PREVENÇÃO DAS
TOXICODEPENDÊNCIAS


    Escola B. e S. Padre Manuel
    Álvares
Toxicodependência, O QUE É?

        É a necessidade de consumir
      drogas ou álcool, de tal forma que
        se não for consumida dá-se a
     chamada ressaca (como os seguintes
          sintomas: febre, tremores,
             dores musculares)…

                  (http://cmrsul.gpsaude.pt/)
A necessidade de consumir drogas ou álcool
 é tanta que a pessoa deixa de trabalhar, de
   ir para a escola, de ter boas relações ou
      mesmo de cumprir/obedecer à lei.
  Geralmente a qualidade de vida degrada-
       se e o sujeito começa a isolar-se
  socialmente, ao ponto de já não conseguir
              estar com pessoas.
A tradição já não é o que era

 A ação preventiva pretende:
  Educar os indivíduos para que mantenham relações
   responsáveis com as drogas;
  Atrasar a idade de início de consumo;
  Modificar condições do meio sociocultural;
  Intervir nas causa do mal-estar individual;
  Oferecer alternativas de vida saudáveis.
Prevenção
 Primária – são propostas de ação que ocorrem antes
  das pessoas estabelecerem contato com as drogas.

 Secundária  – a este nível, as ações dirigem-se a grupos
  ou indivíduos de quem se sabe já terem contatado
  com o consumo de drogas.

 Terciária – relaciona-se já com o tratamento e
  reabilitação das pessoas cujo consumo de drogas
  gerou um conjunto de problemas inerentes à
  toxicodependência.
AS DROGAS
Os jovens interessam-se por drogas, devido:
 Curiosidade
 Desejo de viver outras experiências
 Desejo de testar limites e transgredir regras
 Pressão dos pares
 Desafio à autoridade
 Desejo de afirmação
 Informação incorreta ou ausência de informação.
VERDADES
    &
MENTIRAS
Existem muitas ideias ligadas ao
 consumo de drogas que são vistas
como factos, que no entanto nunca
foram demonstrados… não passam
   de mitos que no fundo servem
      apenas para sossegar as
    consequências individuais e
             coletivas.
O álcool não é uma droga
               ERRADO
Apesar da sua aquisição ser legal, o álcool é
   uma droga, pois actua sobre o sistema
 nervoso central, provocando alterações da
 perceção, do movimento, dos reflexos e da
   capacidade de avaliação das situações,
  podendo provocar dependência física e
        psíquica (alcoolismo crónico)
O café e o chá preto contêm substâncias
   que atuam sobre o sistema nervoso
                  central
                     CERTO
A cafeína presente no café e a teofilina encontrada
 neste chá pertencem a um grupo de substâncias
 chamadas xantinas que, após serem consumidas,
 distribuem-se por todo o organismo, acumulando-se
 principalmente no sistema nervoso central e,
 estimulam-no.
Se beber pouco posso conduzir à
    vontade, pois não interfere nas
         minhas capacidades!
                   ERRADO
Mesmo consumidas em pequenas quantidades, as
 bebidas alcoólicas afetam a capacidade de
 concentração, a atenção, o movimento e o tempo de
 reação. E o pior é que o consumidor sente
 precisamente o contrário…
Quando saio com os meus amigos e
bebo álcool divirto-me muito mais!

                   ERRADO
A capacidade das pessoas se divertirem tem a ver
 com os laços que se criam e com o convívio que se
 estabelece entre elas. Não depende do consumo
 de substâncias psicoativas.
Ninguém prescinde da diversão. É
necessário estar ciente dos riscos.
As pessoas que fumam haxixe não
    correm o risco de ficarem
         dependentes!
                   ERRADO
Aparentemente o haxixe não provoca dependência
física mas há fatores individuais e sociais que podem
levar à necessidade de o consumir compulsivamente
            e à dependência psicológica.
Deixar de fumar (tabaco) aumenta a
 esperança de vida do ex-fumador.
                     CERTO
Embora muitos fumadores acreditem que o tabaco já
 provocou estragos irreparáveis durante o período de
  tempo em que fumaram e que a sua saúde não vai
  melhorar, estão enganados; um ano após deixar de
    fumar o seu risco de sofrer um ataque cardíaco
              diminui em cerca de 50%.
As pastilhas (ecstasy) não causam
dependência física, por isso não fazem
                 mal.
                  ERRADO
Embora as pastilhas não provoquem dependência
     física, o seu consumo pode provocar uma
 necessidade irresistível de consumo (dependência
psicológica) que pode ser facilitado pelos contextos
  de diversão (bares, discotecas, raves) em que o
                   consumo ocorre.
Só quem tem problemas é que
           consome drogas.
                   ERRADO
O facto é que toda a gente tem problemas, mais ou
 menos graves, e a maior parte das pessoas não
 consome drogas. A verdade é que por muito bom
 que pareça o efeito de uma droga, ela não faz com
 que os problemas desapareçam e, devido ao
 consumo de algumas substâncias, os indivíduos
 perdem a capacidade de lidar com a realidade.
Não corro qualquer risco só por
             experimentar.
                   ERRADO
É  a partir da primeira experiência que se começa a
  consumir drogas.
 Só se experimenta uma vez.
 O risco que se corre é o de passar de consumos
  esporádicos para os compulsivos, tornando-se
  assim viciado numa substância que só nos traz
  consequências negativas ao nosso organismo.
Se controlares, não acontece nada.
                  ERRADO
Muitas vezes pensa-se que controlar é sinónimo de
    aguentar. As pessoas que mais aguentam ao
   consumirem drogas, é porque o seu corpo se
  habituou a elas, e portanto, têm maior risco de
          desenvolver uma dependência.
Os jovens devem ser estimulados e elogiados nos seus
comportamentos positivos, assim como responsabilizados
pelos seus comportamentos incorreto ou negativos.
É importante não ser repressivo, nem demasiado
permissivo.

O seu filho precisa tanto de regras e de limites como de
afeto
Partilhar com os
filhos a dimensão
divertida
da vida é uma das
formas de criar
condições
para que eles se
sintam seguros e
amados
e se tornem
pessoas melhor
preparadas.
A participação
em actividades
extra-
curriculares
possibilita que
as crianças
tenham
interesses
e motivações
próprias.
Referências bibliográficas:
 www.dgs.pt
 www.idt.pt
 Capítulo das Crenças do Dossier de Apoio ao
  Atlante
 Revista TOXICODEPENDÊNCIAS ® Edição SPTT
  Volume 6 Número 3 Ano 2000 pp.61-68

Mitos

  • 1.
    PREVENÇÃO DAS TOXICODEPENDÊNCIAS Escola B. e S. Padre Manuel Álvares
  • 2.
    Toxicodependência, O QUEÉ? É a necessidade de consumir drogas ou álcool, de tal forma que se não for consumida dá-se a chamada ressaca (como os seguintes sintomas: febre, tremores, dores musculares)… (http://cmrsul.gpsaude.pt/)
  • 3.
    A necessidade de consumirdrogas ou álcool é tanta que a pessoa deixa de trabalhar, de ir para a escola, de ter boas relações ou mesmo de cumprir/obedecer à lei. Geralmente a qualidade de vida degrada- se e o sujeito começa a isolar-se socialmente, ao ponto de já não conseguir estar com pessoas.
  • 4.
    A tradição jánão é o que era A ação preventiva pretende:  Educar os indivíduos para que mantenham relações responsáveis com as drogas;  Atrasar a idade de início de consumo;  Modificar condições do meio sociocultural;  Intervir nas causa do mal-estar individual;  Oferecer alternativas de vida saudáveis.
  • 5.
    Prevenção  Primária –são propostas de ação que ocorrem antes das pessoas estabelecerem contato com as drogas.  Secundária – a este nível, as ações dirigem-se a grupos ou indivíduos de quem se sabe já terem contatado com o consumo de drogas.  Terciária – relaciona-se já com o tratamento e reabilitação das pessoas cujo consumo de drogas gerou um conjunto de problemas inerentes à toxicodependência.
  • 6.
    AS DROGAS Os jovensinteressam-se por drogas, devido:  Curiosidade  Desejo de viver outras experiências  Desejo de testar limites e transgredir regras  Pressão dos pares  Desafio à autoridade  Desejo de afirmação  Informação incorreta ou ausência de informação.
  • 7.
    VERDADES & MENTIRAS
  • 8.
    Existem muitas ideiasligadas ao consumo de drogas que são vistas como factos, que no entanto nunca foram demonstrados… não passam de mitos que no fundo servem apenas para sossegar as consequências individuais e coletivas.
  • 9.
    O álcool nãoé uma droga ERRADO Apesar da sua aquisição ser legal, o álcool é uma droga, pois actua sobre o sistema nervoso central, provocando alterações da perceção, do movimento, dos reflexos e da capacidade de avaliação das situações, podendo provocar dependência física e psíquica (alcoolismo crónico)
  • 10.
    O café eo chá preto contêm substâncias que atuam sobre o sistema nervoso central CERTO A cafeína presente no café e a teofilina encontrada neste chá pertencem a um grupo de substâncias chamadas xantinas que, após serem consumidas, distribuem-se por todo o organismo, acumulando-se principalmente no sistema nervoso central e, estimulam-no.
  • 11.
    Se beber poucoposso conduzir à vontade, pois não interfere nas minhas capacidades! ERRADO Mesmo consumidas em pequenas quantidades, as bebidas alcoólicas afetam a capacidade de concentração, a atenção, o movimento e o tempo de reação. E o pior é que o consumidor sente precisamente o contrário…
  • 12.
    Quando saio comos meus amigos e bebo álcool divirto-me muito mais! ERRADO A capacidade das pessoas se divertirem tem a ver com os laços que se criam e com o convívio que se estabelece entre elas. Não depende do consumo de substâncias psicoativas.
  • 13.
    Ninguém prescinde dadiversão. É necessário estar ciente dos riscos.
  • 14.
    As pessoas quefumam haxixe não correm o risco de ficarem dependentes! ERRADO Aparentemente o haxixe não provoca dependência física mas há fatores individuais e sociais que podem levar à necessidade de o consumir compulsivamente e à dependência psicológica.
  • 15.
    Deixar de fumar(tabaco) aumenta a esperança de vida do ex-fumador. CERTO Embora muitos fumadores acreditem que o tabaco já provocou estragos irreparáveis durante o período de tempo em que fumaram e que a sua saúde não vai melhorar, estão enganados; um ano após deixar de fumar o seu risco de sofrer um ataque cardíaco diminui em cerca de 50%.
  • 16.
    As pastilhas (ecstasy)não causam dependência física, por isso não fazem mal. ERRADO Embora as pastilhas não provoquem dependência física, o seu consumo pode provocar uma necessidade irresistível de consumo (dependência psicológica) que pode ser facilitado pelos contextos de diversão (bares, discotecas, raves) em que o consumo ocorre.
  • 17.
    Só quem temproblemas é que consome drogas. ERRADO O facto é que toda a gente tem problemas, mais ou menos graves, e a maior parte das pessoas não consome drogas. A verdade é que por muito bom que pareça o efeito de uma droga, ela não faz com que os problemas desapareçam e, devido ao consumo de algumas substâncias, os indivíduos perdem a capacidade de lidar com a realidade.
  • 18.
    Não corro qualquerrisco só por experimentar. ERRADO É a partir da primeira experiência que se começa a consumir drogas.  Só se experimenta uma vez.  O risco que se corre é o de passar de consumos esporádicos para os compulsivos, tornando-se assim viciado numa substância que só nos traz consequências negativas ao nosso organismo.
  • 19.
    Se controlares, nãoacontece nada. ERRADO Muitas vezes pensa-se que controlar é sinónimo de aguentar. As pessoas que mais aguentam ao consumirem drogas, é porque o seu corpo se habituou a elas, e portanto, têm maior risco de desenvolver uma dependência.
  • 20.
    Os jovens devemser estimulados e elogiados nos seus comportamentos positivos, assim como responsabilizados pelos seus comportamentos incorreto ou negativos. É importante não ser repressivo, nem demasiado permissivo. O seu filho precisa tanto de regras e de limites como de afeto
  • 21.
    Partilhar com os filhosa dimensão divertida da vida é uma das formas de criar condições para que eles se sintam seguros e amados e se tornem pessoas melhor preparadas.
  • 22.
    A participação em actividades extra- curriculares possibilitaque as crianças tenham interesses e motivações próprias.
  • 24.
    Referências bibliográficas:  www.dgs.pt www.idt.pt  Capítulo das Crenças do Dossier de Apoio ao Atlante  Revista TOXICODEPENDÊNCIAS ® Edição SPTT Volume 6 Número 3 Ano 2000 pp.61-68