O documento discute como os pais modernos passaram de um extremo autoritário para o outro extremo permissivo, resultando em filhos que não respeitam mais os pais. Afirma que os pais precisam estabelecer limites firmes mas respeitosos para guiar as crianças enquanto elas não sabem para onde ir, em vez de se renderem às vontades dos filhos. Conclui que os limites protegem os indivíduos quando estabelecidos com amor e respeito profundo.