Insulinoterapia
Extraído do Projeto Diretrizes da Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina
Bianca Lazarini Forreque
UFF
2011
Quais os benefícios?
Controle glicêmico retarda o início e desacelera a progressão
das complicações microvasculares no diabetes tipo 1 e tipo 2.
Quais os Riscos?
Hipoglicemia e ganho de peso.
Raramente: alergia e infecção.
Não há aumento de risco de doença cardiovascular com o
uso de insulina exógena no tratamento de diabetes tipo 2.
Qual o grau de controle que conduz a melhores
resultados no diabetes tipo 1?
Nível de HbA1c < 7,0% previne ou retarda as complicações
microvasculares.
Qual a insulina mais apropriada?
Insulina Lispro:
menos hipoglicemia
melhor controle glicêmico pós-prandial
maior flexibilidade quanto ao horário da refeição
A mistura de insulina permite maior flexibilidade da dose, porém requer mais
destreza do paciente.
Uso de insulina Aspart ou Lispro, combinada com uso de insulina basal
adequada.
Lispro ou Aspart deve ser usado com uso de bomba de insulina em
pacientes diabéticos tipo 1.
Em caso de dificuldade de controle de glicemia de jejum ou para reduzir a
hipoglicemia noturna utiliza-se a insulina Glargina.
Sistemas de administração de insulina
Seringas agulhadas
Canetas agulhadas
Bomba para infusão contínua de insulina
Insulina Inalatória *
Qual o melhor esquema de insulinoterapia?
No diabetes tipo 1, a terapia insulínica intensiva com
múltiplas aplicações diárias de insulina ou com bomba de
infusão contínua de insulina alcança melhores níveis de
HbA1c.
No diabetes tipo 2: hipoglicemiante oral combinado a
insulina de ação intermediária ao deitar.
Transplante de Pâncreas
A melhor opção é o transplante simultâneo de pâncreas e rim.
Índice de sobrevida um ano após transplante simultâneo de pâncreas e rim:
81%.
Bons candidatos:
Pacientes com diabetes tipo 1
Não obesos
Idade menor que 45 anos
Que tenham pouca ou nenhuma doença vascular aterosclerótica e sem
insuficiência cardíaca.

Insulinoterapia

  • 1.
    Insulinoterapia Extraído do ProjetoDiretrizes da Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina Bianca Lazarini Forreque UFF 2011
  • 2.
    Quais os benefícios? Controleglicêmico retarda o início e desacelera a progressão das complicações microvasculares no diabetes tipo 1 e tipo 2.
  • 3.
    Quais os Riscos? Hipoglicemiae ganho de peso. Raramente: alergia e infecção. Não há aumento de risco de doença cardiovascular com o uso de insulina exógena no tratamento de diabetes tipo 2.
  • 4.
    Qual o graude controle que conduz a melhores resultados no diabetes tipo 1? Nível de HbA1c < 7,0% previne ou retarda as complicações microvasculares.
  • 5.
    Qual a insulinamais apropriada? Insulina Lispro: menos hipoglicemia melhor controle glicêmico pós-prandial maior flexibilidade quanto ao horário da refeição A mistura de insulina permite maior flexibilidade da dose, porém requer mais destreza do paciente. Uso de insulina Aspart ou Lispro, combinada com uso de insulina basal adequada. Lispro ou Aspart deve ser usado com uso de bomba de insulina em pacientes diabéticos tipo 1. Em caso de dificuldade de controle de glicemia de jejum ou para reduzir a hipoglicemia noturna utiliza-se a insulina Glargina.
  • 6.
    Sistemas de administraçãode insulina Seringas agulhadas Canetas agulhadas Bomba para infusão contínua de insulina Insulina Inalatória *
  • 7.
    Qual o melhoresquema de insulinoterapia? No diabetes tipo 1, a terapia insulínica intensiva com múltiplas aplicações diárias de insulina ou com bomba de infusão contínua de insulina alcança melhores níveis de HbA1c. No diabetes tipo 2: hipoglicemiante oral combinado a insulina de ação intermediária ao deitar.
  • 8.
    Transplante de Pâncreas Amelhor opção é o transplante simultâneo de pâncreas e rim. Índice de sobrevida um ano após transplante simultâneo de pâncreas e rim: 81%. Bons candidatos: Pacientes com diabetes tipo 1 Não obesos Idade menor que 45 anos Que tenham pouca ou nenhuma doença vascular aterosclerótica e sem insuficiência cardíaca.