O documento explora a breve e significativa estadia da poetisa Florbela Espanca na vila de Olhão, Algarve, em 1918, motivada por questões de saúde e um aborto, que impactaram profundamente sua vida e criatividade. Embora a região fosse considerada terapêutica, a poetisa enfrentou um estado de infelicidade e desilusão, que se reflete em suas cartas da época. A análise sugere que este período, apesar de efêmero, foi crucial para o desenvolvimento de sua obra poética, mesmo diante das dificuldades emocionais e sociais que enfrentou.