NEGOCIAÇÃO




Prof. Fernanda Carvalho
Características

    Alguns veículos trabalham com uma tabela
    que foi feita para dar desconto, com isso os
    veículos que operam com estas tabelas
    alimentam a questão “do desconto pelo
    desconto”.

    Fazem suas tabelas superdimensionadas,
    para quando derem descontos (de 30 a
    50%) de que os anunciantes tanto gostam,
    ficarem assim nos valores reais.

    Contudo, qdo os descontos chegam a 90%
    sem muitas pré-condições, e são concedidos
    por veículos de porte, é sinal de que não se
    está dando a mínima bola a tabela de preços
    desses veículos.

    Também com isso desrespeitam os clientes, pq no final
    fazem papel de bobos os que se vangloriam de
    conseguir 50% de desconto nesses veículos que
    operam com até 90% de desconto.

    Quem crê que quanto mais alto o desconto,
    melhor a eficiência da veiculação, esquece-se
    de que negociar mídia da maneira correta é
    mais compelxo que negociar compra de
    enlçatados por uma rede de supermercados,
    por ex.

    O consumidor avalia o custo de um enlatado em fç do
    preço, mediado em peso. E o seu benefício, ele avalia
    pela qualidade do produto, mensurada em fç da
    procedência dos ingredientes, embalagem, sabor,
    aroma, textura, etc. resultando na simbiose
    cuto/benefício.

                 Comercialização

    A compra de mídia é uma “mercadoria” bem
    mais difícil de ser avaliada, pois o que se
    compra prioritariamente é o “grau de
    lembrança” que o veículo conseguirá no
    público ao veicular o anúncio (cuja qualidade
    criativa não é levada em conta aqui, para
    podermos desenvolver o raciocínio) e não
    somente o tempo ou o espaço físico, que
    são apenas “os meios” usados pela
    publicidade para levar a mensagem ao
    público.

    Por isso são meios de comunicação – assim
    avalia-se a capacidade deatingimento e de
    fazer lembrar.

    O custo da mídia é avaliado pela tabela e medido por
    segundos (caso TV), página, colunas/cm, ou m2 nos
    paineis.

    O benefício nos seus fatores tangíveis como tipo de
    público a aser atingido, população, quantidade de
    audiência, circulação, cobertura, frequência de
    exposição, GRP, com é avaliado mediante dados de
    pesquisas, critérios estaísticos e matemáticos. E nos
    seus fatores abstratos, é avaliado subjetivamente por
    meio de adequações do veículo com o produto, com o
    anúncio, com os objetivos, a força de comunicação e o
    envolvimentos do veículo, etc.

    Qto pior for o custo/benefício do veículo, em relação ao
    veículo líder do seu segmento ou em relação a média
    de custo/benefício do meio, maior deve ser o desconto
    a ser conseguido.

    tabela do próprio veículo.

    Porém, a todo instante usar de ÉTICA.

    As corretas quantificação de pessoas atingidas ou
    residentes em domicílios com TV em cada mercado –
    informações de que se valem as emissoras para
    fazerem suas tabelas de preços. Além dos dados de
    audiência. A partir desses dados podem calcular as
    audiência s em números absolutos e os CPM.ações de
    que se valem as emissoras para fazerem suas tabelas
    de preços. Além dos dados de audiência. A partir
    desses dados podem calcular as audiência s em
    números absolutos e os CPM.

    Outros fatores podem influenciar na decisão;

    - demanda;
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    - preços dos concorrentes;

    - qualificação do público;

    - histórico de audiências

    - estimativas de audiências para os meses seguintes;

    - Importãncia econômica do mercado

    - “a sensibilidade” do diretor comercial da emissora.

    Porém, custos de produção não podem interferir nesta
    tomada de decisão.

    As tabelas devem conter a comissão de agência, uma
    vez que esta não pode ser dada como desconto.

     As bonicações devem ser repassadas aos clientes;

    Especialmente no caso dos Bvs é que as agências
    podem decidir se repassam ou não aos clientes, pois é
    dado pelo volume total dos cliente e não de um
    especificamente.

    Assim, a negociação deve ser em cima do montate da
    verba aplicada no veículo e para cada item importante
    que aquele veículo apresente “pensa-se” num valor de
    desconto.

    A reserva pode ser verbal ou por email, mas
    qdo se compra manda-se a PI com valor
    bruto. O veículo manda uma fatura em nome
    do cliente, AC da agência, nesse valor,
    constando na NF que está concedendo 20%
    desconto obrigatório à agência e que o valor
    que ele receberá ser de x (o custo – os
    20%), que será o valor líquido.

    Comissão de agência – a agência pode
    receber tudo e repassar a quantia do
    veículo, ou receber a comissão do veículo
    ou ainda receber sireto do cliente somente a
    comissão. (disso no máximo só poderá 5% da sua
    comissão dependenedo da verba anual – ver CENP)

Negociação

  • 1.
  • 2.
    Características  Alguns veículos trabalham com uma tabela que foi feita para dar desconto, com isso os veículos que operam com estas tabelas alimentam a questão “do desconto pelo desconto”.  Fazem suas tabelas superdimensionadas, para quando derem descontos (de 30 a 50%) de que os anunciantes tanto gostam, ficarem assim nos valores reais.  Contudo, qdo os descontos chegam a 90% sem muitas pré-condições, e são concedidos por veículos de porte, é sinal de que não se está dando a mínima bola a tabela de preços desses veículos.
  • 3.
    Também com isso desrespeitam os clientes, pq no final fazem papel de bobos os que se vangloriam de conseguir 50% de desconto nesses veículos que operam com até 90% de desconto.  Quem crê que quanto mais alto o desconto, melhor a eficiência da veiculação, esquece-se de que negociar mídia da maneira correta é mais compelxo que negociar compra de enlçatados por uma rede de supermercados, por ex.  O consumidor avalia o custo de um enlatado em fç do preço, mediado em peso. E o seu benefício, ele avalia pela qualidade do produto, mensurada em fç da procedência dos ingredientes, embalagem, sabor, aroma, textura, etc. resultando na simbiose cuto/benefício.
  • 4.
    Comercialização  A compra de mídia é uma “mercadoria” bem mais difícil de ser avaliada, pois o que se compra prioritariamente é o “grau de lembrança” que o veículo conseguirá no público ao veicular o anúncio (cuja qualidade criativa não é levada em conta aqui, para podermos desenvolver o raciocínio) e não somente o tempo ou o espaço físico, que são apenas “os meios” usados pela publicidade para levar a mensagem ao público.  Por isso são meios de comunicação – assim avalia-se a capacidade deatingimento e de fazer lembrar.
  • 5.
    O custo da mídia é avaliado pela tabela e medido por segundos (caso TV), página, colunas/cm, ou m2 nos paineis.  O benefício nos seus fatores tangíveis como tipo de público a aser atingido, população, quantidade de audiência, circulação, cobertura, frequência de exposição, GRP, com é avaliado mediante dados de pesquisas, critérios estaísticos e matemáticos. E nos seus fatores abstratos, é avaliado subjetivamente por meio de adequações do veículo com o produto, com o anúncio, com os objetivos, a força de comunicação e o envolvimentos do veículo, etc.  Qto pior for o custo/benefício do veículo, em relação ao veículo líder do seu segmento ou em relação a média de custo/benefício do meio, maior deve ser o desconto a ser conseguido.
  • 6.
    tabela do próprio veículo.  Porém, a todo instante usar de ÉTICA.  As corretas quantificação de pessoas atingidas ou residentes em domicílios com TV em cada mercado – informações de que se valem as emissoras para fazerem suas tabelas de preços. Além dos dados de audiência. A partir desses dados podem calcular as audiência s em números absolutos e os CPM.ações de que se valem as emissoras para fazerem suas tabelas de preços. Além dos dados de audiência. A partir desses dados podem calcular as audiência s em números absolutos e os CPM.  Outros fatores podem influenciar na decisão;  - demanda;  - preços dos concorrentes;  - qualificação do público;
  • 7.
    - histórico de audiências  - estimativas de audiências para os meses seguintes;  - Importãncia econômica do mercado  - “a sensibilidade” do diretor comercial da emissora.  Porém, custos de produção não podem interferir nesta tomada de decisão.  As tabelas devem conter a comissão de agência, uma vez que esta não pode ser dada como desconto.  As bonicações devem ser repassadas aos clientes;  Especialmente no caso dos Bvs é que as agências podem decidir se repassam ou não aos clientes, pois é dado pelo volume total dos cliente e não de um especificamente.  Assim, a negociação deve ser em cima do montate da verba aplicada no veículo e para cada item importante que aquele veículo apresente “pensa-se” num valor de desconto.
  • 8.
    A reserva pode ser verbal ou por email, mas qdo se compra manda-se a PI com valor bruto. O veículo manda uma fatura em nome do cliente, AC da agência, nesse valor, constando na NF que está concedendo 20% desconto obrigatório à agência e que o valor que ele receberá ser de x (o custo – os 20%), que será o valor líquido.  Comissão de agência – a agência pode receber tudo e repassar a quantia do veículo, ou receber a comissão do veículo ou ainda receber sireto do cliente somente a comissão. (disso no máximo só poderá 5% da sua comissão dependenedo da verba anual – ver CENP)