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MÓDULO II
Educadores e educandos:
tempos históricos
UNIDADE I – Para que estudar e compreender a
educação por meio da história?
Podemos dizer que a história permite enxergar nossas raízes e compreender por
que as civilizações, os povos, se organizaram de determinada maneira, o que
foram e como se transformaram naquilo que são. E a educação, juntamente com a
cultura, ilumina em nós a inteligência humana e permite sermos criadores,
inventores e construtores. A sociedade brasileira vive processos rápidos de
mudanças, e as escolas cada vez mais têm de acompanhar, participar e formar
cidadãos para lidarem com mudanças, continuidades e rupturas. De nós todos que
trabalhamos dentro de instituições escolares, exigem-se novas maneiras de
atuarmos como profissionais da educação e, nesta tarefa, sermos educadores e
gestores num palco em que tudo acontece muito rápido, a escola.
Os funcionários das escolas necessitam de formação profissional, os trabalhadores
da educação estão sempre em formação para melhor atender os alunos, temos a
oportunidades de melhorar os nossos conhecimentos através de cursos
profissionalizantes que são oferecidos pelo estado e município.
objetivos, símbolos, linguagens e valores.
UNIDADE II – Educação construída pelos padres da
companhia de Jesus
A educação formal iniciou em 1549 com a chegada dos padres da “Companhia
de Jesus”, só quem estudava era a elite, os filhos dos poderosos e com a chegada
de Marquês de Pombal e a expulsão da Companhia de Jesus assim sendo criada
as aulas régias com a educação na Colônia e assim quando D. Pedro I assumiu o
país ele fez a Constituição Federal de 1829 que determinava “que a instituição
primaria é gratuita a todos os cidadãos” (aqueles que possuíam propriedades,
terras, bens e aqueles que tinham títulos). E foi assim durante a 1ª República
que ocorreram várias reformas na educação escolar em todo o país e assim no
segundo manifesto os educadores afirmam a educação pública sendo gratuita,
liberal, sem distinção de classes, raças e crenças, mas assim mesmo havia
discriminação e com muita luta e reformas a educação está sendo reformulada
até hoje, mas com a esperança de ser para melhor e sempre.
UNIDADE III – Aulas régias: a educação dirigida pelo
marquês de Pombal
Em novembro de 1772 foram criadas as aulas régias avulsas.
Estas, de nível
secundário e para meninos, ofereciam conteúdos de gramática
latina,
grega e hebraica, de retórica e de filosofa, a serem ministradas por
professores escolhidos em concurso público e pagos pelo Erário Ré-
gio e, portanto, contratados como funcionários do Estado. A
educação escolar conduzida por Marquês de Pombal é utilitária e
profissional. Assim deveria ser na colônia. A esta cabia copiar e
imitar os sistemas educacionais das nações européias. No caso das
aulas régias ou aulas avulsas, as de nível médio foram insuficiente.
Mesmo com professores enviados de Portugal, pouco prosperaram.
Ensinavam Gramática Latina,Matemática, Geometria, Poética,
Retórica, Lógica e Filosofa, além de aulas de Comércio. o Marquês de
Pombal
introduziu a política das 44 aulas régias avulsas, sendo dezessete de
primeiras letras, quinze de gramática latina, seis de retórica, três de
gramática grega e três de filosofia.
UNIDADE IV - A família real portuguesa e a educação das
elites
Em 1808 D. João VI e toda a Corte
portuguesa veio morar na Colônia no Brasil
porque Portugal passava por sérias crises
políticas e econômicas e não por interesse
na colônia, mas por invasão das tropas
napoleônicas.
UNIDADE V –Educação escolar nas províncias
e a descentralização do ensino
D. Pedro I foi um dos precursores do movimento
de separação do Brasil de Portugal o que denominamos de primeiro reinado
que de certa forma trouxe alguns novidades ao país:
- Com a Constituição de 1824 se começa a pensar em uma educação
primária, mas infelizmente mulheres e escravos eram excluídos do acesso às
escolas;
- Ato Adicional de 1834, o ensino foi descentralizado, passando a ser uma
responsabilidade das províncias seu financiamento;
- O ensino secundário e superior ficou sob a responsabilidade do Sistema
Federal e o ensino primário e profissional para o Sistema Estadual.
• UNIDADE VI – A república dos coronéis e as pressões
populares pela educação escolar
Em 1890 o Brasil se encontra em um cenário constituído por uma população negra, livre e sem destino, e por uma
visão de manutenção da grande propriedade rural e de que as mulheres não necessitavam freqüentar as escolas e os
espaços públicos, além do analfabetismo geral de adultos e de crianças e da infância abandonada, daí começa a
surgirem os problemas sociais:
- febre amarela fustigou a cidade do Rio de Janeiro, com enorme virulência, entre dezembro de 1849 e setembro de
1850;
- Depois, entre 1855 e 1856, ocorreu a epidemia de cólera-morbo e de varíola. A tuberculose, as doenças intestinais e a
malária crepitavam como flagelos crônicos na capital do Império. A febre amarela, em anos mais críticos, chegou a
matar 3 a 4 mil pessoas numa população da capital estimada em cerca de 270 mil habitantes, em 1872;
- A Abolição da Escravatura ;
- A criação do primeiro grupo escolar, em São Paulo;
- a Revolta de Canudos
- Revolta da Vacina, no Rio de Janeiro
Tudo isto revelavam que existiram sentimentos de insatisfação e movimentos de resistência e de contestação da ordem
política, econômica e social , daí o país foi levado a enfrentar uma série de problemas que respingam até hoje.
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Slides.ppt FORMAÇÃO TÉCNICA PROFISSIONAL

  • 1. Ter você aqui conosco é uma grande alegria!
  • 2. MÓDULO II Educadores e educandos: tempos históricos
  • 3. UNIDADE I – Para que estudar e compreender a educação por meio da história? Podemos dizer que a história permite enxergar nossas raízes e compreender por que as civilizações, os povos, se organizaram de determinada maneira, o que foram e como se transformaram naquilo que são. E a educação, juntamente com a cultura, ilumina em nós a inteligência humana e permite sermos criadores, inventores e construtores. A sociedade brasileira vive processos rápidos de mudanças, e as escolas cada vez mais têm de acompanhar, participar e formar cidadãos para lidarem com mudanças, continuidades e rupturas. De nós todos que trabalhamos dentro de instituições escolares, exigem-se novas maneiras de atuarmos como profissionais da educação e, nesta tarefa, sermos educadores e gestores num palco em que tudo acontece muito rápido, a escola. Os funcionários das escolas necessitam de formação profissional, os trabalhadores da educação estão sempre em formação para melhor atender os alunos, temos a oportunidades de melhorar os nossos conhecimentos através de cursos profissionalizantes que são oferecidos pelo estado e município. objetivos, símbolos, linguagens e valores.
  • 4. UNIDADE II – Educação construída pelos padres da companhia de Jesus A educação formal iniciou em 1549 com a chegada dos padres da “Companhia de Jesus”, só quem estudava era a elite, os filhos dos poderosos e com a chegada de Marquês de Pombal e a expulsão da Companhia de Jesus assim sendo criada as aulas régias com a educação na Colônia e assim quando D. Pedro I assumiu o país ele fez a Constituição Federal de 1829 que determinava “que a instituição primaria é gratuita a todos os cidadãos” (aqueles que possuíam propriedades, terras, bens e aqueles que tinham títulos). E foi assim durante a 1ª República que ocorreram várias reformas na educação escolar em todo o país e assim no segundo manifesto os educadores afirmam a educação pública sendo gratuita, liberal, sem distinção de classes, raças e crenças, mas assim mesmo havia discriminação e com muita luta e reformas a educação está sendo reformulada até hoje, mas com a esperança de ser para melhor e sempre.
  • 5. UNIDADE III – Aulas régias: a educação dirigida pelo marquês de Pombal Em novembro de 1772 foram criadas as aulas régias avulsas. Estas, de nível secundário e para meninos, ofereciam conteúdos de gramática latina, grega e hebraica, de retórica e de filosofa, a serem ministradas por professores escolhidos em concurso público e pagos pelo Erário Ré- gio e, portanto, contratados como funcionários do Estado. A educação escolar conduzida por Marquês de Pombal é utilitária e profissional. Assim deveria ser na colônia. A esta cabia copiar e imitar os sistemas educacionais das nações européias. No caso das aulas régias ou aulas avulsas, as de nível médio foram insuficiente. Mesmo com professores enviados de Portugal, pouco prosperaram. Ensinavam Gramática Latina,Matemática, Geometria, Poética, Retórica, Lógica e Filosofa, além de aulas de Comércio. o Marquês de Pombal introduziu a política das 44 aulas régias avulsas, sendo dezessete de primeiras letras, quinze de gramática latina, seis de retórica, três de gramática grega e três de filosofia.
  • 6. UNIDADE IV - A família real portuguesa e a educação das elites Em 1808 D. João VI e toda a Corte portuguesa veio morar na Colônia no Brasil porque Portugal passava por sérias crises políticas e econômicas e não por interesse na colônia, mas por invasão das tropas napoleônicas.
  • 7. UNIDADE V –Educação escolar nas províncias e a descentralização do ensino D. Pedro I foi um dos precursores do movimento de separação do Brasil de Portugal o que denominamos de primeiro reinado que de certa forma trouxe alguns novidades ao país: - Com a Constituição de 1824 se começa a pensar em uma educação primária, mas infelizmente mulheres e escravos eram excluídos do acesso às escolas; - Ato Adicional de 1834, o ensino foi descentralizado, passando a ser uma responsabilidade das províncias seu financiamento; - O ensino secundário e superior ficou sob a responsabilidade do Sistema Federal e o ensino primário e profissional para o Sistema Estadual.
  • 8. • UNIDADE VI – A república dos coronéis e as pressões populares pela educação escolar Em 1890 o Brasil se encontra em um cenário constituído por uma população negra, livre e sem destino, e por uma visão de manutenção da grande propriedade rural e de que as mulheres não necessitavam freqüentar as escolas e os espaços públicos, além do analfabetismo geral de adultos e de crianças e da infância abandonada, daí começa a surgirem os problemas sociais: - febre amarela fustigou a cidade do Rio de Janeiro, com enorme virulência, entre dezembro de 1849 e setembro de 1850; - Depois, entre 1855 e 1856, ocorreu a epidemia de cólera-morbo e de varíola. A tuberculose, as doenças intestinais e a malária crepitavam como flagelos crônicos na capital do Império. A febre amarela, em anos mais críticos, chegou a matar 3 a 4 mil pessoas numa população da capital estimada em cerca de 270 mil habitantes, em 1872; - A Abolição da Escravatura ; - A criação do primeiro grupo escolar, em São Paulo; - a Revolta de Canudos - Revolta da Vacina, no Rio de Janeiro Tudo isto revelavam que existiram sentimentos de insatisfação e movimentos de resistência e de contestação da ordem política, econômica e social , daí o país foi levado a enfrentar uma série de problemas que respingam até hoje.