Métodos de Rega
Métodos de Rega Noções gerais de
Rega
Metodos de rega -
Noções Gerais de Rega
Clima de tipo mediterrânico
Frio e chuva de Outubro a
Abril, com excesso hídrico,
mais acentuado a Norte que a
Sul;
Quente e seco, de Maio a
Setembro, com défice de
água, mais pronunciado no Sul
do que no Norte;
Clima em Portugal
• A água entra
composição das
plantas, podendo
representar até 95 % da
massa verde de algumas
culturas;
• É a água que dissolve
os elementos nutritivos
existentes no solo ou
adicionados sob a forma
de adubos.
PORQUÊ REGAR - FISIOLOGICA
No sentido mais geral, a rega pode ser definida como a aplicação artificial de água
ao solo com o objetivo de fornecer humidade às plantas cultivadas e melhorar as
condições em que as mesmas vegetam.
Métodos de rega - Noções
Gerais de Rega
PORQUÊ REGAR - FISICO
• facilitar os
trabalhos agrícolas
e a expansão
radicular
humedecendo os
solos e
endurecidos;
Métodos de rega - Noções
Gerais de Rega
•Regas de humedecimento - São as
regas propriamente ditas, ou seja, as
regas com as quais se pretende
compensar a insuficiência de chuva;
•Regas de protecção anti geada -
objectivo realizar a defesa das plantas
contra condições climáticas
desfavoráveis, especialmente ao nível
das temperaturas;
•Regas de fertilização - Que
consistem na realização das
fertilizações do solo simultaneamente
com a rega. Esta técnica tem o nome
de “Fertirrigação”;
Métodos de rega - Noções
Gerais de Rega
TIPOS DE REGAS
Qualidade da água da Rega
• As águas destinadas à rega não devem
conter substâncias que sejam prejudiciais às
plantas e o seu valor está intimamente
associado à sua origem que determina em
grande parte a sua composição,
temperatura, devendo apresentar as seguintes
características:
• Não deve ser muito alcalina ou muito ácida;
• Ser isenta de substâncias nocivas às
plantas (águas industriais ou residuais não
tratadas não servem), Arsénio....
• Ter temperatura adequada,não inferior à
do ambiente, ou demasiado quente;
• Ser suficientemente arejada, para dissolver
os elementos nutritivos do solo:
Métodos de rega - Noções
Gerais de Rega
Qualidade da água da Rega
São más as qualidades de água de rega as
que apresentem seguintes características:
•Que tenham atravessado terrenos em
zonas poluídas ou que se filtram através de
bancos calcários;
• Que se apresentem salinizadas;
•Que se apresentem turvas, porque
sujam as plantas e entopem filtros e tubagem
em rega localizada;
• Que apresentem algas, pelo mesmo motivo;
•Águas mal arejadas arejadas pois diminuíem
as reservas do solo em oxigénio.
Métodos de rega - Noções
Gerais de Rega
Actualmente outros factores tão ou mais importantes que os
anteriormente referidos, são tidos em conta para classificar a
água.
• Composição da água - As águas segundo a sua origem podem
apresentar composições diferentes em elementos minerais.
• Águas captadas em aquíferos, situados em zonas calcários,
têm maior quantidade de cálcio no inverno do que no verão;
• Os aquíferos situados em estratos ricos em sais solúveis ,
pode der-se um aumento da concentração de sais durante o
verão;
• Água captada a partir de furos e poços poderá ao principio
apresentar aspeto lodoso, com areias e lama à mistura. Este
problema demitiu ou desaparece na maioria dos casos à medida
que o uso se intensifica;
• Perto do mar onde a água doce sobrenada a salgada, mais
densa, pelo que extrações intensas podem conduzir ao
aparecimento de águas “salobras” ou mesmo salgadas;
• Águas provenientes das serras, captadas em reservatórios
ou barragens, são em geral de boa qualidade;
Métodos de rega - Noções
Gerais de Rega
OUTROS
FATORES
APTIDÃO
ÁGUA REGA
Métodos de rega - Noções
Gerais de Rega
Solo a regar
- Assim uma água cujo conteúdo de sais a torne inadequada para regar um solo
argiloso, pode muito bem ser apta para a rega num solo arenoso;
Sistema de rega
- A rega por aspersão, exige águas com menor concentração de sais que uma rega gota a
gota;
- Águas sujas com areias e limo utilizadas rega por gravidade;.
Culturas a regar exigências diferentes
- No caso das culturas cultivadas, existem numerosas tabelas que referem a sua
resistência à salinidade(CE) e a alguns sais específicos (Mg, B, Na, Cl etc..)
Temperatura da água
Fator menos estudado mas com grande importância na capacidade de dissolução da
água.
- Uma água à temperatura ambiente é muito mais eficaz na lavagem de um solo que
quando aplicada a temperaturas inferiores;
- Temperaturas muito altas aconselha a sua não utilização;
- Em rega localizada, no verão, os tubos expostos ao sol atingem temperaturas muito
altas pelo que não se aconselha a rega nas horas mais quentes do dia.
Métodos de rega - Noções
Gerais de Rega
- Entupimentos devidos a microorganismos
(bactérias filamentosas, bactérias ferrosas,
bactérias sulfurosas, fungos e algas) podem
tratar-se aplicando cerca de 200 c/c de
hipoclorito de sódio a 10 % por cada m3 de
água.
- No caso das algas (limos) recomenda-se
evitar a exposição da água à luz solar,
tapando os reservatórios.
- Se esta solução não for viável, podemos
ainda recorrer à adição de sulfato de cobre na
proporção de 0.5 a 1 g/m3.
- No caso das obstruções de origem química,
com origem no cálcio (carbonatos e
bicarbonatos), atuar preventivamente,
acidificando a água, de maneira a que o pH da
água não seja superior a 6 – 6.5.
Resolução de problemas na gestão de rega
Necessidades hídricas das culturas podem ser:
- Necessidades de ponta - São as relativas à fase de maior
exigência, que, entre nós se situam no nos meses de Julho
e Agosto . Avaliam-se em mm/mês ou m3/dia/ha e são
importantes para dimensionar a rede de rega;
- Necessidades anuais - Correspondem a toda a época de
rega, que decorre normalmente entre Abril e Outubro, para a
maioria das culturas ao ar livre e exprime-se em mm ou m3/ha;
Métodos de rega - Noções
Gerais de Rega
As necessidades são habitualmente determinadas a partir de
balanços hidrológicos das culturas:
Métodos de rega - Noções
Gerais de Rega
Quantidade (volume) de água a distribuir por m2 ou por hectare de
terreno em cada rega e avalia-se em m3/ha ou, no caso da rega por
aspersão em milímetros (mm=10/m3/ha=1 l/m2);
•A dotação de rega deve ser calculada, para cada caso concreto, em função
das condições em causa. Para isso podemos seguir a seguinte sequência
de cálculo:
Capacidade utilizável de solo
U = z x u x d
z - Profundidade efectiva de rega (mm), função da
profundidade do raizame das plantas;
u - Capacidade utilizável do solo ( % em peso seco de
solo), corresponde à diferença entre a capacidade de campo
e o coeficiente e emurchecimento,
d - Densidade relativa média aparente da terra seca.
- Os valores de z Coeficiente facilmente utilizável são em função da cultura a regar
Métodos de rega - Noções
Gerais de Rega
Dotação útil de rega (mm)
Hu - Dotação útil de rega (mm), sem incluir perdas durante a rega
hu = U x p
U - Capacidade utilizável do solo (mm) correspondente à profundidade Z;
p - Coeficiente facilmente utilizável , definido por:
p = uf / u
Onde uf é a capacidade facilmente utilizável do solo que, por sua vez, é dada
por:
- Os valores de p Coeficiente facilmente utilizável são em função da cultura a regar
Métodos de rega - Noções
Gerais de Rega
Capacidade facilmente utilizável do solo
Onde uf é a capacidade facilmente utilizável do solo que, por sua vez, é dada
por:
uf = Cc - Tc
Cc - Capacidade de campo (% em peso seco);
Tc - Teor crítico cultural (% em peso seco), que é o estado de
humedecimento do solo (compreendido entre o coeficiente de
emurchecimento Ce e a capacidade de campo Cc) abaixo do qual
as plantas começam a ser afectadas no seu desenvolvimento, o
que se reflecte na respectiva produção;
Métodos de rega - Noções
Gerais de Rega
A dotação de rega
- Os valores das constantes físicas do solo (Cc , Ce e d) são determinadas em
laboratórios da especialidade, a partir de amostras devidamente representativas
dos solos a beneficiar com o regadio.
Métodos de rega - Noções
Gerais de Rega
Dotação real de rega
Finalmente:
hr = hu / er
hr - Dotação real de rega (mm ou m3 /
hu – Dotação util de rega (mm ou m3
/ha);
er - Eficiência de Rega , ou seja, o coeficiente que tem em
conta as perdas de água durante a rega
O valor de er depende sobretudo do método de rega utilizado e
da maior ou menor perfeição no seu emprego:
• 30% a 70% nos métodos clássicos;
• 60% a 85% na rega por aspersão;
• 90% a 100%na rega localizada, especialmente na gota a gota.
Valores médios das dotações de rega (rega por gravidade e aspersão)
Em necessidade de ponta – mês de maior consumo
De raizame superficial
(aipo, alface, cebola, couve,
espinafre, rabanete etc.)
De raizame profundo
(citrinos, prunóideas,
pomóideas, girassol etc.)
De raizame médio
(batata, cenoura, ervilha,
feijão, milho, pimento, melão,
pepino, tomate etc.)
200 m3/ha
(20 mm)
300 m3/ha
(30 mm)
350 m3/ha
(35 mm)
350 m3/ha
(35 mm)
500 m3/ha
(50 mm)
600 m3/ha
(60 mm)
500 m3/ha
(50 mm)
600 m3/ha
(60 mm)
700 m3/ha
(70 mm)
Terreno
Culturas
Solos
arenosos
Solos
textura
média
Solos
argilosos
Métodos de rega - Noções
Gerais de Rega
Intervalos de dia
Cálculo de intervalos de rega D (em dias) entre duas regas
consecutivas, correspondentes à dotação útil hu, do seguinte
modo:
• D =(hu + Pe) / Ec
•Pe (mm) - Precipitação útil ou efectiva absorvida pelo solo
durante o intervalo de tempo considerado;
•Ec (mm/dia) - Evapotranspiração média da cultura a regar
durante esse intervalo de tempo.
Métodos de rega - Noções
Gerais de Rega
Evapotranspiração Cultura
• Ec = Ep x Kc
•Ep (mm/dia) - Representa a evapotranspiração potencial
no intervalo de tempo considerado;
• Kc - Coeficiente cultural das plantas a regar.
Necessidades hídricas anuais médias das culturas regadas em
algumas regiões (rega por aspersão)
LOCALIZAÇÃO
Culturas
Vinha, olival, nogueira,
pomóideas e prunóideas
Luzerna, 5000 m3/ha 6000 m3/ha 7000 m3/ha
Tomate, citrinos, algodão,
milho-grão 4500 m3/ha 5500 m3/ha 6000 m3/ha
Feijão verde, milho forragem,
batata, cebola, melão, melancia
Feijão(grão), pimento,
couves, girassol, amendoim
Vale do
Mondego
Vale do
Tejo
Sul-Alentejo
e Algarve
2500 m3/ha 3000 m3/ha 3500 m3/ha
3500 m3/ha 4000 m3/ha 4500 m3/ha
4000 m3/ha 5000 m3/ha 5500 m3/ha
Métodos de rega
Sistemas de Rega – Utilização/Racionalização
Métodos de rega
Durante séculos, o homem praticou a rega sem preocupações de fornecer ao solo
as dotações mais adequadas e sem escolher os momentos mais convenientes para
o efeito, atualmente temos:
- menores disponibilidades em água doce
- aumento dos consumos
É IMPORTANTE que as regas não continuem a realizar-se de “qualquer maneira”.
UTILIZAR RACIONALMENTE, fornecendo às plantas cultivadas as quantidades
exactas de água de que estas precisam e a utilizar, para o efeito, os momentos
mais adequados.
Sistemas de rega
Métodos Processos
Escorrimento
Regadeiras de nível
Regadeiras inclinadas
Planos inclinados
Cavaletes
Faixas
Submersão
Infiltração
Canteiros (alagamento)
Caldeiras
Sulcos
Rega Subterrânea
Planos inclinados
Rega
Localizada
Gota a gota
Miniaspersão
Rega
por
Gravidade
Rega
à Pressão
Rega por Aspersão
Métodos de rega
Classificação dos sistemas de
rega
Submersão
Métodos de rega
Canteiros (alagamento)
Caldeiras
Rega por infiltração
Método com 3 processos de rega fundamentais:
• Rega subterrânea;
• Rega por sulcos;
• Rega localizada;
•Rega subterrânea
•A água é fornecida ao solo, não superficialmente, a uma certa
profundidade da superfície, que por capilaridade se distribui pela
espessura do solo ocupado pelo raizame das plantas; (O mais perfeito)
Métodos de rega
Rega por infiltração
Métodos de rega
Vantagens
- Proporciona elevada economia de água e mão de obra, para as operações culturais;
- Perdas por evapo-transpiração;
Desvantagens
- Custo elevado;
- Apenas viável para terrenos de textura uniforme e permeabilidade apropriada;
- Destruição de raízes em instalações com plantas adultas;
- Rega por volume apenas;
Métodos de rega
REGA POR SULCO
As plantas são cultivadas em leiras ou camalhões, limitados por sucos ou regos,
geralmente com pequeno declive e paralelos entre si, através dos quais se faz correr a
água que, por infiltração lateral e vertical, se distribui pela zona do solo onde se localiza
o raizame.
- Adapta-se a culturas semeadas ou plantadas em linhas, como é o caso do milho e praticamente todas as
culturas hortícolas ou horto-industriais (tomate, melão, pimento, feijão, etc..)
- Adapta-se a muito tipos de terreno, com excepção dos muito arenosos ou muito argilosos;
- Adapta-se em terrenos com declive até 25%, e mesmo em topografias irregulares;
Desvantagens
- A uniformidade de rega não é geralmente muito elevada;
- Apenas viável para terrenos de declives baixos;
- Perdas por evaporação;
- Rega por volume apenas;
Métodos de rega
Rega Localizada
REGA LOCALIZADA
CARACTERIZA-SE
EM APLICAR ÁGUA
NUMA FRAÇÃO DA
SUPERFICIE
OCUPADA PELO
SISTEMA DE REGA,
OU SEJA
HUMEDECER APENAS
UMA ÁREA
SUPERFICIAL SOB
BAIXA PRESSÃO 0.5 e
2.5 Kg/cm2
Métodos de rega
Métodos de rega
• VANTAGENS
• Maior eficiência no uso da água;
• Maior produtividade: (irrigação é diária  não há grande
variação na humidade do solo);
• Maior eficiência de controle fitossanitário;
• Água administrada próximo das raízes (maior eficiência)
• Pode ser adaptado para qualquer tipo de solo e qualquer
topografia;
• Baixo consumo de energia;
• Permite automação.
• LIMITAÇÕES
• Entupimento dos emissores;
• Distribuição do sistema radicular da planta é mais
concentrado caso distribua água apenas junto da planta.
• Acumulação de sais nas zonas de interface em regiões
áridas
Métodos de rega
REGA LOCALIZADA
• Percentagem de Área Molhada (PAM):
• A percentagem de área molhada representa a razão entre a
área molhada e a área representada por planta.
• em que:
• AW – área molhada pelos emissores
• Ep – espaçamento entre planta
• Ef – espaçamento entre fileira de planta.
• A percentagem de área molhada deve variar entre 40% a 70%
f
p E
E
AW
PAM


REGA LOCALIZADA
Métodos de rega
EFEITO SOLO REGA LOCALIZADA EM DIFERENTES
TIPOS DE SOLO
Fig: Padrões de humedecimento típicos a partir de um emissor
Métodos de rega
REGA LOCALIZADA
Emissores/Gotejadores
Os emissores são os elementos que
possibilitam a distribuição da água
(Forma Laminar ou turbulenta)às
culturas, sendo por isso mesmo, dos
componentes mais importantes da
instalação.
Características:
• Trabalhem a baixas
pressões, debitando
caudais reduzidos, mas
constantes e pouco
sensíveis às variações
de pressão
• Não se entupam com
facilidade
• Sejam compactos, de
modo a não dificultar os
trabalhos
• Que sejam baratos, mas
com elevada
uniformidade de
fabrico, de modo a
permitir uma
distribuição
homogênea da água e
adubos pelas parcelas a
regar
• Gotejadores de percurso longo
– Gotejadores em que a perda de
carga é assegurada por um tubo
comprido e estreito (0,6-1,0
mm)
• Gotejadores de percurso curto
– Similares aos do percurso
longo, mas com percurso curto
• Gotejadores de orifício – As
perdas de carga são asseguradas
por intermédio de um tubo curto
e um orifício muito pequeno
(0,4-0,6 mm)
• Gotejadores de Vortice –
Orificio com células circulares
vorticiano, provocando perda de
carta (energia) com orifício de
saída mesmo diametro
• Gotejadores de Labirinto – a
dissipação de energia feita por
percurso longo, tortuoso ou
turbolento.
Formas como dissipam energia
Gotejadores de labirinto – Acoplados
na linha – Percurso curto
Gotejadores acoplados na linha–
Hidroponia – Percurso curto
Gotejadores percurso longo integrados na linha autocompensantes
antidrenantes cilindricos – Percurso Longo
Gotejadores integrados na linha percurso longo
labirinticos – Percurso Longo
Critérios na seleção dos emissores
TIPO DE CULTURA
– ESPAÇAMENTOS,
DENSIDADES, ETC;
NECESSSIDAES DE
FILTRAÇÃO;
DURABILIDADE; SUSCEPTIBILIDADE
DE
ENTUPIMENTOS;
GARANTIA DE
DESEMPENHO;
CUSTO DO
MATERIAL;
PREFERÊNCIA DO
AGRICULTOR
DISPOSIÇÃO
DAS
LATERAIS DE
REGA GOTA
A GOTA
FACE A
LINHA DE
PLANTAS
Exemplo de curvas de
funcionamento de
gotejadores integrados
Comprimento máximo ramais
tubo gotejador
• TIPO DE CULTURA (ESPAÇAMENTO,
DENSIDADE);
• NECESSIDADES DE FILTRAÇÃO;
• SUSCEPTIBILIDADE DE ENTUPIMENTOS;
-Muito sensíveis – Dimensões de passagem de
água até 0,7 mm;
-Sensiveis – 0,7 mm até 1,5 mm;
• GARANTIA DE DESEMPENHO;
• CUSTO DO MATERIAL;
• GOSTO DO AGRICULTOR / EMPRESÁRIO;
Critérios a ter em conta
na seleção de gotejadores
• Um sistema de rega localizada deve
incluir os seguintes elementos:
•
• Fonte de água sob-pressão
• Cabeçal de rega
• Rede de distribuição
• Emissores
• Acessórios de ligação
• Equipamentos de controle e regulação
• Elementos de segurança
• Acessórios diversos
• Equipamento para estimar as
necessidades de rega
• Automatismos;
REGA LOCALIZADA
CABEÇAL DE REGA SISTEMA
DE REGA GOTA A GOTA
• ACESSO A ÁGUA FEITO POR
SECCIONAMENTO DE VÁLVULA;
• REGULARIZAÇÃO DE PRESSÃO DO
SISTEMA DE REGA;
• CONTROLO E MEDIÇÃO DE
CAUDAIS;
• AUTOMATIZAÇÃO;
NOÇÃO DE TURNO DE REGA
PERÍODO DE TEMPO NECESSÁRIO PARA APLICAR O VOLUME DE
ÁGUA NECESSÁRIO PARA SATISFAZER AS NECESSIDADES EM
ÁGUA DAS CULTURAS NO PERÍODO DE PONTA;
Ntr = Nhd / Ta
Ntr – Número de turnos de rega
Nhd - Número de horas de rega disponíveis por
dia
Ta – Tempo máximo de rega
SABENDO O TEMPO MÁXIMO DE REGA DISPONÍVEL DIÁRIO, SERÁ
POSSÍVEL DETERMINAR O NÚMERO DE VEZES EM QUE É POSSÍVEL
RODAR O CAUDAL DO SISTEMA
Intervalo

I.3 metodos de rega

  • 1.
  • 2.
    Métodos de RegaNoções gerais de Rega
  • 3.
    Metodos de rega- Noções Gerais de Rega Clima de tipo mediterrânico Frio e chuva de Outubro a Abril, com excesso hídrico, mais acentuado a Norte que a Sul; Quente e seco, de Maio a Setembro, com défice de água, mais pronunciado no Sul do que no Norte; Clima em Portugal
  • 4.
    • A águaentra composição das plantas, podendo representar até 95 % da massa verde de algumas culturas; • É a água que dissolve os elementos nutritivos existentes no solo ou adicionados sob a forma de adubos. PORQUÊ REGAR - FISIOLOGICA No sentido mais geral, a rega pode ser definida como a aplicação artificial de água ao solo com o objetivo de fornecer humidade às plantas cultivadas e melhorar as condições em que as mesmas vegetam. Métodos de rega - Noções Gerais de Rega
  • 5.
    PORQUÊ REGAR -FISICO • facilitar os trabalhos agrícolas e a expansão radicular humedecendo os solos e endurecidos; Métodos de rega - Noções Gerais de Rega
  • 6.
    •Regas de humedecimento- São as regas propriamente ditas, ou seja, as regas com as quais se pretende compensar a insuficiência de chuva; •Regas de protecção anti geada - objectivo realizar a defesa das plantas contra condições climáticas desfavoráveis, especialmente ao nível das temperaturas; •Regas de fertilização - Que consistem na realização das fertilizações do solo simultaneamente com a rega. Esta técnica tem o nome de “Fertirrigação”; Métodos de rega - Noções Gerais de Rega TIPOS DE REGAS
  • 7.
    Qualidade da águada Rega • As águas destinadas à rega não devem conter substâncias que sejam prejudiciais às plantas e o seu valor está intimamente associado à sua origem que determina em grande parte a sua composição, temperatura, devendo apresentar as seguintes características: • Não deve ser muito alcalina ou muito ácida; • Ser isenta de substâncias nocivas às plantas (águas industriais ou residuais não tratadas não servem), Arsénio.... • Ter temperatura adequada,não inferior à do ambiente, ou demasiado quente; • Ser suficientemente arejada, para dissolver os elementos nutritivos do solo: Métodos de rega - Noções Gerais de Rega
  • 8.
    Qualidade da águada Rega São más as qualidades de água de rega as que apresentem seguintes características: •Que tenham atravessado terrenos em zonas poluídas ou que se filtram através de bancos calcários; • Que se apresentem salinizadas; •Que se apresentem turvas, porque sujam as plantas e entopem filtros e tubagem em rega localizada; • Que apresentem algas, pelo mesmo motivo; •Águas mal arejadas arejadas pois diminuíem as reservas do solo em oxigénio. Métodos de rega - Noções Gerais de Rega
  • 9.
    Actualmente outros factorestão ou mais importantes que os anteriormente referidos, são tidos em conta para classificar a água. • Composição da água - As águas segundo a sua origem podem apresentar composições diferentes em elementos minerais. • Águas captadas em aquíferos, situados em zonas calcários, têm maior quantidade de cálcio no inverno do que no verão; • Os aquíferos situados em estratos ricos em sais solúveis , pode der-se um aumento da concentração de sais durante o verão; • Água captada a partir de furos e poços poderá ao principio apresentar aspeto lodoso, com areias e lama à mistura. Este problema demitiu ou desaparece na maioria dos casos à medida que o uso se intensifica; • Perto do mar onde a água doce sobrenada a salgada, mais densa, pelo que extrações intensas podem conduzir ao aparecimento de águas “salobras” ou mesmo salgadas; • Águas provenientes das serras, captadas em reservatórios ou barragens, são em geral de boa qualidade; Métodos de rega - Noções Gerais de Rega
  • 10.
    OUTROS FATORES APTIDÃO ÁGUA REGA Métodos derega - Noções Gerais de Rega Solo a regar - Assim uma água cujo conteúdo de sais a torne inadequada para regar um solo argiloso, pode muito bem ser apta para a rega num solo arenoso; Sistema de rega - A rega por aspersão, exige águas com menor concentração de sais que uma rega gota a gota; - Águas sujas com areias e limo utilizadas rega por gravidade;. Culturas a regar exigências diferentes - No caso das culturas cultivadas, existem numerosas tabelas que referem a sua resistência à salinidade(CE) e a alguns sais específicos (Mg, B, Na, Cl etc..) Temperatura da água Fator menos estudado mas com grande importância na capacidade de dissolução da água. - Uma água à temperatura ambiente é muito mais eficaz na lavagem de um solo que quando aplicada a temperaturas inferiores; - Temperaturas muito altas aconselha a sua não utilização; - Em rega localizada, no verão, os tubos expostos ao sol atingem temperaturas muito altas pelo que não se aconselha a rega nas horas mais quentes do dia.
  • 11.
    Métodos de rega- Noções Gerais de Rega - Entupimentos devidos a microorganismos (bactérias filamentosas, bactérias ferrosas, bactérias sulfurosas, fungos e algas) podem tratar-se aplicando cerca de 200 c/c de hipoclorito de sódio a 10 % por cada m3 de água. - No caso das algas (limos) recomenda-se evitar a exposição da água à luz solar, tapando os reservatórios. - Se esta solução não for viável, podemos ainda recorrer à adição de sulfato de cobre na proporção de 0.5 a 1 g/m3. - No caso das obstruções de origem química, com origem no cálcio (carbonatos e bicarbonatos), atuar preventivamente, acidificando a água, de maneira a que o pH da água não seja superior a 6 – 6.5. Resolução de problemas na gestão de rega
  • 12.
    Necessidades hídricas dasculturas podem ser: - Necessidades de ponta - São as relativas à fase de maior exigência, que, entre nós se situam no nos meses de Julho e Agosto . Avaliam-se em mm/mês ou m3/dia/ha e são importantes para dimensionar a rede de rega; - Necessidades anuais - Correspondem a toda a época de rega, que decorre normalmente entre Abril e Outubro, para a maioria das culturas ao ar livre e exprime-se em mm ou m3/ha; Métodos de rega - Noções Gerais de Rega As necessidades são habitualmente determinadas a partir de balanços hidrológicos das culturas:
  • 13.
    Métodos de rega- Noções Gerais de Rega Quantidade (volume) de água a distribuir por m2 ou por hectare de terreno em cada rega e avalia-se em m3/ha ou, no caso da rega por aspersão em milímetros (mm=10/m3/ha=1 l/m2); •A dotação de rega deve ser calculada, para cada caso concreto, em função das condições em causa. Para isso podemos seguir a seguinte sequência de cálculo: Capacidade utilizável de solo U = z x u x d z - Profundidade efectiva de rega (mm), função da profundidade do raizame das plantas; u - Capacidade utilizável do solo ( % em peso seco de solo), corresponde à diferença entre a capacidade de campo e o coeficiente e emurchecimento, d - Densidade relativa média aparente da terra seca. - Os valores de z Coeficiente facilmente utilizável são em função da cultura a regar
  • 14.
    Métodos de rega- Noções Gerais de Rega Dotação útil de rega (mm) Hu - Dotação útil de rega (mm), sem incluir perdas durante a rega hu = U x p U - Capacidade utilizável do solo (mm) correspondente à profundidade Z; p - Coeficiente facilmente utilizável , definido por: p = uf / u Onde uf é a capacidade facilmente utilizável do solo que, por sua vez, é dada por: - Os valores de p Coeficiente facilmente utilizável são em função da cultura a regar
  • 15.
    Métodos de rega- Noções Gerais de Rega Capacidade facilmente utilizável do solo Onde uf é a capacidade facilmente utilizável do solo que, por sua vez, é dada por: uf = Cc - Tc Cc - Capacidade de campo (% em peso seco); Tc - Teor crítico cultural (% em peso seco), que é o estado de humedecimento do solo (compreendido entre o coeficiente de emurchecimento Ce e a capacidade de campo Cc) abaixo do qual as plantas começam a ser afectadas no seu desenvolvimento, o que se reflecte na respectiva produção;
  • 16.
    Métodos de rega- Noções Gerais de Rega A dotação de rega - Os valores das constantes físicas do solo (Cc , Ce e d) são determinadas em laboratórios da especialidade, a partir de amostras devidamente representativas dos solos a beneficiar com o regadio.
  • 17.
    Métodos de rega- Noções Gerais de Rega Dotação real de rega Finalmente: hr = hu / er hr - Dotação real de rega (mm ou m3 / hu – Dotação util de rega (mm ou m3 /ha); er - Eficiência de Rega , ou seja, o coeficiente que tem em conta as perdas de água durante a rega O valor de er depende sobretudo do método de rega utilizado e da maior ou menor perfeição no seu emprego: • 30% a 70% nos métodos clássicos; • 60% a 85% na rega por aspersão; • 90% a 100%na rega localizada, especialmente na gota a gota.
  • 18.
    Valores médios dasdotações de rega (rega por gravidade e aspersão) Em necessidade de ponta – mês de maior consumo De raizame superficial (aipo, alface, cebola, couve, espinafre, rabanete etc.) De raizame profundo (citrinos, prunóideas, pomóideas, girassol etc.) De raizame médio (batata, cenoura, ervilha, feijão, milho, pimento, melão, pepino, tomate etc.) 200 m3/ha (20 mm) 300 m3/ha (30 mm) 350 m3/ha (35 mm) 350 m3/ha (35 mm) 500 m3/ha (50 mm) 600 m3/ha (60 mm) 500 m3/ha (50 mm) 600 m3/ha (60 mm) 700 m3/ha (70 mm) Terreno Culturas Solos arenosos Solos textura média Solos argilosos
  • 19.
    Métodos de rega- Noções Gerais de Rega Intervalos de dia Cálculo de intervalos de rega D (em dias) entre duas regas consecutivas, correspondentes à dotação útil hu, do seguinte modo: • D =(hu + Pe) / Ec •Pe (mm) - Precipitação útil ou efectiva absorvida pelo solo durante o intervalo de tempo considerado; •Ec (mm/dia) - Evapotranspiração média da cultura a regar durante esse intervalo de tempo.
  • 20.
    Métodos de rega- Noções Gerais de Rega Evapotranspiração Cultura • Ec = Ep x Kc •Ep (mm/dia) - Representa a evapotranspiração potencial no intervalo de tempo considerado; • Kc - Coeficiente cultural das plantas a regar.
  • 21.
    Necessidades hídricas anuaismédias das culturas regadas em algumas regiões (rega por aspersão) LOCALIZAÇÃO Culturas Vinha, olival, nogueira, pomóideas e prunóideas Luzerna, 5000 m3/ha 6000 m3/ha 7000 m3/ha Tomate, citrinos, algodão, milho-grão 4500 m3/ha 5500 m3/ha 6000 m3/ha Feijão verde, milho forragem, batata, cebola, melão, melancia Feijão(grão), pimento, couves, girassol, amendoim Vale do Mondego Vale do Tejo Sul-Alentejo e Algarve 2500 m3/ha 3000 m3/ha 3500 m3/ha 3500 m3/ha 4000 m3/ha 4500 m3/ha 4000 m3/ha 5000 m3/ha 5500 m3/ha Métodos de rega
  • 22.
    Sistemas de Rega– Utilização/Racionalização Métodos de rega Durante séculos, o homem praticou a rega sem preocupações de fornecer ao solo as dotações mais adequadas e sem escolher os momentos mais convenientes para o efeito, atualmente temos: - menores disponibilidades em água doce - aumento dos consumos É IMPORTANTE que as regas não continuem a realizar-se de “qualquer maneira”. UTILIZAR RACIONALMENTE, fornecendo às plantas cultivadas as quantidades exactas de água de que estas precisam e a utilizar, para o efeito, os momentos mais adequados.
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    Sistemas de rega MétodosProcessos Escorrimento Regadeiras de nível Regadeiras inclinadas Planos inclinados Cavaletes Faixas Submersão Infiltração Canteiros (alagamento) Caldeiras Sulcos Rega Subterrânea Planos inclinados Rega Localizada Gota a gota Miniaspersão Rega por Gravidade Rega à Pressão Rega por Aspersão Métodos de rega Classificação dos sistemas de rega
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  • 25.
    Rega por infiltração Métodocom 3 processos de rega fundamentais: • Rega subterrânea; • Rega por sulcos; • Rega localizada; •Rega subterrânea •A água é fornecida ao solo, não superficialmente, a uma certa profundidade da superfície, que por capilaridade se distribui pela espessura do solo ocupado pelo raizame das plantas; (O mais perfeito) Métodos de rega Rega por infiltração
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    Métodos de rega Vantagens -Proporciona elevada economia de água e mão de obra, para as operações culturais; - Perdas por evapo-transpiração; Desvantagens - Custo elevado; - Apenas viável para terrenos de textura uniforme e permeabilidade apropriada; - Destruição de raízes em instalações com plantas adultas; - Rega por volume apenas;
  • 27.
    Métodos de rega REGAPOR SULCO As plantas são cultivadas em leiras ou camalhões, limitados por sucos ou regos, geralmente com pequeno declive e paralelos entre si, através dos quais se faz correr a água que, por infiltração lateral e vertical, se distribui pela zona do solo onde se localiza o raizame. - Adapta-se a culturas semeadas ou plantadas em linhas, como é o caso do milho e praticamente todas as culturas hortícolas ou horto-industriais (tomate, melão, pimento, feijão, etc..) - Adapta-se a muito tipos de terreno, com excepção dos muito arenosos ou muito argilosos; - Adapta-se em terrenos com declive até 25%, e mesmo em topografias irregulares; Desvantagens - A uniformidade de rega não é geralmente muito elevada; - Apenas viável para terrenos de declives baixos; - Perdas por evaporação; - Rega por volume apenas;
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  • 29.
    REGA LOCALIZADA CARACTERIZA-SE EM APLICARÁGUA NUMA FRAÇÃO DA SUPERFICIE OCUPADA PELO SISTEMA DE REGA, OU SEJA HUMEDECER APENAS UMA ÁREA SUPERFICIAL SOB BAIXA PRESSÃO 0.5 e 2.5 Kg/cm2 Métodos de rega Métodos de rega
  • 30.
    • VANTAGENS • Maioreficiência no uso da água; • Maior produtividade: (irrigação é diária  não há grande variação na humidade do solo); • Maior eficiência de controle fitossanitário; • Água administrada próximo das raízes (maior eficiência) • Pode ser adaptado para qualquer tipo de solo e qualquer topografia; • Baixo consumo de energia; • Permite automação. • LIMITAÇÕES • Entupimento dos emissores; • Distribuição do sistema radicular da planta é mais concentrado caso distribua água apenas junto da planta. • Acumulação de sais nas zonas de interface em regiões áridas Métodos de rega REGA LOCALIZADA
  • 31.
    • Percentagem deÁrea Molhada (PAM): • A percentagem de área molhada representa a razão entre a área molhada e a área representada por planta. • em que: • AW – área molhada pelos emissores • Ep – espaçamento entre planta • Ef – espaçamento entre fileira de planta. • A percentagem de área molhada deve variar entre 40% a 70% f p E E AW PAM   REGA LOCALIZADA Métodos de rega
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    EFEITO SOLO REGALOCALIZADA EM DIFERENTES TIPOS DE SOLO Fig: Padrões de humedecimento típicos a partir de um emissor Métodos de rega REGA LOCALIZADA
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    Emissores/Gotejadores Os emissores sãoos elementos que possibilitam a distribuição da água (Forma Laminar ou turbulenta)às culturas, sendo por isso mesmo, dos componentes mais importantes da instalação. Características: • Trabalhem a baixas pressões, debitando caudais reduzidos, mas constantes e pouco sensíveis às variações de pressão • Não se entupam com facilidade • Sejam compactos, de modo a não dificultar os trabalhos • Que sejam baratos, mas com elevada uniformidade de fabrico, de modo a permitir uma distribuição homogênea da água e adubos pelas parcelas a regar
  • 34.
    • Gotejadores depercurso longo – Gotejadores em que a perda de carga é assegurada por um tubo comprido e estreito (0,6-1,0 mm) • Gotejadores de percurso curto – Similares aos do percurso longo, mas com percurso curto • Gotejadores de orifício – As perdas de carga são asseguradas por intermédio de um tubo curto e um orifício muito pequeno (0,4-0,6 mm) • Gotejadores de Vortice – Orificio com células circulares vorticiano, provocando perda de carta (energia) com orifício de saída mesmo diametro • Gotejadores de Labirinto – a dissipação de energia feita por percurso longo, tortuoso ou turbolento. Formas como dissipam energia
  • 35.
    Gotejadores de labirinto– Acoplados na linha – Percurso curto
  • 36.
    Gotejadores acoplados nalinha– Hidroponia – Percurso curto
  • 37.
    Gotejadores percurso longointegrados na linha autocompensantes antidrenantes cilindricos – Percurso Longo
  • 38.
    Gotejadores integrados nalinha percurso longo labirinticos – Percurso Longo
  • 39.
    Critérios na seleçãodos emissores TIPO DE CULTURA – ESPAÇAMENTOS, DENSIDADES, ETC; NECESSSIDAES DE FILTRAÇÃO; DURABILIDADE; SUSCEPTIBILIDADE DE ENTUPIMENTOS; GARANTIA DE DESEMPENHO; CUSTO DO MATERIAL; PREFERÊNCIA DO AGRICULTOR
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    DISPOSIÇÃO DAS LATERAIS DE REGA GOTA AGOTA FACE A LINHA DE PLANTAS
  • 41.
    Exemplo de curvasde funcionamento de gotejadores integrados
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  • 43.
    • TIPO DECULTURA (ESPAÇAMENTO, DENSIDADE); • NECESSIDADES DE FILTRAÇÃO; • SUSCEPTIBILIDADE DE ENTUPIMENTOS; -Muito sensíveis – Dimensões de passagem de água até 0,7 mm; -Sensiveis – 0,7 mm até 1,5 mm; • GARANTIA DE DESEMPENHO; • CUSTO DO MATERIAL; • GOSTO DO AGRICULTOR / EMPRESÁRIO; Critérios a ter em conta na seleção de gotejadores
  • 44.
    • Um sistemade rega localizada deve incluir os seguintes elementos: • • Fonte de água sob-pressão • Cabeçal de rega • Rede de distribuição • Emissores • Acessórios de ligação • Equipamentos de controle e regulação • Elementos de segurança • Acessórios diversos • Equipamento para estimar as necessidades de rega • Automatismos; REGA LOCALIZADA
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    CABEÇAL DE REGASISTEMA DE REGA GOTA A GOTA • ACESSO A ÁGUA FEITO POR SECCIONAMENTO DE VÁLVULA; • REGULARIZAÇÃO DE PRESSÃO DO SISTEMA DE REGA; • CONTROLO E MEDIÇÃO DE CAUDAIS; • AUTOMATIZAÇÃO;
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    NOÇÃO DE TURNODE REGA PERÍODO DE TEMPO NECESSÁRIO PARA APLICAR O VOLUME DE ÁGUA NECESSÁRIO PARA SATISFAZER AS NECESSIDADES EM ÁGUA DAS CULTURAS NO PERÍODO DE PONTA; Ntr = Nhd / Ta Ntr – Número de turnos de rega Nhd - Número de horas de rega disponíveis por dia Ta – Tempo máximo de rega SABENDO O TEMPO MÁXIMO DE REGA DISPONÍVEL DIÁRIO, SERÁ POSSÍVEL DETERMINAR O NÚMERO DE VEZES EM QUE É POSSÍVEL RODAR O CAUDAL DO SISTEMA
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