O documento explora a noção de liberdade através da destruição das ficções sociais e critica as ideias fundacionais da modernidade. Propõe uma estética não-aristotélica, onde a arte subordina a sensibilidade do artista, buscando dominar a percepção dos outros. Ao final, enfatiza que a verdadeira liberdade é atingida ao reconhecer e viver os paradoxos da existência.