O texto discute a educação não-formal e seu potencial para promover a igualdade e os direitos humanos. As autoras definem a educação não-formal como um processo de aprendizagem ao longo da vida baseado em experiências participativas e cooperativas que desenvolvem competências pessoais e sociais. Elas também descrevem os princípios de uma pedagogia não-sexista, ecológica e pacífica necessária para essa abordagem educacional.