afastamento de temasjurídicos. Em sua correspondência, ele
  160. 160. Os irmãos decidiram dedicar-se aos estudos de história e linguística,recolhendo diretamente da memória popular, as antigas narrativas,lendas ou sagas germânicas, conservadas pela tradição oral.
  161. 161.  Durante séculos, as histórias conhecidaspor diferentes povos eram transmitidasapenas oralmente. Eram contadas pelosmais velhos aos mais novos e, assim,passadas de geração para geração. NaIdade Média, muitas delas ganharamversões escritas, feitas principalmentepelos padres que moravam nos mosteiros.O registo desses contos em texto tornavamais fácil a preservação dessas histórias.Sabendo disso, os irmãos Grimm trataramde pesquisar relatos em documentosantigos e recolher contos entre apopulação da Alemanha para preservar ashistórias tradicionais do seu povo.
  162. 162. Trabalho realizado por: Maria calado Victoria Duarte Bruno Lucindo
  163. 163. Havia uma linda princesa que morava com os seus pais e irmãos num enormepalácio.
  164. 164. Quando a princesa foi passear de carro a um riacho lá perto, ouviu umavoz esganiçada e pensou:- O que será isto?E nesse momento ouviu novamente essa voz a dizer para tentar encontrá-lo/a.- Mas onde estará?- perguntou a princesa surpreendida.- Segue-me, princesa…- Mas onde estás?- inquiriu novamente.- Amanhã, vem cá às 16h!A princesa foi-se embora um pouco indecisa.
  165. 165. No dia seguinte, voltou ao riacho.Quando chegou, viu um sapo em cima duma rocha.- Princesa, sou eu, o sapo!- Como é que tu falas!!!- disse ela.Foi-se desenrolando a conversa até que o sapo desapareceu.Quando a princesa chegou a casa, foi ao computador e viu a sua página do “ Facebook”Então reparou que tinha um novo pedido de amizade e que essa pessoa se chamavaAlberto, mas a imagem era do sapo que vira no riacho.
  166. 166. Confusa, resolveu aceitar o pedido para ter informações sobre este misteriososapo.Logo que aceitou o pedido, o sapo estava online e decidiram fazer uma vídeo-chamada.Quando a princesa olhou para o ecrã, viu um rapaz em vez de um sapo.- Tu és o sapo do riacho?- Sim, mas fui enfeitiçado por alguém…- OK, e esperas que eu acredite nisso.?
  167. 167. Um pouco mais tarde, a princesa e o Alberto acabaram a conversa.No outro dia, quando a princesa chegou ao riacho, viu novamente o sapo e estevoltara a dizer-lhe o mesmo de sempre. Mas a princesa não acreditou e nuncamais falou com o sapo.Mais tarde, tirou-o de amigo no “ Facebook”.
  168. 168. FimTrabalho realizado por:João Estudante 7 A/nº-17Gonçalo Encarnação 7 A/ nº-12
  169. 169. Trabalho realizado por 7.º B:Carla Oliveira, nº5Diogo Pinheiro, nº10Ian Teixeira, nº13Inês Antunes, nº14Jing Liu, nº15
  170. 170. Num reino Bué Bué longe, vive um rei cota com as suas seisfilhas, sendo a mais nova a mais bela de todas.Numa tarde, a princesa mais nova decide ir dar um passeiopelo bosque, até se aproximar e ver uma fonte de água.Como tinha sede, aproximou-se mais da fonte tendo assimcaído nela.Quando chegou ao fundo da fonte viu uma fada e foi falarcom ela. Dizendo (a fada) que estava no país dos sonhos.- Como saiu daqui? – perguntou a princesa.- Daqui não sais! – exclamou a fada.- Como assim!? Não há uma saída!? – perguntou a princesa,triste.
  171. 171. A fada levou a princesa a uma loja de asas.De seguida disse-lhe que já era uma fada,perguntando-lhe também donde vinha. E a princesarespondeu que era do reino de Bué Bué Longe.De repente soa o alarme para reunir na central dasfadas, a princesa e a fada correram até lá. Era a rainhaque vinha avisar que o príncipe tinha sido enfeitiçadopela bruxa transformando-se em sapo.Depois dessa noticia a fada chamou a princesachamando-lhe Jade, e a princesa respondeu que nãose chamava Jade, mas antes que continuasse a fadadisse que gostava desse nome e que para iremprocurar o príncipe sapo.A seguir a tanto procurar as duas descansaram umpouco e de repente ouviram:- Olá bonecas!!! Que fazem aqui sozinhas?
  172. 172. As duas assustadas gritaram, e perguntaram se ele era opríncipe enfeitiçado, e o sapo com um ar indignadorespondeu perguntando como é que elas sabiam daquelahistória, elas responderam que a mãe dele andava à suaprocura e que ofereci até uma recompensa, o sapo disseque tinha percebido a bruxa dizer que para se livrar dessefeitiço tinha de encontrar um rio mas não sabia qual era.Em seguida a fada disse que sabia onde era esse lago, eque para lá chegarem tinham de passar pela caverna damorte e pela floresta dos espelhos.Depois de passarem mil e uma aventuras chegaram àfloresta dos espelhos. Ai nem sempre o caminho quevissem era o correto disse a fada, pouco depois o sapoencontrou a saída.Assim que passaram a floresta dos espelhos, chegaramao lago.
  173. 173. O sapo sabia que para encontrarem o castelo tinham decantar uma música, mas não sabiam qual era e a princesasugeriu que cantassem a música que o pai dela lhe cantavaantes de adormecer, assim que ela começou a cantar ocastelo começou a elevar-se e assim que a canção acabou amagia do castelo começou.Quando entraram no castelo as roupas velhas e sujas,passaram a ser novas, limpas e lindas e dignas de realeza,ao chegarem à parte principal do castelo a princesa de tãofeliz que estava beijou o sapo e também nesse momentovoltou a ser um príncipe.A seguir a esse acontecimento a princesa acordou no seumundo e percebendo que tudo não tinha passado de umsonho. Ao chegar a casa a princesa contou tudo aos pais.Passado alguns anos, a princesa e o príncipe, jádesenfeitiçado, casaram e tiveram dois filhos gémeos. Eviveram felizes até à sua morte.
  174. 174. Esta é a nossa versão moderna de “Aprincesa e o sapo” :Há muito, muito pouco tempo, vivia umarapariga adolescente numa casa com oseu pai.A rapariga ia fazer anos e o pai sabia oque ela sonhava ter - uma máquina dossonhos.Quando fez anos, o pai construiu-lheessa máquina, onde cada sonho setornava realidade.O pai chegou ao pé dela e disse:-Tens aqui o teu presente!-O meu presente? - interrogou-se arapariga - O que é, pai, o que é?-É uma máquina dos sonhos - respondeuo pai, enquanto lhe entregava opresente.-Sempre desejei ter uma! Obrigada!
  175. 175. Após a meia-noite, a rapariga adormece em cimada máquina e, de repente, viaja para um planetadistante chamado Grimm.De manhã, a rapariga acorda confusa e pergunta auma pessoa que vai a passar próxima dela:-Onde estou?-Como? Não conhece este sítio !? É o país de Grimm!– diz o homem intrigado.A rapariga desaparece, confusa e encontra um lagoonde se senta no chão. Estranhamente, um sapocomeça a falar e diz:- O que estás a fazer aqui sozinha?-Tu estás a falar?! Isto só pode ser um sonho…- Não, eu sou real e este é o meu lago. Mas ainda nãome respondeste!- Ah! Eu estou perdida e não sei como sair daqui.- Eu ajudo-te, mas preciso que também me ajudes.-Porquê?-- Eu sou um sapo enfeitiçado!-- Eu ajudo-te!
  176. 176. Tentaram sair daquele país, durante a tarde inteira,até que anoiteceu.O sonho só durava um dia e a rapariga já estava acomeçar a ficar com sono.Cansada, diz:- Obrigada pela ajuda, mas estou cansada. Amanhãvoltamos a tentar…- Até amanhã. – respondeu o sapo.Os dois adormeceram e o sonho acabou.A rapariga é levada para o seu mundo de novo e, poracidente, o sapo viaja com ela e, nessa viajem, osapo transforma-se em príncipe.De manhã, a rapariga acorda e ao seu lado vê umpríncipe.- Quem és tu? – pergunta a rapariga.- Eu sou o sapo que, por acidente, viajei contigo paraeste mundo e transformei-me em príncipe! –respondeu ele.A rapariga percebeu que se sentou na máquina dossonhos e por isso foi levada para o país de Grimm.O príncipe, tão feliz por já não ser um sapo, beija arapariga e esta transforma-se numa princesa. E, talcomo todos os contos acabam: eles viveram felizespara sempre.
  177. 177. Conto de Grimm à moda do século XXI
  178. 178.  Bem, esta história, que vou contar é diferentede todas as outras. Normalmente começamcom o “Há muito, muito tempo…” e terminamcom a vossa imaginação. Mas esta vai serdiferente. Vamos acabar com o suspense…
  179. 179.  Nunca tive uma família muito “junta”,estávamos sempre cada um para seu lado. Osmeus pais separaram-se quando eu eracriança. Como eu sou a filha mais nova,nunca conheci as minhas irmãs, apesar domeu pai falar muito delas.
  180. 180.  Que má educação! Ainda nem meapresentei. Sou a Rubi, princesa Rubi, apróxima a suceder ao trono. O meu sonho desempre foi conhecer as minhas irmãs, malsabia que esse sonho estava prestes aacontecer…
  181. 181.  Estava um dia chuvoso, horrível. - Filha, filha!- dizia o meu pai num tom devoz sufocante. - Que se passa?-perguntei eupreocupadíssima. Desci as escadas a correr, até ia tropeçandonos meus sapatos a meio do caminho, e sódizia: - Já vou, já vou!
  182. 182.  Corri, corri, até que cheguei ao salãoprincipal. Até que vi o meu pai sentado notrono, enquanto a criada lhe dava um copo deágua com açúcar. - Minha filha, nem sabes o que aconteceu!Então não é que as tuas irmãsme ligaram e disseramque vinham cá?!…
  183. 183.  Oh, meu Deus! Os meus ouvidos nãopodiam ter ouvido tal coisa… Fiquei tãoeufórica que só me apetecia dar saltos portudo o que era canto. - Filha, pede às criadas para prepararem seisquartos.
  184. 184.  Lá fui eu muito animada. Depois de fazer orecado do meu pai, fui ao centro comercial. Estava a passar na loja de animais, quandoalguém começou a falar comigo. Ouvi umavoz estridente. - Princesa, por favor, ajuda-me! - Quem fala? - Sou eu, aqui em baixo!
  185. 185.  De repente, vi uma criatura verde. Era umsapo. Fiquei admirada pois nunca tinha vistoum sapo a falar! Até porque eles não falam. - Ajuda-me. Por favor! - O que é que se passa? - Preciso que me beijes.
  186. 186.  Nunca me tinham pedido tal coisa! Beijar umsapo? Mas que coisa mais estranha! Porém, láaceitei. Não sei como nem porquê, magia oufeitiçaria, mas ele transformou-se numpríncipe. Apaixonei-me logo. Ao sair docentro comercial, perguntei como ele sechamava e ele disse: - Chamo-me Pedro, príncipe Pedro.
  187. 187.  Fomos a falar até ao palácio onde ficouinstalado durante uns dias. Até que chegou o dia! Ele pediu-me emcasamento. Fiquei supercontente e foi umcasamento lindo. E foi assim a minha história. Até a próxima aventura!
  188. 188.  TRABALHO REALIZADO POR: Rafaela Reis nº28 Beatriz Neves nº20 Djenabu nº14 Pedro Almeida nº27 7ºC
  189. 189. Ai, nem sei o que aconteceu… só sei que agora soua namorada de um rapaz lindo, alto, moreno, olhosverdes, simpático, carinhoso … (caso ainda nãosaibam é o meu tipo de rapaz…).Bom, tudo começou ontem de manhã: o dia nãocomeçou lá muito bem porque acordei com o meupai a ralhar-me aos ouvidos:- Não podes gastar tanto dinheiro em mensagensde telemóvel – disse o meu pai – ou começas a agirmais como a tua mãe ou tirar-te-ei o telemóvel.- Mas papá, não quero ser tão snobe como ospapás…
  190. 190. - Como se atreve a usar esse vocabulário imprópriopara uma princesa, dentro da nossa mansão? Vá já para o seuquarto!Uff! Odeio ser filha de condes, tão snobes, até o meu nome soa anobreza – Constança – que porcaria de nome! Só me apetecepartir alguma coisa!... E zás, atirei o telemóvel com todas asminhas forças contra a parede, mas falhei a acertei na janela que,por acaso, estava aberta e o telemóvel foi cair no lago do jardim.Desatei a correr lá para fora, na esperança de o encontrar (casocontrário, apanharia um valente castigo).Mas, infelizmente, esqueci-me de que o meu pai tinha dadoordem aos guardas para não me deixarem sair e, quando cheguei àporta, lá estava o guarda Rodrigo, que não passa de um super-lamechas a tentando impedir-me dos meus intentos.- Oh! Estou desolada, o meu telemóvel caiu da janela e se eu não ofor buscar, o meu pai vai prolongar-me ainda mais o castigo! –pedi-lhe.
  191. 191. - Oh, pobrezinha, eu deixo-te ir buscá-lo, mas nãodigas a ninguém!E lá fui. Quando me aproximei do lago vi umacriatura vil, verde e muito viscosa, que me disse:- Então, mas que é isto? Estava eu ali sentado adescansar o meu delicioso almoço, quando esta coisaestranha me acertou na cabeça! – protestou a criatura.- Isso é um telemóvel e é meu. Dá-mo cá!- Só com uma condição !Dás-me tudo o que eu quisere quando eu quiser.- Está bem, mas agora passa o telemóvel para cá!No dia seguinte, logo me arrependi, quandoia para o colégio, apareceu o sapo e disse:
  192. 192. - Olá Constança! Quero ir agora á feira popular,leva-me lá!- Mas tu ficaste louco? Tenho de ir para as aulas.- E tu esqueces-te do que prometes com assim comtanta facilidade?- Pronto, está bem, vamos lá, então!E lá fui com ele, mas mal sabia eu que assim quechegássemos, começaria o peditório… “Amiguinha,quero ir à melhor geladaria da cidade” (não sabia queos sapos comiam gelados); “preciso de comprar umasroupitas e tu também devias mudar as tuas, são buésnobes”(este, até eu adorei!); “agora, quero isto e maisaquilo…”; enfim, gastei uma exorbitância!
  193. 193. Andávamos nós de loja em loja, quando deparámoscom uma loja de fatos de banho e o Sapo ordenou:- Vai agora comprar este fato de banho! – e ao dizeristo, apontou para um fato de banho costurado combrilhantes, que estava exposto na montra. Fiqueibranca, quando vi o preço, mas comprei-o na mesma emetemo-nos na limusina e pedimos ao Ambrósio quenos levasse a casa.Mas no caminho tive uma surpresa: quandopassávamos pela avenida junto à praia, o Sapo disse-me num tom autoritário:- Desce do carro, vai àquele balneário vestir o fatode banho, pois quero que entres na água comigo.Embora, contrariada, lá fui; é que a água estavagelada!
  194. 194. Então, para continuação da minha surpresa, o Sapocontinuou a dar ordens: “Pega-me ao colo e leva-mepara o mar alto e depressa!!!”E em pleno mar alto, o Sapo virou-se para mim e,com uma extraordinária firmeza, disse:- Agora beija-me!- Isto é o cúmulo da chantagem! Não te vou beijar,não achas que já chega tudo o que fiz por ti hoje? Já étão tarde… tenho frio… a água está gelada… o sal até teestá a pôr a pele …- Então é melhor despachares-te! – interrompeu ele.E zás! Beijei-o e não sei bem o que se passou …. Foitudo muito rápido, mas, de repente, tinha à minhafrente, envolto num redemoinho, no lugar do sapo …
  195. 195. … estava um rapaz lindo: olhos verdes, moreno, alto emusculado. Fiquei toda embasbacada e, quando lheperguntei o nome, ele disse “Eu chamo-me Gonçalo etu desenfeitiçaste-me… como te chamas?”Eu só soube dizer:- Me Constança chamo eu… quer dizer, eu chamo-me Constança. – respondi embasbacada …. Afinal nãoé a toda a hora que encontramos um “príncipe” destes.E num ápice, nos apaixonámos, ele pediu-me emnamoro e eu aceitei.E VIVEMOS MUITO FELIZES,BLÁ, BLÁ, BLÁ…
  196. 196. Trabalho elaborado para a atividade de comemoração doscontos de Grimm – estafeta de contos -pelas alunas do 7º D:- Carolina Marques- Margarida Farricajaneiro de 2013
  197. 197. A MULHER DAS LIMPEZAS(A GUARDADORA DE GANSOS DOSÉCULO XXI)Trabalho realizado por:8ºA
  198. 198.  A filha do presidente de Portugal casará com o filho dopresidente de Moçambique. A sua mãe preparou tudo e ofereceu-lhe um diamante,um amuleto da sorte, para a filha se ir casar, levando umobjeto que a proteja.
  199. 199.  A jovem seguiu viagem com a sua melhor amiga e coma sua égua favorita, a Faladora. A meio do caminho, a filha do presidente teve sede epediu à melhor amiga água, mas esta disse: -Não soutua empregada, vai tu! E ela lá foi.
  200. 200.  Quando lá estava, o diamante disse-lhe: -Se a tua mãesoubesse, matava a tua melhor amiga! Ela sem dizernada voltou para a sua égua e seguiu caminho. Um pouco mais à frente, voltou a pedir água, tendodeixado cair o diamante. A melhor amiga viu eapercebeu-se que ela ficou mais frágil e confrontou-a,dizendo que, se ela não lhe desse tudo o que tinha, amatava e apontou-lhe uma pistola à cabeça.
  201. 201.  A filha do presidente tirou-lhe a pistola, mas amelhor amiga agiu mais rapidamente e roubou-lhe aroupa, obrigando-a a trocarem de identidades. Quando chegaram à fronteira de Moçambique, umalimusina veio buscar a falsa filha do presidente e averdadeira teve que ir em cima da limusina aanunciar: - É a filha do presidente, yé-yé!
  202. 202.  Quando chegaram à igreja do convento deMoçambique, o filho do presidente pegou-a ao colo,tropeçou e deixou-a cair, todo o público se começou arir. O presidente perguntou à falsa noiva quem era aquelalinda rapariga que não parava de gritar, ela respondeuque era uma rapariga que lhe fazia companhia eordenou que a pusessem a limpar casas de banho.Assim foi.
  203. 203.  Quando a jovem rapariga estava a limpar a casa debanho, cantava e chorava. Cantou tudo o que lheaconteceu e o presidente de Moçambique ouviu. No almoço antes do casamento, o presidente convidouas duas raparigas e perguntou à falsa o que faria se asua melhor amiga a traísse, ela respondeu: -Primeiro ordenava que a despissem à frente de todaa gente e depois que fosse apedrejada pela pessoaque enganou, até à sua morte.
  204. 204.  O presidente respondeu: -Então prepara-te, pois é o que te vai acontecer! O filho do presidente de Moçambique e a filha dopresidente de Portugal viveram felizes. E da melhoramiga nunca mais se ouviu falar…

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