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Coluna Jovem e outros artigos
Dia Mundial da Saúde
No dia 7 de abril é comemorado o dia
mundial da saúde. Essa data foi cria-
da em 1948, para alertar a popula-
ção sobre os problemas de saúde
pública, da responsabilidade dos
governantes em manter políticas
que promovam a saúde, além de
reforçar que esta é um direito
de todos.
É de responsabilidade dos
Estados e de seus governan-
tes oferecer atendimento
médico gratuito a toda popu-
lação.
Ter saúde não é somente não ficar doente, mas segundo a OMS – Organização Mundial de Saú-
de - é também manter um estado de bem-estar mais amplo, que envolve o aspecto físico, mental e
social da pessoa. Manter o corpo e a mente em perfeito estado de funcionamento, em harmonia,
é uma forma de se ter saúde, pois trazem disposição e vitalidade.
Um dos aspectos mais importantes para manter a saúde pública é através do saneamento bási-
co, onde temos o tratamento das estações de água e esgoto, sendo feitos com produtos químicos
apropriados, além de fazer com que água e esgoto passem por tubos de encanamento, sem perigo
de contaminação.
Quando as cidades, ou parte delas, não fazem esse tipo de tratamento, sua população fica mais
propensa a se contaminar com bactérias que podem causar doenças, como diarreias, vômitos,
viroses, verminoses, dentre outras.
Mas saúde pública é muito mais que isso. Ela envolve também o saneamento ambiental, tornan-
do-se motivo do desenvolvimento social e econômico de um país.
Um trabalho educativo de qualidade também é motivo para promover a saúde pública, onde pro-
fessores e consultores podem fazer campanhas educativas, mostrando a importância da coleta sele-
tiva de lixo, de aterros sanitários próprios, dos catadores e distribuidores de materiais reciclados e etc.
Com tudo isso, gera-se a diminuição do movimento nos hospitais e postos de saúde, reduzindo de
forma considerável os gastos do país.
Para que possamos ver o dia em que todos tenham plena consciência de que saúde não é simples-
mente a ausência de doenças, mas o resultado de condições adequadas de saneamento, habitação,
educação, geração de renda, alimentação, segurança, cultura, lazer, dentre outros, temos o desafio das
Campanhas da Fraternidade, que têm colaborado para que a cidadania seja um instrumento concreto e
acessível a todos os cidadãos brasileiros. Para que esta realidade aconteça é necessário garantir a con-
tínua vigilância e a adequada qualificação também dos agentes de pastoral no campo do controle social;
pensar em como atuar benéfica e pró-ativamente com as Políticas Públicas do Sistema Único de Saúde
(SUS) no Brasil, buscando a promoção de um mundo mais saudável, justo, fraterno e solidário, promovendo,
ainda, a presença samaritana da Igreja junto aos enfermos e familiares e a disseminação permanente de uma
cultura de uma vida saudável.
Elevemos a Maria, Mãe de Misericórdia e Saúde dos Enfermos, nosso olhar confiante e nossa prece; a sua
compaixão materna, vivida ao lado do Filho agonizante na Cruz, acompanhe e sustente a fé a esperança de
cada pessoa enferma e sofredora ao longo caminho de cura das feridas do corpo e do espírito.
Elza Cacocci
Pastoral da Liturgia
MENSAGEM DO MÊS
Queridos irmãos e irmãs em Cristo,
Jesus ao se apresentar no meio da comunidade, no domingo, saúda os discípu-
los: “A Paz (Shalon) esteja com vocês.”, nos mostrando que somos comunidade
cristã, pois experimentamos a novidade salvadora de Deus, concretizada na comu-
nhão, partilha e união de sentimentos.
Assim Páscoa é tempo de mudar, tempo de acreditar, partilhar a vida na esperança, é
crer na vida que vence a morte, é investir na fraternidade, é lutar por um mundo melhor,
é acreditar que Cristo ressuscitado já nos concedeu a maior de todas as vitórias
Que nossos artigos auxiliem nessa reflexão e que surjam atos concretos em nossa
comunidade, para vivenciarmos a verdadeira Páscoa em Cristo.
Desejamos uma boa leitura!
PASCOM
ASemente
ParóquiaSãoJosé
BragançaPaulista/SP
AnoXI-Ediçãonº109-Abril/2016
EDITORIAL
NESTA EDIÇÃO
Página 2
Páginas 6 e 7
Página 8
Página 3 e 4
Página 5
Cajado do Pastor e Palavra do Papa
Artigos Diversos
Dizimistas Aniversariantes,
Convites e Agenda
Aconteceu na Matriz e nas Comunidades
Queridos amigos e paroquianos de São José é
com muita alegria que celebramos no dia 25 de abril a
vida de santidade de um dos quatro Evangelistas: São
Marcos.
Era judeu de uma tribo de Levi, inicialmente conhe-
cido como João e depois tomou um nome romano.
Marcos foi criador do gênero literário chamado “Evan-
gelho”, autor do segundo dos evangelhos sinóticos e
considerado como fundador da Igreja de Alexandria.
A principal fonte de informações sobre sua vida está
no livro Atos dos Apóstolos. Era filho de Maria de Je-
rusalém e primo de Barnabé e não pertenceu ao gru-
po dos doze apóstolos originais. Foi convertido à fé
cristã após a morte de Jesus e batizado pelo próprio
Pedro, que costumava frequentar a casa de seus pais
juntamente com Maria, mãe de Jesus e outros cristãos
primitivos.
Foi um dos primeiros discípulos de São Pedro, que
na festa de Pentecostes receberam o santo Batismo
das mãos do Apóstolo, razão talvez, de São Pedro em
sua primeira epístola o chamar “seu filho”. (I. Pedro,
5, 13).  Ainda menino viu sua casa se tornar um ponto
de encontro e reunião dos apóstolos e cristãos primi-
tivos. Segundo a tradição, foi na sua casa que Cristo
celebrou a última ceia, onde instituiu a Eucaristia e foi
nela, também, que os apóstolos receberam a visita do
Espírito Santo, após Sua Ressurreição.
São Marcos, depois da morte de São Pedro e São
Paulo, viajou para pregar em Chipre, na Ásia Menor e
no Egito, especialmente na Alexandria, onde fundou
uma das igrejas que mais floresceram. Após os martí-
rios (67) de Pedro e Paulo, ele também foi martirizado
em Alexandria, no dia da Páscoa, enquanto celebrava
o santo sacrifício da missa, e teve seu corpo arrastado
por uma parelha de cavalos, aos 54 anos.
Seu Evangelho, que teria sido concluído antes de
sair de Roma (64), destinou-se aos cristãos prove-
nientes do paganismo e tem um estilo simples. É o
mais curto se comparado aos demais, mas traz uma
visão toda especial, de quem conviveu e acompanhou
a paixão de Jesus. Contou com maestria a vida do di-
vino personagem que sequer chegou a conhecer, con-
seguindo narrar os milagres de Jesus de forma mais
simples e clara. Embora sejam poucas as informações
sobre o evangélico, é indiscutível sua importante parti-
cipação nos primeiros tempos da igreja cristã. Na Itália
seu nome está ligado à cidade de Veneza, para onde
mercadores venezianos provenientes de Alexandria,
transportaram o que diziam serem as suas relíquias
(828) e a cidade venezianas o tomou como padroeiro
desde então. A Igreja Católica festeja seu dia em 25 de
abril, data em que o evangelista teria sido martirizado.
Os pagãos maltratavam-no de um modo tal que mor-
reu no meio das crueldades. As últimas palavras que
proferiu foram: “Em vossas mãos encomendo o meu
espírito”. Os pagãos quiseram incinerar lhe o corpo.
Uma fortíssima tempestade, que sobreveio, frustrou
lhes os planos e forneceu aos cristãos, ocasião de tirar
o corpo e dar lhe honesta sepultura, numa rocha em
Bucoles.
O leão é o símbolo deste evangelista, que inicia
seu Evangelho com estas palavras: “...Uma voz cla-
ma no deserto: Preparai os caminhos do Senhor”.
Marcos é conhecido por ter sido agraciado com o
carisma da inspiração e vivência comunitária e por ter
escrito o primeiro dos evangelhos. Louvemos a Deus
pela vida deste grande santo, que nos garantiu a perpé-
tua memória de nosso Salvador Jesus Cristo. Convido
você a abrir sua bíblia e encontrar com Jesus através
das palavras de São Marcos. Que tal render louvores
a São Marcos pela leitura orante do seu evangelho?
Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo, que deu
a seu discípulo Marcos a graça do apostolado cristão
e a narração do seu Santo Evangelho.
São Marcos, rogai por nós, para que sejamos ilumi-
nados pela força do Evangelho. Amém.
Pe. Jeferson Mengali
Pároco
Deixar-se curar da cegueira trazida pelo pecado.
Em síntese, esse foi o convite do Papa Francisco dia
04 de março, na celebração penitencial que abriu
as “24 horas para o Senhor”, iniciativa de oração e
confissão nesse tempo quaresmal. A reflexão foi a
partir do Evangelho de Marcos, que relata a cura do
cego Bartimeu. Francisco destacou o valor simbóli-
co dessa leitura, que mostra como os fiéis de hoje
são cegos como Bartimeu, só que é uma cegueira
causada pelo pecado. “É uma cegueira do espíri-
to que impede de ver o essencial, fixar o olhar no
amor que dá a vida; e, aos poucos, leva a deter-se
no que é superficial até deixar insensíveis aos ou-
tros e ao bem (…) Olhando apenas para o nosso eu,
tornamo-nos cegos, amortecidos e fechados em nós
mesmos, sem alegria nem verdadeira liberdade.”,
disse. Tudo muda quando Jesus passa pelo cego,
e assim acontece também hoje, observou o Papa.
A luz de Cristo convida a não permanecer nessa ce-
gueira tenebrosa, faz a pessoa se sentir necessitada
de salvação e esse é o primeiro passo para a cura
do coração. “Este Jubileu da Misericórdia é tempo
favorável para acolher a presença de Deus, experi-
mentar o seu amor e voltar a Ele de todo o coração.
Como Bartimeu, joguemos fora a capa e ponhamo-
-nos de pé, ou seja, joguemos fora aquilo que nos
impede de caminhar rapidamente para O papel dos
pastores: Se por um lado os fiéis são chamados a
se reconhecerem pecadores e clamarem pela mi-
sericórdia de Deus, por outro os pastores precisam
escutar esse grito e rever comportamentos que não
ajudam as pessoas a se aproximarem de Jesus. Tal-
vez sejam horários e programas que não atendam
às necessidades, disse o Papa, ou mesmo uma ri-
gidez que afasta a ternura de Deus. “Certamente
não devemos diminuir as exigências do Evangelho,
mas não podemos correr o risco de frustrar o dese-
jo que tem o pecador de reconciliar-se com o Pai,
porque o regresso do filho à casa é o que acima de
tudo anseia o Pai”. O Papa pediu que os pastores
tenham palavras de discípulos, saibam acompanhar
os fiéis ao encontro íntimo com Deus e sejam ins-
trumentos que facilitem esse encontro. “Que cada
homem e mulher que se aproxime do confessionário
encontre um pai, encontre um pai que lhe espera,
que encontre o Pai que perdoa”, finalizou. Antes da
celebração, o Papa se confessou e, ao término da
celebração, colocou-se à disposição para confessar
alguns fiéis na Basílica de São Pedro.
http://papa.cancaonova.com/papa-fala-de-ce-
gueira-espiritual-e-convida-a-conversao/
2
O CAJADO
DO PASTOR
SÃO MARCOS,
EVANGELISTA
PALAVRA DO PAPA
2
Neste ano onde tanto
se fala da misericórdia,
temos que prestar mais
atenção em um lugar
onde ela, a misericór-
dia, faz morada de um
modo muito especial.
Lugar de acolhimento
,de doação, de partilha
e de muitas outras coi-
sas que sempre estão
ligadas à misericórdia. A
família! É essa família
que a Pastoral Familiar da nossa Igreja quer defen-
der quando trabalha com os jovens casais de namo-
rados, com os casais em segunda união, com os viú-
vos e viúvas ,com os casais que deram certo e estão
casados a quinze, vinte ,trinta e muitos mais anos.
Só que por uma questão de medo do comprometi-
mento com o trabalho, muita gente foge e não aceita
o convite feito tantas vezes, ”venham unir-se a nós”
. Não temam o trabalho na luta pela família, temam
sim as tentativas vindas de todos os lados para der-
rubar essa morada da misericórdia tão querida por
Deus. Procurem os agentes da pastoral familiar de
nossa paróquia e digam SIM. Venham unir-se a nós
nesse trabalho lindo e muito gostoso onde irmãos se
unem para garantir vida a outros irmãos.
Sagrada Família , Rogai por nós !
Participem das missas todos os domingos e prin-
cipalmente no 1º domingo do mês - missa patroci-
nada pela Pastoral Familiar de nossa paróquia, às
19h30 na Capela de N.Senhora do Bom Parto. Va-
mos ser família aos pés da Eucaristia!
Inêz Abreu
Pastoral Familiar
FAMÍLIA LAR DA MISERICÓRDIA
No primeiro dia da novena, dia 10/03 – Frei Pires,
Vila Aparecida nos convidou a sermos testemunhas
de fé...Cristo conta com isso. Que São José nos ajude
no nosso testemunho diário.
Nosso quarto dia de novena, domingo as 8h com a
igreja lotada Pe. Benedito Moreira, pároco da Igreja
Nossa Senhora de Fátima, Jarinu ressaltou a impor-
tância de refletirmos sobre a misericórdia – perdoar
– dar seu amor ao pecador. “Quem não tiver pecado
que atire a primeira pedra...” perceber através da mi-
nha pessoa, da minha situação e ter a humildade de
reconhecer ser pecador – só assim vou compreender
meu irmão. Aprendamos com São José a “passarmos
da indiferença à misericórdia.”
Pe. Luciano Alves Dos Reis da Paróquia
São Lázaro de Betânia presidiu no dia 16 de março
as 20h Santa missa com o 7º dia da Novena em Lou-
vor a São José onde em sua homilia nos disse: Es-
tamos vivendo o Ano Santo da misericórdia, e Deus
sempre está nos atraindo para seu encontro. Deus
acolhe as misérias do ser humano, para voltarmos e
permanecermos em seu caminho.
O oitavo dia de novena Pe. Francisco nos con-
vidou a refletirmos sobre a conversão que é o pri-
meiro passo da misericórdia seguido da humildade.
Tomar a decisão humilde de ir ao encontro do pai.
Que São José nos ajude a purificar nossos olhos
para podermos enxergar a misericórdia do Senhor.
E no nono e último dia da Novena de São José
Pe. Denis da cidade de Caieiras/SP em sua lin-
da homilia nos convidou a refletir sobre a diferença
de misericórdia e amor. A misericórdia é o ato de
perdoar o outro e perdoando eu o amo como meu
próximo.
No segundo dia, sexta feira dia 11/03 – Pe. Ge-
nildo de Itatiba nos questionou sobre o que fa-
zemos para trazer a fé para nossa vida. Antes de
irmos a missa temos o costume de ler a Biblia? Que
possamos cada um de nós alimentar-nos da fé e
que sejamos justos e fiel como São José que con-
fiou na obra de Deus.
E no dia 18 de março encerramos a parte re-
ligiosa da Festa de São José. Foram nove noites
de espiritualidade, de oração, de agradecer pelo
dom da vida, por nossa comunidade, por nossa pa-
róquia, pelo nosso povo brasileiro. Com início dia
10 de março cada noite tivemos o privilégio de ter
um padre diferente para celebração com diferentes
mensagens de fé, esperança e amor.
E no 5º dia da Novena em louvor a São José
Pe. Natanael Pires, de São Paulo refletiu sobre o
tema “ A Misericórdia fez-se Viva e visível em Je-
sus.” . O verdadeiro conhecimento de Deus consis-
te em uma experiência pessoal profunda de Cristo
e do seu amor que é misericordioso para com to-
dos.
A igreja São José celebrou no dia 15 de março
seu 6 º dia de novena com uma missa especial pre-
sidida por Pe. Edison da Igreja São João Batista
de Joanópolis onde meditamos sobre “As obras da
Misericórdia que são o coração, o centro da nossa
fé em Deus.” Pe. Edison numa linda homilia nos fez
refletir sobre a caridade que é o amor de Deus para
conosco.
No dia 12/03, terceiro dia da novena Pe. José
Hunaldo Feitosa de São Paulo meditou sobre o
tema: “ Pecadores sim, mas não aceitar o Estado de
corrupção.” Jesus dizia perdoa sempre não se can-
se de perdoar. Que Deus nos perdoe como pecado-
res que somos. Pecadores sim, mas não corruptos.
Legenda:RitadeCassiaAlmeida–Pascom
3
ACONTECEU NA PARÓQUIA - NOVENA DE SÃO JOSÉ DE 10/3 A 18/3
44
A construção da Capela Nossa Senhora de Fáti-
ma no bairro Chácaras Fernão Dias continua. Com
muita alegria e empenho, as paredes da igreja já
estão aparecendo! Que Deus continue dando força
aos nossos trabalhadores.
BENÇÃO DA SAÚDE AOS FUNCIONÁRIOS CT
CORINTHIANS - Aconteceu no dia 04 de abril as
15h no CT Joaquim Grava em São Paulo um dia de
benção e oração com os jogadores e comissão téc-
nica do Corinthians com Pe. Jeferson Mengali que
presenteou a todos com o livro de São Jorge.
DIA 19 DE MARÇO – DIA DE SÃO JOSÉ É CELEBRADO COM MISSA E UMA GRANDE FESTA EM
BRAGANÇA PAULISTA - Um dos santos mais amados da Igreja Católica, pai na sagrada família, São José
teve seu dia celebrado no dia 19 de março – sábado. O tutor do Cristo homem foi lembrado pela Paróquia
São José na oração e também nos festejos. Neste caso, três eventos distintos, mas alegre e devocional-
mente voltados para um mesmo desejo, de expressar todo o carinho pelo nosso padroeiro. Foram 3 missas
as 8h presidida pelo nosso bispo D. Sérgio que fez uma celebração voltada a memória de nosso santo, as
12h pelo vigário geral Monsenhor Eugenio que dedicou uma homilia especial a família e as 18h pelo nos-
so pároco Pe. Jeferson Mengali que nos ensinou a silenciar – o silêncio de São José. Às 15h30 minutos
tivemos a moto carreata mostrando a todo povo bragantino nossa devoção a São José e à noite uma linda
festa. Benção do Bolo – Ao final das missas das 8h e das 12h tivemos a benção do bolo de São José.
MOTO CARREATA – 19/03 – 15H30 - O finalzinho da tarde de sábado, 19 de março, foi marcado por uma moto carreata que conduziu a imagem de São José
pelas ruas de Bragança Paulista, com o objetivo de alertar o povo católico e convidar a todos a levantar a bandeira da fé e amor a Deus. O pároco Pe. Jeferson
na chegada da moto carreata abençoou a todos os participantes e em seguida presidiu a Santa Missa.
FESTA DE SÃO JOSÉ – 18 – 19 e 20/03 - O amor
a São José pode ser visto não só como fonte de
muita fé, mas também de alegria. A Festa de São
José é um breve intervalo durante a Quaresma para
celebrar e refletir sobre a importância do pai adotivo
de Cristo na vida da Igreja: Foram 3 dias de festas
com show do João e Luca na sexta feira dia 18, no
sábado Banda Pires e no domingo Chicamandú. A
Paróquia São José agradece a todos os colaborado-
res, festeiros e familiares e paroquianos presentes
na festa que vieram nos prestigiar. Sem vocês nada
teria acontecido. Muito obrigado a todos!
Legenda:RitadeCassiaAlmeida–Pascom
Legenda:TaízaPires
ACONTECEU NA
COMUNIDADE FERNÃO DIAS
ACONTECEU NA PARÓQUIA
AUGUSTO ALBERTO ROSSI
R. Santa Clara, 1017 - Centro
PABX: 4033-2021
Estacionamento Privativo para clientes
Desde
1972
OAB/SP 27.126
ROSSANO ROSSI
OAB/SP 93.560
ADVOGADOS
5
Dia Primeiro de Abril. Dia de falar a verdade,
como em qualquer dia do ano.
A mentira não faz bem a ninguém e, ao con-
trário do que se diz, quem mente não tem o na-
riz aumentado, mas sim a confiança diminuída.
Não merece qualquer tipo de homenagem o
dia da mentira, de forma alguma.
Lembro-me de uma estória que me conta-
vam quando criança: vários meninos deixaram
de ir à escola para nadar em um lago. Um deles,
muito afoito, já foi se jogando na água e fingiu
que estava se afogando, gritando alto e bom
som: “Me acudam... Me acudam, estou afogan-
do!” Vários deles, assustados, prontamente se
jogaram na água para salvar o amigo e, quando
chegaram perto dele, ele ria de gosto, ao ver
o desespero de todos. Pregara uma mentira.
Quase morria, mas era de tanto rir.
Mais tarde, ainda no lago, novamente gritou:
“Me acudam que eu estou em apuros!” Várias
e repetidas vezes repetia a mesma ladainha.
Julgando que fosse outra mentira, os amigos
o ignoraram e ninguém o ajudou. Mas agora
era de verdade. E o afoito se foi...
A mentira nunca faz bem, em qualquer oca-
sião e nós, cristãos, que cremos no Deus que
nunca mentiu aos homens e seguimos o ensi-
namento de seu Filho Amado, modelo de Amor
à Verdade, devemos ficar longe da mentira.
Diga NÃO À MENTIRA.
Deus abomina a mentira e por isso não su-
porta a presença dos mentirosos. O inimigo
de Deus - O DEMÔNIO - é descrito na Bíblia
como o pai da mentira.
Sabemos também que Jesus se descreveu
como sendo a verdade. Também sabemos que
é possível ser verdadeiramente livre através do
conhecimento da verdade.
O povo de Deus deve ser conhecido como
um povo que vive na verdade e pela verdade.
Portanto, devemos fugir da mentira e não com-
pactuar com os mentirosos.
São Paulo, no capitulo 4º, versículo 25 da
Carta aos Efésios nos exorta: “Portanto, cada
um de vocês deve abandonar a mentira e falar
a verdade ao seu próximo, pois todos somos
membros de um mesmo corpo.”
Em Provérbios (12,22) encontramos esta
VERDADE: “O Senhor odeia os lábios menti-
rosos, mas se deleita com os que falam a ver-
dade.”
JOÃO CERASOLI
Pastoral da Liturgia
DIA PRIMEIRO DE ABRIL
Para São Vicente de Paulo há duas formas dis-
tintas de amor: amor afetivo e amor efetivo. O amor
afetivo vem do coração aquele sentimento que nu-
trimos pelo irmão. O amor efetivo por sua vez é o
amor ativo. Aquele onde arregaçamos as mangas
para aliviar as dores e necessidades desse irmão.
É esse o trabalho efetivo dos vicentinos da nossa
paróquia. Tentamos através do alimento aliviar a
fome mas também levamos a Palavra para aliviar a
fome do espírito. Um sábado por mês reunimos as
famílias socorridas, para antes de receber o alimen-
to, ouvir um de nós falando sobre o evangelho ou
algum tema da Igreja. Como São Lucas mostra na
parábola do Bom Samaritano, devemos sim tratar as
feridas do irmão, mas antes de tudo entendermos
que o caminho de Jericó a Jerusalém deve ser se-
guro para todos.
Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.
(Idéias retiradas do livro Tecendo a Caridade -Li-
vro de estudos dos vicentinos em 2016)
Geraldo Luiz de Abreu
Pastoral dos Vicentinos
Dia 13 de abril é come-
morado o dia do beijo...
Reza a lenda que este
dia é celebrado porque,
em 1882, um italiano ga-
ranhão chamado Enrique
Porchelo beijava todas
as mulheres que encontrasse, sem se importar se
eram comprometidas. Em 13 de abril daquele ano,
um padre resolveu oferecer um prêmio em moedas
de ouro para a primeira mulher que se apresentasse
dizendo não ter sido vítima do beijoqueiro. Ninguém
apareceu e dizem que o tesouro está escondido em
algum lugar da Itália até hoje.
No dicionário, temos a definição de beijo como
sendo uma demonstração de afeto entre as pesso-
as e podem ser de vários tipos (na bochecha, na
testa, na orelha, na boca...). E este afeto pode sig-
nificar coisas distintas, como, por exemplo, para dar
‘oi’, para agradecer, para mostrar carinho ou paixão,
entre tantos outros. Todo mundo na vida já beijou
alguém, seja mãe, pai, avó, avô, tia, tio, madrinha,
padrinho, namorada, namorado, amigo, amiga...
Mas história e definição a parte, temos a Bíblia no
meio para nos lembrar, através dos Evangelhos, de
Judas Iscariotes, discípulo de Jesus, que fez uso do
beijo como forma de identificar aquele a quem pren-
deriam e matariam posteriormente, por singelas 30
moedas de prata. É uma lembrança de beijo amarga
que nos dado como exemplo do que um beijo não
deve significar: traição.
É a única passagem na Bíblia que mostra o bei-
jo desta maneira. As demais são sempre como de-
monstração de afeto, como quando Isaque pediu um
beijo de Jacó, seu filho, para que em seguida o aben-
çoasse (Gn 27, 26); ou quando os apóstolos Paulo e
Pedro recomendavam que os irmãos se saudassem
com um beijo (ósculo) santo (2 Co 13, 12).
Nos dias de hoje, é muito comum vermos diver-
sos “Judas” espalhados por aí, que inclusive podem
estar ao nosso lado. São aquelas pessoas que tra-
tam o amor com desrespeito, da boca para fora, ba-
seado em interesses e poder. E é difícil ver aquele
beijo que seja de amor verdadeiro, que a Bíblia diz
que “tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta”
(1 Co 13, 7), que é tão mais puro e sincero, e deveria
ser o mais disseminado entre nós.
Então, o que você quer que o seu beijo represen-
te na sua vida e na daqueles que estão a sua volta?
O beijo tem que ter um significado, e não devería-
mos sair beijando por beijar, como acontece muito
hoje.
Deus criou o beijo para ser desfrutado como de-
monstração de amor e não um hobby. É ele que ini-
cia uma história de amor. Claro que para saber é se
vai dar certo é preciso tentar, mas não todo momen-
to e com qualquer um.
Não tenha pressa que as coisas aconteçam. Se
ainda não aconteceu com você, não se preocupe.
Confia em Deus que nunca atrasa nem adianta. O
seu Beijo vai vir na hora certa.
Maynara Furquim
Grupo de Jovens IGNIS
COLUNA JOVEM - O BEIJO
56
Um dos assuntos mais comentados no momento
nas rádios, TVs, redes sociais e etc... é o novo vírus
que anda se espalhando pelo país atingindo, princi-
palmente, gestantes e causando medo na popula-
ção. É o Zika Vírus. Mas, qual o nosso conhecimen-
to sobre esse mal do momento? Quais precauções
devo tomar? Quem é o público alvo que está sendo
atingido pelo vírus? Quais sintomas? Para começar-
mos a responder todas as perguntas, vamos enten-
der um pouco deste vírus.
O Zika é um vírus transmitido pelo Aedes aegypti,
o mesmo mosquito transmissor da Dengue e CHI-
KUNGUNYA e foi identificado pela primeira vez no
Brasil em abril de 2015. O principal modo de trans-
missão descrito do vírus é pela picada do Aedes
aegypti. Não há evidências de transmissão do vírus
Zika por meio do leite materno, assim como por uri-
na, saliva e sêmen.
Os sintomas desse vírus são: cerca de 80% das
pessoas infectadas pelo vírus Zika não desenvolvem
manifestações clínicas. Os principais sintomas são
dor de cabeça, febre baixa, dores leves nas articula-
ções, manchas vermelhas na pele, coceira e verme-
lhidão nos olhos. Outros sintomas menos frequen-
tes são inchaço no corpo, dor de garganta, tosse e
vômitos. No geral, a evolução da doença é benigna
e os sintomas desaparecem espontaneamente após
3 a 7 dias. No entanto, a dor nas articulações pode
persistir por aproximadamente um mês. Segue abai-
xo uma ilustração para entendermos melhor.
Não existe tratamento específico para a infecção
pelo vírus Zika. Também não há vacina contra o ví-
rus. O tratamento recomendado para os casos que
apresentam os sintomas é baseado no uso de ace-
taminofeno (paracetamol) ou dipirona para o contro-
le da febre e manejo da dor. No caso de vermelhidão
com pus, os antialérgicos podem ser considerados.
Não se recomenda o uso de ácido acetilsalicílico
(AAS) e outros anti-inflamatórios, em função do ris-
co aumentado de complicações hemorrágicas des-
critas nas infecções por outros flavivírus. Os casos
suspeitos devem ser tratados como dengue, devido
à sua maior frequência e gravidade conhecida.
Os cuidados a serem tomados para o público em
geral são: utilize telas em janelas e portas, use rou-
pas compridas – calças e blusas – e, se vestir rou-
pas que deixem áreas do corpo expostas, aplique
repelente nessas áreas. Fique, preferencialmente,
em locais com telas de proteção, mosquiteiros ou
outras barreiras disponíveis.
Os cuidados que devemos tomar são: caso ob-
serve o aparecimento de manchas vermelhas na
pele, olhos avermelhados ou febre, busque um ser-
viço de saúde para atendimento. Não tome qualquer
medicamento por conta própria.
Porém, vemos também muito se falar nos casos
da Zika Vírus em gestantes e suas crianças nascen-
do com a Microcefalia. Para começarmos neste pon-
to, vamos citar os cuidados que as gestantes devem
ter para prevenir esse problema.
Utilize telas em janelas e portas, use roupas
compridas – calças e blusas – e, se vestir roupas
que deixem áreas
do corpo expostas,
aplique repelente
nessas áreas. Fi-
que, preferencial-
mente, em locais
com telas de prote-
ção, mosquiteiros
ou outras barreiras
disponíveis. Não
deixe água parada
em pneus, garrafas,
vasos de plantas,
entre outros.
Os cuidados
para as gestantes
são: busque uma
Unidade Básica de
Saúde para iniciar o
pré-natal assim que
descobrir a gravi-
dez e compareça às
consultas regular-
mente. Vá às con-
sultas uma vez por
mês até a 28ª se-
mana de gravidez;
a cada quinze dias entre a 28ª e a 36ª semana; e
semanalmente do início da 36ª semana até o nas-
cimento do bebê. Tome todas as vacinas indicadas
para gestantes. Em caso de febre ou dor, procure
um serviço de saúde. Não tome qualquer medica-
mento por conta própria. Caso tenha dúvidas, fale
com o seu médico ou com um profissional de saúde.
Relate ao seu médico qualquer sintoma ou medica-
mento usado durante a gestação. Leve sempre con-
sigo a Caderneta da Gestante, pois nela consta todo
seu histórico de gestação.
O Ministério da Saúde reforça às gestantes que
não usem medicamentos não prescritos pelos pro-
fissionais de saúde e que façam um pré-natal quali-
ficado e todos os exames previstos nesta fase, além
de relatarem aos profissionais de saúde qualquer
alteração que perceberem durante a gestação. Tam-
bém é importante que elas reforcem as medidas de
prevenção ao mosquito Aedes aegypti, com o uso
de repelentes indicados para o período de gestação,
uso de roupas de manga comprida e todas as outras
medidas para evitar o contato com mosquitos, além
de evitar o acúmulo de água parada em casa ou no
trabalho. Independente do destino ou motivo, toda
grávida deve consultar o seu médico antes de viajar.
O Ministério da Saúde confirmou a relação en-
tre o vírus Zika e a microcefalia. O Instituto Evandro
Chagas, órgão do ministério em Belém (PA), enca-
minhou o resultado de exames realizados em um
bebê, nascida no Ceará, com microcefalia e outras
malformações congênitas. Em amostras de sangue
e tecidos, foi identificada a presença do vírus Zika.
Essa é uma situação inédita na pesquisa científica
mundial.
As investigações sobre o tema, entretanto, con-
tinuam em andamento para esclarecer questões
como a transmissão desse agente, a sua atuação
no organismo humano, a infecção do feto e período
de maior vulnerabilidade para a gestante. Em análi-
se inicial, o risco está associado aos primeiros três
meses de gravidez. O achado reforça o chamado
para uma mobilização nacional para conter o mos-
quito transmissor, o Aedes aegypti, responsável pela
disseminação doença.
Todos esses dados foram tirados do site do Mi-
nistério da Saúde.
Pouco, ainda, se sabe sobre a relação Zika e Mi-
crocefalia. Os estudos estão em andamento e, en-
quanto não temos todo o histórico deste vírus tão
agressivo, vamos fazer nossa parte prevenindo esse
mosquito. Não podemos deixar um bicho tão peque-
no ser melhor do que nós, seres humanos. O fim
dessa doença só depende de nós mesmo fazermos
nossa parte e cobrar os que não fazem.
Taíza Pires Spina
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A celebração dessa data
teve sua origem no Brasil, em
1999, e somente a partir de
2003 passou a ter expressão
internacional, principalmente
nos Estados Unidos, Europa
e Ásia, sendo comemorado
no dia 16 de abril.
Alguns podem pensar,
porque comemorar um dia
somente para a “VOZ”? Ou
questionar temos outras par-
tes do nosso corpo que também são importantes,
mas porque a “voz”, e não os olhos, ouvidos, cora-
ção ou qualquer outra parte do nosso corpo.
Importante observar que a voz é uma caracterís-
tica humana intimamente relacionada com a neces-
sidade do homem de se agrupar e se comunicar. Ela
é produto da sua evolução, seu desenvolvimento,
acompanha o próprio desenvolvimento da espécie
humana, variando de acordo com a idade, espectos
biológicos, psicológicos e sociais, e por isso, a voz
pode ser considerada um fator de identidade indivi-
dual e uma importante ferramenta da Comunicação.
Tem grande importância social e resulta de caracte-
rísticas herdadas e do ambiente em que vivemos.
A voz é o principal meio no qual os homens se co-
municam entre si. Cada voz é única, e podemos
identificá-las pela forma com que a usamos, embora
ela varie bastante de acordo com nossas emoções
e com as pessoas com quem falamos.
Já imaginou como seria a nossa vida sem a voz
para o nosso processo de comunicação, tanto na
vida social quanto profissional? A voz é a marca re-
gistrada de qualquer pessoa e para muitos, repre-
senta o próprio instrumento de trabalho, como os
radialistas, professores, palestrantes, jornalistas,
artistas e tantos outros profissionais que se utilizam
desse instrumento em seu dia a dia, ou seja, a nos-
sa voz é a como a nossa impressão digital. Muitas
pessoas são reconhecidas apenas pelo som de sua
voz. É por ela que transmitimos a emoção, nervosis-
mo, ansiedade e alegria, ela também é considerada
uma tradução da personalidade humana, um símbo-
lo que apresenta o indivíduo ao mundo por meio de
som, a voz é peça-chave e fundamental na gestão
da comunicação.
Alertamos que prevenção dela é fundamental,
pois num mundo em que vivemos, ela é a nossa
ferramenta fundamental para a nossa comunicação,
visto que ela está associada à fala, na realização
da comunicação verbal, e pode variar quanto a in-
tensidade, altura, inflexão, ressonância, articulação
e muitas outras características.
Como vimos a nossa voz esta associada à fala,
ou seja, a nossa forma de expressaremos, de reivin-
dicar os nossos direitos junto aos nossos governan-
tes, dirigentes, diante das indiferenças e injustiças.
Quando voltamos para o tempo de Jesus, obser-
vamos que o Senhor fazia uso da voz para se ex-
pressar Ele tinha o dom da fala, para demonstrar o
seu amor a todos e de apresentar o Deus verdadei-
ro, aquele homem da Galiléia era a Voz de Deus.
Qual a importância que eu dou a minha voz? A
minha voz se cala diante das injustiças, da falta de
saúde, moradia, segurança, emprego e de tanta cor-
rupção?
Qual o poder da minha voz? Ela é utilizada para
construir ou destruir? Que tipo de voz eu quero ser
para minha família, no meu emprego, na minha co-
munidade e para o meu PAÍS?
João afirmou “Eu sou a voz do que clama no de-
serto”. A minha voz clama o que???
Pense nisso.
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Celso Antonio Cavallaro
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Celso Antonio e Maria Salete de Souza Cavallaro
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COMUNIDADE CHÁCARA FERNÃO DIAS
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Fátima Maria Barbosa Casenaves
Francisco Reinaldo Martins
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José Edson Pulga
Tamires Costa Casenaves
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PREZADO DIZIMISTA
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um agente da Pastoral do Dízimo para atualização de seu
cadastro. Obrigado!
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Na matriz
- Todas as terças-feiras, reza do terço, às 20h00’
- Todas as quintas-feiras Grupo de Oração Mãe e
Mestra às 20h00
- 1ª quarta-feira do mês - missa da saúde, às
15h00
- 1ª sexta-feira do mês: missa votiva ao Sagrado
Coração de Jesus, às 20h00’
- todo dia 19: missa da novena perpétua de São
José, às 20h00’ quando de segunda a sexta-feira.
- toda última terça-feira: reza do terço dos ho-
mens, às 20h00’
- Todos os sábados: Santa Missa às 19h00’
- Todos os domingos: Santa Missa às 08h00’
Na Capela de N.Sra. do Bom Parto
- Todos os dias - Adoração ao Santíssimo Sacra-
mento, das 13h00’ às 20h00’
- Últimas quartas-feiras do mês:  Hora Santa, às
20h00’
- Todos os domingos: Santa Missa às 19h30’
- Todo primeiro domingo do mês Missa da Família
às 19h30

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Jornal abril 2016

  • 1. Coluna Jovem e outros artigos Dia Mundial da Saúde No dia 7 de abril é comemorado o dia mundial da saúde. Essa data foi cria- da em 1948, para alertar a popula- ção sobre os problemas de saúde pública, da responsabilidade dos governantes em manter políticas que promovam a saúde, além de reforçar que esta é um direito de todos. É de responsabilidade dos Estados e de seus governan- tes oferecer atendimento médico gratuito a toda popu- lação. Ter saúde não é somente não ficar doente, mas segundo a OMS – Organização Mundial de Saú- de - é também manter um estado de bem-estar mais amplo, que envolve o aspecto físico, mental e social da pessoa. Manter o corpo e a mente em perfeito estado de funcionamento, em harmonia, é uma forma de se ter saúde, pois trazem disposição e vitalidade. Um dos aspectos mais importantes para manter a saúde pública é através do saneamento bási- co, onde temos o tratamento das estações de água e esgoto, sendo feitos com produtos químicos apropriados, além de fazer com que água e esgoto passem por tubos de encanamento, sem perigo de contaminação. Quando as cidades, ou parte delas, não fazem esse tipo de tratamento, sua população fica mais propensa a se contaminar com bactérias que podem causar doenças, como diarreias, vômitos, viroses, verminoses, dentre outras. Mas saúde pública é muito mais que isso. Ela envolve também o saneamento ambiental, tornan- do-se motivo do desenvolvimento social e econômico de um país. Um trabalho educativo de qualidade também é motivo para promover a saúde pública, onde pro- fessores e consultores podem fazer campanhas educativas, mostrando a importância da coleta sele- tiva de lixo, de aterros sanitários próprios, dos catadores e distribuidores de materiais reciclados e etc. Com tudo isso, gera-se a diminuição do movimento nos hospitais e postos de saúde, reduzindo de forma considerável os gastos do país. Para que possamos ver o dia em que todos tenham plena consciência de que saúde não é simples- mente a ausência de doenças, mas o resultado de condições adequadas de saneamento, habitação, educação, geração de renda, alimentação, segurança, cultura, lazer, dentre outros, temos o desafio das Campanhas da Fraternidade, que têm colaborado para que a cidadania seja um instrumento concreto e acessível a todos os cidadãos brasileiros. Para que esta realidade aconteça é necessário garantir a con- tínua vigilância e a adequada qualificação também dos agentes de pastoral no campo do controle social; pensar em como atuar benéfica e pró-ativamente com as Políticas Públicas do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, buscando a promoção de um mundo mais saudável, justo, fraterno e solidário, promovendo, ainda, a presença samaritana da Igreja junto aos enfermos e familiares e a disseminação permanente de uma cultura de uma vida saudável. Elevemos a Maria, Mãe de Misericórdia e Saúde dos Enfermos, nosso olhar confiante e nossa prece; a sua compaixão materna, vivida ao lado do Filho agonizante na Cruz, acompanhe e sustente a fé a esperança de cada pessoa enferma e sofredora ao longo caminho de cura das feridas do corpo e do espírito. Elza Cacocci Pastoral da Liturgia MENSAGEM DO MÊS Queridos irmãos e irmãs em Cristo, Jesus ao se apresentar no meio da comunidade, no domingo, saúda os discípu- los: “A Paz (Shalon) esteja com vocês.”, nos mostrando que somos comunidade cristã, pois experimentamos a novidade salvadora de Deus, concretizada na comu- nhão, partilha e união de sentimentos. Assim Páscoa é tempo de mudar, tempo de acreditar, partilhar a vida na esperança, é crer na vida que vence a morte, é investir na fraternidade, é lutar por um mundo melhor, é acreditar que Cristo ressuscitado já nos concedeu a maior de todas as vitórias Que nossos artigos auxiliem nessa reflexão e que surjam atos concretos em nossa comunidade, para vivenciarmos a verdadeira Páscoa em Cristo. Desejamos uma boa leitura! PASCOM ASemente ParóquiaSãoJosé BragançaPaulista/SP AnoXI-Ediçãonº109-Abril/2016 EDITORIAL NESTA EDIÇÃO Página 2 Páginas 6 e 7 Página 8 Página 3 e 4 Página 5 Cajado do Pastor e Palavra do Papa Artigos Diversos Dizimistas Aniversariantes, Convites e Agenda Aconteceu na Matriz e nas Comunidades
  • 2. Queridos amigos e paroquianos de São José é com muita alegria que celebramos no dia 25 de abril a vida de santidade de um dos quatro Evangelistas: São Marcos. Era judeu de uma tribo de Levi, inicialmente conhe- cido como João e depois tomou um nome romano. Marcos foi criador do gênero literário chamado “Evan- gelho”, autor do segundo dos evangelhos sinóticos e considerado como fundador da Igreja de Alexandria. A principal fonte de informações sobre sua vida está no livro Atos dos Apóstolos. Era filho de Maria de Je- rusalém e primo de Barnabé e não pertenceu ao gru- po dos doze apóstolos originais. Foi convertido à fé cristã após a morte de Jesus e batizado pelo próprio Pedro, que costumava frequentar a casa de seus pais juntamente com Maria, mãe de Jesus e outros cristãos primitivos. Foi um dos primeiros discípulos de São Pedro, que na festa de Pentecostes receberam o santo Batismo das mãos do Apóstolo, razão talvez, de São Pedro em sua primeira epístola o chamar “seu filho”. (I. Pedro, 5, 13).  Ainda menino viu sua casa se tornar um ponto de encontro e reunião dos apóstolos e cristãos primi- tivos. Segundo a tradição, foi na sua casa que Cristo celebrou a última ceia, onde instituiu a Eucaristia e foi nela, também, que os apóstolos receberam a visita do Espírito Santo, após Sua Ressurreição. São Marcos, depois da morte de São Pedro e São Paulo, viajou para pregar em Chipre, na Ásia Menor e no Egito, especialmente na Alexandria, onde fundou uma das igrejas que mais floresceram. Após os martí- rios (67) de Pedro e Paulo, ele também foi martirizado em Alexandria, no dia da Páscoa, enquanto celebrava o santo sacrifício da missa, e teve seu corpo arrastado por uma parelha de cavalos, aos 54 anos. Seu Evangelho, que teria sido concluído antes de sair de Roma (64), destinou-se aos cristãos prove- nientes do paganismo e tem um estilo simples. É o mais curto se comparado aos demais, mas traz uma visão toda especial, de quem conviveu e acompanhou a paixão de Jesus. Contou com maestria a vida do di- vino personagem que sequer chegou a conhecer, con- seguindo narrar os milagres de Jesus de forma mais simples e clara. Embora sejam poucas as informações sobre o evangélico, é indiscutível sua importante parti- cipação nos primeiros tempos da igreja cristã. Na Itália seu nome está ligado à cidade de Veneza, para onde mercadores venezianos provenientes de Alexandria, transportaram o que diziam serem as suas relíquias (828) e a cidade venezianas o tomou como padroeiro desde então. A Igreja Católica festeja seu dia em 25 de abril, data em que o evangelista teria sido martirizado. Os pagãos maltratavam-no de um modo tal que mor- reu no meio das crueldades. As últimas palavras que proferiu foram: “Em vossas mãos encomendo o meu espírito”. Os pagãos quiseram incinerar lhe o corpo. Uma fortíssima tempestade, que sobreveio, frustrou lhes os planos e forneceu aos cristãos, ocasião de tirar o corpo e dar lhe honesta sepultura, numa rocha em Bucoles. O leão é o símbolo deste evangelista, que inicia seu Evangelho com estas palavras: “...Uma voz cla- ma no deserto: Preparai os caminhos do Senhor”. Marcos é conhecido por ter sido agraciado com o carisma da inspiração e vivência comunitária e por ter escrito o primeiro dos evangelhos. Louvemos a Deus pela vida deste grande santo, que nos garantiu a perpé- tua memória de nosso Salvador Jesus Cristo. Convido você a abrir sua bíblia e encontrar com Jesus através das palavras de São Marcos. Que tal render louvores a São Marcos pela leitura orante do seu evangelho? Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo, que deu a seu discípulo Marcos a graça do apostolado cristão e a narração do seu Santo Evangelho. São Marcos, rogai por nós, para que sejamos ilumi- nados pela força do Evangelho. Amém. Pe. Jeferson Mengali Pároco Deixar-se curar da cegueira trazida pelo pecado. Em síntese, esse foi o convite do Papa Francisco dia 04 de março, na celebração penitencial que abriu as “24 horas para o Senhor”, iniciativa de oração e confissão nesse tempo quaresmal. A reflexão foi a partir do Evangelho de Marcos, que relata a cura do cego Bartimeu. Francisco destacou o valor simbóli- co dessa leitura, que mostra como os fiéis de hoje são cegos como Bartimeu, só que é uma cegueira causada pelo pecado. “É uma cegueira do espíri- to que impede de ver o essencial, fixar o olhar no amor que dá a vida; e, aos poucos, leva a deter-se no que é superficial até deixar insensíveis aos ou- tros e ao bem (…) Olhando apenas para o nosso eu, tornamo-nos cegos, amortecidos e fechados em nós mesmos, sem alegria nem verdadeira liberdade.”, disse. Tudo muda quando Jesus passa pelo cego, e assim acontece também hoje, observou o Papa. A luz de Cristo convida a não permanecer nessa ce- gueira tenebrosa, faz a pessoa se sentir necessitada de salvação e esse é o primeiro passo para a cura do coração. “Este Jubileu da Misericórdia é tempo favorável para acolher a presença de Deus, experi- mentar o seu amor e voltar a Ele de todo o coração. Como Bartimeu, joguemos fora a capa e ponhamo- -nos de pé, ou seja, joguemos fora aquilo que nos impede de caminhar rapidamente para O papel dos pastores: Se por um lado os fiéis são chamados a se reconhecerem pecadores e clamarem pela mi- sericórdia de Deus, por outro os pastores precisam escutar esse grito e rever comportamentos que não ajudam as pessoas a se aproximarem de Jesus. Tal- vez sejam horários e programas que não atendam às necessidades, disse o Papa, ou mesmo uma ri- gidez que afasta a ternura de Deus. “Certamente não devemos diminuir as exigências do Evangelho, mas não podemos correr o risco de frustrar o dese- jo que tem o pecador de reconciliar-se com o Pai, porque o regresso do filho à casa é o que acima de tudo anseia o Pai”. O Papa pediu que os pastores tenham palavras de discípulos, saibam acompanhar os fiéis ao encontro íntimo com Deus e sejam ins- trumentos que facilitem esse encontro. “Que cada homem e mulher que se aproxime do confessionário encontre um pai, encontre um pai que lhe espera, que encontre o Pai que perdoa”, finalizou. Antes da celebração, o Papa se confessou e, ao término da celebração, colocou-se à disposição para confessar alguns fiéis na Basílica de São Pedro. http://papa.cancaonova.com/papa-fala-de-ce- gueira-espiritual-e-convida-a-conversao/ 2 O CAJADO DO PASTOR SÃO MARCOS, EVANGELISTA PALAVRA DO PAPA 2 Neste ano onde tanto se fala da misericórdia, temos que prestar mais atenção em um lugar onde ela, a misericór- dia, faz morada de um modo muito especial. Lugar de acolhimento ,de doação, de partilha e de muitas outras coi- sas que sempre estão ligadas à misericórdia. A família! É essa família que a Pastoral Familiar da nossa Igreja quer defen- der quando trabalha com os jovens casais de namo- rados, com os casais em segunda união, com os viú- vos e viúvas ,com os casais que deram certo e estão casados a quinze, vinte ,trinta e muitos mais anos. Só que por uma questão de medo do comprometi- mento com o trabalho, muita gente foge e não aceita o convite feito tantas vezes, ”venham unir-se a nós” . Não temam o trabalho na luta pela família, temam sim as tentativas vindas de todos os lados para der- rubar essa morada da misericórdia tão querida por Deus. Procurem os agentes da pastoral familiar de nossa paróquia e digam SIM. Venham unir-se a nós nesse trabalho lindo e muito gostoso onde irmãos se unem para garantir vida a outros irmãos. Sagrada Família , Rogai por nós ! Participem das missas todos os domingos e prin- cipalmente no 1º domingo do mês - missa patroci- nada pela Pastoral Familiar de nossa paróquia, às 19h30 na Capela de N.Senhora do Bom Parto. Va- mos ser família aos pés da Eucaristia! Inêz Abreu Pastoral Familiar FAMÍLIA LAR DA MISERICÓRDIA
  • 3. No primeiro dia da novena, dia 10/03 – Frei Pires, Vila Aparecida nos convidou a sermos testemunhas de fé...Cristo conta com isso. Que São José nos ajude no nosso testemunho diário. Nosso quarto dia de novena, domingo as 8h com a igreja lotada Pe. Benedito Moreira, pároco da Igreja Nossa Senhora de Fátima, Jarinu ressaltou a impor- tância de refletirmos sobre a misericórdia – perdoar – dar seu amor ao pecador. “Quem não tiver pecado que atire a primeira pedra...” perceber através da mi- nha pessoa, da minha situação e ter a humildade de reconhecer ser pecador – só assim vou compreender meu irmão. Aprendamos com São José a “passarmos da indiferença à misericórdia.” Pe. Luciano Alves Dos Reis da Paróquia São Lázaro de Betânia presidiu no dia 16 de março as 20h Santa missa com o 7º dia da Novena em Lou- vor a São José onde em sua homilia nos disse: Es- tamos vivendo o Ano Santo da misericórdia, e Deus sempre está nos atraindo para seu encontro. Deus acolhe as misérias do ser humano, para voltarmos e permanecermos em seu caminho. O oitavo dia de novena Pe. Francisco nos con- vidou a refletirmos sobre a conversão que é o pri- meiro passo da misericórdia seguido da humildade. Tomar a decisão humilde de ir ao encontro do pai. Que São José nos ajude a purificar nossos olhos para podermos enxergar a misericórdia do Senhor. E no nono e último dia da Novena de São José Pe. Denis da cidade de Caieiras/SP em sua lin- da homilia nos convidou a refletir sobre a diferença de misericórdia e amor. A misericórdia é o ato de perdoar o outro e perdoando eu o amo como meu próximo. No segundo dia, sexta feira dia 11/03 – Pe. Ge- nildo de Itatiba nos questionou sobre o que fa- zemos para trazer a fé para nossa vida. Antes de irmos a missa temos o costume de ler a Biblia? Que possamos cada um de nós alimentar-nos da fé e que sejamos justos e fiel como São José que con- fiou na obra de Deus. E no dia 18 de março encerramos a parte re- ligiosa da Festa de São José. Foram nove noites de espiritualidade, de oração, de agradecer pelo dom da vida, por nossa comunidade, por nossa pa- róquia, pelo nosso povo brasileiro. Com início dia 10 de março cada noite tivemos o privilégio de ter um padre diferente para celebração com diferentes mensagens de fé, esperança e amor. E no 5º dia da Novena em louvor a São José Pe. Natanael Pires, de São Paulo refletiu sobre o tema “ A Misericórdia fez-se Viva e visível em Je- sus.” . O verdadeiro conhecimento de Deus consis- te em uma experiência pessoal profunda de Cristo e do seu amor que é misericordioso para com to- dos. A igreja São José celebrou no dia 15 de março seu 6 º dia de novena com uma missa especial pre- sidida por Pe. Edison da Igreja São João Batista de Joanópolis onde meditamos sobre “As obras da Misericórdia que são o coração, o centro da nossa fé em Deus.” Pe. Edison numa linda homilia nos fez refletir sobre a caridade que é o amor de Deus para conosco. No dia 12/03, terceiro dia da novena Pe. José Hunaldo Feitosa de São Paulo meditou sobre o tema: “ Pecadores sim, mas não aceitar o Estado de corrupção.” Jesus dizia perdoa sempre não se can- se de perdoar. Que Deus nos perdoe como pecado- res que somos. Pecadores sim, mas não corruptos. Legenda:RitadeCassiaAlmeida–Pascom 3 ACONTECEU NA PARÓQUIA - NOVENA DE SÃO JOSÉ DE 10/3 A 18/3
  • 4. 44 A construção da Capela Nossa Senhora de Fáti- ma no bairro Chácaras Fernão Dias continua. Com muita alegria e empenho, as paredes da igreja já estão aparecendo! Que Deus continue dando força aos nossos trabalhadores. BENÇÃO DA SAÚDE AOS FUNCIONÁRIOS CT CORINTHIANS - Aconteceu no dia 04 de abril as 15h no CT Joaquim Grava em São Paulo um dia de benção e oração com os jogadores e comissão téc- nica do Corinthians com Pe. Jeferson Mengali que presenteou a todos com o livro de São Jorge. DIA 19 DE MARÇO – DIA DE SÃO JOSÉ É CELEBRADO COM MISSA E UMA GRANDE FESTA EM BRAGANÇA PAULISTA - Um dos santos mais amados da Igreja Católica, pai na sagrada família, São José teve seu dia celebrado no dia 19 de março – sábado. O tutor do Cristo homem foi lembrado pela Paróquia São José na oração e também nos festejos. Neste caso, três eventos distintos, mas alegre e devocional- mente voltados para um mesmo desejo, de expressar todo o carinho pelo nosso padroeiro. Foram 3 missas as 8h presidida pelo nosso bispo D. Sérgio que fez uma celebração voltada a memória de nosso santo, as 12h pelo vigário geral Monsenhor Eugenio que dedicou uma homilia especial a família e as 18h pelo nos- so pároco Pe. Jeferson Mengali que nos ensinou a silenciar – o silêncio de São José. Às 15h30 minutos tivemos a moto carreata mostrando a todo povo bragantino nossa devoção a São José e à noite uma linda festa. Benção do Bolo – Ao final das missas das 8h e das 12h tivemos a benção do bolo de São José. MOTO CARREATA – 19/03 – 15H30 - O finalzinho da tarde de sábado, 19 de março, foi marcado por uma moto carreata que conduziu a imagem de São José pelas ruas de Bragança Paulista, com o objetivo de alertar o povo católico e convidar a todos a levantar a bandeira da fé e amor a Deus. O pároco Pe. Jeferson na chegada da moto carreata abençoou a todos os participantes e em seguida presidiu a Santa Missa. FESTA DE SÃO JOSÉ – 18 – 19 e 20/03 - O amor a São José pode ser visto não só como fonte de muita fé, mas também de alegria. A Festa de São José é um breve intervalo durante a Quaresma para celebrar e refletir sobre a importância do pai adotivo de Cristo na vida da Igreja: Foram 3 dias de festas com show do João e Luca na sexta feira dia 18, no sábado Banda Pires e no domingo Chicamandú. A Paróquia São José agradece a todos os colaborado- res, festeiros e familiares e paroquianos presentes na festa que vieram nos prestigiar. Sem vocês nada teria acontecido. Muito obrigado a todos! Legenda:RitadeCassiaAlmeida–Pascom Legenda:TaízaPires ACONTECEU NA COMUNIDADE FERNÃO DIAS ACONTECEU NA PARÓQUIA AUGUSTO ALBERTO ROSSI R. Santa Clara, 1017 - Centro PABX: 4033-2021 Estacionamento Privativo para clientes Desde 1972 OAB/SP 27.126 ROSSANO ROSSI OAB/SP 93.560 ADVOGADOS
  • 5. 5 Dia Primeiro de Abril. Dia de falar a verdade, como em qualquer dia do ano. A mentira não faz bem a ninguém e, ao con- trário do que se diz, quem mente não tem o na- riz aumentado, mas sim a confiança diminuída. Não merece qualquer tipo de homenagem o dia da mentira, de forma alguma. Lembro-me de uma estória que me conta- vam quando criança: vários meninos deixaram de ir à escola para nadar em um lago. Um deles, muito afoito, já foi se jogando na água e fingiu que estava se afogando, gritando alto e bom som: “Me acudam... Me acudam, estou afogan- do!” Vários deles, assustados, prontamente se jogaram na água para salvar o amigo e, quando chegaram perto dele, ele ria de gosto, ao ver o desespero de todos. Pregara uma mentira. Quase morria, mas era de tanto rir. Mais tarde, ainda no lago, novamente gritou: “Me acudam que eu estou em apuros!” Várias e repetidas vezes repetia a mesma ladainha. Julgando que fosse outra mentira, os amigos o ignoraram e ninguém o ajudou. Mas agora era de verdade. E o afoito se foi... A mentira nunca faz bem, em qualquer oca- sião e nós, cristãos, que cremos no Deus que nunca mentiu aos homens e seguimos o ensi- namento de seu Filho Amado, modelo de Amor à Verdade, devemos ficar longe da mentira. Diga NÃO À MENTIRA. Deus abomina a mentira e por isso não su- porta a presença dos mentirosos. O inimigo de Deus - O DEMÔNIO - é descrito na Bíblia como o pai da mentira. Sabemos também que Jesus se descreveu como sendo a verdade. Também sabemos que é possível ser verdadeiramente livre através do conhecimento da verdade. O povo de Deus deve ser conhecido como um povo que vive na verdade e pela verdade. Portanto, devemos fugir da mentira e não com- pactuar com os mentirosos. São Paulo, no capitulo 4º, versículo 25 da Carta aos Efésios nos exorta: “Portanto, cada um de vocês deve abandonar a mentira e falar a verdade ao seu próximo, pois todos somos membros de um mesmo corpo.” Em Provérbios (12,22) encontramos esta VERDADE: “O Senhor odeia os lábios menti- rosos, mas se deleita com os que falam a ver- dade.” JOÃO CERASOLI Pastoral da Liturgia DIA PRIMEIRO DE ABRIL Para São Vicente de Paulo há duas formas dis- tintas de amor: amor afetivo e amor efetivo. O amor afetivo vem do coração aquele sentimento que nu- trimos pelo irmão. O amor efetivo por sua vez é o amor ativo. Aquele onde arregaçamos as mangas para aliviar as dores e necessidades desse irmão. É esse o trabalho efetivo dos vicentinos da nossa paróquia. Tentamos através do alimento aliviar a fome mas também levamos a Palavra para aliviar a fome do espírito. Um sábado por mês reunimos as famílias socorridas, para antes de receber o alimen- to, ouvir um de nós falando sobre o evangelho ou algum tema da Igreja. Como São Lucas mostra na parábola do Bom Samaritano, devemos sim tratar as feridas do irmão, mas antes de tudo entendermos que o caminho de Jericó a Jerusalém deve ser se- guro para todos. Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo. (Idéias retiradas do livro Tecendo a Caridade -Li- vro de estudos dos vicentinos em 2016) Geraldo Luiz de Abreu Pastoral dos Vicentinos Dia 13 de abril é come- morado o dia do beijo... Reza a lenda que este dia é celebrado porque, em 1882, um italiano ga- ranhão chamado Enrique Porchelo beijava todas as mulheres que encontrasse, sem se importar se eram comprometidas. Em 13 de abril daquele ano, um padre resolveu oferecer um prêmio em moedas de ouro para a primeira mulher que se apresentasse dizendo não ter sido vítima do beijoqueiro. Ninguém apareceu e dizem que o tesouro está escondido em algum lugar da Itália até hoje. No dicionário, temos a definição de beijo como sendo uma demonstração de afeto entre as pesso- as e podem ser de vários tipos (na bochecha, na testa, na orelha, na boca...). E este afeto pode sig- nificar coisas distintas, como, por exemplo, para dar ‘oi’, para agradecer, para mostrar carinho ou paixão, entre tantos outros. Todo mundo na vida já beijou alguém, seja mãe, pai, avó, avô, tia, tio, madrinha, padrinho, namorada, namorado, amigo, amiga... Mas história e definição a parte, temos a Bíblia no meio para nos lembrar, através dos Evangelhos, de Judas Iscariotes, discípulo de Jesus, que fez uso do beijo como forma de identificar aquele a quem pren- deriam e matariam posteriormente, por singelas 30 moedas de prata. É uma lembrança de beijo amarga que nos dado como exemplo do que um beijo não deve significar: traição. É a única passagem na Bíblia que mostra o bei- jo desta maneira. As demais são sempre como de- monstração de afeto, como quando Isaque pediu um beijo de Jacó, seu filho, para que em seguida o aben- çoasse (Gn 27, 26); ou quando os apóstolos Paulo e Pedro recomendavam que os irmãos se saudassem com um beijo (ósculo) santo (2 Co 13, 12). Nos dias de hoje, é muito comum vermos diver- sos “Judas” espalhados por aí, que inclusive podem estar ao nosso lado. São aquelas pessoas que tra- tam o amor com desrespeito, da boca para fora, ba- seado em interesses e poder. E é difícil ver aquele beijo que seja de amor verdadeiro, que a Bíblia diz que “tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta” (1 Co 13, 7), que é tão mais puro e sincero, e deveria ser o mais disseminado entre nós. Então, o que você quer que o seu beijo represen- te na sua vida e na daqueles que estão a sua volta? O beijo tem que ter um significado, e não devería- mos sair beijando por beijar, como acontece muito hoje. Deus criou o beijo para ser desfrutado como de- monstração de amor e não um hobby. É ele que ini- cia uma história de amor. Claro que para saber é se vai dar certo é preciso tentar, mas não todo momen- to e com qualquer um. Não tenha pressa que as coisas aconteçam. Se ainda não aconteceu com você, não se preocupe. Confia em Deus que nunca atrasa nem adianta. O seu Beijo vai vir na hora certa. Maynara Furquim Grupo de Jovens IGNIS COLUNA JOVEM - O BEIJO
  • 6. 56 Um dos assuntos mais comentados no momento nas rádios, TVs, redes sociais e etc... é o novo vírus que anda se espalhando pelo país atingindo, princi- palmente, gestantes e causando medo na popula- ção. É o Zika Vírus. Mas, qual o nosso conhecimen- to sobre esse mal do momento? Quais precauções devo tomar? Quem é o público alvo que está sendo atingido pelo vírus? Quais sintomas? Para começar- mos a responder todas as perguntas, vamos enten- der um pouco deste vírus. O Zika é um vírus transmitido pelo Aedes aegypti, o mesmo mosquito transmissor da Dengue e CHI- KUNGUNYA e foi identificado pela primeira vez no Brasil em abril de 2015. O principal modo de trans- missão descrito do vírus é pela picada do Aedes aegypti. Não há evidências de transmissão do vírus Zika por meio do leite materno, assim como por uri- na, saliva e sêmen. Os sintomas desse vírus são: cerca de 80% das pessoas infectadas pelo vírus Zika não desenvolvem manifestações clínicas. Os principais sintomas são dor de cabeça, febre baixa, dores leves nas articula- ções, manchas vermelhas na pele, coceira e verme- lhidão nos olhos. Outros sintomas menos frequen- tes são inchaço no corpo, dor de garganta, tosse e vômitos. No geral, a evolução da doença é benigna e os sintomas desaparecem espontaneamente após 3 a 7 dias. No entanto, a dor nas articulações pode persistir por aproximadamente um mês. Segue abai- xo uma ilustração para entendermos melhor. Não existe tratamento específico para a infecção pelo vírus Zika. Também não há vacina contra o ví- rus. O tratamento recomendado para os casos que apresentam os sintomas é baseado no uso de ace- taminofeno (paracetamol) ou dipirona para o contro- le da febre e manejo da dor. No caso de vermelhidão com pus, os antialérgicos podem ser considerados. Não se recomenda o uso de ácido acetilsalicílico (AAS) e outros anti-inflamatórios, em função do ris- co aumentado de complicações hemorrágicas des- critas nas infecções por outros flavivírus. Os casos suspeitos devem ser tratados como dengue, devido à sua maior frequência e gravidade conhecida. Os cuidados a serem tomados para o público em geral são: utilize telas em janelas e portas, use rou- pas compridas – calças e blusas – e, se vestir rou- pas que deixem áreas do corpo expostas, aplique repelente nessas áreas. Fique, preferencialmente, em locais com telas de proteção, mosquiteiros ou outras barreiras disponíveis. Os cuidados que devemos tomar são: caso ob- serve o aparecimento de manchas vermelhas na pele, olhos avermelhados ou febre, busque um ser- viço de saúde para atendimento. Não tome qualquer medicamento por conta própria. Porém, vemos também muito se falar nos casos da Zika Vírus em gestantes e suas crianças nascen- do com a Microcefalia. Para começarmos neste pon- to, vamos citar os cuidados que as gestantes devem ter para prevenir esse problema. Utilize telas em janelas e portas, use roupas compridas – calças e blusas – e, se vestir roupas que deixem áreas do corpo expostas, aplique repelente nessas áreas. Fi- que, preferencial- mente, em locais com telas de prote- ção, mosquiteiros ou outras barreiras disponíveis. Não deixe água parada em pneus, garrafas, vasos de plantas, entre outros. Os cuidados para as gestantes são: busque uma Unidade Básica de Saúde para iniciar o pré-natal assim que descobrir a gravi- dez e compareça às consultas regular- mente. Vá às con- sultas uma vez por mês até a 28ª se- mana de gravidez; a cada quinze dias entre a 28ª e a 36ª semana; e semanalmente do início da 36ª semana até o nas- cimento do bebê. Tome todas as vacinas indicadas para gestantes. Em caso de febre ou dor, procure um serviço de saúde. Não tome qualquer medica- mento por conta própria. Caso tenha dúvidas, fale com o seu médico ou com um profissional de saúde. Relate ao seu médico qualquer sintoma ou medica- mento usado durante a gestação. Leve sempre con- sigo a Caderneta da Gestante, pois nela consta todo seu histórico de gestação. O Ministério da Saúde reforça às gestantes que não usem medicamentos não prescritos pelos pro- fissionais de saúde e que façam um pré-natal quali- ficado e todos os exames previstos nesta fase, além de relatarem aos profissionais de saúde qualquer alteração que perceberem durante a gestação. Tam- bém é importante que elas reforcem as medidas de prevenção ao mosquito Aedes aegypti, com o uso de repelentes indicados para o período de gestação, uso de roupas de manga comprida e todas as outras medidas para evitar o contato com mosquitos, além de evitar o acúmulo de água parada em casa ou no trabalho. Independente do destino ou motivo, toda grávida deve consultar o seu médico antes de viajar. O Ministério da Saúde confirmou a relação en- tre o vírus Zika e a microcefalia. O Instituto Evandro Chagas, órgão do ministério em Belém (PA), enca- minhou o resultado de exames realizados em um bebê, nascida no Ceará, com microcefalia e outras malformações congênitas. Em amostras de sangue e tecidos, foi identificada a presença do vírus Zika. Essa é uma situação inédita na pesquisa científica mundial. As investigações sobre o tema, entretanto, con- tinuam em andamento para esclarecer questões como a transmissão desse agente, a sua atuação no organismo humano, a infecção do feto e período de maior vulnerabilidade para a gestante. Em análi- se inicial, o risco está associado aos primeiros três meses de gravidez. O achado reforça o chamado para uma mobilização nacional para conter o mos- quito transmissor, o Aedes aegypti, responsável pela disseminação doença. Todos esses dados foram tirados do site do Mi- nistério da Saúde. Pouco, ainda, se sabe sobre a relação Zika e Mi- crocefalia. Os estudos estão em andamento e, en- quanto não temos todo o histórico deste vírus tão agressivo, vamos fazer nossa parte prevenindo esse mosquito. Não podemos deixar um bicho tão peque- no ser melhor do que nós, seres humanos. O fim dessa doença só depende de nós mesmo fazermos nossa parte e cobrar os que não fazem. Taíza Pires Spina Comunidade Nossa Senhora de Fátima Chácaras Fernão Dias DICA DE SAÚDE - A ZIKA DO MOMENTO Rua Cel Assis Gonçalves, 323 Bragança Paulista - SP Tel/Fax: 2473-2555 - 2473-8030 Produtos para sua Saúde! Loja Ampla e Moderna Estacionamento próprio Souza Silva CORRETORA DE SEGUROS Souza Silva Adm. Corr. Seguros Ltda. Rua Tupi, 153 - Sala 04 - Taboão - Brag Pta - SP - CEP 12.900-290 Fone/Fax: (11) 4032-0450 / 4033-7586 e-mail: sscorr@terra.com.br COMPRA - VENDA - INCORPORAÇÃO DE IMÓVEIS ALAMEDA POLÔNIA, 34 BRAGANÇA PAULISTA - SP CEP 12916-160 TEL.: (11) 4034-0543 FAX: (11) 4032-0044 CEL.: (11) 9989-1887 CACOCI CONSULTORIA E EMPREENDIMENTOS DE IMÓVEIS LTDA. 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  • 7. 7 A celebração dessa data teve sua origem no Brasil, em 1999, e somente a partir de 2003 passou a ter expressão internacional, principalmente nos Estados Unidos, Europa e Ásia, sendo comemorado no dia 16 de abril. Alguns podem pensar, porque comemorar um dia somente para a “VOZ”? Ou questionar temos outras par- tes do nosso corpo que também são importantes, mas porque a “voz”, e não os olhos, ouvidos, cora- ção ou qualquer outra parte do nosso corpo. Importante observar que a voz é uma caracterís- tica humana intimamente relacionada com a neces- sidade do homem de se agrupar e se comunicar. Ela é produto da sua evolução, seu desenvolvimento, acompanha o próprio desenvolvimento da espécie humana, variando de acordo com a idade, espectos biológicos, psicológicos e sociais, e por isso, a voz pode ser considerada um fator de identidade indivi- dual e uma importante ferramenta da Comunicação. Tem grande importância social e resulta de caracte- rísticas herdadas e do ambiente em que vivemos. A voz é o principal meio no qual os homens se co- municam entre si. Cada voz é única, e podemos identificá-las pela forma com que a usamos, embora ela varie bastante de acordo com nossas emoções e com as pessoas com quem falamos. Já imaginou como seria a nossa vida sem a voz para o nosso processo de comunicação, tanto na vida social quanto profissional? A voz é a marca re- gistrada de qualquer pessoa e para muitos, repre- senta o próprio instrumento de trabalho, como os radialistas, professores, palestrantes, jornalistas, artistas e tantos outros profissionais que se utilizam desse instrumento em seu dia a dia, ou seja, a nos- sa voz é a como a nossa impressão digital. Muitas pessoas são reconhecidas apenas pelo som de sua voz. É por ela que transmitimos a emoção, nervosis- mo, ansiedade e alegria, ela também é considerada uma tradução da personalidade humana, um símbo- lo que apresenta o indivíduo ao mundo por meio de som, a voz é peça-chave e fundamental na gestão da comunicação. Alertamos que prevenção dela é fundamental, pois num mundo em que vivemos, ela é a nossa ferramenta fundamental para a nossa comunicação, visto que ela está associada à fala, na realização da comunicação verbal, e pode variar quanto a in- tensidade, altura, inflexão, ressonância, articulação e muitas outras características. Como vimos a nossa voz esta associada à fala, ou seja, a nossa forma de expressaremos, de reivin- dicar os nossos direitos junto aos nossos governan- tes, dirigentes, diante das indiferenças e injustiças. Quando voltamos para o tempo de Jesus, obser- vamos que o Senhor fazia uso da voz para se ex- pressar Ele tinha o dom da fala, para demonstrar o seu amor a todos e de apresentar o Deus verdadei- ro, aquele homem da Galiléia era a Voz de Deus. Qual a importância que eu dou a minha voz? A minha voz se cala diante das injustiças, da falta de saúde, moradia, segurança, emprego e de tanta cor- rupção? Qual o poder da minha voz? Ela é utilizada para construir ou destruir? Que tipo de voz eu quero ser para minha família, no meu emprego, na minha co- munidade e para o meu PAÍS? João afirmou “Eu sou a voz do que clama no de- serto”. A minha voz clama o que??? Pense nisso. Wagner Raposo Pimentel 16 DE ABRIL - DIA MUNDIAL DA VOZ Av. Antonio Pires Pimentel, 907 - Bragança Paulista sdomincontabil@uol.com.br Fone / Fax: (11) 4034-3049 SÃO CONTABILIDADE MADEIREIRA BRAGANTINA Av. 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Aniceto (Didática musical violão / teclado / percussão) Cel. (11) 97253-1117 e-mail: contato.mariaedna@gmail.com Entre em contato e faça sua inscrição. Vagas limitadas!
  • 8. MATRIZ e CAPELA N. S. DO BOM PARTO aniversário de nascimento Amélia Maria da Conceição Angelo Giuseppe Achini Antonia de Lima Oliveira Aparecida de Fátima Santos Mateus Avani Franco de Moraes Eliete Aparecida Aguiar Ercílio Antonio Domingues Alonso José Roberto Rodrigues Pardo Luís Otávio Mollica Barelli Luiz Fernando0 da Silva Marcelino de Moraes Antunes Mara de Oliveira Maria Gorete da Cruz Barboza Marialice Vasconcelos Falleiros Pedro Splendore Raphael Wohlers de Freitas Veneranda Aparecida Pereira Walter Bellini Júnior aniversário de CASAMENTO Conceição Aparecida e Hélio de Godoy Santos Marialice e Carlos Eduardo Falleiros Neide e Pedro Splendore Terezinha Fátima e Luís Otávio Mollica Barelli COMUNIDADE BIRIÇA DO CAMPINHO aniversário de nascimento Afonso Luis Cypriano de Souza Antonio Ap. Nobre da Luz Benedito João Cavallaro Cyntia Helena Pannunzio de Souza Elydia Vichini Nobre da Luz Francisco Alves Marinho Jailton da Conceição Reis Luis de Moraes Márcia Cristina Ferro Favaron Marco Maria Cypriano de Souza Milton Benedito Favaron Monica Penha Nobre da Luz Brandino Orlanda Mores Pinto Rodrigo Brandino Valentim Fonte Basso Filho Aline Ap. Caetano de Moraes Prado Paulo Augusto Favaron aniversário de casamento Ana Lucia e Hernandes Cosme D. Bandeira Cláudia Maria e Marcos Antonio Moraes de Godoi Leonor e Orlando Julio Ferreira Maria de Lourdes e Marcelino Cypriano de Souza Rosana e Adão Ap. Gonçalves de Camargo Rosangela e Aluisio S. de Souza COMUNIDADE BIRIÇA DO VALADO aniversário de nascimento Antonio Aparecido da Costa Benedito Leme de Souza Celso Antonio Cavallaro Cleide Maria de Souza Elci Queiroz dos Santos Irene Cunha Cavallaro João Roberto de Lima Jorge Lopes de Oliveira Lucas José de Oliveira Luzinete Maria da Conceição Silva Maria Lurdes Castilho Cavallaro Paulo Celso Cipriano de Souza Renato dos Santos Sandra Luzia Ortiz Wanderley Pereira dos Santos aniversário de casamento Celso Antonio e Maria Salete de Souza Cavallaro Ana Paula e Flavio Donizete da Silva COMUNIDADE CHÁCARA FERNÃO DIAS aniversário de nascimento Cesar Gomes de Lima Maria Rios Juiz Jeronimo Delgado COMUNIDADE são marcelo aniversário de nascimento - MARÇO Cleonice Marques Nascimento Fátima Maria Barbosa Casenaves Francisco Reinaldo Martins Maria Macilene S. Martins Suzana Gonçalves da Silva aniversário de casamento Lucinéia e Danilo Caetano aniversário de nascimento - ABRIL Dominga Dias Pereira José Edson Pulga Tamires Costa Casenaves Wilson Albino DIZIMISTAS ANIVERSARIANTES ACONTECERÁ NA PARÓQUIA PREZADO DIZIMISTA Caso seu nome não esteja aqui relacionado, favor procurar um agente da Pastoral do Dízimo para atualização de seu cadastro. Obrigado! 8 Na matriz - Todas as terças-feiras, reza do terço, às 20h00’ - Todas as quintas-feiras Grupo de Oração Mãe e Mestra às 20h00 - 1ª quarta-feira do mês - missa da saúde, às 15h00 - 1ª sexta-feira do mês: missa votiva ao Sagrado Coração de Jesus, às 20h00’ - todo dia 19: missa da novena perpétua de São José, às 20h00’ quando de segunda a sexta-feira. - toda última terça-feira: reza do terço dos ho- mens, às 20h00’ - Todos os sábados: Santa Missa às 19h00’ - Todos os domingos: Santa Missa às 08h00’ Na Capela de N.Sra. do Bom Parto - Todos os dias - Adoração ao Santíssimo Sacra- mento, das 13h00’ às 20h00’ - Últimas quartas-feiras do mês:  Hora Santa, às 20h00’ - Todos os domingos: Santa Missa às 19h30’ - Todo primeiro domingo do mês Missa da Família às 19h30