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Do roteiro ao plano visual
e ao plano de produção.
Prof. Armando Bulcão
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única e exclusivamente à consecução dos objetivos didáticos e
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privado, cuja finalidade é pedagógica e sem fins lucrativos.
Recomenda-se portanto que os documentos e arquivos
acessados não sejam disponibilizados em plataformas abertas
de acesso público.
Preâmbulo – O básico
Um livro simples, objetivo, claro
e abrangente com conceitos
básicos de edição não linear,
ainda que a edição seja de 2012.
Morris, Patrick (2012). Nonlinear
editing , Focal Press
Preâmbulo – Expressão Oral e Escrita
Um dos poucos livros a tratar da
expressão oral – isto é, o texto
(ou diálogos) escritos para serem
falados.
Camara Júnior, Joaquim Mattoso, 1904-1970. C1731
Manual de expressão oral e escrita /por/ J. Mattoso Camara
Jr. 4.ed. Petrópolis, Vozes, 1977. 160p.
Capítulo III - A Elocução: Função Articulatória ........... 27
I. A Articulação em geral ........................... 27
II. A Acentuação ..................................... 33
Capítulo IV - A Elocução: Função Rítmica .................. 35
I. O Jogo das Pausas ................................ 35
II. As Pausas e as Partículas Proclíticas ............ 40
(….)
Capítulo VIII - A Estrutura da Frase ....................... 69
I. A Constituição dos Períodos ....................... 69
II. A Análise Lógica .................................. 74
Aula 1
Pré-visualização
Plano Pictórico – a perspectiva
O Contrato do Amor (1882) - The Draughtsman's Contract
Director: Peter Greenaway
Writer: Peter Greenaway
FONTE: IMDB - http://www.imdb.com/title/tt0083851/?ref_=fn_al_tt_4
Representação – Câmera Escura
Moça com Brinco de Pérola (2003) Girl with a Pearl Earring (original title)
Diretor: Peter Webber
Writers: Tracy Chevalier (novel), Olivia Hetreed (screenplay)
FONTE: IMDB - http://www.imdb.com/title/tt0335119/?ref_=fn_al_tt_1
Câmera escura
Camera CCD
Câmera CMOS
No princípio, o fim.
Edição / Montagem e pré-visualização.
O papel da montagem e do montador nas diferentes etapas
da realização - concepção, realização e finalização de
produtos audiovisuais em suporte de vídeo digital.
• “não contaminação” – Walter Murch
• Workflow - Affonso Beato
• Efeitos Visuais/Processamento Digital de Imagens
• Storyboard e Artes Sequenciais – Will Eisner
• Controle dos componentes visuais – Bruce Block
Pré-Visualização
Transformar um roteiro escrito em uma história
contada em uma tela através de imagens
imagens e sons em movimento.
Esta transformação é o coração e a alma da
narrativa audiovisual.
O processo de visualização é onde os diretores
fazem grande parte do trabalho criativo.
É também o início do trabalho logístico
necessário a uma produção bem sucedida
Porque pré-visualizar?
Realizadores frequentemente tendem a apressar ou ignorar a pré-
visualização.
Mas esta etapa, se realizada com cuidado e de forma correta, pode
garantir uma produção bem sucedida.
No set de filmagem, apesar da pressão, o realizador saberá o que,
porque e como enquadrar, a partir de uma visão unificada do filme.
Possuir uma abordagem visual elaborada de antemão permite duas
coisas:
Um processo de produção - a fase mais cara e estressante - mais
eficiente e tranquila.
Permite responder mais facilmente ao inesperado e ao improviso no
set.
Uma preparação cuidadosa realmente facilita a espontaneidade
criativa durante a produção.
Análise Técnica do Roteiro
O objetivo final do processo de visualização é a a elaboração de um roteiro de
filmagem.
O roteiro de filmagem expressa a estratégia visual e a abordagem estética do diretor
para cada cena do filme.
• que planos serão usados ​​para cobrir uma cena
• detalhes práticos e técnicos destes planos.
• como eles se conectam juntos como uma cena editada.
Ângulos de câmera, tamanhos do plano e movimentos de câmera são marcados
diretamente direito sobre o próprio roteiro.
A equipe do núcleo de criação (diretor de fotografia, direção de arte, Técnico de som,
etc.) efetuam as suas próprias análises técnicas e anotações.
Quando todas as principais análises técnicas são concluídas, concebe-se a estratégia
de logística para a filmagem - organização da ordem em que as cenas será filmado, o
roteiro de gravação.
Numeração da Cena
A linha representa a duração
previsível do plano.
Cada linha é rotulado com o tipo
de plano proposto (isto é, CU ou
MS PAN ou MLS, etc.).
Ao terminar de marcar o roteiro,
visualiza-se:
• a cobertura (plano) esperada
para cada plano;
• a duração estimada de cada
plano
• ações ou diálogo não cobertas
por um plano.
Algumas ações podem ser cobertas
mais de uma vez por diferentes
planos (com várias linhas verticais),
afim de permitir opções na sala de
edição.
Identificador de Plano
Análise de Planos
Identificação de Planos
Atribua um identificador para cada
plano.
Planos são marcados com letras
maiúsculas e em ordem alfabética
começando com (A) em cada cena.
Por exemplo, a cena 01 terá os
planos 1A, 1B, 1C, etc., e a cena
02 terá 2A, 2B, 2C, etc.
Cada plano de cada cena possui
um número de identificação único
e uma descrição básica.
Esta informação será utilizada para
organizar sua lista de planos e
cronograma de filmagens e para
identificar e organizar o material
filmado durante a pós-produção.
O Mar, o Peixe e o Pescador
Ernest Hemingway
Fidel Castro
01/01/2021 01A 01
OBS: Ignore as letras “I” e “O”. Parecem-se a “1” e “0” ,
especialmente se escritos a mão em uma claquete.
CENA PLANO
Visor de Diretor
Visor de diretor Visor de diretor - aplicativos
Visor de contraste Usos
Plantas Baixa da Cena
São ferramentas essenciais de pré-visualização.
Útil no trabalho simultâneo ao desenvolvimento
do roteiro de filmagem
São basicamente desenhos em escala de cada
cada locação.
Auxiliam descobrir detalhes importantes como
o eixo de ação, limites ao posicionamento da
câmera, ao movimento de seus personagens no
espaço, etc.
Planta Baixa
Planta Baixa
Mise en scene do personagem ao redor do monumento
Mise en scene do personagem ao redor do monumento (planta baixa)
1st section of mise en scene with distribution of set-ups
2nd section of mise en scene with distribution of set-ups
3nd section of mise en scene with distribution of set-ups
4nd section of mise en scene with distribution of set-ups
5nd section of mise en scene with distribution of set-ups
1 st section of mise en scene with distribution of set-ups.
Intriga Internacional
storyboards
Storyboards são desenhos de planos,
dispostos no papel na ordem em que
aparecem em uma sequência.
Storyboards devem ser desenhados
em quadros com a mesma proporção
que a sua janela de câmera.
Normalmente, cada quadro de um
storyboard representa um momento
central dentro de um único plano;
No entanto, os planos que incluem
diferentes enquadramentos podem
apresentar um número maior de quadros.
Descrição do Plano
Ações ou diálogo
O movimento dos personagens dentro do quadro
é representado por setas dentro do quadro.
O movimento da câmera é indicado
por setas fora do quadro.
Storyboard - uso
Storyboard são o caminho mais direto para ver o que o seu filme
poderá ser antes mesmo de fotografá-lo.
No mundo profissional, o uso storyboard é bastante idiossincrático.
• o storyboard com base no roteiro de filmagem.
• o oposto - pré visualizar com storyboards e depois transcrever os
resultados para o roteiro de filmagem.
• storyboards com representações detalhadas e intrincadas de
figurinos, cenários, expressões faciais, e iluminação, para
estabelecer o estilo do filme.
• esboços a mão para apenas descobrir o tamanho tiro, direção de
formas e movimentos e sequenciamento.
• storyboards para cada plano da cena
• storyboards apenas para sequências que envolvem uma interação
complexa de movimento, ação, e composição.
Apenas um papel
Pré-visualização é um instrumento valioso do planejamento – visual e
executivo da produção audiovisual.
A pré visualização resulta em uma roteiro decupado, plantas baixas e
storyboards.
É uma primeira versão visualizada, bastante completa, do filme.
Quais e quantos planos serão necessários para contar a história do filme.
O processo de produção é principalmente a realização das decisões criativas
tomadas durante a pré-produção.
No entanto, o processo de pré-visualização é apenas um passo no
desenvolvimento de uma estratégia visual do filme.
Na produção, é comum repensar as escolhas feitas em pré-produção com
base na locação real, na interação com os atores, a iluminação, os problemas
logísticos, e na percepção de como o filme está se constituindo.
Diante de problemas, a pré-visualização permite respostas ágeis e adequadas,
considerando conjunto dos planos.
Idiossincrático*
Storyboard é o caminho mais direto para ver o que o seu filme poderá ser
antes mesmo de fotografá-lo.
No mundo profissional, o uso storyboard é bastante idiossincrático.
• o storyboard com base no roteiro de filmagem.
• o oposto - pré visualizar com storyboards e depois transcrever os
resultados para o roteiro de filmagem.
• storyboards com representações detalhadas e intrincadas de figurinos,
cenários, expressões faciais, e iluminação, para estabelecer o estilo do
filme.
• esboços a mão para apenas descobrir o tamanho do plano, direção de
formas e movimentos e sequenciamento.
• storyboards para cada plano da cena
• storyboards apenas para sequências que envolvem uma interação
complexa de movimento, ação, e composição.
*A palavra idiossincrático não é encontrada no dicionário da língua portuguesa, porém, é a forma mais usual da palavra idiossincrásico.
Idiossincrásico é um adjetivo que se refere à idiossincrasia, que é a maneira de ver, de sentir e de reagir, própria de cada pessoa.
http://www.significados.com.br/idiossincratico/ )
Pré-visualização: um método
Enquadramento e edição determinam o
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quadro.
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a atenção do seu público.
Alexander Mackendrick (From On Filmmaking)
EXEMPLO 1
EXEMPLO 2
WORKFLOWS – DA CRIAÇÃO à FINALIZAÇÃO
Apresentação de workflows de criação e pré
produção - roteiro, storyboard, análise técnica e
desenho de produção.
Cases:
Ar condicionado
OBAV 01/2015
canal youtube
https://www.youtube.com/user/armandobulcao/pl
aylists?sort=dd&view=1&flow=list
Exercício 1
6. OVER THE SHOULDER
6.1 OVER THE SHOULDER:
Over the shoulder (OTS) or (OSS)
7. EXERCICIO: IDENTIFIQUE E NOMEIE OS PLANOS A SEGUIR CONFORME EXEMPLOS ACIMA
7.1 7.2 7.3
7.4 7.5 7.6
7.7 7.8 7.9
7.10 7.11 7.12
7.13 7.14 7.15
7.16 7.17 7.18
7.19 7.20 7.21
7.22
1. Baixe o arquivo Planos.celtx
2. identifique e nomeie os planos da sequencia
7 conforme exemplos nas sequencias
anteriores
1. Utilizando o aplicativo Celtx, produza um storyboard de uma sequencia simples com
até 12 planos utilizando:
A. Desenhos a mão
I. utilize página padrão (quadros 16X9) ou similar
II. capture os desenhos (celular/câmera/scanner, etc.)
B. Fotos de celular (na posição horizontal, melhor definição disponível, formato
16X9)
III. formate em .png ou .jpeg os arquivos de imagem
IV. insira os arquivos formatados no “Storyboard vazio 02 (exercicio)” do
arquivo Celtx Planos
Exercício 2
Sequencia simples
Com base em um ou mais esquemas apresentados no capitulo 5. do livro Directing
Motion Pictures crie um storyboard (utilizando desenho, foto, etc) no Celtx que
apresente qualidade de composição, crescendo visual-dramático e continuidade
espacial.
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01 2016
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Do roteiro ao plano visual / plano de produção

  • 1. Do roteiro ao plano visual e ao plano de produção. Prof. Armando Bulcão
  • 2. IMPORTANTE: Todos os documentos disponíveis através de links contidos neste documento são de uso privado e particular, destinados única e exclusivamente à consecução dos objetivos didáticos e pedagógicos do curso. Portanto, para acessar o arquivo, é necessário solicitar permissão. Ao solicitar e obter tal permissão, o solicitante – identificado -- torna-se o único e exclusivo responsável por eventual reprodução e difusão do material - e posteriores a este acesso privado, cuja finalidade é pedagógica e sem fins lucrativos. Recomenda-se portanto que os documentos e arquivos acessados não sejam disponibilizados em plataformas abertas de acesso público.
  • 3. Preâmbulo – O básico Um livro simples, objetivo, claro e abrangente com conceitos básicos de edição não linear, ainda que a edição seja de 2012. Morris, Patrick (2012). Nonlinear editing , Focal Press
  • 4. Preâmbulo – Expressão Oral e Escrita Um dos poucos livros a tratar da expressão oral – isto é, o texto (ou diálogos) escritos para serem falados. Camara Júnior, Joaquim Mattoso, 1904-1970. C1731 Manual de expressão oral e escrita /por/ J. Mattoso Camara Jr. 4.ed. Petrópolis, Vozes, 1977. 160p. Capítulo III - A Elocução: Função Articulatória ........... 27 I. A Articulação em geral ........................... 27 II. A Acentuação ..................................... 33 Capítulo IV - A Elocução: Função Rítmica .................. 35 I. O Jogo das Pausas ................................ 35 II. As Pausas e as Partículas Proclíticas ............ 40 (….) Capítulo VIII - A Estrutura da Frase ....................... 69 I. A Constituição dos Períodos ....................... 69 II. A Análise Lógica .................................. 74
  • 6. Plano Pictórico – a perspectiva O Contrato do Amor (1882) - The Draughtsman's Contract Director: Peter Greenaway Writer: Peter Greenaway FONTE: IMDB - http://www.imdb.com/title/tt0083851/?ref_=fn_al_tt_4
  • 7. Representação – Câmera Escura Moça com Brinco de Pérola (2003) Girl with a Pearl Earring (original title) Diretor: Peter Webber Writers: Tracy Chevalier (novel), Olivia Hetreed (screenplay) FONTE: IMDB - http://www.imdb.com/title/tt0335119/?ref_=fn_al_tt_1
  • 11. No princípio, o fim. Edição / Montagem e pré-visualização. O papel da montagem e do montador nas diferentes etapas da realização - concepção, realização e finalização de produtos audiovisuais em suporte de vídeo digital. • “não contaminação” – Walter Murch • Workflow - Affonso Beato • Efeitos Visuais/Processamento Digital de Imagens • Storyboard e Artes Sequenciais – Will Eisner • Controle dos componentes visuais – Bruce Block
  • 12. Pré-Visualização Transformar um roteiro escrito em uma história contada em uma tela através de imagens imagens e sons em movimento. Esta transformação é o coração e a alma da narrativa audiovisual. O processo de visualização é onde os diretores fazem grande parte do trabalho criativo. É também o início do trabalho logístico necessário a uma produção bem sucedida
  • 13. Porque pré-visualizar? Realizadores frequentemente tendem a apressar ou ignorar a pré- visualização. Mas esta etapa, se realizada com cuidado e de forma correta, pode garantir uma produção bem sucedida. No set de filmagem, apesar da pressão, o realizador saberá o que, porque e como enquadrar, a partir de uma visão unificada do filme. Possuir uma abordagem visual elaborada de antemão permite duas coisas: Um processo de produção - a fase mais cara e estressante - mais eficiente e tranquila. Permite responder mais facilmente ao inesperado e ao improviso no set. Uma preparação cuidadosa realmente facilita a espontaneidade criativa durante a produção.
  • 14. Análise Técnica do Roteiro O objetivo final do processo de visualização é a a elaboração de um roteiro de filmagem. O roteiro de filmagem expressa a estratégia visual e a abordagem estética do diretor para cada cena do filme. • que planos serão usados ​​para cobrir uma cena • detalhes práticos e técnicos destes planos. • como eles se conectam juntos como uma cena editada. Ângulos de câmera, tamanhos do plano e movimentos de câmera são marcados diretamente direito sobre o próprio roteiro. A equipe do núcleo de criação (diretor de fotografia, direção de arte, Técnico de som, etc.) efetuam as suas próprias análises técnicas e anotações. Quando todas as principais análises técnicas são concluídas, concebe-se a estratégia de logística para a filmagem - organização da ordem em que as cenas será filmado, o roteiro de gravação.
  • 15. Numeração da Cena A linha representa a duração previsível do plano. Cada linha é rotulado com o tipo de plano proposto (isto é, CU ou MS PAN ou MLS, etc.). Ao terminar de marcar o roteiro, visualiza-se: • a cobertura (plano) esperada para cada plano; • a duração estimada de cada plano • ações ou diálogo não cobertas por um plano. Algumas ações podem ser cobertas mais de uma vez por diferentes planos (com várias linhas verticais), afim de permitir opções na sala de edição. Identificador de Plano Análise de Planos
  • 16. Identificação de Planos Atribua um identificador para cada plano. Planos são marcados com letras maiúsculas e em ordem alfabética começando com (A) em cada cena. Por exemplo, a cena 01 terá os planos 1A, 1B, 1C, etc., e a cena 02 terá 2A, 2B, 2C, etc. Cada plano de cada cena possui um número de identificação único e uma descrição básica. Esta informação será utilizada para organizar sua lista de planos e cronograma de filmagens e para identificar e organizar o material filmado durante a pós-produção. O Mar, o Peixe e o Pescador Ernest Hemingway Fidel Castro 01/01/2021 01A 01 OBS: Ignore as letras “I” e “O”. Parecem-se a “1” e “0” , especialmente se escritos a mão em uma claquete. CENA PLANO
  • 17. Visor de Diretor Visor de diretor Visor de diretor - aplicativos Visor de contraste Usos
  • 18. Plantas Baixa da Cena São ferramentas essenciais de pré-visualização. Útil no trabalho simultâneo ao desenvolvimento do roteiro de filmagem São basicamente desenhos em escala de cada cada locação. Auxiliam descobrir detalhes importantes como o eixo de ação, limites ao posicionamento da câmera, ao movimento de seus personagens no espaço, etc.
  • 21.
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  • 26. Mise en scene do personagem ao redor do monumento
  • 27. Mise en scene do personagem ao redor do monumento (planta baixa)
  • 28. 1st section of mise en scene with distribution of set-ups
  • 29. 2nd section of mise en scene with distribution of set-ups
  • 30. 3nd section of mise en scene with distribution of set-ups
  • 31. 4nd section of mise en scene with distribution of set-ups
  • 32. 5nd section of mise en scene with distribution of set-ups
  • 33. 1 st section of mise en scene with distribution of set-ups.
  • 35. storyboards Storyboards são desenhos de planos, dispostos no papel na ordem em que aparecem em uma sequência. Storyboards devem ser desenhados em quadros com a mesma proporção que a sua janela de câmera. Normalmente, cada quadro de um storyboard representa um momento central dentro de um único plano; No entanto, os planos que incluem diferentes enquadramentos podem apresentar um número maior de quadros. Descrição do Plano Ações ou diálogo O movimento dos personagens dentro do quadro é representado por setas dentro do quadro. O movimento da câmera é indicado por setas fora do quadro.
  • 36. Storyboard - uso Storyboard são o caminho mais direto para ver o que o seu filme poderá ser antes mesmo de fotografá-lo. No mundo profissional, o uso storyboard é bastante idiossincrático. • o storyboard com base no roteiro de filmagem. • o oposto - pré visualizar com storyboards e depois transcrever os resultados para o roteiro de filmagem. • storyboards com representações detalhadas e intrincadas de figurinos, cenários, expressões faciais, e iluminação, para estabelecer o estilo do filme. • esboços a mão para apenas descobrir o tamanho tiro, direção de formas e movimentos e sequenciamento. • storyboards para cada plano da cena • storyboards apenas para sequências que envolvem uma interação complexa de movimento, ação, e composição.
  • 37. Apenas um papel Pré-visualização é um instrumento valioso do planejamento – visual e executivo da produção audiovisual. A pré visualização resulta em uma roteiro decupado, plantas baixas e storyboards. É uma primeira versão visualizada, bastante completa, do filme. Quais e quantos planos serão necessários para contar a história do filme. O processo de produção é principalmente a realização das decisões criativas tomadas durante a pré-produção. No entanto, o processo de pré-visualização é apenas um passo no desenvolvimento de uma estratégia visual do filme. Na produção, é comum repensar as escolhas feitas em pré-produção com base na locação real, na interação com os atores, a iluminação, os problemas logísticos, e na percepção de como o filme está se constituindo. Diante de problemas, a pré-visualização permite respostas ágeis e adequadas, considerando conjunto dos planos.
  • 38. Idiossincrático* Storyboard é o caminho mais direto para ver o que o seu filme poderá ser antes mesmo de fotografá-lo. No mundo profissional, o uso storyboard é bastante idiossincrático. • o storyboard com base no roteiro de filmagem. • o oposto - pré visualizar com storyboards e depois transcrever os resultados para o roteiro de filmagem. • storyboards com representações detalhadas e intrincadas de figurinos, cenários, expressões faciais, e iluminação, para estabelecer o estilo do filme. • esboços a mão para apenas descobrir o tamanho do plano, direção de formas e movimentos e sequenciamento. • storyboards para cada plano da cena • storyboards apenas para sequências que envolvem uma interação complexa de movimento, ação, e composição. *A palavra idiossincrático não é encontrada no dicionário da língua portuguesa, porém, é a forma mais usual da palavra idiossincrásico. Idiossincrásico é um adjetivo que se refere à idiossincrasia, que é a maneira de ver, de sentir e de reagir, própria de cada pessoa. http://www.significados.com.br/idiossincratico/ )
  • 39. Pré-visualização: um método Enquadramento e edição determinam o caminho do olhar do espectador sobre o quadro. O que um diretor de cinema realmente dirige é a atenção do seu público. Alexander Mackendrick (From On Filmmaking)
  • 41.
  • 42.
  • 43.
  • 45. WORKFLOWS – DA CRIAÇÃO à FINALIZAÇÃO Apresentação de workflows de criação e pré produção - roteiro, storyboard, análise técnica e desenho de produção. Cases: Ar condicionado OBAV 01/2015 canal youtube https://www.youtube.com/user/armandobulcao/pl aylists?sort=dd&view=1&flow=list
  • 46. Exercício 1 6. OVER THE SHOULDER 6.1 OVER THE SHOULDER: Over the shoulder (OTS) or (OSS) 7. EXERCICIO: IDENTIFIQUE E NOMEIE OS PLANOS A SEGUIR CONFORME EXEMPLOS ACIMA 7.1 7.2 7.3 7.4 7.5 7.6 7.7 7.8 7.9 7.10 7.11 7.12 7.13 7.14 7.15 7.16 7.17 7.18 7.19 7.20 7.21 7.22 1. Baixe o arquivo Planos.celtx 2. identifique e nomeie os planos da sequencia 7 conforme exemplos nas sequencias anteriores
  • 47. 1. Utilizando o aplicativo Celtx, produza um storyboard de uma sequencia simples com até 12 planos utilizando: A. Desenhos a mão I. utilize página padrão (quadros 16X9) ou similar II. capture os desenhos (celular/câmera/scanner, etc.) B. Fotos de celular (na posição horizontal, melhor definição disponível, formato 16X9) III. formate em .png ou .jpeg os arquivos de imagem IV. insira os arquivos formatados no “Storyboard vazio 02 (exercicio)” do arquivo Celtx Planos Exercício 2
  • 48. Sequencia simples Com base em um ou mais esquemas apresentados no capitulo 5. do livro Directing Motion Pictures crie um storyboard (utilizando desenho, foto, etc) no Celtx que apresente qualidade de composição, crescendo visual-dramático e continuidade espacial. Exercício continuidade
  • 49. Exercício Exemplo 1: Conversa a três Prof. David Pennington Prof. Armando Bulcão Disciplinas: Foto 1/Som 1/EDM 1 01 2016
  • 50. Planos Plano 01 Plano 02 Plano 03 A BC A C B A CB A C B
  • 54. A C B Plano 01 A CB Plano 02 A C B Plano 03 A C Plano 04 A C Plano 05 C A Plano 07 AC Plano 09 Plano 06 C B Plano 07 A CC B
  • 55. Exercício dialogo de três EDM 01
  • 65. Materiais diversos • Composição do quadro Futuro do Pretérito (exercício) http://www.slideshare.net/secret/eggqQXx8GOJhlw • Storyboard Celtx – Planos https://drive.google.com/file/d/0Bwx9qlVFYxtPT20xM k1lal9Ic28/view?usp=sharing • Tutorial Celtx http://www.slideshare.net/secret/nDaLLqH33AMZhq