Florbela Espanca Trabalho realizado por: Laura Neves nº 9 10 D
Biografia   Florbela Espanca nasceu no Alentejo, em Vila Viçosa, a 8 de Dezembro de 1894.  Filha ilegítima de uma "criada de servir" falecida muito nova, alegadamente de "nevrose", foi registada como filha de pai incógnito, marca social ignominiosa que haveria de a marcar profundamente, apesar de curiosamente ter sido educada pelo pai e pela madrasta, Mariana Espanca, em Vila Viçosa, tal como seu irmão de sangue, Apeles Espanca, nascido em 1897 e registado da mesma maneira.
Biografia Estudou em Évora, onde concluiu o curso dos liceus em 1917. Mais tarde vai estudar para Lisboa, frequentando a Faculdade de Direito.  Os seus três casamentos falhados, assim como as desilusões amorosas em geral e a morte do irmão, Apeles Espanca (a quem a ligavam fortes laços afectivos), num acidente com o avião que tripulava sobre o rio Tejo, em 1927, marcaram profundamente a sua vida e obra.  Em Dezembro de 1930, agravados os problemas de saúde, sobretudo de ordem psicológica, Florbela suicidou se em Matosinhos.
Obra literária      Obra Foram  publicados durante a sua vida :  Livro de Mágoas  (1919), Livro de Sóror Saudade  (1923)  Depois da sua morte foram publicadas as obras:  Charneca em Flor  (1930),  Cartas de Florbela Espanca, por Guido Battelli   (1930),  Juvenília  (1930), 
Obra literária   As Marcas do Destino  (1931, contos),  Cartas de Florbela Espanca , por Azinhal Botelho e José Emídio Amaro (1949)  Diário do Último Ano Seguido De Um Poema Sem Título , com prefácio de Natália Correia (1981).  O livro de contos Dominó Preto  ou  Dominó Negro , várias vezes anunciado (1931, 1967), seria publicado em 1982. 
Sonetos Princesa Desalento  Minh'alma é a Princesa Desalento,  Como um Poeta lhe chamou, um dia. É magoada, e pálida, e sombria,  Como soluços trágicos do vento!  É frágil como o sonho dum momento;  Soturna como preces de agonia,  Vive do riso duma boca fria:  Minh'alma é a Princesa Desalento...  Altas horas da noite ela vagueia...  E ao luar suavíssimo, que anseia,  Põe-se a falar de tanta coisa morta!  O luar ouve minh'alma, ajoelhado,  E vai traçar, fantástico e gelado,  A sombra duma cruz à tua porta...  Florbela Espanca
A sua obra Florbela Espanca, nascida no Alentejo, traz-nos a sua paixão, ânsia e saudades. Inspirada nas planícies e paisagens alentejanas e na sua trágica vida, fez belíssimos sonetos que representa todo o seu amor, toda a sua alma, todo o fogo que existia dentro dela.  Utilizando a terra, a agua e ate o vento, ela expressava-se para todo o mundo!
Álbum fotográfico
Álbum fotográfico

Florbela Espanca

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    Florbela Espanca Trabalhorealizado por: Laura Neves nº 9 10 D
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    Biografia Florbela Espanca nasceu no Alentejo, em Vila Viçosa, a 8 de Dezembro de 1894.  Filha ilegítima de uma "criada de servir" falecida muito nova, alegadamente de "nevrose", foi registada como filha de pai incógnito, marca social ignominiosa que haveria de a marcar profundamente, apesar de curiosamente ter sido educada pelo pai e pela madrasta, Mariana Espanca, em Vila Viçosa, tal como seu irmão de sangue, Apeles Espanca, nascido em 1897 e registado da mesma maneira.
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    Biografia Estudou emÉvora, onde concluiu o curso dos liceus em 1917. Mais tarde vai estudar para Lisboa, frequentando a Faculdade de Direito. Os seus três casamentos falhados, assim como as desilusões amorosas em geral e a morte do irmão, Apeles Espanca (a quem a ligavam fortes laços afectivos), num acidente com o avião que tripulava sobre o rio Tejo, em 1927, marcaram profundamente a sua vida e obra.  Em Dezembro de 1930, agravados os problemas de saúde, sobretudo de ordem psicológica, Florbela suicidou se em Matosinhos.
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    Obra literária   Obra Foram publicados durante a sua vida :  Livro de Mágoas (1919), Livro de Sóror Saudade (1923)  Depois da sua morte foram publicadas as obras: Charneca em Flor (1930),  Cartas de Florbela Espanca, por Guido Battelli (1930),  Juvenília (1930), 
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    Obra literária As Marcas do Destino (1931, contos),  Cartas de Florbela Espanca , por Azinhal Botelho e José Emídio Amaro (1949)  Diário do Último Ano Seguido De Um Poema Sem Título , com prefácio de Natália Correia (1981).  O livro de contos Dominó Preto ou Dominó Negro , várias vezes anunciado (1931, 1967), seria publicado em 1982. 
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    Sonetos Princesa Desalento Minh'alma é a Princesa Desalento, Como um Poeta lhe chamou, um dia. É magoada, e pálida, e sombria, Como soluços trágicos do vento! É frágil como o sonho dum momento; Soturna como preces de agonia, Vive do riso duma boca fria: Minh'alma é a Princesa Desalento... Altas horas da noite ela vagueia... E ao luar suavíssimo, que anseia, Põe-se a falar de tanta coisa morta! O luar ouve minh'alma, ajoelhado, E vai traçar, fantástico e gelado, A sombra duma cruz à tua porta... Florbela Espanca
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    A sua obraFlorbela Espanca, nascida no Alentejo, traz-nos a sua paixão, ânsia e saudades. Inspirada nas planícies e paisagens alentejanas e na sua trágica vida, fez belíssimos sonetos que representa todo o seu amor, toda a sua alma, todo o fogo que existia dentro dela. Utilizando a terra, a agua e ate o vento, ela expressava-se para todo o mundo!
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