Jornal maio 2015

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Jornal maio 2015

  1. 1. Queridos irmãos e irmãs em Cristo, O mês de maio soa aos nossos ouvidos ternura e bondade, pois evoca as mães e nos remete a Maria, a mais sublime das mães. Nossos olhares se voltam a Maria e as nossas preces confiantes que a coroam, neste mês, como Rainha do céu e da terra, depois de sua assunção ao céu. O amor a Maria nos leva a amar mais Jesus. Ele é a meta, ela é apenas seta. Que a nossa vida seja “Tudo por Jesus e nada sem Maria!”... Vamos refletir sobre sua missão na história da salvação como mãe de Deus e nossa mãe. Que nossas homenagens às mães não seja apenas uma festa comercial, mas sentimentos verdadeiros e duradouros. PASCOM A extensão do Amor de Deus: MÃE Uma relação já existente Pai e Filho. Mas, para ser nosso redentor, para ser família, para ter uma ligação com a humanidade, onde todo o amor de Deus se tornasse presente entre nós, Ele precisou de uma mulher. E assim, Deus nos concedeu o Caminho, a Verdade e a Vida e ganhou uma Mãe. Uma relação de amor inexplicável e grandiosa, quanta emoção deve ter acontecido quando Maria escutou a palavra “MÃE” pela primeira vez e quan- do Jesus a pronunciou. Nós mulheres somo agraciadas, nós que um dia temos a oportunidade de escutar: “MÃE!” Quando a mulher se torna mãe se torna o canal, a ligação entre o amor e o humano, é um amor infinito, que o Filho sente de um lado, mas a mulher quando se torna mãe, tem a oportunidade, a graça de sentir dos dois lados, sendo filha e mãe. Muito se engana aquele que pensa que quando um retorna para o Pai, a relação acaba, não, se torna mais forte, pois o caminho fica mais curto, a verdade fica mais clara e a vida fica mais perto, mais visível, pois o amor se torna o único ponto, a única marca, o único caminho a ser trilhado. Por isso, quando Jesus retornou ao Pai, a relação com Maria se tornou mais forte e mais intensa, qual- quer tipo de interferência terrena na relação se esvaiu e o amor se tornou o elo. Assim também, quando um filho, uma mãe, retorna ao Pai, o elo, o amor se torna mais forte e é somente nesta hora, que muitos sentem ou percebem e conhecem este amor e não devemos esperar tal momento para começar a sentir. Como é bom saber que o amor que aqui começou, apenas retornou e se tornou mais forte e que as lembranças são alegrias que alimentam a união. Por isso, se você ainda tem sua mãe do seu lado, nunca perca a oportunidade do olhar, da aten- ção, da convivência, do carinho, para que quando o retorno ao Pai se fizer necessário, a palavra Mãe seja uma grata lembrança, uma verdadeira esperança do amor que nunca morre. Jacqueline Rodrigues de Almeida Costa PASCOM ASemente ParóquiaSãoJosé BragançaPaulista/SP AnoX-Ediçãonº99-Maio/2015 EDITORIAL MENSAGEM DO MÊS NESTA EDIÇÃO Página 2 Página 8 Página 9 Página 10 Página 3, 4 e 5 Página 6 e 7 Cajado do Pastor e Palavra do Papa Coluna Jovem e Artigos Diversos Santos do Mês, Dicas de Saude e Outros Artigos Outros Artigos Dizimistas Aniversariantes, Convites, Agenda e Festas Aconteceu na Matriz e nas Comunidades Pastoral da Comunicacão PASCOM Paróquia São José
  2. 2. Continuação, parte 2: ... o mundo é uma herança que recebemos dos nossos antepassados, mas é também um empréstimo dos nossos filhos: filhos que estão cansados e extenuados pelos conflitos e desejosos de alcançar a aurora da paz; filhos que nos pedem para derrubar os muros da inimizade e percorrer a estrada do diálogo e da paz a fim de que triunfem o amor e a amizade. Onde deve começar uma sadia política econômica? […] A resposta é específica: a dignidade da pessoa humanaeobemcomum. ... e a alegria de sermos orientados pelo Espírito Santo, nunca rígidos, jamais fechados, mas sempre abertos à voz de Deus que fala, que abre, que conduz e que nos convida a caminhar rumo ao horizonte. «misericórdia», palavra latina cujo significado etimológico é «miseris cor dare», «dar o coração aos miseráveis», a quantos estão em necessidade, àqueles que sofrem. Os anciãos são homens e mulheres, pais e mães que antes de nós percorreram o nosso próprio caminho, estiveram na nossa mesma casa, combateram a nossa mesma batalha diária por uma vida digna. São homens e mulheres dos quais recebemos muito. O idoso não é um alieno. O idoso somos nós: daqui a pouco, daqui a muito tempo, contudo inevitavelmente, embora não pensemos nisto. E se não aprendermos a tratar bem os anciãos, também nós seremos tratados assim. Maternidade e paternidade são dons de Deus, mas acolher o dom surpreender-se com a sua beleza e fazê- lo resplandecer na sociedade, este é a vossa tarefa. Cada um dos vossos filhos é uma criatura única que não se repetirá nunca mais na história da humanidade. O cristão é uma pessoa que tem o coração repleto de paz porque sabe pôr a sua alegria no Senhor também quando atravessa os momentos difíceis da vida. Como é belo ver jovens que abraçam a vocação de se darem plenamente a Cristo e ao serviço da sua Igreja! Ponde- vos a pergunta a vós mesmos com ânimo puro e não tenhais medo daquilo que Deus vos pede! A partir do vosso «sim» à chamada do Senhor, tornar-vos-eis novas sementes de esperança na Igreja e na sociedade. Não esqueçais: a vontade de Deus é a nossa felicidade! Ter um coração misericordioso não significa ter um coração débil. Quem quer ser misericordioso precisa de um coração forte, firme, fechado ao tentador mas aberto a Deus. […] no mundo de hoje falta o pranto! Choram os marginalizados, choram aqueles que são postos de lado, choram os desprezados, mas aqueles de nós que levamos uma vida sem grandes necessidades não sabemos chorar. Certas realidades da vida só se vêem com os olhos limpos pelas lágrimas. Deixa-te surpreender pelo amor de Deus! Não tenhas medo das surpresas, que te agitam, põem em crise, mas de novo te colocam em caminho. O verdadeiro amor impele- te a gastar a vida, mesmo a risco de ficares com as mãos vazias. Não se pode medir o amor de Deus: é sem medida! Tornemo-nos então capazes de amar também quem não nos ama: e isto não é fácil. Somente se o nosso testemunho for alegre é que poderemos atrair homens e mulheres para Cristo; e esta alegria é um dom que se alimenta de uma vida de oração, da meditação da Palavra de Deus, da celebração dos Sacramentos e da vida comunitária, que é muito importante. Quando faltam estas coisas, aparecerão as fraquezas e dificuldades que obscurecem a alegria conhecida tão intimamente no início do nosso caminho. Não há limite algum à misericórdia divina oferecida a todos. O Senhor está sempre pronto a levantar a pedra do sepulcro dos nossos pecados, que nos separa d’Ele, a luz dos vivos. O dom da piedade significa ser verdadeiramente capaz de se alegrar com quantos estão alegres, de chorar com quem chora, de estar próximo daquele que está sozinho ou angustiado, de corrigir quantos erram, de consolar quem está aflito, de acolher e socorrer aquele que está em necessidade. A alegria do encontro com Jesus Cristo, aquela que temos tanto medo de aceitar, é contagiosa e clama o anúncio: é ali que a Igreja cresce! O bom pastor entra pela porta e a porta da misericórdia é as chagas do Senhor: se entrardes no vosso ministério pelas chagas do Senhor, não sereis bons pastores. Quando exploramos a criação, destruímos o sinal do amor de Deus. Destruir a criação significa dizer ao Senhor: «Não me agrada».As mulheres têm muito a dizer-nos na sociedade atual. Às vezes somos demasiado machistas, e não deixamos espaço à mulher. Mas a mulher sabe ver as coisas com olhos diferentes dos homens. A mulher sabe fazer perguntas que nós, homens, não conseguimos compreender. … a criação não é uma propriedade da qual podemos dispor a nosso bel-prazer; e muito menos é uma propriedade só de alguns, de poucos. A criação é um dom, uma dádiva, uma doação maravilhosa que Deus nos deu para que dela nos ocupemos e a utilizemos em benefício de todos, sempre com respeito e gratidão. Hoje fala-se muito de direitos, esquecendo com muita frequência os deveres […] E quando se fala de novos direitos, o faminto está ali, na esquina da rua, e pede o direito de cidadania, pede para ser considerado na sua condição, para receber uma alimentação básica sadia. Pede-nos dignidade, não esmola. … respeitar a natureza lembra-nos que o próprio homem é parte fundamental dela. Por isso, a par duma ecologia ambiental, é preciso a ecologia humana, feita daquele respeito pela pessoa. …Hoje já ninguém duvida que o mundo está em guerra. E ninguém duvida, naturalmente, que o mundo está em desacordo. Portanto, é necessário propor de qualquer forma uma cultura do encontro. Uma cultura da integração, do encontro, das pontes… É preciso uma grande e quotidiana atitude de liberdade cristã para ter a coragem de proclamar. ... que é necessário defender os pobres, e não se defender dos pobres, é preciso servir os débeis e não se servir dos débeis! Até quando se continuará a defender sistemas de produção e de consumo que excluem a maior parte da população mundial inclusive das migalhas que caem das mesas dos ricos? Chegou o momento de pensar e decidir partindo de cada pessoa e comunidade e não do andamento dos mercados. Dar assistência aos pobres é coisa boa e necessária, mas não é suficiente. Encorajo-vos a multiplicar os vossos esforços no campo da promoção humana, de modo que cada homem e cada mulher possa conhecer a alegria que deriva da dignidade de ganhar o pão de cada dia, sustentando assim a própria família. O testemunho cristão não se faz com o bombardeio de mensagens religiosas, mas com a vontade de se doar aos outros… Quem experimenta a misericórdia divina, é estimulado a tornar-se artífice de misericórdia entre os homens e os pobres. [...] uma alegria já real e que pode ser experimentada agora, porque o próprio Jesus é a nossa alegria, e com Jesus temos a alegria em casa. Hoje há necessidade de pessoas que sejam testemunhas da misericórdia e da ternura do Senhor, que incentiva os resignados, reanima os desanimados, acende o fogo da esperança. Ele acende o fogo da esperança! Por favor, não vos esqueçais de rezar por mim. Deus vos abençoe! “É no silêncio que a alma encontra a plenitude de Deus” Amigos paroquianos de São José, em uma sociedade movida pelo barulho – buzinas, computadores, música, obras, celulares, televisão – silenciar é um verdadeiro de- safio. Até porque todos esses ruídos já foram incorporados ao dia a dia e, na ausência deles, é comum sentir uma es- pécie de desamparo. Quem nunca fez uma oração sincera e após isso não ouviu nenhuma voz, não viu nada aconte- cer, não sentiu nenhum movimento da parte de Deus? Isso acontece com todos nós. Em muitos achamos que Deus está em silêncio, pois não conseguimos interpretar aquilo que Ele está querendo dizer ou mostrar, o significado desse “silêncio” que estamos pavorosamente experimentando. A Sagrada Escritura diz: “Há tempo de calar e tempo de falar” (Eclesiastes 3,5). A muitos cristãos se aplica essa advertência bíblica. Ao entrar em certos templos, o modo como alguns procedem revela falta de Fé na presença eu- carística e desconhecimento das exigências de um lugar sagrado. Dentro, continuam o entretenimento iniciado fora, na rua, como se tudo fosse banal. Outras vezes, a conver- sa, mesmo a meia voz, serve de passatempo, enquanto aguardam o ato litúrgico. A casa de oração é transformada em lugar de conversação, um salão social. E isso aconte- ce também entre pessoas que deveriam servir de exemplo. Vemos isso com muita frequência em nossa paróquia, ou seria só no Alasca? O Senhor nos pede o recolhimento pessoal e da comunidade. Há muitas outras oportunidades de vocês se encontrarem. Na Igreja, junto ao sacrário, o relacionamento é com Deus. Manifesta-se de vários mo- dos, pela genuflexão bem feita diante do Santíssimo, pela postura corporal, aproveitamento do tempo pela oração e, em particular, com a homenagem que a criatura presta ao Criador, guardando o silêncio respeitoso nos atos religiosos ou fora deles. O melhor meio de se preparar devota e dig- namente para a Celebração Eucarística é manter o silêncio no recinto sagrado, inclusive na sacristia e locais próximos. Na Santa Missa, o momento da paz por vezes se con- verte em balbúrdia inaceitável. Pelas diretrizes litúrgicas essa saudação é feita ao mais próximos. Em algumas igre- jas, os excessos levam a uma agitação generalizada en- tre os participantes. O ambiente sagrado, imediatamente antes da Santa Comunhão, é prejudicado. Certos cânticos mesmo de índole religiosa, podem ser classificados como oportunos em festejos e outros lugares, que não o tem- plo sagrado. A Santa Missa não é ocasião para protestos político-ideológicos, através de canções. Os batizados e, principalmente, as celebrações do casamento são, não ra- ras vezes, uma real profanação do lugar sagrado. Qualquer pessoa que possua mediana educação doméstica – nem direi religiosa – jamais terá um comportamento não condi- zente com o ato e a Casa de Deus. Mesmo desprovido de Fé, possuindo bom senso, assumirá uma atitude respeitosa ao lugar onde se encontra. Ninguém é obrigado a ir, mas se, livremente, ali está, subentende-se que aceita as regras de boa convivência humana. Esses exemplos e outras cir- cunstâncias sugerem a necessidade de inculcar a impor- tância do sagrado, neste mundo que desconhece cada vez mais os valores religiosos. Que medidas poderíamos então tomar na preservação de um ambiente adequado à santidade de nossos tem- plos? A primeira medida será fortalecer o espírito de Fé. A crença bem viva na infinita grandeza de Deus é que nos leva a respeitá-Lo. E o silêncio é uma manifestação desses nossos sentimentos. Ao entrarmos na casa do Senhor, por mais humilde e pobre que seja, tenhamos presente a dig- nidade espiritual do lugar. Um outro passo é ter bem viva a responsabilidade de dar um exemplo cristão ao próximo, principalmente às crianças e pessoas afastadas da Fé ou alheias a ela. Esse trabalho educativo cabe, de modo espe- cial, aos que se acham naturalmente vinculados à Igreja. O Silêncio não é fuga e muito menos alienação, a não ser que seja sem conteúdo e sem dimensão que nasce de dentro. O silêncio orante e participativo só se alcança à medida que se vai amadurecendo, como pessoa e na fé, principal- mente! O silêncio é fruto do exercício, só assim se vive o precioso silêncio! Queridos paroquianos de São José, numa grande ma- nifestação de nossa fé que consigamos louvar ao Senhor com lábios e também com o coração na Casa do Pai. (texto adaptado das palavras do Cardeal D. Eugenio de Araújo Sales) Padre Jeferson Flávio Mengali Pároco 2 O CAJADO DO PASTOR VALORIZE O SILÊNCIO PALAVRA DO PAPA 2 MADEIREIRA BRAGANTINA Av. José Gomes da Rocha Leal, 134 - Taboão - Bragança Paulista Tel.: (11) 4033-4048 - Fax: (11) 4033-2328
  3. 3. A Semana Santa é o grande retiro espiritual, convidando os cristãos à conversão e renovação de vida. Ela se inicia com o Domingo de Ramos e se estende até o Domingo da Páscoa. É a semana mais importante do ano litúrgico, quando se celebram de modo especial os mistérios da paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo. PROCISSÃO E MISSA DE RAMOS - DOMINGO, 29 DE MARÇO - A Paróquia São José iniciou a sema- na Santa com a benção dos Ramos dada por Pe. Jeferson as 8h do domingo, dia 29 de março, na praça localizada no cruzamento das ruas Arthur Siqueira e Carlos de Campos seguindo em procissão para o espaço social da nova matriz, local onde aconteceu a Santa Missa. No início da celebração, antes da pro- cissão, proclamou-se o evangelho que narra a entrada de Jesus em Jerusalém, rompendo os esquemas de poder, montado num humilde jumentinho. E recebe o reconhecimento da multidão: “Bendito o Rei que vem em nome do Senhor!” A liturgia de Ramos resume e prepara a grande celebração da morte e ressurreição do Senhor. De um lado aclamamos Jesus, rei humilde, servidor do povo, glorificado pelo Pai e constituído Senhor do universo. Depois, na Liturgia da Palavra, é proclamado o evangelho da paixão e morte de Jesus, colocando os fiéis diante da realidade da cruz, sinal máximo do amor de Deus pelos homens. CELEBRAÇÃO DAS DORES DE NOSSA SENHORA E PROCISSÃO DO ENCONTRO - Dia 31 – Terça Feira Santa – às 20h tivemos a celebração das Dores de Nossa Senhora. A Procissão do Encontro saiu da praça próxima à Auto Viação Bragança, com a imagem de Nossa Senhora das Dores, acompanhada pelas mulheres e saiu da praça localizada no cruzamento das ruas Arthur Siqueira e Carlos de Campos, a imagem de Nosso Senhor dos Passos, acompanhada pelos homens. Em seguida, na matriz, celebração das Dores de Nossa Senhora. Uma linda procissão do Encontro pelas ruas de Bragança ...a imagem de Nossa Se- nhora das Dores encontra com o Senhor dos Passos. Duas imagens, duas lições, duas emoções! Primeiro a imagem de Cristo, daquele que por nós se fez obediente ao Pai até a morte e morte de cruz. A Mãe do Senhor é toda dor, toda tristeza! Quanta força, nessa doce mulher, quanta dignidade, quanta fidelidade ao Senhor Deus QUINTA FEIRA SANTA – 02/04/2015 – MISSA DA CEIA DO SENHOR - Dia 02 de Abril – Quinta Feira Santa – 20h00 – Tivemos a missa da Ceia do Senhor no espaço social, seguida de Adoração ao Santíssimo Sacramento na igreja matriz. A celebra- ção, realizada pelo nosso Pároco Jeferson Mengali, foi uma missa que relembrou os últimos momentos de Jesus Cristo antes de sua crucificação. A ceri- mônia foi marcada pela lavagem de pés de doze paroquianos das comunidades de São José. Jesus permanece na Sagrada Eucaristia, na qual pode- mos celebrar a Nova Páscoa ao longo dos tempos. É da cruz de Cristo que provém tão precioso dom. MISSA DOS SANTOS ÓLEOS – QUARTA FEIRA – 01/04/205 - Dia 01 de Abril – Quarta Feira San- ta – às 20h aconteceu a missa dos Santos Óleos e Renovação das Promessas Sacerdotais na Catedral - Diocese de Bragança presidida pelo bispo da dio- cese de Bragança Dom Sérgio. O óleo é o sinal da benção divina, sinal do Espírito de Deus. OFICIO DAS TREVAS - SEGUNDA FEIRA SAN- TA – DIA 30 DE MARÇO - O Ofício de Trevas, em- bora o nome possa dar a entender, não é um rito enigmático e obscuro, mas uma das orações mais belas da Semana Santa. Na nossa paróquia ele foi celebrado na Segunda Feira Santa as 20h. O Ofício de Trevas mostra, de forma bastante clara, a figu- ra do servo Sofredor e, junto d’Ele, nos colocamos rezando e meditando sobre os Sofrimentos de Sua Paixão e Morte na Cruz. 3 Legenda:RitadeCássiaAlmeida–PASCOM ACONTECEU NA PARÓQUIA - SEMANA SANTA E TRÍDUO PASCAL
  4. 4. 44 SEXTA FEIRA SANTA – 03/04;2015 – 15H – ADORAÇÃO DA CRUZ - Diante de uma celebração com muita emoção e de uma homilia altamente reflexiva Pe. Jeferson Mengali nos convidou ao silêncio para podermos ouvir a voz daquele que deu a vida por nós, por Amor... Sexta feira Santa – Seguindo no caminho da paixão e morte, vemos não só a paixão de Jesus, mas todos os sofrimentos do mundo. Sexta Feira Santa a Igreja guarda o Grande Silêncio diante da celebração da morte do seu Senhor. VIA SACRA – 20H – PELAS RUAS DO BAIRRO - Saindo do pátio da matriz as 20h com grande adesão dos paroquianos e fiéis tivemos a Via Sacra pelas ruas do bairros celebrada por Pe. Jeferson. Rezar a Via Sacra é reviver na mente e no coração a gran- deza do Amor de DEUS, que para salvar e redimir a humanidade de todas as gerações, entregou o seu Divino FILHO em holocausto, como Vítima Perfeita para lavar os pecados de todos nós! SÁBADO SANTO – 20H – VIGILIA PASCAL - Pe. Jeferson Mengali celebrou a Vigília Pascal com a benção do Fogo Novo no espaço social da Igreja São José. Este é o júbilo da Vigília Pascal: nós somos livres. Pela ressurreição de Jesus o amor revelou-se mais forte do que a morte. “Sábado Santo um grande silêncio reina sobre a terra. Que está acontecendo hoje? Um grande silêncio reina sobre a terra. Um grande silêncio e uma grande solidão. Um grande silêncio porque o Rei está dormindo; a terra estremeceu e ficou silenciosa, porque o Deus feito homem adormeceu e acordou os que dormiam havia séculos. Deus morreu na carne e despertou a mansão dos mortos....” (Antiga Homilia no Grande Sábado Santo - Século IV- Autor grego desconhecido ) DOMINGO DE PÁSCOA – 05/04 - Cristo ressus- citou! A paz esteja convosco! Às 8h Missa da ressur- reição no espaço social da Igreja São José. REFLEXÃO: “É importante compreender que a santidade da semana não está nela mesma mas, no modo como cada um de nós a viveremos. A semana, por si só, foi igual a todas as outras mas, se estiver- mos, de fato, vivendo a santidade que a Quaresma buscou produzir em nós, esta semana foi realmente SANTA! Durante esta Semana, a Igreja nos propor- cionou uma oportunidade única de viver com grande intensidade em nossas Celebrações, o EXTRAOR- DINÁRIO AMOR INFINITO DO PAI POR CADA UM DE NÓS ! A cada dia, a cada Celebração esta ver- dade sobre Deus foi ficando mais clara e, automa- ticamente, foi suscitando em nós o desejo por uma VIDA SANTA, que corresponda, em todos os seus aspectos, a tão grande AMOR. Que as Celebrações da Semana Santa tenham produzido em nós o que desejamos, isto é, a Santidade! Assim seja!” blocos e lajes. ltda. BIRIÇÁ Blocos e Lajes Ltda. IRMÃOS BARLETTA - CREA - 0372392 ESCRITÓRIO: (11) 4035-1878 9989-3388 FÁBRICA: (11) 4031-8295 Depósito: AV. DOS IMIGRANTES 4289 - JD. SÃO LOURENÇO - BRAGANÇA PAULISTA - SP Matriz: SÍTIO SÃO CLEMENTE - BAIRRO BIRIÇÁ DO VALADO - BRAGANÇA PAULISTA - SP LAJES CONVENCIONAL E TRELIÇADA JOÃO ROBERTO CERASOLI ADVOGADO - OAB 137.519 SP CÍVEL - FAMÍLIA - TRABALHISTA PREVIDENCIÁRIO FONES: 2277-6343 / 4033-0843 / 97384-3288 (vivo) R. JOSÉ MATHIAS FARHAT SOBRINHO 11 - SALA 07 (EDIFICIO CAPITAL - AO LADO DA PADARIA VARANDA AMÉRICA - a 50 METROS DO FÓRUM) MISSA EM LOUVOR A SÃO JORGE – 23/04 AS 20H – CAPELA NOSSA SENHORA DO BOM PARTO - As 20h do dia 23 de abril aconteceu a Missa em louvor a São Jorge na Capela de Nossa Senhora do Bom Parto, celebrada por Pe. Jeferson Mengali e concelebrada pelo Diácono Pedro Colella. “Proteção, coragem e fortaleza são as características principais de São Jorge, Mártir” Pe. Jeferson durante homilia nos contou um pouco do martírio de São Jorge. E ao final da missa fizemos uma linda oração a São Jorge. Legenda:RitadeCássiaAlmeida–PASCOM
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  6. 6. 56 Rua Cel Assis Gonçalves, 323 Bragança Paulista - SP Tel/Fax: 2473-2555 - 2473-8030 Produtos para sua Saúde! Loja Ampla e Moderna Estacionamento próprio UNIMAGEM Unidade de Diagnóstico por Imagem Rua Bahia, 342 • Recreio Estoril Atibaia • SP • CEP 12944-060 Ressonância Magnética • Tomografia Computadorizada Mamografia • Densitometria Óssea • Radiologia Ultrassonografia • Angiografia Digital Fones (11) 4414-5029/5030 Fax (11) 4412-3267 Ola amigos! Hoje trago um texto que não é meu... Mas que tem uma mensagem muito bonita. Muitas vezes, ficamos chorando por amores, amizades, fan- tasmas do passado ou por algo do presente mesmo, mas que não nos traz nada de bom, ao contrário, só serve para nos machucar, magoar e abrir feridas difíceis de cicatrizar. Só nós podemos dar um basta nisso! Só nos mesmos podemos decidir não deixar ninguém entrar em nossa vida, bagunçar tudo e sair deixando uma confusão tão grande que demora muito tempo para organizar... Isso se conseguirmos organizar. E o pior de tudo é que acabamos nos preocupan- do tanto com quem nos faz mal que esquecemos de valorizar quem nos faz bem... Também não estou di- zendo que temos que aceitar qualquer um (a)... Não! Apenas estou dizendo que precisamos dar valor a quem nos valoriza. Sabe aquela famosa frase: “Não trate como prioridade quem te trata como opção.”? Então... é bem isso mesmo... Por isso Jovens, pen- sem um pouco: “Será que estou dando valor a quem realmente merece ou estou permitindo que alguém roube meus sonhos, minha alegria e minha vida a custas de migalhas?” Boa reflexão... :D No final do texto, coloco o site que retirei e o nome do autor. Talvez você esteja exigindo demais Querer é um direito seu, ter é um privilégio. Até que ponto vale a pena fazer a vida parar só para que ela aconteça exa- tamente do jeito que deseja? “Queria outra coisa”, “queria de outra forma”, “queria outra pessoa”. E quem somos nós para nos atrevermos a espe- rar que a vida seja exatamen- te do jeito que desejamos? A vontade de ser feliz é a mesma que pode nos deixar mais tristes. Isso tem a ver com a frustração que sentimos através das ex- pectativas que alimentamos. A busca pela “pessoa ideal” – aliás, ela existe? – e a espera para que apa- reça alguém do jeitinho que você sempre quis são só armas contra a sua própria vida. Na espera de uma boa oportunidade nós perdemos as melhores possibilidades. É louco como os padrões e os clichês nos cegam. Gostamos de compartilhar frases sobre “o que realmente importa na vida” mas quando a vida é a nossa, queremos mesmo é que ela aconteça do jeito que desejamos, ignorando o jeito que merecemos e que precisamos. Sabe, é que talvez ele não tenha um corpo de invejar quando fica sem camiseta na praia, mas, exatamente ele, possa ser quem não liga pra sua estria ou pra sua celulite em que gasta 70% do sa- lário para eliminar. Talvez ele nem saiba exatamen- te o que é isso. Mas você prefere colocá-lo num perfil que não faz o seu tipo, en- tão o descarta. Talvez ele não seja tão bom com pa- lavras e tenha uma certa dificuldade em organizar pensamentos que resultem em frases bonitas, mas sabe, talvez ele seja quem se importa em te mandar mensagens surpresas durante o seu dia, ainda que não tenha nada de diferente para contar além de te lembrar como gosta de você. Talvez você esteja exigindo demais. Talvez você esteja se colocando num patamar alto demais pra ficar. Talvez você não esteja se enxergando o bas- tante para valorizar quem consegue te valorizar mesmo você fazendo questão de mostrar seus de- feitos. Você sabe como é difícil ter alguém? Você lembra como foi quando gostou sem que gostassem de você? Do que você precisa? De uma foto a dois com mil curtidas ou de um dia com mil risadas? O que te faz bem? Porque se emociona com os filmes? Porque torce para o mocinho na novela? Talvez você esteja exigindo demais. E entenda, é claro que não é para se obrigar a sentir o que não consegue, mas bem que você pode direcionar sua energia para quem te dedica parte da própria vida. Não seja mais uma pessoa entre tantas outras que ignoram quando lhe são reveladas amor. Não seja também quem mente dizendo “eu também”, seja apenas quem você gostaria que fossem com você, goste como gostaria que gostassem de você. Presta atenção em quem te dá atenção sem que você precise clamar por atenção. Querer é um direito, ter é um privilégio e aceitar é o caminho. Autor: Márcio Rodrigues Fonte: http://www.entendaosho- mens.com.br/talvez-voce-esteja-exi- gindo-demais/ Ligia Spina - Ignis Uma Nova Ordem Societária Ao longo da história da profissão, o Serviço Social sofreu grandes transformações, sendo o ponto divisor de águas a mudança do objeto de trabalho do profissional assistente social, que an- tes culpava o homem por sua condição, mas que após seu período de reconceituação, passou a enxergar a questão social como seu verdadeiro objeto de trabalho. Após esta importante mudan- ça de conceito, mudou-se também a metodolo- gia e a prática de trabalho do assistente social. Se antes o Serviço Social era utilizado apenas como ferramenta para mascarar os problemas sociais, com a sua nova roupagem ele vem para legitimar direitos, buscando a justiça e equidade social. Isto vai muito além da caridade e filantropia, pois bem sabemos que todos nós como cidadãos possuímos o direito à vida e a tudo que à circunda, cabe ao pro- fissional assistente social ser um intermediário, afim de que esses direitos cheguem para todos, não por caridade, mais respaldados pelas leis. Hoje o assistente social atua tanto no setor pú- blico, sendo uma importante ferramenta para a pro- moção social, como no privado na área de Recursos Humanos. No terceiro setor, atua nas Instituições e ONGs, como veículo para ampliação e fortalecimen- to da cidadania. Seja qual for o setor, o profissional de Serviço Social busca o bem estar coletivo e a integração do indivíduo na sociedade, afim de con- tribuir para a defesa e garantia dos direitos sociais. Parabéns a todos os meus colegas que lutam por uma sociedade mais justa! Daniele Alves Bueno Assistente Social CRESS 52806 COLUNA JOVEM DIA 15 DE MAIO DIA DO ASSISTENTE SOCIAL Souza Silva CORRETORA DE SEGUROS Souza Silva Adm. Corr. Seguros Ltda. Rua Tupi, 153 - Sala 04 - Taboão - Brag Pta - SP - CEP 12.900-290 Fone/Fax: (11) 4032-0450 / 4033-7586 e-mail: sscorr@terra.com.br
  7. 7. 7 José nasceu em Belém e faleceu em Nazaré, Israel. Esposo de Maria, era um homem justo. Ele compreendeu o mistério da encarnação de Cristo, concebido em Maria, por obra do Espírito Santo, e tornou-se, por desígnio divino, participante na re- alização da promessa do Pai, como pai adotivo de Jesus. Deus escolhe os justos e os simples para realizar seu amor no meio de seu povo. Na Sagrada Escritura há poucos relatos sobre sua vida mas, suas qualidades e os sacrifícios pe- los quais passou para acompanhar e proteger sua família, estão ali narrados. Podemos fazer um paralelo entre a vida de tra- balhador de São José com a vida dos trabalhado- res do mundo todo para entender os motivos que levaram o Papa Pio XII a instituir a festa de “São José Trabalhador” em 1955, na mesma data em que se comemora o “Dia do Trabalho” em quase todo o planeta – 1º de maio. Foi no dia 1º de maio de 1886, em Chicago, maior parque industrial dos Estados Unidos na época, que os operários de uma fábrica se revol- taram com a situação desumana a que eram sub- metidos e pelo total desrespeito às pessoas que os patrões demonstravam. Eram 340 operários em greve e a polícia, a serviço dos poderosos, massacrou-os sem piedade. Mais de 50 deles fi- caram gravemente feridos e 6 deles foram assas- sinados num confronto desigual. Em homenagem a eles é que se consagrou este dia como “Dia do Trabalho”. São José é o modelo ideal do operário. Susten- tou sua família durante sua vida com o trabalho de suas próprias mãos, cumpriu sempre seus deve- res para com a comunidade, ensinou ao Filho de Deus a profissão de carpinteiro e, desta maneira laboriosa, permitiu que as profecias se cumpris- sem e seu povo fosse salvo, assim como toda a humanidade. Proclamando São José protetor dos trabalha- dores, a Igreja quis demonstrar que está ao lado dos mais oprimidos, dando-lhes como patrono o exemplar trabalhador e protetor da família, e que lutou pelos direitos da vida do ser humano. São José coloca-se agora, ombro a ombro, na luta pe- los direitos humanos dos trabalhadores do mundo todo, por meio dos membros da Igreja que aumen- tam as fileiras dos que defendem os operários e seu direito a uma vida digna, com o fruto de seu trabalho. Muito acertada esta homenagem e celebração ao homem “justo e casto” do Evangelho, que tra- dicional e particularmente também é festejado no dia 19 de março, onde sua história pessoal é rela- tada e refletida. São José, pai adotivo de Jesus Cristo, patrono universal da Igreja Católica e da família, padroei- ro de nossa Paróquia, rogai a Deus por todos os trabalhadores! Neuza Maria Fernandes Rossi Fonte: Portal Paulinas “QUE POSSA- MOSTODOS, VER- DADEIRAMENTE, NOS CHAMAR DE IRMÃOS, VIVER EM PAZ E COM O CO- RAÇÃO TRANS- BORDANDO DE AMOR.” Essa é a mensagem central do dia da Fraternida- de Brasileira. Três dados saltam aos olhos, logo de início: viver em paz, nos chamando de irmãos e com o coração repleto de Amor. Um tripé de respeito: PAZ, FRATER- NIDADE E AMOR. Celebremos, pois, o valor da Fraternidade. Da igualdade para todos, sem distinção de raça, credo, cor. Igualdade e respeito para todos. O Dia da Fraternidade Brasileira tem a finalidade de criar uma grande rede de aliados, para exigir das autoridades do país ações que favoreçam a vida da população mais excluída e carente de recursos, mais saúde, educação e saneamento básico, concreta proteção do meio ambiente, a eliminação da miséria, da desnutrição e das doenças. E serve, também, para proporcionar um momento de profunda reflexão sobre as raízes do preconceito que marginaliza e endurece os corações, para que possa ser superado e que se cultivem a solidariedade e o respeito aos diferentes modos de ser, culturas, crenças e tradições que enriquecem o nosso país. Aliás, a cclebração do Dia da Fraternidade Bra- sileira foi inspirada na Campanha da Fraternidade cujos primeiros e tímidos passos remontam o ano de 1961/62, na Arquidiocese de Natal. Encontraremos várias pistas desse comportamen- to na leitura da Palavra de Deus. De fato, Jesus, nos ensina – a cada passo de sua perigrinação terrena – o quanto é importante valorizar o outro, estar a ser- viço, acolhê-lo com Dignidade e Amor. Mostrar ao outro, sobretudo, a grandeza do Amor de Deus para com a Humanidade. Foi isso o que ELE fez, é o que devemos fazer também. É preciso modificar a nossa maneira de olhar e tra- tar os irmãos de outras raças, de outras culturas, de outros credos, principalmente os menos favorecidos. Olhá-los e cuidar deles com o mesmo jeito misericor- dioso com que o Pai nos trata. AMÉM ? João Cerasoli Pastoral Familiar Quando você ouve essa palavra, o que vem à sua cabeça? Um professor, uma babá, um psicólogo, seus pais(a) – por terem te educado... A quem você remete essa representação? Realmente, o termo “educador” não é nem um pouco exato, tampouco se direciona a uma só situa- ção. Portanto, nesse dia, parabenizo você. Isso mes- mo, PARABÉNS!! Parabéns por ter convivido com diversas pesso- as e, em algum momento, ter sido um espelho pra elas, ensinando-as algo simples ou complexo. Para- béns por ter ajudado quem precisava com palavras ou ações. Parabéns por procurar ser e fazer o melhor de si, por ter objetivos, por buscar dias melhores pelo mundo ao seu redor. Sim, acredite, educador não é só aquele que está diante de alunos para ensinar, educador somos todos nós, pois direta ou indiretamente, estamos sempre educando e sendo educados, sempre reciclando nos- sas ideias, sempre vivendo e aprendendo, estando ciente disso ou não. Além disso, saiba que a arte de educar não tem idade, cor, tamanho, crença... Mas uma coisa eu lhe afirmo: educar requer uma base, uma raiz. E isso faz toda diferença. Agora que você sabe que é um gran- de educador, dentro e fora da sua casa, reflita: Que princípios eu sigo para educar nessa minha vida? Quem tem sido meu exemplo, como eu tenho me mostrado diante dos meus educandos? Quer uma dica? Aquela pessoa da qual comemo- ramos sua ressurreição, e agradecemos a ele sua eterna presença em nós, é o nosso maior ícone! Aquela que entregou de coração sua vida à Deus e se fez mãe de nosso Salvador, é um modelo e tanto. Somos falhos, cheios de defeitos, e talvez pos- samos chegar a pensar que jamais poderíamos ser iguais a eles... Mas, inconscientemente, só de bus- carmos seus atos e compreendê-los já fará uma di- ferença enorme em nossos dias. Muitas vezes se- guimos diretrizes erradas e sabemos disso, portanto, não acha que está na hora de mudar? Dessa forma, você será um(a) educador(a) memo- rável, e fará muita diferença nesse mundão que tem estado tão carente de bons educadores... Mais uma vez PARABÉNS, você merece comemorar essa data! Amanda Graziele Siqueira de Brito Pastoral Familiar Frederico Ozanan, fundador da Sociedade São Vi- cente de Paulo nascido em 23 de abril de 1813 em Milão, Itália. Vindo de família católica, estudante da Sorbone. Com sua formidável eloqüência se dedicou a intermediar debates sobre religião e política, num cír- culo literário estudantil do qual era porta-voz. Certa tarde, depois de sair vencedor de um debate com um estudante socialista sobre o compromisso social do católico, anuncia a um amigo a intenção de realizar fi- nalmente um projeto, que a tempo lhe era muito que- rido: uma “Conferência de caridade”, uma associação de beneficência para a assistência dos pobres. Dessa maneira em maio de 1833, com 20 anos, Ozanan funda juntamente com seis companheiros, as Conferências de São Vicente de Paulo. Exemplo para os jovens. Ozanan morre em 8 de setembro de 1853, em Marselha, rodeado dos ami- gos depois de uma longa agonia. Esse é o modelo de apóstolo leigo, empenhado e dedicado ao serviço dos mais pobres. Digno de nota é o caso da cura milagrosa de uma criança brasileira, de apenas dezoito meses, afectada de uma grave forma de difteria, que nos pri- meiros dias de fevereiro de 1926, em Nova Fribur- go (RJ), obteve a graça por intercessão do Servo de Deus Frederico Ozanam. Esta cura foi reconhecida pela Junta médica da Congregação para as Causas dos Santos a 22 de Junho de 1995, e confirmada de modo unânime pelos Consultores teólogos, na reu- nião de 24 de Novembro do mesmo ano. Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo ! Geraldo Abreu Equipe dos Vicentinos SÃO JOSÉ OPERÁRIO DIA 13 DE MAIO – DIA DA FRATERNIDADE BRASILEIRA DIA DO EDUCADOR NOSSO FUNDADOR ANTONIO FREDERICO OZANAN
  8. 8. 8 DENGUE OU TODOS SE UNEM OU MUITOS PODEM SOFRER O vírus da den- gue é transmitido pela picada da fê- mea do Aedes ae- gypti, um mosquito diurno que se mul- tiplica em depósi- tos de água para- da acumulada nos quintais e dentro das casas. Existem 4 tipos diferentes desse vírus: os sorotipos 1, 2, 3 e 4. Todos podem causar as di- ferentes formas da doença. Observação importante: Depois de muitos anos sem registro de nenhum caso de contaminação, o sorotipo 4 voltou a circular em alguns estados do Brasil. Especialmente as crianças e os jovens não desenvolveram imunidade contra ele. Por isso e para evitar a dispersão desse vírus, o Ministério da Saúde determinou que todos os casos suspeitos de dengue 4 sejam considerados de comunicação compulsória às autoridades sanitárias no prazo de 24 horas. A grande maioria das infecções é assintomática. Quando surgem, os sintomas costumam evoluir em obediência a três formas clínicas: dengue clássica, forma benigna, similar à gripe; dengue hemorrágica, mais grave, caracterizada por alterações da coagu- lação sanguínea; e a chamada síndrome do choque associado à dengue, forma raríssima, mas que pode levar à morte, se não houver atendimento especia- lizado. a) Dengue clássica: Nos adultos, a primeira ma- nifestação é a febre alta (39º a 40º), de início repen- tino, associada à dor de cabeça, prostração, dores musculares, nas juntas, atrás dos olhos, vermelhi- dão no corpo (exantema) e coceira. Num período de 3 a 7 dias, a temperatura começa a cair e os sin- tomas geralmente regridem, mas pode persistir um quadro de prostração e fraqueza durante algumas semanas. Nas crianças, o sintoma inicial também é a febre alta acompanhada apatia, sonolência, recu- sa da alimentação, vômitos e diarreia. O exantema pode estar presente ou não. b) Dengue hemorrágica: As manifestações ini- ciais da dengue hemorrágica são as mesmas da forma clássica. Entretanto, depois do terceiro dia, quando a febre começa a ceder, aparecem sinais de hemorragia, como sangramento nasal, gengival, vaginal, rompimento dos vasos superficiais da pele (petéquias e hematomas), além de outros. Em casos mais raros, podem ocorrer sangramentos no apare- lho digestivo e nas vias urinárias. c) Síndrome do choque associado à dengue: O potencial de risco é evidenciado por uma das se- guintes complicações: alterações neurológicas (de- lírio, sonolência, depressão, coma, irritabilidade extrema, psicose, demência, amnésia), sintomas cardiorrespiratórios, insuficiência hepática, hemor- ragia digestiva, derrame pleural. As manifestações neurológicas, geralmente, surgem no final do perío- do febril ou na convalescença. Uma vacina contra os quatro tipos da dengue, desenvolvida a partir de uma cepa do vírus vivo, geneticamente modificado, está sendo testada em humanos. Até o momento os voluntários não apre- sentaram reações adversas. Enquanto aguardamos uma vacina, algo que possa exterminar essa epide- mia só nos resta a prevenção, Combater os focos do mosquito transmissor é a única maneira de prevenir a transmissão da doença. Abraço à todos fiquem com Deus. Dulcinéia Monichetti Convite feito, agora é saber porque ser Pastoral Familiar Sonhar com uma família equilibrada, feliz e sau- dável é muito bom. Só que o sonho tem que se tornar realidade urgentemente. O que vemos por exemplo e exemplo pequeno em nossa cidade, quando saí- mos a noite pelo lago do Taboão, praça do Mac, mais recentemente no posto de monta, é de chorar. Ado- lescentes tão sem rumo, sem limites em suas atitu- des, sem mãos paternas. Bebida e drogas correndo soltas entre eles. Pela manhã quando andamos pelo lago do Taboão encontramos garrafas de bebida al- coólica e pontas de cigarro espalhadas pelo chão. Isso falando de nossa cidade mas, se pensamos em termos de país e de mundo... não dá para ficar sem fazer nada. Esse é o trabalho da Pastoral Familiar. Tentar ajudar as famílias que já estão aí através de encontros, onde estudamos juntos um meio de fazer o sonho tornar-se realidade. Tentamos com os encontros de namorados, for- mar casais novos com novos rumos para que o fu- turo seja menos triste. O nosso lema diz que mundo pode ser melhor, se começarmos em casa. É isso aí pessoal, comecemos a colocar Deus mais efe- tivamente em nossas vidas e em nossas famílias. Se não fizermos isso, ainda vamos chorar muitos jo- vens, famílias e não vamos conseguir chegar na tão sonhada família feliz. Sagrada Família, rogai por nós !!!!!!!! Inez Abreu Pastoral Familiar DICA DE SAÚDE SER PASTORAL FAMILIAR
  9. 9. 9 AUGUSTO ALBERTO ROSSI R. Santa Clara, 1017 - Centro PABX: 4033-2021 Estacionamento Privativo para clientes Desde 1972 OAB/SP 27.126 ROSSANO ROSSI OAB/SP 93.560 ADVOGADOS Av. Antonio Pires Pimentel, 907 - Bragança Paulista sdomincontabil@uol.com.br Fone / Fax: (11) 4034-3049 SÃO CONTABILIDADE Quando nos reportamos a palavra comunidade, ideia bastante difundida em nosso meio, basicamen- te passamos sem saborear e aprofundar seu senti- do. Ordinariamente esta expressão comunidade, vem do latim communitas. Há pessoas que ao in- terpretar a palavra realizam sua separação, ficando comum – unidade. É um recurso interessante e que nos convida a maior aprofundamento. Desde tempos antigos os seres humanos viveram em grupos. Viver em grupo era uma estratégia es- sencial para a sobrevivência de cada um. Em grupo, aos poucos foi-se percebendo que a ajuda mútua fazia a diferença. Diante da caça, diante da defesa, diante da construção das moradias, necessidades básicas e essenciais, para cada ser humano, viven- do em grupos, estas tarefas ficavam mais fáceis de serem realizadas. Hoje nós vivemos em grupos semelhantes ao passado. As necessidades do passado também es- tão presentes hoje. O que se observou, no decor- rer do tempo, as condições e entendimento do viver em grupo, foram aperfeiçoadas. Também o grau de complexidade ou de detalhes da vida foram aumen- tados. Antes, a vida era vivida mais simplesmente. Na alimentação, no vestuário, no transporte, no traba- lho, na habitação, as relações entre as pessoas e as necessidades ocorriam com menos detalhes. Uma moradia, por exemplo, apresentava o básico para assegurar a existência da vida. Não havia re- quinte de acabamentos e luxo se comparados aos dias atuais. O essencial era garantido. Com o pas- sar dos tempos, as pessoas foram modificando esta relação. As pessoas que possuíam mais recursos financeiros, criavam e acrescentavam detalhes em suas habitações, não por necessidades de sobre- vivências, mas sim para se sobrepor em relação as pessoas mais pobres. Esta prática estendida às demais necessidades básicas, criou um turvamento das consciências e o princípio de vida em grupo foi enfraquecendo. Hoje quando se fala em comunida- de, a ideia de que é bom viver-se juntos, onde um ajuda o outro, está distante. Há o imperialismo das opções egoístas. Será que Deus aprova o modo de vida de se viver em comunidade? Na Bíblia, aqui tomada como fonte a versão da Ave-Maria, encontramos a expressão – comunidade – 13 vezes. 4 vezes a palavra comunidade é cita- da no Antigo Testamento. 9 vezes é citada no Novo Testamento. Em todas as citações, a ideia de comu- nidade é fortificada. Viver em comunidade, o que se aprende pela Sagrada Escritura, é princípio divino. Deus é comunidade, ou seja, são 3 pessoas que vi- vem na perfeita união. A sociedade em que vivemos tem realçada a cele- bração do dia da comunidade em empresas, levan- do seus funcionários a se interagirem. As empresas têm incentivado a ideia de se agir em comunidade. É evidente que por trás destas iniciativas está a preocupação em se obter maior lucro. Deixando de lado este assunto, o que nos interessa é fixarmos o foco no seguinte ponto: haverá maiores chances de realização humana se vivermos em comunidade. Pergunta-se: é suficiente apenas viver em comuni- dade? Claro que não. Há situações em que se nota, não a vida em comunidade, mas sim um amontoado de pessoas. Viver em comunidade exige disciplina, regras, objetivos. Neste aspecto, a vivência em co- munidade cristã apresenta diferencial singular. O próprio Senhor definiu a essência nesta situação de vida: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.” Quando cada pessoa assume como seu modo de vida esta orientação, a comunidade tem novo alento. Deste momento em diante, tomando como regra as palavras do Senhor, viver em comunidade é garantia de salvação às pes- soas. Também o contrário é preocupante, ou seja, não viver as Palavras do Senhor em comunidade, poderá ser sinal de perdição a todos. Não sejamos ingênuos e pessimistas. Ocupemo- -nos em viver em comunidade, segundo a vontade de Deus, dia-a-dia do ano que nos é concedido. Ce- lebrar o dia 05 de maio como dia da comunidade é algo bom, mas insuficiente para o cristão. Para o cristão celebrar e viver em comunidade deverá ser cada dia do ano todo. Maurício Malengo Ministro Extraordinário da Sagrada Comunhão O dia do abraço é co- memorado internacio- nalmente no dia 22 de maio. Começou com a iniciativa de um austra- liano conhecido como Juan Mann, em 2004. Abraçar é um ges- to simples mas intenso e faz muito bem para quem dá, como para quem recebe. Há momentos em que milhões de palavras não tem a mesma efi- cácia que o falar de um abraço. Embora abraços de rotina sejam ótimos, as vezes os mais apreciados acontecem espontaneamente em momentos ines- perados. Mas como descrever o abraço? Podemos dizer que é apertar com os braços, to- mar entre os braços, entrelaçar-se, lidar-se, unir-se a alguém, alguma coisa ou causa. O abraço entre as pessoas é um gesto de aco- lhimento, uma demonstração de amizade, significa carinho, amor, solidariedade, afeto. “ O rio descia abraçando, sem um sussurro, uma larga ilhota de pedra que rebrilhava.”( Eça de Queiroz). Ai temos o exemplo de um abraço, não na maneira tradicional que o conhecemos. Quantas vezes abraçamos causas em favor de melhorias na nossa casa, no trabalho, na comuni- dade e com os amigos. Verdade que abraçamos no sentido figurado, unimos força e coragem e assim fizemos uma fusão como que entrelaçando e envol- vendo braços sobre a causa, a situação em questão. O melhor é que o abraço é uma forma de comuni- cação universal, em qualquer parte do mundo, em qualquer idioma, todos entendem, mesmo com sig- nificados distintos por causa de culturas diferentes. O abraço dispensa palavras, e ainda não encon- tramos a melhor forma para definir exatamente a emoção do abraçar e ser abraçado. Só sabemos que ele faz bem para a alma e para o corpo. Ele pode transmitir segurança em momentos difíceis, é uma sensação de proteção e certeza que pode- mos confiar. Aumenta a autoestima, a autoconfian- ça como pessoa e a relação com o mundo. Vamos imaginar um recém-nascido chegando ao mundo, ele já sofre a primeira separação. Logo que nasce já se corta o cordão umbilical que o mantinha ligado a mãe. Rompe-se um elo, um vínculo, e vem o pri- meiro choro. Choro de quem precisa respirar pela primeira vez sozinho. Choro de quem saiu da zona de conforto e aconchego e não encontra um porto seguro senão for nos braços da mãe. Primeiro abra- ço, primeiro toque carinhoso da mãe, iniciando-se ali a necessidade do contato físico para se sentir ama- do. E sua mãe o envolve, aperta, entrelaça em seus braços. Como descrever esta emoção do primeiro abraço? É sentimento, é magia, é viver o céu aqui e agora. É interessante perceber que há vários tipos de abraços: abraço de ombro de pai e irmão, abraço apertado dos enamorados, abraço aconchegan- te dos pais e avós, também tem abraço “político”, aqueles que socialmente são dados por formalida- des e na maioria das vezes sem grandes expres- sões. Enfim, abraços são formas de expressar re- lacionamentos íntimos ou não. São braços que se unem com sentimentos comuns. Como é bom che- gar a casa de alguém e ser recebido com um caloro- so abraço. Abraço tem um quero mais, um gostinho de saudade, um aperto no coração na despedida. Um cheirinho que exala o perfume da vida. O calor que aquece a alma, a beleza de um sorriso. Abra- ço tem olhar de amor. Um abraço sincero é como o alecrim do campo, nasce sem ser semeado, brota das entranhas, surge como o nascer do dia e parte como a noite, mas na certeza de que virá outro dia, outro abraço. Mas não deixemos só o abraço para o dia 22. Ele precisa ser exercitado todos os dias, em qualquer hora que se faça necessário. Você já abraçou hoje? Essa pode ser a maneira mais doce e simples de dizer: Você é importante para mim! Eu abraço você que agora terminou de ler este texto, e você abraça alguém que esta ai perto de você, e assim faremos uma corrente de abraços bem apertados. Feliz dia do abraço, feliz abraço do dia! Janice Ludwig Bender Grupo de Oração 05 DE MAIO - DIA DA COMUNIDADE DIA DO ABRAÇO
  10. 10. Dia 03 – quarta-feira - 15:00 horas – Missa da saúde Dia 05 – sexta-feira - 20:00 horas – missa votiva ao Sagrado Coração de Jesus Dia 24– quarta-feira - 20:00 - Hora Santa na Capela de N.Sra. do Bom Parto Dia 30 – terça-feira - 20:00 horas, reza do terço dos homens, na matriz. MATRIZ e CAPELA N. S. DO BOM PARTO aniversário de nascimento Ana Lucélia Gonçalves Jesus Ana Paula Benatti Antonio José Muner Benedito Aparecido Mengali Claudinéia Fátima Lopes da Silva Daniel Cosmo dos Santos Helio de Godoy Santos Henriqueta da Silva Bonani Ilze Cavallaro Bertin J andira Paranhos Pinto José Carlos Dell’Orti Filho Josemir Silva Fagundes Lilian Cristina Borro Pardo Luiza da Silva Staboli Márcia Freitas Zago Maria Cristina de Souza Duarte Maria de Lourdes Barroso Canada Maria Edna da Silva Gonçalves Oswaldo Finco Regina F. Fuentes Rita de Cássia Bredariol Cortonês Rosalina Villalobo da Silva Rosângela Aparecida Gianotti Toledo Rosângela M. Motta Muner Sofia Ritton Seifeddine Terezinha Mafalda P. Santos aniversário de CASAMENTO Adriana e André Tejeda Delgado Anésia Cristina e João José Marques Edna e Marcelino de Moraes Antunes Elza Aparecida e João Francisco Cacoci Helena e Nelson Fernandes de Mattos Henriqueta e Roberto Bonani Leda Mara e Maurício Tadeu Malengo Lucilene Padovani e Alexandre Aparecido Silva Lilian Cristina e José Roberto Rodrigues Pardo Neuza Aparecida e Benedito Aparecido Mengali Regina Aparecida e Dirceu Aparecido Silva Rosa Maria e Adenilson Latorre Diez Rosa Maria e Roberto Aparecido Marchelli Rosangela e Adilson Miraldi BIRIÇA DO CAMPINHO aniversário de nascimento Amália Fonte Basso Amarildo de Souza Dias Aparecido Renoud Ferro Benedita Ap. Marques do Nascimento Benedito Aparecido Cavallaro Bernadete Cavallaro de Souza Ivone Machado Tofanim Joslaine Ap. Leite Favaron Marcos Antonio Moraes de Godoi Roseli Aparecida Nobre da Luz Silvana Gonçalves Mazochi Lucia Prado Pereira aniversário de casamento Aline Ap. e Venilton José Ap. do Prado Hermínia e Sebastião Domingos de Souza Isaura Regina e Roberto Bueno Pinto Luzia Ap. e Mauro Donizete de Souza Maria Helena e Aparecido Renoud Ferro Márcia Ap. e Elói Gonçalves de Camargo Rosa e Valentim Fonte Basso Filho Rosemary e Gilson Luis Alves Roseli e Reginaldo Donizete Amaro Alves comunidade SÃO MARCELO aniversário de nascimento Jaime Gonçalves da Silva Luis Alves Lucia H.F. de Bima Gonsalves Márcia Ap. de Araujo Martins Nair de Lima da Silva aniversário de casamento Conceição e Durval Parra Lucia e Nilson L. Gonsalves Márcia Ap. e João Batista Martins Odélia Dias e Ailton dos Santos Pereira BIRIÇA DO VALADO aniversário de nascimento Ignez da Cunha Cavallaro Luiz Claudio Cavallaro Maria José Olho Morais José Carlos Mateus Luis Henrique Moraes aniversário de casamento Ivan Donizete Cavallaro e Déamara Cavallaro Benedito Leme de Souza e Julia C. Cavallaro Elci Queiroz dos Santos e Joaquim Pereira dos Santos Margarida e Paulo Celso Cipriano de Souza Juliana e Luis Henrique Moraes Fátima e André Aparecido Silva COMUNIDADE chácara fernão dias aniversário de nascimento Edison Spina DIZIMISTAS ANIVERSARIANTES PREZADO DIZIMISTA Caso seu nome não esteja aqui relacionado, favor procurar um agente da Pastoral do Dízimo para atualização de seu cadastro. Obrigado! AGENDA DE JUNHO 10

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