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Escola Secundária de Ponte de Sor                       Disciplina: Português    Módulo : 11 – Textos de Teatro IIFelizmente há Luar
IntroduçãoNós, neste trabalho, iremos falar do tempo histórico e do tempo de escrita da obra “ Felizmente Há Luar “.	Esta obra foi escrita por Luís de Sttau Monteiro e retrata o século XIX e XX.
Tempo Histórico (século XIX - 1817)Invasões francesas (desde 1807): rei no Brasil;Ajuda pedida aos ingleses (Beresford);Regime absolutista;Situação económica portuguesa má: dinheiro ia para a corte no Brasil;Regência, influenciada por Beresford (símbolo do poder britânico em Portugal);Primeiros movimentos liberais (1817), com a conspiração abortada de Gomes Freire; 25 De Maio de 1817 – prisão de Gomes Freire; 18 de Outubro de 1817 – enforcado, datas condensadas em dois dias na peça (tempo de acção dramática);Governadores viam na revolução a destruição da estrutura tradicional do Reino e a supressão dos privilégios das classes favorecidas; 
O povo via na revolução a solução para a situação em que se encontrava;Revolução liberal de 1820;Implantação do liberalismo em 1834, com o acordo de Evoramonte; Agitação social que levou à revolta liberal de 1820 - conspirações internas;
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  • 1. Escola Secundária de Ponte de Sor Disciplina: Português Módulo : 11 – Textos de Teatro IIFelizmente há Luar
  • 2. IntroduçãoNós, neste trabalho, iremos falar do tempo histórico e do tempo de escrita da obra “ Felizmente Há Luar “. Esta obra foi escrita por Luís de Sttau Monteiro e retrata o século XIX e XX.
  • 3. Tempo Histórico (século XIX - 1817)Invasões francesas (desde 1807): rei no Brasil;Ajuda pedida aos ingleses (Beresford);Regime absolutista;Situação económica portuguesa má: dinheiro ia para a corte no Brasil;Regência, influenciada por Beresford (símbolo do poder britânico em Portugal);Primeiros movimentos liberais (1817), com a conspiração abortada de Gomes Freire; 25 De Maio de 1817 – prisão de Gomes Freire; 18 de Outubro de 1817 – enforcado, datas condensadas em dois dias na peça (tempo de acção dramática);Governadores viam na revolução a destruição da estrutura tradicional do Reino e a supressão dos privilégios das classes favorecidas; 
  • 4. O povo via na revolução a solução para a situação em que se encontrava;Revolução liberal de 1820;Implantação do liberalismo em 1834, com o acordo de Evoramonte; Agitação social que levou à revolta liberal de 1820 - conspirações internas;
  • 5. Revolta contra a presença da Corte no Brasil e influência do exército britânico;
  • 7. Classes sociais fortemente hierarquizadas;
  • 8. Classes dominantes com medo de perder privilégios;
  • 9. Povo oprimido e resignado;
  • 10. A "miséria, o medo e a ignorância";
  • 11. Obscurantismo, mas "felizmente há luar";Luta contra a opressão do regime absolutista;
  • 12. Manuel, "o mais consciente dos populares", denuncia a opressão e a miséria;
  • 14. As denúncias de Vicente, Andrade Corvo e Morais Sarmento que, hipócritas e sem escrúpulos, denunciam;
  • 16. Severa repressão dos conspiradores;
  • 17. Processos sumários e pena de morte;Tempo da Escrita (século XX - 1961)Permanentemente presente (implícito);Época conturbada em 1961: guerra colonial angolana; greves; movimentos estudantis; pequenas “guerrilhas” internas; crescente aparecimento de movimentos de opinião organizados; oposição política;Situação política, social e económica de desagrado geral;Regime ditatorial salazarista: desigualdade entre abastados e pobres muito grande; povo reprimido e explorado; miséria, medo; analfabetismo e obscurantismo;PIDE, “bufos”; censura; medidas de repressão/tortura e condenação sem provas;Sttau Monteiro evoca situações e personagens do passado como pretexto para falar do presente;
  • 18. Grande dualidade de conceitos entre os dois tempos: Gomes Freire é Humberto Delgado; os governadores três são o regimesalazarista; Vicente e os delatores são os “bufos”; os homens deBeresford são a PIDE…
  • 19. Agitação social dos anos 60 - conspirações internas; principal irrupção da guerra colonial;
  • 21. Maior desigualdade entre abastados e pobres;
  • 22. Classes exploradas, com reforço do seu poder;
  • 23. Povo reprimido e explorado;
  • 24. Miséria, medo e analfabetismo;
  • 25. Obscurantismo, mas crença nas mudanças;
  • 26. Luta contra o regime totalitário e ditatorial;
  • 27. Agitação social e política com militares antifascistas a protestarem;
  • 28. Denúncias dos chamados "bufos", que surgem na sombra e se disfarçam, para colher informações e denunciar;
  • 30. Prisão e duras medidas de repressão e de tortura;
  • 31. Condenação em processos sem provas.Fim…Trabalho elaborado por:Inês Brás nº 6Tiago Fragoso nº 1712ºH