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Trabalho de Angela Melo
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],Nicéphore Nièpce
Nicéphore Niepce foi quem conseguiu as primeiras imagens fotográficas  permanentes , cobrindo uma chapa de cobre com “betume de Judeia” (uma espécie de verniz que, quando exposto à luz, escurece e estabiliza). Única fotografia que restou das experiências de Niepce, considerada a primeira  de toda a História
A câmara escura é uma caixa preta totalmente vedada da luz com um pequeno orifício ou uma objectiva num dos lados, apontada para um objecto, a luz reflectida deste projecta-se para dentro da caixa e a imagem forma-se na parede oposta à do orifício. Se, na parede oposta, em vez de uma superfície opaca, for colocada uma translúcida, como um vidro, a imagem formada será visível do lado de fora da câmara, ainda que invertida. Isto permite a visão de qualquer paisagem ou objecto através do orifício que, dependendo do tamanho e da distância focal, projectava uma imagem maior ou menor.
A câmara escura foi largamente usada durante toda a Renascença e grande parte dos séculos XVII e XVIII para o estudo da perspectiva na pintura, só que já equipada de avanços tecnológicos típicos da ciência renascentista, tais como lentes e espelhos para reverter a imagem. A câmara escura só não podia estabilizar a imagem obtida.
Dois exemplos que ilustram registos do uso da câmara escura como um grande quarto em que poderia caber um homem. A de cima é uma ilustração da Renascença, e a outra, do séc. XVIII
Louis Jacques Mandé Daguerre ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
Com o  garreótipo  foi contornado o problema da nitidez e da fixação. O processo era bastante simples: uma chapa metálica era tratada com vapores de iodo, que se tornavam iodeto de prata quando embebidos na chapa, tornando-a fotossensível, essa chapa era colocada numa câmara escura, sem contacto com a luz, e feita uma exposição que variava de 20 a 30 minutos mais ou menos; após a exposição, era necessário fazer o iodeto de prata converter-se em prata metálica, para a imagem se tornar visível, e aí entrava o mercúrio, cujo vapor foi o primeiro sistema de revelação fotográfica anunciado comercialmente. Este era um dos trunfos da daguerreótipo: como sua imagem era convertida em prata metálica, esta ficava muito mais nítida que a imagem comum, a sua definição e riqueza de detalhes era impressionante. Depois, para fixar a imagem, era usado cloreto de sódio, ou sal de cozinha. Câmara utilizada por Daguerre
O  daguerreótipo  tinha algumas implicações características: a imagem era tanto negativa como positiva. A imagem formada directamente era negativa, pois a prata quanto mais luz recebe, mais preta fica, só que a superfície de impressão era metálica, e dependendo do ângulo de visão e da incidência da luz, ela tornava-se positiva, além disso, era uma imagem espelhada, ou seja, como a imagem na câmara formava-se ao contrário e não havia cópia, ela mantinha-se  invertida . E era, uma imagem única, sem possibilidade de cópia, por estar gravada numa superfície opaca. Alguns viam tais características como limitadoras, outros como naturais, mas o facto é que tinha uma  qualidade impressionante  de imagem, extremamente nítida e com detalhes que por vezes nem a olho nu se conseguia distinguir
Imagem que Daguerre considerava o seu primeiro daguerreótipo bem-sucedido.
Hercules Florence Consta que Florence procurava uma maneira de fazer publicar manuscritos de sua autoria. Haviam poucas tipografias disponíveis e todas pertenciam ao mesmo dono, o que monopolizava a produção impressa.  Antes de pensar em montar sua própria tipografia, resolveu investigar os efeitos de materiais fotossensíveis; tomando conhecimento dos efeitos do nitrato de prata, Florence desenvolveu um processo rudimentar de fixação de imagens em papel sensível, primeiramente através de cloreto de ouro, cujo agente fixador deveria ser amónia, na falta desta substância, Florence utilizou a própria urina para estabilizar as imagens, e obteve resultados satisfatórios em 1833, depois passou a utilizar outras substâncias mais baratas que o sal de ouro, entre eles o nitrato de prata, que chegou a utilizar até mesmo com uma câmara escura, mais tarde desenvolveu com base nesses resultados, um método de impressão em papel a partir de originais desenhados em vidro, obtendo cópias por contacto de óptima qualidade.
Apesar de Florence não ter dado nenhum nome específico ao seu processo pela câmara escura, o seu sistema de impressão por contacto em negativo foi chamado de  fotografia . Segundo consta, foi a primeira vez que se utilizou o termo e ao que tudo indica, cabe a ele o mérito da nomenclatura.
Parece um instrumento de tortura, mas trata-se de um acessório para manter imóvel o modelo fotografado
William Talbot Na Inglaterra, William Fox Talbot trabalhava também desde 1833 num processo semlhante para obtenção de imagens. As suas dificuldades foram as mesmas da maioria dos proponentes à descoberta: não conseguiu achar um meio eficaz de fixar as imagens e utilizava como base papel embebido com emulsão de sais de prata. O mais próximo que conseguiu foram impressões directas, por contacto sobre papel, e que ele denominou  Calótipo . Talbot experimentou também colocar o papel directamente na câmara escura, e obteve resultados satisfatórios, pouco antes de Daguerre. Estipula-se que Talbot nada tenha dito em relação à sua descoberta por não ter conseguido, como Daguerre, uma maneira eficiente de fixar a prata sensibilizada. Apesar de também ter usado sal de cozinha, a fixação numa solução de salmoura funcionava com uma chapa de metal, mas não com uma folha de papel, que se desmancharia depois de certo tempo. Talbot, assim como Nièpce, também queria desenvolver uma maneira de copiar estas imagens, razão pela qual manteve-se nas experiências com papel.
Chapa de vidro Chapa seca e chapa húmida George Eastman
O Daguerreótipo tinha limitações de reprodutibilidade, enquanto que o calótipo foi estudado com mais apego por justamente possibilitar um número ilimitado de cópias de uma única matriz, ainda que com resultados não muito satisfatórios por ser uma cópia contacto. Muitos fotógrafos pensaram no vidro, único material transparente disponível que possibilitaria a obtenção de cópias de qualidade comparável ao daguerreótipo. A dificuldade residia em fixar a emulsão num suporte de vidro, que não era poroso o suficiente para manter a emulsão fixa na placa. Esse problema foi resolvido em 1848 pelo neto de Nièpce, descobriu que a proteína da clara de ovo era um excelente suporte para a emulsão de nitrato de prata, permitindo sua adesão no vidro de maneira extremamente eficiente. O método espalhou-se rapidamente, pois finalmente, a fotografia negativa-positiva era de qualidade comparável ao daguerreótipo.
A chapa ficava pouco sensível, em decorrência da densidade da proteína, buscando novamente um longo tempo de exposição. Mas, apesar disso, houve uma verdadeira corrida atrás desta nova técnica, sendo que uma firma alemã de Dresden chegou a utilizar 60.000 ovos por dia para confecção de chapas fotográficas. É claro que este processo não iria manter-se por muito tempo, pois o custo do ovo chegou a subir mais de 50%, e não havia procura para o consumo culinário e fotográfico ao mesmo tempo. Mas alguns passos importantes já tinham sido dados em direcção à fotografia instantânea de qualidade: Daguerre utilizava na sua câmara uma lente simples, de tipo menisco convergente, e que não era muito luminosa. Mas, em 1840, Joseph Max Petzval projetou uma lente de características diferentes, mais avançada em termos de cálculos ópticos, e possibilitou a construção de uma lente, que hoje equivaleria a uma abertura de f/3.6, o que era extremamente luminosa para os padrões da época.  Com a objectiva Petzval, o grande obstáculo para a fotografia instantânea voltava a ser o suporte dos haletos de prata, uma vez que a chapa de vidro com albumina era muito cara.
Em 1850 foi acrescida uma invenção capaz de ser utilizada satisfatoriamente como alternativa à albumina de ovo: o colódio. Foi o inglês Frederick Scott Archer quem o desenvolveu, a partir da dissolução de algodão-pólvora em mistura de álcool e éter. Este algodão pólvora, também chamado algodão-colódio, é por sua vez uma mistura de ácido sulfúrico e nítrico (piroxilina), altamente explosivo, que veio a ser, posteriormente, a base para o nitrato de celulose das primeiras películas cinematográficas. O colódio era muito mais barato de se obter e possuía melhores condições de transmissão luminosa, o que diminuiu novamente os tempos de exposição da fotografia, fazendo de alguns segundos um tempo suficiente para impressão da chapa. Mas ainda não era o processo definitivo, pois as chapas precisavam de ser preparadas, expostas e reveladas na mesma hora, pois ao secar, a emulsão perdia sua capacidade fotossensível, o que desencadeava a necessidade do fotógrafo iterar com todo o seu equipamento para preparar as chapas onde quer que fosse. O colódio de Archer era chamado, por essa razão, de colódio húmido ou chapa húmida.
Foi um médico inglês, Richard Maddox, que, em 1871, experimentou ao em vez de colódio, uma suspensão de nitrato de prata em gelatina de secagem rápida. A gelatina, de origem animal, não só conservava a emulsão fotográfica para uso após a secagem como também aumentava drasticamente a sensibilidade dos haletos de prata, tornando a fotografia, finalmente, instantânea. Era um processo extremamente barato (pois gelatina pode ser obtida de restos de ossos e cartilagens animais) e, ao substituir o colódio, ficou conhecida como chapa seca.
O último capítulo relevante do desenvolvimento e aperfeiçoamento dos processos fotográficos deu-se com um inglês, chamado George Eastman. Aborrecido com o lento e trabalhoso processo de preparar as chapas e usá-las imediatamente, Eastman leu um artigo sobre a emulsão gelatinosa e interessou-se por ela, a ponto de começar a fabricá-la em série. Mas, não dado por satisfeito, ainda achava complicado o processo de estocagem das chapas de vidro (além de pesadas, partiam-se com facilidade) e imaginou que poderia tornar a fotografia muito mais prática e eficiente se encontrasse uma maneira de simplificar o processo todo. Aliando a tecnologia da emulsão com brometo de prata (mais propícia para fazer negativos, e, consequentemente, cópias) com a rapidez de sensibilidade já existente na suspensão com gelatina e a transparência do vidro, Eastman substituiu esta última por uma base flexível, igualmente transparente, de nitrocelulose, e emulsionou o primeiro filme em rolo da história, podendo então enrolar o filme, poderia obter várias chapas num único rolo, e construiu uma pequena câmara para utilizar o filme em rolo, que ele chamou de "Câmara KODAK“, lançada em 1888. Diz-se que o nome provem de uma onomatopeia, o barulho que a câmara fazia ao disparar o obturador. O sucesso do invento tornou todos os processos anteriores completamente obsoletos, relegados apenas a fotógrafos artesãos.
Eastman projectou uma câmara pequena e leve, cuja lente era capaz de focalizar tudo a partir de 2.5m de distância, e, seguidas as indicações de luminosidade mínimas, era só apertar o botão. Depois de terminado o rolo, o fotógrafo só precisaria mandar a câmara para o laboratório de Eastman, que receberia negativo, cópias positivas em papel e a câmara com um novo rolo de 100 poses. O slogan era "Você aperta o botão, nós fazemos o resto." Uma verdadeira revolução, que fez da Kodak uma gigantesca empresa, pioneira em todos os avanços técnicos que a fotografia adquiriu até hoje.
 

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Fotografia

  • 2.
  • 3. Nicéphore Niepce foi quem conseguiu as primeiras imagens fotográficas permanentes , cobrindo uma chapa de cobre com “betume de Judeia” (uma espécie de verniz que, quando exposto à luz, escurece e estabiliza). Única fotografia que restou das experiências de Niepce, considerada a primeira de toda a História
  • 4. A câmara escura é uma caixa preta totalmente vedada da luz com um pequeno orifício ou uma objectiva num dos lados, apontada para um objecto, a luz reflectida deste projecta-se para dentro da caixa e a imagem forma-se na parede oposta à do orifício. Se, na parede oposta, em vez de uma superfície opaca, for colocada uma translúcida, como um vidro, a imagem formada será visível do lado de fora da câmara, ainda que invertida. Isto permite a visão de qualquer paisagem ou objecto através do orifício que, dependendo do tamanho e da distância focal, projectava uma imagem maior ou menor.
  • 5. A câmara escura foi largamente usada durante toda a Renascença e grande parte dos séculos XVII e XVIII para o estudo da perspectiva na pintura, só que já equipada de avanços tecnológicos típicos da ciência renascentista, tais como lentes e espelhos para reverter a imagem. A câmara escura só não podia estabilizar a imagem obtida.
  • 6. Dois exemplos que ilustram registos do uso da câmara escura como um grande quarto em que poderia caber um homem. A de cima é uma ilustração da Renascença, e a outra, do séc. XVIII
  • 7.
  • 8. Com o garreótipo foi contornado o problema da nitidez e da fixação. O processo era bastante simples: uma chapa metálica era tratada com vapores de iodo, que se tornavam iodeto de prata quando embebidos na chapa, tornando-a fotossensível, essa chapa era colocada numa câmara escura, sem contacto com a luz, e feita uma exposição que variava de 20 a 30 minutos mais ou menos; após a exposição, era necessário fazer o iodeto de prata converter-se em prata metálica, para a imagem se tornar visível, e aí entrava o mercúrio, cujo vapor foi o primeiro sistema de revelação fotográfica anunciado comercialmente. Este era um dos trunfos da daguerreótipo: como sua imagem era convertida em prata metálica, esta ficava muito mais nítida que a imagem comum, a sua definição e riqueza de detalhes era impressionante. Depois, para fixar a imagem, era usado cloreto de sódio, ou sal de cozinha. Câmara utilizada por Daguerre
  • 9. O daguerreótipo tinha algumas implicações características: a imagem era tanto negativa como positiva. A imagem formada directamente era negativa, pois a prata quanto mais luz recebe, mais preta fica, só que a superfície de impressão era metálica, e dependendo do ângulo de visão e da incidência da luz, ela tornava-se positiva, além disso, era uma imagem espelhada, ou seja, como a imagem na câmara formava-se ao contrário e não havia cópia, ela mantinha-se invertida . E era, uma imagem única, sem possibilidade de cópia, por estar gravada numa superfície opaca. Alguns viam tais características como limitadoras, outros como naturais, mas o facto é que tinha uma qualidade impressionante de imagem, extremamente nítida e com detalhes que por vezes nem a olho nu se conseguia distinguir
  • 10. Imagem que Daguerre considerava o seu primeiro daguerreótipo bem-sucedido.
  • 11. Hercules Florence Consta que Florence procurava uma maneira de fazer publicar manuscritos de sua autoria. Haviam poucas tipografias disponíveis e todas pertenciam ao mesmo dono, o que monopolizava a produção impressa. Antes de pensar em montar sua própria tipografia, resolveu investigar os efeitos de materiais fotossensíveis; tomando conhecimento dos efeitos do nitrato de prata, Florence desenvolveu um processo rudimentar de fixação de imagens em papel sensível, primeiramente através de cloreto de ouro, cujo agente fixador deveria ser amónia, na falta desta substância, Florence utilizou a própria urina para estabilizar as imagens, e obteve resultados satisfatórios em 1833, depois passou a utilizar outras substâncias mais baratas que o sal de ouro, entre eles o nitrato de prata, que chegou a utilizar até mesmo com uma câmara escura, mais tarde desenvolveu com base nesses resultados, um método de impressão em papel a partir de originais desenhados em vidro, obtendo cópias por contacto de óptima qualidade.
  • 12. Apesar de Florence não ter dado nenhum nome específico ao seu processo pela câmara escura, o seu sistema de impressão por contacto em negativo foi chamado de fotografia . Segundo consta, foi a primeira vez que se utilizou o termo e ao que tudo indica, cabe a ele o mérito da nomenclatura.
  • 13. Parece um instrumento de tortura, mas trata-se de um acessório para manter imóvel o modelo fotografado
  • 14. William Talbot Na Inglaterra, William Fox Talbot trabalhava também desde 1833 num processo semlhante para obtenção de imagens. As suas dificuldades foram as mesmas da maioria dos proponentes à descoberta: não conseguiu achar um meio eficaz de fixar as imagens e utilizava como base papel embebido com emulsão de sais de prata. O mais próximo que conseguiu foram impressões directas, por contacto sobre papel, e que ele denominou Calótipo . Talbot experimentou também colocar o papel directamente na câmara escura, e obteve resultados satisfatórios, pouco antes de Daguerre. Estipula-se que Talbot nada tenha dito em relação à sua descoberta por não ter conseguido, como Daguerre, uma maneira eficiente de fixar a prata sensibilizada. Apesar de também ter usado sal de cozinha, a fixação numa solução de salmoura funcionava com uma chapa de metal, mas não com uma folha de papel, que se desmancharia depois de certo tempo. Talbot, assim como Nièpce, também queria desenvolver uma maneira de copiar estas imagens, razão pela qual manteve-se nas experiências com papel.
  • 15. Chapa de vidro Chapa seca e chapa húmida George Eastman
  • 16. O Daguerreótipo tinha limitações de reprodutibilidade, enquanto que o calótipo foi estudado com mais apego por justamente possibilitar um número ilimitado de cópias de uma única matriz, ainda que com resultados não muito satisfatórios por ser uma cópia contacto. Muitos fotógrafos pensaram no vidro, único material transparente disponível que possibilitaria a obtenção de cópias de qualidade comparável ao daguerreótipo. A dificuldade residia em fixar a emulsão num suporte de vidro, que não era poroso o suficiente para manter a emulsão fixa na placa. Esse problema foi resolvido em 1848 pelo neto de Nièpce, descobriu que a proteína da clara de ovo era um excelente suporte para a emulsão de nitrato de prata, permitindo sua adesão no vidro de maneira extremamente eficiente. O método espalhou-se rapidamente, pois finalmente, a fotografia negativa-positiva era de qualidade comparável ao daguerreótipo.
  • 17. A chapa ficava pouco sensível, em decorrência da densidade da proteína, buscando novamente um longo tempo de exposição. Mas, apesar disso, houve uma verdadeira corrida atrás desta nova técnica, sendo que uma firma alemã de Dresden chegou a utilizar 60.000 ovos por dia para confecção de chapas fotográficas. É claro que este processo não iria manter-se por muito tempo, pois o custo do ovo chegou a subir mais de 50%, e não havia procura para o consumo culinário e fotográfico ao mesmo tempo. Mas alguns passos importantes já tinham sido dados em direcção à fotografia instantânea de qualidade: Daguerre utilizava na sua câmara uma lente simples, de tipo menisco convergente, e que não era muito luminosa. Mas, em 1840, Joseph Max Petzval projetou uma lente de características diferentes, mais avançada em termos de cálculos ópticos, e possibilitou a construção de uma lente, que hoje equivaleria a uma abertura de f/3.6, o que era extremamente luminosa para os padrões da época. Com a objectiva Petzval, o grande obstáculo para a fotografia instantânea voltava a ser o suporte dos haletos de prata, uma vez que a chapa de vidro com albumina era muito cara.
  • 18. Em 1850 foi acrescida uma invenção capaz de ser utilizada satisfatoriamente como alternativa à albumina de ovo: o colódio. Foi o inglês Frederick Scott Archer quem o desenvolveu, a partir da dissolução de algodão-pólvora em mistura de álcool e éter. Este algodão pólvora, também chamado algodão-colódio, é por sua vez uma mistura de ácido sulfúrico e nítrico (piroxilina), altamente explosivo, que veio a ser, posteriormente, a base para o nitrato de celulose das primeiras películas cinematográficas. O colódio era muito mais barato de se obter e possuía melhores condições de transmissão luminosa, o que diminuiu novamente os tempos de exposição da fotografia, fazendo de alguns segundos um tempo suficiente para impressão da chapa. Mas ainda não era o processo definitivo, pois as chapas precisavam de ser preparadas, expostas e reveladas na mesma hora, pois ao secar, a emulsão perdia sua capacidade fotossensível, o que desencadeava a necessidade do fotógrafo iterar com todo o seu equipamento para preparar as chapas onde quer que fosse. O colódio de Archer era chamado, por essa razão, de colódio húmido ou chapa húmida.
  • 19. Foi um médico inglês, Richard Maddox, que, em 1871, experimentou ao em vez de colódio, uma suspensão de nitrato de prata em gelatina de secagem rápida. A gelatina, de origem animal, não só conservava a emulsão fotográfica para uso após a secagem como também aumentava drasticamente a sensibilidade dos haletos de prata, tornando a fotografia, finalmente, instantânea. Era um processo extremamente barato (pois gelatina pode ser obtida de restos de ossos e cartilagens animais) e, ao substituir o colódio, ficou conhecida como chapa seca.
  • 20. O último capítulo relevante do desenvolvimento e aperfeiçoamento dos processos fotográficos deu-se com um inglês, chamado George Eastman. Aborrecido com o lento e trabalhoso processo de preparar as chapas e usá-las imediatamente, Eastman leu um artigo sobre a emulsão gelatinosa e interessou-se por ela, a ponto de começar a fabricá-la em série. Mas, não dado por satisfeito, ainda achava complicado o processo de estocagem das chapas de vidro (além de pesadas, partiam-se com facilidade) e imaginou que poderia tornar a fotografia muito mais prática e eficiente se encontrasse uma maneira de simplificar o processo todo. Aliando a tecnologia da emulsão com brometo de prata (mais propícia para fazer negativos, e, consequentemente, cópias) com a rapidez de sensibilidade já existente na suspensão com gelatina e a transparência do vidro, Eastman substituiu esta última por uma base flexível, igualmente transparente, de nitrocelulose, e emulsionou o primeiro filme em rolo da história, podendo então enrolar o filme, poderia obter várias chapas num único rolo, e construiu uma pequena câmara para utilizar o filme em rolo, que ele chamou de "Câmara KODAK“, lançada em 1888. Diz-se que o nome provem de uma onomatopeia, o barulho que a câmara fazia ao disparar o obturador. O sucesso do invento tornou todos os processos anteriores completamente obsoletos, relegados apenas a fotógrafos artesãos.
  • 21. Eastman projectou uma câmara pequena e leve, cuja lente era capaz de focalizar tudo a partir de 2.5m de distância, e, seguidas as indicações de luminosidade mínimas, era só apertar o botão. Depois de terminado o rolo, o fotógrafo só precisaria mandar a câmara para o laboratório de Eastman, que receberia negativo, cópias positivas em papel e a câmara com um novo rolo de 100 poses. O slogan era "Você aperta o botão, nós fazemos o resto." Uma verdadeira revolução, que fez da Kodak uma gigantesca empresa, pioneira em todos os avanços técnicos que a fotografia adquiriu até hoje.
  • 22.  

Notas do Editor

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