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contexto histórico; conceito;
tríplice aspecto;
Módulo II – A Codificação Espírita:
Hydesville e mesas girantes;
Allan Kardec; metodologia e
obras básicas.
MÓDULO III
DEUS
MÓDULO III
Roteiro 1 – Existência de DEUS;
Roteiro 2 – Provas da existência de
Deus;
Roteiro 3 – Atributos da divindade;
Roteiro 4 – A providência divina.
PROGRAMA FUNDAMENTAL
MÓDULO III – ROTEIRO 1
EXISTÊNCIA DE
DEUS
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
- explicar a necessidade da crença em
Deus, para o homem;
- conceituar Deus à luz da Doutrina
Espírita.
DESDE SUA ORIGEM, O HOMEM CRÊ EM
DEUS
QUAL A SUA IDÉIA DA
CRENÇA EM DEUS ?
- debater em duplas;
- ouvir respostas.
Formar seis Grupos
Ler o roteiro e:
- analisar as conseqüências da crença em Deus;
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- escrever este conceito em um cartaz;
- ler o seu cartaz.
CONCLUSÃO
Por possuir inteligência, o homem
deseja saber qual é:
- a fonte, a causa e a lei da vida.
Há um sentimento instintivo da existência
de um ser superior, desde o homem mais
primitivo até nós.
Já foram cultuados:
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animais, deuses maus e vingativos, etc.
A busca da verdade sobre Deus, sobre o
mundo e a vida, é necessária para o ser
humano.
A existência de Deus nos é mostrada
a toda hora, através:
- da perfeição do corpo humano;
- da perfeição da natureza;
- das leis imutáveis e perfeitas que
regem o Universo.
Einstein e a religião
Quando escreveu o ENSAIO RELIGIÃO E
CIÊNCIA, para a New York Times Magazine,
em 1930, Einstein elaborou a idéia de três
estágios do desenvolvimento da religião.
- O primeiro estágio,
ele chamou de “religião do medo”.
“Foi, antes de tudo, o medo, seja da fome,
dos animais, das doenças ou da morte que
levou o homem primitivo a adorar um deus. A
mente humana criou seres imaginários de
cuja vontade dependiam a vida ou a morte
do indivíduo e da sociedade. E, para aplacar
esses seres, os humanos lhes ofereciam
súplicas e sacrifícios, formas primitivas de
oração e rituais religiosos”.
- O segundo estágio
ele escreveu, foi a “concepção social ou
moral de Deus”, decorrente do desejo de
orientação, amor e apoio”.
É o Deus que premia e castiga, ao qual
ele já havia se referido anteriormente. Einstein
via no Antigo e no Novo Testamentos uma
ilustração admirável dessa transição de uma
religião do medo para a religião da moral, ainda
ligada a uma concepção antropomórfica de
Deus.
- O terceiro estágio
Einstein chamou de “sentimento religioso
cósmico” e, segundo explicou,
“é um conceito muito difícil de elucidar para
as pessoas que não têm esse sentimento, uma
vez que ele não comporta qualquer concepção
antropomórfica de Deus”.
COMO É DEUS?
Cada povo o concebe conforme sua
evolução:
- um ser material, poderoso;
- vingativo, que precisa de prendas e
sacrifícios de animais e humanos;
- bom, mas severo, que castiga;
- finalmente, bom, compreensivo, que nos
ama e que nos oferece oportunidades de
refazermos nossos caminhos.
A Doutrina Espírita
Deus é a inteligência suprema, causa
primária de todas as coisas.
(Livro dos Espíritos, questão 1)
Viver sem a crença num ser
superior é:
- negar a obra da criação;
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  • 1. RETROSPECTIVA Módulo I – Introdução ao Estudo do Espiritismo: contexto histórico; conceito; tríplice aspecto; Módulo II – A Codificação Espírita: Hydesville e mesas girantes; Allan Kardec; metodologia e obras básicas.
  • 3. MÓDULO III Roteiro 1 – Existência de DEUS; Roteiro 2 – Provas da existência de Deus; Roteiro 3 – Atributos da divindade; Roteiro 4 – A providência divina.
  • 4. PROGRAMA FUNDAMENTAL MÓDULO III – ROTEIRO 1 EXISTÊNCIA DE DEUS
  • 5. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - explicar a necessidade da crença em Deus, para o homem; - conceituar Deus à luz da Doutrina Espírita.
  • 6. DESDE SUA ORIGEM, O HOMEM CRÊ EM DEUS
  • 7. QUAL A SUA IDÉIA DA CRENÇA EM DEUS ? - debater em duplas; - ouvir respostas.
  • 8. Formar seis Grupos Ler o roteiro e: - analisar as conseqüências da crença em Deus; - emitir um conceito próprio de Deus; - escrever este conceito em um cartaz; - ler o seu cartaz.
  • 10. Por possuir inteligência, o homem deseja saber qual é: - a fonte, a causa e a lei da vida. Há um sentimento instintivo da existência de um ser superior, desde o homem mais primitivo até nós. Já foram cultuados: - os fenômenos atmosféricos, o Sol, a Lua, animais, deuses maus e vingativos, etc. A busca da verdade sobre Deus, sobre o mundo e a vida, é necessária para o ser humano.
  • 11. A existência de Deus nos é mostrada a toda hora, através: - da perfeição do corpo humano; - da perfeição da natureza; - das leis imutáveis e perfeitas que regem o Universo.
  • 12. Einstein e a religião Quando escreveu o ENSAIO RELIGIÃO E CIÊNCIA, para a New York Times Magazine, em 1930, Einstein elaborou a idéia de três estágios do desenvolvimento da religião.
  • 13. - O primeiro estágio, ele chamou de “religião do medo”. “Foi, antes de tudo, o medo, seja da fome, dos animais, das doenças ou da morte que levou o homem primitivo a adorar um deus. A mente humana criou seres imaginários de cuja vontade dependiam a vida ou a morte do indivíduo e da sociedade. E, para aplacar esses seres, os humanos lhes ofereciam súplicas e sacrifícios, formas primitivas de oração e rituais religiosos”.
  • 14. - O segundo estágio ele escreveu, foi a “concepção social ou moral de Deus”, decorrente do desejo de orientação, amor e apoio”. É o Deus que premia e castiga, ao qual ele já havia se referido anteriormente. Einstein via no Antigo e no Novo Testamentos uma ilustração admirável dessa transição de uma religião do medo para a religião da moral, ainda ligada a uma concepção antropomórfica de Deus.
  • 15. - O terceiro estágio Einstein chamou de “sentimento religioso cósmico” e, segundo explicou, “é um conceito muito difícil de elucidar para as pessoas que não têm esse sentimento, uma vez que ele não comporta qualquer concepção antropomórfica de Deus”.
  • 16. COMO É DEUS? Cada povo o concebe conforme sua evolução: - um ser material, poderoso; - vingativo, que precisa de prendas e sacrifícios de animais e humanos; - bom, mas severo, que castiga; - finalmente, bom, compreensivo, que nos ama e que nos oferece oportunidades de refazermos nossos caminhos.
  • 17. A Doutrina Espírita Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas. (Livro dos Espíritos, questão 1)
  • 18. Viver sem a crença num ser superior é: - negar a obra da criação; - omitir o evidente, o real; - alimentar nosso orgulho; - permanecer no estado de ignorância; - negar a realidade, pois tudo, o visível e o invisível, nos mostra sua existência.