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Niterói
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Edição Online Para Um Milhão e Oitocentos Mil Leitores
Zona Sul, Oceânica e Centro de Niterói16 Mil Exemplares Impressos
Diretor Responsável: Edgard Fonseca
Circula por 15 dias
NathaliaKatleen–cabelo&maquiagem:PriscilaSarzedas–produção:TozoSampaio–foto:JulioCerino
1ª Quinzena
Nº 150
de Abril
Ano 08
de 2016
Diz: Todo Mundo Gosta
Página 03
Niterói:
Administração
Inconclusa.
Uma
Niterói
09/04 a 23/04/16
www.dizjornal.com
2
Cultura
Paulo Roberto Cecchetti cecchettipaulo@gmail.com
annaperet@gmail.com
DIZ pra mim... (que eu conto)
Anna Carolina Peret
Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores
Apenas um Sonho
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ou 12 inserções por
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em 6 mensais de
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N
o meu mundo ideal, eu acordaria to-
dos os dias com os primeiros raios
de sol invadindo o meu quarto, ar-
rombando minha janela em grande estilo e
dourando minha manhã. No meu mundo ide-
al, eu despertaria com um café bem quente,
biscoitos fresquinhos com muita manteiga,
sem ninguém torcer o nariz fazendo as con-
tas de quantas calorias eu estaria ingerindo.
No meu mundo ideal, meu vizinho me daria
“bom dia”, do fundo da alma, e perguntaria,
com sinceridade perceptível, se tudo está bem
comigo e com os meus. No meu mundo ideal,
as crianças estariam nas escolas – e não ven-
dendo bala nos sinais – assim como os ado-
lescentes estariam planejando suas brilhantes
carreiras – ao invés de se tornarem marginais.
No meu mundo ideal, a cor da pele seria
mero detalhe – e não motivo de preconceito
– assim como a escolha sexual seria um livre
arbítrio – e não ensejo para discriminação so-
cial. No meu mundo ideal, professores seriam
exaltados, reverenciados e, principalmente,
reconhecidos como formadores do futuro
da nação. No meu mundo ideal, os policiais
chegariam às comunidades atirando flores e
seriam recebidos com seus respectivos louvo-
res. Nessas comunidades, as pessoas viveriam
sem medo e todas elas teriam consciência dos
seus valores enquanto cidadãs. A união seria
um princípio, a paz seria um meio e a felicida-
de seria um fim.
Só que existe um problema:
desconfio que meu mundo
ideal não exista! Está longe
de ser realidade. Ele não pas-
sa de fruto da minha ingênua
imaginação. Um verdadeiro
devaneio que conto aqui para
vocês. Do meu mundo ideal
pouco sobra. Sobro eu, ape-
nas, com minhas indagações,
em verso e prosa, em sorrisos
e lágrimas. Sobro eu, sozi-
nha, imaginando coisas lindas
e despertando com verdadei-
ros vendavais. Do meu mun-
do ideal pouco – ou nada – resta. Mas o que
devo fazer com os sonhos que me sobram?
Eu só queria um pouco mais de bondade, que
as pessoas respeitassem, por exemplo, aque-
las da terceira idade. Também queria mais de
compaixão, que todos tivessem mais conside-
ração com os animais e com a natureza. As
questões de cor e gênero deveriam tornar-se
passado, resquícios longínquos de um preté-
rito imperfeito. Gostaria de viver em um mun-
do onde as mulheres, guerreiras, mães de fa-
mília, fossem respeitadas e exaltadas. Desejo
viver num mundo no qual as religiões não se-
greguem as pessoas, mas sim, as unam. Onde
o esquecimento se ocupe dos dissabores e no
coração haja apenas espaço para os grandes
amores. Quero ver filas nos parques, nas bi-
bliotecas,... E, se possível, cada vez menos
pessoas nos hospitais e nas prisões.
Eu quero sentir na pele águas de um ocea-
no limpo, de cachoeiras translúcidas. Estou
cansada de viver das manchetes repletas de
catástrofes, que só nos remetem à nossa po-
pulação abandonada à própria sorte. E por
falar em população, neste quesito tenho mui-
to a dizer. O meu mundo ideal, este, talvez,
nunca irá acontecer... Queria apenas viver
numa democracia de verdade, na qual os po-
líticos tivessem vontades. Vontade de fazer a
diferença, de diminuir a violência. Vontade
de construir um futuro melhor,
com menos desigualdade e
mais acessibilidade. Queria um
país mais limpo, mais corre-
to, onde um representante do
povo tivesse vergonha de usar
a lei a seu favor, de enganar o
seu próprio eleitor. Queria viver
num país onde o eleito repre-
sentasse, de fato, os interesses
do seu eleitorado – e não dos
seus aliados. Lugar onde quem mentisse para
a nação fosse condenado ou, que antes, por
vergonha, renunciasse. Eu gostaria apenas de
viver em um país sério. Um país de verdade.
Porém, tudo o que eu vejo é mais e mais gen-
te desonesta. Não sobra ninguém: legislativo,
executivo, judiciário. Vivemos sem saúde,
sem educação, sem emprego. Vivemos sem
condições mínimas de sobrevivência. E temos
nossas esperanças e sonhos roubados por po-
líticos eleitos com “nosso próprio voto”.
Onde, digam-me vocês, foi parar o meu mun-
do ideal? Será que algum dia ele já existiu? Ou
foi tudo apenas um sonho?
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- CORAÇÃO (SEM) PARTI-
DO - Chegou ovacionado.
Rompeu o corredor cumpri-
mentando a todos. No olhar, a
expressão de cansaço e espe-
rança. Sim, pois ele a carrega
desde os nove anos. Felipe Pei-
xoto fundou o Partido Mirim lá
no recanto do Pé Pequeno, em
Santa Rosa. Cresceu conviven-
do com Darcy Ribeiro, João
Sampaio, e subiu no palanque
do seu líder Leonel Brizola. Enfrentou Jorge Roberto pelo que
não era de Jorge. Nos últimos dez anos, com determinação,
não permitiu que desconstruíssem seus sonhos.
Traído mais uma vez, em prantos, anunciou a uma plateia
que gritava uníssona o seu nome, e que naquele momento
estava deixando o PDT. Essa trajetória interrompida em tem-
po de conluio. Luz opaca tentando ofuscar quem tem brilho
próprio.
E lembrou dos que já se foram: Eva, Jacob e João... Uma
história de vida e dedicação ao PDT de Niterói não será apa-
gada pelos traidores que vivem em permanente conchavo com
o podre poder. Os princípios, as lutas e o sonho de Felipe
Peixoto continuam vivos. Sai de cena, íntegro, levando con-
sigo, no coração (sem) partido, a liderança histórica por uma
cidade melhor.
- O Teatro da UFF (Rua Mi-
guel de Frias, nº 9 - Icaraí)
apresenta “Deus e o Diabo
na Terra do Sol”, adap-
tação do filme do baiano
Glauber Rocha. Até 1º de
maio, sextas e sábados, às
21 horas; domingo, às 20
horas. Vale conferir!
- A Galeria La Salle expõe “Ilustrações e outras imagens”,
com curadoria de Luciano Rodrigues.
- “No coração de Icaraí” é o registro da beleza deste bair-
ro, nas lentes de Renato
Moreth, Guto Costa, Cadu
Pilotto, entre outros. Visi-
tação gratuita no Shopping
Central Prime (Rua Moreira
Cesar, nº 251 - Icaraí).
- Renato Moreth expõe imagens dos seus 40 anos de carrei-
ra, em “Viajando Juntos”, no Plaza Shopping, que comemora
seus 30 anos de atividade. Será de 13 às 19h, no Espaço
Gourmet (Expansão- 4º Piso).
- A Galeria de Arte UFF (Rua
Miguel de Frias, nº 9 - Icaraí)
expõe os coloridos quadros de
Luiz Dolino. Entrada franca.
Visitação até 10 de abril, de
segunda à sexta-feira, das 10
às 21 h; sábados e domingos,
das 13 às 21 h.
Niterói
09/04 a 23/04/16
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3
Documento
dizjornal@hotmail.com
Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores
Uma Administração Inconclusa
Estamos chegando ao final do mandato do atual prefeito de Niterói, Rodri-
go Neves. Foram três anos e meio de idas e vindas, muito discurso inócuo,
(sempre procurando culpar alguém por seus problemas, especialmente o
ex-prefeito Jorge Roberto Silveira), obras inacabadas e uma imensa falta de
planejamento e objetividade. Ele não se dedicou ao mandato ou mesmo à ci-
dade. Usou todo tempo, de maneira frenética, a construir uma autoimagem
megalômana e irreal, que só cabe mesmo nos seus delírios de grandeza.
Petista de DNA indissolúvel e carimbado na alma, pode-se dizer que é o
político do tipo MPM. Ou seja: Mentiras, Publicidade e Marketing. Uma es-
pécie de doença, que vive de sonhos futuros, esquecendo-se das obrigações
do presente. Vive arredado da realidade e dos compromissos reais. Uma
O
resultado deste perfil, onde foi
aprendiz de José Dirceu (que está
na cadeia pelos mesmos “ideais”),
foi esta desastrosa e desencontrada admi-
nistração municipal. Transformou a cidade
na “Terra do Nunca”, um carteiro de obras
aparentes que mais quebram do que cons-
troem.
Desde o início da administração deu si-
nais das suas intenções e práticas petistas.
Quem não se lembra da contratação incom-
preensível e absurda de uma empresa para
“cuidar das árvores” em 13 de agosto, por
R$ 4,169 milhões. Uma empresa de facha-
da, com sede suspeita, de outro município,
para mapear, catalogar e das árvores da
cidade ao longo de 12 meses. Na época
o serviço de conservação de árvores, com
um caminhão e seis funcionários, custa-
va R$ 80 mil mensais à prefeitura. Com a
terceirização, se somariam à equipe mais
três caminhões e mais 12 funcionários.
Quem quiser relembrar acesse: http://
oglobo.globo.com/rio/bairros/contratada-
-empresa-por-4-milhoes-para-cuidar-de-
-arvores-10076601#ixzz45FlBjSvu ©
1996 - 2016. Todos direitos reservados
a Infoglobo Comunicação e Participações
S.A. Está tudo lá.
Apresentou projetos inexequíveis, para pa-
gar dívidas de campanhas às empreiteiras
como a UTC, OAS e Odebrecht, com o tal
projeto “Operação Consorciada do Centro”
que consistia em quebrar o que já existe,
e funcionando, para colocar tudo igual no
mesmo lugar. Dariam uma nova aparência
megalômana e descaracterizando a cidade,
com o único objetivo: usar dinheiro público
para pagar dívidas de sua campanha. Feliz-
mente, os empreiteiros foram para a cadeia
e não houve nem obras nem projeto. Um
fiasco que beneficiou a cidade. Um escân-
dalo, que se fosse devidamente
investigado e apuradas as res-
ponsabilidades, já teria muita
gente na cadeia.
Sucateou a Saúde, descaracteri-
zou um programa eficiente, até
então, que era o “Médico de Fa-
mília”, colocou a baixo o Hos-
pital Getulinho, prometendo um
super hospital em seu lugar. Até
hoje a obra não foi concluída, e
vai acabar o mandato e não vai
ficar pronta. Privou a população
de um hospital que funcionava,
motivado pelos seus delírios de
grandeza e publicidade engano-
sa e irresponsável. O Hospital
Orêncio de Freitas funcionava normalmente
e atendia a um expressivo número de pa-
cientes na cidade. Hoje, três anos depois,
não passa de um esqueleto empobrecido
e infectado. Um “ex-hospital”. Será neces-
sário um grande investimento para fazê-lo
retornar minimamente ao que era. Sem ex-
pectativas de melhorias. Bastará apenas ser
o que foi no passado. Entretanto, o prefeito
gasta rios de dinheiro num staff para sua
publicidade pessoal, apresentando números
inexistentes, falsos dados e projetos enga-
nosos. Nada é verdadeiro. Nem mesmo,
quando faz uma obra de fachada, como é o
CISP (Centro de Informações de Seguran-
ça Pública) na Região Oceânica, que vive
desesperada e nas mãos dos bandidos. A
fachada é bonita, mas, o serviço é ineficien-
te. Já que está ali, porque não funciona de
verdade? Coisa de um megalômano irres-
ponsável, que está pensando na frente, num
próximo delírio, algo que possa enganar a
todos e a si mesmo.
Divulgou em prosa e verso que iria fazer
o Túnel do Cafubá a Charitas. Bradou, co-
locou festiva bugre, confraternizou com
outros interesseiros, mas, vai acabar o
mandato e não vai ficar pronta. A obra não
chegou à metade, embora ele, torcendo o
sentido das palavras, publica no seu folhe-
tim de atividades que o “túnel chegou ao
outro lado”.
Esconde tudo em tapumes, que ninguém
saiba a realidade, prejudicando até o acesso
dos moradores do Cafubá.
A obra da Transoceânica é uma colcha de
retalhos. Pedaço aqui e ali, sem a prática
das ligações das partes, que dependem ain-
da de desapropriações e conexões da via.
Existe ainda um rumor que houve erro na
compra dos carros (VLT). Eles são maiores
que a caixa da pista. Enfim, terão que ser
trocados ou adequados. Mas, tudo isso de-
manda tempo e dinheiro a mais. É preciso
verificar se é só incompetência (o que não
falta) ou se existe má fé. Tratando-se de um
governo essencialmente petista, tudo se
pode esperar.
Concedeu licença par construção de um
estacionamento em Charitas, que trocou
de lugar, errou de projeto, quebrou tudo e
nada mais aconteceu. Lá restam os escom-
bros de uma obra interditada por falta de
licenças e protocolos necessários.
Este prefeito zomba do povo, loteia a cida-
de com vagas de estacionamento, promo-
ve a indústria dos reboques, e não oferece
nenhuma contra partida. Como não tem
prestígio nem credibilidade, a cidade está
entregue aos bandidos, que fazem o que
querem, sem incômodos à altura dos deli-
tos. Uma cidade desesperadamente insegu-
ra e sem gerência.
A novidade e a grande ilusão desta “tru-
pe”, é achar que trocando de partido e se
apresentando numa outra sigla, vai poder
disfarçar o DNA da corrupção, do apare-
lhamento, da falta de méritos técnicos e
morais. O fato de Rodrigo Neves ingressar
(estranhamente) no PV, (que luta pelo Im-
peachment da sua aliada de sempre, Dil-
ma Rousseff), vai mudar o conceito que o
eleitor tem dele. Será impossível livrar-se
da pecha petista. Ela será sempre 13, até
que esta legenda seja cassada pela justiça.
O único fato gerado com esta transferência
para o PV foi a chacota popular. Todos os
chamam agora de prefeito melancia. Verde
por fora e vermelho por dentro. Encontra-
-se em lastimável situação política. Não é
nem de um lado nem de outro. Embora
essa seja a maior verdade de todas: ele, du-
rante toda sua vida, somente teve um lado.
O dele mesmo, onde cabe a sua vaidade
doentia e a falta de critérios éticos e mo-
rais para fazer suas escolhas. Ele é por si só
uma obra inconclusa, uma peça inacabada
e mutante.
Assim, Niterói reconhecerá aquele se
apresenta multifacetado, de acordo com a
expectativa de quem questiona ou dança
segundo a música, para não sair do baile.
síndrome de grandeza, que acomete mais aos pobres de espírito e carentes
de afirmação burguesa. É uma contradição perene e sofredora, como acon-
tece com o mentiroso de Garanhuns, o Lula da Silva: se diz de esquerda,
que quer o bem do povo, mas tem mania de grandeza arrogante e sonha
com riquezas e tudo do bom e do melhor; e não mede consequências para
possuir ou atingir estes ideais de consumo. Coisa de quem sempre viveu na
pobreza e tem um sonho cheio de ressentimento, desejando ser um modelo
que diz odiar. Um desespero existencial, uma divisão de propostas, objetivos
e caráter. Na verdade não se reconhece bem. Tem dificuldade de identidade.
Diz uma coisa e sempre faz outra. Não dá para confiar.
Rodrigo Neves, ainda jovem, com seu padrinho e mentor José Dirceu
Niterói
09/04 a 23/04/16
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As Academias Niteroiense e Fluminense de Le-
tras celebraram o centenário de nascimento de
Marcos Almir Madeira em sessão especial conjun-
ta, presidida pela acadêmica e presidente da ANL,
Márcia Pessanha.
O consagrado escritor e jornalista nascido em Ni-
terói foi membro da Academia Brasileira de Letras
e um dos fundadores da Academia Niteroiense de
Letras.
O acadêmico Sylvio Lago Junior fez a apresentação
do homenageado, destacando o seu “gosto impe-
cável, estilo límpido, nítido, musical, sempre regulado pelas proporções exatas e com
a sensibilidade das expressões leves e requintadas”. Salientou que sua obra máxima é
“Homens de Marca”, estudo sobre escritores que se tornaram homens públicos. Foram
oradores: Waldenir de Bragança, Erthal Rocha, Sávio Soares de Sousa, Antonio Soares de
Oliveira, Neide Barros Rêgo e Leda Mendes Jorge.
O magistrado é doutor
honoris causa da Escola
Superior de Advocacia
da Ordem dos Advoga-
dos do Brasil e professor
da Escola de Pós-Gra-
duação em Economia da
Fundação Getúlio Var-
gas, além de membro das
bancas examinadoras de Direito Penal dos concursos públicos
para delegado de polícia, sendo presidente em algumas delas.
4
Informes
Expediente
Edgard Fonseca Comunicação Ltda.
R Otavio Carneiro 143/704 - Niterói/RJ.
Diretor/Editor: Edgard Fonseca
Registro Profíssional MT 29931/RJ
Distribuição, circulação e logística:
Ernesto Guadelupe
Diagramação: Eri Alencar
Impressão: Tribuna | Tiragem 16.000 exemplares
Redação do Diz
R. Cônsul Francisco Cruz, nº 3 Centro - Niterói,
RJ - Tel: 3628-0552 |9613-8634
CEP 24.020-270
dizjornal@hotmail.com
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Os artigos assinados são de integral e absoluta
responsabilidade dos autores.
D! Nutrição
clara.petrucci@dizjornal.com | Instagram: Clara PetrucciEdição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores
Distribuidora Guadalupe
25 Anos de bons serviços
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Demonstração de Placas Sinalizadoras
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(sec.elet. 7867-9235 ID 10*73448
DG
E o Açúcar da Fruta, Pode?
C
ada momento existe um alimento
vilão, um queridinho da vez, que
muitas pessoas apenas “amam” ou
“odeiam” por estar na moda.
A fruta possui naturalmente um tipo de
açúcar, chamado frutose, que dependo de
sua estrutura pode ter alto índice glicêmico,
médio ou baixo. O índice glicêmico varia de
acordo com a quantidade de açúcar dispo-
nível e capacidade de ser levado ao sangue
para virar energia, explicando a “grosso mo
do”.
O que isso diz respeito à você e interfere de
que forma? Em muita coisa! Se existe uma
necessidade de energia, este tipo de açúcar
é capaz de suprir, ou se existe uma neces-
sidade de reposição, também. O que deve
ser levado em conta é a sua necessidade
específica e como deve ser administrada.
Existem estudos que condenam a frutose
devido à sua “complexa digestibilidade” e
existem outros estudos que a adoram por
ser um tipo de açúcar natural.
Não dá para se condenar uma fonte tão rica
de vitaminas, minerais, antioxidantes, fibras
e energia por conter um determinado tipo
de açúcar; mas também não dá para se ali-
mentar apenas de frutas, e pior, sem asca!
Onde se concentram grande parte dos nu-
trientes.
O momento da ingestão também deve ser
adequado de acordo com a sua dieta e real
necessidade; por isso procure um bom nu-
tricionista para esclarecer suas dúvidas e
entender o que é melhor para você. Cada
caso tem suas peculiaridades.
Coma frutas com casca e nos momentos
adequados para você. E isso, só um nutri-
cionista poderá te orientar
Boas frutas!
Centenário de Marcos Almir Madeira
Título de Cidadão Niteroiense
Ojuiz federal Wiliam Douglas recebeu o Título de Cidadão
Niteroiense pelas mãos do vereador Bruno Lessa (PSDB).
Cerimônia realizada no Gabinete da Presidência contou com a
participação de amigos, familiares, políticos e gente do mundo
jurídico.
William Douglas nasceu no Rio de Janeiro, é também profes-
sor e autor de diversas obras nas áreas jurídica, autoajuda e
relacionadas a concursos públicos. É o autor do best seller
“Como passar em provas e concursos” e “As 25 leis bíblicas
do sucesso”, primeiro lugar nas mais importantes listas de mais
vendidos do Brasil, publicado também em Portugal e nos Esta-
dos Unidos, em espanhol.
Magistratura e Gestão Judiciária
Com apresentação do presidente do Tribunal de Jus-
tiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), desembar-
gador Luiz Fernando Ribeiro de Carvalho, foi lançado no
dia 4 de abril, o livro “Magistratura e Gestão Judiciária”,
de autoria do desembargador Nagib Slaibi Filho. O livro
aborda a estrutura do Poder Judiciário e a carreira de
seus integrantes.
Nagib Slaibi é professor universitário, autor de várias
obras jurídicas, membro da Academia Fluminense de
Letras e presidente da 6ª Câmara Cível e membro eleito do Órgão Especial do TJRJ. Na
Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (EMERJ), Slaibi Filho é professor e
responsável pela cadeira de Direito Constitucional.
Bruno Lessa, Willian Douglas e Paulo Bagueira
Nagib Slaibi e Marcos Alcino Torres
Silvio Lago,leda Mendes Jorge,Marcia Pes-
sanha e Waldenir Bragança
Sergio Gomes
Aldo Pessanha
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InternetLaio Brenner - dizjornal@hotmail.com
40 anos de Apple
ORAÇÃOASANTO EXPEDITO
Festa 19 de abril. Comemora-se todo dia 19
Se vc. está com algum
, precisa de
, peça a Santo Expedito. Ele é o
Santo dos Negócios que precisam de pronta
solução e cuja invocação nunca é tardia.
Problema Difícil e
aparentemente sem Solução
Ajuda Urgente
ORAÇÃO
Obrigado.
: Meu Santo Expedito da Causas
Justas e Urgentes, socorrei-me nesta hora
de aflição e desespero. Intercedei junto
ao Nosso Senhor Jesus Cristo! Vós que
sois o Santo dos Aflitos, Vós que sois o
Santo das Causas Urgentes, protegei-me,
ajudai-me, Dai-me Força, Coragem e
Serenidade. Atendei o meu pedido: (fazer o
pedido) Ajudai-me a superar estas Horas
Difíceis, protegei-me de todos que possam
me prejudicar; Protegei minha família,
atendei o meu pedido com urgência.
Devolvei-me a Paz a Tranqüilidade
Serei grato pelo resto da minha vida
e levarei seu nome a todos que têm fé.
Rezar 1 Padre Nosso,1 Ave Maria
e Fazer o sinal da cruz.
“para que os pedidos sejam atendidos
é necessário que sejam justos”.
Agradeço a Santo Expedito a Graça Alcançada.Santo Expedito
Dr. Helder Machado
Urologia
Tratamentode
Cálculo Renal
a Raio Laser
Rua Dr. Celestino, 26
Centro - Niterói.
Tels:2620-2084 /2613-1747
Clínica
Atendemos UNIMED
eParticular
Atendimento 24H pelo tels:
8840-0001e9956-1620
E
m seus 40 anos de vida,
completados no dia primei-
ro, a Apple se transformou
em uma marca de culto que definiu
vários aspectos da vida moderna,
entre eles a relação das pessoas
com seus computadores, telefones
e a forma de ouvir música.
A lenda da Apple começa em uma
garagem em 1° de abril de 1976,
fundada por Steve Jobs e Steve Wo-
zniak, que abandonaram seus estu-
dos na universidade para se dedica-
rem ao uso da tecnologia.
Muito antes das telas táteis e dos
aplicativos, a primeira revolução da
Apple foi o computador Macintosh,
levando a informática ao alcance
das pessoas.
O “Mac” tinha um acessório des-
conhecido: o mouse. Com esse
instrumento se controla o compu-
tador, bastando apenas um clique
sobre os ícones na tela. O instrumento
é muito mais simples que os comandos
da época impossíveis para quem não era
programador
Depois surgiu o iPod em 2001, que junto
ao iTunes mudou o mercado da música.
Logo foi lançado o iPhone, em 2007, que
fez do smartphone o principal aparelho
do público em geral. Em 2010 foi lan-
çamento o iPad, que iniciou o boom do
mercado dos tablets.
A marca não inventou o smartphone e
nem o tablete, porém ao se dedicar à es-
tética e facilidade de uso a empresa criou
uma importante comunidade de
fãs que se transformaram em ver-
dadeiros fiéis.
Altos e baixos
Apesar da Google tentar por pou-
co tempo destroná-la esse ano,
o grupo Apple continua sendo
a empresa com o valor em bolsa
mais elevado do mundo. Mas, o
caminho para chegar até aqui não
foi fácil. Aconteceram fracassos,
como o computador Lisa, ante-
rior ao Mac, ou a agenda pessoal
Newton.
Além disso, a empresa atravessou
uma crise em 85 que provocou a
expulsão de Steve Jobs, mais tarde
recontratado para salvar um grupo
da falência. Agora parece que ter-
mina uma era, já que pela primeira
vez existe uma incerteza devido
retrocesso das vendas do iPhone.
Muitos analistas dizem que a Ap-
ple não morre e sim evolui: passa de um
fabricante de aparelhos para uma empre-
sa centrada em serviços.A Apple é uma
história de reinvenção!
Niterói
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6
Edgard Fonseca
edgard.fonseca22@hotmail.com
Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores
Um Abismo para Transpor
A
corrida pelo lugar de prefeito
está apenas começando. A rigor,
retrato de hoje, existe uma cla-
ra polarização entre o prefeito Rodrigo
Neves, que dispõe da máquina pública
e uma mala de dinheiro, e Felipe Pei-
xoto, que apesar destas “conversinhas”
que plantaram contra ele, lidera as pes-
quisas. Se a eleição fosse hoje, ele seria
eleito prefeito de Niterói. Entretanto,
ainda faltam aproximadamente seis me-
ses para o pleito.
Poderemos ter surpresas... E venho di-
zendo isso há muito tempo. São con-
jecturas baseadas em sintomas e com-
portamento de alguns grupos políticos
e eleitorais. Esta manobra no PDT para
“neutralizar o Felipe Peixoto, pode ain-
da estar longe de acabar. Foi tudo muito
estranho. O ambiente era movediço e
quem já tomou rasteira, como foi o caso
da candidatura de vice-governador, tem
que ficar atento, pois os “parceiros” de
época estavam longe de serem confiáveis.
Basta ver o tom do velho e tradicional
PDT, que encarna a figura do coronelis-
mo nordestino, do já conhecido por suas
atitudes agressivas, o “candidato a presi-
dente da República” Ciro Gomes. Pobre
PDT...
Recentemente perguntei a Jorge Roberto
Silveira se ele seria candidato a prefeito
nestas próximas eleições. Ele negou com
tranquilidade, dizendo que este tempo já
passou e que sua família não aprovaria.
Lembrei-me de outro episódio acontecido
no Rio Criket numa festa em apoio a João
Sampaio, quando perdeu a eleição para
Godofredo Pinto. Jorge, visivelmente irri-
tado, num discurso em meio ao tumulto
reinante disse textualmente que: “este ne-
gócio de ser prefeito é muito chato! Enchi
o saco e não quero mais ser prefeito!” En-
tretanto, na eleição seguinte lá estava ele,
candidatíssimo, e acabou vencendo. Foi a
pior administração de todas da sua car-
reira, acometido por problemas de saúde,
conflitos internos por divisão de poder
no vácuo que se formou na ausência do
executivo. Foi a gestão da infelicidade, de
tristes lembranças. Como a explosão do
Morro do Bumba. Nesta conversa, ele
me disse que apoiaria o candidato do seu
partido (PDT). Para mim, como o candi-
dato natural era Felipe Peixoto...
Estes últimos e recentes movimentos no
tabuleiro político apontavam para outra
direção. Especialmente a da incerteza e
da divisão. Independente de encerrar a
carreira política com uma ficha limpa, Jor-
ge Roberto, brigou bastante para aprovar
suas contas (reprovadas pelo Tribunal de
Contas) pela Câmara de Vereadores de
Niterói. Para este fim dependeu visceral-
mente da criatura que criou no passado,
o prefeito Neves, que até então mantinha
o controle absoluto dos votos necessários
para esta aprovação. Depois da aprova-
ção surgiram estas propostas do espúrio
“acordão”, com mundos e fundos, para a
desistência da candidatura de Felipe Pei-
xoto e a vitória de Rodrigo Neves. Depois
da negativa de Felipe, todos se apressa-
ram a apresentar suas versões, negando
um fato aqui, outro alí. Mas, a verdade
se impõe. A coisa foi feia! Na verdade,
deprimente.
Com a saída de Felipe Peixoto do PDT,
indo para o PSB, e o consequente es-
vaziamento dos quadros do PDT, existe
um natural movimento para recompor a
estrutura com vistas a reformular e em-
preender uma nova nominata de candi-
datos a vereador, para garantir os votos
e mandato já existente. Não deu para
entender a necessidade da intervenção
e dissolução da executiva existente, onde
o presidenta a assumir era o Sergi Mar-
colini, tradicional pedetista. O partido
precisa eleger vereadores, e até aí, tudo
bem. O vereador Carielo têm seu elei-
torado cativo e vai reeleger-se com fa-
cilidade, e com muitos votos. Na Zona
Norte da cidade ele certamente vai ser o
mais votado, seguido de Paulo Bagueira.
Mas, a sua legenda precisa dos tais votos
proporcionais para alcançar cadeiras, que
nas minhas contas poderá chegar a duas.
Esta peleja do PDT, tem dado margem a
movimentos independentes e sem muita
consistência, como o “Volta Jorge”.
Na situação atual, friamen-
te falando, nada impediria
Jorge Roberto Silveira re-
apresentar-se como candi-
dato. Tem filiação partidá-
ria com tempo hábil, não
tem mandato, está com as
contas aprovadas... Pode-
ria, num lance arriscado,
ter plantado a discórdia en-
tre Felipe e Rodrigo, deixar
polarizar, e desgastá-los,
para se apresentar com
terceira via. Uma opção
à parte e com frases de
efeito como “Um Caso de
Amor”.
É claro que tudo isso aqui
são meras especulações,
vozes escorridas pelas es-
quinas da maldade, pelos
plantadores de boatos. Mas, seria uma
candidatura com muitas dificuldades tam-
bém e sujeita a ataques pesados, visto o
histórico da última e combalida adminis-
tração.
Pessoas próximas de Jorge se apressam
para negar esta possibilidade. Candidatu-
ra, nem pensar!
Mas, Jorge Roberto saiu do seu tradicio-
nal recolhimento de eremita social, para
parecer até nos corredores da Câmara de
Vereadores. É muita movimentação para
quem só quer “ajudar” o partido.
No próximo dia
15, sexta feira,
a partir das 22h, no
Clube Naval, irá se
realizar a tradicional
festa de aniversá-
rio do ex-deputado
Felipe Peixoto. Tem
público numeroso e
cativo e muita músi-
ca para dançar, mas,
o clube é grande a
caberá os muitos
amigos do Felipe.
Aniversário com Festa
O fiel escudeiro Selmo Treiger e O ex-prefito Jorje Roberto Silveira
Ulisses Franceschi
Julio CerinoJulio Cerino
Niterói
09/04 a 23/04/16
www.dizjornal.com
7
Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores
Resultado Inverso
A
Rua Moreira Cesar, em Icaraí, mais
especificamente no trecho que se
inicia na Rua Miguel de Frias, sofreu
recentemente com as obras da prefeitura,
trazendo imensos transtornos para mora-
dores, transeuntes e especialmente para os
comerciantes e prestadores de serviço. A
rua como um todo é efervescente comer-
cialmente e um dos endereços mais char-
mosos da cidade.
O projeto apresentado e o cronograma de
obras, mais uma vez não corresponderam
à verdade. Entre as “maravilhas” a serem
implantadas, estava um sistema de fiação
totalmente embutida. Não se veria um só
fio e seria como as “maiores cidades do
mundo”, como sempre prega a propaganda
oficial deste município. Ao contrário
destas propostas, a obra se arrastou por um
tempo maior que o desejável, liquidou as
vendas das lojas, restaurantes e outras ati-
vidades, incluindo as esperadas vendas do
Natal. Houve até quem fechasse as portas
definitivamente. E para desconsolo e alívio
de todos, a obras pararam neste quarteirão,
O Que Falam Por Aí
A
ndo muito de taxi e gosto de con-
versar sempre com motoristas. Eles
me dão uma dimensão do que pen-
sam as pessoas cotidianamente, dos mais
diferentes níveis de informação e escolari-
dade. Um motorista de taxi inteligente é um
excelente repórter. Sabe bem como pensam
as pessoas e por si só tira suas conclusões,
que numa síntese é uma espécie de radio-
grafia diária.
O que mais me chama atenção é a capa-
cidade organizada que têm determinadas
pessoas ou grupos políticos. Eles plan-
tam informações, notícias falsas, repetem
obsessivamente estas supostas histórias
e conseguem, pelo menos parcialmente,
torná-las “verdadeiras”.
Com este clima de impedimento da presi-
dente da República, Operação Lavajato e
suas consequências com as delações pre-
miadas, o panorama social e político no país
está mudando. Em Niterói não é diferente,
e diga-se de passagem, estes tais grupos
da cidade de “supostas informações” são
muito eficientes. Eles criam “verdades” ba-
seados em fatos reais, que eles distorcem,
acrescentam detalhes convenientes aos
seus objetivos e fabricam climas de falso su-
cesso, falsas derrotas e denigrem e difamam
a quem eles têm com alvo.
Esta semana conversei com três motoristas
e perguntei objetivamente o que estavam
achando da política e eleições municipais.
Coincidência ou não, convergiram para as
mesmas direções. Todos foram unânimes
em afirmar que jamais votariam no atual
prefeito. Dois deles votaram em Rodrigo
Neves na eleição passada, se consideram
decepcionados e têm a sensação de ter des-
perdiçado o voto. O terceiro tinha votado
no Felipe Peixoto, mas dizia que também
não votaria novamente por ter a informação
que ele havia “abandonado” a secretaria de
Saúde do Estado e ter deixado um
“rombo” imenso nas contas da se-
cretaria.
Perguntei-lhe de onde ele tinha ti-
rado estas informações. Ele me res-
pondeu: “é o que muita gente fala”.
Comecei a explicar-lhe como estes
boatos são plantados e com que
intenção. Desmenti claramente os
dois pontos principais: Felipe jamais
abandonou a secretaria ou qualquer
outro posto. Saiu depois de ter-se
sacrificado para fazer um favor ao governa-
dor. Trabalhou, deste o primeiro mês até o
último com imensa defasagem de recursos
financeiros no orçamento da secretaria; e se
não fosse o esforço e seriedade como con-
duziu as finanças e o capital humano, a se-
cretaria teria “explodido” no quarto mês de
gestão. O que está acontecendo agora, que
é infinitamente pior, e o Estado que camba-
leia e luta para não cair de vez, poderia ter
sido antecipado. O esforço de Felipe Peixo-
to, (mesmo em seu prejuízo) adiou o caos
que hoje se encontra a saúde.
Segundo, não deixou rombo nenhum, visto
que já encontrou um imenso buraco, que
foi parcialmente recomposto com econo-
mias e versatilidade de ações proativas. Os
problemas existentes, com medicamentos
vencidos e outros desmandos vieram do
seu antecessor. Tanto é que quando entrou,
teve o cuidado de registar tudo e abrir in-
quéritos administrativos para encaminhar
estas questões.
Felipe tem um grande defeito: ficar calado e
ser muito ético e cuidadoso para não atin-
gir companheiros, especialmente o gover-
nador, por quem tem grande apreço. Não
responde a estes ataques infames, como
deveria fazer. Prefere seguir em frente e
deixar que a verdade venha à tona por si só.
Muitas vezes, leva fama e não devolve na
mesma moeda.
É o jeito dele... Daí, estes adversários, que
estão monitorando tudo com pesquisas, e
sabem do perigo eleitoral que Felipe repre-
senta, fazem o serviço sujo de difamá-lo
como estratégia da desconstrução.
Esta é uma estratégia de perna curta. Não
vai muito longe. Mas a verdade deve ser
resgatada, para evitar arrependimentos fu-
turos e sem volta. Os opositores não vão
deixar barato!
e o que se vê são fios pendu-
rados, num risco e descaso
inacreditáveis. É claro que a
Ampla e demais concessio-
nárias de telefonia e internet,
também são responsáveis, em-
bora, desde o início da obra,
tivessem declarado que não
estariam dispostas, nem dis-
poníveis para fazerem a obra
subterrânea para o cabeamen-
to total. Mas, o mais gritante,
é que não se sabe exatamen-
te qual é a função destes fios
pendurados. Pode ser um fio
de telefone, mas pode ser um
fio da rede de energia, expon-
do a todos a acidentes de pro-
porções imprevisíveis. Quem
tinha que cuidar, averiguar e
tomar as medidas cabíveis era
a prefeitura, isso se tivesse ad-
ministrador.
Desde a apresentação da ideia
faraônica e durante a obra, se
via constantemente a figura do então “se-
cretário” de Desenvolvimento de Coisa Ne-
nhuma, Fabiano Gonçalves. Vestia sempre
um coletezinho de suposto chefe, dava as
desculpas em nome do prefeito e cada vez
mais se comprometia com o que não pode-
ria realizar. Acho que ficou inspirado no seu
grande ídolo, o Luiz Inácio Lula da Silva,
incluindo aqueles trejeitos de palavrinhas
de língua presa, prometendo o que não vai
cumprir, imitando o estilo deste governo. O
pior, é que não sei se por ingenuidade, ou
falta de senso prático, ainda vai se candida-
tar a vereador nas próximas eleições. Está
se esquecendo de que este pessoal todo
que foi prejudicado não vai esquecer-se
dos danos causados por esta obra desas-
trosa. Vai acabar comprometendo recursos
que não tem, expondo parentes, proteto-
res piedosos e vai arrumar uma bela dívida
de campanha. Se tivesse juízo ficaria ape-
nas com a dívida que tem com esta gente
ultrajada pela obra mal feita, passando os
próximos anos pedindo desculpas a todos.
Niterói
09/04 a 23/04/16
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8
Renda Fina
Aniversariantes da Edição
Felipe Peixoto Bernadete Proetti Juliana Encarnação Lenita Pacheco Lemos Duarte Susana Bragança Mary Humberto Innecco
Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores
Durante a Sessão Solene em comemoração aos 50 anos de fundação do Rotary Club Niterói Norte, o
vereador Paulo Bagueira foi homenageado pelo presidente do Rotary Club Niterói Norte, Aristeu Pessanha
Gonçalves, pelo apoio à causa rotária.
O vereador Beto Saad homenageou o advogado Claudio Vianna, por sua brilhante atuação profissional na
cidade, sendo considerado e reconhecido como líder da classe em Niterói.
O casal de brilhentes fotógrafos, Fausto e Valéria Hoelz, fizeram uma merecida viagem pelo velho conti-
nente. Acomulam na mente mais imagens e experiências que serão corretamente usadas na profissão. No
mais, foi puro prazer.
Silvia Abreu e Marcello Andreata
Rotary Club Niterói Norte Homenagem a Claudio Vianna
Merecido Giro Europeu Dia D em Alto Estilo
Sergio Gomes
Fausto & Valéria Hoelz
Niterói
09/04 a 23/04/16
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DeCLINando
Este prefeito “das
Neves” vivia falando
mal do Jorge Rober-
to Silveira. Naquela
época a empresa de
limpeza, a CLIN,
funcionava. Agora
o lixo demora a ser
retirado e os ratos
estão proliferando.
Das Neves já mos-
trou que ele é só
garganta. No tem-
po do Jorge funcionava. Agora... Os dois
estão reconciliados e juntos. Ou o Das
Neves aprende a trabalhar, ou o Jorge vai
desaprender o que sabia. Vai dar errado de
qualquer jeito. Vai dar Lobisomem.
Insegurança em Itacoatiara
Ficou impossível viver em Itacoatiara sem o
sobressalto e o medo. Já se foi o tempo que
era um bairro com aparente calma e segu-
9
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Quanto Tempo o Tempo Tem?
“Contar uma história de viagem é muito di-
fícil. A ideia de ir ao passado ou ao futuro
fascina o homem desde o início dos tem-
pos, por ser poderosa e misteriosa; mas
basta um erro para quebrar a magia e fazer
você amaldiçoar as próximas gerações de
quem a escreveu. Graças aos deuses esse
não é o caso de “Quantum Break”, prin-
cipal lançamento de Xbox One e Windows
10.
Fim dos dias
Em “Quantum Break”, você é um rapaz que
volta a sua cidade e descobre que seu me-
lhor amigo está trabalhando em uma má-
quina do tempo e, como todo mundo sabe,
o experimento dá muito errado. O tempo,
como nós conhecemos, corre o risco de
sumir e cabe ao nosso protagonista corrigir
essa bagunça enquanto encara uma versão
mais velha e maligna do seu “amigo”. Pelo
menos você ganha vários poderes especiais.
O exterminador do futuro
O tiroteios de “Quantum Break” são ou-
tro ponto muito forte do game, porém não
espere por muita complexidade já que são
os poderes de manipulação do tempo do
protagonista que divertem e dinamizam as
trocas de tiro.
São seis habilidades no total: uma “visão”
que entrega a posição dos inimigos, uma
“bolha que congela” os adversários e per-
mite que você acumule tiros para causar
mais dano, uma “esquiva”, um “escudo”,
um “projétil” e uma “desaceleração” do
tempo. E como cada uma delas se recar-
rega separadamente das outras, dá para
abusar.
Quanto tempo o tempo tem?
“Quantum Break” é um bom game de ação
com destaque para sua história, que não
apela para o lado da força e mantém o jo-
gador fisgado com um enredo compacto e
coerente.
O game apostou em atuações “live-action”
para criar uma experiência quando precisa
desenvolver dramaticidade e quando quer
mostrar como é viver nesse mundo onde o
tempo está parando; e como ele é louco e
assustador, ela deixa você jogar.
Esse é um projeto difícil, e a produtora
conseguiu fazer um grande trabalho. É
possível criar games de ação que são inte-
ligentes, pois essas duas características não
se excluem. Não dá para saber se a combi-
nação de séries e games vai continuar. Mas
ela funcionou aqui, e deve sobreviver ao
desgaste do tempo.
rança. Apesar das câmeras e do DPO da
Policia Militar, os bandidos desafiam tudo,
invadindo nossas casas e nos tirando a paz
e a liberdade. Antes o problema era só dos
demais bairros da Região Oceânica. Itaco-
atiara tinha mais tranquilidade. Agora Ita-
coatiara virou alvo fácil para a bandidagem.
Cidade sem governo é assim: pagamos o
IPTU mais caro do mundo e nada recebe-
mos em troca.
Região Infernal
Está acabando a gestão do prefeito Ro-
drigo Neves e não há sinais de finalização
das obras na Região Oceânica. Esta via dos
ônibus sobre trilhos parece não fazer sen-
tido. Quebraram tudo, arrasaram o nosso
movimento comercial, importunaram os
moradores num trânsito caótico, e pelo
visto, vai acabar o mandato e não vai se
concluir coisa alguma. Da entrada do En-
genho do Mato até a en-
trada da Avenida Central
parece que vai a algum
lugar, mas quando pres-
tamos atenção, vemos
que não há como conti-
nuar. A menos que não
exista mais estrada para
carros... Não existe caixa
de rua para suportar esta
via. Não vão desapro-
priar imóveis para alargar
o trecho e não vai haver
um elevado. Por onde vai
passar este tal transporte
sobre trilhos?
Niterói
09/04 a 23/04/16
www.dizjornal.com
10
Fernando Mello - fmelloadv@gmail.com
Fernando de Farias Mello
ATENÇÃO PARAA MUDANÇA
Novos e-mails do Jornal Diz
Redação
dizjornal@hotmail.com | contato@dizjornal.com
Editoria
edgardfonseca22@hotmail.com
Fernando Mello, Advogado
www.fariasmelloberanger.com.br
e-mail: fmelloadv@gmail.com
Niterói Destruída
V
endo o que a Prefeitura vem fazendo
na Região Oceânica é que dá o tom
deste governo desorganizado na ad-
ministração das obras.
Montado numa enorme verba para fazer o
túnel e o retrógado BRT, a obra é tocada de
forma totalmente primária e amadora.
Primeiramente, e como acontece todo go-
verno PT (*), não houve uma consulta se-
quer à população da Região Oceânica para
saber se estava de acordo ou não. Não hou-
ve nenhuma informação sobre o impacto
que ocorrerá na Região, muito menos hou-
ve a concordância dos pobres comerciantes
do local porque o BRT eliminou a possibili-
dade de estacionamento dos consumidores.
É visível que o BRT é obra retrógada e que
somente governantes que querem aparecer
o fazem porque é obra que movimenta a
superfície da cidade, cria um falso ambiente
de trabalho e dá para os mal informados a
sensação de que o gasto do dinheiro públi-
co está correto.
Mas, não. O BRT é uma alegoria política
que maltrata o cidadão.
Por acaso, visito seguidamente a Zona
Oeste do Rio e vejo que o BRT vive
lotado, cheio, muito cheio e guiado
loucamente por motoristas sempre
atrasados. A pista estreita ocupa es-
paço e os ônibus já sofrem com a fa-
mosa “manutenção brasileira”, fazen-
do fumaça e barulhentos.
Países desenvolvidos utilizam o mo-
notrilho. Silencioso, não poluente e
transporta mais passageiros/hora. A
cidade de São Paulo vai inaugurar em
breve uma linha gigante que roda so-
bre pequenos viadutos, ocupando o
mínimo espaço físico.
Por que a prefeitura não consultou a
população antes de fazer a obra? Por
que a prefeitura massacra os comer-
ciantes da cidade com obras que reti-
ram os consumidores de suas portas?
A prefeitura se transformou na “visão
do inferno” para os comerciantes.
Resposta simples: porque a prefeitura
governa para si mesma.
Por isso, abandona um lado da cida-
de para fazer obra em outro. Como
exemplo, a prefeitura abandonou e
deixou de fazer a ma-
nutenção de toda a
Estrada Francisco da
Cruz Nunes por cau-
sa da obra do BRT.
Resultado: motoris-
tas, pedestres e mo-
radores estão caindo
em buracos enormes,
sinalização horizontal apa-
gada e sinais que deixam de
funcionar todos os dias. Os
administradores municipais
abandonaram o resto da via
porque, “um dia, a obra irá
passar aqui”.
É a prova de que o planeja-
mento da obra é inexisten-
te. A obra na Região Oce-
ânica obedece ao ritmo das
fotografias das “semi-inaugurações”, com o
prefeito de capacete branco. Você já deve
ter visto nos jornais aliados.
A visão geral da cidade e do seu funciona-
mento pleno não me parece ser feita pela
prefeitura. Assim e para muitos moradores
a prefeitura está rotulada como uma das ad-
ministrações que mais abandonou a cidade.
Quando a prefeitura resolveu fazer a obra
na Rua Cel. Moreira Cesar pouco tempo
antes do Natal, reconhecidamente como a
época em que o comércio mais fatura, foi
a maior prova de que falta respeito com o
cidadão é fato corriqueiro. Afinal, destruir o
Natal de quem trabalha é pouco para quem
só pensa em eleição. O fato ficou gravado
na memória de todos os moradores e co-
merciantes da Rua Cel. Moreira César. Isso
sim, jamais será esquecido.
É a falta de planejamento que até poder vir
a ser confundida com má-fé. Prefiro acredi-
tar na incompetência, mesmo.
E o estacionamento subterrâneo de Chari-
tas prometido para 2015?
(*) Sim! Para mim o prefeito continua um
petista e apenas fez uma manobra para in-
glês ver. Vai enganar o outro! A atitude lem-
brou o chapa-branca José Sarney quando
“abandonou” a Arena para ir para o MDB,
frágil oposição na época. Tudo teatro po-
pulista.
Alerj.
Aqui você
tem poder.
Baixe na
Chegou o aplicativo Carteirada do Bem.
As leis daAlerj
servem para quem
tem sede de justiça.
Ou só sede, mesmo.
Lei Estadual 2424/95: “Bares e restaurantes estão obrigados
a oferecer água filtrada de graça quando solicitada pelo cliente.”
Alagada
Engarrafada
Abandonada
Região Oceânica
Niterói
09/04 a 23/04/16
www.dizjornal.com
São textos diversos escritos com a sensibi-
lidade e expressão de cada poeta. Palavras
refletidas, imagens poéticas.
As 21 obras expostas atraem os amantes da
arte escrita e falada, comunicando e encan-
tando o público.
A Sala de Cultura Leila Diniz fica na Rua
Prof. Heitor Carrilho, 81, Centro – Niterói/
RJ.
O curador da exposição, Paulo Roberto
Cecchetti, comemora a parceria inédita
com a Sala de Cultura: “A Leila Diniz vem
fazendo um trabalho único e múltiplo, pois
acolhe todo tipo de manifestação artística;
é – para nós, poetas – um excelente espaço
para, quiçá, outras exposições.”
Cecchetti, que é um batalhador pela cultura
e foi recentemente indicado para o Prêmio
“Sou de Niterói”, promovido pelo Jornal O
Globo, na categoria da cultura. Ele é poeta,
escritor, membro da Academia Niteroiense
de Letras e colunista deste jornal
Pela Cidade
11
Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores
O Mal Tratado Rio da Vala
A
Região Oceânica de Niterói é ba-
nhada por vários rios e tem um
atraente Sistema Lagunar. No pas-
sado vivia de forma natural e as agressões
significativas começaram a mais ou menos
35 anos. Entretanto, nos últimos 10 anos,
com o crescimento desordenado, desa-
tenção e precariedade da rede de esgoto,
a deterioração e assoreamento dos rios e
lagoas têm provocado sérios problemas,
principalmente enchentes. Quando chove,
a inconstância de níveis e fluxos desfavo-
rece o equilíbrio, provoca o crescimento
de algas e espécies de plantas que contri-
buem para os problemas cotidianos que
tanto afligem a população da
área.
O Rio da Vala corta praticamente toda
geografia do Engenho do Mato e Mara-
vista. Com o passar do tempo e aumen-
to do adensamento populacional, antigas
tubulações que “canalizavam” o rio que
corre dentro de muitas propriedades e
casas, passaram ilegalmente e de forma
predatória, a receber esgotos e detritos
de toda espécie. Estes detritos, principal-
mente garrafas pet, pneus e até móveis,
provocam entupimentos destas canali-
zações, que durante as grandes chuvas,
resultam em represamentos e posteriores
expansões explosivas.
A concessionária Águas de Niterói é coni-
vente com estas canalizações de esgotos
ilegais. Esta situação de desiquilíbrio, as-
soreamento, morte de espécies e incons-
tância no fluxo tem provocado constante-
mente problemas nas redondezas de todo
seu curso, alagando
residências, inclusive o
seu interior.
Se for feita as contas
comparando o custo
dos estragos causados
constantemente aos
moradores da região e
os prejuízos ecológicos
com o custo para uma
manutenção adequada,
os estragos e prejuízos
são bem maiores.
Existem pessoas, como
o suplente de vereador, Renatão do
Quilombo, que tem abraçado e com-
batido por esta causa. É preciso ade-
são de mais pessoas pela salvação e
manutenção deste rio, não apenas
pelo ganho da natureza e da ecologia,
mas pelo bem estar de toda popula-
ção que vive neste entorno. É preci-
so que se divulgue e que se ponham
em cheque os responsáveis diretos e
indiretos por esta questão. É preciso
que a Secretaria Estadual do Meio
Ambiente, e o seu órgão de ação, o
INEA, tomem tenência nesta questão.
Se assim não for, dias piores virão.
Daniel Boaventura no Country
O
cantor Daniel Boaventura se apresenta pela primeira vez em Niterói, neste dia 9
de abril, sábado, às 20h, no Country Club, em Pendotiba. O galã vai apresentar
o show “Your Song” para os niteroienses.
No espetáculo mostrar sucessos da sua turnê em 2015, como ” The Lady is a Tramp”
,“New York, New York”, e “Love Me Tender”, além canções que foram incluídas no re-
pertório em 2016, como “Blurred Lines” (Robin Thicke), “Happy” (Pharrwell Williams),
“Locked Out Of Heaven” e “Besame Mucho”.
No final do show, Daniel vai colocar todos para dançar com animadas releituras de “Sep-
tember”, “Last Dance”, “Moves Like a Jagger” e “Never Can Say Goodbye”.
A Arte da Poesia
A
poesia ocupará as paredes da Sala
de Cultura Leila Diniz entre os dias
7 e 29 de abril. A exposição “Ima-
gens Poéticas” conta com 20 poetas que
fazem parte do movimento literário “Escri-
tores ao ar Livro”, que completa oito anos
em 2016, e acontece aos domingos na Pra-
ça Getúlio Vargas, em Icaraí.
Renato Quilombo comanda manifestação
Esgotos residenciais despejam no rioVisão do assoreamento
Niterói
09/04 a 23/04/16
www.dizjornal.com
Em Foco
12
Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores
O Poker Como Esporte Olímpico
O
ano de 2009 o poker foi reco-
nhecido como esporte da mente.
Existe uma Federação Interna-
cional de Poker (IPF), fundada em 2008.
A International Mind Games Association
(IMSA) também reconheceu a prática como
esporte, durante um Congresso Anual da
associação, em Dubai. Com esta decisão
o poker se juntou aos outros quatro “Mind
Sports”: Xadrez, Damas, Bridge e Go.
Segundo Anthony Holden, presiden-
te da IFP, esta decisão foi importante
para que o poker seja aceito em todo
o mundo, e que, alguns governos pa-
rem de fazer interferências e restri-
ções preconceituosas ao esporte, es-
tigmatizando-o como “jogo de azar”.
Em 2012, durante as Olimpíadas de
Londres, a Grã-Bretanha sediou os Jo-
gos Mundiais dos Esportes da Mente,
da IMSA, e o poker fez parte da grade
de torneios.
O próximo passo da Federação é as-
segurar a entrada na SportAccord,
uma organização global de 150 fe-
derações desportivas, cujo objetivo é
unir o mundo dos esportes. Há espe-
ranças que o poker se torne um es-
porte olímpico.
O Comitê Olímpico Internacional (COI),
deixa claro que, para um jogo seja consi-
derado esporte, é necessário que seja prati-
cado por homens em pelo menos 75 países
em 5 continentes. E por mulheres, em 40
países em 3 continentes.
Na Federação Internacional o Brasil é re-
presentado pela Confederação Brasileira de
Texas Hold’em, que é cofundadora da IFP
e luta pelo reconhecimento do esporte e
para que se torne esporte olímpico.
O Poker exige autocontrole, muita concen-
tração, estratégia, habilidade de reading,
determinação, ética, preparo psicológico
etc. Esses são elementos presentes em
qualquer esporte que exija decisões racio-
nais. Então, é mais do que merecido a mo-
dalidade pertencer ao patamar de esportes
mentais

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  • 1. Niterói 09/04 a 23/04/16 www.dizjornal.com Edição Online Para Um Milhão e Oitocentos Mil Leitores Zona Sul, Oceânica e Centro de Niterói16 Mil Exemplares Impressos Diretor Responsável: Edgard Fonseca Circula por 15 dias NathaliaKatleen–cabelo&maquiagem:PriscilaSarzedas–produção:TozoSampaio–foto:JulioCerino 1ª Quinzena Nº 150 de Abril Ano 08 de 2016 Diz: Todo Mundo Gosta Página 03 Niterói: Administração Inconclusa. Uma
  • 2. Niterói 09/04 a 23/04/16 www.dizjornal.com 2 Cultura Paulo Roberto Cecchetti cecchettipaulo@gmail.com annaperet@gmail.com DIZ pra mim... (que eu conto) Anna Carolina Peret Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores Apenas um Sonho Anuncio Módulo 1A ANUNCIE AQUI R$ 200,00 Por inserção ou 12 inserções por R$ 1.080,00 em 6 mensais de R$ 360,00 N o meu mundo ideal, eu acordaria to- dos os dias com os primeiros raios de sol invadindo o meu quarto, ar- rombando minha janela em grande estilo e dourando minha manhã. No meu mundo ide- al, eu despertaria com um café bem quente, biscoitos fresquinhos com muita manteiga, sem ninguém torcer o nariz fazendo as con- tas de quantas calorias eu estaria ingerindo. No meu mundo ideal, meu vizinho me daria “bom dia”, do fundo da alma, e perguntaria, com sinceridade perceptível, se tudo está bem comigo e com os meus. No meu mundo ideal, as crianças estariam nas escolas – e não ven- dendo bala nos sinais – assim como os ado- lescentes estariam planejando suas brilhantes carreiras – ao invés de se tornarem marginais. No meu mundo ideal, a cor da pele seria mero detalhe – e não motivo de preconceito – assim como a escolha sexual seria um livre arbítrio – e não ensejo para discriminação so- cial. No meu mundo ideal, professores seriam exaltados, reverenciados e, principalmente, reconhecidos como formadores do futuro da nação. No meu mundo ideal, os policiais chegariam às comunidades atirando flores e seriam recebidos com seus respectivos louvo- res. Nessas comunidades, as pessoas viveriam sem medo e todas elas teriam consciência dos seus valores enquanto cidadãs. A união seria um princípio, a paz seria um meio e a felicida- de seria um fim. Só que existe um problema: desconfio que meu mundo ideal não exista! Está longe de ser realidade. Ele não pas- sa de fruto da minha ingênua imaginação. Um verdadeiro devaneio que conto aqui para vocês. Do meu mundo ideal pouco sobra. Sobro eu, ape- nas, com minhas indagações, em verso e prosa, em sorrisos e lágrimas. Sobro eu, sozi- nha, imaginando coisas lindas e despertando com verdadei- ros vendavais. Do meu mun- do ideal pouco – ou nada – resta. Mas o que devo fazer com os sonhos que me sobram? Eu só queria um pouco mais de bondade, que as pessoas respeitassem, por exemplo, aque- las da terceira idade. Também queria mais de compaixão, que todos tivessem mais conside- ração com os animais e com a natureza. As questões de cor e gênero deveriam tornar-se passado, resquícios longínquos de um preté- rito imperfeito. Gostaria de viver em um mun- do onde as mulheres, guerreiras, mães de fa- mília, fossem respeitadas e exaltadas. Desejo viver num mundo no qual as religiões não se- greguem as pessoas, mas sim, as unam. Onde o esquecimento se ocupe dos dissabores e no coração haja apenas espaço para os grandes amores. Quero ver filas nos parques, nas bi- bliotecas,... E, se possível, cada vez menos pessoas nos hospitais e nas prisões. Eu quero sentir na pele águas de um ocea- no limpo, de cachoeiras translúcidas. Estou cansada de viver das manchetes repletas de catástrofes, que só nos remetem à nossa po- pulação abandonada à própria sorte. E por falar em população, neste quesito tenho mui- to a dizer. O meu mundo ideal, este, talvez, nunca irá acontecer... Queria apenas viver numa democracia de verdade, na qual os po- líticos tivessem vontades. Vontade de fazer a diferença, de diminuir a violência. Vontade de construir um futuro melhor, com menos desigualdade e mais acessibilidade. Queria um país mais limpo, mais corre- to, onde um representante do povo tivesse vergonha de usar a lei a seu favor, de enganar o seu próprio eleitor. Queria viver num país onde o eleito repre- sentasse, de fato, os interesses do seu eleitorado – e não dos seus aliados. Lugar onde quem mentisse para a nação fosse condenado ou, que antes, por vergonha, renunciasse. Eu gostaria apenas de viver em um país sério. Um país de verdade. Porém, tudo o que eu vejo é mais e mais gen- te desonesta. Não sobra ninguém: legislativo, executivo, judiciário. Vivemos sem saúde, sem educação, sem emprego. Vivemos sem condições mínimas de sobrevivência. E temos nossas esperanças e sonhos roubados por po- líticos eleitos com “nosso próprio voto”. Onde, digam-me vocês, foi parar o meu mun- do ideal? Será que algum dia ele já existiu? Ou foi tudo apenas um sonho? Anuncio Módulo 1A ANUNCIE AQUI R$ 200,00 Por inserção ou 12 inserções por R$ 1.080,00 em 6 mensais de R$ 360,00 - CORAÇÃO (SEM) PARTI- DO - Chegou ovacionado. Rompeu o corredor cumpri- mentando a todos. No olhar, a expressão de cansaço e espe- rança. Sim, pois ele a carrega desde os nove anos. Felipe Pei- xoto fundou o Partido Mirim lá no recanto do Pé Pequeno, em Santa Rosa. Cresceu conviven- do com Darcy Ribeiro, João Sampaio, e subiu no palanque do seu líder Leonel Brizola. Enfrentou Jorge Roberto pelo que não era de Jorge. Nos últimos dez anos, com determinação, não permitiu que desconstruíssem seus sonhos. Traído mais uma vez, em prantos, anunciou a uma plateia que gritava uníssona o seu nome, e que naquele momento estava deixando o PDT. Essa trajetória interrompida em tem- po de conluio. Luz opaca tentando ofuscar quem tem brilho próprio. E lembrou dos que já se foram: Eva, Jacob e João... Uma história de vida e dedicação ao PDT de Niterói não será apa- gada pelos traidores que vivem em permanente conchavo com o podre poder. Os princípios, as lutas e o sonho de Felipe Peixoto continuam vivos. Sai de cena, íntegro, levando con- sigo, no coração (sem) partido, a liderança histórica por uma cidade melhor. - O Teatro da UFF (Rua Mi- guel de Frias, nº 9 - Icaraí) apresenta “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, adap- tação do filme do baiano Glauber Rocha. Até 1º de maio, sextas e sábados, às 21 horas; domingo, às 20 horas. Vale conferir! - A Galeria La Salle expõe “Ilustrações e outras imagens”, com curadoria de Luciano Rodrigues. - “No coração de Icaraí” é o registro da beleza deste bair- ro, nas lentes de Renato Moreth, Guto Costa, Cadu Pilotto, entre outros. Visi- tação gratuita no Shopping Central Prime (Rua Moreira Cesar, nº 251 - Icaraí). - Renato Moreth expõe imagens dos seus 40 anos de carrei- ra, em “Viajando Juntos”, no Plaza Shopping, que comemora seus 30 anos de atividade. Será de 13 às 19h, no Espaço Gourmet (Expansão- 4º Piso). - A Galeria de Arte UFF (Rua Miguel de Frias, nº 9 - Icaraí) expõe os coloridos quadros de Luiz Dolino. Entrada franca. Visitação até 10 de abril, de segunda à sexta-feira, das 10 às 21 h; sábados e domingos, das 13 às 21 h.
  • 3. Niterói 09/04 a 23/04/16 www.dizjornal.com 3 Documento dizjornal@hotmail.com Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores Uma Administração Inconclusa Estamos chegando ao final do mandato do atual prefeito de Niterói, Rodri- go Neves. Foram três anos e meio de idas e vindas, muito discurso inócuo, (sempre procurando culpar alguém por seus problemas, especialmente o ex-prefeito Jorge Roberto Silveira), obras inacabadas e uma imensa falta de planejamento e objetividade. Ele não se dedicou ao mandato ou mesmo à ci- dade. Usou todo tempo, de maneira frenética, a construir uma autoimagem megalômana e irreal, que só cabe mesmo nos seus delírios de grandeza. Petista de DNA indissolúvel e carimbado na alma, pode-se dizer que é o político do tipo MPM. Ou seja: Mentiras, Publicidade e Marketing. Uma es- pécie de doença, que vive de sonhos futuros, esquecendo-se das obrigações do presente. Vive arredado da realidade e dos compromissos reais. Uma O resultado deste perfil, onde foi aprendiz de José Dirceu (que está na cadeia pelos mesmos “ideais”), foi esta desastrosa e desencontrada admi- nistração municipal. Transformou a cidade na “Terra do Nunca”, um carteiro de obras aparentes que mais quebram do que cons- troem. Desde o início da administração deu si- nais das suas intenções e práticas petistas. Quem não se lembra da contratação incom- preensível e absurda de uma empresa para “cuidar das árvores” em 13 de agosto, por R$ 4,169 milhões. Uma empresa de facha- da, com sede suspeita, de outro município, para mapear, catalogar e das árvores da cidade ao longo de 12 meses. Na época o serviço de conservação de árvores, com um caminhão e seis funcionários, custa- va R$ 80 mil mensais à prefeitura. Com a terceirização, se somariam à equipe mais três caminhões e mais 12 funcionários. Quem quiser relembrar acesse: http:// oglobo.globo.com/rio/bairros/contratada- -empresa-por-4-milhoes-para-cuidar-de- -arvores-10076601#ixzz45FlBjSvu © 1996 - 2016. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Está tudo lá. Apresentou projetos inexequíveis, para pa- gar dívidas de campanhas às empreiteiras como a UTC, OAS e Odebrecht, com o tal projeto “Operação Consorciada do Centro” que consistia em quebrar o que já existe, e funcionando, para colocar tudo igual no mesmo lugar. Dariam uma nova aparência megalômana e descaracterizando a cidade, com o único objetivo: usar dinheiro público para pagar dívidas de sua campanha. Feliz- mente, os empreiteiros foram para a cadeia e não houve nem obras nem projeto. Um fiasco que beneficiou a cidade. Um escân- dalo, que se fosse devidamente investigado e apuradas as res- ponsabilidades, já teria muita gente na cadeia. Sucateou a Saúde, descaracteri- zou um programa eficiente, até então, que era o “Médico de Fa- mília”, colocou a baixo o Hos- pital Getulinho, prometendo um super hospital em seu lugar. Até hoje a obra não foi concluída, e vai acabar o mandato e não vai ficar pronta. Privou a população de um hospital que funcionava, motivado pelos seus delírios de grandeza e publicidade engano- sa e irresponsável. O Hospital Orêncio de Freitas funcionava normalmente e atendia a um expressivo número de pa- cientes na cidade. Hoje, três anos depois, não passa de um esqueleto empobrecido e infectado. Um “ex-hospital”. Será neces- sário um grande investimento para fazê-lo retornar minimamente ao que era. Sem ex- pectativas de melhorias. Bastará apenas ser o que foi no passado. Entretanto, o prefeito gasta rios de dinheiro num staff para sua publicidade pessoal, apresentando números inexistentes, falsos dados e projetos enga- nosos. Nada é verdadeiro. Nem mesmo, quando faz uma obra de fachada, como é o CISP (Centro de Informações de Seguran- ça Pública) na Região Oceânica, que vive desesperada e nas mãos dos bandidos. A fachada é bonita, mas, o serviço é ineficien- te. Já que está ali, porque não funciona de verdade? Coisa de um megalômano irres- ponsável, que está pensando na frente, num próximo delírio, algo que possa enganar a todos e a si mesmo. Divulgou em prosa e verso que iria fazer o Túnel do Cafubá a Charitas. Bradou, co- locou festiva bugre, confraternizou com outros interesseiros, mas, vai acabar o mandato e não vai ficar pronta. A obra não chegou à metade, embora ele, torcendo o sentido das palavras, publica no seu folhe- tim de atividades que o “túnel chegou ao outro lado”. Esconde tudo em tapumes, que ninguém saiba a realidade, prejudicando até o acesso dos moradores do Cafubá. A obra da Transoceânica é uma colcha de retalhos. Pedaço aqui e ali, sem a prática das ligações das partes, que dependem ain- da de desapropriações e conexões da via. Existe ainda um rumor que houve erro na compra dos carros (VLT). Eles são maiores que a caixa da pista. Enfim, terão que ser trocados ou adequados. Mas, tudo isso de- manda tempo e dinheiro a mais. É preciso verificar se é só incompetência (o que não falta) ou se existe má fé. Tratando-se de um governo essencialmente petista, tudo se pode esperar. Concedeu licença par construção de um estacionamento em Charitas, que trocou de lugar, errou de projeto, quebrou tudo e nada mais aconteceu. Lá restam os escom- bros de uma obra interditada por falta de licenças e protocolos necessários. Este prefeito zomba do povo, loteia a cida- de com vagas de estacionamento, promo- ve a indústria dos reboques, e não oferece nenhuma contra partida. Como não tem prestígio nem credibilidade, a cidade está entregue aos bandidos, que fazem o que querem, sem incômodos à altura dos deli- tos. Uma cidade desesperadamente insegu- ra e sem gerência. A novidade e a grande ilusão desta “tru- pe”, é achar que trocando de partido e se apresentando numa outra sigla, vai poder disfarçar o DNA da corrupção, do apare- lhamento, da falta de méritos técnicos e morais. O fato de Rodrigo Neves ingressar (estranhamente) no PV, (que luta pelo Im- peachment da sua aliada de sempre, Dil- ma Rousseff), vai mudar o conceito que o eleitor tem dele. Será impossível livrar-se da pecha petista. Ela será sempre 13, até que esta legenda seja cassada pela justiça. O único fato gerado com esta transferência para o PV foi a chacota popular. Todos os chamam agora de prefeito melancia. Verde por fora e vermelho por dentro. Encontra- -se em lastimável situação política. Não é nem de um lado nem de outro. Embora essa seja a maior verdade de todas: ele, du- rante toda sua vida, somente teve um lado. O dele mesmo, onde cabe a sua vaidade doentia e a falta de critérios éticos e mo- rais para fazer suas escolhas. Ele é por si só uma obra inconclusa, uma peça inacabada e mutante. Assim, Niterói reconhecerá aquele se apresenta multifacetado, de acordo com a expectativa de quem questiona ou dança segundo a música, para não sair do baile. síndrome de grandeza, que acomete mais aos pobres de espírito e carentes de afirmação burguesa. É uma contradição perene e sofredora, como acon- tece com o mentiroso de Garanhuns, o Lula da Silva: se diz de esquerda, que quer o bem do povo, mas tem mania de grandeza arrogante e sonha com riquezas e tudo do bom e do melhor; e não mede consequências para possuir ou atingir estes ideais de consumo. Coisa de quem sempre viveu na pobreza e tem um sonho cheio de ressentimento, desejando ser um modelo que diz odiar. Um desespero existencial, uma divisão de propostas, objetivos e caráter. Na verdade não se reconhece bem. Tem dificuldade de identidade. Diz uma coisa e sempre faz outra. Não dá para confiar. Rodrigo Neves, ainda jovem, com seu padrinho e mentor José Dirceu
  • 4. Niterói 09/04 a 23/04/16 www.dizjornal.com As Academias Niteroiense e Fluminense de Le- tras celebraram o centenário de nascimento de Marcos Almir Madeira em sessão especial conjun- ta, presidida pela acadêmica e presidente da ANL, Márcia Pessanha. O consagrado escritor e jornalista nascido em Ni- terói foi membro da Academia Brasileira de Letras e um dos fundadores da Academia Niteroiense de Letras. O acadêmico Sylvio Lago Junior fez a apresentação do homenageado, destacando o seu “gosto impe- cável, estilo límpido, nítido, musical, sempre regulado pelas proporções exatas e com a sensibilidade das expressões leves e requintadas”. Salientou que sua obra máxima é “Homens de Marca”, estudo sobre escritores que se tornaram homens públicos. Foram oradores: Waldenir de Bragança, Erthal Rocha, Sávio Soares de Sousa, Antonio Soares de Oliveira, Neide Barros Rêgo e Leda Mendes Jorge. O magistrado é doutor honoris causa da Escola Superior de Advocacia da Ordem dos Advoga- dos do Brasil e professor da Escola de Pós-Gra- duação em Economia da Fundação Getúlio Var- gas, além de membro das bancas examinadoras de Direito Penal dos concursos públicos para delegado de polícia, sendo presidente em algumas delas. 4 Informes Expediente Edgard Fonseca Comunicação Ltda. R Otavio Carneiro 143/704 - Niterói/RJ. Diretor/Editor: Edgard Fonseca Registro Profíssional MT 29931/RJ Distribuição, circulação e logística: Ernesto Guadelupe Diagramação: Eri Alencar Impressão: Tribuna | Tiragem 16.000 exemplares Redação do Diz R. Cônsul Francisco Cruz, nº 3 Centro - Niterói, RJ - Tel: 3628-0552 |9613-8634 CEP 24.020-270 dizjornal@hotmail.com www.dizjornal.com Os artigos assinados são de integral e absoluta responsabilidade dos autores. D! Nutrição clara.petrucci@dizjornal.com | Instagram: Clara PetrucciEdição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores Distribuidora Guadalupe 25 Anos de bons serviços Jornais Alternativos - Revistas - Folhetos - Encartes Demonstração de Placas Sinalizadoras Entrega de Encomendas e Entregas Seletivas Niterói - Rio de Janeiro - São Gonçalo - Itaboraí - Magé - Rio Bonito - Maricá - Macaé eguada@ar.microlink.com.br guada@ar.microlink.com.br 99625-5929 | 98111-0289 3027-3281 | 2711-0386 (sec.elet. 7867-9235 ID 10*73448 DG E o Açúcar da Fruta, Pode? C ada momento existe um alimento vilão, um queridinho da vez, que muitas pessoas apenas “amam” ou “odeiam” por estar na moda. A fruta possui naturalmente um tipo de açúcar, chamado frutose, que dependo de sua estrutura pode ter alto índice glicêmico, médio ou baixo. O índice glicêmico varia de acordo com a quantidade de açúcar dispo- nível e capacidade de ser levado ao sangue para virar energia, explicando a “grosso mo do”. O que isso diz respeito à você e interfere de que forma? Em muita coisa! Se existe uma necessidade de energia, este tipo de açúcar é capaz de suprir, ou se existe uma neces- sidade de reposição, também. O que deve ser levado em conta é a sua necessidade específica e como deve ser administrada. Existem estudos que condenam a frutose devido à sua “complexa digestibilidade” e existem outros estudos que a adoram por ser um tipo de açúcar natural. Não dá para se condenar uma fonte tão rica de vitaminas, minerais, antioxidantes, fibras e energia por conter um determinado tipo de açúcar; mas também não dá para se ali- mentar apenas de frutas, e pior, sem asca! Onde se concentram grande parte dos nu- trientes. O momento da ingestão também deve ser adequado de acordo com a sua dieta e real necessidade; por isso procure um bom nu- tricionista para esclarecer suas dúvidas e entender o que é melhor para você. Cada caso tem suas peculiaridades. Coma frutas com casca e nos momentos adequados para você. E isso, só um nutri- cionista poderá te orientar Boas frutas! Centenário de Marcos Almir Madeira Título de Cidadão Niteroiense Ojuiz federal Wiliam Douglas recebeu o Título de Cidadão Niteroiense pelas mãos do vereador Bruno Lessa (PSDB). Cerimônia realizada no Gabinete da Presidência contou com a participação de amigos, familiares, políticos e gente do mundo jurídico. William Douglas nasceu no Rio de Janeiro, é também profes- sor e autor de diversas obras nas áreas jurídica, autoajuda e relacionadas a concursos públicos. É o autor do best seller “Como passar em provas e concursos” e “As 25 leis bíblicas do sucesso”, primeiro lugar nas mais importantes listas de mais vendidos do Brasil, publicado também em Portugal e nos Esta- dos Unidos, em espanhol. Magistratura e Gestão Judiciária Com apresentação do presidente do Tribunal de Jus- tiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), desembar- gador Luiz Fernando Ribeiro de Carvalho, foi lançado no dia 4 de abril, o livro “Magistratura e Gestão Judiciária”, de autoria do desembargador Nagib Slaibi Filho. O livro aborda a estrutura do Poder Judiciário e a carreira de seus integrantes. Nagib Slaibi é professor universitário, autor de várias obras jurídicas, membro da Academia Fluminense de Letras e presidente da 6ª Câmara Cível e membro eleito do Órgão Especial do TJRJ. Na Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (EMERJ), Slaibi Filho é professor e responsável pela cadeira de Direito Constitucional. Bruno Lessa, Willian Douglas e Paulo Bagueira Nagib Slaibi e Marcos Alcino Torres Silvio Lago,leda Mendes Jorge,Marcia Pes- sanha e Waldenir Bragança Sergio Gomes Aldo Pessanha
  • 5. Niterói 09/04 a 23/04/16 www.dizjornal.com 5 InternetLaio Brenner - dizjornal@hotmail.com 40 anos de Apple ORAÇÃOASANTO EXPEDITO Festa 19 de abril. Comemora-se todo dia 19 Se vc. está com algum , precisa de , peça a Santo Expedito. Ele é o Santo dos Negócios que precisam de pronta solução e cuja invocação nunca é tardia. Problema Difícil e aparentemente sem Solução Ajuda Urgente ORAÇÃO Obrigado. : Meu Santo Expedito da Causas Justas e Urgentes, socorrei-me nesta hora de aflição e desespero. Intercedei junto ao Nosso Senhor Jesus Cristo! Vós que sois o Santo dos Aflitos, Vós que sois o Santo das Causas Urgentes, protegei-me, ajudai-me, Dai-me Força, Coragem e Serenidade. Atendei o meu pedido: (fazer o pedido) Ajudai-me a superar estas Horas Difíceis, protegei-me de todos que possam me prejudicar; Protegei minha família, atendei o meu pedido com urgência. Devolvei-me a Paz a Tranqüilidade Serei grato pelo resto da minha vida e levarei seu nome a todos que têm fé. Rezar 1 Padre Nosso,1 Ave Maria e Fazer o sinal da cruz. “para que os pedidos sejam atendidos é necessário que sejam justos”. Agradeço a Santo Expedito a Graça Alcançada.Santo Expedito Dr. Helder Machado Urologia Tratamentode Cálculo Renal a Raio Laser Rua Dr. Celestino, 26 Centro - Niterói. Tels:2620-2084 /2613-1747 Clínica Atendemos UNIMED eParticular Atendimento 24H pelo tels: 8840-0001e9956-1620 E m seus 40 anos de vida, completados no dia primei- ro, a Apple se transformou em uma marca de culto que definiu vários aspectos da vida moderna, entre eles a relação das pessoas com seus computadores, telefones e a forma de ouvir música. A lenda da Apple começa em uma garagem em 1° de abril de 1976, fundada por Steve Jobs e Steve Wo- zniak, que abandonaram seus estu- dos na universidade para se dedica- rem ao uso da tecnologia. Muito antes das telas táteis e dos aplicativos, a primeira revolução da Apple foi o computador Macintosh, levando a informática ao alcance das pessoas. O “Mac” tinha um acessório des- conhecido: o mouse. Com esse instrumento se controla o compu- tador, bastando apenas um clique sobre os ícones na tela. O instrumento é muito mais simples que os comandos da época impossíveis para quem não era programador Depois surgiu o iPod em 2001, que junto ao iTunes mudou o mercado da música. Logo foi lançado o iPhone, em 2007, que fez do smartphone o principal aparelho do público em geral. Em 2010 foi lan- çamento o iPad, que iniciou o boom do mercado dos tablets. A marca não inventou o smartphone e nem o tablete, porém ao se dedicar à es- tética e facilidade de uso a empresa criou uma importante comunidade de fãs que se transformaram em ver- dadeiros fiéis. Altos e baixos Apesar da Google tentar por pou- co tempo destroná-la esse ano, o grupo Apple continua sendo a empresa com o valor em bolsa mais elevado do mundo. Mas, o caminho para chegar até aqui não foi fácil. Aconteceram fracassos, como o computador Lisa, ante- rior ao Mac, ou a agenda pessoal Newton. Além disso, a empresa atravessou uma crise em 85 que provocou a expulsão de Steve Jobs, mais tarde recontratado para salvar um grupo da falência. Agora parece que ter- mina uma era, já que pela primeira vez existe uma incerteza devido retrocesso das vendas do iPhone. Muitos analistas dizem que a Ap- ple não morre e sim evolui: passa de um fabricante de aparelhos para uma empre- sa centrada em serviços.A Apple é uma história de reinvenção!
  • 6. Niterói 09/04 a 23/04/16 www.dizjornal.com 6 Edgard Fonseca edgard.fonseca22@hotmail.com Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores Um Abismo para Transpor A corrida pelo lugar de prefeito está apenas começando. A rigor, retrato de hoje, existe uma cla- ra polarização entre o prefeito Rodrigo Neves, que dispõe da máquina pública e uma mala de dinheiro, e Felipe Pei- xoto, que apesar destas “conversinhas” que plantaram contra ele, lidera as pes- quisas. Se a eleição fosse hoje, ele seria eleito prefeito de Niterói. Entretanto, ainda faltam aproximadamente seis me- ses para o pleito. Poderemos ter surpresas... E venho di- zendo isso há muito tempo. São con- jecturas baseadas em sintomas e com- portamento de alguns grupos políticos e eleitorais. Esta manobra no PDT para “neutralizar o Felipe Peixoto, pode ain- da estar longe de acabar. Foi tudo muito estranho. O ambiente era movediço e quem já tomou rasteira, como foi o caso da candidatura de vice-governador, tem que ficar atento, pois os “parceiros” de época estavam longe de serem confiáveis. Basta ver o tom do velho e tradicional PDT, que encarna a figura do coronelis- mo nordestino, do já conhecido por suas atitudes agressivas, o “candidato a presi- dente da República” Ciro Gomes. Pobre PDT... Recentemente perguntei a Jorge Roberto Silveira se ele seria candidato a prefeito nestas próximas eleições. Ele negou com tranquilidade, dizendo que este tempo já passou e que sua família não aprovaria. Lembrei-me de outro episódio acontecido no Rio Criket numa festa em apoio a João Sampaio, quando perdeu a eleição para Godofredo Pinto. Jorge, visivelmente irri- tado, num discurso em meio ao tumulto reinante disse textualmente que: “este ne- gócio de ser prefeito é muito chato! Enchi o saco e não quero mais ser prefeito!” En- tretanto, na eleição seguinte lá estava ele, candidatíssimo, e acabou vencendo. Foi a pior administração de todas da sua car- reira, acometido por problemas de saúde, conflitos internos por divisão de poder no vácuo que se formou na ausência do executivo. Foi a gestão da infelicidade, de tristes lembranças. Como a explosão do Morro do Bumba. Nesta conversa, ele me disse que apoiaria o candidato do seu partido (PDT). Para mim, como o candi- dato natural era Felipe Peixoto... Estes últimos e recentes movimentos no tabuleiro político apontavam para outra direção. Especialmente a da incerteza e da divisão. Independente de encerrar a carreira política com uma ficha limpa, Jor- ge Roberto, brigou bastante para aprovar suas contas (reprovadas pelo Tribunal de Contas) pela Câmara de Vereadores de Niterói. Para este fim dependeu visceral- mente da criatura que criou no passado, o prefeito Neves, que até então mantinha o controle absoluto dos votos necessários para esta aprovação. Depois da aprova- ção surgiram estas propostas do espúrio “acordão”, com mundos e fundos, para a desistência da candidatura de Felipe Pei- xoto e a vitória de Rodrigo Neves. Depois da negativa de Felipe, todos se apressa- ram a apresentar suas versões, negando um fato aqui, outro alí. Mas, a verdade se impõe. A coisa foi feia! Na verdade, deprimente. Com a saída de Felipe Peixoto do PDT, indo para o PSB, e o consequente es- vaziamento dos quadros do PDT, existe um natural movimento para recompor a estrutura com vistas a reformular e em- preender uma nova nominata de candi- datos a vereador, para garantir os votos e mandato já existente. Não deu para entender a necessidade da intervenção e dissolução da executiva existente, onde o presidenta a assumir era o Sergi Mar- colini, tradicional pedetista. O partido precisa eleger vereadores, e até aí, tudo bem. O vereador Carielo têm seu elei- torado cativo e vai reeleger-se com fa- cilidade, e com muitos votos. Na Zona Norte da cidade ele certamente vai ser o mais votado, seguido de Paulo Bagueira. Mas, a sua legenda precisa dos tais votos proporcionais para alcançar cadeiras, que nas minhas contas poderá chegar a duas. Esta peleja do PDT, tem dado margem a movimentos independentes e sem muita consistência, como o “Volta Jorge”. Na situação atual, friamen- te falando, nada impediria Jorge Roberto Silveira re- apresentar-se como candi- dato. Tem filiação partidá- ria com tempo hábil, não tem mandato, está com as contas aprovadas... Pode- ria, num lance arriscado, ter plantado a discórdia en- tre Felipe e Rodrigo, deixar polarizar, e desgastá-los, para se apresentar com terceira via. Uma opção à parte e com frases de efeito como “Um Caso de Amor”. É claro que tudo isso aqui são meras especulações, vozes escorridas pelas es- quinas da maldade, pelos plantadores de boatos. Mas, seria uma candidatura com muitas dificuldades tam- bém e sujeita a ataques pesados, visto o histórico da última e combalida adminis- tração. Pessoas próximas de Jorge se apressam para negar esta possibilidade. Candidatu- ra, nem pensar! Mas, Jorge Roberto saiu do seu tradicio- nal recolhimento de eremita social, para parecer até nos corredores da Câmara de Vereadores. É muita movimentação para quem só quer “ajudar” o partido. No próximo dia 15, sexta feira, a partir das 22h, no Clube Naval, irá se realizar a tradicional festa de aniversá- rio do ex-deputado Felipe Peixoto. Tem público numeroso e cativo e muita músi- ca para dançar, mas, o clube é grande a caberá os muitos amigos do Felipe. Aniversário com Festa O fiel escudeiro Selmo Treiger e O ex-prefito Jorje Roberto Silveira Ulisses Franceschi Julio CerinoJulio Cerino
  • 7. Niterói 09/04 a 23/04/16 www.dizjornal.com 7 Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores Resultado Inverso A Rua Moreira Cesar, em Icaraí, mais especificamente no trecho que se inicia na Rua Miguel de Frias, sofreu recentemente com as obras da prefeitura, trazendo imensos transtornos para mora- dores, transeuntes e especialmente para os comerciantes e prestadores de serviço. A rua como um todo é efervescente comer- cialmente e um dos endereços mais char- mosos da cidade. O projeto apresentado e o cronograma de obras, mais uma vez não corresponderam à verdade. Entre as “maravilhas” a serem implantadas, estava um sistema de fiação totalmente embutida. Não se veria um só fio e seria como as “maiores cidades do mundo”, como sempre prega a propaganda oficial deste município. Ao contrário destas propostas, a obra se arrastou por um tempo maior que o desejável, liquidou as vendas das lojas, restaurantes e outras ati- vidades, incluindo as esperadas vendas do Natal. Houve até quem fechasse as portas definitivamente. E para desconsolo e alívio de todos, a obras pararam neste quarteirão, O Que Falam Por Aí A ndo muito de taxi e gosto de con- versar sempre com motoristas. Eles me dão uma dimensão do que pen- sam as pessoas cotidianamente, dos mais diferentes níveis de informação e escolari- dade. Um motorista de taxi inteligente é um excelente repórter. Sabe bem como pensam as pessoas e por si só tira suas conclusões, que numa síntese é uma espécie de radio- grafia diária. O que mais me chama atenção é a capa- cidade organizada que têm determinadas pessoas ou grupos políticos. Eles plan- tam informações, notícias falsas, repetem obsessivamente estas supostas histórias e conseguem, pelo menos parcialmente, torná-las “verdadeiras”. Com este clima de impedimento da presi- dente da República, Operação Lavajato e suas consequências com as delações pre- miadas, o panorama social e político no país está mudando. Em Niterói não é diferente, e diga-se de passagem, estes tais grupos da cidade de “supostas informações” são muito eficientes. Eles criam “verdades” ba- seados em fatos reais, que eles distorcem, acrescentam detalhes convenientes aos seus objetivos e fabricam climas de falso su- cesso, falsas derrotas e denigrem e difamam a quem eles têm com alvo. Esta semana conversei com três motoristas e perguntei objetivamente o que estavam achando da política e eleições municipais. Coincidência ou não, convergiram para as mesmas direções. Todos foram unânimes em afirmar que jamais votariam no atual prefeito. Dois deles votaram em Rodrigo Neves na eleição passada, se consideram decepcionados e têm a sensação de ter des- perdiçado o voto. O terceiro tinha votado no Felipe Peixoto, mas dizia que também não votaria novamente por ter a informação que ele havia “abandonado” a secretaria de Saúde do Estado e ter deixado um “rombo” imenso nas contas da se- cretaria. Perguntei-lhe de onde ele tinha ti- rado estas informações. Ele me res- pondeu: “é o que muita gente fala”. Comecei a explicar-lhe como estes boatos são plantados e com que intenção. Desmenti claramente os dois pontos principais: Felipe jamais abandonou a secretaria ou qualquer outro posto. Saiu depois de ter-se sacrificado para fazer um favor ao governa- dor. Trabalhou, deste o primeiro mês até o último com imensa defasagem de recursos financeiros no orçamento da secretaria; e se não fosse o esforço e seriedade como con- duziu as finanças e o capital humano, a se- cretaria teria “explodido” no quarto mês de gestão. O que está acontecendo agora, que é infinitamente pior, e o Estado que camba- leia e luta para não cair de vez, poderia ter sido antecipado. O esforço de Felipe Peixo- to, (mesmo em seu prejuízo) adiou o caos que hoje se encontra a saúde. Segundo, não deixou rombo nenhum, visto que já encontrou um imenso buraco, que foi parcialmente recomposto com econo- mias e versatilidade de ações proativas. Os problemas existentes, com medicamentos vencidos e outros desmandos vieram do seu antecessor. Tanto é que quando entrou, teve o cuidado de registar tudo e abrir in- quéritos administrativos para encaminhar estas questões. Felipe tem um grande defeito: ficar calado e ser muito ético e cuidadoso para não atin- gir companheiros, especialmente o gover- nador, por quem tem grande apreço. Não responde a estes ataques infames, como deveria fazer. Prefere seguir em frente e deixar que a verdade venha à tona por si só. Muitas vezes, leva fama e não devolve na mesma moeda. É o jeito dele... Daí, estes adversários, que estão monitorando tudo com pesquisas, e sabem do perigo eleitoral que Felipe repre- senta, fazem o serviço sujo de difamá-lo como estratégia da desconstrução. Esta é uma estratégia de perna curta. Não vai muito longe. Mas a verdade deve ser resgatada, para evitar arrependimentos fu- turos e sem volta. Os opositores não vão deixar barato! e o que se vê são fios pendu- rados, num risco e descaso inacreditáveis. É claro que a Ampla e demais concessio- nárias de telefonia e internet, também são responsáveis, em- bora, desde o início da obra, tivessem declarado que não estariam dispostas, nem dis- poníveis para fazerem a obra subterrânea para o cabeamen- to total. Mas, o mais gritante, é que não se sabe exatamen- te qual é a função destes fios pendurados. Pode ser um fio de telefone, mas pode ser um fio da rede de energia, expon- do a todos a acidentes de pro- porções imprevisíveis. Quem tinha que cuidar, averiguar e tomar as medidas cabíveis era a prefeitura, isso se tivesse ad- ministrador. Desde a apresentação da ideia faraônica e durante a obra, se via constantemente a figura do então “se- cretário” de Desenvolvimento de Coisa Ne- nhuma, Fabiano Gonçalves. Vestia sempre um coletezinho de suposto chefe, dava as desculpas em nome do prefeito e cada vez mais se comprometia com o que não pode- ria realizar. Acho que ficou inspirado no seu grande ídolo, o Luiz Inácio Lula da Silva, incluindo aqueles trejeitos de palavrinhas de língua presa, prometendo o que não vai cumprir, imitando o estilo deste governo. O pior, é que não sei se por ingenuidade, ou falta de senso prático, ainda vai se candida- tar a vereador nas próximas eleições. Está se esquecendo de que este pessoal todo que foi prejudicado não vai esquecer-se dos danos causados por esta obra desas- trosa. Vai acabar comprometendo recursos que não tem, expondo parentes, proteto- res piedosos e vai arrumar uma bela dívida de campanha. Se tivesse juízo ficaria ape- nas com a dívida que tem com esta gente ultrajada pela obra mal feita, passando os próximos anos pedindo desculpas a todos.
  • 8. Niterói 09/04 a 23/04/16 www.dizjornal.com 8 Renda Fina Aniversariantes da Edição Felipe Peixoto Bernadete Proetti Juliana Encarnação Lenita Pacheco Lemos Duarte Susana Bragança Mary Humberto Innecco Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores Durante a Sessão Solene em comemoração aos 50 anos de fundação do Rotary Club Niterói Norte, o vereador Paulo Bagueira foi homenageado pelo presidente do Rotary Club Niterói Norte, Aristeu Pessanha Gonçalves, pelo apoio à causa rotária. O vereador Beto Saad homenageou o advogado Claudio Vianna, por sua brilhante atuação profissional na cidade, sendo considerado e reconhecido como líder da classe em Niterói. O casal de brilhentes fotógrafos, Fausto e Valéria Hoelz, fizeram uma merecida viagem pelo velho conti- nente. Acomulam na mente mais imagens e experiências que serão corretamente usadas na profissão. No mais, foi puro prazer. Silvia Abreu e Marcello Andreata Rotary Club Niterói Norte Homenagem a Claudio Vianna Merecido Giro Europeu Dia D em Alto Estilo Sergio Gomes Fausto & Valéria Hoelz
  • 9. Niterói 09/04 a 23/04/16 www.dizjornal.com DeCLINando Este prefeito “das Neves” vivia falando mal do Jorge Rober- to Silveira. Naquela época a empresa de limpeza, a CLIN, funcionava. Agora o lixo demora a ser retirado e os ratos estão proliferando. Das Neves já mos- trou que ele é só garganta. No tem- po do Jorge funcionava. Agora... Os dois estão reconciliados e juntos. Ou o Das Neves aprende a trabalhar, ou o Jorge vai desaprender o que sabia. Vai dar errado de qualquer jeito. Vai dar Lobisomem. Insegurança em Itacoatiara Ficou impossível viver em Itacoatiara sem o sobressalto e o medo. Já se foi o tempo que era um bairro com aparente calma e segu- 9 Conexões erialencar.arte@gmail.com E! Games dizjornal@hotmail.com Jêronimo Falconi Módulo PB R$ 240,00Por inserção ou 12 inserções por R$ 2.590,00 em 6 mensais de R$ 432,00 Anuncie Aqui Quanto Tempo o Tempo Tem? “Contar uma história de viagem é muito di- fícil. A ideia de ir ao passado ou ao futuro fascina o homem desde o início dos tem- pos, por ser poderosa e misteriosa; mas basta um erro para quebrar a magia e fazer você amaldiçoar as próximas gerações de quem a escreveu. Graças aos deuses esse não é o caso de “Quantum Break”, prin- cipal lançamento de Xbox One e Windows 10. Fim dos dias Em “Quantum Break”, você é um rapaz que volta a sua cidade e descobre que seu me- lhor amigo está trabalhando em uma má- quina do tempo e, como todo mundo sabe, o experimento dá muito errado. O tempo, como nós conhecemos, corre o risco de sumir e cabe ao nosso protagonista corrigir essa bagunça enquanto encara uma versão mais velha e maligna do seu “amigo”. Pelo menos você ganha vários poderes especiais. O exterminador do futuro O tiroteios de “Quantum Break” são ou- tro ponto muito forte do game, porém não espere por muita complexidade já que são os poderes de manipulação do tempo do protagonista que divertem e dinamizam as trocas de tiro. São seis habilidades no total: uma “visão” que entrega a posição dos inimigos, uma “bolha que congela” os adversários e per- mite que você acumule tiros para causar mais dano, uma “esquiva”, um “escudo”, um “projétil” e uma “desaceleração” do tempo. E como cada uma delas se recar- rega separadamente das outras, dá para abusar. Quanto tempo o tempo tem? “Quantum Break” é um bom game de ação com destaque para sua história, que não apela para o lado da força e mantém o jo- gador fisgado com um enredo compacto e coerente. O game apostou em atuações “live-action” para criar uma experiência quando precisa desenvolver dramaticidade e quando quer mostrar como é viver nesse mundo onde o tempo está parando; e como ele é louco e assustador, ela deixa você jogar. Esse é um projeto difícil, e a produtora conseguiu fazer um grande trabalho. É possível criar games de ação que são inte- ligentes, pois essas duas características não se excluem. Não dá para saber se a combi- nação de séries e games vai continuar. Mas ela funcionou aqui, e deve sobreviver ao desgaste do tempo. rança. Apesar das câmeras e do DPO da Policia Militar, os bandidos desafiam tudo, invadindo nossas casas e nos tirando a paz e a liberdade. Antes o problema era só dos demais bairros da Região Oceânica. Itaco- atiara tinha mais tranquilidade. Agora Ita- coatiara virou alvo fácil para a bandidagem. Cidade sem governo é assim: pagamos o IPTU mais caro do mundo e nada recebe- mos em troca. Região Infernal Está acabando a gestão do prefeito Ro- drigo Neves e não há sinais de finalização das obras na Região Oceânica. Esta via dos ônibus sobre trilhos parece não fazer sen- tido. Quebraram tudo, arrasaram o nosso movimento comercial, importunaram os moradores num trânsito caótico, e pelo visto, vai acabar o mandato e não vai se concluir coisa alguma. Da entrada do En- genho do Mato até a en- trada da Avenida Central parece que vai a algum lugar, mas quando pres- tamos atenção, vemos que não há como conti- nuar. A menos que não exista mais estrada para carros... Não existe caixa de rua para suportar esta via. Não vão desapro- priar imóveis para alargar o trecho e não vai haver um elevado. Por onde vai passar este tal transporte sobre trilhos?
  • 10. Niterói 09/04 a 23/04/16 www.dizjornal.com 10 Fernando Mello - fmelloadv@gmail.com Fernando de Farias Mello ATENÇÃO PARAA MUDANÇA Novos e-mails do Jornal Diz Redação dizjornal@hotmail.com | contato@dizjornal.com Editoria edgardfonseca22@hotmail.com Fernando Mello, Advogado www.fariasmelloberanger.com.br e-mail: fmelloadv@gmail.com Niterói Destruída V endo o que a Prefeitura vem fazendo na Região Oceânica é que dá o tom deste governo desorganizado na ad- ministração das obras. Montado numa enorme verba para fazer o túnel e o retrógado BRT, a obra é tocada de forma totalmente primária e amadora. Primeiramente, e como acontece todo go- verno PT (*), não houve uma consulta se- quer à população da Região Oceânica para saber se estava de acordo ou não. Não hou- ve nenhuma informação sobre o impacto que ocorrerá na Região, muito menos hou- ve a concordância dos pobres comerciantes do local porque o BRT eliminou a possibili- dade de estacionamento dos consumidores. É visível que o BRT é obra retrógada e que somente governantes que querem aparecer o fazem porque é obra que movimenta a superfície da cidade, cria um falso ambiente de trabalho e dá para os mal informados a sensação de que o gasto do dinheiro públi- co está correto. Mas, não. O BRT é uma alegoria política que maltrata o cidadão. Por acaso, visito seguidamente a Zona Oeste do Rio e vejo que o BRT vive lotado, cheio, muito cheio e guiado loucamente por motoristas sempre atrasados. A pista estreita ocupa es- paço e os ônibus já sofrem com a fa- mosa “manutenção brasileira”, fazen- do fumaça e barulhentos. Países desenvolvidos utilizam o mo- notrilho. Silencioso, não poluente e transporta mais passageiros/hora. A cidade de São Paulo vai inaugurar em breve uma linha gigante que roda so- bre pequenos viadutos, ocupando o mínimo espaço físico. Por que a prefeitura não consultou a população antes de fazer a obra? Por que a prefeitura massacra os comer- ciantes da cidade com obras que reti- ram os consumidores de suas portas? A prefeitura se transformou na “visão do inferno” para os comerciantes. Resposta simples: porque a prefeitura governa para si mesma. Por isso, abandona um lado da cida- de para fazer obra em outro. Como exemplo, a prefeitura abandonou e deixou de fazer a ma- nutenção de toda a Estrada Francisco da Cruz Nunes por cau- sa da obra do BRT. Resultado: motoris- tas, pedestres e mo- radores estão caindo em buracos enormes, sinalização horizontal apa- gada e sinais que deixam de funcionar todos os dias. Os administradores municipais abandonaram o resto da via porque, “um dia, a obra irá passar aqui”. É a prova de que o planeja- mento da obra é inexisten- te. A obra na Região Oce- ânica obedece ao ritmo das fotografias das “semi-inaugurações”, com o prefeito de capacete branco. Você já deve ter visto nos jornais aliados. A visão geral da cidade e do seu funciona- mento pleno não me parece ser feita pela prefeitura. Assim e para muitos moradores a prefeitura está rotulada como uma das ad- ministrações que mais abandonou a cidade. Quando a prefeitura resolveu fazer a obra na Rua Cel. Moreira Cesar pouco tempo antes do Natal, reconhecidamente como a época em que o comércio mais fatura, foi a maior prova de que falta respeito com o cidadão é fato corriqueiro. Afinal, destruir o Natal de quem trabalha é pouco para quem só pensa em eleição. O fato ficou gravado na memória de todos os moradores e co- merciantes da Rua Cel. Moreira César. Isso sim, jamais será esquecido. É a falta de planejamento que até poder vir a ser confundida com má-fé. Prefiro acredi- tar na incompetência, mesmo. E o estacionamento subterrâneo de Chari- tas prometido para 2015? (*) Sim! Para mim o prefeito continua um petista e apenas fez uma manobra para in- glês ver. Vai enganar o outro! A atitude lem- brou o chapa-branca José Sarney quando “abandonou” a Arena para ir para o MDB, frágil oposição na época. Tudo teatro po- pulista. Alerj. Aqui você tem poder. Baixe na Chegou o aplicativo Carteirada do Bem. As leis daAlerj servem para quem tem sede de justiça. Ou só sede, mesmo. Lei Estadual 2424/95: “Bares e restaurantes estão obrigados a oferecer água filtrada de graça quando solicitada pelo cliente.” Alagada Engarrafada Abandonada Região Oceânica
  • 11. Niterói 09/04 a 23/04/16 www.dizjornal.com São textos diversos escritos com a sensibi- lidade e expressão de cada poeta. Palavras refletidas, imagens poéticas. As 21 obras expostas atraem os amantes da arte escrita e falada, comunicando e encan- tando o público. A Sala de Cultura Leila Diniz fica na Rua Prof. Heitor Carrilho, 81, Centro – Niterói/ RJ. O curador da exposição, Paulo Roberto Cecchetti, comemora a parceria inédita com a Sala de Cultura: “A Leila Diniz vem fazendo um trabalho único e múltiplo, pois acolhe todo tipo de manifestação artística; é – para nós, poetas – um excelente espaço para, quiçá, outras exposições.” Cecchetti, que é um batalhador pela cultura e foi recentemente indicado para o Prêmio “Sou de Niterói”, promovido pelo Jornal O Globo, na categoria da cultura. Ele é poeta, escritor, membro da Academia Niteroiense de Letras e colunista deste jornal Pela Cidade 11 Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores O Mal Tratado Rio da Vala A Região Oceânica de Niterói é ba- nhada por vários rios e tem um atraente Sistema Lagunar. No pas- sado vivia de forma natural e as agressões significativas começaram a mais ou menos 35 anos. Entretanto, nos últimos 10 anos, com o crescimento desordenado, desa- tenção e precariedade da rede de esgoto, a deterioração e assoreamento dos rios e lagoas têm provocado sérios problemas, principalmente enchentes. Quando chove, a inconstância de níveis e fluxos desfavo- rece o equilíbrio, provoca o crescimento de algas e espécies de plantas que contri- buem para os problemas cotidianos que tanto afligem a população da área. O Rio da Vala corta praticamente toda geografia do Engenho do Mato e Mara- vista. Com o passar do tempo e aumen- to do adensamento populacional, antigas tubulações que “canalizavam” o rio que corre dentro de muitas propriedades e casas, passaram ilegalmente e de forma predatória, a receber esgotos e detritos de toda espécie. Estes detritos, principal- mente garrafas pet, pneus e até móveis, provocam entupimentos destas canali- zações, que durante as grandes chuvas, resultam em represamentos e posteriores expansões explosivas. A concessionária Águas de Niterói é coni- vente com estas canalizações de esgotos ilegais. Esta situação de desiquilíbrio, as- soreamento, morte de espécies e incons- tância no fluxo tem provocado constante- mente problemas nas redondezas de todo seu curso, alagando residências, inclusive o seu interior. Se for feita as contas comparando o custo dos estragos causados constantemente aos moradores da região e os prejuízos ecológicos com o custo para uma manutenção adequada, os estragos e prejuízos são bem maiores. Existem pessoas, como o suplente de vereador, Renatão do Quilombo, que tem abraçado e com- batido por esta causa. É preciso ade- são de mais pessoas pela salvação e manutenção deste rio, não apenas pelo ganho da natureza e da ecologia, mas pelo bem estar de toda popula- ção que vive neste entorno. É preci- so que se divulgue e que se ponham em cheque os responsáveis diretos e indiretos por esta questão. É preciso que a Secretaria Estadual do Meio Ambiente, e o seu órgão de ação, o INEA, tomem tenência nesta questão. Se assim não for, dias piores virão. Daniel Boaventura no Country O cantor Daniel Boaventura se apresenta pela primeira vez em Niterói, neste dia 9 de abril, sábado, às 20h, no Country Club, em Pendotiba. O galã vai apresentar o show “Your Song” para os niteroienses. No espetáculo mostrar sucessos da sua turnê em 2015, como ” The Lady is a Tramp” ,“New York, New York”, e “Love Me Tender”, além canções que foram incluídas no re- pertório em 2016, como “Blurred Lines” (Robin Thicke), “Happy” (Pharrwell Williams), “Locked Out Of Heaven” e “Besame Mucho”. No final do show, Daniel vai colocar todos para dançar com animadas releituras de “Sep- tember”, “Last Dance”, “Moves Like a Jagger” e “Never Can Say Goodbye”. A Arte da Poesia A poesia ocupará as paredes da Sala de Cultura Leila Diniz entre os dias 7 e 29 de abril. A exposição “Ima- gens Poéticas” conta com 20 poetas que fazem parte do movimento literário “Escri- tores ao ar Livro”, que completa oito anos em 2016, e acontece aos domingos na Pra- ça Getúlio Vargas, em Icaraí. Renato Quilombo comanda manifestação Esgotos residenciais despejam no rioVisão do assoreamento
  • 12. Niterói 09/04 a 23/04/16 www.dizjornal.com Em Foco 12 Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores O Poker Como Esporte Olímpico O ano de 2009 o poker foi reco- nhecido como esporte da mente. Existe uma Federação Interna- cional de Poker (IPF), fundada em 2008. A International Mind Games Association (IMSA) também reconheceu a prática como esporte, durante um Congresso Anual da associação, em Dubai. Com esta decisão o poker se juntou aos outros quatro “Mind Sports”: Xadrez, Damas, Bridge e Go. Segundo Anthony Holden, presiden- te da IFP, esta decisão foi importante para que o poker seja aceito em todo o mundo, e que, alguns governos pa- rem de fazer interferências e restri- ções preconceituosas ao esporte, es- tigmatizando-o como “jogo de azar”. Em 2012, durante as Olimpíadas de Londres, a Grã-Bretanha sediou os Jo- gos Mundiais dos Esportes da Mente, da IMSA, e o poker fez parte da grade de torneios. O próximo passo da Federação é as- segurar a entrada na SportAccord, uma organização global de 150 fe- derações desportivas, cujo objetivo é unir o mundo dos esportes. Há espe- ranças que o poker se torne um es- porte olímpico. O Comitê Olímpico Internacional (COI), deixa claro que, para um jogo seja consi- derado esporte, é necessário que seja prati- cado por homens em pelo menos 75 países em 5 continentes. E por mulheres, em 40 países em 3 continentes. Na Federação Internacional o Brasil é re- presentado pela Confederação Brasileira de Texas Hold’em, que é cofundadora da IFP e luta pelo reconhecimento do esporte e para que se torne esporte olímpico. O Poker exige autocontrole, muita concen- tração, estratégia, habilidade de reading, determinação, ética, preparo psicológico etc. Esses são elementos presentes em qualquer esporte que exija decisões racio- nais. Então, é mais do que merecido a mo- dalidade pertencer ao patamar de esportes mentais