1) O autor critica alguns ditos populares de mestres maçons que, na sua opinião, não refletem a realidade ou tolhem a expressão de aprendizes. Ele argumenta que aprendizes têm direito de falar e visitar outras lojas sem a companhia de um mestre.
2) Também questiona a regra de só ser permitida a entrada em lojas com roupas e sapatos escuros, dando o exemplo de um irmão que chegou de trabalho direto para a sessão com roupa e sapatos brancos.
3) Defende que