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Encontro de Líderes -
Data: 27 e 28/07/2023
Local: Escola Estadual Profª
Elizângela
Ideb é o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, criado em
2007, pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais
Anísio Teixeira (Inep).,
Esforço equipe/professor+Competências
desenvolvidas estudante= Qualidade
O Ideb funciona como um indicador nacional que possibilita o
monitoramento da qualidade da Educação pela população por meio
de dados concretos, com o qual a sociedade pode se mobilizar em
busca de melhorias.
Compreendendo o IDEB
Fonte: FDG
A aplicação do
Saeb 2023 será
realizada de 23 de
outubro a 10 de
novembro
Saeb tem referência sete dimensões de qualidade da Educação Básica
A qualidade da Educação Básica representada pelo atributo multidimensional;
fundamentada em:
I - Atendimento escolar;
II - Ensino e aprendizagem;
III - Investimento;
IV - Profissionais da educação;
V - Gestão;
VI - Equidade; e
VII - Cidadania, direitos humanos e valores.
Os Indicadores que compõem o IDEB
1. O fluxo Escolar
● ser aprovado ao final do ano letivo;
● ser reprovado;
● ter abandonado a escola durante aquele
ano.
Os Indicadores que compõem o IDEB
2. PROFICIÊNCIA-SAEB
O Saeb é uma pesquisa realizada pelo Inep, que permite a avaliação da
qualidade da educação ofertada no país.
● a avaliações externas em larga escala, .
● matrizes de referência (instrumentos norteadores para a construção de itens
para avaliações em larga escala)
● a cada dois anos na rede pública e em uma amostra da rede privada,
● refletindo os níveis de aprendizagem demonstrados pelos estudantes
avaliados,
● As secretarias de Educação auxiliam o Inep na articulação com as escolas
avaliadas, em cada unidade da Federação.
● comprometimento dos gestores das redes de ensino e dos secretários de
Educação para a aplicação dos testes e dos questionários,
Portaria nº 267 26 de junho de 2023
Diário Oficial da União (DOU)
Principais mudanças:
● mudança do formato de aplicação para os docentes;
● expansão da população de referência;
● ciências da natureza e ciências humanas do 9° ano do ensino fundamental.
● implementada a avaliação de ciências da natureza e ciências humanas para o 5º
ano do ensino fundamental.
● Os estudantes identificados como público-alvo da educação especial no momento
do agendamento contarão com o atendimento oferecido por profissional
especializado (ledor; transcritor e intérprete de Libras; leitor labial), que deverá ser
providenciado pela escola, bem como a sala extra para atender ao aluno de acordo
com sua situação;
● a taxa de participação requerida para os municípios para divulgação dos resultados,
que antes era de 80%, passará a ser de 50%.
Como o IDEB é calculado
Como o Ideb é resultado do produto entre o desempenho e o rendimento escolar (ou o inverso do
tempo médio de conclusão de uma série) então ele pode ser interpretado da seguinte maneira: para
uma escola A cuja média padronizada da Prova Brasil, 4º ano, é 5,0 e o tempo médio de conclusão de
cada série é de 2 anos, a rede/ escola terá o Ideb igual a 5,0 multiplicado por 1/2, ou seja, Ideb = 2,5. Já
uma escola B com média padronizada da Prova Brasil, 4º ano, igual a 5,0 e tempo médio para
conclusão igual a 1 ano, terá Ideb = 5,0. A forma geral do Ideb é dada por:
IDEBji = Nji Pji
em que,
i = ano do exame (Saeb e Prova Brasil) e do Censo Escolar;
N ji = média da proficiência em Língua Portuguesa e Matemática, padronizada para um indicador entre
0 e 10, dos alunos da unidade j, obtida em determinada edição do exame realizado ao final da etapa de
ensino;
P ji = indicador de rendimento baseado na taxa de aprovação da etapa de ensino dos alunos da
unidade j;
Encontro de Líderes.pptx REUNIÃO DE LIDERES
Com base no aprendizado dos
alunos: a soma de português e
matemática dividido por dois,
multiplicado pela taxa de
aprovação que resulta na nota do
Ideb.
Fonte: Ideb, INEP.
Como o IDEB é calculado
Observações importantes:
IDEB NO TOCANTINS
5º ANO - ANOS INICIAIS
IDEB NO TOCANTINS
9º ANO - ANOS FINAIS
IDEB NO TOCANTINS
3ª SÉRIE - ENSINO MÉDIO
Indicador de aprendizado - TOCANTINS
ANOS INICIAIS
N4- Proficiente N4- Básico
Como funciona a escala do aprendizado?
O Inep distribui o aprendizado dos alunos em níveis, utilizando a Escala Saeb. Abaixo, exemplo da
distribuição de níveis para Língua Portuguesa e Matemática - 5º Ano - Anos Iniciais:
5º ANO - LÍNGUA PORTUGUESA 5º ANO - MATEMÁTICA
Indicador de aprendizado - TOCANTINS
ANOS FINAIS
N2- Básico N2- Básico
Como funciona a escala do aprendizado?
O Inep distribui o aprendizado dos alunos em níveis, utilizando a Escala Saeb. Abaixo, exemplo da
distribuição de níveis para Língua Portuguesa e Matemática - 9º Ano - Anos Finais:
9º ANO - LÍNGUA PORTUGUESA 9º ANO - MATEMÁTICA
Indicador de aprendizado - TOCANTINS
ENSINO MÉDIO
N2- Básico N2- Insuficiente
Como funciona a escala do aprendizado?
O Inep distribui o aprendizado dos alunos em níveis, utilizando a Escala Saeb. Abaixo, exemplo da
distribuição de níveis para Língua Portuguesa e Matemática - 3º SÉRIE - Ensino Médio:
3ª SÉRIE- LÍNGUA PORTUGUESA 3ª SÉRIE-- MATEMÁTICA
Indicador de Fluxo - TOCANTINS
ANOS INICIAIS
Indicador de Fluxo - TOCANTINS
ANOS FINAIS
Indicador de Fluxo - TOCANTINS
ENSINO MÉDIO
Fatores que influenciam o IDEB (dos slides de 20 a 27
usar em topicos o que esta em negrito criar design
restante ir para a exposição)
1. Análise dos resultados anteriores: Inicie revisando os resultados do IDEB e outras avaliações anteriores para identificar
pontos fortes e fracos da escola. Isso ajudará a estabelecer metas realistas para melhorar o desempenho.
2. Estabelecimento de metas claras: Com base na análise dos resultados, defina metas específicas e alcançáveis para o
IDEB. Essas metas devem ser compartilhadas com toda a equipe escolar e os pais dos estudantes.
3. Avaliação e monitoramento contínuo: Implemente avaliações regulares para acompanhar o progresso dos estudantes ao
longo do ano. Utilize os resultados dessas avaliações para ajustar estratégias de ensino e aprendizagem conforme necessário.
4. Formação e capacitação dos professores: Promova programas de formação e capacitação para os professores com foco
nas metodologias de ensino mais eficazes, uso de tecnologias educacionais e estratégias para melhorar o desempenho dos
estudantes.
5. Envolvimento dos pais e responsáveis: Mantenha os pais informados sobre o desempenho dos seus filhos e incentive a
participação deles no processo educacional. O apoio dos pais é fundamental para o sucesso dos estudantes.
6. Promoção de um ambiente de aprendizagem positivo: Crie um ambiente escolar acolhedor e positivo, promovendo a
cultura da valorização do conhecimento e do estudo.
7. Incentivo à leitura: Estimule o hábito da leitura entre os estudantes, com bibliotecas e programas de leitura. A leitura é
essencial para o desenvolvimento da compreensão e da capacidade de expressão dos estudantes.
8. Acompanhamento pós-IDEB: Após a divulgação dos resultados do IDEB, analise os dados novamente e faça uma reflexão
sobre os avanços e desafios enfrentados. Use essas informações para planejar melhorias contínuas. Criara
ANÁLISE DE DADOS
1. Definição dos objetivos: Estabelecer claramente quais são os objetivos da avaliação. Por exemplo,
compreender as principais áreas de dificuldade dos alunos ou investigar a relação entre o desempenho dos
estudantes e outros fatores, como recursos escolares ou perfil socioeconômico.
2. Coleta de dados: A coleta de dados envolve a obtenção de informações relevantes para a análise,
como resultados do IDEB, notas dos estudantes em provas e avaliações, informações sobre a infraestrutura
e recursos das escolas, entre outros dados relevantes para o contexto educacional.
3. Limpeza dos dados: É importante organizá-los de maneira apropriada para facilitar a análise.
4. Interpretação dos resultados: A interpretação dos resultados da análise é uma etapa crítica. É
importante considerar o contexto dos dados e fazer conexões com os objetivos iniciais da análise.
5. Elaboração de relatórios e recomendações: A análise deve ser apresentada em relatório claro e
objetivo. Esses relatórios devem conter recomendações práticas e factíveis para melhorar o desempenho
das escolas e alcançar as metas do IDEB.
Compreensão de dados
1. Contextualização dos dados: Procure conhecer a fonte dos dados, o período de coleta, as variáveis presentes
nos conjuntos de dados e a população a que os dados se referem. Compreender o contexto ajuda a evitar interpretações
equivocadas.
2. Exploração dos dados: A exploração inicial dos dados é fundamental para ter uma visão geral dos padrões,
distribuições e tendências presentes nos dados. Nessa etapa, utiliza-se a estatística descritiva e gráficos para resumir e
visualizar as informações.
3. Identificação de padrões e tendências: Durante a análise exploratória, é possível identificar padrões e
tendências nos dados. Por exemplo, pode-se observar se há alguma relação entre o desempenho dos estudantes e o nível
socioeconômico das famílias.
4. Análise de correlações: A compreensão dos dados muitas vezes inclui a análise de correlações entre variáveis.
Identificar correlações ajuda a entender quais fatores estão relacionados e como eles podem impactar o desempenho dos
estudantes.
5. Validação dos resultados: Ao compreender os dados, é importante validar os resultados e conclusões obtidos.
6. Interpretação dos resultados: A interpretação dos resultados é o passo final na compreensão dos dados. Nesta
fase, busca-se explicar os padrões e tendências observados, identificar possíveis causas para os resultados encontrados e
formular conclusões relevantes.
7. Comunicação dos resultados: Após a compreensão dos dados, é essencial comunicar os resultados de forma
clara e objetiva. Relatórios, gráficos e apresentações são meios eficazes de compartilhar as conclusões com as partes
interessadas, como gestores, professores, pais e formuladores de políticas.
Ações interventivas
1. Formação e capacitação de professores: Investir em programas de formação contínua para os professores, oferecendo
treinamentos em novas metodologias de ensino, uso de tecnologias educacionais, práticas pedagógicas diferenciadas e
estratégias para atender às necessidades individuais dos estudantes.
2. Reforço escolar: Implementar sistemas de monitoramento contínuo do progresso dos estudantes para identificar quais os
ajustes e as estratégias de ensino realizar para os estudantes que apresentam dificuldades de aprendizagem em Língua
Portuguesa e Matemática. Verificar quinzenalmente se os estudantes estão apresentando melhoria nas habilidades que
apresentadas no diagnóstico inicial.
3. Apoio psicossocial: Oferecer apoio psicossocial para os estudantes que enfrentam desafios emocionais ou
comportamentais que possam afetar seu desempenho acadêmico. Acompanhamento dos Psicólogos, Orientadores
Educacionais e Assistentes Sociais.
4. Envolvimento dos pais e responsáveis: Promover a participação ativa dos pais e responsáveis no acompanhamento da
vida escolar dos estudantes. Encontros regulares entre a escola e os pais, participação em reuniões e atividades escolares e o
estímulo à leitura em casa.
5. Avaliação com equipe escolar e Associação de Pais: Identificar pontos fortes e fracos da escola, buscando entender
quais fatores estão contribuindo para o desempenho dos estudantes e quais aspectos precisam ser aprimorados.
6. Incentivo à leitura e produção textual: Estimular a leitura desde as séries iniciais e promover a produção textual entre os
estudantes. A leitura e a escrita são habilidades fundamentais para o desenvolvimento de outras competências acadêmicas.
7. Implementação de projetos educacionais: Desenvolver projetos pedagógicos e educacionais que sejam relevantes para
a realidade dos estudantes, integrando diferentes áreas do conhecimento e proporcionando aprendizagens significativas.
8. Compartilhamento de boas práticas: Estabelecer redes de compartilhamento de boas práticas entre as escolas,
permitindo que instituições com melhores resultados possam ajudar outras que enfrentam desafios similares.
Monitoramento e avaliação
· Tomada de decisões informadas: O monitoramento e a avaliação fornecem informações
relevantes que auxiliam na tomada de decisões informadas e direcionadas. Com base nos dados
coletados, é possível identificar o que está funcionando bem e o que precisa ser ajustado ou
melhorado.
· Melhoria contínua: Ao acompanhar regularmente o progresso das intervenções, é possível
realizar ajustes e correções ao longo do tempo. Isso permite que as ações sejam aprimoradas e
direcionadas para obter melhores resultados.
· Prestação de contas: O monitoramento e a avaliação tornam o processo transparente e facilitam
a prestação de contas aos envolvidos, como gestores, pais, estudantes e órgãos governamentais.
· Identificação de boas práticas: A análise dos resultados também pode revelar boas práticas
que estão trazendo resultados positivos. Essas práticas podem ser compartilhadas com outras
escolas e comunidades para promover a disseminação de conhecimentos eficazes.
Para o Plano de Intervenção
https://docs.google.com/document/d/13XqnCr
NuaNU1hPB30O2CktN6EJJtXQmN/edit?usp=sha
ring&ouid=109901591623962114967&rtpof=tru
e&sd=true
Essa formação deve fornecer exemplos práticos
e estudos de caso para ilustrar como analisar os
índices do Ideb, interpretar os resultados e
implementar ações interventivas para melhorar
a qualidade da educação nas escolas e redes de
ensino. Além disso, é importante fornecer aos
Diretores, ferramentas e recursos para que
possam continuar a analisar e estudar o Ideb de
forma autônoma após a formação.
Exemplo 1 - Análise do IDEB em uma escola: Imagine uma escola pública de ensino fundamental que obteve um IDEB abaixo
da meta estabelecida para o período. Nesse cenário, as ações de análise poderiam ser:
1. Análise dos resultados anteriores: Revisar os resultados do IDEB nos últimos anos para identificar se há tendências de
crescimento ou queda no desempenho dos estudantes.
2. Identificação das áreas de maior dificuldade: Analisar os resultados por disciplina e série para identificar quais áreas
apresentam maior dificuldade para os estudantes.
3. Avaliação do nível socioeconômico dos estudantes: Verificar se o baixo desempenho está relacionado ao nível
socioeconômico dos estudantes, identificando possíveis fatores que influenciam esse resultado.
4. Comparação com escolas similares: Comparar o IDEB da escola com outras escolas similares, buscando identificar práticas
bem-sucedidas adotadas por outras instituições.
5. Análise dos recursos e infraestrutura: Avaliar a disponibilidade de recursos pedagógicos e a qualidade da infraestrutura da
escola, verificando se estão adequados ao processo de ensino-aprendizagem.
Ações interventivas propostas: Com base na interpretação dos resultados, algumas ações interventivas podem ser implementadas:
1. Programas de formação para os professores: Oferecer treinamentos específicos para professores melhorarem o ensino de
Matemática.
2. Investimento em recursos pedagógicos: Adquirir materiais e recursos didáticos adicionais para apoiar o ensino em
Matemática.
3. Envolvimento dos pais: Promover reuniões e atividades para incentivar a participação dos pais na vida escolar dos
estudantes.
Exemplo 2 - Análise do IDEB em uma rede de ensino: Imagine uma rede de ensino que apresentou um aumento
significativo no IDEB nos últimos anos. Nesse caso, as ações de análise poderiam ser:
1. Análise dos dados históricos: Comparar os resultados do IDEB dos últimos anos para identificar a tendência de
melhoria.
2. Avaliação das políticas educacionais: Investigar quais políticas educacionais foram implementadas na rede de
ensino nos últimos anos e verificar sua influência nos resultados do IDEB.
3. Acompanhamento das escolas com melhor desempenho: Identificar quais escolas obtiveram os melhores
resultados no IDEB e entender quais práticas pedagógicas e de gestão foram adotadas.
Interpretação dos resultados: Após a análise dos dados, pode-se perceber que o aumento do IDEB está relacionado à
implementação de políticas educacionais eficazes e ao compartilhamento de boas práticas entre as escolas.
Ações interventivas propostas: Com base na interpretação dos resultados, algumas ações interventivas podem ser
disseminadas para outras escolas da rede:
1. Formação de professores: Oferecer programas de formação e capacitação para os professores a fim de
promover metodologias de ensino mais eficazes.
2. Compartilhamento de práticas bem-sucedidas: Estimular o compartilhamento de boas práticas entre as escolas
da rede para que possam aprender umas com as outras.
3. Avaliação contínua: Continuar monitorando e avaliando os resultados para identificar oportunidades de melhoria
contínua.
Encontro de Líderes.pptx REUNIÃO DE LIDERES
Dados das Unidades Escolares- Proposta 1
. Nome da Unidade
Escolar:
SRE:
2017 2019 2020 Meta
xxx xxxxx xxxxx
Nome da Unidade
Escolar:
SRE:
2017 2019 2020 Meta
xxx xxxxx xxxxx
duplicar pelo número de UEs
Dados das Unidades Escolares- Proposta 2
. Unidade Escolar SRE 2017 2019 2021 Meta
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  • 1. Encontro de Líderes - Data: 27 e 28/07/2023 Local: Escola Estadual Profª Elizângela
  • 2. Ideb é o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, criado em 2007, pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep)., Esforço equipe/professor+Competências desenvolvidas estudante= Qualidade O Ideb funciona como um indicador nacional que possibilita o monitoramento da qualidade da Educação pela população por meio de dados concretos, com o qual a sociedade pode se mobilizar em busca de melhorias. Compreendendo o IDEB Fonte: FDG A aplicação do Saeb 2023 será realizada de 23 de outubro a 10 de novembro
  • 3. Saeb tem referência sete dimensões de qualidade da Educação Básica A qualidade da Educação Básica representada pelo atributo multidimensional; fundamentada em: I - Atendimento escolar; II - Ensino e aprendizagem; III - Investimento; IV - Profissionais da educação; V - Gestão; VI - Equidade; e VII - Cidadania, direitos humanos e valores.
  • 4. Os Indicadores que compõem o IDEB 1. O fluxo Escolar ● ser aprovado ao final do ano letivo; ● ser reprovado; ● ter abandonado a escola durante aquele ano.
  • 5. Os Indicadores que compõem o IDEB 2. PROFICIÊNCIA-SAEB O Saeb é uma pesquisa realizada pelo Inep, que permite a avaliação da qualidade da educação ofertada no país. ● a avaliações externas em larga escala, . ● matrizes de referência (instrumentos norteadores para a construção de itens para avaliações em larga escala) ● a cada dois anos na rede pública e em uma amostra da rede privada, ● refletindo os níveis de aprendizagem demonstrados pelos estudantes avaliados, ● As secretarias de Educação auxiliam o Inep na articulação com as escolas avaliadas, em cada unidade da Federação. ● comprometimento dos gestores das redes de ensino e dos secretários de Educação para a aplicação dos testes e dos questionários,
  • 6. Portaria nº 267 26 de junho de 2023 Diário Oficial da União (DOU) Principais mudanças: ● mudança do formato de aplicação para os docentes; ● expansão da população de referência; ● ciências da natureza e ciências humanas do 9° ano do ensino fundamental. ● implementada a avaliação de ciências da natureza e ciências humanas para o 5º ano do ensino fundamental. ● Os estudantes identificados como público-alvo da educação especial no momento do agendamento contarão com o atendimento oferecido por profissional especializado (ledor; transcritor e intérprete de Libras; leitor labial), que deverá ser providenciado pela escola, bem como a sala extra para atender ao aluno de acordo com sua situação; ● a taxa de participação requerida para os municípios para divulgação dos resultados, que antes era de 80%, passará a ser de 50%.
  • 7. Como o IDEB é calculado Como o Ideb é resultado do produto entre o desempenho e o rendimento escolar (ou o inverso do tempo médio de conclusão de uma série) então ele pode ser interpretado da seguinte maneira: para uma escola A cuja média padronizada da Prova Brasil, 4º ano, é 5,0 e o tempo médio de conclusão de cada série é de 2 anos, a rede/ escola terá o Ideb igual a 5,0 multiplicado por 1/2, ou seja, Ideb = 2,5. Já uma escola B com média padronizada da Prova Brasil, 4º ano, igual a 5,0 e tempo médio para conclusão igual a 1 ano, terá Ideb = 5,0. A forma geral do Ideb é dada por: IDEBji = Nji Pji em que, i = ano do exame (Saeb e Prova Brasil) e do Censo Escolar; N ji = média da proficiência em Língua Portuguesa e Matemática, padronizada para um indicador entre 0 e 10, dos alunos da unidade j, obtida em determinada edição do exame realizado ao final da etapa de ensino; P ji = indicador de rendimento baseado na taxa de aprovação da etapa de ensino dos alunos da unidade j;
  • 9. Com base no aprendizado dos alunos: a soma de português e matemática dividido por dois, multiplicado pela taxa de aprovação que resulta na nota do Ideb. Fonte: Ideb, INEP. Como o IDEB é calculado Observações importantes:
  • 10. IDEB NO TOCANTINS 5º ANO - ANOS INICIAIS
  • 11. IDEB NO TOCANTINS 9º ANO - ANOS FINAIS
  • 12. IDEB NO TOCANTINS 3ª SÉRIE - ENSINO MÉDIO
  • 13. Indicador de aprendizado - TOCANTINS ANOS INICIAIS N4- Proficiente N4- Básico
  • 14. Como funciona a escala do aprendizado? O Inep distribui o aprendizado dos alunos em níveis, utilizando a Escala Saeb. Abaixo, exemplo da distribuição de níveis para Língua Portuguesa e Matemática - 5º Ano - Anos Iniciais: 5º ANO - LÍNGUA PORTUGUESA 5º ANO - MATEMÁTICA
  • 15. Indicador de aprendizado - TOCANTINS ANOS FINAIS N2- Básico N2- Básico
  • 16. Como funciona a escala do aprendizado? O Inep distribui o aprendizado dos alunos em níveis, utilizando a Escala Saeb. Abaixo, exemplo da distribuição de níveis para Língua Portuguesa e Matemática - 9º Ano - Anos Finais: 9º ANO - LÍNGUA PORTUGUESA 9º ANO - MATEMÁTICA
  • 17. Indicador de aprendizado - TOCANTINS ENSINO MÉDIO N2- Básico N2- Insuficiente
  • 18. Como funciona a escala do aprendizado? O Inep distribui o aprendizado dos alunos em níveis, utilizando a Escala Saeb. Abaixo, exemplo da distribuição de níveis para Língua Portuguesa e Matemática - 3º SÉRIE - Ensino Médio: 3ª SÉRIE- LÍNGUA PORTUGUESA 3ª SÉRIE-- MATEMÁTICA
  • 19. Indicador de Fluxo - TOCANTINS ANOS INICIAIS
  • 20. Indicador de Fluxo - TOCANTINS ANOS FINAIS
  • 21. Indicador de Fluxo - TOCANTINS ENSINO MÉDIO
  • 22. Fatores que influenciam o IDEB (dos slides de 20 a 27 usar em topicos o que esta em negrito criar design restante ir para a exposição) 1. Análise dos resultados anteriores: Inicie revisando os resultados do IDEB e outras avaliações anteriores para identificar pontos fortes e fracos da escola. Isso ajudará a estabelecer metas realistas para melhorar o desempenho. 2. Estabelecimento de metas claras: Com base na análise dos resultados, defina metas específicas e alcançáveis para o IDEB. Essas metas devem ser compartilhadas com toda a equipe escolar e os pais dos estudantes. 3. Avaliação e monitoramento contínuo: Implemente avaliações regulares para acompanhar o progresso dos estudantes ao longo do ano. Utilize os resultados dessas avaliações para ajustar estratégias de ensino e aprendizagem conforme necessário. 4. Formação e capacitação dos professores: Promova programas de formação e capacitação para os professores com foco nas metodologias de ensino mais eficazes, uso de tecnologias educacionais e estratégias para melhorar o desempenho dos estudantes. 5. Envolvimento dos pais e responsáveis: Mantenha os pais informados sobre o desempenho dos seus filhos e incentive a participação deles no processo educacional. O apoio dos pais é fundamental para o sucesso dos estudantes. 6. Promoção de um ambiente de aprendizagem positivo: Crie um ambiente escolar acolhedor e positivo, promovendo a cultura da valorização do conhecimento e do estudo. 7. Incentivo à leitura: Estimule o hábito da leitura entre os estudantes, com bibliotecas e programas de leitura. A leitura é essencial para o desenvolvimento da compreensão e da capacidade de expressão dos estudantes. 8. Acompanhamento pós-IDEB: Após a divulgação dos resultados do IDEB, analise os dados novamente e faça uma reflexão sobre os avanços e desafios enfrentados. Use essas informações para planejar melhorias contínuas. Criara
  • 23. ANÁLISE DE DADOS 1. Definição dos objetivos: Estabelecer claramente quais são os objetivos da avaliação. Por exemplo, compreender as principais áreas de dificuldade dos alunos ou investigar a relação entre o desempenho dos estudantes e outros fatores, como recursos escolares ou perfil socioeconômico. 2. Coleta de dados: A coleta de dados envolve a obtenção de informações relevantes para a análise, como resultados do IDEB, notas dos estudantes em provas e avaliações, informações sobre a infraestrutura e recursos das escolas, entre outros dados relevantes para o contexto educacional. 3. Limpeza dos dados: É importante organizá-los de maneira apropriada para facilitar a análise. 4. Interpretação dos resultados: A interpretação dos resultados da análise é uma etapa crítica. É importante considerar o contexto dos dados e fazer conexões com os objetivos iniciais da análise. 5. Elaboração de relatórios e recomendações: A análise deve ser apresentada em relatório claro e objetivo. Esses relatórios devem conter recomendações práticas e factíveis para melhorar o desempenho das escolas e alcançar as metas do IDEB.
  • 24. Compreensão de dados 1. Contextualização dos dados: Procure conhecer a fonte dos dados, o período de coleta, as variáveis presentes nos conjuntos de dados e a população a que os dados se referem. Compreender o contexto ajuda a evitar interpretações equivocadas. 2. Exploração dos dados: A exploração inicial dos dados é fundamental para ter uma visão geral dos padrões, distribuições e tendências presentes nos dados. Nessa etapa, utiliza-se a estatística descritiva e gráficos para resumir e visualizar as informações. 3. Identificação de padrões e tendências: Durante a análise exploratória, é possível identificar padrões e tendências nos dados. Por exemplo, pode-se observar se há alguma relação entre o desempenho dos estudantes e o nível socioeconômico das famílias. 4. Análise de correlações: A compreensão dos dados muitas vezes inclui a análise de correlações entre variáveis. Identificar correlações ajuda a entender quais fatores estão relacionados e como eles podem impactar o desempenho dos estudantes. 5. Validação dos resultados: Ao compreender os dados, é importante validar os resultados e conclusões obtidos. 6. Interpretação dos resultados: A interpretação dos resultados é o passo final na compreensão dos dados. Nesta fase, busca-se explicar os padrões e tendências observados, identificar possíveis causas para os resultados encontrados e formular conclusões relevantes. 7. Comunicação dos resultados: Após a compreensão dos dados, é essencial comunicar os resultados de forma clara e objetiva. Relatórios, gráficos e apresentações são meios eficazes de compartilhar as conclusões com as partes interessadas, como gestores, professores, pais e formuladores de políticas.
  • 25. Ações interventivas 1. Formação e capacitação de professores: Investir em programas de formação contínua para os professores, oferecendo treinamentos em novas metodologias de ensino, uso de tecnologias educacionais, práticas pedagógicas diferenciadas e estratégias para atender às necessidades individuais dos estudantes. 2. Reforço escolar: Implementar sistemas de monitoramento contínuo do progresso dos estudantes para identificar quais os ajustes e as estratégias de ensino realizar para os estudantes que apresentam dificuldades de aprendizagem em Língua Portuguesa e Matemática. Verificar quinzenalmente se os estudantes estão apresentando melhoria nas habilidades que apresentadas no diagnóstico inicial. 3. Apoio psicossocial: Oferecer apoio psicossocial para os estudantes que enfrentam desafios emocionais ou comportamentais que possam afetar seu desempenho acadêmico. Acompanhamento dos Psicólogos, Orientadores Educacionais e Assistentes Sociais. 4. Envolvimento dos pais e responsáveis: Promover a participação ativa dos pais e responsáveis no acompanhamento da vida escolar dos estudantes. Encontros regulares entre a escola e os pais, participação em reuniões e atividades escolares e o estímulo à leitura em casa. 5. Avaliação com equipe escolar e Associação de Pais: Identificar pontos fortes e fracos da escola, buscando entender quais fatores estão contribuindo para o desempenho dos estudantes e quais aspectos precisam ser aprimorados. 6. Incentivo à leitura e produção textual: Estimular a leitura desde as séries iniciais e promover a produção textual entre os estudantes. A leitura e a escrita são habilidades fundamentais para o desenvolvimento de outras competências acadêmicas. 7. Implementação de projetos educacionais: Desenvolver projetos pedagógicos e educacionais que sejam relevantes para a realidade dos estudantes, integrando diferentes áreas do conhecimento e proporcionando aprendizagens significativas. 8. Compartilhamento de boas práticas: Estabelecer redes de compartilhamento de boas práticas entre as escolas, permitindo que instituições com melhores resultados possam ajudar outras que enfrentam desafios similares.
  • 26. Monitoramento e avaliação · Tomada de decisões informadas: O monitoramento e a avaliação fornecem informações relevantes que auxiliam na tomada de decisões informadas e direcionadas. Com base nos dados coletados, é possível identificar o que está funcionando bem e o que precisa ser ajustado ou melhorado. · Melhoria contínua: Ao acompanhar regularmente o progresso das intervenções, é possível realizar ajustes e correções ao longo do tempo. Isso permite que as ações sejam aprimoradas e direcionadas para obter melhores resultados. · Prestação de contas: O monitoramento e a avaliação tornam o processo transparente e facilitam a prestação de contas aos envolvidos, como gestores, pais, estudantes e órgãos governamentais. · Identificação de boas práticas: A análise dos resultados também pode revelar boas práticas que estão trazendo resultados positivos. Essas práticas podem ser compartilhadas com outras escolas e comunidades para promover a disseminação de conhecimentos eficazes.
  • 27. Para o Plano de Intervenção https://docs.google.com/document/d/13XqnCr NuaNU1hPB30O2CktN6EJJtXQmN/edit?usp=sha ring&ouid=109901591623962114967&rtpof=tru e&sd=true
  • 28. Essa formação deve fornecer exemplos práticos e estudos de caso para ilustrar como analisar os índices do Ideb, interpretar os resultados e implementar ações interventivas para melhorar a qualidade da educação nas escolas e redes de ensino. Além disso, é importante fornecer aos Diretores, ferramentas e recursos para que possam continuar a analisar e estudar o Ideb de forma autônoma após a formação.
  • 29. Exemplo 1 - Análise do IDEB em uma escola: Imagine uma escola pública de ensino fundamental que obteve um IDEB abaixo da meta estabelecida para o período. Nesse cenário, as ações de análise poderiam ser: 1. Análise dos resultados anteriores: Revisar os resultados do IDEB nos últimos anos para identificar se há tendências de crescimento ou queda no desempenho dos estudantes. 2. Identificação das áreas de maior dificuldade: Analisar os resultados por disciplina e série para identificar quais áreas apresentam maior dificuldade para os estudantes. 3. Avaliação do nível socioeconômico dos estudantes: Verificar se o baixo desempenho está relacionado ao nível socioeconômico dos estudantes, identificando possíveis fatores que influenciam esse resultado. 4. Comparação com escolas similares: Comparar o IDEB da escola com outras escolas similares, buscando identificar práticas bem-sucedidas adotadas por outras instituições. 5. Análise dos recursos e infraestrutura: Avaliar a disponibilidade de recursos pedagógicos e a qualidade da infraestrutura da escola, verificando se estão adequados ao processo de ensino-aprendizagem. Ações interventivas propostas: Com base na interpretação dos resultados, algumas ações interventivas podem ser implementadas: 1. Programas de formação para os professores: Oferecer treinamentos específicos para professores melhorarem o ensino de Matemática. 2. Investimento em recursos pedagógicos: Adquirir materiais e recursos didáticos adicionais para apoiar o ensino em Matemática. 3. Envolvimento dos pais: Promover reuniões e atividades para incentivar a participação dos pais na vida escolar dos estudantes.
  • 30. Exemplo 2 - Análise do IDEB em uma rede de ensino: Imagine uma rede de ensino que apresentou um aumento significativo no IDEB nos últimos anos. Nesse caso, as ações de análise poderiam ser: 1. Análise dos dados históricos: Comparar os resultados do IDEB dos últimos anos para identificar a tendência de melhoria. 2. Avaliação das políticas educacionais: Investigar quais políticas educacionais foram implementadas na rede de ensino nos últimos anos e verificar sua influência nos resultados do IDEB. 3. Acompanhamento das escolas com melhor desempenho: Identificar quais escolas obtiveram os melhores resultados no IDEB e entender quais práticas pedagógicas e de gestão foram adotadas. Interpretação dos resultados: Após a análise dos dados, pode-se perceber que o aumento do IDEB está relacionado à implementação de políticas educacionais eficazes e ao compartilhamento de boas práticas entre as escolas. Ações interventivas propostas: Com base na interpretação dos resultados, algumas ações interventivas podem ser disseminadas para outras escolas da rede: 1. Formação de professores: Oferecer programas de formação e capacitação para os professores a fim de promover metodologias de ensino mais eficazes. 2. Compartilhamento de práticas bem-sucedidas: Estimular o compartilhamento de boas práticas entre as escolas da rede para que possam aprender umas com as outras. 3. Avaliação contínua: Continuar monitorando e avaliando os resultados para identificar oportunidades de melhoria contínua.
  • 32. Dados das Unidades Escolares- Proposta 1 . Nome da Unidade Escolar: SRE: 2017 2019 2020 Meta xxx xxxxx xxxxx Nome da Unidade Escolar: SRE: 2017 2019 2020 Meta xxx xxxxx xxxxx duplicar pelo número de UEs
  • 33. Dados das Unidades Escolares- Proposta 2 . Unidade Escolar SRE 2017 2019 2021 Meta Fonte: www…..