O documento discute a pobreza e exclusão social no Brasil, onde a riqueza é centralizada em poucos enquanto a maioria vive na precariedade sem acesso a educação, saúde e trabalho. Isso cria classes sociais desiguais e leva os mais pobres à subalternidade, dependendo da boa vontade de outros em vez de terem seus direitos garantidos. O estado adota uma visão mínima, tratando a questão social como caridade em vez de direito universal.