SlideShare uma empresa Scribd logo
Aula 04:Dimensionamento dos
Componentes do Sistema
Predial de Esgotos Sanitários
Professora: Msc. Maria Cleide Oliveira Lima
E-mail: cleide.oliveira@ifrn.edu.br
O dimensionamento das tubulações de
esgoto é realizado a partir da somatória de
pesos atribuídos às peças sanitárias e da
consulta a tabelas apresentadas na norma.
O Método das Unidades de Hunter de
Contribuição – UHC.
UHC é o Fator numérico que representa a
contribuição considerada em função da
utilização habitual de cada tipo de aparelho
sanitário.
Dimensionamento dos
Componentes do Sistema
Dimensionamento dos
Componentes do Sistema
Dimensionamento dos
Componentes do Sistema
Ramais de Descarga
Recebem os efluentes dos aparelhos
sanitários
Declividade:1%:significa 1cm de desnível para cada 1 m de
tubulação.
Ramal de descarga: DN mínimo é 40 mm para PVC
Ramal de descarga da bacia sanitária mínimo é de
100 mm.
Mudanças de direção:
- horizontal: ângulo ≤ 45º e vertical ≤ 90º.
Dimensionamento dos
Componentes do Sistema
Tabela 1 - Unidades de Hunter de Contribuição dos aparelhos
sanitários e diâmetro nominal mínimo dos ramais de descarga
Dimensionamento dos
Componentes do Sistema
Ramais de Descarga: Para aparelhos não
relacionados na tabela anterior, devem ser
estimadas as UHC e dimensionadas na
tabela abaixo:
Tabela 2: Unidades de Hunter de Contribuição para aparelhos não
relacionados na Tabela 1
Dimensionamento dos
Componentes do Sistema
Ramais
de Descarga
Dimensionamento dos
Componentes do Sistema
Ramais de Esgoto:Recebem os efluentes
dos ramais de descarga.
Dimensionamento: somatório de UHC
Declividades Mínimas semelhante ao adotado
para ramais de descarga.
É aconselhável adotar o DN 75 mm para ramais
de esgoto de máquina de lavar roupa e
banheiras para evitar o acúmulo de espuma no
interior das caixa sifonada.
Ramais descarga de pias de cozinha:
ligação com a caixa de gordura.
Dimensionamento dos
Componentes do Sistema
Ramais de Esgoto
Tabela 3: Dimensionamento dos ramais de esgoto.
A partir da soma dos UHC dos aparelhos
sanitários da Tabela 1, determinar através da
tabela 3 os diâmetros dos ramais de esgoto.
Dimensionamento dos
Componentes do Sistema
Exemplo 2:Ramal de esgoto de banheiro
edifício residencial.
Dimensionamento dos
Componentes do Sistema
Subcoletores
Coletor público
Coletor Predial
Caixa de inspeção
Rua
Tubo de queda
Dimensionamento dos
Componentes do Sistema
Tubos de Queda:Recebem os efluentes dos ramais
de esgoto e ramais de descarga até os subcoletores.
Os tubos de queda devem ter diâmetro uniforme e
devem ser instalados em um único alinhamento
reto.
Em caso de mudança de direção: efetuadas com
curvas de raio grande e com ângulo superior a 90º.
Devem ser previstos tubos de queda especiais para
pias de cozinha e máquinas de lavar louças, os
quais devem descarregar em uma caixa de gordura
coletiva e em caixa de espuma, respectivamente.
Dimensionamento dos
Componentes do Sistema
Tubos de Queda:
As seguintes restrições devem ser observadas:
a) Nenhum vaso sanitário pode descarregar em um
tubo de queda de diâmetro inferior a 100 mm;
b) Nenhum tubo de queda pode ter diâmetro
inferior ao da maior canalização a ele ligada;
c) Tubo de queda que recebe descargas de pias (de
copa, cozinha ou despejo) não pode ter diâmetro
inferior a 75 mm. Faz-se exceção a prédios de até
2 andares, cujos tubos de queda recebem até 6
Unidades Hunter.
Dimensionamento dos
Componentes do Sistema
Tubos de Queda
Tabela 4 - Dimensionamento do tubo de queda.
Dimensionamento dos
Componentes do Sistema
Tubo de Queda
Dimensionamento dos
Componentes do Sistema
Subcoletores: recebe os efluentes de um
ou mais tubo de queda ou ramais de esgoto.
Coletor predial: É a canalização de
esgotos de propriedade particular que
conduz o esgoto de um ou mais edifícios
até:
a) a rede pública de coleta de esgoto sanitário,
quando ela existir;
b) em sistema particular de tratamento,
quando não houver rede pública de coleta de
esgoto sanitário.
Dimensionamento dos
Componentes do Sistema
Coletor Predial e Subcoletores:
De preferência retilíneos, sendo que os
desvios deverá ter ângulos de 45º, com
inspeção.
Escoamento por gravidade com declividades
mínimas de:
Sendo i máx = 5%.
Devem possuir o DN mín de 100mm
Dimensionamento dos
Componentes do Sistema
Coletores e Subcoletores:
Tabela 5 - Dimensionamento de subcoletores e coletor predial.
Dimensionamento dos
Componentes do Sistema
Coletores e Subcoletores:
Dimensionamento dos
Componentes do Sistema
Coletores e Subcoletores:
Dimensionamento dos
Componentes do Sistema
Sistema de ventilação - ramal de
ventilação
Todo desconector deverá ser ventilado. A distância de
um desconector à ligação do tubo ventilador não deverá
exceder aos limites indicados na tabela abaixo.
Tabela 6. Distância máxima de um desconector (sifão) ao tubo
ventilador
Dimensionamento dos
Componentes do Sistema
Ramais de Ventilação
Tabela 7. Diâmetro dos ramais de ventilação
Dimensionamento dos
Componentes do Sistema
Colunas de Ventilação
Tabela 8. Dimensionamento
de colunas de ventilação
Dimensionamento dos
Componentes do Sistema
Colunas de Ventilação
Dimensionamento dos
Componentes do Sistema
Colunas de Ventilação
Tabela 8. Dimensionamento de colunas de ventilação
Ramal de descarga: DN mínimo é 40
Ramal de esgoto: é função do somatório de UHC
Tubo de queda: e função do somatório de UHC dos
ramais de esgoto que se conectam ao tubo de
queda
DN mínimo que descarregue vaso sanitário é 100 mm
Coletor Predial: função do somatório de UHC e
declividades mínimas
DN mínimo é 100 mm
Considerar aparelho de maior descarga de cada sanitário
para calculo de UHC (predios residenciais)
Ventilação: função do somatório de UHC
Dimensionamento dos
Componentes do Sistema
Convenções

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

1. noções básicas de estrutura
1. noções básicas de estrutura1. noções básicas de estrutura
1. noções básicas de estrutura
Willian De Sá
 
Projeto de sistema de drenagem (Completo)
Projeto de sistema de drenagem (Completo)Projeto de sistema de drenagem (Completo)
Projeto de sistema de drenagem (Completo)
Giovani Aurélio Costa
 
Vazão máxima admissível em tubulação de PVC
Vazão máxima admissível em tubulação de PVCVazão máxima admissível em tubulação de PVC
Vazão máxima admissível em tubulação de PVC
Pool Shop Piscinas Ltda
 
Drenagem urbana
Drenagem urbanaDrenagem urbana
Esgotos
EsgotosEsgotos
Sistema individual de tratamento de esgoto
Sistema individual de tratamento de esgotoSistema individual de tratamento de esgoto
Sistema individual de tratamento de esgoto
Marcelo Henrique
 
3. cálculo dos esforços em vigas
3. cálculo dos esforços em vigas3. cálculo dos esforços em vigas
3. cálculo dos esforços em vigas
Willian De Sá
 
Nbr 12216 92 projeto de estação de tratamento de água para
Nbr 12216 92   projeto de estação de tratamento de água paraNbr 12216 92   projeto de estação de tratamento de água para
Nbr 12216 92 projeto de estação de tratamento de água para
Jacqueline Schultz
 
Drenagem Superficial
Drenagem SuperficialDrenagem Superficial
Drenagem Superficial
Kattylinne Barbosa
 
Livro Coleta e Tratamento de esgoto sanitário
Livro Coleta e Tratamento de esgoto sanitárioLivro Coleta e Tratamento de esgoto sanitário
Livro Coleta e Tratamento de esgoto sanitário
João Ricardo Bertoncini
 
Estradas drenagem superficial - oficial
Estradas drenagem superficial - oficialEstradas drenagem superficial - oficial
Estradas drenagem superficial - oficial
Anderson Nunes
 
Rede coletora de esgoto: Conceitos e Dimensionamento
Rede coletora de esgoto: Conceitos e DimensionamentoRede coletora de esgoto: Conceitos e Dimensionamento
Rede coletora de esgoto: Conceitos e Dimensionamento
Mateus Dezotti
 
Sistemas prediais de aguas pluviais
Sistemas prediais de aguas pluviaisSistemas prediais de aguas pluviais
Sistemas prediais de aguas pluviais
Sergiooi
 
Apostila esgotamento sanitário
Apostila esgotamento sanitárioApostila esgotamento sanitário
Apostila esgotamento sanitário
Alexandre Cabral Cavalcanti
 
NBR 10844/1989
NBR 10844/1989NBR 10844/1989
NBR 10844/1989
UNIFIA
 
Introdução a Drenagem de Pluviais
Introdução a Drenagem de PluviaisIntrodução a Drenagem de Pluviais
Introdução a Drenagem de Pluviais
leosoares
 
Aula da escadas
Aula da escadasAula da escadas
Aula da escadas
lpscheibler
 
Exercicios e respostas
Exercicios e respostasExercicios e respostas
Exercicios e respostas
Lucas Pereira Leão
 
Perdas de cargas em tubulações
Perdas de cargas em tubulaçõesPerdas de cargas em tubulações
Perdas de cargas em tubulações
Vivi Basilio
 
Aula 4 dimensionamento elementos comprimido
Aula 4   dimensionamento elementos comprimidoAula 4   dimensionamento elementos comprimido
Aula 4 dimensionamento elementos comprimido
Gerson Justino
 

Mais procurados (20)

1. noções básicas de estrutura
1. noções básicas de estrutura1. noções básicas de estrutura
1. noções básicas de estrutura
 
Projeto de sistema de drenagem (Completo)
Projeto de sistema de drenagem (Completo)Projeto de sistema de drenagem (Completo)
Projeto de sistema de drenagem (Completo)
 
Vazão máxima admissível em tubulação de PVC
Vazão máxima admissível em tubulação de PVCVazão máxima admissível em tubulação de PVC
Vazão máxima admissível em tubulação de PVC
 
Drenagem urbana
Drenagem urbanaDrenagem urbana
Drenagem urbana
 
Esgotos
EsgotosEsgotos
Esgotos
 
Sistema individual de tratamento de esgoto
Sistema individual de tratamento de esgotoSistema individual de tratamento de esgoto
Sistema individual de tratamento de esgoto
 
3. cálculo dos esforços em vigas
3. cálculo dos esforços em vigas3. cálculo dos esforços em vigas
3. cálculo dos esforços em vigas
 
Nbr 12216 92 projeto de estação de tratamento de água para
Nbr 12216 92   projeto de estação de tratamento de água paraNbr 12216 92   projeto de estação de tratamento de água para
Nbr 12216 92 projeto de estação de tratamento de água para
 
Drenagem Superficial
Drenagem SuperficialDrenagem Superficial
Drenagem Superficial
 
Livro Coleta e Tratamento de esgoto sanitário
Livro Coleta e Tratamento de esgoto sanitárioLivro Coleta e Tratamento de esgoto sanitário
Livro Coleta e Tratamento de esgoto sanitário
 
Estradas drenagem superficial - oficial
Estradas drenagem superficial - oficialEstradas drenagem superficial - oficial
Estradas drenagem superficial - oficial
 
Rede coletora de esgoto: Conceitos e Dimensionamento
Rede coletora de esgoto: Conceitos e DimensionamentoRede coletora de esgoto: Conceitos e Dimensionamento
Rede coletora de esgoto: Conceitos e Dimensionamento
 
Sistemas prediais de aguas pluviais
Sistemas prediais de aguas pluviaisSistemas prediais de aguas pluviais
Sistemas prediais de aguas pluviais
 
Apostila esgotamento sanitário
Apostila esgotamento sanitárioApostila esgotamento sanitário
Apostila esgotamento sanitário
 
NBR 10844/1989
NBR 10844/1989NBR 10844/1989
NBR 10844/1989
 
Introdução a Drenagem de Pluviais
Introdução a Drenagem de PluviaisIntrodução a Drenagem de Pluviais
Introdução a Drenagem de Pluviais
 
Aula da escadas
Aula da escadasAula da escadas
Aula da escadas
 
Exercicios e respostas
Exercicios e respostasExercicios e respostas
Exercicios e respostas
 
Perdas de cargas em tubulações
Perdas de cargas em tubulaçõesPerdas de cargas em tubulações
Perdas de cargas em tubulações
 
Aula 4 dimensionamento elementos comprimido
Aula 4   dimensionamento elementos comprimidoAula 4   dimensionamento elementos comprimido
Aula 4 dimensionamento elementos comprimido
 

Destaque

Analise de Projeto
Analise de ProjetoAnalise de Projeto
Analise de Projeto
vilelafernanda
 
Condomínio Residencial Heliópolis - SP
 Condomínio Residencial Heliópolis - SP Condomínio Residencial Heliópolis - SP
Condomínio Residencial Heliópolis - SP
Nicole Gomes
 
Edifício copan
Edifício copanEdifício copan
Edifício copan
karolcantelli
 
Alvenaria estrutural
Alvenaria estruturalAlvenaria estrutural
Alvenaria estrutural
André Lira
 
Desenho Técnico - Planta Baixa, Cortes, Fachada e Cobertura.
Desenho Técnico - Planta Baixa, Cortes, Fachada e Cobertura.Desenho Técnico - Planta Baixa, Cortes, Fachada e Cobertura.
Desenho Técnico - Planta Baixa, Cortes, Fachada e Cobertura.
Jean Paulo Mendes Alves
 
Alvenaria
AlvenariaAlvenaria
Alvenaria
charlessousa192
 

Destaque (6)

Analise de Projeto
Analise de ProjetoAnalise de Projeto
Analise de Projeto
 
Condomínio Residencial Heliópolis - SP
 Condomínio Residencial Heliópolis - SP Condomínio Residencial Heliópolis - SP
Condomínio Residencial Heliópolis - SP
 
Edifício copan
Edifício copanEdifício copan
Edifício copan
 
Alvenaria estrutural
Alvenaria estruturalAlvenaria estrutural
Alvenaria estrutural
 
Desenho Técnico - Planta Baixa, Cortes, Fachada e Cobertura.
Desenho Técnico - Planta Baixa, Cortes, Fachada e Cobertura.Desenho Técnico - Planta Baixa, Cortes, Fachada e Cobertura.
Desenho Técnico - Planta Baixa, Cortes, Fachada e Cobertura.
 
Alvenaria
AlvenariaAlvenaria
Alvenaria
 

Semelhante a Aula 4 dimensionamento

Esgoto
EsgotoEsgoto
Esgoto
Leibnys
 
aula-6.pptx
aula-6.pptxaula-6.pptx
aula-6.pptx
rodrigo428042
 
Apostila de encanador
Apostila de encanadorApostila de encanador
Apostila de encanador
Gilson Santos da Silva
 
1241681
12416811241681
1241681
Djair Felix
 
NBR 8160 Sistemas prediais de esgoto sanitário- projeto e execução.pdf
NBR 8160 Sistemas prediais de esgoto sanitário- projeto e execução.pdfNBR 8160 Sistemas prediais de esgoto sanitário- projeto e execução.pdf
NBR 8160 Sistemas prediais de esgoto sanitário- projeto e execução.pdf
AnaFlviaDaSilvaSanto
 
Nbr 08160 1999 - sistemas prediais de esgoto sanitario - projeto e execucao
Nbr 08160   1999 - sistemas prediais de esgoto sanitario - projeto e execucaoNbr 08160   1999 - sistemas prediais de esgoto sanitario - projeto e execucao
Nbr 08160 1999 - sistemas prediais de esgoto sanitario - projeto e execucao
Julia Rodrigues
 
Nbr 8160 esgoto predial
Nbr  8160   esgoto predial Nbr  8160   esgoto predial
Nbr 8160 esgoto predial
José Augusto Loureiro
 
Aula Introducao.pptx
Aula Introducao.pptxAula Introducao.pptx
Aula Introducao.pptx
LarcioLanga1
 
Ebook roteiro-para-dimensionamento-do-sistema-de-sprinkler
Ebook roteiro-para-dimensionamento-do-sistema-de-sprinklerEbook roteiro-para-dimensionamento-do-sistema-de-sprinkler
Ebook roteiro-para-dimensionamento-do-sistema-de-sprinkler
philippemilioni
 
Rede de esgoto
Rede de esgotoRede de esgoto
Apostila esgoto-2005
Apostila esgoto-2005Apostila esgoto-2005
Apostila esgoto-2005
Renan S. Santos
 
Agua Fria 2- 2019 SQ .pdf
Agua Fria 2- 2019 SQ .pdfAgua Fria 2- 2019 SQ .pdf
Agua Fria 2- 2019 SQ .pdf
DarlanBuriche1
 
Selecao bombas
Selecao bombasSelecao bombas
Selecao bombas
João Rafael Rodrigues
 
Desenho de Instalacoes Hidraulicas.ppt
Desenho de Instalacoes Hidraulicas.pptDesenho de Instalacoes Hidraulicas.ppt
Desenho de Instalacoes Hidraulicas.ppt
EngenheiroBenevides
 
Apostila hidraulica sanitaria final
Apostila hidraulica sanitaria finalApostila hidraulica sanitaria final
Apostila hidraulica sanitaria final
Claudio Vidal Teixeira
 
Apostila hidraulica sanitaria final
Apostila hidraulica sanitaria finalApostila hidraulica sanitaria final
Apostila hidraulica sanitaria final
Wallas Borges
 
Apostila hidraulica sanitaria final
Apostila hidraulica sanitaria finalApostila hidraulica sanitaria final
Apostila hidraulica sanitaria final
ALCIR PANTOJA
 
Apostila hidraulica sanitaria final
Apostila hidraulica sanitaria finalApostila hidraulica sanitaria final
Apostila hidraulica sanitaria final
joaoalan07
 
Apostila hidraulica sanitaria final
Apostila hidraulica sanitaria finalApostila hidraulica sanitaria final
Apostila hidraulica sanitaria final
Sandro N. Pinto
 
Fot 5839esgoto sanitybio_(pbincipal)_pdf
Fot 5839esgoto sanitybio_(pbincipal)_pdfFot 5839esgoto sanitybio_(pbincipal)_pdf
Fot 5839esgoto sanitybio_(pbincipal)_pdf
Claudio Vidal Teixeira
 

Semelhante a Aula 4 dimensionamento (20)

Esgoto
EsgotoEsgoto
Esgoto
 
aula-6.pptx
aula-6.pptxaula-6.pptx
aula-6.pptx
 
Apostila de encanador
Apostila de encanadorApostila de encanador
Apostila de encanador
 
1241681
12416811241681
1241681
 
NBR 8160 Sistemas prediais de esgoto sanitário- projeto e execução.pdf
NBR 8160 Sistemas prediais de esgoto sanitário- projeto e execução.pdfNBR 8160 Sistemas prediais de esgoto sanitário- projeto e execução.pdf
NBR 8160 Sistemas prediais de esgoto sanitário- projeto e execução.pdf
 
Nbr 08160 1999 - sistemas prediais de esgoto sanitario - projeto e execucao
Nbr 08160   1999 - sistemas prediais de esgoto sanitario - projeto e execucaoNbr 08160   1999 - sistemas prediais de esgoto sanitario - projeto e execucao
Nbr 08160 1999 - sistemas prediais de esgoto sanitario - projeto e execucao
 
Nbr 8160 esgoto predial
Nbr  8160   esgoto predial Nbr  8160   esgoto predial
Nbr 8160 esgoto predial
 
Aula Introducao.pptx
Aula Introducao.pptxAula Introducao.pptx
Aula Introducao.pptx
 
Ebook roteiro-para-dimensionamento-do-sistema-de-sprinkler
Ebook roteiro-para-dimensionamento-do-sistema-de-sprinklerEbook roteiro-para-dimensionamento-do-sistema-de-sprinkler
Ebook roteiro-para-dimensionamento-do-sistema-de-sprinkler
 
Rede de esgoto
Rede de esgotoRede de esgoto
Rede de esgoto
 
Apostila esgoto-2005
Apostila esgoto-2005Apostila esgoto-2005
Apostila esgoto-2005
 
Agua Fria 2- 2019 SQ .pdf
Agua Fria 2- 2019 SQ .pdfAgua Fria 2- 2019 SQ .pdf
Agua Fria 2- 2019 SQ .pdf
 
Selecao bombas
Selecao bombasSelecao bombas
Selecao bombas
 
Desenho de Instalacoes Hidraulicas.ppt
Desenho de Instalacoes Hidraulicas.pptDesenho de Instalacoes Hidraulicas.ppt
Desenho de Instalacoes Hidraulicas.ppt
 
Apostila hidraulica sanitaria final
Apostila hidraulica sanitaria finalApostila hidraulica sanitaria final
Apostila hidraulica sanitaria final
 
Apostila hidraulica sanitaria final
Apostila hidraulica sanitaria finalApostila hidraulica sanitaria final
Apostila hidraulica sanitaria final
 
Apostila hidraulica sanitaria final
Apostila hidraulica sanitaria finalApostila hidraulica sanitaria final
Apostila hidraulica sanitaria final
 
Apostila hidraulica sanitaria final
Apostila hidraulica sanitaria finalApostila hidraulica sanitaria final
Apostila hidraulica sanitaria final
 
Apostila hidraulica sanitaria final
Apostila hidraulica sanitaria finalApostila hidraulica sanitaria final
Apostila hidraulica sanitaria final
 
Fot 5839esgoto sanitybio_(pbincipal)_pdf
Fot 5839esgoto sanitybio_(pbincipal)_pdfFot 5839esgoto sanitybio_(pbincipal)_pdf
Fot 5839esgoto sanitybio_(pbincipal)_pdf
 

Último

Segurança nos trabalhos em altura, normas SST
Segurança nos trabalhos em altura, normas SSTSegurança nos trabalhos em altura, normas SST
Segurança nos trabalhos em altura, normas SST
ClaudioArez
 
Apresentação concreto autodesempenho 123
Apresentação concreto autodesempenho 123Apresentação concreto autodesempenho 123
Apresentação concreto autodesempenho 123
GabrielGarcia356832
 
ÁREAS DE ATUAÇÃO DO ENGENHEIRO CIVIL.pdf
ÁREAS DE ATUAÇÃO DO ENGENHEIRO CIVIL.pdfÁREAS DE ATUAÇÃO DO ENGENHEIRO CIVIL.pdf
ÁREAS DE ATUAÇÃO DO ENGENHEIRO CIVIL.pdf
RoemirPeres
 
AE03 - LOGISTICA EMPRESARIAL UNICESUMAR 52/2024
AE03 - LOGISTICA EMPRESARIAL UNICESUMAR 52/2024AE03 - LOGISTICA EMPRESARIAL UNICESUMAR 52/2024
AE03 - LOGISTICA EMPRESARIAL UNICESUMAR 52/2024
Consultoria Acadêmica
 
Simbologia e Terminologia de Instrumentação da Norma ISA 5.1 - Simbologia_ISA...
Simbologia e Terminologia de Instrumentação da Norma ISA 5.1 - Simbologia_ISA...Simbologia e Terminologia de Instrumentação da Norma ISA 5.1 - Simbologia_ISA...
Simbologia e Terminologia de Instrumentação da Norma ISA 5.1 - Simbologia_ISA...
pereiramarcossantos0
 
Aula Vigor de Sementes - Aula Vigor de Sementes
Aula Vigor de Sementes - Aula Vigor de SementesAula Vigor de Sementes - Aula Vigor de Sementes
Aula Vigor de Sementes - Aula Vigor de Sementes
WeltonAgostinhoDias1
 
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E INTERPESSOA...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E INTERPESSOA...AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E INTERPESSOA...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E INTERPESSOA...
Consultoria Acadêmica
 
Dimensionamento de eixo. estudo de caso.pdf
Dimensionamento de eixo. estudo de caso.pdfDimensionamento de eixo. estudo de caso.pdf
Dimensionamento de eixo. estudo de caso.pdf
RodrigoQuintilianode1
 
Elementos de Máquina aplicados na tornearia mecânica.ppt
Elementos de Máquina aplicados na tornearia mecânica.pptElementos de Máquina aplicados na tornearia mecânica.ppt
Elementos de Máquina aplicados na tornearia mecânica.ppt
Wagner Moraes
 
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL EMPREENDEDORISMO CORPORATIVO UNICES...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL EMPREENDEDORISMO CORPORATIVO UNICES...AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL EMPREENDEDORISMO CORPORATIVO UNICES...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL EMPREENDEDORISMO CORPORATIVO UNICES...
Consultoria Acadêmica
 
AULA LEI DOS SENOS OU COSSENOS - parte final (3) (1).pdf
AULA LEI DOS SENOS OU COSSENOS - parte final (3) (1).pdfAULA LEI DOS SENOS OU COSSENOS - parte final (3) (1).pdf
AULA LEI DOS SENOS OU COSSENOS - parte final (3) (1).pdf
MaxwellBentodeOlivei1
 

Último (11)

Segurança nos trabalhos em altura, normas SST
Segurança nos trabalhos em altura, normas SSTSegurança nos trabalhos em altura, normas SST
Segurança nos trabalhos em altura, normas SST
 
Apresentação concreto autodesempenho 123
Apresentação concreto autodesempenho 123Apresentação concreto autodesempenho 123
Apresentação concreto autodesempenho 123
 
ÁREAS DE ATUAÇÃO DO ENGENHEIRO CIVIL.pdf
ÁREAS DE ATUAÇÃO DO ENGENHEIRO CIVIL.pdfÁREAS DE ATUAÇÃO DO ENGENHEIRO CIVIL.pdf
ÁREAS DE ATUAÇÃO DO ENGENHEIRO CIVIL.pdf
 
AE03 - LOGISTICA EMPRESARIAL UNICESUMAR 52/2024
AE03 - LOGISTICA EMPRESARIAL UNICESUMAR 52/2024AE03 - LOGISTICA EMPRESARIAL UNICESUMAR 52/2024
AE03 - LOGISTICA EMPRESARIAL UNICESUMAR 52/2024
 
Simbologia e Terminologia de Instrumentação da Norma ISA 5.1 - Simbologia_ISA...
Simbologia e Terminologia de Instrumentação da Norma ISA 5.1 - Simbologia_ISA...Simbologia e Terminologia de Instrumentação da Norma ISA 5.1 - Simbologia_ISA...
Simbologia e Terminologia de Instrumentação da Norma ISA 5.1 - Simbologia_ISA...
 
Aula Vigor de Sementes - Aula Vigor de Sementes
Aula Vigor de Sementes - Aula Vigor de SementesAula Vigor de Sementes - Aula Vigor de Sementes
Aula Vigor de Sementes - Aula Vigor de Sementes
 
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E INTERPESSOA...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E INTERPESSOA...AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E INTERPESSOA...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E INTERPESSOA...
 
Dimensionamento de eixo. estudo de caso.pdf
Dimensionamento de eixo. estudo de caso.pdfDimensionamento de eixo. estudo de caso.pdf
Dimensionamento de eixo. estudo de caso.pdf
 
Elementos de Máquina aplicados na tornearia mecânica.ppt
Elementos de Máquina aplicados na tornearia mecânica.pptElementos de Máquina aplicados na tornearia mecânica.ppt
Elementos de Máquina aplicados na tornearia mecânica.ppt
 
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL EMPREENDEDORISMO CORPORATIVO UNICES...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL EMPREENDEDORISMO CORPORATIVO UNICES...AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL EMPREENDEDORISMO CORPORATIVO UNICES...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL EMPREENDEDORISMO CORPORATIVO UNICES...
 
AULA LEI DOS SENOS OU COSSENOS - parte final (3) (1).pdf
AULA LEI DOS SENOS OU COSSENOS - parte final (3) (1).pdfAULA LEI DOS SENOS OU COSSENOS - parte final (3) (1).pdf
AULA LEI DOS SENOS OU COSSENOS - parte final (3) (1).pdf
 

Aula 4 dimensionamento

  • 1. Aula 04:Dimensionamento dos Componentes do Sistema Predial de Esgotos Sanitários Professora: Msc. Maria Cleide Oliveira Lima E-mail: cleide.oliveira@ifrn.edu.br
  • 2. O dimensionamento das tubulações de esgoto é realizado a partir da somatória de pesos atribuídos às peças sanitárias e da consulta a tabelas apresentadas na norma. O Método das Unidades de Hunter de Contribuição – UHC. UHC é o Fator numérico que representa a contribuição considerada em função da utilização habitual de cada tipo de aparelho sanitário. Dimensionamento dos Componentes do Sistema
  • 4. Dimensionamento dos Componentes do Sistema Ramais de Descarga Recebem os efluentes dos aparelhos sanitários Declividade:1%:significa 1cm de desnível para cada 1 m de tubulação. Ramal de descarga: DN mínimo é 40 mm para PVC Ramal de descarga da bacia sanitária mínimo é de 100 mm. Mudanças de direção: - horizontal: ângulo ≤ 45º e vertical ≤ 90º.
  • 5. Dimensionamento dos Componentes do Sistema Tabela 1 - Unidades de Hunter de Contribuição dos aparelhos sanitários e diâmetro nominal mínimo dos ramais de descarga
  • 6. Dimensionamento dos Componentes do Sistema Ramais de Descarga: Para aparelhos não relacionados na tabela anterior, devem ser estimadas as UHC e dimensionadas na tabela abaixo: Tabela 2: Unidades de Hunter de Contribuição para aparelhos não relacionados na Tabela 1
  • 7. Dimensionamento dos Componentes do Sistema Ramais de Descarga
  • 8. Dimensionamento dos Componentes do Sistema Ramais de Esgoto:Recebem os efluentes dos ramais de descarga. Dimensionamento: somatório de UHC Declividades Mínimas semelhante ao adotado para ramais de descarga. É aconselhável adotar o DN 75 mm para ramais de esgoto de máquina de lavar roupa e banheiras para evitar o acúmulo de espuma no interior das caixa sifonada. Ramais descarga de pias de cozinha: ligação com a caixa de gordura.
  • 9. Dimensionamento dos Componentes do Sistema Ramais de Esgoto Tabela 3: Dimensionamento dos ramais de esgoto. A partir da soma dos UHC dos aparelhos sanitários da Tabela 1, determinar através da tabela 3 os diâmetros dos ramais de esgoto.
  • 10. Dimensionamento dos Componentes do Sistema Exemplo 2:Ramal de esgoto de banheiro edifício residencial.
  • 11. Dimensionamento dos Componentes do Sistema Subcoletores Coletor público Coletor Predial Caixa de inspeção Rua Tubo de queda
  • 12. Dimensionamento dos Componentes do Sistema Tubos de Queda:Recebem os efluentes dos ramais de esgoto e ramais de descarga até os subcoletores. Os tubos de queda devem ter diâmetro uniforme e devem ser instalados em um único alinhamento reto. Em caso de mudança de direção: efetuadas com curvas de raio grande e com ângulo superior a 90º. Devem ser previstos tubos de queda especiais para pias de cozinha e máquinas de lavar louças, os quais devem descarregar em uma caixa de gordura coletiva e em caixa de espuma, respectivamente.
  • 13. Dimensionamento dos Componentes do Sistema Tubos de Queda: As seguintes restrições devem ser observadas: a) Nenhum vaso sanitário pode descarregar em um tubo de queda de diâmetro inferior a 100 mm; b) Nenhum tubo de queda pode ter diâmetro inferior ao da maior canalização a ele ligada; c) Tubo de queda que recebe descargas de pias (de copa, cozinha ou despejo) não pode ter diâmetro inferior a 75 mm. Faz-se exceção a prédios de até 2 andares, cujos tubos de queda recebem até 6 Unidades Hunter.
  • 14. Dimensionamento dos Componentes do Sistema Tubos de Queda Tabela 4 - Dimensionamento do tubo de queda.
  • 15. Dimensionamento dos Componentes do Sistema Tubo de Queda
  • 16. Dimensionamento dos Componentes do Sistema Subcoletores: recebe os efluentes de um ou mais tubo de queda ou ramais de esgoto. Coletor predial: É a canalização de esgotos de propriedade particular que conduz o esgoto de um ou mais edifícios até: a) a rede pública de coleta de esgoto sanitário, quando ela existir; b) em sistema particular de tratamento, quando não houver rede pública de coleta de esgoto sanitário.
  • 17. Dimensionamento dos Componentes do Sistema Coletor Predial e Subcoletores: De preferência retilíneos, sendo que os desvios deverá ter ângulos de 45º, com inspeção. Escoamento por gravidade com declividades mínimas de: Sendo i máx = 5%. Devem possuir o DN mín de 100mm
  • 18. Dimensionamento dos Componentes do Sistema Coletores e Subcoletores: Tabela 5 - Dimensionamento de subcoletores e coletor predial.
  • 19. Dimensionamento dos Componentes do Sistema Coletores e Subcoletores:
  • 20. Dimensionamento dos Componentes do Sistema Coletores e Subcoletores:
  • 21. Dimensionamento dos Componentes do Sistema Sistema de ventilação - ramal de ventilação Todo desconector deverá ser ventilado. A distância de um desconector à ligação do tubo ventilador não deverá exceder aos limites indicados na tabela abaixo. Tabela 6. Distância máxima de um desconector (sifão) ao tubo ventilador
  • 22. Dimensionamento dos Componentes do Sistema Ramais de Ventilação Tabela 7. Diâmetro dos ramais de ventilação
  • 23. Dimensionamento dos Componentes do Sistema Colunas de Ventilação Tabela 8. Dimensionamento de colunas de ventilação
  • 24. Dimensionamento dos Componentes do Sistema Colunas de Ventilação
  • 25. Dimensionamento dos Componentes do Sistema Colunas de Ventilação Tabela 8. Dimensionamento de colunas de ventilação
  • 26. Ramal de descarga: DN mínimo é 40 Ramal de esgoto: é função do somatório de UHC Tubo de queda: e função do somatório de UHC dos ramais de esgoto que se conectam ao tubo de queda DN mínimo que descarregue vaso sanitário é 100 mm Coletor Predial: função do somatório de UHC e declividades mínimas DN mínimo é 100 mm Considerar aparelho de maior descarga de cada sanitário para calculo de UHC (predios residenciais) Ventilação: função do somatório de UHC Dimensionamento dos Componentes do Sistema