DROGAS E AMBIENTE 
DE TRABALHO 
UELITON PEREIRA FILHO | PSICÓLOGO 
AGOSTO/2014 | SIPAT CAIXA
QUEM SOMOS 
O Espaço Holos é um centro especializado em saúde 
mental. 
Temos uma equipe multidisciplinar com mais de 80 
colaboradores, agregada ao ambiente terapêutico, para 
proporcionar aos pacientes e suas famílias todos os 
recursos da moderna psiquiatria, em uma estrutura 
completa que integra ambulatório, hospital, hospital dia e 
atendimento domiciliar. 
Tudo isso com um único objetivo: cuidar de pessoas.
DROGAS ou SPAs 
“Droga”, em seu sentido original, é um termo que abrange uma grande 
quantidade de substâncias, que pode ir desde o carvão à aspirina. 
Contudo, há um uso corrente mais restritivo do termo (surgido após 
quase um século de repressão ao uso de certas substâncias), 
remetendo a qualquer produto alucinógeno (ácido lisérgico, heroína 
etc.) que leve à dependência química e, por extensão, a qualquer 
substância ou produto tóxico (tal como o fumo, álcool etc.) de uso 
excessivo, sendo um sinônimo assim para entorpecentes.
CONSUMO DE DROGAS 
* O ser humano sempre procurou fugir de sua condição natural 
cotidiana, empregando substâncias que aliviassem seus males ou que 
propiciassem prazer.
TIPOS DE DROGAS 
Depressivas = aumentam a frequência cerebral e podem dificultar o 
processamento das mensagens que são enviadas ao cérebro. 
Exemplos: álcool, heroína e maconha. 
Psicodistrópticas ou alucinógenas = têm por característica principal a 
despersonalização em maior ou menor grau. Exemplos: LSD, chá de 
cogumelo e DMT. 
Psicotrópicas ou estimulantes = produzem um aumento da atividade 
pulmonar, diminuem a fadiga, aumentam a percepção ficando os 
demais sentidos ativados. Exemplos: cocaína, crack, cafeína, ecstasy e 
anfetaminas.
DEPENDÊNCIA QUÍMICA 
Alguns conceitos: 
Dependência: Relação de quantidade e freqüência do uso. 
Tolerância: Adaptação biológica à droga. 
Escalada: Refere-se a um aumento no consumo de drogas. Pode ocorrer de 
duas maneiras: 
pela passagem de um consumo ocasional para um consumo mais intenso 
(toxicomaníaco), em função da tolerância desenvolvida; 
pela passagem de uma droga "leve" para outra considerada mais "pesada", 
em função da natureza dos efeitos procurados. 
Síndrome de Abstinência: Quadro de alterações físicas, ocasionadas pela falta 
da droga no organismo. 
Overdose: Significa superdose ou dose excessiva de droga capaz de provocar 
falência dos órgãos vitais, e até mesmo a morte do indivíduo.
AS DROGAS MAIS COMUNS EM ALGUMAS 
PROFISSÕES 
Médicos e enfermeiros: Especialmente anestesistas, cirurgiões e 
profissionais que trabalham em UTI tendem a consumir os chamados 
opiáceos, como a morfina e a dolatina. Após duas ou três vezes de uso, 
a pessoa pode tornar-se dependente. 
Caminhoneiros e motoristas de ônibus: As anfetaminas são as mais 
utilizadas por esses profissionais. Como, muitas vezes, são obrigados a 
se manter acordados a recorrem à droga. O efeito cessa abruptamente 
e o usuário pode dormir no volante, causando sérios acidentes.
AS DROGAS MAIS COMUNS EM ALGUMAS 
PROFISSÕES 
. 
Operadores da Bolsa de Valores, advogados, publicitários e 
jornalistas: A pressão do tempo, o acúmulo de trabalho e a 
necessidade de produzir intensamente levam à escolha da cocaína, 
droga altamente estimulante, nesses profissionais; o álcool também é 
praxe, principalmente para relaxar. 
Marinheiros e estivadores: Esses profissionais, como os demais que 
trabalham em espaços abertos são propensos a consumir maconha, 
crack ou drogas injetáveis. 
Jovens profissionais: Ecstasy e crack, as drogas da moda, são as que 
mais atraem o público jovem, que já começa a semana de trabalho 
baqueado pelos excessos cometidos nas baladas de final de semana
COMO CADA DROGA INTERFERE NA 
ROTINA DO TRABALHADOR 
Álcool 
Os efeitos físicos são: sensação de 
moleza, cansaço, dificuldade para se 
concentrar a dor de cabeça e enjoo, 
entre outros. Há desconforto 
também para quem trabalha ao lado. 
Ele é responsável por grande parte 
dos acidentes de trabalho que 
ocorrem após o almoço. 
São inquietos, ansiosos e, às 
vezes, agressivos quando querem 
beber e não podem.
COMO CADA DROGA INTERFERE NA 
ROTINA DO TRABALHADOR 
Cigarro: 
Aproximadamente a cada 30 
minutos, o fumante começa a 
apresentar sintomas sutis de 
abstinência, como irritabilidade, 
inquietação, ansiedade e queda na 
concentração. 
É comum que ele conviva com esses 
sintomas o dia todo, livrando-se 
deles só ao acender um cigarro. 
Outra decorrência do abuso é a 
queda na produtividade.
COMO CADA DROGA INTERFERE NA 
ROTINA DO TRABALHADOR 
Maconha: 
Quando retoma as suas atividades, 
quem usa maconha tende a ficar 
desatento, disperso e com 
dificuldade para realizar tarefas mais 
complexas ou para processar várias 
informações ao mesmo tempo. 
Quem consome a droga três vezes 
por semana, pelo menos, pode 
apresentar menor motivação no dia-a- 
dia.
COMO CADA DROGA INTERFERE NA 
ROTINA DO TRABALHADOR 
Cocaína: 
Em geral, usuários de cocaína 
tendem a ficar instáveis 
mentalmente, apresentando 
comportamento mais impulsivo e 
irritadiço. 
O consumo no trabalho pode deixar 
o usuário muito eufórico em uma 
reunião, agressivo em outra e, não 
raro, deprimido após o efeito do 
entorpecente. 
A instabilidade emocional, então, é 
constante no ambiente de trabalho.
COMO CADA DROGA INTERFERE NA 
ROTINA DO TRABALHADOR 
Ecstasy: 
O ecstasy é uma substância 
psicotrópica. 
É chamada droga de recreio ou de 
desenho, pois possui ação 
estimulante e alucinógena. Seus 
efeitos surgem após vinte e setenta 
minutos, atingindo estabilidade em 
duas horas, pode agrupar efeitos da 
cannabis, das anfetaminas e do 
álcool. 
Os jovens são quem mais utilizam 
essa droga principalmente em finais 
de semana, em festas e baladas.
USO DE DROGAS 
Uso na vida: quando a pessoa fez uso de qualquer droga pelo menos 
uma vez na vida; 
Uso no ano: quando a pessoa utilizou drogas pelo menos uma vez nos 
12 meses que antecederam uma provável consulta. 
Uso frequente: quando a pessoa utilizou drogas seis ou mais vezes 
nos 30 dias que antecederam a provável consulta. 
Uso de risco: padrão de uso ocasional, repetido ou persistente, que 
implica em alto risco de dano futuro à saúde física ou mental do usuário, 
mas que ainda não resultou em significantes efeitos mórbidos. 
Uso prejudicial: padrão de uso que já cause dano à saúde física ou 
mental.
DEPENDÊNCIA 
Existe quando ocorrer pelo menos 3 dos seguintes sintomas ao longo de um 
ano: 
•Forte desejo ou compulsão de consumir drogas; 
•Consciência de dificuldades na capacidade de controlar a ingestão de drogas; 
•Uso de substâncias psicoativas para atenuar sintomas de abstinência com plena 
consciência da efetividade de tal estratégia; 
•Estado fisiológico de abstinência; 
•Evidência de tolerância, necessitando de doses crescentes da substância para 
alcançar os efeitos antes produzidos; 
•Negligência progressiva de prazeres e interesses outros em favor do uso de 
drogas. 
•Persistência no uso, a despeito de manifestações danosas.
CONSEQUÊNCIAS 
Trabalhadores: aumento do absentismo, mau relacionamento com chefia e/ou 
colegas, perda constante de empregos, ou aumento dos acidentes de trabalho. 
Diminuição da motivação, do aumento dos conflitos e do aumento da exposição 
a acidentes de trabalho, o que reduz a produtividade. 
Empresas: perdas de mão de obra, de clientes, gastos com saúde e segurança. 
Diminuição da eficácia da força de trabalho, o aumento das perdas e defeitos na 
produção e o aumento dos acidentes de trabalho, diminuição da produtividade e 
conseqüente diminuição da competitividade. 
Clientes: menor qualidade e da existência de defeitos dos produtos adquiridos, 
através da redução da qualidade do serviço e conseqüente aumento dos preços 
do produto final.
ALCOOLISMO 
No Brasil, o alcoolismo é o terceiro motivo para absenteísmo no trabalho, 
causa mais frequente de aposentadorias precoces e acidentes no trabalho 
e a oitava causa para concessão de auxílio doença pela Previdência 
Social. 
O Alcoolismo é o segundo transtorno psiquiátrico mais prevalente na 
atualidade, sendo superado apenas pelas depressões. 
Caracteriza-se pela busca ou uso compulsivo, repetitivo do álcool a 
despeito das consequências físicas e/ou psicológicas, sociais e morais. 
Quanto mais precoce o início do alcoolismo e mais tardia a intervenção 
terapêutica, maior a chance de tornar-se mais grave e com maior 
dificuldade de recuperação.
ALCOOLISMO 
O alcoolismo é tão grave que toda a família deve ser tratada, tamanho o 
estrago ocorrido no relacionamento e conflitos familiares, devido os 
longos períodos da permanência do indivíduo em seu consumo abusivo. 
Apesar do desconhecimento da maioria das pessoas, o álcool também é 
considerado uma droga psicotrópica, pois atua no sistema nervoso central 
provocando mudanças no comportamento de quem o consome, além de 
ter potencial para desenvolver dependência.
ALCOOLISMO 
Apesar da ampla aceitação social o consumo abusivo de bebidas 
alcóolicas passa a ser um problema. 
Além dos inúmeros acidentes de trabalho, no trânsito e a violência 
associada a episódios de embriaguez, o consumo abusivo de álcool a 
longo prazo, frequência e circunstâncias, pode provocar o quadro de 
dependência conhecido como alcoolismo. 
O consumo abusivo do álcool tornou-se, então, problema de saúde 
pública, acarretando altos custos para a sociedade e envolvendo 
questões médicas, psicológicas, familiares, profissionais e morais.
COMO EMPRESAS AUXILIAM OS 
FUNCIONÁRIOS DEPENDENTES 
• Deixam claro que o empregado que participar do programa não será demitido, 
mas sim orientado e tratado. 
• Incluem esses programas em outros maiores, de qualidade de vida, o que 
diminui o preconceito com o tema. 
•Não obrigam o profissional a aderir; a participação é sempre voluntária. 
• Montam equipes multidisciplinares que coordenam o programa, formadas por 
médicos, psiquiatras, psicólogos e assistentes sociais, entre outros profissionais. 
• Montam equipes de monitores -funcionários treinados para "educar", orientar e 
encaminhar para tratamento eventuais dependentes químicos. - Oferecem 
consultas com psicólogos, dentro e fora da empresa. 
• Custeiam tratamentos ambulatoriais, internações e medicamentos. 
•- Estendem a familiares alguns dos benefícios oferecidos aos empregados.
TRATAMENTOS PARA DEPENDÊNCIA DE 
SPAS 
• Desintoxicação 
• Abstinência total 
• Redução de Danos 
• Consultório de Rua 
• Tratamento Familiar
TRATAMENTO DE ADICTOS 
ESPECIFICIDADES DA CLÍNICA HOLOS 
•Internação Involuntária  Foco na Adesão; 
•Convivência com outros quadros psiquiátricos  foco no uso 
patológico; 
•Desintoxicação com suporte farmacológico  foco no suporte médico; 
•Proposta de internação curta  foco na adesão ao tratamento 
ambulatorial
PROGRAMA DE DEPENDÊNCIA QUÍMICA 
•COMO LIDAR 
COMAS 
OFERTAS 
•ESTRATEGIAS 
DE PREVENÇÃO 
DE RECAIDAS 
•ADESÃO AO 
TRATAMENTO 
•LIDANDO COM 
A ABSTINÊNCIA 
DESINTOXICAÇÃO REABILITAÇÃO 
MANUTENÇÃO MOTIVAÇÃO
www.espacoholos.com.br | 71 3082.3611 
Rua Guillard Muniz, 359, Pituba - Salvador /BA, 41810-110

Dependência química no ambiente de trabalho | Espaco Holos

  • 2.
    DROGAS E AMBIENTE DE TRABALHO UELITON PEREIRA FILHO | PSICÓLOGO AGOSTO/2014 | SIPAT CAIXA
  • 3.
    QUEM SOMOS OEspaço Holos é um centro especializado em saúde mental. Temos uma equipe multidisciplinar com mais de 80 colaboradores, agregada ao ambiente terapêutico, para proporcionar aos pacientes e suas famílias todos os recursos da moderna psiquiatria, em uma estrutura completa que integra ambulatório, hospital, hospital dia e atendimento domiciliar. Tudo isso com um único objetivo: cuidar de pessoas.
  • 4.
    DROGAS ou SPAs “Droga”, em seu sentido original, é um termo que abrange uma grande quantidade de substâncias, que pode ir desde o carvão à aspirina. Contudo, há um uso corrente mais restritivo do termo (surgido após quase um século de repressão ao uso de certas substâncias), remetendo a qualquer produto alucinógeno (ácido lisérgico, heroína etc.) que leve à dependência química e, por extensão, a qualquer substância ou produto tóxico (tal como o fumo, álcool etc.) de uso excessivo, sendo um sinônimo assim para entorpecentes.
  • 5.
    CONSUMO DE DROGAS * O ser humano sempre procurou fugir de sua condição natural cotidiana, empregando substâncias que aliviassem seus males ou que propiciassem prazer.
  • 6.
    TIPOS DE DROGAS Depressivas = aumentam a frequência cerebral e podem dificultar o processamento das mensagens que são enviadas ao cérebro. Exemplos: álcool, heroína e maconha. Psicodistrópticas ou alucinógenas = têm por característica principal a despersonalização em maior ou menor grau. Exemplos: LSD, chá de cogumelo e DMT. Psicotrópicas ou estimulantes = produzem um aumento da atividade pulmonar, diminuem a fadiga, aumentam a percepção ficando os demais sentidos ativados. Exemplos: cocaína, crack, cafeína, ecstasy e anfetaminas.
  • 7.
    DEPENDÊNCIA QUÍMICA Algunsconceitos: Dependência: Relação de quantidade e freqüência do uso. Tolerância: Adaptação biológica à droga. Escalada: Refere-se a um aumento no consumo de drogas. Pode ocorrer de duas maneiras: pela passagem de um consumo ocasional para um consumo mais intenso (toxicomaníaco), em função da tolerância desenvolvida; pela passagem de uma droga "leve" para outra considerada mais "pesada", em função da natureza dos efeitos procurados. Síndrome de Abstinência: Quadro de alterações físicas, ocasionadas pela falta da droga no organismo. Overdose: Significa superdose ou dose excessiva de droga capaz de provocar falência dos órgãos vitais, e até mesmo a morte do indivíduo.
  • 8.
    AS DROGAS MAISCOMUNS EM ALGUMAS PROFISSÕES Médicos e enfermeiros: Especialmente anestesistas, cirurgiões e profissionais que trabalham em UTI tendem a consumir os chamados opiáceos, como a morfina e a dolatina. Após duas ou três vezes de uso, a pessoa pode tornar-se dependente. Caminhoneiros e motoristas de ônibus: As anfetaminas são as mais utilizadas por esses profissionais. Como, muitas vezes, são obrigados a se manter acordados a recorrem à droga. O efeito cessa abruptamente e o usuário pode dormir no volante, causando sérios acidentes.
  • 9.
    AS DROGAS MAISCOMUNS EM ALGUMAS PROFISSÕES . Operadores da Bolsa de Valores, advogados, publicitários e jornalistas: A pressão do tempo, o acúmulo de trabalho e a necessidade de produzir intensamente levam à escolha da cocaína, droga altamente estimulante, nesses profissionais; o álcool também é praxe, principalmente para relaxar. Marinheiros e estivadores: Esses profissionais, como os demais que trabalham em espaços abertos são propensos a consumir maconha, crack ou drogas injetáveis. Jovens profissionais: Ecstasy e crack, as drogas da moda, são as que mais atraem o público jovem, que já começa a semana de trabalho baqueado pelos excessos cometidos nas baladas de final de semana
  • 10.
    COMO CADA DROGAINTERFERE NA ROTINA DO TRABALHADOR Álcool Os efeitos físicos são: sensação de moleza, cansaço, dificuldade para se concentrar a dor de cabeça e enjoo, entre outros. Há desconforto também para quem trabalha ao lado. Ele é responsável por grande parte dos acidentes de trabalho que ocorrem após o almoço. São inquietos, ansiosos e, às vezes, agressivos quando querem beber e não podem.
  • 11.
    COMO CADA DROGAINTERFERE NA ROTINA DO TRABALHADOR Cigarro: Aproximadamente a cada 30 minutos, o fumante começa a apresentar sintomas sutis de abstinência, como irritabilidade, inquietação, ansiedade e queda na concentração. É comum que ele conviva com esses sintomas o dia todo, livrando-se deles só ao acender um cigarro. Outra decorrência do abuso é a queda na produtividade.
  • 12.
    COMO CADA DROGAINTERFERE NA ROTINA DO TRABALHADOR Maconha: Quando retoma as suas atividades, quem usa maconha tende a ficar desatento, disperso e com dificuldade para realizar tarefas mais complexas ou para processar várias informações ao mesmo tempo. Quem consome a droga três vezes por semana, pelo menos, pode apresentar menor motivação no dia-a- dia.
  • 13.
    COMO CADA DROGAINTERFERE NA ROTINA DO TRABALHADOR Cocaína: Em geral, usuários de cocaína tendem a ficar instáveis mentalmente, apresentando comportamento mais impulsivo e irritadiço. O consumo no trabalho pode deixar o usuário muito eufórico em uma reunião, agressivo em outra e, não raro, deprimido após o efeito do entorpecente. A instabilidade emocional, então, é constante no ambiente de trabalho.
  • 14.
    COMO CADA DROGAINTERFERE NA ROTINA DO TRABALHADOR Ecstasy: O ecstasy é uma substância psicotrópica. É chamada droga de recreio ou de desenho, pois possui ação estimulante e alucinógena. Seus efeitos surgem após vinte e setenta minutos, atingindo estabilidade em duas horas, pode agrupar efeitos da cannabis, das anfetaminas e do álcool. Os jovens são quem mais utilizam essa droga principalmente em finais de semana, em festas e baladas.
  • 15.
    USO DE DROGAS Uso na vida: quando a pessoa fez uso de qualquer droga pelo menos uma vez na vida; Uso no ano: quando a pessoa utilizou drogas pelo menos uma vez nos 12 meses que antecederam uma provável consulta. Uso frequente: quando a pessoa utilizou drogas seis ou mais vezes nos 30 dias que antecederam a provável consulta. Uso de risco: padrão de uso ocasional, repetido ou persistente, que implica em alto risco de dano futuro à saúde física ou mental do usuário, mas que ainda não resultou em significantes efeitos mórbidos. Uso prejudicial: padrão de uso que já cause dano à saúde física ou mental.
  • 16.
    DEPENDÊNCIA Existe quandoocorrer pelo menos 3 dos seguintes sintomas ao longo de um ano: •Forte desejo ou compulsão de consumir drogas; •Consciência de dificuldades na capacidade de controlar a ingestão de drogas; •Uso de substâncias psicoativas para atenuar sintomas de abstinência com plena consciência da efetividade de tal estratégia; •Estado fisiológico de abstinência; •Evidência de tolerância, necessitando de doses crescentes da substância para alcançar os efeitos antes produzidos; •Negligência progressiva de prazeres e interesses outros em favor do uso de drogas. •Persistência no uso, a despeito de manifestações danosas.
  • 17.
    CONSEQUÊNCIAS Trabalhadores: aumentodo absentismo, mau relacionamento com chefia e/ou colegas, perda constante de empregos, ou aumento dos acidentes de trabalho. Diminuição da motivação, do aumento dos conflitos e do aumento da exposição a acidentes de trabalho, o que reduz a produtividade. Empresas: perdas de mão de obra, de clientes, gastos com saúde e segurança. Diminuição da eficácia da força de trabalho, o aumento das perdas e defeitos na produção e o aumento dos acidentes de trabalho, diminuição da produtividade e conseqüente diminuição da competitividade. Clientes: menor qualidade e da existência de defeitos dos produtos adquiridos, através da redução da qualidade do serviço e conseqüente aumento dos preços do produto final.
  • 18.
    ALCOOLISMO No Brasil,o alcoolismo é o terceiro motivo para absenteísmo no trabalho, causa mais frequente de aposentadorias precoces e acidentes no trabalho e a oitava causa para concessão de auxílio doença pela Previdência Social. O Alcoolismo é o segundo transtorno psiquiátrico mais prevalente na atualidade, sendo superado apenas pelas depressões. Caracteriza-se pela busca ou uso compulsivo, repetitivo do álcool a despeito das consequências físicas e/ou psicológicas, sociais e morais. Quanto mais precoce o início do alcoolismo e mais tardia a intervenção terapêutica, maior a chance de tornar-se mais grave e com maior dificuldade de recuperação.
  • 19.
    ALCOOLISMO O alcoolismoé tão grave que toda a família deve ser tratada, tamanho o estrago ocorrido no relacionamento e conflitos familiares, devido os longos períodos da permanência do indivíduo em seu consumo abusivo. Apesar do desconhecimento da maioria das pessoas, o álcool também é considerado uma droga psicotrópica, pois atua no sistema nervoso central provocando mudanças no comportamento de quem o consome, além de ter potencial para desenvolver dependência.
  • 20.
    ALCOOLISMO Apesar daampla aceitação social o consumo abusivo de bebidas alcóolicas passa a ser um problema. Além dos inúmeros acidentes de trabalho, no trânsito e a violência associada a episódios de embriaguez, o consumo abusivo de álcool a longo prazo, frequência e circunstâncias, pode provocar o quadro de dependência conhecido como alcoolismo. O consumo abusivo do álcool tornou-se, então, problema de saúde pública, acarretando altos custos para a sociedade e envolvendo questões médicas, psicológicas, familiares, profissionais e morais.
  • 21.
    COMO EMPRESAS AUXILIAMOS FUNCIONÁRIOS DEPENDENTES • Deixam claro que o empregado que participar do programa não será demitido, mas sim orientado e tratado. • Incluem esses programas em outros maiores, de qualidade de vida, o que diminui o preconceito com o tema. •Não obrigam o profissional a aderir; a participação é sempre voluntária. • Montam equipes multidisciplinares que coordenam o programa, formadas por médicos, psiquiatras, psicólogos e assistentes sociais, entre outros profissionais. • Montam equipes de monitores -funcionários treinados para "educar", orientar e encaminhar para tratamento eventuais dependentes químicos. - Oferecem consultas com psicólogos, dentro e fora da empresa. • Custeiam tratamentos ambulatoriais, internações e medicamentos. •- Estendem a familiares alguns dos benefícios oferecidos aos empregados.
  • 22.
    TRATAMENTOS PARA DEPENDÊNCIADE SPAS • Desintoxicação • Abstinência total • Redução de Danos • Consultório de Rua • Tratamento Familiar
  • 23.
    TRATAMENTO DE ADICTOS ESPECIFICIDADES DA CLÍNICA HOLOS •Internação Involuntária Foco na Adesão; •Convivência com outros quadros psiquiátricos foco no uso patológico; •Desintoxicação com suporte farmacológico foco no suporte médico; •Proposta de internação curta foco na adesão ao tratamento ambulatorial
  • 24.
    PROGRAMA DE DEPENDÊNCIAQUÍMICA •COMO LIDAR COMAS OFERTAS •ESTRATEGIAS DE PREVENÇÃO DE RECAIDAS •ADESÃO AO TRATAMENTO •LIDANDO COM A ABSTINÊNCIA DESINTOXICAÇÃO REABILITAÇÃO MANUTENÇÃO MOTIVAÇÃO
  • 25.
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