O documento analisa a Declaração de Salamanca e o Decreto-Lei 3/2008 à luz de princípios como diversidade, inclusão, direito à diferença e individualização. Embora o decreto reconheça esses princípios, a autora argumenta que ele ainda não trata a inclusão de forma abrangente nem respeita completamente a diversidade dos alunos. A Declaração defende uma abordagem mais flexível centrada nas necessidades individuais de cada criança.