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Manejo de Doenças
do Algodoeiro
Luan Dias Avelino
Índice
Introdução;
Doenças provocadas por vírus, bactérias e fungos;
Interferências de nematóides;
Eficiências de controle: Genética, Química, Biológica e
Cultural;
Variedades resistentes x tolerantes;
Custos de produção.
Doenças
Esquematização: Luan
Dias Avelino, 2017.
Como as doenças ocorrem?
Expressão
da doença
Planta hospedeira: Condições que
contribuem para susceptibilidade a
doença.
Ambiente: Condições
que favorecem a doença.
Agente patogênico:
contato, interação, etc.
Esquematização: Luan
Dias Avelino, 2017.
1. EXCLUSÃO: prevenção de entrada do patógeno;
2. ERRADICAÇÃO: eliminação do patógeno após sua entrada;
3. PROTEÇÃO: interposição de barreira entre hospedeiro e
patógeno antes da deposição;
4. IMUNIZAÇÃO: desenvolvimento de plantas resistentes;
5. TERAPIA: restabelecimento da sanidade das plantas.
Princípios de controle no MID*
*MID = Manejo Integrado de Doenças.
Doenças provocadas
por Bactérias
Fonte: Hospital Ana costa, 2015.
Mancha-angular/bacteriose
Agente causal: Xanthomonas axonopodis pv.
Malvacearum;
Quantidade de raças e disseminação da doença;
Condições favoráveis: 30ºC a 36ºC, umidade 85% e alta
pluviosidade.
Solo
Algodoeir
o
Esquematização: Luan
Dias Avelino, 2017.
Sintomas e controle na planta
Fonte das imagens: Wirton Macedo Coutinho,
2014.
Oxicloreto de cobre , AGRINOSE (contato) = 4,5 a 6,0 Kg/ha;
Reaplicar de 3 a 5 vezes com intervalo de 15 dias.
Doenças provocadas
por Vírus
Fonte: virologia em demasia, 2017.
Mosaico das nervuras (Doença azul)
Agente causal: “Cotton leafroll dwarf virus” – CLDV;
Disseminação da doença (Aphis gossypii).
Fonte: agronomija, 2013. Fonte: Man. de ident. das doenças do algodoeiro, 2009.
Mosaico comum
Agente causal: “Abutilon mosaic virus” – AbMV;
Disseminação: Bemisia tabaci (Mosca branca);
Alta incidência, esterilidade e perca de até 50%.
Fonte: stevenanz, 2010. Fonte: Man. de ident. das doenças do algodoeiro, 2009.
Formas de transmissão
Fonte das imagens:
dreamstime, 2017.
Esquematização: Luan Dias Avelino, 2017.
Mosaico comum
Mosaico das nervuras
Vermelhão
Agente causal: “Cotton Anthocyanosis Virus” - CAV” ;
Disseminação da doença (Aphis gossypii);
Contaminação no inicio do desenvolvimento da planta.
Fonte: Manual de identificação das doenças do
algodoeiro, 2009.
Fonte: scielo, 1997.
Doenças provocadas
por Fungos
Fonte: culturamix, 2010.
Murcha-de-fusarium (fusariose)
Fungo causal: Fusarium oxysporum f. sp. Vasinfectum;
Disseminação da doença (infestação e infecção).
Fonte das imagens: Agrolink, 2017.
Percurso do patógeno
Esquematização: Luan
Dias Avelino, 2017.
Caule
Tecidos
condutores
(xilema e
floema)
Patógenos
Complexo
FUSnem
Mofo branco
Fungo causal: Sclerotinia sclerotiorum;
75 famílias; 278 gêneros e 408 espécies
Disseminação, locais encontrados e condições
favoráveis.
Fonte: fundacaochapadao, 2016. Fonte: Luiz Gonzaga Chitarra, 2009.
Mancha de Ramulária (mancha branca)
Agente causal: Ramularia areola;
Avanços da doença (B1- F1 e F1 e C1) e disseminação;
Condições favoráveis.
Fonte: Foco Rural, 2015. Fonte: phytusclub, 2012.
Fonte: Canal Rural, 2015.
Ramulose (Superbrotamento)
Agente: Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides;
Disseminação, condições favoráveis e sobrevivência;
Possíveis ineficiências de fungicidas.
Fonte: 3rlab, 2016. Fonte: phytusclub, 2016.
Efeitos no meristema apical
Esquematização: Luan Dias, Avelino, 2017. Fonte: ebah, 2016.
Doenças provocadas
por fungos habitantes
do solo
Fonte: virologia em demasia, 2017.
Tombamento (Damping-off)
Agentes : fungos dos gêneros Pythium e Rhizoctonia;
Disseminação e período de susceptibilidade;
Sobrevivência dos fungos e principais danos.
Rhizoctoni
a Pythium
Fonte: AGEITEC, 2013. Fonte: M. de ident. das D. do algodoeiro ,
2009.
Fonte: biologiaparaloirasemorenas, 2015.
Interferências de
nematóides
Espécies patogênicas no algodoeiro
O nematóide das galhas (Meloidogyne incognita);
O nematóide reniforme (Rotylenchulus reniformis) ;
E o nematóide das lesões radiculares (Pratylenchus
brachyurus).
Frequência de nematóides - 2003
Fonte: Silva et al., 2003 . Livro: Algodão no cerrado do Brasil, 2007.
Dinâmica populacional
Nematóides
Esquematização:
Luan Dias Avelino,
2017.
Associações;
Índice: “Baixo” >10-50 espécimes por 200 cm³ de solo;
Desenvolvimento da cultura e controle.
Nematóide das galhas (mais destrutivo)
Fonte: Paulo Sérgio Santos - Revista Cultivar, 2012.
Fonte: adaptado de Hussey & Janssen, 2002.
Sintomas causados por M. incognita
Fonte: Rafael Galbieri, 2012.
Esquerda,
o genótipo
intolerante.
Direita, o
genótipo
tolerante.
Associações e Desenvolvimento da cultura;
Capacidade de sobrevivência (Anidrobiose) e competição;
Índice: “Médio” >400-600 espécimes por 200 cm³ de solo.
Nematóide reniforme (mais persistente)
Fonte das imagens: Rafael Galbieri, 2012.
Carijó
Associações e importâncias ;
Danos na cultura *.
Nematóide das lesões radiculares
Fonte: Paulo Sérgio Santos - Revista Cultivar, 2012.
Materiais coletados e escolha de plantas;
Umidade e profundidade (0,25cm);
 Amostra composta(20-25) , solo (0,5 a 1 kg) e raízes ( 50
g );
Identificações e cuidados posteriores .
Avaliação quantitativa de nematóides
Fontes das imagens: Fundação de
pesquisa e desenvolvimento tecnológico
Rio Verde, 2013/2014.
Evitar a introdução do nematoide em áreas isentas;
Utilização de genótipos resistentes/tolerantes;
Utilização de rotação de cultura;
Utilização de produtos nematicidas químicos/biológicos.
Controle de nematóides no algodoeiro
Fonte: fmcagricola,2017.
Pulverização ou via drench (esguicho) 200 - 300 g p.c./ha
60 a 600 L/ha
Bionematicida
Desenvolvimento: Instituto Agronômico do Paraná
Variedades resistentes
 IPR 140
Fonte das imagens: iapar.br, 2017.
 IPR Jataí
Práticas culturais (rotação e AV)
Fonte: Manejo de
nematoides na cultura do
algodoeiro em Mato Grosso,
2015.
LEGENDA DE CORES
Baixa
multiplicação.
Reação váriavel.
Não multiplica
nematoides.
Não indicada
Fonte: ABRAPA, 2017.
Eficiências de controle
Química;
Genética;
Biológica;
Cultural.
Fontes das imagens: Pixabay, 2013; godandscience, 2014; Rede Globo,
2013; ufsm, 2017.
Eficiência do controle
Químico
Fonte: Pixabay, 2013.
Controle químico atual
“O controle químico de doenças de plantas é, em muitos casos, a
única medida eficiente e economicamente viável para garantir as
altas produtividades e qualidade de produção, visadas pela
agricultura moderna.”
Fonte: H. KImati/ Manual de Fitopatologia, 2011. USP/ ESALQ – CAP. 16, PÁG.
Produtos utilizados - TS
Fonte: IHARA, 2017.
AVICTA 500 FS
Fonte: syngenta, 2017.
Classe: nematicida de contato e ingestão.
• Diluir o produto em 500 – 700 mL de água, o suficiente para tratar 100 kg de sementes.
TABELA 1
Fungicidas
registrados no
(MAPA) para
tratamento de
sementes.
Fonte: Agrofit, 2006.
Fungicida sistêmico e de contato
Fonte: Portal Syngenta, 2017.
Adjuvantes
Fonte: agro.bayer,2017 e dow AgroSciences, 2017.
Ag-Bem - dose: de 50 mL de Ag-Bem* por 100 litros de
calda.
AUREO- (Éster metílico de óleo de soja) Fungicida
0,25% (250 mL/100 litros de água);
Dados estatísticos
Eficiência de controle
Biológica
Fonte: Rede Globo, 2013.
Controle Biológico
Parasitismo: Fungos nematófagos;
Predação;
Fontes das imagens: gespianos,2015 e en.wikipedia, 2017.
Indução de defesa no hospedeiro: utilização de Fitoalexina.
COMPOSIÇÃO (SC): Bacillus subtilis linhagem QST 713 ...13,68 g/L (1,37 %
m/v);
Outros Ingredientes .........................1007,22 g/L (100,72 % m/v).
Fonte: agro.bayer,2017.
Fungicida bactericida microbiológico
DOENÇAS
CONTROLADAS/ DOSES
ÉPOCA DE APLICAÇÃO
Rizoctoniose Tombamento
Dose: 4 a 6 L/ha
Aplicações preventivamente no sulco de plantio no
momento da semeadura.
Mofo-branco
Dose: 2 a 4 L/ha
Iniciar Aplicações preventivas o mais cedo possível via
pulverização ou esguicho (drench).
Eficiência de controle
Cultural
Fonte: UFSM, 2017.
Eficiência de controle Cultural
Manejo adequado da lavoura (MIP, MID, daninhas);
Utilizar cultivares resistentes e sementes de boa qualidade;
Destruição dos restos culturais;
Preparo do solo e controle de circulação;
Sementes livres de patógenos (teste de sanidade);
Época de Semeadura/Plantio/Colheita;
Monitoramento da área.
Rotação de culturas e Adubação
Fonte: Rural Pecuária, 2017. Sfagro, 2016. Nordeste Rural, 2015. blog.bioseeds, 2016.
Importância na profilaxia de doenças.
Esquematização: Luan
Dias Avelino, 2017.
Eficiência do controle
Genético
Fonte: ruralpecuaria, 2016.
Resistência e tolerância das
plantas
Resistência  Vertical (Inibe o estabelecimento inicial
do patógeno);
 Horizontal (Diminui o desenvolvimento
da doença).
 Suscetíveis ao patógeno.Tolerância
ao dano
Bayer CropScience Sementes FM 993.
Variedades de plantas
Fonte: Bayer CropScience
Variedade: FM 993, 2016.
Resistente Tolerante
M. das nervuras
Nematoides
Bacteriose
IMA 7201B2RF
Resistente Tolerante Suscetível
M. das nervuras Nematoides
(meloidogyne
incognita)
Ramularia e
RamuloseBacteriose
Fonte: IMAMT, 2017.
Custos de produção
R$
Fonte: IMEA- Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária, 2017.
;
Fonte: FAEG - Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás, 2016.
Responsabilidade
Fonte: jornalhoraextra, 2017.
Obrigado!
Luan Dias Avelino
luandias2200@gmail.com