Noções Básicas
de Multimídia
Prof. Esp. Raphael Araujo
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IDEIA
O primeiro passo para a gravação de um vídeo é
ter uma ideia. Tente pensar em algo original, que
ainda não tenha sido feito, ou em uma nova
maneira de abordar algum tema conhecido ou, até
mesmo, desconhecido.
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ROTEIRO
Depois de ter a ideia, é hora de colocá-la no papel.
Isso significa fazer um roteiro de como serão seus
vídeos. No roteiro, você deve especificar muito
bem o que quer fazer, onde quer filmar, quem vai
aparecer e mais ou menos o que irá ser dito.
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ROTEIRO
Lembramos que toda produção audiovisual
acontece mediante um planejamento, o qual
chamamos de roteiro. Nele estão descritas as
cenas, planos, imagens e sons de forma clara. O
roteiro não é somente para ser lido, ele existe para
ser executado, facilitando sua produção de vídeo.
Observação importante para compor o seu roteiro:
Sua história tem que ter início, meio e fim.
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STORY LINE
A partir de uma ideia, escrever algumas linhas de
forma simples, clara e objetiva. Em seguida
argumentar, desenvolvendo a ideia com mais
detalhes: Cenário, Músicas, etc.
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STORY BOARD
No Story Board apresentamos o roteiro por
desenhos que representarão as cenas a serem
gravadas. Não é necessária a utilização do
mesmo; no entanto, ele ajudará o diretor a
visualizar a gravação antes da mesma acontecer.
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ROTEIRO DE EDIÇÃO DE VÍDEO
Todo material gravado precisa de decupagem antes da
edição. Por isso, a elaboração de um roteiro de edição
auxiliará na economia do tempo de uso do equipamento
(Ilha de Edição).
- Fazer o mapeamento da filmagem (minutagem);
- Escolher os planos gravados para serem editados.
Nunca esquecer de pontuar o áudio;
- Indicar o tempo em que o plano gravado se encontra
na fita (no caso de gravação em fita);
- Se as imagens forem capturadas por sistema de
cartão ou HD (dados), apontar no roteiro de edição o
nome do arquivo e pasta em que ela se encontra
dentro do seu micro, pontuando o tempo de edição da
imagem escolhida;
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ROTEIRO DE EDIÇÃO DE VÍDEO
Plano de
vídeo
Áudio Vídeo Minutagem
Exemplo para compor a planilha do roteiro:
9
ENQUADRAMENTO
O enquadramento é a forma do olhar, é a moldura
do quadro a ser gravado pela câmera.
10
PLANO GERAL - PG
É um plano descritivo, mostra o cenário onde irá
desenvolver a ação. Pode ser um plano em
ambiente externo ou interno.
11
PLANO CONJUNTO - PC
É um plano que apresenta os personagens ou os
elementos de ação do cenário.
12
PLANO MÉDIO - PM
Mostra claramente o grupo de personagens,
eliminando-se a maior parte do cenário. O vídeo
ganha mais força, também conhecido como Plano
Americano.
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PRIMEIRO PLANO OU CLOSE-UP - PP
O enquadramento do ator ou objeto de cena é
fechado, estilo uma fotografia 3X4. Neste plano
evidencia-se o estado emocional do personagem.
14
PLANO DETALHE – PD (01)
Mostra um detalhe do corpo do personagem, ou
objeto de cena.
15
PLANO DETALHE – PD (02)
Mostra um detalhe do corpo do personagem, ou
objeto de cena.
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MOVIMENTOS DE CÂMERA
Enquadramos tudo que vemos com o nosso olhar,
estamos sempre nos movimentando, assim os
movimentos de câmera, em sua maioria,
acompanham nosso olhar (esquerda para direita).
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PANORÂMICA
É o movimento de câmera em que esta gira ao
redor do objeto de filmagem (no tripé), sem o
deslocamento da mesma.
18
TILT
É uma panorâmica vertical do objeto de cena.
Pode ser de cima para baixo ou debaixo para cima.
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WHIP PAN
Conhecido como chicote, é uma PAN feita de forma
acelerada, onde a imagem fica até distorcida,
utilizada geralmente em cenas de impacto.
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TRAVELLING
É o acompanhamento do objeto de
cena pela câmera, este movimento
é utilizado tanto na vertical como
na horizontal. Muitas vezes,
quando possível, utiliza-se um
equipamento chamado “DOLLY” -
um suporte para o tripé com
“rodinhas”, que possibilita mais
firmeza no movimento da câmera.
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TRAVELLING
Travelling com grua: possibilita um deslocamento
com mais espaço de tempo nos movimentos.
22
ZOOM
Este é um movimento focal da lente da câmera:
ZOOM IN – Movimento de aproximação
ZOOM OUT – Movimento de afastamento
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ZOOM
Neste movimento de câmera devemos tomar cuidado com o
excesso, pois o “amadorismo” pode se tornar evidente. Orienta-
se usar o ZOOM IN ou ZOOM OUT (lentamente), parar a cena,
mudar de ângulo e continuar a gravação, nunca realizar
movimento de entrada e saída seguidos um do outro.
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STEADYCAM
Equipamento para ser acoplado ao corpo do
câmera man, obtendo estabilidade de imagem e
liberdade de movimentos, através de um sistema
de molas e contra - pesos.
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PRODUÇÃO DE ÁUDIO
TRILHA SONORA ORIGINAL
Música instrumental composta especialmente
para o produto, em geral acompanha imagens e,
quando necessário, locução. Tem duração
variada de acordo com o tipo de campanha e
produto e, ainda o quanto pode se gastar com
veiculação nas mídias escolhidas.
TRILHA SONORA PESQUISADA
Idem, porém encontrada em fonogramas já
publicizados. Implica em pagamento de direitos
autorais.
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PRODUÇÃO DE ÁUDIO
VOZES
O timbre vocal dos profissionais chamados para
a execução do material deve estar adequado aos
padrões estéticos exigidos pelo público
consumidor e pelo produto que está sendo
anunciado.
EFEITOS SONOROS
Devem ser inseridos no material com critérios
bem definidos, que reforcem o conteúdo da
mensagem. Um efeito sonoro mal colocado no
material podem comprometer a qualidade da
mensagem.
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Pesquisa de Fotografia
Fontes:
Site - Stock.XCHNG,
The leading FREE stock photo site!
http://www.sxc.hu
Acesso em 08,09 e10/02/2012
Google Images
http://www.google.com
Acesso em 08,09 e10/02/2012

Noções básicas de multimídia

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  • 2.
    2 IDEIA O primeiro passopara a gravação de um vídeo é ter uma ideia. Tente pensar em algo original, que ainda não tenha sido feito, ou em uma nova maneira de abordar algum tema conhecido ou, até mesmo, desconhecido.
  • 3.
    3 ROTEIRO Depois de tera ideia, é hora de colocá-la no papel. Isso significa fazer um roteiro de como serão seus vídeos. No roteiro, você deve especificar muito bem o que quer fazer, onde quer filmar, quem vai aparecer e mais ou menos o que irá ser dito.
  • 4.
    4 ROTEIRO Lembramos que todaprodução audiovisual acontece mediante um planejamento, o qual chamamos de roteiro. Nele estão descritas as cenas, planos, imagens e sons de forma clara. O roteiro não é somente para ser lido, ele existe para ser executado, facilitando sua produção de vídeo. Observação importante para compor o seu roteiro: Sua história tem que ter início, meio e fim.
  • 5.
    5 STORY LINE A partirde uma ideia, escrever algumas linhas de forma simples, clara e objetiva. Em seguida argumentar, desenvolvendo a ideia com mais detalhes: Cenário, Músicas, etc.
  • 6.
    6 STORY BOARD No StoryBoard apresentamos o roteiro por desenhos que representarão as cenas a serem gravadas. Não é necessária a utilização do mesmo; no entanto, ele ajudará o diretor a visualizar a gravação antes da mesma acontecer.
  • 7.
    7 ROTEIRO DE EDIÇÃODE VÍDEO Todo material gravado precisa de decupagem antes da edição. Por isso, a elaboração de um roteiro de edição auxiliará na economia do tempo de uso do equipamento (Ilha de Edição). - Fazer o mapeamento da filmagem (minutagem); - Escolher os planos gravados para serem editados. Nunca esquecer de pontuar o áudio; - Indicar o tempo em que o plano gravado se encontra na fita (no caso de gravação em fita); - Se as imagens forem capturadas por sistema de cartão ou HD (dados), apontar no roteiro de edição o nome do arquivo e pasta em que ela se encontra dentro do seu micro, pontuando o tempo de edição da imagem escolhida;
  • 8.
    8 ROTEIRO DE EDIÇÃODE VÍDEO Plano de vídeo Áudio Vídeo Minutagem Exemplo para compor a planilha do roteiro:
  • 9.
    9 ENQUADRAMENTO O enquadramento éa forma do olhar, é a moldura do quadro a ser gravado pela câmera.
  • 10.
    10 PLANO GERAL -PG É um plano descritivo, mostra o cenário onde irá desenvolver a ação. Pode ser um plano em ambiente externo ou interno.
  • 11.
    11 PLANO CONJUNTO -PC É um plano que apresenta os personagens ou os elementos de ação do cenário.
  • 12.
    12 PLANO MÉDIO -PM Mostra claramente o grupo de personagens, eliminando-se a maior parte do cenário. O vídeo ganha mais força, também conhecido como Plano Americano.
  • 13.
    13 PRIMEIRO PLANO OUCLOSE-UP - PP O enquadramento do ator ou objeto de cena é fechado, estilo uma fotografia 3X4. Neste plano evidencia-se o estado emocional do personagem.
  • 14.
    14 PLANO DETALHE –PD (01) Mostra um detalhe do corpo do personagem, ou objeto de cena.
  • 15.
    15 PLANO DETALHE –PD (02) Mostra um detalhe do corpo do personagem, ou objeto de cena.
  • 16.
    16 MOVIMENTOS DE CÂMERA Enquadramostudo que vemos com o nosso olhar, estamos sempre nos movimentando, assim os movimentos de câmera, em sua maioria, acompanham nosso olhar (esquerda para direita).
  • 17.
    17 PANORÂMICA É o movimentode câmera em que esta gira ao redor do objeto de filmagem (no tripé), sem o deslocamento da mesma.
  • 18.
    18 TILT É uma panorâmicavertical do objeto de cena. Pode ser de cima para baixo ou debaixo para cima.
  • 19.
    19 WHIP PAN Conhecido comochicote, é uma PAN feita de forma acelerada, onde a imagem fica até distorcida, utilizada geralmente em cenas de impacto.
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    20 TRAVELLING É o acompanhamentodo objeto de cena pela câmera, este movimento é utilizado tanto na vertical como na horizontal. Muitas vezes, quando possível, utiliza-se um equipamento chamado “DOLLY” - um suporte para o tripé com “rodinhas”, que possibilita mais firmeza no movimento da câmera.
  • 21.
    21 TRAVELLING Travelling com grua:possibilita um deslocamento com mais espaço de tempo nos movimentos.
  • 22.
    22 ZOOM Este é ummovimento focal da lente da câmera: ZOOM IN – Movimento de aproximação ZOOM OUT – Movimento de afastamento
  • 23.
    23 ZOOM Neste movimento decâmera devemos tomar cuidado com o excesso, pois o “amadorismo” pode se tornar evidente. Orienta- se usar o ZOOM IN ou ZOOM OUT (lentamente), parar a cena, mudar de ângulo e continuar a gravação, nunca realizar movimento de entrada e saída seguidos um do outro.
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    24 STEADYCAM Equipamento para seracoplado ao corpo do câmera man, obtendo estabilidade de imagem e liberdade de movimentos, através de um sistema de molas e contra - pesos.
  • 25.
    25 PRODUÇÃO DE ÁUDIO TRILHASONORA ORIGINAL Música instrumental composta especialmente para o produto, em geral acompanha imagens e, quando necessário, locução. Tem duração variada de acordo com o tipo de campanha e produto e, ainda o quanto pode se gastar com veiculação nas mídias escolhidas. TRILHA SONORA PESQUISADA Idem, porém encontrada em fonogramas já publicizados. Implica em pagamento de direitos autorais.
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    26 PRODUÇÃO DE ÁUDIO VOZES Otimbre vocal dos profissionais chamados para a execução do material deve estar adequado aos padrões estéticos exigidos pelo público consumidor e pelo produto que está sendo anunciado. EFEITOS SONOROS Devem ser inseridos no material com critérios bem definidos, que reforcem o conteúdo da mensagem. Um efeito sonoro mal colocado no material podem comprometer a qualidade da mensagem.
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    27 Pesquisa de Fotografia Fontes: Site- Stock.XCHNG, The leading FREE stock photo site! http://www.sxc.hu Acesso em 08,09 e10/02/2012 Google Images http://www.google.com Acesso em 08,09 e10/02/2012