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Jesus, médico de almas!
Jesus afirmou ser “O Caminho, a Verdade e a Vida”. Então, poderemos
encontrar Nele o caminho para a libertação de nossas doenças, desde que nos
submetamos à terapia de Seu Evangelho. Podemos destacar duas fases
importantes da vida do Mestre: a de Jesus como o Mestre dos Mestres e a de
Jesus como médicos das almas. Como Mestre dos Mestres, podemos
salientar dois momentos: o ensino por parábolas e as ocasiões em que o Rabi
da Galileia ensinou o homem a pensar. Como médico das almas, por onde o
Cristo andou, sempre foi procurado por criaturas doentes, pessoas que
estavam enfrentando algum tipo de sofrimento. Entre os Seus prodígios,
destacam-se as curas de paralíticos, de cegos de nascença, outros ainda
sofriam de hemorragias e uma gama de doenças de pele.
O certo é que, muitos daqueles que foram fisicamente curados, voltaram a
adoecer, porque a base da doença não estava no corpo físico, estava
relacionada aos fatores morais, vinculados à alma. Além das curas de pessoas
acometidas de males físicos, encontram-se no evangelho referências a
inúmeras curas de males tipicamente espirituais, causadores de angústia,
ansiedade, depressão, mal-estar, identificados como obsessões e possessões.
Quando se deparou com um paralítico junto ao poço de Betesda, Jesus
indagou ao enfermo se ele gostaria de ser curado. Em vez de responder
afirmativamente, o paralítico apresentou uma série de reclamações a respeito
das pessoas que não o ajudavam a entrar no poço, cujas águas eram tidas
como milagrosas.
O Médico Jesus não falou uma palavra sequer sobre as reclamações do
paralitico. Mudou de assunto. Simplesmente apresentou ao enfermo um
roteiro para a cura: “Levanta-te, toma a tua cama e anda." Levantar é sair do
chão do vitimismo e da reclamação. É assumir uma nova condição que nasce
com o desejo de aprender a mensagem que a enfermidade nos trouxe. Tomar
a cama é assumir o controle da doença e não ser controlado por ela. É ter a
certeza de ser o personagem mais importante no processo da própria cura.
Andar é o convite que Jesus nos faz para seguirmos adiante, avançarmos,
fazermos as mudanças necessárias para atingir uma nova fase.
Para se curar, você precisará muito mais do que médicos, remédios, exames,
dietas e cirurgias.
Terá que se olhar frente a frente no espelho da própria consciência e, sem
nenhuma culpa, descobrir o motivo pelo qual precisou adoecer. Não raro,
criamos, inconscientemente, nossas próprias doenças para satisfazer certas
necessidades emocionais que não estavam sendo atendidas por outras vias.
Quando falta amor, falta harmonia, daí vem o desequilíbrio em nossas vidas,
e ficamos doentes, e a enfermidade é apenas uma maneira da natureza, do
universo falar conosco. Nunca devemos tratar apenas os sintomas de nossas
enfermidades, sem que a causa ou as causas que a desencadearam também
sejam tratadas e extintas, porque na realidade a cura se processa de dentro
para fora, do interior para o exterior.
“Por isso, quando for ao médico, diga a ele que seu peito dói, mas diga que
sua dor, é de angustia, decepção e tristeza, diga também que você anda com
azia, e que também desconfia que o motivo pode ser o seu gênio irracional,
que por isso aumenta a produção de ácidos e enzimas no estômago. Diga a
seu médico que por causa da rebeldia, da teimosia, você está obeso,
provavelmente hipertenso e com diabetes, porém, não deixe de dizer também
que não está encontrando mais alegrias nem doçura em sua vida e que essa
amargura torna muito difícil suportar o peso de suas frustrações. Já que o
paciente não deve esconder nada de seu médico, então mencione a ele que
você sofre de enxaqueca, dores de cabeça horríveis que te privam da luz em
detrimento da escuridão, ...
... mas não deixe de confessar que sofre de uma neurose feroz, com seu
perfeccionismo, com sua autocrítica, e que é sensível demais a crítica alheia
e que é muito ansioso, que ataca a geladeira quando ninguém está
observando, que come e bebe coisinhas proibidas! Ninguém gosta de sofrer,
todos querem se curar, mas poucos são aqueles, que estão dispostos a
neutralizar em si o ácido da calúnia, o veneno da inveja, o bacilo do
pessimismo e o vírus do egoísmo. Diante da possibilidade da morte, alguns
até prometem mudar de vida, procuram a cura de um câncer, mas não tem
coragem de abrir mão de uma simples mágoa. Quantos sofrem do coração e
pretendem a desobstrução das artérias coronárias, mas, querem continuar
com o peito fechado pelo rancor, pela agressividade, e até pela vingança!
Almejam a cura de problemas oculares, alguns ficam cegos pelo ódio,
tropeçam na vaidade que lhes obscurece a visão, todavia não retiram dos
próprios olhos, o argueiro, o obstáculo da crítica e da maledicência. E a
depressão então, o mal do século, a síndrome do pânico, quantos pedem a
solução para esses problemas, entretanto não abrem mão do orgulho ferido
e do forte sentimento de decepção, que lhes abate a existência, em relação às
perdas experimentadas no trajeto da vida. Suplicam auxilio para os
problemas tão comuns de tireoide, mas não cuidam de suas frustrações, de
seus ressentimentos, observam as horas, os dias passarem, a vida se vai e
não levantam a voz para expressarem suas legítimas necessidades .
Imploram a cura de um nódulo de mama, de um câncer na próstata, que lhes
frustra toda perspectiva exatamente no fulcro da vida, ...
todavia insistem em manter bloqueada a ternura e a afetividade, por conta
das feridas emocionais do passado. A enfermidade é um conflito entre a
personalidade e a alma. O resfriado ocorre e o nariz escorre quando o corpo
não chora. A dor de garganta entope, provoca a afonia quando não é
possível comunicar as aflições. O estômago arde, queima, provoca
indigestões quando as raivas não podem ser digeridas. O diabetes amarga,
invade o corpo quando a solidão dói demais. O corpo engorda quando a
insatisfação aperta, e a esperança rareia A dor de cabeça deprime quando
as duvidas aumentam. O coração desiste, bate fora de rumo quando o
sentido da vida parece terminar. A alergia aparece quando o perfeccionismo
fica intolerável. As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza. A pressão sobe quando o medo
aprisiona. As neuroses paralisam quando a “criança interna” tiraniza. A
febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade. Os
joelhos doem quando o orgulho não se dobra. O câncer mata quando não se
perdoa e ou cansa de viver. E as dores caladas ? Como falam em nosso
corpo? A enfermidade não é má, ela avisa quando erramos a direção. O
caminho para a felicidade não é reto, existem curvas chamadas equívocos,
existem semáforos chamados amigos, luzes de precaução chamadas família,
e ajudará muito ter no caminho uma peça de reposição chamada decisão,
um potente motor chamado amor, um bom seguro chamado fé, e um
abundante combustível chamado paciência.
Mas principalmente um maravilhoso Condutor chamado DEUS. A
peregrinação aos consultórios é extenuante, mas não para por aí, depois, em
último lugar, apelam para Deus, clamam pela intercessão divina, em certos
lugares blasfemam, gritam, porém permanecem surdos aos pedidos de
socorro que partem de pessoas muito próximas de si. Toda cura é sempre
uma autocura, começa na alma, no perispírito, refletindo para o corpo físico
e o evangelho de Jesus é a farmácia onde encontramos os remédios que nos
curam por dentro e por fora! (Retirado do livro “O Médico Jesus”).
Na cura dos distúrbios espirituais, Jesus impunha silêncio aos obsessores. O
Mestre manifestava-se com sabedoria, autoridade e amor, expressando os
ensinamentos da nova doutrina, baseada na lei de amor.
Desde suas primeiras pregações em Cafarnaum, Ele falava e atuava com
autoridade, jamais vista entre os hebreus. Utilizando o poder da palavra que
corresponde à emanação fluídica da alma, e que tem a capacidade de realizar
a cura espiritual, despertando as vibrações perispirituais da criatura a ser
beneficiada, tanto para a cura de seus males, como para assumir uma nova
orientação na vida. Na cura de Maria Madalena, que ficou livre de uma forte
obsessão, encontra-se ao mesmo tempo, um dos casos mais belos de
conversão íntima descrito no Evangelho. Acometida de uma forte
perturbação espiritual, e movida pela angústia existencial, procurou
espontaneamente a ajuda de Jesus e obteve a cura de seus males.
E livre dos seus obsessores, Maria Madalena procurou seguir os passos do
Cristo, exemplificando os seus ensinamentos. Em todos os períodos da era
comum da história, as curas produzidas por Jesus foram objeto de
infatigáveis estudos dos mais notáveis pesquisadores da ciência e da religião,
que anelaram, até a atualidade, desvelar os prodigiosos nos Evangelhos.
Nada obstante, será na singular abordagem de Jesus nas doenças da alma
humana que encontraremos a mais excelente demonstração de superioridade
intelecto-espiritual. O médico Jesus extrai de seu evangelho os
medicamentos que nos ajudarão a curar nossa alma enferma, recuperando
assim a saúde integral.
Muita Paz!
Visite o meu Blog: http://espiritual-espiritual.blogspot.com.br
A serviço da Doutrina Espírita; com estudo comentado de O Livro dos
Espíritos. Em breve, reformulação do estudo de O Livro dos Médiuns.
O amanhã é sempre um dia a ser conquistado. Pense nisso!
Leia Kardec! Estude Kardec! Pratique Kardec! Divulgue Kardec!
E lembre-se: “O homem só possui em plena propriedade aquilo que lhe é
dado levar deste mundo”.

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Jesus, médico de almas!

  • 2. Jesus afirmou ser “O Caminho, a Verdade e a Vida”. Então, poderemos encontrar Nele o caminho para a libertação de nossas doenças, desde que nos submetamos à terapia de Seu Evangelho. Podemos destacar duas fases importantes da vida do Mestre: a de Jesus como o Mestre dos Mestres e a de Jesus como médicos das almas. Como Mestre dos Mestres, podemos salientar dois momentos: o ensino por parábolas e as ocasiões em que o Rabi da Galileia ensinou o homem a pensar. Como médico das almas, por onde o Cristo andou, sempre foi procurado por criaturas doentes, pessoas que estavam enfrentando algum tipo de sofrimento. Entre os Seus prodígios, destacam-se as curas de paralíticos, de cegos de nascença, outros ainda sofriam de hemorragias e uma gama de doenças de pele.
  • 3. O certo é que, muitos daqueles que foram fisicamente curados, voltaram a adoecer, porque a base da doença não estava no corpo físico, estava relacionada aos fatores morais, vinculados à alma. Além das curas de pessoas acometidas de males físicos, encontram-se no evangelho referências a inúmeras curas de males tipicamente espirituais, causadores de angústia, ansiedade, depressão, mal-estar, identificados como obsessões e possessões. Quando se deparou com um paralítico junto ao poço de Betesda, Jesus indagou ao enfermo se ele gostaria de ser curado. Em vez de responder afirmativamente, o paralítico apresentou uma série de reclamações a respeito das pessoas que não o ajudavam a entrar no poço, cujas águas eram tidas como milagrosas.
  • 4. O Médico Jesus não falou uma palavra sequer sobre as reclamações do paralitico. Mudou de assunto. Simplesmente apresentou ao enfermo um roteiro para a cura: “Levanta-te, toma a tua cama e anda." Levantar é sair do chão do vitimismo e da reclamação. É assumir uma nova condição que nasce com o desejo de aprender a mensagem que a enfermidade nos trouxe. Tomar a cama é assumir o controle da doença e não ser controlado por ela. É ter a certeza de ser o personagem mais importante no processo da própria cura. Andar é o convite que Jesus nos faz para seguirmos adiante, avançarmos, fazermos as mudanças necessárias para atingir uma nova fase. Para se curar, você precisará muito mais do que médicos, remédios, exames, dietas e cirurgias.
  • 5. Terá que se olhar frente a frente no espelho da própria consciência e, sem nenhuma culpa, descobrir o motivo pelo qual precisou adoecer. Não raro, criamos, inconscientemente, nossas próprias doenças para satisfazer certas necessidades emocionais que não estavam sendo atendidas por outras vias. Quando falta amor, falta harmonia, daí vem o desequilíbrio em nossas vidas, e ficamos doentes, e a enfermidade é apenas uma maneira da natureza, do universo falar conosco. Nunca devemos tratar apenas os sintomas de nossas enfermidades, sem que a causa ou as causas que a desencadearam também sejam tratadas e extintas, porque na realidade a cura se processa de dentro para fora, do interior para o exterior.
  • 6. “Por isso, quando for ao médico, diga a ele que seu peito dói, mas diga que sua dor, é de angustia, decepção e tristeza, diga também que você anda com azia, e que também desconfia que o motivo pode ser o seu gênio irracional, que por isso aumenta a produção de ácidos e enzimas no estômago. Diga a seu médico que por causa da rebeldia, da teimosia, você está obeso, provavelmente hipertenso e com diabetes, porém, não deixe de dizer também que não está encontrando mais alegrias nem doçura em sua vida e que essa amargura torna muito difícil suportar o peso de suas frustrações. Já que o paciente não deve esconder nada de seu médico, então mencione a ele que você sofre de enxaqueca, dores de cabeça horríveis que te privam da luz em detrimento da escuridão, ...
  • 7. ... mas não deixe de confessar que sofre de uma neurose feroz, com seu perfeccionismo, com sua autocrítica, e que é sensível demais a crítica alheia e que é muito ansioso, que ataca a geladeira quando ninguém está observando, que come e bebe coisinhas proibidas! Ninguém gosta de sofrer, todos querem se curar, mas poucos são aqueles, que estão dispostos a neutralizar em si o ácido da calúnia, o veneno da inveja, o bacilo do pessimismo e o vírus do egoísmo. Diante da possibilidade da morte, alguns até prometem mudar de vida, procuram a cura de um câncer, mas não tem coragem de abrir mão de uma simples mágoa. Quantos sofrem do coração e pretendem a desobstrução das artérias coronárias, mas, querem continuar com o peito fechado pelo rancor, pela agressividade, e até pela vingança!
  • 8. Almejam a cura de problemas oculares, alguns ficam cegos pelo ódio, tropeçam na vaidade que lhes obscurece a visão, todavia não retiram dos próprios olhos, o argueiro, o obstáculo da crítica e da maledicência. E a depressão então, o mal do século, a síndrome do pânico, quantos pedem a solução para esses problemas, entretanto não abrem mão do orgulho ferido e do forte sentimento de decepção, que lhes abate a existência, em relação às perdas experimentadas no trajeto da vida. Suplicam auxilio para os problemas tão comuns de tireoide, mas não cuidam de suas frustrações, de seus ressentimentos, observam as horas, os dias passarem, a vida se vai e não levantam a voz para expressarem suas legítimas necessidades . Imploram a cura de um nódulo de mama, de um câncer na próstata, que lhes frustra toda perspectiva exatamente no fulcro da vida, ...
  • 9. todavia insistem em manter bloqueada a ternura e a afetividade, por conta das feridas emocionais do passado. A enfermidade é um conflito entre a personalidade e a alma. O resfriado ocorre e o nariz escorre quando o corpo não chora. A dor de garganta entope, provoca a afonia quando não é possível comunicar as aflições. O estômago arde, queima, provoca indigestões quando as raivas não podem ser digeridas. O diabetes amarga, invade o corpo quando a solidão dói demais. O corpo engorda quando a insatisfação aperta, e a esperança rareia A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam. O coração desiste, bate fora de rumo quando o sentido da vida parece terminar. A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável. As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
  • 10. O peito aperta quando o orgulho escraviza. A pressão sobe quando o medo aprisiona. As neuroses paralisam quando a “criança interna” tiraniza. A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade. Os joelhos doem quando o orgulho não se dobra. O câncer mata quando não se perdoa e ou cansa de viver. E as dores caladas ? Como falam em nosso corpo? A enfermidade não é má, ela avisa quando erramos a direção. O caminho para a felicidade não é reto, existem curvas chamadas equívocos, existem semáforos chamados amigos, luzes de precaução chamadas família, e ajudará muito ter no caminho uma peça de reposição chamada decisão, um potente motor chamado amor, um bom seguro chamado fé, e um abundante combustível chamado paciência.
  • 11. Mas principalmente um maravilhoso Condutor chamado DEUS. A peregrinação aos consultórios é extenuante, mas não para por aí, depois, em último lugar, apelam para Deus, clamam pela intercessão divina, em certos lugares blasfemam, gritam, porém permanecem surdos aos pedidos de socorro que partem de pessoas muito próximas de si. Toda cura é sempre uma autocura, começa na alma, no perispírito, refletindo para o corpo físico e o evangelho de Jesus é a farmácia onde encontramos os remédios que nos curam por dentro e por fora! (Retirado do livro “O Médico Jesus”). Na cura dos distúrbios espirituais, Jesus impunha silêncio aos obsessores. O Mestre manifestava-se com sabedoria, autoridade e amor, expressando os ensinamentos da nova doutrina, baseada na lei de amor.
  • 12. Desde suas primeiras pregações em Cafarnaum, Ele falava e atuava com autoridade, jamais vista entre os hebreus. Utilizando o poder da palavra que corresponde à emanação fluídica da alma, e que tem a capacidade de realizar a cura espiritual, despertando as vibrações perispirituais da criatura a ser beneficiada, tanto para a cura de seus males, como para assumir uma nova orientação na vida. Na cura de Maria Madalena, que ficou livre de uma forte obsessão, encontra-se ao mesmo tempo, um dos casos mais belos de conversão íntima descrito no Evangelho. Acometida de uma forte perturbação espiritual, e movida pela angústia existencial, procurou espontaneamente a ajuda de Jesus e obteve a cura de seus males.
  • 13. E livre dos seus obsessores, Maria Madalena procurou seguir os passos do Cristo, exemplificando os seus ensinamentos. Em todos os períodos da era comum da história, as curas produzidas por Jesus foram objeto de infatigáveis estudos dos mais notáveis pesquisadores da ciência e da religião, que anelaram, até a atualidade, desvelar os prodigiosos nos Evangelhos. Nada obstante, será na singular abordagem de Jesus nas doenças da alma humana que encontraremos a mais excelente demonstração de superioridade intelecto-espiritual. O médico Jesus extrai de seu evangelho os medicamentos que nos ajudarão a curar nossa alma enferma, recuperando assim a saúde integral.
  • 14. Muita Paz! Visite o meu Blog: http://espiritual-espiritual.blogspot.com.br A serviço da Doutrina Espírita; com estudo comentado de O Livro dos Espíritos. Em breve, reformulação do estudo de O Livro dos Médiuns. O amanhã é sempre um dia a ser conquistado. Pense nisso! Leia Kardec! Estude Kardec! Pratique Kardec! Divulgue Kardec! E lembre-se: “O homem só possui em plena propriedade aquilo que lhe é dado levar deste mundo”.