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Baixar para ler offline
Niterói
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Zona Sul, Oceânica e Centro de Niterói
1ª Quinzena
Nº 212
de Outubro
Ano 11
de 2018
BrunaLima-makeup:CarolineCerino-foto:JulioCerino Edição Online Para Um Milhão e Oitocentos Mil Leitores
Circulação Semanal 16 Mil Exemplares Impressos
Diz: A Verdade Escrita
Diretor Responsável: Edgard Fonseca
Página 03
Tsunami do
Bolsonaro
Entenda o
Niterói
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2
Informes
Expediente
Edgard Fonseca Comunicação Ltda.
R Otavio Carneiro 143/704 - Niterói/RJ.
Diretor/Editor: Edgard Fonseca
Registro Profíssional MT 29931/RJ
Distribuição, circulação e logística:
Ernesto Guadelupe
Diagramação: Eri Alencar
Impressão: Tribuna | Tiragem 16.000 exemplares
Redação do Diz
R. Cônsul Francisco Cruz, nº 3 Centro - Niterói,
RJ - Tel: 3628-0552 |9613-8634
CEP 24.020-270
dizjornal@hotmail.com
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Os artigos assinados são de integral e absoluta
responsabilidade dos autores.
Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores
Distribuidora Guadalupe
30 Anos de bons serviços
Jornais Alternativos - Revistas - Folhetos - Encartes
Demonstração de Placas Sinalizadoras
Entrega de Encomendas e Entregas Seletivas
Niterói - Rio de Janeiro - São Gonçalo - Itaboraí - Teresópolis - Petrópolis - Maricá - Macaé
eguada@ar.microlink.com.br
guada@ar.microlink.com.br
21-98111-0289
96474-3808| 96467-3995
97407-9707
DG
Contra a
Pedofilia
C
om o objetivo de alertar a popula-
ção sobre o crime de abuso sexu-
al contra crianças e adolescentes,
acontecerá neste domingo (14) a 8ª Edição
da Federal Kids, na Enseada de São Fran-
cisco, Zona Sul de Niterói, de 8h as 12h.
No evento, haverá a distribuição de carti-
lhas esclarecendo mitos e verdades sobre
a pedofilia.
A Federal Kids é organizada pela coorde-
nação geral do Sindicato dos Delegados de
Polícia Federal, entidade integrante da Fe-
deração Nacional dos Delegados de Polícia
Federal (FENADEPOL).
A ação tem a finalidade também de desmis-
tificar a questão que é sempre relatada que
o pedófilo tem um perfil definido. Segundo
estudos da Polícia Federal, o abusador não
tem perfil, ele pode ser de qualquer classe
social, cor, faixa etária e sexo.
Encontro de Corais Acervo Fotográfico
O
acervo do fotógrafo Walter Firmo (foto), composto por
mais de cem mil imagens, irá para o Instituto Moreira
Salles, em regime de comodato. Walter Firmo Guimarães
da Silva é autodidata e tornou-se mestre da fotografia. Começou
como repórter fotográfico na extinta “Última hora”, em 1957. É
carioca e tem 80 anos. Em 61 anos de atividade, retratou com
maestria os usos e costumes do povo brasileiro, incluindo os feste-
jos populares e artistas. Por ele foram feitos retratos, de ícones da
música popular brasileira como, Pixinguinha (1897-1973), e Ivone
Lara (1921-2018), recentemente falecida.
Existe a previsão do Instituto Moreira Sales (IMS) promover uma
exposição e lançamento de catálogo com as obras selecionadas em
até três anos.
A
Sala de Cultura Leila Diniz promove no dia 17 de outubro,
às 19h, o primeiro Encontro de Corais do espaço. O even-
to reunirá quatro grupos locais: Clave de Sol, Amantes da
Música, Flor do Canto e Coral NICC.
O objetivo do Encontro de Corais é ampliar os projetos culturais e
fomentar as atividades coralistas em Niterói. “É um evento piloto,
que bem sucedido, acontecerá outras vezes”, disse Renata Palmier,
coordenadora da Sala.
Os grupos apresentarão um repertório eclético, mas com ênfase
em MPB. O grupo “Flor do Canto” é destaque e promete encantar.
O coral Amantes da Música, que exalta um artista brasileiro por
ano, escolheu Martinho da Vila como homenageado. “Vai ter muito
samba!”, promete Fátima Mendonça, regente do grupo.
A Sala de Cultura Leila Diniz fica na Rua Professor Heitor Carrilho,
81 – Centro, Niterói.
Duda Firmo
Niterói
13/10 a 26/10/18
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3
Documento
O Tsunami Bolsonaro
A grande a maioria da população brasileira não entendeu muito bem a ex-
pressiva votação que recebeu o candidato Jair Bolsonaro e seus companheiros
de partido. Apesar da repercussão do atentado contra Bolsonaro, quando foi
esfaqueado por um matador, (embora a sua defesa tenha minimizado este fato
e o transformou em ”transtornado mental”) e que o transformou no candidato
mais comentado da eleição, o resultado surpreendeu até os mais experientes
políticos. Que Bolsonaro seria bem votado já era esperado, e inclusive se fa-
lava na possibilidade de ganhar no primeiro turno. Mas, qual era a realidade?
Fatos anteriores
Bolsonaro não era um desconhecido,
está no sétimo mandato como depu-
tado, e sempre manteve uma postura
polêmica e contundente nas suas corajosas
afirmações, nem sempre “politicamente cor-
retas”. Se por um lado, a imprensa o demo-
nizou com freqüência, sofreu discriminação
ostensiva de algumas bancadas, que sem-
pre dificultaram a aprovação de seus proje-
tos; mas ele manteve-se coerente nas suas
convicções e por piores que fossem as suas
afirmações mantinha-se destacado no Con-
gresso.
Foram anos de embates e segregação contra
ele, por ser militar reformado, por defender
as Forças Armadas, num ambiente pós a di-
tadura. A situação era contraria a ele em to-
dos os aspectos, mas ele manteve a sua linha
de pensamento, acreditando e afirmando as
suas convicções.
Veio a “Era Petista”, com um invólucro de
conquistas sociais, combate às desigualdades
e uma democracia forte e verdadeira. O PT
tinha Lula e o seu guru José Dirceu. Tudo
que fazia era sonhado e aplaudido por todos,
menos por Bolsonaro que se manteve alerta.
Veio o desencantamento e a descoberta que
todo o Projeto de País era uma grande farsa.
Tramava-se a implantação de uma nação de
orientação socialista autoritária, com um viés
próximo da antiga União Soviética.
Entretanto, o PT foi descoberto numa práti-
ca ilegal de desvio de fundos públicos para
compra de apoio às suas manobras, aprovan-
do leis adequadas ao seu projeto de poder.
Uma desavença entre o então deputado Ro-
berto Jeferson e José Dirceu resultou em de-
núncias, que se descobriu a prática de desvio
em empresas estatais, como os Correios e
nos Fundos Pensão, que valores eram des-
viados para pagar os deputados cooptados,
que recebiam “mesadas”, que resultou no
escândalo denominado “Mensalão”. Muitos
foram cassados e presos, mas Lula, usando
o seu poder de esconder-se, transformar-se
em vítima e mentindo sem pudor, escapou,
sob uma blindagem de outros envolvidos.
Houve o primeiro prejuízo que foi a queda
do pensador e ideólogo José Dirceu. Mas,
Lula tem uma inegável capacidade de resistir
às acusações e reverter a situação, dizendo-
-se traído e jogar a culpa nos comparsas. Se
Bolsonaro estava e está num partido pequeno e de poucos recursos. Até o seu
fundo partidário era insignificante diante de outros. Tinha apenas oito segundo
de tempo de televisão e rádio. Era uma mídia, inteiramente, pobre e insuficien-
te para uma campanha à presidência da República.
A facada acabou beneficiando-o no tocante a sua imagem, pois as emissoras
nacionais e até nas Redes Sociais, passaram a falar nele 24 horas por dia.
Mas, a pergunta que se faz é que só isso seria o suficiente? Na verdade trata-
-se de um conjunto de fatores que somados o transformou no tsunami dessas
eleições.
não tivesse tido a complacência de alguns
caciques da política, como Renan Calheiros,
Fernando Henrique Cardoso, Aécio Neves,
Romero Jucá e outros tantos, teria sido im-
pedido de continuar no mandato. Diziam que
era melhor deixá-lo “sangrar” e definhar até o
final do mandato. Que ele não se recuperaria
e pouparia a Nação o vexame de mais um im-
peachment. Bolsonaro era uma voz solitária
clamando pela legalidade e pela destituição
do enganador. Foi voto vencido, mas conti-
nuou a esbravejar.
Lula conseguiu manejar a situação, recupe-
rou-se a custa de generosa cota de “benefí-
cios” aos deputados e senadores e agentes
da Justiça. Conseguiu se reeleger cumpriu
outro mandato, implantando e aparelhando o
país onde fosse possível. Surgiram os sinais
de aparelhamento e desvios da Petrobrás, os
inexplicáveis empréstimos do BNDS, a dila-
pidação e pilhagem dos fundos de Pensão, e
das demais empresas Estatais. Apareceram as
combinações escusas com empreiteiras e os
subornos e os sinais de enriquecimento ilíci-
to. Apesar dos avisos, Lula sempre cooptan-
do alguém e já no comando de uma grande
quadrilha nacional, se mantém no poder e
ainda elegeu a Dilma Rousseff. Ela, inteira-
mente inábil e sem a capacidade de enganar
do Lula atrapalhou-se em tudo e foi levando
a Nação para o caos. Mas o aparelhamento e
esquemas de fraudes já implantados; e ainda
fizeram ela se reeleger.
Se não fosse a salvadora Operação Lavaja-
to, a fibra dos procuradores e do juiz Sergio
Moro, eles teriam continuado a enganação.
Mas, foram tantos crimes descobertos, tantos
grandiosos escândalos que acabou deposta,
e abriu-se a deprimente realidade falimentar
do país.
Veio o Temer, agregado dos dois governos
anteriores e eleito por eles, mostrou-se in-
capaz de gerir o rombo, principalmente por
falta de autoridade moral, por outros escân-
dalos e a amostragens de muitos crimes; que
após o mandato terá que pagar. Temer por
sua vez, apesar de ser acusado pelos petistas
como traidor e golpista, está discretamente
aliado aos mesmos petistas, tentando eleger o
Fernando Haddad. Se isso acontecesse, quem
iria soltar o Lula seria o Temer, através de in-
dulto presidencial, negociando uma proteção
para ser “indultado” também dos seus crimes.
Isso pouparia o desgaste do Haddad e a qua-
drilha estaria reunida novamente.
Cenário de Reação
A Nação acordou e independente dos mi-
lhões de cooptados, lavados cerebralmente,
os aparelhementos da máquina, recebedores
de cargos e benefícios, incluindo falsas e inde-
vidas Bolsas Família. O povo clamou por um
opositor à altura para combate de tão compli-
cada e criminosa rede. Os demais candidatos,
ou mostraram-se vacilantes, ou incapazes,
foram aos poucos sendo previamente elimi-
nados. Restou o Bolsonaro, com oposições e
rejeições diversas, mas mostrando-se comba-
tivo e destemido para a luta. Veio o primeiro
turno, (que ainda alegam dúvidas e falações
que teria sido vitorioso imediatamente, mas a
dificuldade de provar que em alguns lugares
ainda restaram “urnas batizadas”, ficou por
isso mesmo.) ganhou com folga o primeiro
embate, fazendo uma magnífica bancada de
52 Deputados federais e 4 senadores. Venceu
em 17 estados, e em 23 capitais. Restaram 9
pequenos Estados para Fernando Haddad e
Ciro Gomes venceu apenas no Ceará, incluin-
do Fortaleza.
Bolsonaro tem mais da metade dos votos
válidos em 12 estados e no DF; o opositor
em apenas 4. O seu Partido o PSL recebeu
10,8 milhões de votos para deputado federal
a mais nessas eleições que em 2014. Na elei-
ção anterior, para a Câmara dos Deputados,
o partido do Bolsonaro teve 808 mil votos.
Entretanto, em 2018, foram 11,6 milhões,
que representa um crescimento de 1.341%.
Enfim, a Onda Bolsonaro elegeu gente des-
conhecida e novata. O vereador de Niterói
Carlos Jordy, que ganhou sua primeira eleição
há 2 anos, com uma votação muito expres-
siva, venceu esta eleição para deputado Fe-
deral por estratosféricos, de 204.048 votos.
O candidato de primeira eleição na vida, em
Minas Gerais, Romeu Zema, do Partido Novo
ganhou largamente o primeiro turno e está
amplamente na frente até o momento. Ele
apenas aderiu à campanha do Jair Bolsonaro,
vendo que o João Amoedo não teria chances
de vencer.
A onda Bolsonaro elegeu no Rio de janeiro
os dois senadores, Flávio Bolsonaro em pri-
meiro lugar (filho do Jair Bolsonaro) e Arolde
de Oliveira. Em São Paulo, Carlos Bolsonaro
(filho de Bolsonaro) foi o deputado mais vo-
tado da história brasileira com - 1.814.443
votos, e Joice Hasselmann (PSL) - 1.064.047
votos, em segundo lugar. Advogada que foi
autora do processo de impeachment contra
a ex-presidente Dilma, Janaina Pascoal (PSL)
também foi a deputada estadual mais votada
da história. Recebeu 1.814.443 votos.
Deposita-se em Jair Bolsonaro a esperança de
redenção e extinção do petismo. Certamente
irá vencer com folga as eleições. O Brasil tor-
ce para que tudo dê certo.
Carlos Jordy
Familia Bolsonaro
Niterói
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- O acadêmico da ABL/Academia Brasileira de Letras, da
Academia Fluminense AFL e da Academia Niteroiense de
Letras/ANL Marco Luchesi foi eleito o Intelectual do ano
de 2018 pelas instituições culturais de Niterói.
- A Academia Niteroiense de Letras/ANL realiza em 17
de outubro, às 17 horas, em sua sede (Rua Visconde do
Uruguai, nº 456 - Centro) eleição para a cadeira 26, vaga
4
Cultura
Paulo Roberto Cecchetti cecchettipaulo@gmail.com
DIZ pra mim... (que eu conto)
Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores
com o falecimento de Branca Eloysa. Concorre a vaga Inês
Drummond Pimentel Menezes; também na ANL, em 31 de
outubro, das 16 às 18 horas, o confrade Renato Augusto
Farias de Carvalho lança “Chapada Síria”.
- O projeto Empreendedores do Bem, workshop de marke-
ting digital, acontece dia 20 de outubro, das 9:30 h às 18
h, no Hotel H (Praia das Flechas, Niterói).
- A Sala de Cultura Leila Diniz (Rua Professor Heitor Car-
rilho, nº 81 - Centro) apresenta a exposição “Interseções
em Nível”, composta de quatorze integrantes, entre fotó-
grafos e artistas plásticos, com visitação gratuita até 30 de
outubro.
- A Galeria de Arte La Salle (Rua Gastão Gonçalves, nº
79 - Santa Rosa) apresenta a exposição “Personalidades
em traços”, de Sandro Cabral. São 30 desenhos, com des-
taque para Gilberto Gil, Lionel Messi, Vitor Belfort, entre
outros. Visitação até 31 de outubro, de 2ª a 6ª, das 9 às
20 horas.
Internet
Laio Brenner - dizjornal@hotmail.com
Depósito sem Envelope
C
om o propósito de tornar os caixas eletrônicos,
mais distantes, retroalimentados, o Bradesco lan-
çou no inicio do ano passado um projeto de caixas
(ATM) que realizavam depósitos sem a necessidade de
envelopes. Mas, ao que parece a ideia se expandiu e já é
possível encontrar terminais em grandes centros urbanos.
O processo de depósito é bem similar ao depósito normal,
sendo que a principal diferença é ser sem envelope e que
o valor é debitado imediatamente na conta da pessoa favo-
recida. Além disso, as cédulas, que são lidas e separadas
dentro do ATM, ficam à disposição de futuros saques, eli-
minando a necessidade de reabastecimento das máquinas
de autoatendimento.
Segundo a empresa o sistema não apresentou grandes fa-
lhas e até o momento se mostra como uma vantagem com-
petitiva do banco, pois barateia os custos de manutenção
e se mostra mais seguro por ser totalmente automatizado.
Segundo o Bradesco, o grande desafio é não ter falhas
nas operações de depósitos e saques, visto que aconte-
cem pela mesma entrada/saída do terminal, e alegam que
o índice de falhas é muito pequeno. O depósito sem enve-
lope é uma tecnologia desruptiva, que reduz custo e ainda
agrega valor para o cliente.
Moda Hi-Tech
D
epois de uma espetacular apresentação em Xan-
gai às vésperas do início da Semana de Moda de
Nova York, Tommy Hilfiger promoveu na última
segunda, 8, uma versão japonesa do desfile. Ao invés de
uma passarela convencional, entretanto, levou seus convi-
dados ao deque piscina do Tokyo Prince Hotel, investindo
num show das águas tecnológico, com projeções de holo-
gramas da altura de um prédio de três andares de modelos
usando as roupas da coleção de inverno da grife. O evento
marca a última parada da viagem da marca pelo Oriente.
Niterói
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Edgard Fonsecaedgardfonseca22@hotmail.com
Aniversariantes da Edição
Jurema Coelho Aluizio Lessa Gabriel Cantarino O’Dwyer João Victor Proetti Neide Barros Rego Ricardo Bezerra de Menezes
ZAPS...
...A eleição para a Cadeira 26 da Academia Nite-
roiense de Letras (ANL) será realizada no dia 17 de
outubro, às 17 h.
N
o último dia 3, na Câmara Municipal de Niterói
aconteceu a Solenidade de Abertura da Campanha
Outubro Rosa Niterói 2018. O evento foi chan-
celado pelo coordenador do Movimento Outubro Rosa
Niterói, Paulo Gonçalves. A advogada Helga Lise Mansur
representou a OAB Niterói. O advogado Claudio Vianna,
candidato à presidência da Ordem dos Advogados, Sec-
cional de Niterói, prestigiou o evento, que considera de
fundamental importância para saúde feminina.
Outubro Rosa
Próximo Presidente
Luciano Bandeira
D
epois do acordo de união de chapas com Marcelo
Oliveira, nada mais impedirá a eleição do advo-
gado Luciano Bandeira à presidência da OAB-RJ.
Na foto, discursa com plenitude som a atenção de Felipe
Santa Cruz, atual presidente e candidato à presidência do
Conselho Federal da OAB, em Brasília.
Não ao Conflito
C
hegamos ao momento mais perigoso da campanha eleitoral
e é preciso que todos, independente de preferências e lados
tenham muita atenção. O eleitor comum, cidadão, profis-
sional, que tem suas atividades e uma família, precisa refletir com
frieza e não se deixar levar pelas ondas dos políticos. Para eles é um
confronto de vida ou morte, pois envolve muitos interesses, valores
e principalmente a detenção do poder. Lamentavelmente, os últimos
governos conseguiram com esses anos de aparelhamento, sedução
e cooptação, criar uma massa de manobra interesseira, que simples-
mente vai para o ataque e influenciam outros desavisados a entrarem
num conflito, como se fosse (e é) uma guerra.
Somos todos brasileiros e não podemos nos deixar levar pela emo-
ção passional que nos domina. Pessoalmente, já estou vivendo in-
disposições com parentes e amigos, por opinar, nem sempre da ma-
neira que eles esperavam. São incapazes de
parar para pensar e dar tempo para que as
“cortinas de fumaça”, lançadas por espe-
cialistas em intrigas e marketing maldoso,
se desfaçam com a objetividade e clareza
do tempo. Ninguém pode esperar e esta-
mos todos exaltados.
Nós, não políticos, mas necessariamente
politizados, não conseguimos, com nossos
tantos afazeres,
ter a mesma elasticidade e participação no
desenrolar dos fatos. Os “especialistas”
não. Transpiram e vivem os contextos po-
líticos 24 horas. São muito mais hábeis e
frios, pois são profissionais e estão ali nessa
disputa, olhando para nós como peças de um tabuleiro. Não há con-
descendências, respeito ou sentimentalismo. Somos apenas números
de uma equação que está sendo jogada, valendo tudo, sem pudor
ou escrúpulos.
O que está acontecendo com a turma da esquerda é desesperador
para eles. Jogam todos os minutos como se disputassem o ar que
respiram e sabem que a possível vitoria do opositor, será mais que
uma derrota política. Será o desfazimento de um projeto, de certa
forma bem implantado, e que lhes tem garantido o discurso e a sub-
sistência fácil. Nunca nadaram em tanto dinheiro e numa vislumbra-
ram uma perspectiva de implantação de suas “cartilhas de domínio”
como até então.
O Brasil, dividido e muito cansado das mazelas petistas e de seus
aliados, está gritando por libertação. Não há alternativa: já mudou e
vai mudar mais ainda! O brasileiro desempregado não acredita mais
em promessas mentirosas e não houve espaço para todos, como era
de se esperar. Este fisiologismo de cargos públicos e semi-privados,
distribuídos aos “cumpanheiros”, está no limite. Já não enganam
mais e o aparelhamento desde as escolas até o Supremo Tribunal dá
sinais claros de fadiga. Todo sistema tem um limite de sobrevivência.
E quanto maior é o país ou países unidos, maior o desgaste e risco.
Foi assim com a União Soviética, que privilegiava os “camaradas
dirigentes” e oferecia a “simplicidade” e a penúria em larga escala
para os membros da massa. Vemos a desgraça do povo venezuelano
como exemplo, que os opositores estão sendo jogados pelas janelas
dos altos andares, nos prédios da estrutura de repressão. A esquer-
da, rouca e sem argumentos, repetem como mantras que são as
necessárias conseqüências de uma guerra, num “país democrático”.
Defendem e se relacionam intimamente com ditaduras sanguinárias,
mas, retoricamente, pregam a romântica liberdade, a democracia,
como pedófilo que engana a criança para perpetrar suas nefastas e
deploráveis maldades. O pior, é que tem muita gente (e gente boa)
seduzida, cooptada e regiamente paga para repetir e saldar ditadores
como se fossem símbolos de libertação. Saúdam Fidel Castro com
exemplo. Ele teve seu valor pela resistência e oposição ao império
americano, mas o que não se fala são dos sumá-
rios assassinatos de milhares de patrícios e ou-
tros por não concordarem com a voz de mando.
Entretanto, ele e Guevara são ovacionados como
libertadores e a pergunta é: Libertam dos ameri-
canos, mas imediatamente escravizam o povo sem
direitos, nem de pensar? Sistema pobre e iguali-
tário para todos, mas Fidel morreu apontado por
banqueiros internacionais como um dos homens
mais ricos do mundo! Ao povo a igualdade míni-
ma. Ao ditador, a opulência e a luxuria da riqueza.
E não é diferente em qualquer república comunis-
ta, ou qualquer outra pseudo denominação.
Mas, sabiamente, implantaram nos brasileiros a
dúvida e a divisão, do “Nós Contra Eles”. Agora,
ao sinal de uma reação, estão desesperados e jogam com todas as
armas, incluindo as mais cruéis e baixas.
Somos contra a qualquer tipo de violência, venha de lado vier, Os
praticantes desses atos recentes devem ser identificados (isso é mui-
to importante), presos e punidos. Nada garante que um lado, no
desespero, cometa atrocidades para jogar a culpa no outro. Daí, a
importância da identificação, doa a quem doer. Em situações como
a que estamos, crimes vulgares, por motivos fúteis e perversos, cos-
tumam ser usados e qualificados como crimes de motivação política,
- prática comum aos defensores criminalistas. O fato lamentável do
assassinato do capoeirista baiano é um exemplo. Não representa o
desejo do Bolsonaro, e este fato, com outras motivações, pode estar
sendo usado como arma política. É preciso lembrar a história: em
1930, João Pessoa foi assassinado em Recife por motivos passionais
e pessoais, que nada tinha a ver com a política, mas, resultou numa
revolução, tomada de poder e deposição de um presidente, onde
Getúlio Vargas soube bem se beneficiar da circunstância.
Não vamos nos deixar levar por estas manobras e intrigas. Este re-
frega eleitoral vai passar e as amizades devem ficar. Apesar de que,
nesse embate as pessoas que acreditávamos e tínhamos apreço, es-
tão revelando a verdadeira face.
Niterói
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6
Fernando Mello - fmelloadv@gmail.com
Fernando de Farias Mello
Fernando Mello, Advogado
www.fariasmelloberanger.com.br
e-mail: fmelloadv@gmail.com
Cabeça Eleitoral
A
cho que vou escrever sobre
o azul do mar em Itacoatiara.
Um assunto muito mais agra-
dável do que aberrações que venho
escutando, democraticamente, ao
longo dessas últimas semanas antes da
eleição. Assisti a todo tipo de consi-
derações sobre todos os candidatos à
presidência da República. Mas, vamos
lá, não dá pra engolir mentiras, não é?
Uma das mais horríveis foi um comen-
tário de um colega, advogado, que
simplesmente acha que o julgamento
do Lula foi um golpe.
Como um advogado pode ter essa
opinião, quando é inegável que o Lula
foi julgado em todas as instâncias?
Outra questão é parecer que a grande
maioria dos funcionários públicos vai
votar no PT. Será por que eles acham
que seus salários manterão o acelera-
do ritmo de aumento dos últimos anos
e que o resto é o resto?
Sim, o “venha a nós, tudo, ao vosso
reino, nada!” é a palavra de ordem
neste país com o Estado inchado. Mas
é preciso lembrar o que aconteceu
com o Rio de Janeiro. Os funcioná-
rios públicos do RJ, principalmente
aqueles que ganham menos, foram
impactados e tiveram as suas vidas fi-
nanceiras destruídas com o atraso no
pagamento dos salários. Isso porque o
inchaço do Estado, com uma folha de
pagamento gigantesca e com a rouba-
lheira patrocinada pelo Sergio Cabral,
o dinheiro literalmente sumiu.
Agora, não sei se é essa a
visão dos que apóiam a es-
tatização geral, como fez o
Maduro na Venezuela. Não
precisa ser expert em eco-
nomia para saber que um
Estado não pode dar lu-
cro. Um eventual superávit
do Estado, Município ou
da União nunca poderá ser
encarado como lucro, mas
saldo para garantia de ope-
rações futuras.
Portanto, votar na manuten-
ção e aumento do inchaço
do Estado é algo como (a
grosso modo) querer todo
mundo como funcionário
público e não conseguir
pagar os salários no futu-
ro. Ser consciente de tudo
que está em volta pode ser
apenas um estado natural
do ser humano. Estar alerta
100% pode ser como viven-
ciar uma insônia eterna. É a
mente levando o corpo ao
limite da falência.
Por isso, acho que precisa-
mos relaxar mais e votar de
forma a ser bom para todos
e não para uma parte da po-
pulação.
Certos estão aqueles que não querem
mais a ladroagem correndo a solto de
norte a sul. Certos são aqueles que
não agüentam mais os “Renans Calhei-
ros” da vida. Aqueles que não toleram
o Aécio e que acham que a Gleisi
já deveria estar presa. Mas o mun-
do nem sempre é visto por todos da
mesma forma. Tem gente que acre-
dita no que não vê e não acredita no
que vê.
Repito sempre a frase do Ministro do
STF Barroso: “Eu via a mala”. Com
esse conceito, digamos, básico, tem
gente que se auto-engana e vai se-
guindo na sua forma pouco solidária
de viver. Não é difícil por isso afirmar
que somos um povo pouco solidário
e que chamamos de amigos aqueles
que apenas conhecemos num bar e
falamos de futebol.
Na verdade conseguimos banalizar
tudo que é importante. Vejo e leio
nas redes sociais jovens disparando
“te amo” para todos os lados, sem
qualquer critério. A minha geração
não gasta o “te amo” à toa. Portan-
to, o voto é importante e não deve
ser banalizado.
Acho que vou olhar o mar de Itaco-
atiara...
CREIO
Não Creio
VALEI-ME
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7
Conexões erialencar.arte@gmail.com
E! Games
dizjornal@hotmail.com
Investimento em Games?
O
Ministério da Cultura prometeu
lançar nos próximos meses um
programa para fomentar a produ-
ção de games no Brasil. O atual ministro,
Sérgio Sá Leitão, afirmou no domingo no
mês passado durante a Game XP, no Rio de
Janeiro, que o órgão prepara uma política
pública para incentivar e alavancar o setor
no país.
De acordo com o ministro, o órgão preten-
de destinar R$ 100 milhões para movimen-
tar o setor. A ideia é que a verba seja utili-
zada para desenvolvimento e produção de
jogos, de conteúdo em realidade virtual e
aumentada, aceleração de empresas, mos-
tras e festivais, formação e capacitação, e
também para o lançamento de jogos.
O ministro vê o setor como promissor para
jovens brasileiros, acreditando este ser um
mercado potencial e muito atraente para
os jovens de 18 a 24 anos que atualmente
encontram-se desempregados.
Ainda segundo Sá Leitão, o novo edital que
deve ser lançado esse mês e vai valorizar a
diversidade e recortes regionais: 50% dos
projetos premiados vão ser de mulheres,
25% de negros e indígenas, 50% de ini-
ciantes e 30% das regiões Norte, Nordeste
e Centro-Oeste. Atualmente, as mulheres
representam apenas 20% dos trabalhadores
do setor, e 40% das empresas da indústria
estão concentradas em São Paulo e Rio de
Janeiro.
Sá Leitão divulgou dados do 2º Censo da
Indústria Brasileira de Jogos Digitais com
algumas informações interessantes sobre o
mercado nacional, apenas 946 jogos foram
produzidos no Brasil durante o ultimo ano,
sendo que 43% deles foram para celulares.
Segundo dados oficiais o Brasil é atualmen-
te o 13º maior produtor de games do mun-
do, ao mesmo tempo em que tem a terceira
maior população de jogadores do planeta,
com 66 milhões de pessoas.
É uma noticia muito boa, entretanto não é
certeza que será cumprida em tempos de
corte em dezenas de programas de pesqui-
sa e desenvolvimento, e com a possibilidade
do fim do Ministério talvez essa injeção de
recursos fique apenas na esperança mesmo.
O que nos resta é aguardar o que os ventos
do próximo ano nos trarão de bom.
ENEL ou ZONA?
Entra ano e sai ano, muda de nome, de na-
cionalidade dos acionistas, mas nada muda
na falta de qualidade dos serviços de energia
elétrica, especialmente para os municípios do
“interior”, onde se inclui Niterói. Moro em
Itaipu, na localidade Maravista, e sempre que
chove, sabemos que teremos falta de energia.
No passado, coisa de 35 anos atrás era pior,
não resta dúvida: no verão era um suplício.
Chovia, ficávamos no escuro e sem um ventila-
dor ou ar condicionado. Não dava para abrir as janelas porque os mosquitos nos devora-
vam. Tínhamos que passar as noites, muitas vezes por horas, morrendo de calor e no es-
curo. Hoje, sendo justo, as interrupções de fornecimento de energia continuam, bastando
chover. Entretanto, os intervalos são menores. Mas, continua a mesma problemática. Será
que este sistema (hoje denominado de ENEL), não se resolve?
A organização dessa empresa também é muito confusa. Basta ir à loja central deles, na
Avenida Amaral Peixoto, e ver a confusão que é. Muita gente reclamando das mais diver-
sas questões, e o nível de informação dos funcionários é precário. Eles até tentam, mas,
não podem resolver questões que não são da sua alçada. Certamente já merecíamos algo
melhor. Foram os brasileiros da antiga CERJ, vieram chilenos, mexicanos, italianos e sei lá
mais o quê, e nada! Troca a nacionalidade dos acionistas e diretores e nada! É sempre uma
dificuldade em tudo.
Será que é por ser Brasil? Que desespero... Ao invés de se chamar ENEL, deveria se cha-
mar ZONA.
Praça de Guerra!
Moro em frente da Praça Getúlio
Vargas, em Icaraí. Gostaria que
fizessem chegar a quem de direito duas
reclamações e possíveis providências:
1) todo domingo, de 9 horas às 15 ho-
ras, há um forró na referida Praça, a
título de diversão de pessoas idosas. São
5 horas seguidas no ouvido dos mora-
dores desse trecho da praia. Tenho cer-
teza que incomoda muita gente. O som
é na maior altura, e tenho amigos que moram mais distante e dizem que o barulho chega
ao seu apartamento. Imagine, domingo, você quer descansar do trabalho da semana, e não
pode ter sossego na sua casa.
Providência que solicito: ou se acabe com esse inferno na nossa cabeça ou ao menos, que
seja de 9 horas ao meio dia. O pior é que ninguém da redondeza freqüenta. Vejo pessoas
vindo de longe ou saltando de ônibus. Nada contra diversão. Mas 5 horas é demais!
2) todos os dias, somos acordados por uma matilha de cães, comandada por dignas senho-
ras e ali fazem suas necessidades; ficam senhorinhas brincando com seus "filhos"- como
são chamados os animais- até 11 horas. E às 18 horas, a cachorrada volta para brincar e
azucrinar o local com latidos impertinentes, incentivados por suas "mães". A Praça virou
um "cachorrodromo”.
Por favor, peço que as autoridades tomem providências necessárias. A lei do silêncio está
sendo rasgada, e ninguém faz nada! Estamos sem comando até em nossa cidade.
Grato por sua atenção e diligência.
Niterói
13/10 a 26/10/18
www.dizjornal.com
Renda Fina
8
Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores
Registros de Candidaturas na OAB
No Rio de Janeiro, Luciano Bandeira e Marcelo Oliveira se uniram para uma única chapa para eleição da OAB-RJ. Os dois são diretores da OAB-RJ, atualmente presidida por Felipe Santa Cruz,
que é candidato à presidência do Conselho Federal da OAB. O “Chapão” tem como principais propostas a criação da ESA Digital, com ensino à distância, chegando aos colegas de todo o Estado;
a luta pela aprovação da lei federal que tipifica o desrespeito às prerrogativas como crime; ampliação da rede de transporte gratuito, (sobretudo nas subseções); a luta pela revogação da Súmula
75 do Tribunal de Justiça, que dispõe sobre o ‘mero aborrecimento’; criação do Gabinete Digital, que concentrará todos os canais de comunicação entre a advocacia e a OAB/RJ, para atender
demandas sobre dúvidas e serviços da Ordem; manutenção do Recorte Digital, com novas formas de acesso às publicações; lançamento do Banco de Oportunidades, com vagas de estágio e emprego
para a categoria; ampliação da rede credenciada do plano odontológico gratuito; extensão das políticas preventivas de saúde, com a garantia das campanhas de vacinação gratuita dos advogados
em todo o estado; e incremento da rede de convênios, com o oferecimento de consultas médicas a valores inferiores aos praticados no mercado.
Na mesma oportunidade Claudio Vianna registrou a sua candidatura à presidência da Seccional da OAB-Niterói, que segue como favorito na disputa. A eleição está marcada para o dia 21 de
novembro próximo.
Elio Ferreira, presidente da Comissão de Seleção e Inscrição da OAB/Niterói, foi escolhido para
ser o vice presidente da Chapa 1, que tem Claudio Vianna na presidência nas eleições da OAB/
Niterói, no próximo dia 21 de novembro de 2018. A indicação foi de Antonio José Barbosa, atual
presidente da Ordem.
O renomado advogado Vargas Vila, após se reunir com todos os pré-candidatos à presidência da
OAB/Niterói declarou, com todo seu grupo, apoio à candidatura de Claudio Vianna, à presidên-
cia da OAB/Niterói. Comporão o Conselho, Lidmar Sanchez Rabello e Enir Cezar, que será a
secretaria Geral.
Claudio Vianna e Luciano Bandeira
Claudio Vianna e Elio Ferreira Enir Cesar, Claudio Vianna, Vargas Vila e Lindimar Sanchez Rabello

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  • 2. Niterói 13/10 a 26/10/18 www.dizjornal.com 2 Informes Expediente Edgard Fonseca Comunicação Ltda. R Otavio Carneiro 143/704 - Niterói/RJ. Diretor/Editor: Edgard Fonseca Registro Profíssional MT 29931/RJ Distribuição, circulação e logística: Ernesto Guadelupe Diagramação: Eri Alencar Impressão: Tribuna | Tiragem 16.000 exemplares Redação do Diz R. Cônsul Francisco Cruz, nº 3 Centro - Niterói, RJ - Tel: 3628-0552 |9613-8634 CEP 24.020-270 dizjornal@hotmail.com www.dizjornal.com Os artigos assinados são de integral e absoluta responsabilidade dos autores. Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores Distribuidora Guadalupe 30 Anos de bons serviços Jornais Alternativos - Revistas - Folhetos - Encartes Demonstração de Placas Sinalizadoras Entrega de Encomendas e Entregas Seletivas Niterói - Rio de Janeiro - São Gonçalo - Itaboraí - Teresópolis - Petrópolis - Maricá - Macaé eguada@ar.microlink.com.br guada@ar.microlink.com.br 21-98111-0289 96474-3808| 96467-3995 97407-9707 DG Contra a Pedofilia C om o objetivo de alertar a popula- ção sobre o crime de abuso sexu- al contra crianças e adolescentes, acontecerá neste domingo (14) a 8ª Edição da Federal Kids, na Enseada de São Fran- cisco, Zona Sul de Niterói, de 8h as 12h. No evento, haverá a distribuição de carti- lhas esclarecendo mitos e verdades sobre a pedofilia. A Federal Kids é organizada pela coorde- nação geral do Sindicato dos Delegados de Polícia Federal, entidade integrante da Fe- deração Nacional dos Delegados de Polícia Federal (FENADEPOL). A ação tem a finalidade também de desmis- tificar a questão que é sempre relatada que o pedófilo tem um perfil definido. Segundo estudos da Polícia Federal, o abusador não tem perfil, ele pode ser de qualquer classe social, cor, faixa etária e sexo. Encontro de Corais Acervo Fotográfico O acervo do fotógrafo Walter Firmo (foto), composto por mais de cem mil imagens, irá para o Instituto Moreira Salles, em regime de comodato. Walter Firmo Guimarães da Silva é autodidata e tornou-se mestre da fotografia. Começou como repórter fotográfico na extinta “Última hora”, em 1957. É carioca e tem 80 anos. Em 61 anos de atividade, retratou com maestria os usos e costumes do povo brasileiro, incluindo os feste- jos populares e artistas. Por ele foram feitos retratos, de ícones da música popular brasileira como, Pixinguinha (1897-1973), e Ivone Lara (1921-2018), recentemente falecida. Existe a previsão do Instituto Moreira Sales (IMS) promover uma exposição e lançamento de catálogo com as obras selecionadas em até três anos. A Sala de Cultura Leila Diniz promove no dia 17 de outubro, às 19h, o primeiro Encontro de Corais do espaço. O even- to reunirá quatro grupos locais: Clave de Sol, Amantes da Música, Flor do Canto e Coral NICC. O objetivo do Encontro de Corais é ampliar os projetos culturais e fomentar as atividades coralistas em Niterói. “É um evento piloto, que bem sucedido, acontecerá outras vezes”, disse Renata Palmier, coordenadora da Sala. Os grupos apresentarão um repertório eclético, mas com ênfase em MPB. O grupo “Flor do Canto” é destaque e promete encantar. O coral Amantes da Música, que exalta um artista brasileiro por ano, escolheu Martinho da Vila como homenageado. “Vai ter muito samba!”, promete Fátima Mendonça, regente do grupo. A Sala de Cultura Leila Diniz fica na Rua Professor Heitor Carrilho, 81 – Centro, Niterói. Duda Firmo
  • 3. Niterói 13/10 a 26/10/18 www.dizjornal.com 3 Documento O Tsunami Bolsonaro A grande a maioria da população brasileira não entendeu muito bem a ex- pressiva votação que recebeu o candidato Jair Bolsonaro e seus companheiros de partido. Apesar da repercussão do atentado contra Bolsonaro, quando foi esfaqueado por um matador, (embora a sua defesa tenha minimizado este fato e o transformou em ”transtornado mental”) e que o transformou no candidato mais comentado da eleição, o resultado surpreendeu até os mais experientes políticos. Que Bolsonaro seria bem votado já era esperado, e inclusive se fa- lava na possibilidade de ganhar no primeiro turno. Mas, qual era a realidade? Fatos anteriores Bolsonaro não era um desconhecido, está no sétimo mandato como depu- tado, e sempre manteve uma postura polêmica e contundente nas suas corajosas afirmações, nem sempre “politicamente cor- retas”. Se por um lado, a imprensa o demo- nizou com freqüência, sofreu discriminação ostensiva de algumas bancadas, que sem- pre dificultaram a aprovação de seus proje- tos; mas ele manteve-se coerente nas suas convicções e por piores que fossem as suas afirmações mantinha-se destacado no Con- gresso. Foram anos de embates e segregação contra ele, por ser militar reformado, por defender as Forças Armadas, num ambiente pós a di- tadura. A situação era contraria a ele em to- dos os aspectos, mas ele manteve a sua linha de pensamento, acreditando e afirmando as suas convicções. Veio a “Era Petista”, com um invólucro de conquistas sociais, combate às desigualdades e uma democracia forte e verdadeira. O PT tinha Lula e o seu guru José Dirceu. Tudo que fazia era sonhado e aplaudido por todos, menos por Bolsonaro que se manteve alerta. Veio o desencantamento e a descoberta que todo o Projeto de País era uma grande farsa. Tramava-se a implantação de uma nação de orientação socialista autoritária, com um viés próximo da antiga União Soviética. Entretanto, o PT foi descoberto numa práti- ca ilegal de desvio de fundos públicos para compra de apoio às suas manobras, aprovan- do leis adequadas ao seu projeto de poder. Uma desavença entre o então deputado Ro- berto Jeferson e José Dirceu resultou em de- núncias, que se descobriu a prática de desvio em empresas estatais, como os Correios e nos Fundos Pensão, que valores eram des- viados para pagar os deputados cooptados, que recebiam “mesadas”, que resultou no escândalo denominado “Mensalão”. Muitos foram cassados e presos, mas Lula, usando o seu poder de esconder-se, transformar-se em vítima e mentindo sem pudor, escapou, sob uma blindagem de outros envolvidos. Houve o primeiro prejuízo que foi a queda do pensador e ideólogo José Dirceu. Mas, Lula tem uma inegável capacidade de resistir às acusações e reverter a situação, dizendo- -se traído e jogar a culpa nos comparsas. Se Bolsonaro estava e está num partido pequeno e de poucos recursos. Até o seu fundo partidário era insignificante diante de outros. Tinha apenas oito segundo de tempo de televisão e rádio. Era uma mídia, inteiramente, pobre e insuficien- te para uma campanha à presidência da República. A facada acabou beneficiando-o no tocante a sua imagem, pois as emissoras nacionais e até nas Redes Sociais, passaram a falar nele 24 horas por dia. Mas, a pergunta que se faz é que só isso seria o suficiente? Na verdade trata- -se de um conjunto de fatores que somados o transformou no tsunami dessas eleições. não tivesse tido a complacência de alguns caciques da política, como Renan Calheiros, Fernando Henrique Cardoso, Aécio Neves, Romero Jucá e outros tantos, teria sido im- pedido de continuar no mandato. Diziam que era melhor deixá-lo “sangrar” e definhar até o final do mandato. Que ele não se recuperaria e pouparia a Nação o vexame de mais um im- peachment. Bolsonaro era uma voz solitária clamando pela legalidade e pela destituição do enganador. Foi voto vencido, mas conti- nuou a esbravejar. Lula conseguiu manejar a situação, recupe- rou-se a custa de generosa cota de “benefí- cios” aos deputados e senadores e agentes da Justiça. Conseguiu se reeleger cumpriu outro mandato, implantando e aparelhando o país onde fosse possível. Surgiram os sinais de aparelhamento e desvios da Petrobrás, os inexplicáveis empréstimos do BNDS, a dila- pidação e pilhagem dos fundos de Pensão, e das demais empresas Estatais. Apareceram as combinações escusas com empreiteiras e os subornos e os sinais de enriquecimento ilíci- to. Apesar dos avisos, Lula sempre cooptan- do alguém e já no comando de uma grande quadrilha nacional, se mantém no poder e ainda elegeu a Dilma Rousseff. Ela, inteira- mente inábil e sem a capacidade de enganar do Lula atrapalhou-se em tudo e foi levando a Nação para o caos. Mas o aparelhamento e esquemas de fraudes já implantados; e ainda fizeram ela se reeleger. Se não fosse a salvadora Operação Lavaja- to, a fibra dos procuradores e do juiz Sergio Moro, eles teriam continuado a enganação. Mas, foram tantos crimes descobertos, tantos grandiosos escândalos que acabou deposta, e abriu-se a deprimente realidade falimentar do país. Veio o Temer, agregado dos dois governos anteriores e eleito por eles, mostrou-se in- capaz de gerir o rombo, principalmente por falta de autoridade moral, por outros escân- dalos e a amostragens de muitos crimes; que após o mandato terá que pagar. Temer por sua vez, apesar de ser acusado pelos petistas como traidor e golpista, está discretamente aliado aos mesmos petistas, tentando eleger o Fernando Haddad. Se isso acontecesse, quem iria soltar o Lula seria o Temer, através de in- dulto presidencial, negociando uma proteção para ser “indultado” também dos seus crimes. Isso pouparia o desgaste do Haddad e a qua- drilha estaria reunida novamente. Cenário de Reação A Nação acordou e independente dos mi- lhões de cooptados, lavados cerebralmente, os aparelhementos da máquina, recebedores de cargos e benefícios, incluindo falsas e inde- vidas Bolsas Família. O povo clamou por um opositor à altura para combate de tão compli- cada e criminosa rede. Os demais candidatos, ou mostraram-se vacilantes, ou incapazes, foram aos poucos sendo previamente elimi- nados. Restou o Bolsonaro, com oposições e rejeições diversas, mas mostrando-se comba- tivo e destemido para a luta. Veio o primeiro turno, (que ainda alegam dúvidas e falações que teria sido vitorioso imediatamente, mas a dificuldade de provar que em alguns lugares ainda restaram “urnas batizadas”, ficou por isso mesmo.) ganhou com folga o primeiro embate, fazendo uma magnífica bancada de 52 Deputados federais e 4 senadores. Venceu em 17 estados, e em 23 capitais. Restaram 9 pequenos Estados para Fernando Haddad e Ciro Gomes venceu apenas no Ceará, incluin- do Fortaleza. Bolsonaro tem mais da metade dos votos válidos em 12 estados e no DF; o opositor em apenas 4. O seu Partido o PSL recebeu 10,8 milhões de votos para deputado federal a mais nessas eleições que em 2014. Na elei- ção anterior, para a Câmara dos Deputados, o partido do Bolsonaro teve 808 mil votos. Entretanto, em 2018, foram 11,6 milhões, que representa um crescimento de 1.341%. Enfim, a Onda Bolsonaro elegeu gente des- conhecida e novata. O vereador de Niterói Carlos Jordy, que ganhou sua primeira eleição há 2 anos, com uma votação muito expres- siva, venceu esta eleição para deputado Fe- deral por estratosféricos, de 204.048 votos. O candidato de primeira eleição na vida, em Minas Gerais, Romeu Zema, do Partido Novo ganhou largamente o primeiro turno e está amplamente na frente até o momento. Ele apenas aderiu à campanha do Jair Bolsonaro, vendo que o João Amoedo não teria chances de vencer. A onda Bolsonaro elegeu no Rio de janeiro os dois senadores, Flávio Bolsonaro em pri- meiro lugar (filho do Jair Bolsonaro) e Arolde de Oliveira. Em São Paulo, Carlos Bolsonaro (filho de Bolsonaro) foi o deputado mais vo- tado da história brasileira com - 1.814.443 votos, e Joice Hasselmann (PSL) - 1.064.047 votos, em segundo lugar. Advogada que foi autora do processo de impeachment contra a ex-presidente Dilma, Janaina Pascoal (PSL) também foi a deputada estadual mais votada da história. Recebeu 1.814.443 votos. Deposita-se em Jair Bolsonaro a esperança de redenção e extinção do petismo. Certamente irá vencer com folga as eleições. O Brasil tor- ce para que tudo dê certo. Carlos Jordy Familia Bolsonaro
  • 4. Niterói 13/10 a 26/10/18 www.dizjornal.com - O acadêmico da ABL/Academia Brasileira de Letras, da Academia Fluminense AFL e da Academia Niteroiense de Letras/ANL Marco Luchesi foi eleito o Intelectual do ano de 2018 pelas instituições culturais de Niterói. - A Academia Niteroiense de Letras/ANL realiza em 17 de outubro, às 17 horas, em sua sede (Rua Visconde do Uruguai, nº 456 - Centro) eleição para a cadeira 26, vaga 4 Cultura Paulo Roberto Cecchetti cecchettipaulo@gmail.com DIZ pra mim... (que eu conto) Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores com o falecimento de Branca Eloysa. Concorre a vaga Inês Drummond Pimentel Menezes; também na ANL, em 31 de outubro, das 16 às 18 horas, o confrade Renato Augusto Farias de Carvalho lança “Chapada Síria”. - O projeto Empreendedores do Bem, workshop de marke- ting digital, acontece dia 20 de outubro, das 9:30 h às 18 h, no Hotel H (Praia das Flechas, Niterói). - A Sala de Cultura Leila Diniz (Rua Professor Heitor Car- rilho, nº 81 - Centro) apresenta a exposição “Interseções em Nível”, composta de quatorze integrantes, entre fotó- grafos e artistas plásticos, com visitação gratuita até 30 de outubro. - A Galeria de Arte La Salle (Rua Gastão Gonçalves, nº 79 - Santa Rosa) apresenta a exposição “Personalidades em traços”, de Sandro Cabral. São 30 desenhos, com des- taque para Gilberto Gil, Lionel Messi, Vitor Belfort, entre outros. Visitação até 31 de outubro, de 2ª a 6ª, das 9 às 20 horas. Internet Laio Brenner - dizjornal@hotmail.com Depósito sem Envelope C om o propósito de tornar os caixas eletrônicos, mais distantes, retroalimentados, o Bradesco lan- çou no inicio do ano passado um projeto de caixas (ATM) que realizavam depósitos sem a necessidade de envelopes. Mas, ao que parece a ideia se expandiu e já é possível encontrar terminais em grandes centros urbanos. O processo de depósito é bem similar ao depósito normal, sendo que a principal diferença é ser sem envelope e que o valor é debitado imediatamente na conta da pessoa favo- recida. Além disso, as cédulas, que são lidas e separadas dentro do ATM, ficam à disposição de futuros saques, eli- minando a necessidade de reabastecimento das máquinas de autoatendimento. Segundo a empresa o sistema não apresentou grandes fa- lhas e até o momento se mostra como uma vantagem com- petitiva do banco, pois barateia os custos de manutenção e se mostra mais seguro por ser totalmente automatizado. Segundo o Bradesco, o grande desafio é não ter falhas nas operações de depósitos e saques, visto que aconte- cem pela mesma entrada/saída do terminal, e alegam que o índice de falhas é muito pequeno. O depósito sem enve- lope é uma tecnologia desruptiva, que reduz custo e ainda agrega valor para o cliente. Moda Hi-Tech D epois de uma espetacular apresentação em Xan- gai às vésperas do início da Semana de Moda de Nova York, Tommy Hilfiger promoveu na última segunda, 8, uma versão japonesa do desfile. Ao invés de uma passarela convencional, entretanto, levou seus convi- dados ao deque piscina do Tokyo Prince Hotel, investindo num show das águas tecnológico, com projeções de holo- gramas da altura de um prédio de três andares de modelos usando as roupas da coleção de inverno da grife. O evento marca a última parada da viagem da marca pelo Oriente.
  • 5. Niterói 13/10 a 26/10/18 www.dizjornal.com 5 Edgard Fonsecaedgardfonseca22@hotmail.com Aniversariantes da Edição Jurema Coelho Aluizio Lessa Gabriel Cantarino O’Dwyer João Victor Proetti Neide Barros Rego Ricardo Bezerra de Menezes ZAPS... ...A eleição para a Cadeira 26 da Academia Nite- roiense de Letras (ANL) será realizada no dia 17 de outubro, às 17 h. N o último dia 3, na Câmara Municipal de Niterói aconteceu a Solenidade de Abertura da Campanha Outubro Rosa Niterói 2018. O evento foi chan- celado pelo coordenador do Movimento Outubro Rosa Niterói, Paulo Gonçalves. A advogada Helga Lise Mansur representou a OAB Niterói. O advogado Claudio Vianna, candidato à presidência da Ordem dos Advogados, Sec- cional de Niterói, prestigiou o evento, que considera de fundamental importância para saúde feminina. Outubro Rosa Próximo Presidente Luciano Bandeira D epois do acordo de união de chapas com Marcelo Oliveira, nada mais impedirá a eleição do advo- gado Luciano Bandeira à presidência da OAB-RJ. Na foto, discursa com plenitude som a atenção de Felipe Santa Cruz, atual presidente e candidato à presidência do Conselho Federal da OAB, em Brasília. Não ao Conflito C hegamos ao momento mais perigoso da campanha eleitoral e é preciso que todos, independente de preferências e lados tenham muita atenção. O eleitor comum, cidadão, profis- sional, que tem suas atividades e uma família, precisa refletir com frieza e não se deixar levar pelas ondas dos políticos. Para eles é um confronto de vida ou morte, pois envolve muitos interesses, valores e principalmente a detenção do poder. Lamentavelmente, os últimos governos conseguiram com esses anos de aparelhamento, sedução e cooptação, criar uma massa de manobra interesseira, que simples- mente vai para o ataque e influenciam outros desavisados a entrarem num conflito, como se fosse (e é) uma guerra. Somos todos brasileiros e não podemos nos deixar levar pela emo- ção passional que nos domina. Pessoalmente, já estou vivendo in- disposições com parentes e amigos, por opinar, nem sempre da ma- neira que eles esperavam. São incapazes de parar para pensar e dar tempo para que as “cortinas de fumaça”, lançadas por espe- cialistas em intrigas e marketing maldoso, se desfaçam com a objetividade e clareza do tempo. Ninguém pode esperar e esta- mos todos exaltados. Nós, não políticos, mas necessariamente politizados, não conseguimos, com nossos tantos afazeres, ter a mesma elasticidade e participação no desenrolar dos fatos. Os “especialistas” não. Transpiram e vivem os contextos po- líticos 24 horas. São muito mais hábeis e frios, pois são profissionais e estão ali nessa disputa, olhando para nós como peças de um tabuleiro. Não há con- descendências, respeito ou sentimentalismo. Somos apenas números de uma equação que está sendo jogada, valendo tudo, sem pudor ou escrúpulos. O que está acontecendo com a turma da esquerda é desesperador para eles. Jogam todos os minutos como se disputassem o ar que respiram e sabem que a possível vitoria do opositor, será mais que uma derrota política. Será o desfazimento de um projeto, de certa forma bem implantado, e que lhes tem garantido o discurso e a sub- sistência fácil. Nunca nadaram em tanto dinheiro e numa vislumbra- ram uma perspectiva de implantação de suas “cartilhas de domínio” como até então. O Brasil, dividido e muito cansado das mazelas petistas e de seus aliados, está gritando por libertação. Não há alternativa: já mudou e vai mudar mais ainda! O brasileiro desempregado não acredita mais em promessas mentirosas e não houve espaço para todos, como era de se esperar. Este fisiologismo de cargos públicos e semi-privados, distribuídos aos “cumpanheiros”, está no limite. Já não enganam mais e o aparelhamento desde as escolas até o Supremo Tribunal dá sinais claros de fadiga. Todo sistema tem um limite de sobrevivência. E quanto maior é o país ou países unidos, maior o desgaste e risco. Foi assim com a União Soviética, que privilegiava os “camaradas dirigentes” e oferecia a “simplicidade” e a penúria em larga escala para os membros da massa. Vemos a desgraça do povo venezuelano como exemplo, que os opositores estão sendo jogados pelas janelas dos altos andares, nos prédios da estrutura de repressão. A esquer- da, rouca e sem argumentos, repetem como mantras que são as necessárias conseqüências de uma guerra, num “país democrático”. Defendem e se relacionam intimamente com ditaduras sanguinárias, mas, retoricamente, pregam a romântica liberdade, a democracia, como pedófilo que engana a criança para perpetrar suas nefastas e deploráveis maldades. O pior, é que tem muita gente (e gente boa) seduzida, cooptada e regiamente paga para repetir e saldar ditadores como se fossem símbolos de libertação. Saúdam Fidel Castro com exemplo. Ele teve seu valor pela resistência e oposição ao império americano, mas o que não se fala são dos sumá- rios assassinatos de milhares de patrícios e ou- tros por não concordarem com a voz de mando. Entretanto, ele e Guevara são ovacionados como libertadores e a pergunta é: Libertam dos ameri- canos, mas imediatamente escravizam o povo sem direitos, nem de pensar? Sistema pobre e iguali- tário para todos, mas Fidel morreu apontado por banqueiros internacionais como um dos homens mais ricos do mundo! Ao povo a igualdade míni- ma. Ao ditador, a opulência e a luxuria da riqueza. E não é diferente em qualquer república comunis- ta, ou qualquer outra pseudo denominação. Mas, sabiamente, implantaram nos brasileiros a dúvida e a divisão, do “Nós Contra Eles”. Agora, ao sinal de uma reação, estão desesperados e jogam com todas as armas, incluindo as mais cruéis e baixas. Somos contra a qualquer tipo de violência, venha de lado vier, Os praticantes desses atos recentes devem ser identificados (isso é mui- to importante), presos e punidos. Nada garante que um lado, no desespero, cometa atrocidades para jogar a culpa no outro. Daí, a importância da identificação, doa a quem doer. Em situações como a que estamos, crimes vulgares, por motivos fúteis e perversos, cos- tumam ser usados e qualificados como crimes de motivação política, - prática comum aos defensores criminalistas. O fato lamentável do assassinato do capoeirista baiano é um exemplo. Não representa o desejo do Bolsonaro, e este fato, com outras motivações, pode estar sendo usado como arma política. É preciso lembrar a história: em 1930, João Pessoa foi assassinado em Recife por motivos passionais e pessoais, que nada tinha a ver com a política, mas, resultou numa revolução, tomada de poder e deposição de um presidente, onde Getúlio Vargas soube bem se beneficiar da circunstância. Não vamos nos deixar levar por estas manobras e intrigas. Este re- frega eleitoral vai passar e as amizades devem ficar. Apesar de que, nesse embate as pessoas que acreditávamos e tínhamos apreço, es- tão revelando a verdadeira face.
  • 6. Niterói 13/10 a 26/10/18 www.dizjornal.com 6 Fernando Mello - fmelloadv@gmail.com Fernando de Farias Mello Fernando Mello, Advogado www.fariasmelloberanger.com.br e-mail: fmelloadv@gmail.com Cabeça Eleitoral A cho que vou escrever sobre o azul do mar em Itacoatiara. Um assunto muito mais agra- dável do que aberrações que venho escutando, democraticamente, ao longo dessas últimas semanas antes da eleição. Assisti a todo tipo de consi- derações sobre todos os candidatos à presidência da República. Mas, vamos lá, não dá pra engolir mentiras, não é? Uma das mais horríveis foi um comen- tário de um colega, advogado, que simplesmente acha que o julgamento do Lula foi um golpe. Como um advogado pode ter essa opinião, quando é inegável que o Lula foi julgado em todas as instâncias? Outra questão é parecer que a grande maioria dos funcionários públicos vai votar no PT. Será por que eles acham que seus salários manterão o acelera- do ritmo de aumento dos últimos anos e que o resto é o resto? Sim, o “venha a nós, tudo, ao vosso reino, nada!” é a palavra de ordem neste país com o Estado inchado. Mas é preciso lembrar o que aconteceu com o Rio de Janeiro. Os funcioná- rios públicos do RJ, principalmente aqueles que ganham menos, foram impactados e tiveram as suas vidas fi- nanceiras destruídas com o atraso no pagamento dos salários. Isso porque o inchaço do Estado, com uma folha de pagamento gigantesca e com a rouba- lheira patrocinada pelo Sergio Cabral, o dinheiro literalmente sumiu. Agora, não sei se é essa a visão dos que apóiam a es- tatização geral, como fez o Maduro na Venezuela. Não precisa ser expert em eco- nomia para saber que um Estado não pode dar lu- cro. Um eventual superávit do Estado, Município ou da União nunca poderá ser encarado como lucro, mas saldo para garantia de ope- rações futuras. Portanto, votar na manuten- ção e aumento do inchaço do Estado é algo como (a grosso modo) querer todo mundo como funcionário público e não conseguir pagar os salários no futu- ro. Ser consciente de tudo que está em volta pode ser apenas um estado natural do ser humano. Estar alerta 100% pode ser como viven- ciar uma insônia eterna. É a mente levando o corpo ao limite da falência. Por isso, acho que precisa- mos relaxar mais e votar de forma a ser bom para todos e não para uma parte da po- pulação. Certos estão aqueles que não querem mais a ladroagem correndo a solto de norte a sul. Certos são aqueles que não agüentam mais os “Renans Calhei- ros” da vida. Aqueles que não toleram o Aécio e que acham que a Gleisi já deveria estar presa. Mas o mun- do nem sempre é visto por todos da mesma forma. Tem gente que acre- dita no que não vê e não acredita no que vê. Repito sempre a frase do Ministro do STF Barroso: “Eu via a mala”. Com esse conceito, digamos, básico, tem gente que se auto-engana e vai se- guindo na sua forma pouco solidária de viver. Não é difícil por isso afirmar que somos um povo pouco solidário e que chamamos de amigos aqueles que apenas conhecemos num bar e falamos de futebol. Na verdade conseguimos banalizar tudo que é importante. Vejo e leio nas redes sociais jovens disparando “te amo” para todos os lados, sem qualquer critério. A minha geração não gasta o “te amo” à toa. Portan- to, o voto é importante e não deve ser banalizado. Acho que vou olhar o mar de Itaco- atiara... CREIO Não Creio VALEI-ME
  • 7. Niterói 13/10 a 26/10/18 www.dizjornal.com 7 Conexões erialencar.arte@gmail.com E! Games dizjornal@hotmail.com Investimento em Games? O Ministério da Cultura prometeu lançar nos próximos meses um programa para fomentar a produ- ção de games no Brasil. O atual ministro, Sérgio Sá Leitão, afirmou no domingo no mês passado durante a Game XP, no Rio de Janeiro, que o órgão prepara uma política pública para incentivar e alavancar o setor no país. De acordo com o ministro, o órgão preten- de destinar R$ 100 milhões para movimen- tar o setor. A ideia é que a verba seja utili- zada para desenvolvimento e produção de jogos, de conteúdo em realidade virtual e aumentada, aceleração de empresas, mos- tras e festivais, formação e capacitação, e também para o lançamento de jogos. O ministro vê o setor como promissor para jovens brasileiros, acreditando este ser um mercado potencial e muito atraente para os jovens de 18 a 24 anos que atualmente encontram-se desempregados. Ainda segundo Sá Leitão, o novo edital que deve ser lançado esse mês e vai valorizar a diversidade e recortes regionais: 50% dos projetos premiados vão ser de mulheres, 25% de negros e indígenas, 50% de ini- ciantes e 30% das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Atualmente, as mulheres representam apenas 20% dos trabalhadores do setor, e 40% das empresas da indústria estão concentradas em São Paulo e Rio de Janeiro. Sá Leitão divulgou dados do 2º Censo da Indústria Brasileira de Jogos Digitais com algumas informações interessantes sobre o mercado nacional, apenas 946 jogos foram produzidos no Brasil durante o ultimo ano, sendo que 43% deles foram para celulares. Segundo dados oficiais o Brasil é atualmen- te o 13º maior produtor de games do mun- do, ao mesmo tempo em que tem a terceira maior população de jogadores do planeta, com 66 milhões de pessoas. É uma noticia muito boa, entretanto não é certeza que será cumprida em tempos de corte em dezenas de programas de pesqui- sa e desenvolvimento, e com a possibilidade do fim do Ministério talvez essa injeção de recursos fique apenas na esperança mesmo. O que nos resta é aguardar o que os ventos do próximo ano nos trarão de bom. ENEL ou ZONA? Entra ano e sai ano, muda de nome, de na- cionalidade dos acionistas, mas nada muda na falta de qualidade dos serviços de energia elétrica, especialmente para os municípios do “interior”, onde se inclui Niterói. Moro em Itaipu, na localidade Maravista, e sempre que chove, sabemos que teremos falta de energia. No passado, coisa de 35 anos atrás era pior, não resta dúvida: no verão era um suplício. Chovia, ficávamos no escuro e sem um ventila- dor ou ar condicionado. Não dava para abrir as janelas porque os mosquitos nos devora- vam. Tínhamos que passar as noites, muitas vezes por horas, morrendo de calor e no es- curo. Hoje, sendo justo, as interrupções de fornecimento de energia continuam, bastando chover. Entretanto, os intervalos são menores. Mas, continua a mesma problemática. Será que este sistema (hoje denominado de ENEL), não se resolve? A organização dessa empresa também é muito confusa. Basta ir à loja central deles, na Avenida Amaral Peixoto, e ver a confusão que é. Muita gente reclamando das mais diver- sas questões, e o nível de informação dos funcionários é precário. Eles até tentam, mas, não podem resolver questões que não são da sua alçada. Certamente já merecíamos algo melhor. Foram os brasileiros da antiga CERJ, vieram chilenos, mexicanos, italianos e sei lá mais o quê, e nada! Troca a nacionalidade dos acionistas e diretores e nada! É sempre uma dificuldade em tudo. Será que é por ser Brasil? Que desespero... Ao invés de se chamar ENEL, deveria se cha- mar ZONA. Praça de Guerra! Moro em frente da Praça Getúlio Vargas, em Icaraí. Gostaria que fizessem chegar a quem de direito duas reclamações e possíveis providências: 1) todo domingo, de 9 horas às 15 ho- ras, há um forró na referida Praça, a título de diversão de pessoas idosas. São 5 horas seguidas no ouvido dos mora- dores desse trecho da praia. Tenho cer- teza que incomoda muita gente. O som é na maior altura, e tenho amigos que moram mais distante e dizem que o barulho chega ao seu apartamento. Imagine, domingo, você quer descansar do trabalho da semana, e não pode ter sossego na sua casa. Providência que solicito: ou se acabe com esse inferno na nossa cabeça ou ao menos, que seja de 9 horas ao meio dia. O pior é que ninguém da redondeza freqüenta. Vejo pessoas vindo de longe ou saltando de ônibus. Nada contra diversão. Mas 5 horas é demais! 2) todos os dias, somos acordados por uma matilha de cães, comandada por dignas senho- ras e ali fazem suas necessidades; ficam senhorinhas brincando com seus "filhos"- como são chamados os animais- até 11 horas. E às 18 horas, a cachorrada volta para brincar e azucrinar o local com latidos impertinentes, incentivados por suas "mães". A Praça virou um "cachorrodromo”. Por favor, peço que as autoridades tomem providências necessárias. A lei do silêncio está sendo rasgada, e ninguém faz nada! Estamos sem comando até em nossa cidade. Grato por sua atenção e diligência.
  • 8. Niterói 13/10 a 26/10/18 www.dizjornal.com Renda Fina 8 Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores Registros de Candidaturas na OAB No Rio de Janeiro, Luciano Bandeira e Marcelo Oliveira se uniram para uma única chapa para eleição da OAB-RJ. Os dois são diretores da OAB-RJ, atualmente presidida por Felipe Santa Cruz, que é candidato à presidência do Conselho Federal da OAB. O “Chapão” tem como principais propostas a criação da ESA Digital, com ensino à distância, chegando aos colegas de todo o Estado; a luta pela aprovação da lei federal que tipifica o desrespeito às prerrogativas como crime; ampliação da rede de transporte gratuito, (sobretudo nas subseções); a luta pela revogação da Súmula 75 do Tribunal de Justiça, que dispõe sobre o ‘mero aborrecimento’; criação do Gabinete Digital, que concentrará todos os canais de comunicação entre a advocacia e a OAB/RJ, para atender demandas sobre dúvidas e serviços da Ordem; manutenção do Recorte Digital, com novas formas de acesso às publicações; lançamento do Banco de Oportunidades, com vagas de estágio e emprego para a categoria; ampliação da rede credenciada do plano odontológico gratuito; extensão das políticas preventivas de saúde, com a garantia das campanhas de vacinação gratuita dos advogados em todo o estado; e incremento da rede de convênios, com o oferecimento de consultas médicas a valores inferiores aos praticados no mercado. Na mesma oportunidade Claudio Vianna registrou a sua candidatura à presidência da Seccional da OAB-Niterói, que segue como favorito na disputa. A eleição está marcada para o dia 21 de novembro próximo. Elio Ferreira, presidente da Comissão de Seleção e Inscrição da OAB/Niterói, foi escolhido para ser o vice presidente da Chapa 1, que tem Claudio Vianna na presidência nas eleições da OAB/ Niterói, no próximo dia 21 de novembro de 2018. A indicação foi de Antonio José Barbosa, atual presidente da Ordem. O renomado advogado Vargas Vila, após se reunir com todos os pré-candidatos à presidência da OAB/Niterói declarou, com todo seu grupo, apoio à candidatura de Claudio Vianna, à presidên- cia da OAB/Niterói. Comporão o Conselho, Lidmar Sanchez Rabello e Enir Cezar, que será a secretaria Geral. Claudio Vianna e Luciano Bandeira Claudio Vianna e Elio Ferreira Enir Cesar, Claudio Vianna, Vargas Vila e Lindimar Sanchez Rabello