Este documento é um tributo de Mario Gentil Costa a seu amigo Orlando Borges Schroeder, descrevendo-o como uma figura sábia, serena, sensível e tolerante. O autor relata conversas significativas que teve com Schroeder, nas quais compartilharam ideias sobre espiritualidade e filosofia. Costa destaca a dedicação de Schroeder à medicina e seu desejo de aliviar o sofrimento dos outros por meio de palavras de conforto.