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REDE COLETORA DE ESGOTO:
CONCEITOS E DIMENSIONAMENTO
Mateus Caetano Dezotti
Eng. Civil
Sistema Unitário: esgoto + águas pluviais
Sistema Separador Absoluto (Brasil): esgoto
(é proibido jogar água de chuva no esgoto)
SISTEMAS DE ESGOTOS SANITÁRIOS
TIPOS DE SISTEMAS:
CONCEITOS BÁSICOS
Ramal predial: Trecho da tubulação compreendido entre a
caixa de inspeção de ligação e o coletor de esgotos
Rede Coletora: Tubulação que recebe contribuições dos
ramais prediais e de outras redes coletoras de esgotos
Coletor tronco / Interceptor: Tubulação que recebe
contribuições de redes coletoras de esgoto e de outros
coletores tronco, não recebendo ligações prediais diretas
Emissário: Canalização destinada a conduzir os esgotos a
um destino conveniente sem receber contribuições em
marcha.
SISTEMAS DE ESGOTOS SANITÁRIOS
PARTES CONSTITUINTES:
CONCEITOS BÁSICOS
Estação Elevatória: Tem a finalidade de recalcar o
esgoto de uma cota mais baixa para uma cota mais alta
Sifão Invertido: Trecho rebaixado com escoamento sob
pressão, cuja finalidade é transpor obstáculos, depressões
do terreno ou cursos d´água
Estação de Tratamento: é a unidade operacional do
sistema de esgotamento sanitário que através de
processos físicos, químicos ou biológicos removem as
cargas poluentes do esgoto, devolvendo ao ambiente o
produto final, efluente tratado, em conformidade com os
padrões exigidos pela legislação ambiental.
SISTEMAS DE ESGOTOS SANITÁRIOS
PARTES CONSTITUINTES:
CONCEITOS BÁSICOS
SISTEMAS DE ESGOTOS SANITÁRIOS
PARTES CONSTITUINTES:
REDE COLETORA – ÓRGÃOS ACESSÓRIOS
Poço de Visita (PV): Câmara visitável através de abertura existente em sua
parte superior, destinado à execução de trabalhos de manutenção e
inspeção.
Deve ser obrigatoriamente usado nas seguintes condições:
a) na confluência de mais de 2 (dois) trechos à singularidade e 1 (uma)
saída;
b) na confluência que exige colocação de tubo de queda;
c) Quando a profundidade for maior ou igual a 1,60 m;
d) a jusante de ligações prediais cujas contribuições podem acarretar
problemas de manutenção.
POÇO DE VISITA (PV)
REDE COLETORA – ÓRGÃOS ACESSÓRIOS
Tubo de queda: Dispositivo instalado no poço de visita
(PV), ligando um coletor afluente ao fundo do poço
POÇO DE VISITA (PV)
REDE COLETORA – ÓRGÃOS ACESSÓRIOS
Poço de Inspeção (PI): Dispositivo não visitável que permite inspeção e
introdução de equipamentos de desobstrução e limpeza.
Devem ser usados nas seguintes situações:
a) na confluência de até 2 (dois) trechos à singularidade e 1 (uma) saída;
b) nos pontos com degrau de altura igual ou inferior a 0,50 m;
c) profundidade do coletor até 1,60 m
- diâmetro do coletor até 200 mm;
REDE COLETORA – ÓRGÃOS ACESSÓRIOS
REDE COLETORA – ÓRGÃOS ACESSÓRIOS
POÇO DE INSPEÇÃO (PI)
Terminal de Limpeza (TL): Dispositivo não
visitável que permite inspeção e introdução de
equipamentos de limpeza, sendo localizado na
cabeceira deste
O TL deve ser usado em pontas secas, isto é,
no início (montante) de redes coletoras de
esgotos, exceto em ruas de terra, e nos casos
em que há previsão de prolongamento de
rede, quando deve-se usar PI ou PV.
REDE COLETORA – ÓRGÃOS ACESSÓRIOS
TERMINAL DE LIMPEZA (TL)
h
p
p = a + i.L + h
SISTEMAS DE ESGOTOS SANITÁRIOS
RAMAIS PREDIAIS E A PROFUNDIDADE MÍNIMA DA REDE
Diâmetro do ramal predial: em geral – 100 mm
i = 2% - declividade do ramal predial (excepcionalmente = 1%)
SISTEMAS DE ESGOTOS SANITÁRIOS
RAMAIS PREDIAIS E A PROFUNDIDADE MÍNIMA DA REDE
Diâmetro do ramal predial: em geral – 100 mm
SISTEMAS DE ESGOTOS SANITÁRIOS
CONEXÃO À REDE COLETORA
SISTEMAS DE ESGOTOS SANITÁRIOS
REDE COLETORA – POSIÇÃO NA VIA PÚBLICA
A escolha da posição da rede em via pública depende dos seguintes fatores:
•Conhecimento das interferências (galerias de águas pluviais, cabos telefônicos e elétricos,
adutoras, redes de água, tubulação de gás);
•Profundidade dos coletores;
•Tráfego; Largura da rua e da calçada; Soleiras dos prédios, etc.
REDE SIMPLES:
Os coletores serão lançados no eixo carroçável, ou no terço
do leito carroçável;
Caso em um dos lados da rua existam soleiras mais baixas
ou negativas, o coletor deverá ser lançado no terço
correspondente.
SISTEMAS DE ESGOTOS SANITÁRIOS
REDE COLETORA – POSIÇÃO NA VIA PÚBLICA
REDE DUPLA:
Vias com tráfego intenso;
Vias largas (avaliação de custos);
Vias com interferências que impossibilitem o assentamento
do coletor no leito carroçável, ou que constituam empecilho
à execução das ligações prediais;
SISTEMAS DE ESGOTOS SANITÁRIOS
REDE COLETORA – POSIÇÃO NA VIA PÚBLICA
Rede Coletora, Interceptor, Emissário → Condutos
livres, em geral
Emissário → condutos livres (há também em
conduto forçado por gravidade)
Sifões Invertidos, Linha de Recalque das Elevatórias
e Emissários Submarinos → Condutos forçados
(gravidade ou recalque)
REGIME HIDRÁULICO DE ESCOAMENTO
CONCEITOS BÁSICOS
Tubos cerâmicos: 100, 150, 200, 250, 300, 350, 375,
400 mm - Junta: Asfalto / Elástica / Argamassa
Tubos de ferro fundido dúctil: 150 a 1200 mm – junta
elástica
Tubos de PVC: 100 a 400 mm – junta elástica
Tubos de polyester: 100 a 2000 mm – junta elástica
Tubos de concreto: 400 a 2000 mm – junta elástica
Tubos de PEAD
“O tubo cerâmico tem durabilidade superior a 100 anos”
TUBOS CERÂMICOS TAMBAÚ – 19 3673-1585
MATERIAIS UTILIZADOS EM TUBULAÇÕES
DE ESGOTO
NBR 9648 – Estudo de concepção de sistemas de Esgoto
Sanitário, 1986.
NBR 9649 – Projeto de Redes Coletoras de Esgoto Sanitário,
1986.
NBR 12207 - Projeto de Interceptores de Esgoto Sanitário,
1989.
NBR 12208 - Projeto de Estações Elevatórias de Esgoto
Sanitário, 1989.
NBR 12209 - Projeto de Estações de Tratamento de Esgoto
Sanitário, 1990.
SISTEMAS DE ESGOTOS SANITÁRIOS
NORMAS PARA PROJETOS
DIMENSIONAMENTO
DIMENSIONAMENTO DE REDES
COLETORAS DE ESGOTO
No dimensionamento há que se garantir, ao mesmo
tempo:
 Escoamento da vazão máxima de final de plano (de
tal forma que a lâmina de água máxima seja
inferior a 75%);
 Arraste de sólidos e controle do sulfeto de
hidrogênio para a vazão mínima de início de plano.
Para isso temos que escolher:
Diâmetro da tubulação;
Declividade da tubulação.
Com os menores custos
REDE COLETORA – PROFUNDIDADE DOS COLETORES
DIMENSIONAMENTO
VAZÕES DE DIMENSIONAMENTO
O menor valor da vazão em
qualquer trecho = 1,5 L/s.
DIMENSIONAMENTO
VAZÕES DE DIMENSIONAMENTO
DIMENSIONAMENTO
• Vazão Média
• Vazão Máxima Diária
• Vazão Máxima Horária
Vazões de Dimensionamento
VAZÕES DE PROJETO
(l/s)
(l/s)
(l/s)
26
CONSUMO PER CAPITA MÉDIO “q”
A NB – 587/79 diz que inexistindo dados confiáveis, locais
ou regionais, e não sendo fixados previamente pelo órgão
contratante, serão adotados os seguintes consumos
médios “per capita”, para satisfazer inclusive à demanda
comercial, industrial (que não utilizam água em seus
processamentos), à demanda de usos públicos e as
perdas:
Populações futuras de até 10.000 hab 150–200 l/hab.dia
10.000 hab < População futura < 50.000 hab 200-250 l/hab.dia
População futura > 50.000 250 l/hab.dia
População temporária 100 l/hab.dia
Tabela – Consumos médios “per capita”
VAZÕES DE DIMENSIONAMENTO
a) por metro linear de tubulação
sendo:
qi = vazão de distribuição em marcha inicial (l/s m)
qf = vazão de distribuição em marcha final (l/s m)
Qi = vazão máxima inicial (l/s)
Qf = vazão máxima final (l/s)
Lc = comprimento total da tubulação com contribuição (m)
DIMENSIONAMENTO
REDE COLETORA- CRITÉRIOS PARA DIMENSIONAMENTO
DIMENSIONAMENTO
sendo:
D = diâmetro da tubulação (m)
Qf = vazão máxima final (m³/s)
I = declividade (m/m)
O diâmetro que atende a condição y/D=0,75, pode ser calculado pela equação:
Diâmetro:
Diâmetro mínimo para rede coletora = 150 mm
REDE COLETORA- CRITÉRIOS PARA DIMENSIONAMENTO
DIMENSIONAMENTO
Declividade mínima:
REDE COLETORA- CRITÉRIOS PARA DIMENSIONAMENTO
DIMENSIONAMENTO
Declividade máxima:
sendo:
Imax = declividade máxima (m/m)
Qf = vazão máxima final (l/s)
A equação da declividade máxima é valida para o coeficiente de
Manning: n = 0,013
REDE COLETORA- CRITÉRIOS PARA DIMENSIONAMENTO
DIMENSIONAMENTO
Velocidade Crítica:
Hidráulica Básica
Rodrigo de Melo Porto
REDE COLETORA- CRITÉRIOS PARA DIMENSIONAMENTO
DIMENSIONAMENTO
Lámina d’ água:
Lámina Máxima
A lámina máxima deverá ser igual ou inferior a 75%.
Lámina Mínima
Não se limita a lâmina mínima. O critério de cálculo da tensão
trativa maior ou igual a 1,0 Pa, garante a autolimpeza da rede.
OBRA:
LOCAL: q d = l/(s*m)
q i = 0,00020 l/(s*m)
EXTENSÃO
COEF. DO
TRECHO
VAZÃO A
MONTANTE
CONTRIB
TRECHO
VAZÃO A
JUSANTE
VAZÃO DE
PROJETO
DECLIV,
DIÂM.
COLETOR
(CALC)
DIÂM.
COLETOR
(ADOTADO)
PROF
PV
JUSANTE
LAMINA
LIQUIDA
V Vc
TENSÃO
TRATIVA
MONT JUSANTE (m) (l/s) (l/s) (l/s) (l/s) MONT JUSANTE MONT JUSANTE (m / m) (mm) (mm) (m) (y/D) (m/s) (m/s) (Pa)
-
-
-
-
-
-
-
-
-
SINGULARIDADE
COTA DO TERRENO
(m)
COTA DO COLETOR (m)
TRECHO
CNPJ:
Endereço:
RUA
Empresa:
LOGO
NENHUM LADO = 0
DOIS LADOS = 1,00
UM LADO = 0,50
DATA: 25/04/2021
PLANILHA DE DIMENSIONAMENTO - REDE DE COLETORA DE ESGOTO COEF. CONTRIBUIÇÃO
FOLHA: 1/1
PLANILHA EM EXCEL PARA DIMENSIONAMENTO DE REDE
COLETORA DE ESGOTO
DIMENSIONAMENTO
VERIFICAÇÃO
DECLIVIDADE
VERIFICAÇÃO LAMINA
LÍQUIDA
VERIFICAÇÃO
VELOCIDADE
VERIFICAÇÃO
DECLIVIDADE MÍNIMA
VERIFICAÇÃO
DECLIVIDADE
MÁXIMA
VERIFICAÇÃO
TENSÃO TRATIVA
DECLIVIDADE
MÍNIMA
DECLIVIDADE
MÁXIMA
VERIFICAÇÕES
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
DIMENSIONAMENTO
Coleta e Transporte de Esgoto Sanitário
• Milton Tomoyuki Tsutiya e Pedro Além Sobrinho
Hidráulica Básica
• Rodrigo de Melo Porto
Manual de Hidráulica
• Azevedo Netto
35
Obrigado pela atenção.

Rede coletora de esgoto: Conceitos e Dimensionamento

  • 1.
    1 REDE COLETORA DEESGOTO: CONCEITOS E DIMENSIONAMENTO Mateus Caetano Dezotti Eng. Civil
  • 2.
    Sistema Unitário: esgoto+ águas pluviais Sistema Separador Absoluto (Brasil): esgoto (é proibido jogar água de chuva no esgoto) SISTEMAS DE ESGOTOS SANITÁRIOS TIPOS DE SISTEMAS: CONCEITOS BÁSICOS
  • 3.
    Ramal predial: Trechoda tubulação compreendido entre a caixa de inspeção de ligação e o coletor de esgotos Rede Coletora: Tubulação que recebe contribuições dos ramais prediais e de outras redes coletoras de esgotos Coletor tronco / Interceptor: Tubulação que recebe contribuições de redes coletoras de esgoto e de outros coletores tronco, não recebendo ligações prediais diretas Emissário: Canalização destinada a conduzir os esgotos a um destino conveniente sem receber contribuições em marcha. SISTEMAS DE ESGOTOS SANITÁRIOS PARTES CONSTITUINTES: CONCEITOS BÁSICOS
  • 4.
    Estação Elevatória: Tema finalidade de recalcar o esgoto de uma cota mais baixa para uma cota mais alta Sifão Invertido: Trecho rebaixado com escoamento sob pressão, cuja finalidade é transpor obstáculos, depressões do terreno ou cursos d´água Estação de Tratamento: é a unidade operacional do sistema de esgotamento sanitário que através de processos físicos, químicos ou biológicos removem as cargas poluentes do esgoto, devolvendo ao ambiente o produto final, efluente tratado, em conformidade com os padrões exigidos pela legislação ambiental. SISTEMAS DE ESGOTOS SANITÁRIOS PARTES CONSTITUINTES: CONCEITOS BÁSICOS
  • 5.
    SISTEMAS DE ESGOTOSSANITÁRIOS PARTES CONSTITUINTES:
  • 6.
    REDE COLETORA –ÓRGÃOS ACESSÓRIOS Poço de Visita (PV): Câmara visitável através de abertura existente em sua parte superior, destinado à execução de trabalhos de manutenção e inspeção. Deve ser obrigatoriamente usado nas seguintes condições: a) na confluência de mais de 2 (dois) trechos à singularidade e 1 (uma) saída; b) na confluência que exige colocação de tubo de queda; c) Quando a profundidade for maior ou igual a 1,60 m; d) a jusante de ligações prediais cujas contribuições podem acarretar problemas de manutenção.
  • 7.
    POÇO DE VISITA(PV) REDE COLETORA – ÓRGÃOS ACESSÓRIOS Tubo de queda: Dispositivo instalado no poço de visita (PV), ligando um coletor afluente ao fundo do poço
  • 8.
    POÇO DE VISITA(PV) REDE COLETORA – ÓRGÃOS ACESSÓRIOS
  • 9.
    Poço de Inspeção(PI): Dispositivo não visitável que permite inspeção e introdução de equipamentos de desobstrução e limpeza. Devem ser usados nas seguintes situações: a) na confluência de até 2 (dois) trechos à singularidade e 1 (uma) saída; b) nos pontos com degrau de altura igual ou inferior a 0,50 m; c) profundidade do coletor até 1,60 m - diâmetro do coletor até 200 mm; REDE COLETORA – ÓRGÃOS ACESSÓRIOS
  • 10.
    REDE COLETORA –ÓRGÃOS ACESSÓRIOS POÇO DE INSPEÇÃO (PI)
  • 11.
    Terminal de Limpeza(TL): Dispositivo não visitável que permite inspeção e introdução de equipamentos de limpeza, sendo localizado na cabeceira deste O TL deve ser usado em pontas secas, isto é, no início (montante) de redes coletoras de esgotos, exceto em ruas de terra, e nos casos em que há previsão de prolongamento de rede, quando deve-se usar PI ou PV. REDE COLETORA – ÓRGÃOS ACESSÓRIOS TERMINAL DE LIMPEZA (TL)
  • 12.
    h p p = a+ i.L + h SISTEMAS DE ESGOTOS SANITÁRIOS RAMAIS PREDIAIS E A PROFUNDIDADE MÍNIMA DA REDE Diâmetro do ramal predial: em geral – 100 mm i = 2% - declividade do ramal predial (excepcionalmente = 1%)
  • 13.
    SISTEMAS DE ESGOTOSSANITÁRIOS RAMAIS PREDIAIS E A PROFUNDIDADE MÍNIMA DA REDE Diâmetro do ramal predial: em geral – 100 mm
  • 14.
    SISTEMAS DE ESGOTOSSANITÁRIOS CONEXÃO À REDE COLETORA
  • 15.
    SISTEMAS DE ESGOTOSSANITÁRIOS REDE COLETORA – POSIÇÃO NA VIA PÚBLICA A escolha da posição da rede em via pública depende dos seguintes fatores: •Conhecimento das interferências (galerias de águas pluviais, cabos telefônicos e elétricos, adutoras, redes de água, tubulação de gás); •Profundidade dos coletores; •Tráfego; Largura da rua e da calçada; Soleiras dos prédios, etc.
  • 16.
    REDE SIMPLES: Os coletoresserão lançados no eixo carroçável, ou no terço do leito carroçável; Caso em um dos lados da rua existam soleiras mais baixas ou negativas, o coletor deverá ser lançado no terço correspondente. SISTEMAS DE ESGOTOS SANITÁRIOS REDE COLETORA – POSIÇÃO NA VIA PÚBLICA
  • 17.
    REDE DUPLA: Vias comtráfego intenso; Vias largas (avaliação de custos); Vias com interferências que impossibilitem o assentamento do coletor no leito carroçável, ou que constituam empecilho à execução das ligações prediais; SISTEMAS DE ESGOTOS SANITÁRIOS REDE COLETORA – POSIÇÃO NA VIA PÚBLICA
  • 18.
    Rede Coletora, Interceptor,Emissário → Condutos livres, em geral Emissário → condutos livres (há também em conduto forçado por gravidade) Sifões Invertidos, Linha de Recalque das Elevatórias e Emissários Submarinos → Condutos forçados (gravidade ou recalque) REGIME HIDRÁULICO DE ESCOAMENTO CONCEITOS BÁSICOS
  • 19.
    Tubos cerâmicos: 100,150, 200, 250, 300, 350, 375, 400 mm - Junta: Asfalto / Elástica / Argamassa Tubos de ferro fundido dúctil: 150 a 1200 mm – junta elástica Tubos de PVC: 100 a 400 mm – junta elástica Tubos de polyester: 100 a 2000 mm – junta elástica Tubos de concreto: 400 a 2000 mm – junta elástica Tubos de PEAD “O tubo cerâmico tem durabilidade superior a 100 anos” TUBOS CERÂMICOS TAMBAÚ – 19 3673-1585 MATERIAIS UTILIZADOS EM TUBULAÇÕES DE ESGOTO
  • 20.
    NBR 9648 –Estudo de concepção de sistemas de Esgoto Sanitário, 1986. NBR 9649 – Projeto de Redes Coletoras de Esgoto Sanitário, 1986. NBR 12207 - Projeto de Interceptores de Esgoto Sanitário, 1989. NBR 12208 - Projeto de Estações Elevatórias de Esgoto Sanitário, 1989. NBR 12209 - Projeto de Estações de Tratamento de Esgoto Sanitário, 1990. SISTEMAS DE ESGOTOS SANITÁRIOS NORMAS PARA PROJETOS DIMENSIONAMENTO
  • 21.
    DIMENSIONAMENTO DE REDES COLETORASDE ESGOTO No dimensionamento há que se garantir, ao mesmo tempo:  Escoamento da vazão máxima de final de plano (de tal forma que a lâmina de água máxima seja inferior a 75%);  Arraste de sólidos e controle do sulfeto de hidrogênio para a vazão mínima de início de plano. Para isso temos que escolher: Diâmetro da tubulação; Declividade da tubulação. Com os menores custos
  • 22.
    REDE COLETORA –PROFUNDIDADE DOS COLETORES DIMENSIONAMENTO
  • 23.
    VAZÕES DE DIMENSIONAMENTO Omenor valor da vazão em qualquer trecho = 1,5 L/s. DIMENSIONAMENTO
  • 24.
  • 25.
    • Vazão Média •Vazão Máxima Diária • Vazão Máxima Horária Vazões de Dimensionamento VAZÕES DE PROJETO (l/s) (l/s) (l/s)
  • 26.
    26 CONSUMO PER CAPITAMÉDIO “q” A NB – 587/79 diz que inexistindo dados confiáveis, locais ou regionais, e não sendo fixados previamente pelo órgão contratante, serão adotados os seguintes consumos médios “per capita”, para satisfazer inclusive à demanda comercial, industrial (que não utilizam água em seus processamentos), à demanda de usos públicos e as perdas: Populações futuras de até 10.000 hab 150–200 l/hab.dia 10.000 hab < População futura < 50.000 hab 200-250 l/hab.dia População futura > 50.000 250 l/hab.dia População temporária 100 l/hab.dia Tabela – Consumos médios “per capita”
  • 27.
    VAZÕES DE DIMENSIONAMENTO a)por metro linear de tubulação sendo: qi = vazão de distribuição em marcha inicial (l/s m) qf = vazão de distribuição em marcha final (l/s m) Qi = vazão máxima inicial (l/s) Qf = vazão máxima final (l/s) Lc = comprimento total da tubulação com contribuição (m) DIMENSIONAMENTO
  • 28.
    REDE COLETORA- CRITÉRIOSPARA DIMENSIONAMENTO DIMENSIONAMENTO sendo: D = diâmetro da tubulação (m) Qf = vazão máxima final (m³/s) I = declividade (m/m) O diâmetro que atende a condição y/D=0,75, pode ser calculado pela equação: Diâmetro: Diâmetro mínimo para rede coletora = 150 mm
  • 29.
    REDE COLETORA- CRITÉRIOSPARA DIMENSIONAMENTO DIMENSIONAMENTO Declividade mínima:
  • 30.
    REDE COLETORA- CRITÉRIOSPARA DIMENSIONAMENTO DIMENSIONAMENTO Declividade máxima: sendo: Imax = declividade máxima (m/m) Qf = vazão máxima final (l/s) A equação da declividade máxima é valida para o coeficiente de Manning: n = 0,013
  • 31.
    REDE COLETORA- CRITÉRIOSPARA DIMENSIONAMENTO DIMENSIONAMENTO Velocidade Crítica:
  • 32.
    Hidráulica Básica Rodrigo deMelo Porto REDE COLETORA- CRITÉRIOS PARA DIMENSIONAMENTO DIMENSIONAMENTO Lámina d’ água: Lámina Máxima A lámina máxima deverá ser igual ou inferior a 75%. Lámina Mínima Não se limita a lâmina mínima. O critério de cálculo da tensão trativa maior ou igual a 1,0 Pa, garante a autolimpeza da rede.
  • 33.
    OBRA: LOCAL: q d= l/(s*m) q i = 0,00020 l/(s*m) EXTENSÃO COEF. DO TRECHO VAZÃO A MONTANTE CONTRIB TRECHO VAZÃO A JUSANTE VAZÃO DE PROJETO DECLIV, DIÂM. COLETOR (CALC) DIÂM. COLETOR (ADOTADO) PROF PV JUSANTE LAMINA LIQUIDA V Vc TENSÃO TRATIVA MONT JUSANTE (m) (l/s) (l/s) (l/s) (l/s) MONT JUSANTE MONT JUSANTE (m / m) (mm) (mm) (m) (y/D) (m/s) (m/s) (Pa) - - - - - - - - - SINGULARIDADE COTA DO TERRENO (m) COTA DO COLETOR (m) TRECHO CNPJ: Endereço: RUA Empresa: LOGO NENHUM LADO = 0 DOIS LADOS = 1,00 UM LADO = 0,50 DATA: 25/04/2021 PLANILHA DE DIMENSIONAMENTO - REDE DE COLETORA DE ESGOTO COEF. CONTRIBUIÇÃO FOLHA: 1/1 PLANILHA EM EXCEL PARA DIMENSIONAMENTO DE REDE COLETORA DE ESGOTO DIMENSIONAMENTO VERIFICAÇÃO DECLIVIDADE VERIFICAÇÃO LAMINA LÍQUIDA VERIFICAÇÃO VELOCIDADE VERIFICAÇÃO DECLIVIDADE MÍNIMA VERIFICAÇÃO DECLIVIDADE MÁXIMA VERIFICAÇÃO TENSÃO TRATIVA DECLIVIDADE MÍNIMA DECLIVIDADE MÁXIMA VERIFICAÇÕES
  • 34.
    BIBLIOGRAFIA SUGERIDA DIMENSIONAMENTO Coleta eTransporte de Esgoto Sanitário • Milton Tomoyuki Tsutiya e Pedro Além Sobrinho Hidráulica Básica • Rodrigo de Melo Porto Manual de Hidráulica • Azevedo Netto
  • 35.