EXECUÇÃO DAEXECUÇÃO DA
TERRAPLANAGEMTERRAPLANAGEM
Maquinas e EquipamentosMaquinas e Equipamentos
Matando a saudadeMatando a saudade
Serviços preliminaresServiços preliminares
1 Instalação do canteiro de obras1 Instalação do canteiro de obras
 Função da dimensão da obraFunção da dimensão da obra
 Proximidade de centros urbanosProximidade de centros urbanos
 Tempo da obraTempo da obra
 Obs. Não compensa permitir que operáriosObs. Não compensa permitir que operários
fiquem a cidade pois isso gera dificuldades.fiquem a cidade pois isso gera dificuldades.
Canteiro de obrasCanteiro de obras
 Regra geral: localizar perto do centro deRegra geral: localizar perto do centro de
gravidade (área em planta) dos serviços. Asgravidade (área em planta) dos serviços. As
construções devem ser econômicas econstruções devem ser econômicas e
reaproveitáveis após a desmontagem doreaproveitáveis após a desmontagem do
acampamento. Parâmetros que podem alteraracampamento. Parâmetros que podem alterar
a regra geral: dimensão da obra, proximidadea regra geral: dimensão da obra, proximidade
de centro urbano, tempo de execução dade centro urbano, tempo de execução da
obra, facilidades locais de energia elétrica eobra, facilidades locais de energia elétrica e
água potável, etc. Um canteiro deverá conter:água potável, etc. Um canteiro deverá conter:
EscritorioEscritorio
 restando os seguintes serviços gerais:restando os seguintes serviços gerais:
apropriação (coleta de dados, classificação,apropriação (coleta de dados, classificação,
ordenação e cálculo de despesas porordenação e cálculo de despesas por
categorias); comunicação entre o canteiro decategorias); comunicação entre o canteiro de
serviço e a gerência; comunicação entre oserviço e a gerência; comunicação entre o
canteiro e terceiros; ponto; pagamento decanteiro e terceiros; ponto; pagamento de
pessoal; organização, distribuição e pagamentopessoal; organização, distribuição e pagamento
de contas e sua contabilização em livro próprio;de contas e sua contabilização em livro próprio;
escrituração do livro "caixa" da obra;escrituração do livro "caixa" da obra;
arquivamento de correspondência, fichário dearquivamento de correspondência, fichário de
máquinas , material de consumo, etc.máquinas , material de consumo, etc.
AlmoxarifadoAlmoxarifado
 responsável pela compra e distribuição deresponsável pela compra e distribuição de
materiais, que se classificam em :materiais, que se classificam em :
materiais de consumo (combustíveis,materiais de consumo (combustíveis,
óleos, graxas, alimentos, peçasóleos, graxas, alimentos, peças
sobressalentes, etc.) , materiais desobressalentes, etc.) , materiais de
aplicação (cimento, cal, pedra, areia, etc.)aplicação (cimento, cal, pedra, areia, etc.)
e materiais permanentes (máquinas,e materiais permanentes (máquinas,
móveis, grandes ferramentas, etc.).móveis, grandes ferramentas, etc.).
Oficinas de manutençãoOficinas de manutenção
 Para reparos ligeiros, pinturas,Para reparos ligeiros, pinturas,
manutenção preventiva(revisão quinzenalmanutenção preventiva(revisão quinzenal
de peças de alto desgaste, revisão dede peças de alto desgaste, revisão de
motores segundo especificações dosmotores segundo especificações dos
fabricantes). Como indicação, deve ter 36fabricantes). Como indicação, deve ter 36
m2 por máquina em serviço.m2 por máquina em serviço.
TransportesTransportes
 Podem ser feitos em caminhões cobertos,Podem ser feitos em caminhões cobertos,
com bancos, respeitada a legislaçãocom bancos, respeitada a legislação
vigente, com todas as regras devigente, com todas as regras de
segurança respeitadas e sempre gratuito;segurança respeitadas e sempre gratuito;
o transporte de pessoal graduadoo transporte de pessoal graduado
normalmente é feito em veículos menores,normalmente é feito em veículos menores,
como utilitários ou automóveis.como utilitários ou automóveis.
Serviços provisóriosServiços provisórios
 Em geral, no caso de obra rodoviária,Em geral, no caso de obra rodoviária,
obras de baixo custo, com plataformas deobras de baixo custo, com plataformas de
4 a 5 metros. Procurar suavizar rampas4 a 5 metros. Procurar suavizar rampas
de inclinação muito forte. Pequenosde inclinação muito forte. Pequenos
aterros, drenados, nas baixadas e ondeaterros, drenados, nas baixadas e onde
houver solos de má qualidade. Bueiroshouver solos de má qualidade. Bueiros
para evitar inundações. Nas grandespara evitar inundações. Nas grandes
obras, estradas de serviço podemobras, estradas de serviço podem
necessitar plataformas maiores, com boanecessitar plataformas maiores, com boa
conservação e suporteconservação e suporte
Serviços provisóriosServiços provisórios
 Executados sempre que, devido à baixaExecutados sempre que, devido à baixa
capacidade de suporte do sub-leito possacapacidade de suporte do sub-leito possa
ocorrer recalque exagerado ouocorrer recalque exagerado ou
escorregamento lateral. No caso deescorregamento lateral. No caso de
estradas de serviço, não tem o requinteestradas de serviço, não tem o requinte
que será visto em "construção de aterros",que será visto em "construção de aterros",
mas devem ter boa capacidade demas devem ter boa capacidade de
suporte e drenagem suficiente.suporte e drenagem suficiente.
Locação topográficaLocação topográfica
 O órgão rodoviário (DNIT, DER/PR, etc)O órgão rodoviário (DNIT, DER/PR, etc)
fornece o eixo da estrada locado efornece o eixo da estrada locado e
piqueteado a cada 20 m, incluindo apiqueteado a cada 20 m, incluindo a
marcação dos PC(pontos de curva),marcação dos PC(pontos de curva),
PT(ponto de tangência) e PI (ponto ondePT(ponto de tangência) e PI (ponto onde
o prolongamento das retas seo prolongamento das retas se
interceptam), devendo o empreiteirointerceptam), devendo o empreiteiro
acompanhar a execução desse trabalho aacompanhar a execução desse trabalho a
fim de esclarecer dúvidas.fim de esclarecer dúvidas.
ExemploExemplo
locaçãolocação
 A marcação correta dos pontos de off-setA marcação correta dos pontos de off-set
é importante porque a correção de erros éé importante porque a correção de erros é
muito onerosa. O erro máximo admissívelmuito onerosa. O erro máximo admissível
na altura do off-set de corte é 10 cm.na altura do off-set de corte é 10 cm.
Superfícies côncavas ou convexas nosSuperfícies côncavas ou convexas nos
taludes de corte, ou nos de aterro, nãotaludes de corte, ou nos de aterro, não
são permitidas, nem são pagassão permitidas, nem são pagas
modificações nos volumes previstos nomodificações nos volumes previstos no
projeto.projeto.
Nota de serviçoNota de serviço
Limpeza da faixa de ocupaçãoLimpeza da faixa de ocupação
fatoresfatores
 1.     Porte e tamanho das árvores:1.     Porte e tamanho das árvores:
 2.    Uso final da terra:Estradas,2.    Uso final da terra:Estradas,
barragens, reflorestamento, uso agrícola –barragens, reflorestamento, uso agrícola –
exigências são diferentes em cada tipo deexigências são diferentes em cada tipo de
obra.obra.
 3.    Condições do solo:Espessura da3.    Condições do solo:Espessura da
camada de terra vegetal, matériacamada de terra vegetal, matéria
orgânica, umidade, presença de matacõesorgânica, umidade, presença de matacões
e blocos de rocha , influem na escolhae blocos de rocha , influem na escolha
dos equipamentos a serem usados.dos equipamentos a serem usados.
Limpeza da faixa de ocupaçãoLimpeza da faixa de ocupação
fatoresfatores
 4.    Topografia: grandes rampas, valetas,4.    Topografia: grandes rampas, valetas,
áreas pantanosas e de baixo suporte,áreas pantanosas e de baixo suporte,
formações rochosas – alteram a operaçãoformações rochosas – alteram a operação
de alguns equipamentos.de alguns equipamentos.
 5.    Especificações da obra : tamanho da5.    Especificações da obra : tamanho da
obra, prazo, disposição de entulho,obra, prazo, disposição de entulho,
exigências de conservação ambiental eexigências de conservação ambiental e
dos solosdos solos
Equipamentos para limpezaEquipamentos para limpeza
Equipamentos para limpezaEquipamentos para limpeza
Equipamentos para limpezaEquipamentos para limpeza
Equipamentos para limpezaEquipamentos para limpeza
AcessóriosAcessórios
escarificadorescarificador
Estimativa do tempo de corte deEstimativa do tempo de corte de
arvoresarvores
Utilização dos equipamentos deUtilização dos equipamentos de
terraplanagemterraplanagem
bulldozerbulldozer
Posição reta Angle dozer
Atividades do bull dozerAtividades do bull dozer
Execução de valasExecução de valas
RevendoRevendo
RevendoRevendo
Transporte com MSTransporte com MS
Carga com MSCarga com MS
Descarga com MSDescarga com MS
Carregamento com pusherCarregamento com pusher
Carregamento push-pullCarregamento push-pull
Moto scraper e pusherMoto scraper e pusher
Técnicas de carregamentoTécnicas de carregamento
 Usar pusher sempre que scrapers tenham maisUsar pusher sempre que scrapers tenham mais
de 10 m3.  Equipamento com potênciade 10 m3.  Equipamento com potência
adequada, no auxílio do carregamento,  paga-seadequada, no auxílio do carregamento,  paga-se
por si mesmo;por si mesmo;
 .    .     evitar congestionamento no corte. Áreaevitar congestionamento no corte. Área
ampla.    É preferível excesso de pusher queampla.    É preferível excesso de pusher que
atrasos;atrasos;
 ..     escavar no sentido do transporte, rampas     escavar no sentido do transporte, rampas
inclinadas nesse sentido (descendo) ;inclinadas nesse sentido (descendo) ;
Tecnicas de carregamentoTecnicas de carregamento
 começar corte sem o pusher, até patinar. (reduz atécomeçar corte sem o pusher, até patinar. (reduz até
40% do tempo de carga);40% do tempo de carga);
 ..     cortar em faixas alternadas;     cortar em faixas alternadas;
 ..     não usar velocidades elevadas no transporte:     não usar velocidades elevadas no transporte:
segurança;segurança;
 ..     sempre que possível, atacar dois aterros (e/ou     sempre que possível, atacar dois aterros (e/ou
cortes) ao mesmo tempo, para evitar retornos ecortes) ao mesmo tempo, para evitar retornos e
manobras; ver "combinação de ciclos" mais adiante, emmanobras; ver "combinação de ciclos" mais adiante, em
"transporte";"transporte";
 ..     aproveitar ociosidade do pusher, escarificando     aproveitar ociosidade do pusher, escarificando
(principalmente com material argiloso) ou fazendo a(principalmente com material argiloso) ou fazendo a
manutenção do piso da área de carregamento;manutenção do piso da área de carregamento;
Tecnicas de carregamentoTecnicas de carregamento
 coroar (encher até o limite máximo) o motoscraper nãocoroar (encher até o limite máximo) o motoscraper não
significa aumentar a produtividade, pelo tempo quesignifica aumentar a produtividade, pelo tempo que
gasta;gasta;
 espessura de corte: por experimentação, verificar comespessura de corte: por experimentação, verificar com
qual o tempo de carregamento é mais breve;qual o tempo de carregamento é mais breve;
 em terrenos muito compactos, deixar o motoscraper noem terrenos muito compactos, deixar o motoscraper no
neutro, e a força para o pusher.neutro, e a força para o pusher.
 só fazer o pusher em linha reta, jamais em curva;só fazer o pusher em linha reta, jamais em curva;
 ao final da carga, elevar lentamente a caçamba, paraao final da carga, elevar lentamente a caçamba, para
evitar degraus;evitar degraus;
 conferir o tempo ótimo de carregamento em todaconferir o tempo ótimo de carregamento em toda
mudança de condição do trabalho.mudança de condição do trabalho.
Ciclo individualCiclo individual
Ciclo combinadoCiclo combinado
Revendo ShovelRevendo Shovel
Revendo – drag lineRevendo – drag line
Revendo – clam shellRevendo – clam shell
Retro escavadeiraRetro escavadeira
Unidades escavo-elevadorasUnidades escavo-elevadoras
 Escavam e carregam a unidadeEscavam e carregam a unidade
transportadora;transportadora;
 Possuem ciclo contínuo – diferente dasPossuem ciclo contínuo – diferente das
escavo carregadoras que tem o cilcoescavo carregadoras que tem o cilco
descontinuo.descontinuo.
 Rampas devem ser favoraveis.Rampas devem ser favoraveis.
 Uso em condições especiaisUso em condições especiais
Unidade escavo elevadoraUnidade escavo elevadora
Calculo dos volumesCalculo dos volumes
 O projeto de uma estrada deve serO projeto de uma estrada deve ser
escolhido de forma a harmonizar osescolhido de forma a harmonizar os
elementos geométricos da planta e doelementos geométricos da planta e do
perfil. O custo do movimento de terra éperfil. O custo do movimento de terra é
significativo em relação ao custo total dasignificativo em relação ao custo total da
estrada, por isso, sempre que possívelestrada, por isso, sempre que possível
deve ser feito o equilíbrio entre volumesdeve ser feito o equilíbrio entre volumes
de cortes e aterros, evitando-sede cortes e aterros, evitando-se
empréstimos e/ou bota-foras.empréstimos e/ou bota-foras.
VolumesVolumes
 Admite-se que o terreno varia de formaAdmite-se que o terreno varia de forma
linear entre duas seções consecutivas, olinear entre duas seções consecutivas, o
que de certa forma para distância entreque de certa forma para distância entre
seções de 20 m não gera errosseções de 20 m não gera erros
significativos. O processo consiste nosignificativos. O processo consiste no
levantamento das seções transversais emlevantamento das seções transversais em
cada estaca inteira do traçado (estaca decada estaca inteira do traçado (estaca de
20 m).20 m).
Calculo de volumesCalculo de volumes
 Vc = (Aci + Aci+1)xL/2Vc = (Aci + Aci+1)xL/2
 Va = (Aai + Aai+1) xL/2Va = (Aai + Aai+1) xL/2
 para L = 20 mpara L = 20 m Vc = (Aci + Aci+1) x1Vc = (Aci + Aci+1) x1
 Va = (Aai + Aai+1)x10Va = (Aai + Aai+1)x10
 Vc = volume de corte (m3)Vc = volume de corte (m3)
 Va = volume de aterro (m3)Va = volume de aterro (m3)
 Ac = área de corte da seção i (m2)Ac = área de corte da seção i (m2)
 Ac = área de corte da seção i (m2)Ac = área de corte da seção i (m2)
 L = distância entre seções (m)L = distância entre seções (m)
Quando o volume de corte é maiorQuando o volume de corte é maior
que o do aterro: Vc > Vaque o do aterro: Vc > Va
 Se a diferença puder serSe a diferença puder ser
compensada lateralmente nãocompensada lateralmente não
haverá necessidade de transporte.haverá necessidade de transporte.
V=VaV=Va
Se V = Vc – VaSe V = Vc – Va = volume de corte do trecho= volume de corte do trecho
entre seções que será escavado no corte eentre seções que será escavado no corte e
transportado para um aterro conveniente,transportado para um aterro conveniente,
estando, portanto, sujeito a transporteestando, portanto, sujeito a transporte
longitudinal.longitudinal.
Quando o volume de aterro é maiorQuando o volume de aterro é maior
que o do corte: Va > Vcque o do corte: Va > Vc
 Se a diferença puder serSe a diferença puder ser
compensada lateralmente nãocompensada lateralmente não
haverá necessidade de transporte.haverá necessidade de transporte.
V=VcV=Vc
 V = Va – VcV = Va – Vc = volume de aterro do= volume de aterro do
trecho com transporte longitudinal.trecho com transporte longitudinal.
ObservaçõesObservações
 Custo de compensação dosCusto de compensação dos
volumes =volumes = custo de escavação + custocusto de escavação + custo
de transportede transporte
 Custo de não compensação =Custo de não compensação = custocusto
de escavação + custo de transporte parade escavação + custo de transporte para
bota-fora + custo de escavação dobota-fora + custo de escavação do
material de empréstimo + custo dematerial de empréstimo + custo de
transporte de empréstimo.transporte de empréstimo.
Calculo dos volumes acumuladosCalculo dos volumes acumulados
 Convenção para medida de volumes:Convenção para medida de volumes:
 •• positiva para medida dos volumes depositiva para medida dos volumes de
corte (+Vc)corte (+Vc)
 •• negativa para os volumes de aterrosnegativa para os volumes de aterros
(- Va)(- Va)
Tabela de volumesTabela de volumes
EstaEsta
caca
ÁreaÁrea VOLUMEVOLUME
CORTCORT
EE
ATERRATERR
OO
CORTECORTE ATERRATERR
OO
ATERRATERR
OO
CORR.CORR.
COMP.COMP.
LATERLATER
ALAL
TransporteTransporte
longitudinallongitudinal
Acum.Acum.
cortecorte aterroaterro
++ -- frfr ++ -- ΣΣ
(1)(1) (2)(2) (3)(3) (4)(4) (5)(5) (6)(6) (7)(7) (8)(8) (9)(9) (10)(10)
Obs: PP = Ponto de passagem, onde terminam os cortes e
começam os aterros.
TabelaTabela
 (1) estacas nos pontos onde foram levantados as seções(1) estacas nos pontos onde foram levantados as seções
transversais (estacas inteiras) estacas fracionárias quando otransversais (estacas inteiras) estacas fracionárias quando o
terreno é muito irregular, estacas do PPterreno é muito irregular, estacas do PP
 (2) áreas de corte, medidas nas seções (m2)(2) áreas de corte, medidas nas seções (m2)
 (3) áreas de aterro, medidas nas seções (m2)(3) áreas de aterro, medidas nas seções (m2)
 (4) = (Ai(corte) + Ai+1(corte))x10(4) = (Ai(corte) + Ai+1(corte))x10
 (5) = (Ai(aterro) + Ai+1(aterro))x10(5) = (Ai(aterro) + Ai+1(aterro))x10
 (6) produto da coluna (5) pelo fator de redução = (5) x (fr)(6) produto da coluna (5) pelo fator de redução = (5) x (fr)
 (7) volumes compensados lateralmente, que não estão sujeitos a(7) volumes compensados lateralmente, que não estão sujeitos a
transporte longitudinal = menor volume entre Va(corrigido) e Vctransporte longitudinal = menor volume entre Va(corrigido) e Vc
 (8) e (9) volumes sujeitos ao transporte longitudinal, compensação(8) e (9) volumes sujeitos ao transporte longitudinal, compensação
entre cortes e aterros = (Vc–Va(corrigido)) ou (Va(corrigido) – Vc)entre cortes e aterros = (Vc–Va(corrigido)) ou (Va(corrigido) – Vc)
 (10) volume acumulado, resultado da soma algébrica acumulada(10) volume acumulado, resultado da soma algébrica acumulada
dos volumes obtidos nas colunas (8) e (9) = (Vi+Vi+1)dos volumes obtidos nas colunas (8) e (9) = (Vi+Vi+1)
Diagrama de massasDiagrama de massas
 Representação gráfica dos volumesRepresentação gráfica dos volumes
acumuladosacumulados
 •• estudo da compensação cortes-aterrosestudo da compensação cortes-aterros
 •• programação de bota-foras eprogramação de bota-foras e
empréstimosempréstimos
 •• programação dos equipamentosprogramação dos equipamentos
Custo total de terraplenagemCusto total de terraplenagem
 CT = [(Ce.V + Ct.V.dm + V.Ccomp)+(Ce.Vbf + Ct.Vbf.CT = [(Ce.V + Ct.V.dm + V.Ccomp)+(Ce.Vbf + Ct.Vbf.
dbf + Vbf.Ccomp)+(Ce.Vemp + Ct.Vemp.demp +dbf + Vbf.Ccomp)+(Ce.Vemp + Ct.Vemp.demp +
+Vemp.Ccomp)]+Vemp.Ccomp)]
 onde: e = escavaçãoonde: e = escavação
 t = transportet = transporte
 V: volume compensado longitudinalmenteV: volume compensado longitudinalmente
 bf = bota-forabf = bota-fora
 emp = empréstimoemp = empréstimo
 Ce = custo de escavação = U$Ce = custo de escavação = U$
 Ccomp = custo de compactação = U$Ccomp = custo de compactação = U$
 Ct = custo de transporteCt = custo de transporte
 Vbf = volume de bota-foraVbf = volume de bota-fora
 Vemp = volume de empréstimoVemp = volume de empréstimo
 dm = distância média de transportedm = distância média de transporte
 demp = distância de empréstimodemp = distância de empréstimo
 det = distância econômica de transportedet = distância econômica de transporte
Marcação topográfica de cortesMarcação topográfica de cortes
Pontos importantes para a marcação piso em caso de erro oprejuizo
será grande.
Marcação topográfica de cortesMarcação topográfica de cortes
 Para marcação desses pontos éPara marcação desses pontos é
necessário conhecer:necessário conhecer:
 Indicação para cada estaca das alturas deIndicação para cada estaca das alturas de
corte (linha vermelha);corte (linha vermelha);
 Largura da plataforma;Largura da plataforma;
 Ângulo do talude de corte adotado.Ângulo do talude de corte adotado.
Marcação de corteMarcação de corte
Execução de corteExecução de corte
 Deve-se obter,alem dos dados da figura oDeve-se obter,alem dos dados da figura o
ângulo de inclinação do terreno natural ;ângulo de inclinação do terreno natural ;
 Distancia horizontal do off set esquerdo eDistancia horizontal do off set esquerdo e
direito;direito;
 Diferença de contas entre o eixo e o offsetDiferença de contas entre o eixo e o offset
esquerdo e direito.esquerdo e direito.
Controle topografico da exedcuçãoControle topografico da exedcução
de cortesde cortes
Controle topografico da execuçãoControle topografico da execução
de cortesde cortes
 A escavação prosegue ate as imediaçõesA escavação prosegue ate as imediações
das alturas He e Hd qdo se faz novadas alturas He e Hd qdo se faz nova
locação da plataforma inacabada dolocação da plataforma inacabada do
fundo do corte.fundo do corte.
 Em seguida faz-se o nivelamento,Em seguida faz-se o nivelamento,
geralmente feito com a moto niveladora.geralmente feito com a moto niveladora.
 Obedecer sempre o ângulo de talude.Obedecer sempre o ângulo de talude.
Escavação de materiais de 1ªEscavação de materiais de 1ª
categoriacategoria
Tipo de cortesTipo de cortes
Escavação de materiais de 1ªEscavação de materiais de 1ª
categoriacategoria
 Equipamentos utilizadosEquipamentos utilizados
 Trator de lâminaTrator de lâmina
 MotoscraperMotoscraper
 Carregadeiras e caminhões.Carregadeiras e caminhões.
Escavação de materiais de 2ªEscavação de materiais de 2ª
categoriacategoria
ESCARIFICAÇÃOESCARIFICAÇÃO
ESCARIFICAÇÃOESCARIFICAÇÃO
ESCARIFICAÇÃOESCARIFICAÇÃO
Tecnicas de operação com oTecnicas de operação com o
escarificadorescarificador
 escarificar sempre em primeira marcha, e baixaescarificar sempre em primeira marcha, e baixa
velocidade ;velocidade ;
 se possível, morro abaixo;se possível, morro abaixo;
 se o material apresentar camadas inclinadas, nase o material apresentar camadas inclinadas, na
direção da inclinação;direção da inclinação;
 quando usado na carga por scraper, na direçãoquando usado na carga por scraper, na direção
de carga;de carga;
 escarificar em profundidade uniforme;escarificar em profundidade uniforme;
 colocar os porta dentes simétricos em relaçãocolocar os porta dentes simétricos em relação
ao centro da barra de ripper.ao centro da barra de ripper.
EscarificaçãoEscarificação
 Usados na escavação de materiais deUsados na escavação de materiais de
segunda categoria, em rochas brandas,segunda categoria, em rochas brandas,
abrandando materiais de primeiraabrandando materiais de primeira
categoria, etc.categoria, etc.
 SãoSão mais eficientes nos materiais muitomais eficientes nos materiais muito
consistentes que nos materiais brandosconsistentes que nos materiais brandos..
Os de  comando hidráulico são maisOs de  comando hidráulico são mais
precisos porém sofrem maior desgaste.precisos porém sofrem maior desgaste.
Escavação em solos brejosos eEscavação em solos brejosos e
turfososturfosos
Solos brejososSolos brejosos
Solos brejososSolos brejosos
e) Após sua retirada acumula elevada quantidade de água.
f) Pode-se tentar o rebaixamento do lençol freático através dos métodos
usuais;
g) Eventualmente esses solos permitem a passagem de trator de esteiras
somente.
Solos brejososSolos brejosos
 Equipamentos indicadosEquipamentos indicados
 Escavadeiras sobre esteiras;Escavadeiras sobre esteiras;
 Retroescavadeiras com lança do tipo “dragRetroescavadeiras com lança do tipo “drag
line”; São lentas mas tem longo alcance.line”; São lentas mas tem longo alcance.
Metodo de escavação - brejosMetodo de escavação - brejos
 Retirada do material de forma ordenada,Retirada do material de forma ordenada,
através da abertura de caixas alternadas.através da abertura de caixas alternadas.
Isso limita a quantidade de água e lodo aIsso limita a quantidade de água e lodo a
ser retirada;ser retirada;
 Retirada de água com bombas;Retirada de água com bombas;
 Retirar lodo restante;Retirar lodo restante;
 Reenchimento com material adequado.Reenchimento com material adequado.
Reenchimento de valasReenchimento de valas
 Imediatamente após remoção do lodo e da águaImediatamente após remoção do lodo e da água
deve-se lançar as primeiras camadas de solo,deve-se lançar as primeiras camadas de solo,
preferencialmente arenoso. Facilita a drenagem.preferencialmente arenoso. Facilita a drenagem.
Colchão de 50 cm;Colchão de 50 cm;
 Iniciar espalhamento do solos em camadas, daIniciar espalhamento do solos em camadas, da
extremidade para o centro.extremidade para o centro.
 As primeiras camadas (até 1m) permanecemAs primeiras camadas (até 1m) permanecem
muito úmidas, mas devem ser compactadasmuito úmidas, mas devem ser compactadas
mesmo assim.mesmo assim.
AterrosAterros
AterrosAterros
AterrosAterros
Estabilidade dos aterrosEstabilidade dos aterros
Aterros – tipos de ocorrênciasAterros – tipos de ocorrências
 Recalque por adensamentoRecalque por adensamento
Aterros - ocorrenciasAterros - ocorrencias
Camada portante de baixa capacidade de suporte e com grande
profundidade.
Aterros – ruptura porAterros – ruptura por
escorregamentoescorregamento
Ruptura por escorregamentoRuptura por escorregamento
Processos de consolidação de aterrosProcessos de consolidação de aterros
 Remoção do solo de má qualidade e substituição por materialRemoção do solo de má qualidade e substituição por material
adequado;adequado;
 Deslocamento material instável;Deslocamento material instável;
Processos de consolidação de aterrosProcessos de consolidação de aterros
 Deslocamento com explosivos;Deslocamento com explosivos;
 Utilização de bermas de equilíbrio;Utilização de bermas de equilíbrio;
Bermas de equilíbrioBermas de equilíbrio
Processos de consolidação de aterrosProcessos de consolidação de aterros
 Utilização de drenos verticais de areia;Utilização de drenos verticais de areia;
 São construidos por sondas rotativas ou pelaSão construidos por sondas rotativas ou pela
cravação de tubos com altura suficiente paracravação de tubos com altura suficiente para
atingir camada profunda de bom suporte, sendoatingir camada profunda de bom suporte, sendo
material interno removido por jatos de água.material interno removido por jatos de água.
 Uma camada de areia é lançada sobre o topoUma camada de areia é lançada sobre o topo
dos drenos, assim o adensamento é aceleradodos drenos, assim o adensamento é acelerado
pela rápida perda de água e reduzindo o volumepela rápida perda de água e reduzindo o volume
de vazios.de vazios.
Execução de aterros regrasExecução de aterros regras
básicasbásicas
Execução de aterroExecução de aterro
Compactação de taludesCompactação de taludes

FIMFIM

Execucao terraplanagem1

  • 1.
  • 2.
  • 3.
    Serviços preliminaresServiços preliminares 1Instalação do canteiro de obras1 Instalação do canteiro de obras  Função da dimensão da obraFunção da dimensão da obra  Proximidade de centros urbanosProximidade de centros urbanos  Tempo da obraTempo da obra  Obs. Não compensa permitir que operáriosObs. Não compensa permitir que operários fiquem a cidade pois isso gera dificuldades.fiquem a cidade pois isso gera dificuldades.
  • 4.
    Canteiro de obrasCanteirode obras  Regra geral: localizar perto do centro deRegra geral: localizar perto do centro de gravidade (área em planta) dos serviços. Asgravidade (área em planta) dos serviços. As construções devem ser econômicas econstruções devem ser econômicas e reaproveitáveis após a desmontagem doreaproveitáveis após a desmontagem do acampamento. Parâmetros que podem alteraracampamento. Parâmetros que podem alterar a regra geral: dimensão da obra, proximidadea regra geral: dimensão da obra, proximidade de centro urbano, tempo de execução dade centro urbano, tempo de execução da obra, facilidades locais de energia elétrica eobra, facilidades locais de energia elétrica e água potável, etc. Um canteiro deverá conter:água potável, etc. Um canteiro deverá conter:
  • 5.
    EscritorioEscritorio  restando osseguintes serviços gerais:restando os seguintes serviços gerais: apropriação (coleta de dados, classificação,apropriação (coleta de dados, classificação, ordenação e cálculo de despesas porordenação e cálculo de despesas por categorias); comunicação entre o canteiro decategorias); comunicação entre o canteiro de serviço e a gerência; comunicação entre oserviço e a gerência; comunicação entre o canteiro e terceiros; ponto; pagamento decanteiro e terceiros; ponto; pagamento de pessoal; organização, distribuição e pagamentopessoal; organização, distribuição e pagamento de contas e sua contabilização em livro próprio;de contas e sua contabilização em livro próprio; escrituração do livro "caixa" da obra;escrituração do livro "caixa" da obra; arquivamento de correspondência, fichário dearquivamento de correspondência, fichário de máquinas , material de consumo, etc.máquinas , material de consumo, etc.
  • 6.
    AlmoxarifadoAlmoxarifado  responsável pelacompra e distribuição deresponsável pela compra e distribuição de materiais, que se classificam em :materiais, que se classificam em : materiais de consumo (combustíveis,materiais de consumo (combustíveis, óleos, graxas, alimentos, peçasóleos, graxas, alimentos, peças sobressalentes, etc.) , materiais desobressalentes, etc.) , materiais de aplicação (cimento, cal, pedra, areia, etc.)aplicação (cimento, cal, pedra, areia, etc.) e materiais permanentes (máquinas,e materiais permanentes (máquinas, móveis, grandes ferramentas, etc.).móveis, grandes ferramentas, etc.).
  • 7.
    Oficinas de manutençãoOficinasde manutenção  Para reparos ligeiros, pinturas,Para reparos ligeiros, pinturas, manutenção preventiva(revisão quinzenalmanutenção preventiva(revisão quinzenal de peças de alto desgaste, revisão dede peças de alto desgaste, revisão de motores segundo especificações dosmotores segundo especificações dos fabricantes). Como indicação, deve ter 36fabricantes). Como indicação, deve ter 36 m2 por máquina em serviço.m2 por máquina em serviço.
  • 8.
    TransportesTransportes  Podem serfeitos em caminhões cobertos,Podem ser feitos em caminhões cobertos, com bancos, respeitada a legislaçãocom bancos, respeitada a legislação vigente, com todas as regras devigente, com todas as regras de segurança respeitadas e sempre gratuito;segurança respeitadas e sempre gratuito; o transporte de pessoal graduadoo transporte de pessoal graduado normalmente é feito em veículos menores,normalmente é feito em veículos menores, como utilitários ou automóveis.como utilitários ou automóveis.
  • 9.
    Serviços provisóriosServiços provisórios Em geral, no caso de obra rodoviária,Em geral, no caso de obra rodoviária, obras de baixo custo, com plataformas deobras de baixo custo, com plataformas de 4 a 5 metros. Procurar suavizar rampas4 a 5 metros. Procurar suavizar rampas de inclinação muito forte. Pequenosde inclinação muito forte. Pequenos aterros, drenados, nas baixadas e ondeaterros, drenados, nas baixadas e onde houver solos de má qualidade. Bueiroshouver solos de má qualidade. Bueiros para evitar inundações. Nas grandespara evitar inundações. Nas grandes obras, estradas de serviço podemobras, estradas de serviço podem necessitar plataformas maiores, com boanecessitar plataformas maiores, com boa conservação e suporteconservação e suporte
  • 10.
    Serviços provisóriosServiços provisórios Executados sempre que, devido à baixaExecutados sempre que, devido à baixa capacidade de suporte do sub-leito possacapacidade de suporte do sub-leito possa ocorrer recalque exagerado ouocorrer recalque exagerado ou escorregamento lateral. No caso deescorregamento lateral. No caso de estradas de serviço, não tem o requinteestradas de serviço, não tem o requinte que será visto em "construção de aterros",que será visto em "construção de aterros", mas devem ter boa capacidade demas devem ter boa capacidade de suporte e drenagem suficiente.suporte e drenagem suficiente.
  • 11.
    Locação topográficaLocação topográfica O órgão rodoviário (DNIT, DER/PR, etc)O órgão rodoviário (DNIT, DER/PR, etc) fornece o eixo da estrada locado efornece o eixo da estrada locado e piqueteado a cada 20 m, incluindo apiqueteado a cada 20 m, incluindo a marcação dos PC(pontos de curva),marcação dos PC(pontos de curva), PT(ponto de tangência) e PI (ponto ondePT(ponto de tangência) e PI (ponto onde o prolongamento das retas seo prolongamento das retas se interceptam), devendo o empreiteirointerceptam), devendo o empreiteiro acompanhar a execução desse trabalho aacompanhar a execução desse trabalho a fim de esclarecer dúvidas.fim de esclarecer dúvidas.
  • 12.
  • 13.
    locaçãolocação  A marcaçãocorreta dos pontos de off-setA marcação correta dos pontos de off-set é importante porque a correção de erros éé importante porque a correção de erros é muito onerosa. O erro máximo admissívelmuito onerosa. O erro máximo admissível na altura do off-set de corte é 10 cm.na altura do off-set de corte é 10 cm. Superfícies côncavas ou convexas nosSuperfícies côncavas ou convexas nos taludes de corte, ou nos de aterro, nãotaludes de corte, ou nos de aterro, não são permitidas, nem são pagassão permitidas, nem são pagas modificações nos volumes previstos nomodificações nos volumes previstos no projeto.projeto.
  • 14.
  • 15.
    Limpeza da faixade ocupaçãoLimpeza da faixa de ocupação fatoresfatores  1.     Porte e tamanho das árvores:1.     Porte e tamanho das árvores:  2.    Uso final da terra:Estradas,2.    Uso final da terra:Estradas, barragens, reflorestamento, uso agrícola –barragens, reflorestamento, uso agrícola – exigências são diferentes em cada tipo deexigências são diferentes em cada tipo de obra.obra.  3.    Condições do solo:Espessura da3.    Condições do solo:Espessura da camada de terra vegetal, matériacamada de terra vegetal, matéria orgânica, umidade, presença de matacõesorgânica, umidade, presença de matacões e blocos de rocha , influem na escolhae blocos de rocha , influem na escolha dos equipamentos a serem usados.dos equipamentos a serem usados.
  • 16.
    Limpeza da faixade ocupaçãoLimpeza da faixa de ocupação fatoresfatores  4.    Topografia: grandes rampas, valetas,4.    Topografia: grandes rampas, valetas, áreas pantanosas e de baixo suporte,áreas pantanosas e de baixo suporte, formações rochosas – alteram a operaçãoformações rochosas – alteram a operação de alguns equipamentos.de alguns equipamentos.  5.    Especificações da obra : tamanho da5.    Especificações da obra : tamanho da obra, prazo, disposição de entulho,obra, prazo, disposição de entulho, exigências de conservação ambiental eexigências de conservação ambiental e dos solosdos solos
  • 17.
  • 18.
  • 19.
  • 20.
  • 21.
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    Estimativa do tempode corte deEstimativa do tempo de corte de arvoresarvores
  • 24.
    Utilização dos equipamentosdeUtilização dos equipamentos de terraplanagemterraplanagem
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    Atividades do bulldozerAtividades do bull dozer
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    Moto scraper epusherMoto scraper e pusher
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    Técnicas de carregamentoTécnicasde carregamento  Usar pusher sempre que scrapers tenham maisUsar pusher sempre que scrapers tenham mais de 10 m3.  Equipamento com potênciade 10 m3.  Equipamento com potência adequada, no auxílio do carregamento,  paga-seadequada, no auxílio do carregamento,  paga-se por si mesmo;por si mesmo;  .    .     evitar congestionamento no corte. Áreaevitar congestionamento no corte. Área ampla.    É preferível excesso de pusher queampla.    É preferível excesso de pusher que atrasos;atrasos;  ..     escavar no sentido do transporte, rampas     escavar no sentido do transporte, rampas inclinadas nesse sentido (descendo) ;inclinadas nesse sentido (descendo) ;
  • 38.
    Tecnicas de carregamentoTecnicasde carregamento  começar corte sem o pusher, até patinar. (reduz atécomeçar corte sem o pusher, até patinar. (reduz até 40% do tempo de carga);40% do tempo de carga);  ..     cortar em faixas alternadas;     cortar em faixas alternadas;  ..     não usar velocidades elevadas no transporte:     não usar velocidades elevadas no transporte: segurança;segurança;  ..     sempre que possível, atacar dois aterros (e/ou     sempre que possível, atacar dois aterros (e/ou cortes) ao mesmo tempo, para evitar retornos ecortes) ao mesmo tempo, para evitar retornos e manobras; ver "combinação de ciclos" mais adiante, emmanobras; ver "combinação de ciclos" mais adiante, em "transporte";"transporte";  ..     aproveitar ociosidade do pusher, escarificando     aproveitar ociosidade do pusher, escarificando (principalmente com material argiloso) ou fazendo a(principalmente com material argiloso) ou fazendo a manutenção do piso da área de carregamento;manutenção do piso da área de carregamento;
  • 39.
    Tecnicas de carregamentoTecnicasde carregamento  coroar (encher até o limite máximo) o motoscraper nãocoroar (encher até o limite máximo) o motoscraper não significa aumentar a produtividade, pelo tempo quesignifica aumentar a produtividade, pelo tempo que gasta;gasta;  espessura de corte: por experimentação, verificar comespessura de corte: por experimentação, verificar com qual o tempo de carregamento é mais breve;qual o tempo de carregamento é mais breve;  em terrenos muito compactos, deixar o motoscraper noem terrenos muito compactos, deixar o motoscraper no neutro, e a força para o pusher.neutro, e a força para o pusher.  só fazer o pusher em linha reta, jamais em curva;só fazer o pusher em linha reta, jamais em curva;  ao final da carga, elevar lentamente a caçamba, paraao final da carga, elevar lentamente a caçamba, para evitar degraus;evitar degraus;  conferir o tempo ótimo de carregamento em todaconferir o tempo ótimo de carregamento em toda mudança de condição do trabalho.mudança de condição do trabalho.
  • 40.
  • 41.
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    Revendo – draglineRevendo – drag line
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    Revendo – clamshellRevendo – clam shell
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  • 46.
    Unidades escavo-elevadorasUnidades escavo-elevadoras Escavam e carregam a unidadeEscavam e carregam a unidade transportadora;transportadora;  Possuem ciclo contínuo – diferente dasPossuem ciclo contínuo – diferente das escavo carregadoras que tem o cilcoescavo carregadoras que tem o cilco descontinuo.descontinuo.  Rampas devem ser favoraveis.Rampas devem ser favoraveis.  Uso em condições especiaisUso em condições especiais
  • 47.
  • 48.
    Calculo dos volumesCalculodos volumes  O projeto de uma estrada deve serO projeto de uma estrada deve ser escolhido de forma a harmonizar osescolhido de forma a harmonizar os elementos geométricos da planta e doelementos geométricos da planta e do perfil. O custo do movimento de terra éperfil. O custo do movimento de terra é significativo em relação ao custo total dasignificativo em relação ao custo total da estrada, por isso, sempre que possívelestrada, por isso, sempre que possível deve ser feito o equilíbrio entre volumesdeve ser feito o equilíbrio entre volumes de cortes e aterros, evitando-sede cortes e aterros, evitando-se empréstimos e/ou bota-foras.empréstimos e/ou bota-foras.
  • 49.
    VolumesVolumes  Admite-se queo terreno varia de formaAdmite-se que o terreno varia de forma linear entre duas seções consecutivas, olinear entre duas seções consecutivas, o que de certa forma para distância entreque de certa forma para distância entre seções de 20 m não gera errosseções de 20 m não gera erros significativos. O processo consiste nosignificativos. O processo consiste no levantamento das seções transversais emlevantamento das seções transversais em cada estaca inteira do traçado (estaca decada estaca inteira do traçado (estaca de 20 m).20 m).
  • 50.
    Calculo de volumesCalculode volumes  Vc = (Aci + Aci+1)xL/2Vc = (Aci + Aci+1)xL/2  Va = (Aai + Aai+1) xL/2Va = (Aai + Aai+1) xL/2  para L = 20 mpara L = 20 m Vc = (Aci + Aci+1) x1Vc = (Aci + Aci+1) x1  Va = (Aai + Aai+1)x10Va = (Aai + Aai+1)x10  Vc = volume de corte (m3)Vc = volume de corte (m3)  Va = volume de aterro (m3)Va = volume de aterro (m3)  Ac = área de corte da seção i (m2)Ac = área de corte da seção i (m2)  Ac = área de corte da seção i (m2)Ac = área de corte da seção i (m2)  L = distância entre seções (m)L = distância entre seções (m)
  • 51.
    Quando o volumede corte é maiorQuando o volume de corte é maior que o do aterro: Vc > Vaque o do aterro: Vc > Va  Se a diferença puder serSe a diferença puder ser compensada lateralmente nãocompensada lateralmente não haverá necessidade de transporte.haverá necessidade de transporte. V=VaV=Va Se V = Vc – VaSe V = Vc – Va = volume de corte do trecho= volume de corte do trecho entre seções que será escavado no corte eentre seções que será escavado no corte e transportado para um aterro conveniente,transportado para um aterro conveniente, estando, portanto, sujeito a transporteestando, portanto, sujeito a transporte longitudinal.longitudinal.
  • 52.
    Quando o volumede aterro é maiorQuando o volume de aterro é maior que o do corte: Va > Vcque o do corte: Va > Vc  Se a diferença puder serSe a diferença puder ser compensada lateralmente nãocompensada lateralmente não haverá necessidade de transporte.haverá necessidade de transporte. V=VcV=Vc  V = Va – VcV = Va – Vc = volume de aterro do= volume de aterro do trecho com transporte longitudinal.trecho com transporte longitudinal.
  • 53.
    ObservaçõesObservações  Custo decompensação dosCusto de compensação dos volumes =volumes = custo de escavação + custocusto de escavação + custo de transportede transporte  Custo de não compensação =Custo de não compensação = custocusto de escavação + custo de transporte parade escavação + custo de transporte para bota-fora + custo de escavação dobota-fora + custo de escavação do material de empréstimo + custo dematerial de empréstimo + custo de transporte de empréstimo.transporte de empréstimo.
  • 54.
    Calculo dos volumesacumuladosCalculo dos volumes acumulados  Convenção para medida de volumes:Convenção para medida de volumes:  •• positiva para medida dos volumes depositiva para medida dos volumes de corte (+Vc)corte (+Vc)  •• negativa para os volumes de aterrosnegativa para os volumes de aterros (- Va)(- Va)
  • 55.
    Tabela de volumesTabelade volumes EstaEsta caca ÁreaÁrea VOLUMEVOLUME CORTCORT EE ATERRATERR OO CORTECORTE ATERRATERR OO ATERRATERR OO CORR.CORR. COMP.COMP. LATERLATER ALAL TransporteTransporte longitudinallongitudinal Acum.Acum. cortecorte aterroaterro ++ -- frfr ++ -- ΣΣ (1)(1) (2)(2) (3)(3) (4)(4) (5)(5) (6)(6) (7)(7) (8)(8) (9)(9) (10)(10) Obs: PP = Ponto de passagem, onde terminam os cortes e começam os aterros.
  • 56.
    TabelaTabela  (1) estacasnos pontos onde foram levantados as seções(1) estacas nos pontos onde foram levantados as seções transversais (estacas inteiras) estacas fracionárias quando otransversais (estacas inteiras) estacas fracionárias quando o terreno é muito irregular, estacas do PPterreno é muito irregular, estacas do PP  (2) áreas de corte, medidas nas seções (m2)(2) áreas de corte, medidas nas seções (m2)  (3) áreas de aterro, medidas nas seções (m2)(3) áreas de aterro, medidas nas seções (m2)  (4) = (Ai(corte) + Ai+1(corte))x10(4) = (Ai(corte) + Ai+1(corte))x10  (5) = (Ai(aterro) + Ai+1(aterro))x10(5) = (Ai(aterro) + Ai+1(aterro))x10  (6) produto da coluna (5) pelo fator de redução = (5) x (fr)(6) produto da coluna (5) pelo fator de redução = (5) x (fr)  (7) volumes compensados lateralmente, que não estão sujeitos a(7) volumes compensados lateralmente, que não estão sujeitos a transporte longitudinal = menor volume entre Va(corrigido) e Vctransporte longitudinal = menor volume entre Va(corrigido) e Vc  (8) e (9) volumes sujeitos ao transporte longitudinal, compensação(8) e (9) volumes sujeitos ao transporte longitudinal, compensação entre cortes e aterros = (Vc–Va(corrigido)) ou (Va(corrigido) – Vc)entre cortes e aterros = (Vc–Va(corrigido)) ou (Va(corrigido) – Vc)  (10) volume acumulado, resultado da soma algébrica acumulada(10) volume acumulado, resultado da soma algébrica acumulada dos volumes obtidos nas colunas (8) e (9) = (Vi+Vi+1)dos volumes obtidos nas colunas (8) e (9) = (Vi+Vi+1)
  • 57.
    Diagrama de massasDiagramade massas  Representação gráfica dos volumesRepresentação gráfica dos volumes acumuladosacumulados  •• estudo da compensação cortes-aterrosestudo da compensação cortes-aterros  •• programação de bota-foras eprogramação de bota-foras e empréstimosempréstimos  •• programação dos equipamentosprogramação dos equipamentos
  • 58.
    Custo total deterraplenagemCusto total de terraplenagem  CT = [(Ce.V + Ct.V.dm + V.Ccomp)+(Ce.Vbf + Ct.Vbf.CT = [(Ce.V + Ct.V.dm + V.Ccomp)+(Ce.Vbf + Ct.Vbf. dbf + Vbf.Ccomp)+(Ce.Vemp + Ct.Vemp.demp +dbf + Vbf.Ccomp)+(Ce.Vemp + Ct.Vemp.demp + +Vemp.Ccomp)]+Vemp.Ccomp)]  onde: e = escavaçãoonde: e = escavação  t = transportet = transporte  V: volume compensado longitudinalmenteV: volume compensado longitudinalmente  bf = bota-forabf = bota-fora  emp = empréstimoemp = empréstimo  Ce = custo de escavação = U$Ce = custo de escavação = U$  Ccomp = custo de compactação = U$Ccomp = custo de compactação = U$  Ct = custo de transporteCt = custo de transporte  Vbf = volume de bota-foraVbf = volume de bota-fora  Vemp = volume de empréstimoVemp = volume de empréstimo  dm = distância média de transportedm = distância média de transporte  demp = distância de empréstimodemp = distância de empréstimo  det = distância econômica de transportedet = distância econômica de transporte
  • 59.
    Marcação topográfica decortesMarcação topográfica de cortes Pontos importantes para a marcação piso em caso de erro oprejuizo será grande.
  • 60.
    Marcação topográfica decortesMarcação topográfica de cortes  Para marcação desses pontos éPara marcação desses pontos é necessário conhecer:necessário conhecer:  Indicação para cada estaca das alturas deIndicação para cada estaca das alturas de corte (linha vermelha);corte (linha vermelha);  Largura da plataforma;Largura da plataforma;  Ângulo do talude de corte adotado.Ângulo do talude de corte adotado.
  • 61.
  • 62.
    Execução de corteExecuçãode corte  Deve-se obter,alem dos dados da figura oDeve-se obter,alem dos dados da figura o ângulo de inclinação do terreno natural ;ângulo de inclinação do terreno natural ;  Distancia horizontal do off set esquerdo eDistancia horizontal do off set esquerdo e direito;direito;  Diferença de contas entre o eixo e o offsetDiferença de contas entre o eixo e o offset esquerdo e direito.esquerdo e direito.
  • 63.
    Controle topografico daexedcuçãoControle topografico da exedcução de cortesde cortes
  • 64.
    Controle topografico daexecuçãoControle topografico da execução de cortesde cortes  A escavação prosegue ate as imediaçõesA escavação prosegue ate as imediações das alturas He e Hd qdo se faz novadas alturas He e Hd qdo se faz nova locação da plataforma inacabada dolocação da plataforma inacabada do fundo do corte.fundo do corte.  Em seguida faz-se o nivelamento,Em seguida faz-se o nivelamento, geralmente feito com a moto niveladora.geralmente feito com a moto niveladora.  Obedecer sempre o ângulo de talude.Obedecer sempre o ângulo de talude.
  • 65.
    Escavação de materiaisde 1ªEscavação de materiais de 1ª categoriacategoria
  • 66.
  • 67.
    Escavação de materiaisde 1ªEscavação de materiais de 1ª categoriacategoria  Equipamentos utilizadosEquipamentos utilizados  Trator de lâminaTrator de lâmina  MotoscraperMotoscraper  Carregadeiras e caminhões.Carregadeiras e caminhões.
  • 68.
    Escavação de materiaisde 2ªEscavação de materiais de 2ª categoriacategoria
  • 69.
  • 70.
  • 71.
  • 72.
    Tecnicas de operaçãocom oTecnicas de operação com o escarificadorescarificador  escarificar sempre em primeira marcha, e baixaescarificar sempre em primeira marcha, e baixa velocidade ;velocidade ;  se possível, morro abaixo;se possível, morro abaixo;  se o material apresentar camadas inclinadas, nase o material apresentar camadas inclinadas, na direção da inclinação;direção da inclinação;  quando usado na carga por scraper, na direçãoquando usado na carga por scraper, na direção de carga;de carga;  escarificar em profundidade uniforme;escarificar em profundidade uniforme;  colocar os porta dentes simétricos em relaçãocolocar os porta dentes simétricos em relação ao centro da barra de ripper.ao centro da barra de ripper.
  • 73.
    EscarificaçãoEscarificação  Usados naescavação de materiais deUsados na escavação de materiais de segunda categoria, em rochas brandas,segunda categoria, em rochas brandas, abrandando materiais de primeiraabrandando materiais de primeira categoria, etc.categoria, etc.  SãoSão mais eficientes nos materiais muitomais eficientes nos materiais muito consistentes que nos materiais brandosconsistentes que nos materiais brandos.. Os de  comando hidráulico são maisOs de  comando hidráulico são mais precisos porém sofrem maior desgaste.precisos porém sofrem maior desgaste.
  • 74.
    Escavação em solosbrejosos eEscavação em solos brejosos e turfososturfosos
  • 75.
  • 76.
    Solos brejososSolos brejosos e)Após sua retirada acumula elevada quantidade de água. f) Pode-se tentar o rebaixamento do lençol freático através dos métodos usuais; g) Eventualmente esses solos permitem a passagem de trator de esteiras somente.
  • 77.
    Solos brejososSolos brejosos Equipamentos indicadosEquipamentos indicados  Escavadeiras sobre esteiras;Escavadeiras sobre esteiras;  Retroescavadeiras com lança do tipo “dragRetroescavadeiras com lança do tipo “drag line”; São lentas mas tem longo alcance.line”; São lentas mas tem longo alcance.
  • 78.
    Metodo de escavação- brejosMetodo de escavação - brejos  Retirada do material de forma ordenada,Retirada do material de forma ordenada, através da abertura de caixas alternadas.através da abertura de caixas alternadas. Isso limita a quantidade de água e lodo aIsso limita a quantidade de água e lodo a ser retirada;ser retirada;  Retirada de água com bombas;Retirada de água com bombas;  Retirar lodo restante;Retirar lodo restante;  Reenchimento com material adequado.Reenchimento com material adequado.
  • 80.
    Reenchimento de valasReenchimentode valas  Imediatamente após remoção do lodo e da águaImediatamente após remoção do lodo e da água deve-se lançar as primeiras camadas de solo,deve-se lançar as primeiras camadas de solo, preferencialmente arenoso. Facilita a drenagem.preferencialmente arenoso. Facilita a drenagem. Colchão de 50 cm;Colchão de 50 cm;  Iniciar espalhamento do solos em camadas, daIniciar espalhamento do solos em camadas, da extremidade para o centro.extremidade para o centro.  As primeiras camadas (até 1m) permanecemAs primeiras camadas (até 1m) permanecem muito úmidas, mas devem ser compactadasmuito úmidas, mas devem ser compactadas mesmo assim.mesmo assim.
  • 81.
  • 82.
  • 83.
  • 84.
  • 85.
    Aterros – tiposde ocorrênciasAterros – tipos de ocorrências  Recalque por adensamentoRecalque por adensamento
  • 86.
    Aterros - ocorrenciasAterros- ocorrencias Camada portante de baixa capacidade de suporte e com grande profundidade.
  • 87.
    Aterros – rupturaporAterros – ruptura por escorregamentoescorregamento
  • 88.
  • 89.
    Processos de consolidaçãode aterrosProcessos de consolidação de aterros  Remoção do solo de má qualidade e substituição por materialRemoção do solo de má qualidade e substituição por material adequado;adequado;  Deslocamento material instável;Deslocamento material instável;
  • 90.
    Processos de consolidaçãode aterrosProcessos de consolidação de aterros  Deslocamento com explosivos;Deslocamento com explosivos;  Utilização de bermas de equilíbrio;Utilização de bermas de equilíbrio;
  • 91.
  • 92.
    Processos de consolidaçãode aterrosProcessos de consolidação de aterros  Utilização de drenos verticais de areia;Utilização de drenos verticais de areia;  São construidos por sondas rotativas ou pelaSão construidos por sondas rotativas ou pela cravação de tubos com altura suficiente paracravação de tubos com altura suficiente para atingir camada profunda de bom suporte, sendoatingir camada profunda de bom suporte, sendo material interno removido por jatos de água.material interno removido por jatos de água.  Uma camada de areia é lançada sobre o topoUma camada de areia é lançada sobre o topo dos drenos, assim o adensamento é aceleradodos drenos, assim o adensamento é acelerado pela rápida perda de água e reduzindo o volumepela rápida perda de água e reduzindo o volume de vazios.de vazios.
  • 93.
    Execução de aterrosregrasExecução de aterros regras básicasbásicas
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