BRENDA LARISSA SILVA SOUSA
MANEJO DE INSETOS-PRAGAS
SUGADORES
SUMÁRIO
Manejo integrado de pragas;
Época de maior incidência de pragas no algodão;
Amostragem e nível de controle;
Principais pragas;
Exercício de fixação.
MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS
Fonte: Aegro, 2024.
Fonte: Agropós, 2024. Adaptado por Brenda Larissa.
TIPOS DE APARELHO BUCAL SUGADOR
SUGADOR MAXILAR LAMBEDOR PICADOR-SUGADOR
Fonte: Educabras, 2024. Adaptado por Brenda Larissa.
OCORRÊNCIA DE PRAGAS
Fonte: Manual de pragas do algodoeiro, 2024. Adaptado por Brenda Larissa.
Figura 2. Época de ocorrência de pragas sugadoras na cultura do algodão.
CONTROLE DE PRAGAS SUGADORAS
Figura 1. Número de pulverizações de inseticidas utilizados por safra em
cultivo de algodoeiro para controle das principais pragas do algodão entre
2014 e 2021, no Cerrado brasileiro.
Fonte: Miranda et al, 2023.
COMO FAZER AMOSTRAGEM
• O número mínimo de plantas deve ser 20 por hectare;
• As plantas devem ser escolhidas ao acaso;
• O levantamento vai ser definido em função da cultura.
Fonte: Fundação Solidaridad Latinoamericana, 2024. Elaborado por Brenda Larissa.
O QUE É NÍVEL DE CONTROLE?
Fonte: Fundação Solidaridad Latinoamericana, 2024. Elaborado por Brenda Larissa.
ZIG-ZAG
Aphis gossypii e Myzus persicae
PULGÃO
Folhas dos ponteiros ficam
enrugadas e
encarquilhadas, e as maças
acabam deformadas;
Formação da
fumagina;
Fonte: Lewis Wilson, 2024.
Olhos vermelhos,
sifúnculos escuros;
Tipo de reprodução:
partenogênese telítoca,
a femea dá origem a 2
a 4 ninfas por dia;
NC > 30% de
plantas com
pulgões.
Maiores infestações
ocorrem dos 30 aos
70 dias;
CICLO DE VIDA
Fonte: Ihara, 2021.
Fonte: Koppert Brasil, 2020.
AMOSTRAGEM
• Inspecionar o ponteiro;
• Anotar o número de plantas com pulgões;
• Anotar o número de colônias (pequenas, médias e grandes);
• Anotar presença de inimigos naturais.
• Nível de Controle = > 30% de plantas com pulgões;
• Evitar a formação de grandes colônias.
Fonte:Agro Bayer, 2022.
DANOS
Fonte: Manual de pragas do algodoeiro, 2024.
DANOS
Fonte: Manual de pragas do algodoeiro, 2024.
DANOS
Fonte: Manual de pragas do algodoeiro, 2024.
DOENÇAS
TRANSMITIDAS
Fonte: Rafael Galbieri, 2018. Fonte: Rafael Galbieri, 2018.
“Doença azul” ou mosaico das nervuras Vermelhão do algodoeiro
• Tratamento de sementes:
OPÇÕES DE CONTROLE
 Dose: 350 ml por 100 Kg
de sementes;
 Também é indicado
para Tripes.
Fonte: Basf, 2024.
• Químico:
OPÇÕES DE CONTROLE
 Dose: 0,4 L/ha;
 Vazão: 100-200 L/ha;
 Aplicações: 1 a 5;
 Também é indicado
para Tripes.
Fonte: Nortox, 2024.
Pontuações brancas
na parte inferior e
manchas cloróticas
na superior;
Formação da
fumagina;
Primeiro instar com o
inseto móvel e três
instares fixos;
Aparecimento da
emergência até a
abertura dos
capulhos.
Fonte: US Departament of Agriculture, 2024.
Inseto polífafo;
Bemisia tabaci e B. argentifolli
MOSCA BRANCA
CICLO DE VIDA
Fonte: Agro Bayer, 2017.
N4 ou Pseudopupa
AMOSTRAGEM
• Analisar a folha que sai do quinto nó a partir do ápice da planta;
• Anotar como folha atacada aquela que tiver três ou mais adultos;
• Para as ninfas, delimita-se uma área de 4 cm² ;
• Registra-se como folha atacada aquela que apresentar uma ou mais ninfas.
• Nível de controle: 20% de plantas com mais de 10 insetos (adultos e ninfas) nas
folhas dos ponteiros.
Fonte:
CHBAGRO,
2024.
DANOS
Fonte: Manual de pragas do algodoeiro, 2024.
DANOS
Fonte: Manual de pragas do algodoeiro, 2024.
• Químico:
OPÇÕES DE CONTROLE
 Dose: 0,75 - 1 L/ha;
 Vazão: 100-300 L/ha;
 Aplicações: 1 a 5.
 Também é indicado
para Pulgão.
Fonte: Bayer, 2024.
• Químico:
OPÇÕES DE CONTROLE
 Dose: 100–200 g p.c. /ha;
 Vazão: 150 L/ha;
 Aplicações áreas: 20 L/ha;
 Também é indicado
para Pulgão.
Fonte: Syngenta, 2024.
• Biológico:
OPÇÕES DE CONTROLE
Fonte: Koppert, 2024.
 Beauveria bassiana;
 Dose: 0,5 a 1 kg/ha;
 Vazão: 150 – 250 L/ha;
 Aplicações em 7, 10 e 21
dias.
ÁCAROS
Fonte: Agrolink, 2024. Fonte: Agrolink, 2024.
Infestações iniciais em
reboleiras;
Duração do ciclo é de
3 a 5 dias;
Macho carrega a pupa
da fêmea;
Altas temperaturas e
tempo nublado
favorecem.
Fonte: Agrolink, 2024.
Vivem na face inferior da
folha e são visíveis a olho nu;
Polyphagotarsonemus latus
ÁCARO BRANCO
DANOS
Fonte: Manual de pragas do algodoeiro, 2024.
• Químico:
OPÇÕES DE CONTROLE
 Dose: 1,5 L/ha;
 Vazão: 100-300 L/ha;
 Aplicações: 1 a 3.
Manchas avermelhadas na
face superior das folhas;
Reprodução sexuada
por partenogênese
arrenótoca;
Estão presentes até
abertura das maçãs e
pico em fevereiro;
Colônias conferem
manchas
avermelhadas na
face adaxial.
Fonte: Agrolink, 2024.
Ovos são colocados entre
os fios de teia que o ácaro
tece;
Tetranychus urticae
ÁCARO RAJADO
CICLO DE VIDA
Fonte: Ihara, 2021.
AMOSTRAGEM
• Nível de controle (Ácaro branco) = 40% de plantas com sintomas;
• Nível de controle (Ácaro rajado) = 30% de plantas com sintomas;
• Controlar até 100 dias da germinação;
• Visar o ponteiro das plantas;
• Superfície abaxial das folhas.
Fonte:Jarmo
Holopainen,
2021.
Fonte:
Koppert,
2024.
DANOS
Fonte: Manual de pragas do algodoeiro, 2024.
DANOS
Fonte: Manual de pragas do algodoeiro, 2024.
• Químico:
OPÇÕES DE CONTROLE
 Dose: 0,8 L/ha;
 Vazão: 150-200 L/ha;
 Aplicação aérea: 20 L/ha;
 Também é indicado para
pulgão, mosca branca e
ácaro branco.
Fonte: Syngenta, 2024.
• Químico:
OPÇÕES DE CONTROLE
 Dose: 1,25 L/ha;
 Vazão: 100-200 L/ha;
 Também é indicado para
ácaro branco.
Fonte: Basf, 2024.
• Biológico:
OPÇÕES DE CONTROLE
Fonte: Koppert, 2024.
 Beauveria bassiana;
 Dose: 20 kg/ha;
 Vazão: 200 L/ha;
 Aplicações com intervalo
de 3 a 4 dias.
Frankliniella schultzei
TRIPES
Apresenta formas
aladas e ápteras; Reprodução sexuada;
Ciclo de 14 a 28 dias;
O período crítico é de
10 a 20 dias após
germinação;
Baixa umidade favorece
infestação;
NC de 5 insetos/planta;
Fonte: Agrolink, 2024.
CICLO DE VIDA
Fonte: Agronomia rústica, 2020.
AMOSTRAGEM
• Amostragem: 10 aos 30 DAE;
• Coleta e observação de ninfas e adultos;
• Nível de controle = Constatação de 5 ou mais insetos/planta;
• Aplicação de inseticidas sistêmicos em tratamento de sementes ou no solo.
Fonte:
Agrolink,
2024.
Fonte:
Agrolink,
2024.
DANOS
Fonte: Manual de pragas do algodoeiro, 2024.
DANOS
Fonte: Manual de pragas do algodoeiro, 2024.
• Biológico:
OPÇÕES DE CONTROLE
 Isaria fumosorosea;
 Dose: 0,5 a 1 Kg/ha;
 Vazão: 400 L/ha;
 Aplicação área: 40 L/ha.
Fonte: Koppert, 2024.
Scaptocoris castanea
PERCEVEJO-CASTANHO
Ovos: coloração creme,
ovalado liso;
Ninfas: brancas e
posteriormente amareladas;
Pode ser encontrado no solo o
ano todo, predominando em
solos arenosos;
Se encontram entre 20
a 40 cm do solo;
Reprodução sexuada;
Baixa umidade favorece
infestação;
Durante o preparo do solo,
pode-se reconhecer a
praga pelo odor que esta
exala.
Fonte: Agrolink, 2024.
AMOSTRAGEM
• É feito em áreas onde há histórico de infestação dessa praga;
• Cerca de 20 dias antes da semeadura o produtor deve realizar
amostragens no solo com o auxílio de trado ou pás;
• Caso seja detectada a presença dos insetos, a área infestada deve ser
evitada para o cultivo do algodão.
Fonte:
Agrolink,
2024.
DANOS
Fonte: Manual de pragas do algodoeiro, 2024.
Dysdercus sp.
PERCEVEJO-MANCHADOR
Possui três listras brancas no
tórax e na base das pernas; Fêmeas colocam os ovos em
fendas no solo;
Ciclo de 45 dias;
Reprodução sexuada;
Alta umidade favorece o
desenvolvimento do
inseto;
Aglomeram-se sobre botões
florais, maçãs e capulhos.
Fonte: Agrolink, 2024.
DANOS
Fonte: Manual de pragas do algodoeiro, 2024.
Galil 0,3 L/ha;
Conect 0,8 L/ha;
Acefato 0,5 L/ha;
Metomil 1,2 L/ha;
Cloropirifos 0,4 L/ha.
EXEMPLO DE MANEJO DE SUGADORES
Usado no controle de pulgão, tripes, mosca branca e percevejo.
Entre em contato conosco:
geagraufg.wordpress.com
geagracontato@gmail.com
GEAGRA UFG
@geagraufg
UNINDO CONHECIMENTO EM PROL DA AGRICULTURA!
MANEJO DE INSETOS-PRAGAS SUGADORES
brendalarissa@discente.ufg.br

Manejo de insetos-pragas sugadores .pptx

  • 1.
    BRENDA LARISSA SILVASOUSA MANEJO DE INSETOS-PRAGAS SUGADORES
  • 2.
    SUMÁRIO Manejo integrado depragas; Época de maior incidência de pragas no algodão; Amostragem e nível de controle; Principais pragas; Exercício de fixação.
  • 3.
    MANEJO INTEGRADO DEPRAGAS Fonte: Aegro, 2024.
  • 4.
    Fonte: Agropós, 2024.Adaptado por Brenda Larissa.
  • 5.
    TIPOS DE APARELHOBUCAL SUGADOR SUGADOR MAXILAR LAMBEDOR PICADOR-SUGADOR Fonte: Educabras, 2024. Adaptado por Brenda Larissa.
  • 6.
    OCORRÊNCIA DE PRAGAS Fonte:Manual de pragas do algodoeiro, 2024. Adaptado por Brenda Larissa. Figura 2. Época de ocorrência de pragas sugadoras na cultura do algodão.
  • 7.
    CONTROLE DE PRAGASSUGADORAS Figura 1. Número de pulverizações de inseticidas utilizados por safra em cultivo de algodoeiro para controle das principais pragas do algodão entre 2014 e 2021, no Cerrado brasileiro. Fonte: Miranda et al, 2023.
  • 8.
    COMO FAZER AMOSTRAGEM •O número mínimo de plantas deve ser 20 por hectare; • As plantas devem ser escolhidas ao acaso; • O levantamento vai ser definido em função da cultura. Fonte: Fundação Solidaridad Latinoamericana, 2024. Elaborado por Brenda Larissa.
  • 9.
    O QUE ÉNÍVEL DE CONTROLE? Fonte: Fundação Solidaridad Latinoamericana, 2024. Elaborado por Brenda Larissa. ZIG-ZAG
  • 10.
    Aphis gossypii eMyzus persicae PULGÃO Folhas dos ponteiros ficam enrugadas e encarquilhadas, e as maças acabam deformadas; Formação da fumagina; Fonte: Lewis Wilson, 2024. Olhos vermelhos, sifúnculos escuros; Tipo de reprodução: partenogênese telítoca, a femea dá origem a 2 a 4 ninfas por dia; NC > 30% de plantas com pulgões. Maiores infestações ocorrem dos 30 aos 70 dias;
  • 11.
  • 12.
  • 13.
    AMOSTRAGEM • Inspecionar oponteiro; • Anotar o número de plantas com pulgões; • Anotar o número de colônias (pequenas, médias e grandes); • Anotar presença de inimigos naturais. • Nível de Controle = > 30% de plantas com pulgões; • Evitar a formação de grandes colônias. Fonte:Agro Bayer, 2022.
  • 14.
    DANOS Fonte: Manual depragas do algodoeiro, 2024.
  • 15.
    DANOS Fonte: Manual depragas do algodoeiro, 2024.
  • 16.
    DANOS Fonte: Manual depragas do algodoeiro, 2024.
  • 17.
    DOENÇAS TRANSMITIDAS Fonte: Rafael Galbieri,2018. Fonte: Rafael Galbieri, 2018. “Doença azul” ou mosaico das nervuras Vermelhão do algodoeiro
  • 18.
    • Tratamento desementes: OPÇÕES DE CONTROLE  Dose: 350 ml por 100 Kg de sementes;  Também é indicado para Tripes. Fonte: Basf, 2024.
  • 19.
    • Químico: OPÇÕES DECONTROLE  Dose: 0,4 L/ha;  Vazão: 100-200 L/ha;  Aplicações: 1 a 5;  Também é indicado para Tripes. Fonte: Nortox, 2024.
  • 20.
    Pontuações brancas na parteinferior e manchas cloróticas na superior; Formação da fumagina; Primeiro instar com o inseto móvel e três instares fixos; Aparecimento da emergência até a abertura dos capulhos. Fonte: US Departament of Agriculture, 2024. Inseto polífafo; Bemisia tabaci e B. argentifolli MOSCA BRANCA
  • 21.
    CICLO DE VIDA Fonte:Agro Bayer, 2017. N4 ou Pseudopupa
  • 22.
    AMOSTRAGEM • Analisar afolha que sai do quinto nó a partir do ápice da planta; • Anotar como folha atacada aquela que tiver três ou mais adultos; • Para as ninfas, delimita-se uma área de 4 cm² ; • Registra-se como folha atacada aquela que apresentar uma ou mais ninfas. • Nível de controle: 20% de plantas com mais de 10 insetos (adultos e ninfas) nas folhas dos ponteiros. Fonte: CHBAGRO, 2024.
  • 23.
    DANOS Fonte: Manual depragas do algodoeiro, 2024.
  • 24.
    DANOS Fonte: Manual depragas do algodoeiro, 2024.
  • 25.
    • Químico: OPÇÕES DECONTROLE  Dose: 0,75 - 1 L/ha;  Vazão: 100-300 L/ha;  Aplicações: 1 a 5.  Também é indicado para Pulgão. Fonte: Bayer, 2024.
  • 26.
    • Químico: OPÇÕES DECONTROLE  Dose: 100–200 g p.c. /ha;  Vazão: 150 L/ha;  Aplicações áreas: 20 L/ha;  Também é indicado para Pulgão. Fonte: Syngenta, 2024.
  • 27.
    • Biológico: OPÇÕES DECONTROLE Fonte: Koppert, 2024.  Beauveria bassiana;  Dose: 0,5 a 1 kg/ha;  Vazão: 150 – 250 L/ha;  Aplicações em 7, 10 e 21 dias.
  • 28.
    ÁCAROS Fonte: Agrolink, 2024.Fonte: Agrolink, 2024.
  • 29.
    Infestações iniciais em reboleiras; Duraçãodo ciclo é de 3 a 5 dias; Macho carrega a pupa da fêmea; Altas temperaturas e tempo nublado favorecem. Fonte: Agrolink, 2024. Vivem na face inferior da folha e são visíveis a olho nu; Polyphagotarsonemus latus ÁCARO BRANCO
  • 30.
    DANOS Fonte: Manual depragas do algodoeiro, 2024.
  • 31.
    • Químico: OPÇÕES DECONTROLE  Dose: 1,5 L/ha;  Vazão: 100-300 L/ha;  Aplicações: 1 a 3.
  • 32.
    Manchas avermelhadas na facesuperior das folhas; Reprodução sexuada por partenogênese arrenótoca; Estão presentes até abertura das maçãs e pico em fevereiro; Colônias conferem manchas avermelhadas na face adaxial. Fonte: Agrolink, 2024. Ovos são colocados entre os fios de teia que o ácaro tece; Tetranychus urticae ÁCARO RAJADO
  • 33.
  • 34.
    AMOSTRAGEM • Nível decontrole (Ácaro branco) = 40% de plantas com sintomas; • Nível de controle (Ácaro rajado) = 30% de plantas com sintomas; • Controlar até 100 dias da germinação; • Visar o ponteiro das plantas; • Superfície abaxial das folhas. Fonte:Jarmo Holopainen, 2021. Fonte: Koppert, 2024.
  • 35.
    DANOS Fonte: Manual depragas do algodoeiro, 2024.
  • 36.
    DANOS Fonte: Manual depragas do algodoeiro, 2024.
  • 37.
    • Químico: OPÇÕES DECONTROLE  Dose: 0,8 L/ha;  Vazão: 150-200 L/ha;  Aplicação aérea: 20 L/ha;  Também é indicado para pulgão, mosca branca e ácaro branco. Fonte: Syngenta, 2024.
  • 38.
    • Químico: OPÇÕES DECONTROLE  Dose: 1,25 L/ha;  Vazão: 100-200 L/ha;  Também é indicado para ácaro branco. Fonte: Basf, 2024.
  • 39.
    • Biológico: OPÇÕES DECONTROLE Fonte: Koppert, 2024.  Beauveria bassiana;  Dose: 20 kg/ha;  Vazão: 200 L/ha;  Aplicações com intervalo de 3 a 4 dias.
  • 40.
    Frankliniella schultzei TRIPES Apresenta formas aladase ápteras; Reprodução sexuada; Ciclo de 14 a 28 dias; O período crítico é de 10 a 20 dias após germinação; Baixa umidade favorece infestação; NC de 5 insetos/planta; Fonte: Agrolink, 2024.
  • 41.
    CICLO DE VIDA Fonte:Agronomia rústica, 2020.
  • 42.
    AMOSTRAGEM • Amostragem: 10aos 30 DAE; • Coleta e observação de ninfas e adultos; • Nível de controle = Constatação de 5 ou mais insetos/planta; • Aplicação de inseticidas sistêmicos em tratamento de sementes ou no solo. Fonte: Agrolink, 2024. Fonte: Agrolink, 2024.
  • 43.
    DANOS Fonte: Manual depragas do algodoeiro, 2024.
  • 44.
    DANOS Fonte: Manual depragas do algodoeiro, 2024.
  • 45.
    • Biológico: OPÇÕES DECONTROLE  Isaria fumosorosea;  Dose: 0,5 a 1 Kg/ha;  Vazão: 400 L/ha;  Aplicação área: 40 L/ha. Fonte: Koppert, 2024.
  • 46.
    Scaptocoris castanea PERCEVEJO-CASTANHO Ovos: coloraçãocreme, ovalado liso; Ninfas: brancas e posteriormente amareladas; Pode ser encontrado no solo o ano todo, predominando em solos arenosos; Se encontram entre 20 a 40 cm do solo; Reprodução sexuada; Baixa umidade favorece infestação; Durante o preparo do solo, pode-se reconhecer a praga pelo odor que esta exala. Fonte: Agrolink, 2024.
  • 47.
    AMOSTRAGEM • É feitoem áreas onde há histórico de infestação dessa praga; • Cerca de 20 dias antes da semeadura o produtor deve realizar amostragens no solo com o auxílio de trado ou pás; • Caso seja detectada a presença dos insetos, a área infestada deve ser evitada para o cultivo do algodão. Fonte: Agrolink, 2024.
  • 48.
    DANOS Fonte: Manual depragas do algodoeiro, 2024.
  • 49.
    Dysdercus sp. PERCEVEJO-MANCHADOR Possui trêslistras brancas no tórax e na base das pernas; Fêmeas colocam os ovos em fendas no solo; Ciclo de 45 dias; Reprodução sexuada; Alta umidade favorece o desenvolvimento do inseto; Aglomeram-se sobre botões florais, maçãs e capulhos. Fonte: Agrolink, 2024.
  • 50.
    DANOS Fonte: Manual depragas do algodoeiro, 2024.
  • 51.
    Galil 0,3 L/ha; Conect0,8 L/ha; Acefato 0,5 L/ha; Metomil 1,2 L/ha; Cloropirifos 0,4 L/ha. EXEMPLO DE MANEJO DE SUGADORES Usado no controle de pulgão, tripes, mosca branca e percevejo.
  • 52.
    Entre em contatoconosco: geagraufg.wordpress.com geagracontato@gmail.com GEAGRA UFG @geagraufg UNINDO CONHECIMENTO EM PROL DA AGRICULTURA! MANEJO DE INSETOS-PRAGAS SUGADORES brendalarissa@discente.ufg.br