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TERAPÊUTICA MEDICAMENTOSA
Falsa crença - o medicamento homeopático de
ação lenta, razão pela qual o tempo de
resposta do organismo para com o remédio
deixaria a desejar.
Preconceito gerado por uma desinformação
popular, que muitos contrários à homeopatia
gostam de divulgar.
Tempo de reação do organismo -
proporcional ao tempo da afecção:
processo agudo por exemplo: uma
pneumonia, teremos a resposta em poucas
horas; porém, se a afecção estiver
instalada há anos;
 processo crônico como uma alergia:
teremos a resposta do organismo em
algumas semanas e a cura instalada em
meses ou anos, dependendo de cada caso.
A tese da cura com tratamento homeopático
relacionada a questões emocionais cai por
terra no exemplo da veterinária pois os
animais não sabem que estão sendo
medicados e por conseqüência não são
capazes de através de crença, obter a cura.
Portanto a homeopatia veterinária é a maior
prova que tal ciência é muito eficiente, tão ou
talvez até mais que a medicina alopática
convencional
Porque tratamento homeopático?
Estilo de vida mais saudável,
Insucesso no tratamento tradicional,
Redução dos efeitos indesejáveis dos
medicamentos alopáticos,
Diminuição de custo,
Relação mais humana no atendimento.
Consulta homeopática
Tempo do atendimento
1vez – 60 minutos
Retornos – 30 minutos.
Visao de totalidade
Individualidade – cada ser e único.
Análise medicamentos
Busca-se cada substância o mais adaptada ao
caso, ou seja, a natureza do medicamento deve
ser o mais semelhante possível ao paciente
Substância medicinal tem que ser semelhante a
natureza da doença:
Ex: Doença aguda = medicamento agudo
Doença violenta – medicamento violento
Na consulta, o homeopata escuta, interroga,
observa e examina o paciente, para obter a
mais perfeita totalidade dos sintomas e sinais
capazes de espelhar a imagem do seu estado
enfermo particular.
Fichas clínicas – anotação de todas
informações disponibilizdas pelo paciente e
seus acompanhantes.
Após consulta identificação do simillimun.
Matéria médica alopática – descreve drogas
utilizadas pela medicina convencional em
suas características físico-químicas e
história natural a homeopática caracteriza-
se pela sua farmodinâmica, por meio da
experimentação fisiológica realizada no
homem sadio.
Repertório – Compilação de todos os
sintomas organizados em ordem alfabética,
para agilizar a consulta médica.
Classificação das Doenças
Quadros agudos consequentes de estados
crônicos ocultos.
Tratamento adequado – exploração de
todos os sintomas incluídos emocionais e
mentais.
Doenças epidêmicas e infecciosas
específicas.Ex.: febre amarela e o
sarampo.
Doença aguda
É aquela que pode durar horas, dias,
ou meses com tendência a usar o
organismo como uma espécie de
hospedeiro temporário. Por tanto a
tendência deste agente patógeno é
abondonar o organismo devido cura
espontânea do mesmo.
Doença Crônica
É aquela cuja força dinâmica
permance no organismo, ressurgindo
em episódios periódicos dando a
impressão nestas exacerbações que
se trata de uma nova doença de
diferente origem.
§ 72 – organon
“…As doenças dos homens são, de um lado,
processos mórbidos; tais processos tendem a
completar seu curso de um modo mais ou menos
moderado, num curto período de tempo – são as
chamadas doenças agudas;
por outro lado, são doenças que, insignificantes e
muitas vezes imperceptíveis a princípio, afetam
dinamicamente o organismo vivo, cada uma à sua
própria maneira, afastando-se gradativamente do
estado de saúde de tal modo que a energia vital,
chamada força vital, destinada a preservar a saúde,
somente lhes opõe, no início e ao longo de seu curso,
uma imperfeita resistência, inadequada e inútil,
sendo, porém, incapaz, através de sua própria força,
de destruir a doença por si mesma, tendo que sofre,
impotente, a sua expansão e a sua propria
transformação cada vez mais anormal, até a
destruição final do organismo; são as chamadas
doenças crônicas…”
Noxa X Suscetibilidade
As noxas (agente patôgeno, nocivo) naturais que afetam
nossa vida necessitam fundamentalmente da receptividade
do terreno para atuar (suscetibilidade);
A suscetibilidade é, em síntese, o desequilíbrio vital anterior
às manifestações patológicas, como vibrações anormais,
para cuja anormalidade deve-e procurar o médico até sua
total desaparição;
A suscetibilidade pode ser preenchida pelo medicamento
homeopático, e se está satisfação for completa, teremos
encontrado o simillimum e o indivíduo entrará em estado de
perfeita harmonia de sua energia vital, ou seja, saúde.
Sinais e Sintomas
Definição:
O sintoma traduz a pertubação do equilíbrio
biológico, segundo o relato espontâneo do
doente.
É o aspecto subjetivo da doença, que não é
observado pelo médico.
Os sinais, são aspectos do desequilíbrio orgânico
detectáveis, pelo próprio paciente, pelo médico,
pelos familiares, amigos, etc. ex.: convulsão,
palidez, etc.
Existem quatro personagens que se
destacam na relação inicial médico e relação
final paciente. São de vital importância para o
homeopatia, São eles:
 o enfermo;
 a enfermidade;
 o médico;
 o medicamento
As moléstias, doenças ou enfermidades se
exprimem através dos sintomas, porém o
medicamento ao ser experimentado também
provoca sintomas próprios que o caracterizam.
Quando os sintomas do medicamnto e os
sintomas do enfermo (e não da enfermidade)
coincidem, sendo aquele um pouquinho maior
em força dinâmica que os do enfermo, passa-
se a ter um sintoma ou identifica-se uma força
dinâmica ou “doença artificial” que
predominando no organismo, anulam a ação da
enfermidade.
Como duas coisas não podem ocupar o
mesmo lugar no espaço, só pderá ocorrer
o equilíbrio dinâmico da energia vital que
passa a vigorar. Estabelece-se então a
saúde. A isso se chama curar.
Sintomas importantes nos quadros clínicos:
O sintoma mais importante no quadro clínico
é o que chamamos do EU do paciente.
Esse EU, é dito pelo paciente com destaque
durante o relato de sua queixa. Constitui o
que chamamos Sintomas Gerais de
importância diagnóstica. São importantes
porque permite se determinar o medicamento
a ser usado e conhecer a forma reativa do
paciente.
Em grau de importância vem a seguir os
sintomas “MEU” e “MINHA”. A estes sintomas
chamamos de sintomas particulares. Esses
sintomas são por assim dizer “localizados”pelo
cérebro do paciente nesta ou naquela região.
Sintomas comuns
Não são eficazes para a escolha do
medicamento. Expressam apenas sintomas
obrigatórios para um diagnóstico nozológico.
Porém, mesmo estes sintomas se qualificados,
poderão também sofrer alívio com os
medicamentos homeopáticos.
Sintomas Mentais
São verdadeiros Indicativos de uma boa
prescrição pois, são aqueles em que o paciente
revela sua intenção através da fisionomia,
sensações, gestos, atitude, repentes, fantasias,
etc.
Sintomas Estranhos Raros e Peculiares
Embora criticados pelos descrentes da
homeopatia e até mesmo ignorados por
muitos clínicos, são sintomas úteis e até
mesmo indispensáveis, pois caracterizam
uma modalidade importantíssima do pacinete
que permite a descoberta do medicamento
simillimum. Podem estar juntos ou não na
esfera física, emocional ou mental
Sintomas negativos
São praticamente de nenhuma
importância. Em homeopatia para que
um medicamento tenha ação
verdadeiramente homeopática,
devemos cobrir com o medicamento
escolhido, todos os sintomas do
paciente, porém o paciente não
precisa ter todos os sintomas do
medicamento.
Sintomas Alternantes
Estes aparecem quando outros sintomas
dsaparecem momentaneamente ou somem por
longo tempo, no mesmo setor do organismo.
Ex.: riso e choro alternados – Nux moschata e
Merc. Sol.
Erupção e asma alternados – Sulphur, Rhus tox
Sintomas particulares com sintomas mentais.
Sintomas Cruzados
Esses sintomas podem ziguezaguear na
parte superior e inferior do corpo.
Ex.: dor no ombro esquerdo e quadril direito –
Ledum palustre
Enfim, a observação atenta e o estudo dos
sinais e sintomas são para os homeopatas e
pedra angular para uma boa prescrição.
§ 2 – Organon
“O mais alto ideal da cura é o
restabelecimento rápido, suave e
duradouro da saúde ou remoção e
destruição integral da doença pelo
caminho mais curto, mais seguro e menso
prejudicial, segundo fundamentos
nitidamente compreensíveis”.
Preparação Homeopática
Ponto de partida
Forma farmacêutica básica
Própria droga
Preparação
TM ou droga solúvel diluição + sucussão
Droga insolúvel triturações sucessivas
Drogas solúveis
Usa-se etanol em diferentes graduações
alcoólicas:
Para as 3 primeiras dinamizações da
escala CH
Para as 6 primeiras dinamizações da
escala DH
Dinamizadores
Drogas insolúveis
 Usa-se lactose:
3 primeiras dinamizações da escala CH
4 primeiras dinamizações da escala DH
 Sucussão
Manual: golpear fortemente o fundo do frasco 100
vezes de forma ritmada contra um anteparo semi-
rígido.
Mecânica: através de aparelhos mecânicos
denominados dinamizadores.
Método da trituração
Ponto de partida: Drogas insolúveis
Insumo inerte: Lactose
Técnica de preparo
Pesar a droga e lactose
Dividir a lactose total a ser utilizada em 3 partes iguais.
Colocar a primeira parte de lactose no gral de porcelana e
triturar por 2 minutos, para tapar os poros do gral.
Acrescentar a droga a ser triturada a esta primeira porção
de lactose, de acordo com a escala CH ou DH.
Raspar o gral por 4 minutos
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  • 1. TERAPÊUTICA MEDICAMENTOSA Falsa crença - o medicamento homeopático de ação lenta, razão pela qual o tempo de resposta do organismo para com o remédio deixaria a desejar. Preconceito gerado por uma desinformação popular, que muitos contrários à homeopatia gostam de divulgar.
  • 2. Tempo de reação do organismo - proporcional ao tempo da afecção: processo agudo por exemplo: uma pneumonia, teremos a resposta em poucas horas; porém, se a afecção estiver instalada há anos;  processo crônico como uma alergia: teremos a resposta do organismo em algumas semanas e a cura instalada em meses ou anos, dependendo de cada caso.
  • 3. A tese da cura com tratamento homeopático relacionada a questões emocionais cai por terra no exemplo da veterinária pois os animais não sabem que estão sendo medicados e por conseqüência não são capazes de através de crença, obter a cura. Portanto a homeopatia veterinária é a maior prova que tal ciência é muito eficiente, tão ou talvez até mais que a medicina alopática convencional
  • 4. Porque tratamento homeopático? Estilo de vida mais saudável, Insucesso no tratamento tradicional, Redução dos efeitos indesejáveis dos medicamentos alopáticos, Diminuição de custo, Relação mais humana no atendimento.
  • 5. Consulta homeopática Tempo do atendimento 1vez – 60 minutos Retornos – 30 minutos. Visao de totalidade Individualidade – cada ser e único.
  • 6. Análise medicamentos Busca-se cada substância o mais adaptada ao caso, ou seja, a natureza do medicamento deve ser o mais semelhante possível ao paciente Substância medicinal tem que ser semelhante a natureza da doença: Ex: Doença aguda = medicamento agudo Doença violenta – medicamento violento
  • 7. Na consulta, o homeopata escuta, interroga, observa e examina o paciente, para obter a mais perfeita totalidade dos sintomas e sinais capazes de espelhar a imagem do seu estado enfermo particular. Fichas clínicas – anotação de todas informações disponibilizdas pelo paciente e seus acompanhantes. Após consulta identificação do simillimun.
  • 8. Matéria médica alopática – descreve drogas utilizadas pela medicina convencional em suas características físico-químicas e história natural a homeopática caracteriza- se pela sua farmodinâmica, por meio da experimentação fisiológica realizada no homem sadio. Repertório – Compilação de todos os sintomas organizados em ordem alfabética, para agilizar a consulta médica.
  • 9. Classificação das Doenças Quadros agudos consequentes de estados crônicos ocultos. Tratamento adequado – exploração de todos os sintomas incluídos emocionais e mentais. Doenças epidêmicas e infecciosas específicas.Ex.: febre amarela e o sarampo.
  • 10. Doença aguda É aquela que pode durar horas, dias, ou meses com tendência a usar o organismo como uma espécie de hospedeiro temporário. Por tanto a tendência deste agente patógeno é abondonar o organismo devido cura espontânea do mesmo.
  • 11. Doença Crônica É aquela cuja força dinâmica permance no organismo, ressurgindo em episódios periódicos dando a impressão nestas exacerbações que se trata de uma nova doença de diferente origem.
  • 12. § 72 – organon “…As doenças dos homens são, de um lado, processos mórbidos; tais processos tendem a completar seu curso de um modo mais ou menos moderado, num curto período de tempo – são as chamadas doenças agudas; por outro lado, são doenças que, insignificantes e muitas vezes imperceptíveis a princípio, afetam dinamicamente o organismo vivo, cada uma à sua própria maneira, afastando-se gradativamente do estado de saúde de tal modo que a energia vital, chamada força vital, destinada a preservar a saúde, somente lhes opõe, no início e ao longo de seu curso, uma imperfeita resistência, inadequada e inútil, sendo, porém, incapaz, através de sua própria força, de destruir a doença por si mesma, tendo que sofre, impotente, a sua expansão e a sua propria transformação cada vez mais anormal, até a destruição final do organismo; são as chamadas doenças crônicas…”
  • 13. Noxa X Suscetibilidade As noxas (agente patôgeno, nocivo) naturais que afetam nossa vida necessitam fundamentalmente da receptividade do terreno para atuar (suscetibilidade); A suscetibilidade é, em síntese, o desequilíbrio vital anterior às manifestações patológicas, como vibrações anormais, para cuja anormalidade deve-e procurar o médico até sua total desaparição; A suscetibilidade pode ser preenchida pelo medicamento homeopático, e se está satisfação for completa, teremos encontrado o simillimum e o indivíduo entrará em estado de perfeita harmonia de sua energia vital, ou seja, saúde.
  • 14. Sinais e Sintomas Definição: O sintoma traduz a pertubação do equilíbrio biológico, segundo o relato espontâneo do doente. É o aspecto subjetivo da doença, que não é observado pelo médico. Os sinais, são aspectos do desequilíbrio orgânico detectáveis, pelo próprio paciente, pelo médico, pelos familiares, amigos, etc. ex.: convulsão, palidez, etc.
  • 15. Existem quatro personagens que se destacam na relação inicial médico e relação final paciente. São de vital importância para o homeopatia, São eles:  o enfermo;  a enfermidade;  o médico;  o medicamento
  • 16. As moléstias, doenças ou enfermidades se exprimem através dos sintomas, porém o medicamento ao ser experimentado também provoca sintomas próprios que o caracterizam. Quando os sintomas do medicamnto e os sintomas do enfermo (e não da enfermidade) coincidem, sendo aquele um pouquinho maior em força dinâmica que os do enfermo, passa- se a ter um sintoma ou identifica-se uma força dinâmica ou “doença artificial” que predominando no organismo, anulam a ação da enfermidade.
  • 17. Como duas coisas não podem ocupar o mesmo lugar no espaço, só pderá ocorrer o equilíbrio dinâmico da energia vital que passa a vigorar. Estabelece-se então a saúde. A isso se chama curar.
  • 18. Sintomas importantes nos quadros clínicos: O sintoma mais importante no quadro clínico é o que chamamos do EU do paciente. Esse EU, é dito pelo paciente com destaque durante o relato de sua queixa. Constitui o que chamamos Sintomas Gerais de importância diagnóstica. São importantes porque permite se determinar o medicamento a ser usado e conhecer a forma reativa do paciente.
  • 19. Em grau de importância vem a seguir os sintomas “MEU” e “MINHA”. A estes sintomas chamamos de sintomas particulares. Esses sintomas são por assim dizer “localizados”pelo cérebro do paciente nesta ou naquela região. Sintomas comuns Não são eficazes para a escolha do medicamento. Expressam apenas sintomas obrigatórios para um diagnóstico nozológico. Porém, mesmo estes sintomas se qualificados, poderão também sofrer alívio com os medicamentos homeopáticos.
  • 20. Sintomas Mentais São verdadeiros Indicativos de uma boa prescrição pois, são aqueles em que o paciente revela sua intenção através da fisionomia, sensações, gestos, atitude, repentes, fantasias, etc.
  • 21. Sintomas Estranhos Raros e Peculiares Embora criticados pelos descrentes da homeopatia e até mesmo ignorados por muitos clínicos, são sintomas úteis e até mesmo indispensáveis, pois caracterizam uma modalidade importantíssima do pacinete que permite a descoberta do medicamento simillimum. Podem estar juntos ou não na esfera física, emocional ou mental
  • 22. Sintomas negativos São praticamente de nenhuma importância. Em homeopatia para que um medicamento tenha ação verdadeiramente homeopática, devemos cobrir com o medicamento escolhido, todos os sintomas do paciente, porém o paciente não precisa ter todos os sintomas do medicamento.
  • 23. Sintomas Alternantes Estes aparecem quando outros sintomas dsaparecem momentaneamente ou somem por longo tempo, no mesmo setor do organismo. Ex.: riso e choro alternados – Nux moschata e Merc. Sol. Erupção e asma alternados – Sulphur, Rhus tox Sintomas particulares com sintomas mentais.
  • 24. Sintomas Cruzados Esses sintomas podem ziguezaguear na parte superior e inferior do corpo. Ex.: dor no ombro esquerdo e quadril direito – Ledum palustre Enfim, a observação atenta e o estudo dos sinais e sintomas são para os homeopatas e pedra angular para uma boa prescrição.
  • 25. § 2 – Organon “O mais alto ideal da cura é o restabelecimento rápido, suave e duradouro da saúde ou remoção e destruição integral da doença pelo caminho mais curto, mais seguro e menso prejudicial, segundo fundamentos nitidamente compreensíveis”.
  • 26. Preparação Homeopática Ponto de partida Forma farmacêutica básica Própria droga Preparação TM ou droga solúvel diluição + sucussão Droga insolúvel triturações sucessivas
  • 27. Drogas solúveis Usa-se etanol em diferentes graduações alcoólicas: Para as 3 primeiras dinamizações da escala CH Para as 6 primeiras dinamizações da escala DH
  • 29. Drogas insolúveis  Usa-se lactose: 3 primeiras dinamizações da escala CH 4 primeiras dinamizações da escala DH  Sucussão Manual: golpear fortemente o fundo do frasco 100 vezes de forma ritmada contra um anteparo semi- rígido. Mecânica: através de aparelhos mecânicos denominados dinamizadores.
  • 30. Método da trituração Ponto de partida: Drogas insolúveis Insumo inerte: Lactose Técnica de preparo Pesar a droga e lactose Dividir a lactose total a ser utilizada em 3 partes iguais. Colocar a primeira parte de lactose no gral de porcelana e triturar por 2 minutos, para tapar os poros do gral. Acrescentar a droga a ser triturada a esta primeira porção de lactose, de acordo com a escala CH ou DH. Raspar o gral por 4 minutos Triturar 6 minutos No final de 60 minutos teremos a primeira trituração CH ou DH, dependendo da proporção droga/lactose.