SlideShare uma empresa Scribd logo
Interface Humano-Computador (IHC)  Aula 1
Introdução: Segundo as Diretrizes Curriculares do MEC (2002) para cursos da área de Computação e Informática, Interação Humano-Computador (IHC) pode ser definida como: “ a disciplina relacionada ao projeto, implementação e avaliação de sistemas computacionais interativos para uso humano”.  Se refere não só às  formas de interação  entre homem e computador, mas principalmente às  teorias e técnicas  de projeto e avaliação de interfaces.
Diferença entre iteração e interação???
Introdução: É classificada como uma disciplina  multi (várias)  e  inter disciplinar  (se relacionam)  abrangendo:  Ciência da computação     desenvolvimento de aplicações, projeto e avaliação de interfaces; Psicologia      aplicação de teorias de processos cognitivos do usuário de softwares Sociologia     interações entre tecnologia, trabalho e organização etc.
Objetivo: Desenvolver ou melhorar a: Segurança Utilidade (tornar útil) Eficiência (encontrar facilmente informações) e Usabilidade (ser usável, de fácil utilização) de... ...sistemas de software O estudo da IHC também contribui para que os usuários, principalmente os  novatos , possam obter  maior produtividade  no trabalho ao utilizarem interfaces gráficas em comparação  as  antigas telas de texto , conforme revelam vários estudos.
Fundamentos em Interface: Barreira da informática  (anos 80)    Interfaces difíceis, feitas às pressas O processo de elaboração de interfaces deve levar em consideração uma vasta gama de fatores:  identificação do público-alvo  (site idosos, crianças), etc Interfaces desktop Interfaces web
O desenvolvimento da IHC: São vários os fatores importantes para o desenvolvimento de IHC: Diminuição dos custos do hardware (como o hardware está barato, a interface pode ser um diferencial); Portabilidade (celular, palm); Melhoramento da tecnologia de displays (touch sreens, interfaces 3D); Novas técnicas de entrada/saída de dados (apontadores, canetas, etc); Difusão do computador para as minorias; Etc.
Objetos de estudo em IHC: Acessibilidade, Inclusão Digital: interfaces para pessoas com características especiais Usabilidade Web Computação Gráfica, Interfaces 3D: second life, java 3d, VRML. etc
Fatores históricos da IHC: Década de 60:  Estudos sobre computação gráfica e utilização de canetas como apontadores de tela. Década de 70, grandes mudanças: Estações de trabalho e multiprocessamento; Aparecimento dos primeiros microcomputadores; e Desenvolvimento do mouse e joysticks. Década de 80 Difusão e desmistificação dos computadores;  Primeiros sistemas multimídia. Década de 90 em diante Computadores domésticos; Sistemas operacionais gráficos; Hipermídia e Internet. Depois disso: WWW, Web 2 XML Interfaces 3D
Gerações de interfaces: Primeira     painéis com plugs, botões, mostradores. Segunda     lotes de cartões de dados perfurados. Terceira     sistemas de menus Quarta     controles gráficos e janelas
Interfaces antigas:  Sem recursos gráficos; Comandos: realizados linha a linha; Interface difícil para usuários inexperientes; Necessidade de conhecimento prévio dos comandos e de sua utilidade (msdos, wordstar); Dificuldades para gerenciamento de programas e arquivos (dir no msdos, ls no linux); Telas cansativas e caracteres de tamanhos fixos.
Exemplo:
Interfaces atuais: Recursos gráficos abundantes; Interface fácil de utilizar para todos os usuários e principalmente para usuários inexperientes; Não há necessidade de conhecimento prévio dos comandos; O gerenciamento de programas e arquivos pode ser feito de maneira intuitiva, similar ao gerenciamento de “pastas de trabalho” ( comandos do tipo drag and drop – pegar e arrastar ); Telas coloridas e visualmente interessantes, permitindo aos usuários alteração de cores, dimensões da tela e dos caracteres. Mas todos os usuários gostam de telas coloridas? Possibilitar customização...
Exemplo:
Projeto de Interfaces (1-2) Segundo Norman*, o bom  projeto de interfaces  normalmente considera características como: MAPEAMENTO NATURAL  uso de padrões e símbolos bem estabelecidos e conhecidos VISIBILIDADE DOS CONTROLES   considera o tamanho e a quantidade dos controles, bem como a proporção com relação ao espaço disponível *Donald, Norman.  The Design of Everyday Things . 1990
Projeto de Interfaces (2-2) RECONHECIMENTO X RECORDAÇÃO   baseado na tendência que as pessoas têm de descobrirem como uma interface funciona por tentativa e erro  FEEDBACK  considera o resultado das ações do usuário à medida em que utiliza o sistema

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Interação Homem Computador Aula 02
Interação Homem Computador Aula 02Interação Homem Computador Aula 02
Interação Homem Computador Aula 02
igoroliveiracosta
 
Aula 1 requisitos
Aula 1   requisitosAula 1   requisitos
Aula 1 requisitos
licardino
 
Interface Homem Computador - Aula01- Introdução a IHC
Interface Homem Computador - Aula01- Introdução a IHCInterface Homem Computador - Aula01- Introdução a IHC
Interface Homem Computador - Aula01- Introdução a IHC
CEULJI/ULBRA Centro Universitário Luterano de Ji-Paraná
 
Usabilidade, IHC - Definições
Usabilidade, IHC - DefiniçõesUsabilidade, IHC - Definições
Usabilidade, IHC - Definições
Luiz Agner
 
Aula 01 - Conceitos de IHC - Prof.ª Cristiane Fidelix
Aula 01 - Conceitos de IHC - Prof.ª Cristiane FidelixAula 01 - Conceitos de IHC - Prof.ª Cristiane Fidelix
Aula 01 - Conceitos de IHC - Prof.ª Cristiane Fidelix
Cris Fidelix
 
Informática Básica - Aula 05 - Sistema Operacional Windows
Informática Básica - Aula 05 - Sistema Operacional WindowsInformática Básica - Aula 05 - Sistema Operacional Windows
Informática Básica - Aula 05 - Sistema Operacional Windows
Joeldson Costa Damasceno
 
Interface Homem Computador - Janaira Franca
Interface Homem Computador - Janaira FrancaInterface Homem Computador - Janaira Franca
Interface Homem Computador - Janaira Franca
Profa. Janaíra França
 
IHC - Slide 2 - Usabilidade e Princípios de Design
IHC - Slide 2 - Usabilidade e Princípios de DesignIHC - Slide 2 - Usabilidade e Princípios de Design
IHC - Slide 2 - Usabilidade e Princípios de Design
Márcio Darlen Lopes Cavalcante
 
Usabilidade IHC
Usabilidade IHCUsabilidade IHC
Usabilidade IHC
Wellington Oliveira
 
Processos de designer
Processos de designerProcessos de designer
Processos de designer
Luciana de Oliveira
 
Engenharia de Requisitos
Engenharia de RequisitosEngenharia de Requisitos
Engenharia de Requisitos
Estêvão Bissoli Saleme
 
O que é Interação Humano-Computador?
O que é Interação Humano-Computador?O que é Interação Humano-Computador?
O que é Interação Humano-Computador?
Sidney Roberto
 
Engenharia Semiótica e Engenharia Cognitiva
Engenharia Semiótica e Engenharia CognitivaEngenharia Semiótica e Engenharia Cognitiva
Engenharia Semiótica e Engenharia Cognitiva
Dayane Cristine Leite
 
Ihc 01-conceitos básicos
Ihc 01-conceitos básicosIhc 01-conceitos básicos
Ihc 01-conceitos básicos
Eduardo Xavier
 
Ihc2016.2 aula 1 introdução a ihc
Ihc2016.2 aula 1 introdução a ihcIhc2016.2 aula 1 introdução a ihc
Ihc2016.2 aula 1 introdução a ihc
Ticianne Darin
 
Interação Humano Computador 1
Interação Humano Computador 1Interação Humano Computador 1
Interação Humano Computador 1
Robson Santos
 
Aula - Metodologias Ágeis
Aula - Metodologias ÁgeisAula - Metodologias Ágeis
Aula - Metodologias Ágeis
Mauricio Cesar Santos da Purificação
 
Aula 6 - Design e Processo de Design de Interfaces de Usuário
Aula 6 - Design e Processo de Design de Interfaces de UsuárioAula 6 - Design e Processo de Design de Interfaces de Usuário
Aula 6 - Design e Processo de Design de Interfaces de Usuário
André Constantino da Silva
 
Introducao a Arquitetura de Software
Introducao a Arquitetura de SoftwareIntroducao a Arquitetura de Software
Introducao a Arquitetura de Software
UFPA
 
CURSO BÁSICO DE INFORMÁTICA
CURSO BÁSICO DE INFORMÁTICACURSO BÁSICO DE INFORMÁTICA
CURSO BÁSICO DE INFORMÁTICA
Leonam dos Santos
 

Mais procurados (20)

Interação Homem Computador Aula 02
Interação Homem Computador Aula 02Interação Homem Computador Aula 02
Interação Homem Computador Aula 02
 
Aula 1 requisitos
Aula 1   requisitosAula 1   requisitos
Aula 1 requisitos
 
Interface Homem Computador - Aula01- Introdução a IHC
Interface Homem Computador - Aula01- Introdução a IHCInterface Homem Computador - Aula01- Introdução a IHC
Interface Homem Computador - Aula01- Introdução a IHC
 
Usabilidade, IHC - Definições
Usabilidade, IHC - DefiniçõesUsabilidade, IHC - Definições
Usabilidade, IHC - Definições
 
Aula 01 - Conceitos de IHC - Prof.ª Cristiane Fidelix
Aula 01 - Conceitos de IHC - Prof.ª Cristiane FidelixAula 01 - Conceitos de IHC - Prof.ª Cristiane Fidelix
Aula 01 - Conceitos de IHC - Prof.ª Cristiane Fidelix
 
Informática Básica - Aula 05 - Sistema Operacional Windows
Informática Básica - Aula 05 - Sistema Operacional WindowsInformática Básica - Aula 05 - Sistema Operacional Windows
Informática Básica - Aula 05 - Sistema Operacional Windows
 
Interface Homem Computador - Janaira Franca
Interface Homem Computador - Janaira FrancaInterface Homem Computador - Janaira Franca
Interface Homem Computador - Janaira Franca
 
IHC - Slide 2 - Usabilidade e Princípios de Design
IHC - Slide 2 - Usabilidade e Princípios de DesignIHC - Slide 2 - Usabilidade e Princípios de Design
IHC - Slide 2 - Usabilidade e Princípios de Design
 
Usabilidade IHC
Usabilidade IHCUsabilidade IHC
Usabilidade IHC
 
Processos de designer
Processos de designerProcessos de designer
Processos de designer
 
Engenharia de Requisitos
Engenharia de RequisitosEngenharia de Requisitos
Engenharia de Requisitos
 
O que é Interação Humano-Computador?
O que é Interação Humano-Computador?O que é Interação Humano-Computador?
O que é Interação Humano-Computador?
 
Engenharia Semiótica e Engenharia Cognitiva
Engenharia Semiótica e Engenharia CognitivaEngenharia Semiótica e Engenharia Cognitiva
Engenharia Semiótica e Engenharia Cognitiva
 
Ihc 01-conceitos básicos
Ihc 01-conceitos básicosIhc 01-conceitos básicos
Ihc 01-conceitos básicos
 
Ihc2016.2 aula 1 introdução a ihc
Ihc2016.2 aula 1 introdução a ihcIhc2016.2 aula 1 introdução a ihc
Ihc2016.2 aula 1 introdução a ihc
 
Interação Humano Computador 1
Interação Humano Computador 1Interação Humano Computador 1
Interação Humano Computador 1
 
Aula - Metodologias Ágeis
Aula - Metodologias ÁgeisAula - Metodologias Ágeis
Aula - Metodologias Ágeis
 
Aula 6 - Design e Processo de Design de Interfaces de Usuário
Aula 6 - Design e Processo de Design de Interfaces de UsuárioAula 6 - Design e Processo de Design de Interfaces de Usuário
Aula 6 - Design e Processo de Design de Interfaces de Usuário
 
Introducao a Arquitetura de Software
Introducao a Arquitetura de SoftwareIntroducao a Arquitetura de Software
Introducao a Arquitetura de Software
 
CURSO BÁSICO DE INFORMÁTICA
CURSO BÁSICO DE INFORMÁTICACURSO BÁSICO DE INFORMÁTICA
CURSO BÁSICO DE INFORMÁTICA
 

Semelhante a Interface Humano-Computador (IHC)

Aula 1. Introdução: Interface Homem-Máquina
Aula 1. Introdução: Interface Homem-MáquinaAula 1. Introdução: Interface Homem-Máquina
Aula 1. Introdução: Interface Homem-Máquina
Silvia Dotta
 
A importancia de IHC no desenvolvimento de software
A importancia de IHC no desenvolvimento de softwareA importancia de IHC no desenvolvimento de software
A importancia de IHC no desenvolvimento de software
Flavia Negrao
 
Modulo iii arquiteturainformacaousabilidade_thaiscampas
Modulo iii arquiteturainformacaousabilidade_thaiscampasModulo iii arquiteturainformacaousabilidade_thaiscampas
Modulo iii arquiteturainformacaousabilidade_thaiscampas
Thais Campas
 
Design da interação / Design da experiência: considerações sobre um campo de ...
Design da interação / Design da experiência: considerações sobre um campo de ...Design da interação / Design da experiência: considerações sobre um campo de ...
Design da interação / Design da experiência: considerações sobre um campo de ...
Mauro Pinheiro
 
Back-End e Front-End para Desenvolvimento Web - GELVAZIO CAMARGO.pptx
Back-End e Front-End para Desenvolvimento Web -  GELVAZIO CAMARGO.pptxBack-End e Front-End para Desenvolvimento Web -  GELVAZIO CAMARGO.pptx
Back-End e Front-End para Desenvolvimento Web - GELVAZIO CAMARGO.pptx
SENAC SC
 
Web Design e Front End - Definição e conceitos
Web Design e Front End - Definição e conceitosWeb Design e Front End - Definição e conceitos
Web Design e Front End - Definição e conceitos
SENAC SC
 
O retorno do investimento no projeto adequado de interfaces de usuário
O retorno do investimento no projeto adequado de interfaces de usuárioO retorno do investimento no projeto adequado de interfaces de usuário
O retorno do investimento no projeto adequado de interfaces de usuário
Synergia - Engenharia de Software e Sistemas
 
Palestra - Design de interação
Palestra - Design de interaçãoPalestra - Design de interação
Palestra - Design de interação
Luiz Agner
 
Modulo ii arquiteturainformacaousabilidade_thaiscampas
Modulo ii arquiteturainformacaousabilidade_thaiscampasModulo ii arquiteturainformacaousabilidade_thaiscampas
Modulo ii arquiteturainformacaousabilidade_thaiscampas
Thais Campas
 
Usabilidade de Interfaces - Parte 1
Usabilidade de Interfaces - Parte 1Usabilidade de Interfaces - Parte 1
Usabilidade de Interfaces - Parte 1
Oziel Moreira Neto
 
Retorno do Investimento em Usabilidade
Retorno do Investimento em UsabilidadeRetorno do Investimento em Usabilidade
Retorno do Investimento em Usabilidade
Bernardo Mattos
 
CRP-5215-0420-2014-09
CRP-5215-0420-2014-09CRP-5215-0420-2014-09
Capitulo1
Capitulo1Capitulo1
Design de interação e Design da experiência considerações sobre um camp...
Design de interação e Design da experiência  considerações sobre um camp...Design de interação e Design da experiência  considerações sobre um camp...
Design de interação e Design da experiência considerações sobre um camp...
UTFPR
 
Graphic1
Graphic1Graphic1
Graphic1
anamargarites
 
Introdução aos Padrões Web e Tecnologias para o Ambiente Digital - Aula 02 - ...
Introdução aos Padrões Web e Tecnologias para o Ambiente Digital - Aula 02 - ...Introdução aos Padrões Web e Tecnologias para o Ambiente Digital - Aula 02 - ...
Introdução aos Padrões Web e Tecnologias para o Ambiente Digital - Aula 02 - ...
MBA em Marketing Digital e Gestão de Projetos Web
 
Interação Humano-Computador - História, Conceitos e Heurísticas de Nielsen
Interação Humano-Computador - História, Conceitos e Heurísticas de NielsenInteração Humano-Computador - História, Conceitos e Heurísticas de Nielsen
Interação Humano-Computador - História, Conceitos e Heurísticas de Nielsen
Ros Galabo, PhD
 
Design de interface
Design de interfaceDesign de interface
Design de interface
DesignCarminatti
 
Design de interface (trabalho acadêmico)
Design de interface (trabalho acadêmico)Design de interface (trabalho acadêmico)
Design de interface (trabalho acadêmico)
DesignCarminatti
 
Ihm07
Ihm07Ihm07
Ihm07
river11
 

Semelhante a Interface Humano-Computador (IHC) (20)

Aula 1. Introdução: Interface Homem-Máquina
Aula 1. Introdução: Interface Homem-MáquinaAula 1. Introdução: Interface Homem-Máquina
Aula 1. Introdução: Interface Homem-Máquina
 
A importancia de IHC no desenvolvimento de software
A importancia de IHC no desenvolvimento de softwareA importancia de IHC no desenvolvimento de software
A importancia de IHC no desenvolvimento de software
 
Modulo iii arquiteturainformacaousabilidade_thaiscampas
Modulo iii arquiteturainformacaousabilidade_thaiscampasModulo iii arquiteturainformacaousabilidade_thaiscampas
Modulo iii arquiteturainformacaousabilidade_thaiscampas
 
Design da interação / Design da experiência: considerações sobre um campo de ...
Design da interação / Design da experiência: considerações sobre um campo de ...Design da interação / Design da experiência: considerações sobre um campo de ...
Design da interação / Design da experiência: considerações sobre um campo de ...
 
Back-End e Front-End para Desenvolvimento Web - GELVAZIO CAMARGO.pptx
Back-End e Front-End para Desenvolvimento Web -  GELVAZIO CAMARGO.pptxBack-End e Front-End para Desenvolvimento Web -  GELVAZIO CAMARGO.pptx
Back-End e Front-End para Desenvolvimento Web - GELVAZIO CAMARGO.pptx
 
Web Design e Front End - Definição e conceitos
Web Design e Front End - Definição e conceitosWeb Design e Front End - Definição e conceitos
Web Design e Front End - Definição e conceitos
 
O retorno do investimento no projeto adequado de interfaces de usuário
O retorno do investimento no projeto adequado de interfaces de usuárioO retorno do investimento no projeto adequado de interfaces de usuário
O retorno do investimento no projeto adequado de interfaces de usuário
 
Palestra - Design de interação
Palestra - Design de interaçãoPalestra - Design de interação
Palestra - Design de interação
 
Modulo ii arquiteturainformacaousabilidade_thaiscampas
Modulo ii arquiteturainformacaousabilidade_thaiscampasModulo ii arquiteturainformacaousabilidade_thaiscampas
Modulo ii arquiteturainformacaousabilidade_thaiscampas
 
Usabilidade de Interfaces - Parte 1
Usabilidade de Interfaces - Parte 1Usabilidade de Interfaces - Parte 1
Usabilidade de Interfaces - Parte 1
 
Retorno do Investimento em Usabilidade
Retorno do Investimento em UsabilidadeRetorno do Investimento em Usabilidade
Retorno do Investimento em Usabilidade
 
CRP-5215-0420-2014-09
CRP-5215-0420-2014-09CRP-5215-0420-2014-09
CRP-5215-0420-2014-09
 
Capitulo1
Capitulo1Capitulo1
Capitulo1
 
Design de interação e Design da experiência considerações sobre um camp...
Design de interação e Design da experiência  considerações sobre um camp...Design de interação e Design da experiência  considerações sobre um camp...
Design de interação e Design da experiência considerações sobre um camp...
 
Graphic1
Graphic1Graphic1
Graphic1
 
Introdução aos Padrões Web e Tecnologias para o Ambiente Digital - Aula 02 - ...
Introdução aos Padrões Web e Tecnologias para o Ambiente Digital - Aula 02 - ...Introdução aos Padrões Web e Tecnologias para o Ambiente Digital - Aula 02 - ...
Introdução aos Padrões Web e Tecnologias para o Ambiente Digital - Aula 02 - ...
 
Interação Humano-Computador - História, Conceitos e Heurísticas de Nielsen
Interação Humano-Computador - História, Conceitos e Heurísticas de NielsenInteração Humano-Computador - História, Conceitos e Heurísticas de Nielsen
Interação Humano-Computador - História, Conceitos e Heurísticas de Nielsen
 
Design de interface
Design de interfaceDesign de interface
Design de interface
 
Design de interface (trabalho acadêmico)
Design de interface (trabalho acadêmico)Design de interface (trabalho acadêmico)
Design de interface (trabalho acadêmico)
 
Ihm07
Ihm07Ihm07
Ihm07
 

Mais de Wellington Oliveira

Usuário LInux
Usuário LInuxUsuário LInux
Usuário LInux
Wellington Oliveira
 
Configuração de Interface de Rede no Linux por comandos
Configuração de Interface de Rede no Linux por comandosConfiguração de Interface de Rede no Linux por comandos
Configuração de Interface de Rede no Linux por comandos
Wellington Oliveira
 
CISCO CCNA WANs Prática ACL _ Lista de controle de acesso
CISCO CCNA WANs Prática ACL _ Lista de controle de acessoCISCO CCNA WANs Prática ACL _ Lista de controle de acesso
CISCO CCNA WANs Prática ACL _ Lista de controle de acesso
Wellington Oliveira
 
WANs e Roteadores Cap. 11 - Lista de Controle de Acesso
WANs e Roteadores Cap. 11 - Lista de Controle de AcessoWANs e Roteadores Cap. 11 - Lista de Controle de Acesso
WANs e Roteadores Cap. 11 - Lista de Controle de Acesso
Wellington Oliveira
 
LInux - Iinit e systemd
LInux - Iinit e systemdLInux - Iinit e systemd
LInux - Iinit e systemd
Wellington Oliveira
 
CCNA - Conjunto de Protocolos TCP/IP e endereçamento IP
CCNA - Conjunto de Protocolos TCP/IP e endereçamento IPCCNA - Conjunto de Protocolos TCP/IP e endereçamento IP
CCNA - Conjunto de Protocolos TCP/IP e endereçamento IP
Wellington Oliveira
 
Prática Laboratório CISCO - ACLs
Prática Laboratório CISCO - ACLsPrática Laboratório CISCO - ACLs
Prática Laboratório CISCO - ACLs
Wellington Oliveira
 
Prática Laboratório CISCO - Balanceador
Prática Laboratório CISCO - BalanceadorPrática Laboratório CISCO - Balanceador
Prática Laboratório CISCO - Balanceador
Wellington Oliveira
 
Prática Laboratório CISCO - NAT
Prática Laboratório CISCO - NATPrática Laboratório CISCO - NAT
Prática Laboratório CISCO - NAT
Wellington Oliveira
 
Questões Cisco CCNA Cap 6
Questões Cisco CCNA Cap 6Questões Cisco CCNA Cap 6
Questões Cisco CCNA Cap 6
Wellington Oliveira
 
Método AHP em Processo Decisório
Método AHP em Processo DecisórioMétodo AHP em Processo Decisório
Método AHP em Processo Decisório
Wellington Oliveira
 
Processo Decisório - Introdução
Processo Decisório - IntroduçãoProcesso Decisório - Introdução
Processo Decisório - Introdução
Wellington Oliveira
 
Memória Interna - Arquitetura e Organização de Computadores
Memória Interna - Arquitetura e Organização de ComputadoresMemória Interna - Arquitetura e Organização de Computadores
Memória Interna - Arquitetura e Organização de Computadores
Wellington Oliveira
 
Introdução - Arquitetura e Organização de Computadores
Introdução - Arquitetura e Organização de ComputadoresIntrodução - Arquitetura e Organização de Computadores
Introdução - Arquitetura e Organização de Computadores
Wellington Oliveira
 
Evolução e Desempenho de Computadores - Arquitetura e Organização de Computad...
Evolução e Desempenho de Computadores - Arquitetura e Organização de Computad...Evolução e Desempenho de Computadores - Arquitetura e Organização de Computad...
Evolução e Desempenho de Computadores - Arquitetura e Organização de Computad...
Wellington Oliveira
 
Barramento do Sistema - Arquitetura e Organização de Computadores
Barramento do Sistema - Arquitetura e Organização de ComputadoresBarramento do Sistema - Arquitetura e Organização de Computadores
Barramento do Sistema - Arquitetura e Organização de Computadores
Wellington Oliveira
 
Redes Teórico - Capítulo 02 Tanenbaum
Redes Teórico - Capítulo 02 TanenbaumRedes Teórico - Capítulo 02 Tanenbaum
Redes Teórico - Capítulo 02 Tanenbaum
Wellington Oliveira
 
Lógica e Algoritmos (pseudocódigo e C++) A lógica
Lógica e Algoritmos (pseudocódigo e C++) A lógicaLógica e Algoritmos (pseudocódigo e C++) A lógica
Lógica e Algoritmos (pseudocódigo e C++) A lógica
Wellington Oliveira
 
Sistemas Operacionais Modernos - Gerenciamento de Memória
Sistemas Operacionais Modernos - Gerenciamento de MemóriaSistemas Operacionais Modernos - Gerenciamento de Memória
Sistemas Operacionais Modernos - Gerenciamento de Memória
Wellington Oliveira
 
Sistemas Operacionais Modernos Capítulo 3 Deadlock
Sistemas Operacionais Modernos Capítulo 3 DeadlockSistemas Operacionais Modernos Capítulo 3 Deadlock
Sistemas Operacionais Modernos Capítulo 3 Deadlock
Wellington Oliveira
 

Mais de Wellington Oliveira (20)

Usuário LInux
Usuário LInuxUsuário LInux
Usuário LInux
 
Configuração de Interface de Rede no Linux por comandos
Configuração de Interface de Rede no Linux por comandosConfiguração de Interface de Rede no Linux por comandos
Configuração de Interface de Rede no Linux por comandos
 
CISCO CCNA WANs Prática ACL _ Lista de controle de acesso
CISCO CCNA WANs Prática ACL _ Lista de controle de acessoCISCO CCNA WANs Prática ACL _ Lista de controle de acesso
CISCO CCNA WANs Prática ACL _ Lista de controle de acesso
 
WANs e Roteadores Cap. 11 - Lista de Controle de Acesso
WANs e Roteadores Cap. 11 - Lista de Controle de AcessoWANs e Roteadores Cap. 11 - Lista de Controle de Acesso
WANs e Roteadores Cap. 11 - Lista de Controle de Acesso
 
LInux - Iinit e systemd
LInux - Iinit e systemdLInux - Iinit e systemd
LInux - Iinit e systemd
 
CCNA - Conjunto de Protocolos TCP/IP e endereçamento IP
CCNA - Conjunto de Protocolos TCP/IP e endereçamento IPCCNA - Conjunto de Protocolos TCP/IP e endereçamento IP
CCNA - Conjunto de Protocolos TCP/IP e endereçamento IP
 
Prática Laboratório CISCO - ACLs
Prática Laboratório CISCO - ACLsPrática Laboratório CISCO - ACLs
Prática Laboratório CISCO - ACLs
 
Prática Laboratório CISCO - Balanceador
Prática Laboratório CISCO - BalanceadorPrática Laboratório CISCO - Balanceador
Prática Laboratório CISCO - Balanceador
 
Prática Laboratório CISCO - NAT
Prática Laboratório CISCO - NATPrática Laboratório CISCO - NAT
Prática Laboratório CISCO - NAT
 
Questões Cisco CCNA Cap 6
Questões Cisco CCNA Cap 6Questões Cisco CCNA Cap 6
Questões Cisco CCNA Cap 6
 
Método AHP em Processo Decisório
Método AHP em Processo DecisórioMétodo AHP em Processo Decisório
Método AHP em Processo Decisório
 
Processo Decisório - Introdução
Processo Decisório - IntroduçãoProcesso Decisório - Introdução
Processo Decisório - Introdução
 
Memória Interna - Arquitetura e Organização de Computadores
Memória Interna - Arquitetura e Organização de ComputadoresMemória Interna - Arquitetura e Organização de Computadores
Memória Interna - Arquitetura e Organização de Computadores
 
Introdução - Arquitetura e Organização de Computadores
Introdução - Arquitetura e Organização de ComputadoresIntrodução - Arquitetura e Organização de Computadores
Introdução - Arquitetura e Organização de Computadores
 
Evolução e Desempenho de Computadores - Arquitetura e Organização de Computad...
Evolução e Desempenho de Computadores - Arquitetura e Organização de Computad...Evolução e Desempenho de Computadores - Arquitetura e Organização de Computad...
Evolução e Desempenho de Computadores - Arquitetura e Organização de Computad...
 
Barramento do Sistema - Arquitetura e Organização de Computadores
Barramento do Sistema - Arquitetura e Organização de ComputadoresBarramento do Sistema - Arquitetura e Organização de Computadores
Barramento do Sistema - Arquitetura e Organização de Computadores
 
Redes Teórico - Capítulo 02 Tanenbaum
Redes Teórico - Capítulo 02 TanenbaumRedes Teórico - Capítulo 02 Tanenbaum
Redes Teórico - Capítulo 02 Tanenbaum
 
Lógica e Algoritmos (pseudocódigo e C++) A lógica
Lógica e Algoritmos (pseudocódigo e C++) A lógicaLógica e Algoritmos (pseudocódigo e C++) A lógica
Lógica e Algoritmos (pseudocódigo e C++) A lógica
 
Sistemas Operacionais Modernos - Gerenciamento de Memória
Sistemas Operacionais Modernos - Gerenciamento de MemóriaSistemas Operacionais Modernos - Gerenciamento de Memória
Sistemas Operacionais Modernos - Gerenciamento de Memória
 
Sistemas Operacionais Modernos Capítulo 3 Deadlock
Sistemas Operacionais Modernos Capítulo 3 DeadlockSistemas Operacionais Modernos Capítulo 3 Deadlock
Sistemas Operacionais Modernos Capítulo 3 Deadlock
 

Último

A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdfA Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
Falcão Brasil
 
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdfHistória das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
LeideLauraCenturionL
 
Caderno 1 - Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
Caderno 1 -  Módulo Água JMS 2024 (1).pdfCaderno 1 -  Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
Caderno 1 - Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
SupervisoEMAC
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
Sandra Pratas
 
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdfGeotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Falcão Brasil
 
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Falcão Brasil
 
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UEInfografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Centro Jacques Delors
 
apresentação metodologia terapia ocupacional
apresentação metodologia terapia ocupacionalapresentação metodologia terapia ocupacional
apresentação metodologia terapia ocupacional
shirleisousa9166
 
Alfabetização de adultos.pdf
Alfabetização de             adultos.pdfAlfabetização de             adultos.pdf
Alfabetização de adultos.pdf
arodatos81
 
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
Desafio matemático -  multiplicação e divisão.Desafio matemático -  multiplicação e divisão.
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
Mary Alvarenga
 
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História. Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
Mary Alvarenga
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
Mary Alvarenga
 
escrita criativa utilizada na arteterapia
escrita criativa   utilizada na arteterapiaescrita criativa   utilizada na arteterapia
escrita criativa utilizada na arteterapia
shirleisousa9166
 
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docxreconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
felipescherner
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
Sandra Pratas
 
O processo da farinhada no Assentamento lagoa de Dentro, Zona Rural de Várzea...
O processo da farinhada no Assentamento lagoa de Dentro, Zona Rural de Várzea...O processo da farinhada no Assentamento lagoa de Dentro, Zona Rural de Várzea...
O processo da farinhada no Assentamento lagoa de Dentro, Zona Rural de Várzea...
AntHropológicas Visual PPGA-UFPE
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO PDF.pdf
PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO PDF.pdfPERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO PDF.pdf
PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO PDF.pdf
EsterGabriiela1
 
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsxOceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Luzia Gabriele
 

Último (20)

A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdfA Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
 
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdfHistória das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
 
Caderno 1 - Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
Caderno 1 -  Módulo Água JMS 2024 (1).pdfCaderno 1 -  Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
Caderno 1 - Módulo Água JMS 2024 (1).pdf
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
 
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdfGeotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
Geotecnologias Aplicadas na Gestão de Riscos e Desastres Hidrológicos.pdf
 
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
Organograma do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia...
 
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UEInfografia | Presidência húngara do Conselho da UE
Infografia | Presidência húngara do Conselho da UE
 
apresentação metodologia terapia ocupacional
apresentação metodologia terapia ocupacionalapresentação metodologia terapia ocupacional
apresentação metodologia terapia ocupacional
 
Alfabetização de adultos.pdf
Alfabetização de             adultos.pdfAlfabetização de             adultos.pdf
Alfabetização de adultos.pdf
 
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
Desafio matemático -  multiplicação e divisão.Desafio matemático -  multiplicação e divisão.
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
 
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História. Mini livro  sanfona - Minha Escola Tem História.
Mini livro sanfona - Minha Escola Tem História.
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
 
escrita criativa utilizada na arteterapia
escrita criativa   utilizada na arteterapiaescrita criativa   utilizada na arteterapia
escrita criativa utilizada na arteterapia
 
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docxreconquista sobre a guerra de ibérica.docx
reconquista sobre a guerra de ibérica.docx
 
RECORDANDO BONS MOMENTOS! _
RECORDANDO BONS MOMENTOS!               _RECORDANDO BONS MOMENTOS!               _
RECORDANDO BONS MOMENTOS! _
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
 
O processo da farinhada no Assentamento lagoa de Dentro, Zona Rural de Várzea...
O processo da farinhada no Assentamento lagoa de Dentro, Zona Rural de Várzea...O processo da farinhada no Assentamento lagoa de Dentro, Zona Rural de Várzea...
O processo da farinhada no Assentamento lagoa de Dentro, Zona Rural de Várzea...
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
 
PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO PDF.pdf
PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO PDF.pdfPERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO PDF.pdf
PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO PDF.pdf
 
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsxOceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
 

Interface Humano-Computador (IHC)

  • 2. Introdução: Segundo as Diretrizes Curriculares do MEC (2002) para cursos da área de Computação e Informática, Interação Humano-Computador (IHC) pode ser definida como: “ a disciplina relacionada ao projeto, implementação e avaliação de sistemas computacionais interativos para uso humano”. Se refere não só às formas de interação entre homem e computador, mas principalmente às teorias e técnicas de projeto e avaliação de interfaces.
  • 3. Diferença entre iteração e interação???
  • 4. Introdução: É classificada como uma disciplina multi (várias) e inter disciplinar (se relacionam) abrangendo: Ciência da computação  desenvolvimento de aplicações, projeto e avaliação de interfaces; Psicologia  aplicação de teorias de processos cognitivos do usuário de softwares Sociologia  interações entre tecnologia, trabalho e organização etc.
  • 5. Objetivo: Desenvolver ou melhorar a: Segurança Utilidade (tornar útil) Eficiência (encontrar facilmente informações) e Usabilidade (ser usável, de fácil utilização) de... ...sistemas de software O estudo da IHC também contribui para que os usuários, principalmente os novatos , possam obter maior produtividade no trabalho ao utilizarem interfaces gráficas em comparação as antigas telas de texto , conforme revelam vários estudos.
  • 6. Fundamentos em Interface: Barreira da informática (anos 80)  Interfaces difíceis, feitas às pressas O processo de elaboração de interfaces deve levar em consideração uma vasta gama de fatores: identificação do público-alvo (site idosos, crianças), etc Interfaces desktop Interfaces web
  • 7. O desenvolvimento da IHC: São vários os fatores importantes para o desenvolvimento de IHC: Diminuição dos custos do hardware (como o hardware está barato, a interface pode ser um diferencial); Portabilidade (celular, palm); Melhoramento da tecnologia de displays (touch sreens, interfaces 3D); Novas técnicas de entrada/saída de dados (apontadores, canetas, etc); Difusão do computador para as minorias; Etc.
  • 8. Objetos de estudo em IHC: Acessibilidade, Inclusão Digital: interfaces para pessoas com características especiais Usabilidade Web Computação Gráfica, Interfaces 3D: second life, java 3d, VRML. etc
  • 9. Fatores históricos da IHC: Década de 60: Estudos sobre computação gráfica e utilização de canetas como apontadores de tela. Década de 70, grandes mudanças: Estações de trabalho e multiprocessamento; Aparecimento dos primeiros microcomputadores; e Desenvolvimento do mouse e joysticks. Década de 80 Difusão e desmistificação dos computadores; Primeiros sistemas multimídia. Década de 90 em diante Computadores domésticos; Sistemas operacionais gráficos; Hipermídia e Internet. Depois disso: WWW, Web 2 XML Interfaces 3D
  • 10. Gerações de interfaces: Primeira  painéis com plugs, botões, mostradores. Segunda  lotes de cartões de dados perfurados. Terceira  sistemas de menus Quarta  controles gráficos e janelas
  • 11. Interfaces antigas: Sem recursos gráficos; Comandos: realizados linha a linha; Interface difícil para usuários inexperientes; Necessidade de conhecimento prévio dos comandos e de sua utilidade (msdos, wordstar); Dificuldades para gerenciamento de programas e arquivos (dir no msdos, ls no linux); Telas cansativas e caracteres de tamanhos fixos.
  • 13. Interfaces atuais: Recursos gráficos abundantes; Interface fácil de utilizar para todos os usuários e principalmente para usuários inexperientes; Não há necessidade de conhecimento prévio dos comandos; O gerenciamento de programas e arquivos pode ser feito de maneira intuitiva, similar ao gerenciamento de “pastas de trabalho” ( comandos do tipo drag and drop – pegar e arrastar ); Telas coloridas e visualmente interessantes, permitindo aos usuários alteração de cores, dimensões da tela e dos caracteres. Mas todos os usuários gostam de telas coloridas? Possibilitar customização...
  • 15. Projeto de Interfaces (1-2) Segundo Norman*, o bom projeto de interfaces normalmente considera características como: MAPEAMENTO NATURAL uso de padrões e símbolos bem estabelecidos e conhecidos VISIBILIDADE DOS CONTROLES considera o tamanho e a quantidade dos controles, bem como a proporção com relação ao espaço disponível *Donald, Norman. The Design of Everyday Things . 1990
  • 16. Projeto de Interfaces (2-2) RECONHECIMENTO X RECORDAÇÃO baseado na tendência que as pessoas têm de descobrirem como uma interface funciona por tentativa e erro FEEDBACK considera o resultado das ações do usuário à medida em que utiliza o sistema