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Introdução à homeopatia
Farmacotécnica homeopática
Prof. Msc. Vanusa M.Bonatto
A origem da homeopatia
Medicina holística na qual se empregam preparados
de origem animal, vegetal e mineral.
Etimologia: Raízes gregas: Omoios: parecido e
Pathos: sofrimento.
Raízes: Hipócrates, Celso e Paracelsus preconizavam
tratar com preparados parecidos suas doenças
(século IV A.C).
Consiste em ministrar ao doente doses mínimas do
medicamento, de acordo com a lei dos
semelhantes, para evitar a agravação dos sintomas
e estimular a reação orgânica na direção da cura.
Quatro princípios básicos:
 Lei dos semelhantes,
 Experimentação no homem sadio;
 Doses mínimas e
 O medicameno único.
Leis dos Semelhantes
Qualquer substância capaz de provocar no homem sadio,
determinados sintomas é capaz de curar, desde que em
doses adequadas, um homem doente que apresente os
mesmos sintomas.
Patogenesia: Conjunto de sinais e sintomas físicos ou
emocionais que um organismo apresenta ao
experimentar determinada substância medicinal.
Matéria Médica: Catálogo completo das manifestações
obtidas através da experimentação das drogas em
indivíduos aparentemente sadios e sensíveis.
 Simillium – Medicamento que abrange a
totalidade dos sintomas de um homem doente.
 Enfermidade – Reação insuficiente do organismo
diante da doença.
 Processo dinamização do medicamento: Para
evitar a piora do paciente e estimular a reação
orgânica.
Pai da homeopatia: médico Christan Friedrich Samuel
Hahnemann. Viveu de 1755 a 1843 e morreu em Paris.
Era médico, químico e farmacêutico ao mesmo tempo.
Propôs o principio da similaridade, básico da
homeopatia, com a frase “similia similibus currentur”,
que significa “o semelhante pode curar-se com o
semelhante”.
Em 1796 lançada as bases científicas da terapêutica
homepática por Christan Friedrich Samuel Hahermann
médico alemão.
Uma obra básica da bibliografia homeopática é o
Organon de Hahnemann, publicado em 1810 (primeira
edição).
Hahnemann relacionou os sintomas produzidos nas
pessoas sãs com os sintomas nos doentes.
Mediante esta correlação nos ensinou um dos
princípios básicos homeopatia: para neutralizar os
sintomas criados pela doença necessitamos de
uma substância diluída que em concentrações altas
produza um quadro parecido nas pessoas sãs.
Tratamento das doenças com medicamentos que
estimulem as defesas do organismo reforçando sua
imunidade, promevendo um equilíbrio mais adequado aos
processos fisiológicos e psíquicos do ser humano.
Terapêutica médica que consiste na cura dos doentes,
valendo-se de remédios preparados em diluições
infinitesimais e capazes de produzir no homem
aparentemente sadio sintomas semelhantes aos da
doença que devem curar num paciente específico.
VITALISMO
Doutrina filosófica, segundo a qual os seres vivos
possuem uma força particular que os mantém
atuantes.
É a força vital que mantém o organismo em harmonia.
Sem ela, o organismo não age, não sente e
desintegra-se, sendo responsável pela integração dos
diversos níveis dinâmicos da realidade humana
(físico, emocional e mental).
Este princípio dinâmico, imaterial, distinto do corpo e
do espírito, integra a totalidade do organismo e rege
todos os fenômenos fisiológicos.
O desequilíbrio da energia vital gera as sensações
desagradáveis e as manifestações físicas a que
chamamos doença.
No estado de saúde mantém as partes do organismo
em harmonia.
Doença: condição alterada apenas nas sensibilidades
e funções vitais.
Doença = perturbação da força vital
A doença reflete, mediante os sintomas, o esforço da
força vital na tentativa de restabelecer o equilíbrio.
Saúde: Estado de equilíbrio dinâmico que abrange
as realidades física e psicomental dos indivíduos
em suas interações com o ambiente natural e
social.
Níneis dinâmicos age
 Físico
 Emocional
 Mental
Mantendo-os equilibrados.
Hahnemann definiu “dynamis” como energia vital ou
força vital, presente em cada ser vivo.
As interações da pessoa com seu ambiente oderiam
originar um desequilíbrio desta dynamis, o que na
medicina tradicional se caracteriza como uma
disfunção do organismo.
Os medicamentos homeopáticos são substâncias
que induzem ao restabelecimento da dynamis
desregulada.
Os métodos de Hahnemann estavam longe dos critérios
baseados em provas científicas com a qual opera hoje
a medicina: observação, reflexão e experiência.
A observação do paciente em todos seus aspectos
(visão holística) deve estabelecer as bases do
tratamento eficaz.
A reflexão sobre o observado, buscando correlações,
causas e conseqüências, deve aumentar as
probabilidades de que o tratamento tenha êxito.
A experiência é o catalisador que acelera a formulação
das conclusões, traduzindo-as em protocolos
terapêuticos efettivos
Toda substância capaz de provocar determinados
sintomas (físicos ou psíquicos) numa pessoa sadia é
também capaz de curar uma pessoa doente que
apresente estes mesmos sintomas: esta é a idéia
central do princípio da semelhança.
O que importa é a semelhança entre os sintomas do
doente e os de cada medicamento experimentado
no homem são.
Início: Medicamentos forma tintura, sem diluição e
potencialização; após alguns experimentos:
Além de diluir passou a imprimir agitaçòes violentas
chamadas de sucussões para:
 a) Diminuir efeitos tóxicos das altas doses,
 b) Diminuir efeitos negativos da agravação dos
sintomas
 c) Aumento da reação orgânica
Farmacologia dos contrários - Alopatia
Ex: Doente indisposto, sonolência, cansado:
droga efeito estimulante
Melhora inicial dos sintomas suspensão da droga
reação do organismo efeito secundário
depressor/repote piora dos sintomas.
Farmacologia dos semelhantes - Homeopatia
Ex: Doente indisposto, sonolência, cansado:
Droga efeito depressor
Piora inicial dos sintomas Reação do organismo
efeito secundário estimulante/repote Melhora dos
sintomas
Na homeopatia não existem as doenças só os
pacientes, cada um com sua individualidade
absoluta, não podendo então formar-se grupos de
pacientes com a MESMA afecção.
Estamos longe de conhecer a farmacodinâmica dos
medicamentos homeopáticos e, embora haja várias
hipóteses para explicar o princípio homeopático a
mesma ontrasta tão violentamente com a medicina
acadêmica que sempre haverá lugar para as
críticas e o ceticismo.
Diluição: Redução da concentração do insumo ativo ou
ponto de partida pela adição de insumo inerte.
Dinamização: Processo de diluição seguida de
sucussões e/ou triturações sucessivas do fármaco, em
insumo inerte adequado, cuja finalidade é o
desenvolvimento do poder medicamentoso.
Dose: Quantidade de medicamento a ser administrada
Escalas: Proporções entre insumo ativo e insumo inerte
na preparação de diferentes diluições.
Impregnação: Técnica que consiste em fixar o
insumo em glóbulos, tabletes, comprimidos ou pós.
Inativação: Processo pelo qual se elimina, por meio
de calor, a energia medicamentosa impregnada nos
utensílios e embalagens primárias.
Insumo ativo: Droga, fármaco ou forma
farmacêutica derivada utilizados para a preparação
do medicamento homeopático.
Insumo Inerte: Substância complementar
desprovida de propriedades farmacológicas ou
terapêuticas.
Matriz: Forma farmacêutica derivada, preparada
segundo os compêndios homeopáticos, que
constitui estoque para as preparações
homeopáticas.
Medicamento homeopático: Toda apresentação
farmacêutica com finalidade preventiva e
terapêutica obtida pelo método de diluições
seguidas de sucussões e/ou triturações.
Ponto de partida: Tintura mãe, droga ou fármaco
utilizados como ponto inicial para obtenção de
formas farmacêuticas derivadas.
Potência: Força medicamentosa da droga ou do
fármaco através da dinamização
Sucussão: Consiste na agitação vigorosa e
ritmada contra o anteparo semi rígido de
fármacos sólidos, líquidos ou gasosos,
dissolvidos em insumo inerte adequado.
Tintura mãe: preparação farmacêutica, na forma
de solução, resultante da ação extrativa de um
insumo inerte hidroalcoólico ou hidroglicerinado
sobre determinada droga.
Trituração: Redução de um fármaco em partículas
menores por ação manual ou mecânica, visando
solublizar e dinamizar o mesmo
UNICISTA: Médico prescreve um único medicamento
com base na totalidade dos sintomas do doente
(simillum).
KENTISMO: (Dose Única): Medicamento único e dose
única em alta potência.
James Tyler Kent (1849-1916), médico norte-
americano, responsável por realizar experiências com
altíssimas potências.
PLURARISTA ou ALTERNISMO: Dois ou mais
medicamentos a serem administrados em horas
distintas atingindo a totalidade dos sintomas
COMPLEXISTA: Dois ou mais medicamentos a
serem administrados simultaneamente ao paciente.
ORGANICISTA: Prescrição do medicamento
visando aos órgãos doentes considerando a queixa
imediata do paciente, sem levar em conta os
sintomas mentais e emocionais
PREPARO DA DILUIÇÕES DE ETANOL
Diluições a serem preparadas e estocadas:
 30% - 70% - 90%
Critérios para o preparo das diluições:
 Ponderal (p/p) ou volumétrico (V/V) ou ainda (V/p)
ou (p/V)
Procedimento:
 Verificar o teor alcoólico do etanol a ser utlizado
para a diluição
 Colocar 1 L de álcool na proveta, verficar o teor
alcoólico, através do alcoômetro, e anotar:
 Efetuar o seguinte cálculo pata obter:
A (quantidade de álcool a diluir com água)
A= quantidade desejada X teor alcoólico desejado
teor alcoólico de partida
 Em um cálice colocar o volume de álcool obtido
nos cálculos acima e completar com água
purificada;
 Transferir a diluição para o respectivo frasco com
as devidas especificações na etiqueta.
Graduações alcoólicas para estoque:
Foi padronizado manter em estoque para o preparo
e dispensação de medicamento na escala
centesimal, as seguintes graduações alcoólicas:
 Foi padronizado manter em estoque para o
preparo e dispensação de medicamento na escala
centesimal, as seguintes graduações alcoólicas
 30% - para dispensação de medicamentos
 70% e 90% - para preparo de matrizes
 70% intermediárias Ex: CH5
 90% Ex: CH6
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Homeopatia 1 teórica

  • 1. Introdução à homeopatia Farmacotécnica homeopática Prof. Msc. Vanusa M.Bonatto
  • 2. A origem da homeopatia Medicina holística na qual se empregam preparados de origem animal, vegetal e mineral. Etimologia: Raízes gregas: Omoios: parecido e Pathos: sofrimento. Raízes: Hipócrates, Celso e Paracelsus preconizavam tratar com preparados parecidos suas doenças (século IV A.C).
  • 3. Consiste em ministrar ao doente doses mínimas do medicamento, de acordo com a lei dos semelhantes, para evitar a agravação dos sintomas e estimular a reação orgânica na direção da cura. Quatro princípios básicos:  Lei dos semelhantes,  Experimentação no homem sadio;  Doses mínimas e  O medicameno único.
  • 4. Leis dos Semelhantes Qualquer substância capaz de provocar no homem sadio, determinados sintomas é capaz de curar, desde que em doses adequadas, um homem doente que apresente os mesmos sintomas. Patogenesia: Conjunto de sinais e sintomas físicos ou emocionais que um organismo apresenta ao experimentar determinada substância medicinal. Matéria Médica: Catálogo completo das manifestações obtidas através da experimentação das drogas em indivíduos aparentemente sadios e sensíveis.
  • 5.  Simillium – Medicamento que abrange a totalidade dos sintomas de um homem doente.  Enfermidade – Reação insuficiente do organismo diante da doença.  Processo dinamização do medicamento: Para evitar a piora do paciente e estimular a reação orgânica.
  • 6. Pai da homeopatia: médico Christan Friedrich Samuel Hahnemann. Viveu de 1755 a 1843 e morreu em Paris. Era médico, químico e farmacêutico ao mesmo tempo. Propôs o principio da similaridade, básico da homeopatia, com a frase “similia similibus currentur”, que significa “o semelhante pode curar-se com o semelhante”. Em 1796 lançada as bases científicas da terapêutica homepática por Christan Friedrich Samuel Hahermann médico alemão. Uma obra básica da bibliografia homeopática é o Organon de Hahnemann, publicado em 1810 (primeira edição).
  • 7. Hahnemann relacionou os sintomas produzidos nas pessoas sãs com os sintomas nos doentes. Mediante esta correlação nos ensinou um dos princípios básicos homeopatia: para neutralizar os sintomas criados pela doença necessitamos de uma substância diluída que em concentrações altas produza um quadro parecido nas pessoas sãs.
  • 8. Tratamento das doenças com medicamentos que estimulem as defesas do organismo reforçando sua imunidade, promevendo um equilíbrio mais adequado aos processos fisiológicos e psíquicos do ser humano. Terapêutica médica que consiste na cura dos doentes, valendo-se de remédios preparados em diluições infinitesimais e capazes de produzir no homem aparentemente sadio sintomas semelhantes aos da doença que devem curar num paciente específico.
  • 9. VITALISMO Doutrina filosófica, segundo a qual os seres vivos possuem uma força particular que os mantém atuantes. É a força vital que mantém o organismo em harmonia. Sem ela, o organismo não age, não sente e desintegra-se, sendo responsável pela integração dos diversos níveis dinâmicos da realidade humana (físico, emocional e mental).
  • 10. Este princípio dinâmico, imaterial, distinto do corpo e do espírito, integra a totalidade do organismo e rege todos os fenômenos fisiológicos. O desequilíbrio da energia vital gera as sensações desagradáveis e as manifestações físicas a que chamamos doença. No estado de saúde mantém as partes do organismo em harmonia.
  • 11. Doença: condição alterada apenas nas sensibilidades e funções vitais. Doença = perturbação da força vital A doença reflete, mediante os sintomas, o esforço da força vital na tentativa de restabelecer o equilíbrio.
  • 12. Saúde: Estado de equilíbrio dinâmico que abrange as realidades física e psicomental dos indivíduos em suas interações com o ambiente natural e social. Níneis dinâmicos age  Físico  Emocional  Mental Mantendo-os equilibrados.
  • 13. Hahnemann definiu “dynamis” como energia vital ou força vital, presente em cada ser vivo. As interações da pessoa com seu ambiente oderiam originar um desequilíbrio desta dynamis, o que na medicina tradicional se caracteriza como uma disfunção do organismo. Os medicamentos homeopáticos são substâncias que induzem ao restabelecimento da dynamis desregulada.
  • 14. Os métodos de Hahnemann estavam longe dos critérios baseados em provas científicas com a qual opera hoje a medicina: observação, reflexão e experiência. A observação do paciente em todos seus aspectos (visão holística) deve estabelecer as bases do tratamento eficaz. A reflexão sobre o observado, buscando correlações, causas e conseqüências, deve aumentar as probabilidades de que o tratamento tenha êxito. A experiência é o catalisador que acelera a formulação das conclusões, traduzindo-as em protocolos terapêuticos efettivos
  • 15. Toda substância capaz de provocar determinados sintomas (físicos ou psíquicos) numa pessoa sadia é também capaz de curar uma pessoa doente que apresente estes mesmos sintomas: esta é a idéia central do princípio da semelhança. O que importa é a semelhança entre os sintomas do doente e os de cada medicamento experimentado no homem são.
  • 16. Início: Medicamentos forma tintura, sem diluição e potencialização; após alguns experimentos: Além de diluir passou a imprimir agitaçòes violentas chamadas de sucussões para:  a) Diminuir efeitos tóxicos das altas doses,  b) Diminuir efeitos negativos da agravação dos sintomas  c) Aumento da reação orgânica
  • 17. Farmacologia dos contrários - Alopatia Ex: Doente indisposto, sonolência, cansado: droga efeito estimulante Melhora inicial dos sintomas suspensão da droga reação do organismo efeito secundário depressor/repote piora dos sintomas. Farmacologia dos semelhantes - Homeopatia Ex: Doente indisposto, sonolência, cansado: Droga efeito depressor Piora inicial dos sintomas Reação do organismo efeito secundário estimulante/repote Melhora dos sintomas
  • 18. Na homeopatia não existem as doenças só os pacientes, cada um com sua individualidade absoluta, não podendo então formar-se grupos de pacientes com a MESMA afecção. Estamos longe de conhecer a farmacodinâmica dos medicamentos homeopáticos e, embora haja várias hipóteses para explicar o princípio homeopático a mesma ontrasta tão violentamente com a medicina acadêmica que sempre haverá lugar para as críticas e o ceticismo.
  • 19. Diluição: Redução da concentração do insumo ativo ou ponto de partida pela adição de insumo inerte. Dinamização: Processo de diluição seguida de sucussões e/ou triturações sucessivas do fármaco, em insumo inerte adequado, cuja finalidade é o desenvolvimento do poder medicamentoso. Dose: Quantidade de medicamento a ser administrada Escalas: Proporções entre insumo ativo e insumo inerte na preparação de diferentes diluições.
  • 20. Impregnação: Técnica que consiste em fixar o insumo em glóbulos, tabletes, comprimidos ou pós. Inativação: Processo pelo qual se elimina, por meio de calor, a energia medicamentosa impregnada nos utensílios e embalagens primárias. Insumo ativo: Droga, fármaco ou forma farmacêutica derivada utilizados para a preparação do medicamento homeopático.
  • 21. Insumo Inerte: Substância complementar desprovida de propriedades farmacológicas ou terapêuticas. Matriz: Forma farmacêutica derivada, preparada segundo os compêndios homeopáticos, que constitui estoque para as preparações homeopáticas. Medicamento homeopático: Toda apresentação farmacêutica com finalidade preventiva e terapêutica obtida pelo método de diluições seguidas de sucussões e/ou triturações.
  • 22. Ponto de partida: Tintura mãe, droga ou fármaco utilizados como ponto inicial para obtenção de formas farmacêuticas derivadas. Potência: Força medicamentosa da droga ou do fármaco através da dinamização Sucussão: Consiste na agitação vigorosa e ritmada contra o anteparo semi rígido de fármacos sólidos, líquidos ou gasosos, dissolvidos em insumo inerte adequado.
  • 23. Tintura mãe: preparação farmacêutica, na forma de solução, resultante da ação extrativa de um insumo inerte hidroalcoólico ou hidroglicerinado sobre determinada droga. Trituração: Redução de um fármaco em partículas menores por ação manual ou mecânica, visando solublizar e dinamizar o mesmo
  • 24. UNICISTA: Médico prescreve um único medicamento com base na totalidade dos sintomas do doente (simillum). KENTISMO: (Dose Única): Medicamento único e dose única em alta potência. James Tyler Kent (1849-1916), médico norte- americano, responsável por realizar experiências com altíssimas potências. PLURARISTA ou ALTERNISMO: Dois ou mais medicamentos a serem administrados em horas distintas atingindo a totalidade dos sintomas
  • 25. COMPLEXISTA: Dois ou mais medicamentos a serem administrados simultaneamente ao paciente. ORGANICISTA: Prescrição do medicamento visando aos órgãos doentes considerando a queixa imediata do paciente, sem levar em conta os sintomas mentais e emocionais
  • 26. PREPARO DA DILUIÇÕES DE ETANOL Diluições a serem preparadas e estocadas:  30% - 70% - 90% Critérios para o preparo das diluições:  Ponderal (p/p) ou volumétrico (V/V) ou ainda (V/p) ou (p/V)
  • 27. Procedimento:  Verificar o teor alcoólico do etanol a ser utlizado para a diluição  Colocar 1 L de álcool na proveta, verficar o teor alcoólico, através do alcoômetro, e anotar:  Efetuar o seguinte cálculo pata obter: A (quantidade de álcool a diluir com água) A= quantidade desejada X teor alcoólico desejado teor alcoólico de partida
  • 28.  Em um cálice colocar o volume de álcool obtido nos cálculos acima e completar com água purificada;  Transferir a diluição para o respectivo frasco com as devidas especificações na etiqueta. Graduações alcoólicas para estoque: Foi padronizado manter em estoque para o preparo e dispensação de medicamento na escala centesimal, as seguintes graduações alcoólicas:
  • 29.  Foi padronizado manter em estoque para o preparo e dispensação de medicamento na escala centesimal, as seguintes graduações alcoólicas  30% - para dispensação de medicamentos  70% e 90% - para preparo de matrizes  70% intermediárias Ex: CH5  90% Ex: CH6