O documento explora a antropofagia como uma teoria de tradução cultural na história da cultura brasileira, abordando diferentes formas de canibalismo e suas representações sociais e míticas ao longo dos tempos. Através de exemplos históricos, desde a pré-história até o romantismo brasileiro, discute a recepção europeia e as reinterpret ações da antropofagia, destacando sua função como ritual ideológico e cultural. A obra sugere que a antropofagia não é apenas um ato de consumo, mas um processo simbólico de apropriação e construção da identidade cultural.