Niterói
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Edição Online Para Um Milhão e Oitocentos Mil Leitores
Zona Sul, Oceânica e Centro de Niterói16 Mil Exemplares Impressos
Diretor Responsável: Edgard Fonseca
Circula por 15 diasCarlaAlves*belezaGuilhermeOrnellasdoPauloRobbert*foto:JulioCerino
2ª Quinzena
Nº 145
de Janeiro
Ano 08
de 2016
Diz: Todo Mundo Gosta
Página 03
Restabelecendo
a Verdade.
Felipe Peixoto:
Niterói
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2
Cultura
Paulo Roberto Cecchetti prcecchetti@ig.com.br
annaperet@gmail.com
DIZ pra mim... (que eu conto)
Anna Carolina Peret
Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores
Vida Real
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O
ano passado pode ter sido um ano
pobre economicamente, socialmen-
te, politicamente, enfim, em muitos
aspectos. Entretanto, não posso dizer ao
mesmo do cinema. A sétima arte conseguiu
nos brindar com muita riqueza, não só através
de filmes fantásticos, como também através
de uma nobre e detalhista escolha de temas
que nortearam produtores, diretores e atores
num viés particularmente embriagante. Não,
eu não estou querendo dizer, em absoluto,
que 2015 foi um ano bom. Nem me atrevo a
pensar algo do gênero.
Estes últimos 365 dias castigaram, não só a
mim, mas também a milhares de brasileiros
e também pessoas mundo a fora. Os proble-
mas não estouraram apenas dentro de nossas
fronteiras, como também nas de outros... O
cenário internacional está fragilizado, o con-
texto interno está sangrando e as perspecti-
vas de melhora são realmente remotas num
curto-médio prazo. Por outro lado, é nessa
hora de tamanha instabilidade social que a
arte se faz presente de forma necessária. Ela
dá seus tons de acordo com o período, com a
realidade vigente. Inclusive, sempre digo e re-
pito que a forma mais lúdica - e gostosa! - de
estudar história é através do desenvolvimento
e da expressão cultural dos períodos a serem
contemplados. Através das manifestações
artísticas, é possível entender o pensamento
hegemônico, as lutas de classe, os conflitos
vigentes, enfim...
E no meio desse emaranhado de ideias, dese-
jo trazer para a pauta do dia uma mini reflexão
sobre o Oscar. Não, eu não vou falar sobre
minhas predileções cinematográficas, nem
mesmo fazer apostas de quem levará estatue-
tas para casa. A minha proposta hoje é dife-
rente. Estive observando os temas das oito
produções indicadas ao Prêmio de Melhor
Filme e pude observar a proximidade que tais
temas têm com a realidade. Esqueça a ficção!
Por mais que não sejam “baseados em fatos
reais”, temos oito longas metragens que têm
muito a nos ensinar este ano. E a nos espantar
também!
Em “Brooklin”, a protagonista decide deixar a
Europa, e tentar uma vida melhor nos EUA,
ou seja, busca viver o “sonho americano”. Pe-
las peripécias da vida, acaba tendo que voltar
pra casa e se vê dividida entre dois amores.
E eu pergunto: quem nunca passou por isso,
ficando com o coração dividido? E atualmen-
te, com essa onda de intercâmbios, muitas
pessoas deixam seu coração do outro lado
do oceano. Esta realidade está mais próxima
do que pensamos. Em “A Grande Aposta”,
acompanhamos os altos e baixos do mercado
de ações, no qual o oportunismo e a sorte
andam de mãos dadas. Nada mais atual, ainda
mais num período de economia instável que
estamos atravessando. Já “Mad Max: Estrada
da Fúria”, por detrás de sua história central,
foca na realidade vivida por seus protagonis-
tas que lutam em um local destruído, com
recursos escassos, dominado por conflitos,
guerras, lutas, enfim, como o próprio nar-
rador deixa claro: sangue. Ou seja, qualquer
semelhança com o nosso cotidiano não é, de
fato, mera coincidência, dadas as devidas pro-
porções. Assim como “Ponte dos Espiões”
que retrata a Guerra Fria... Enganam-se aque-
les que apostam no fim das Guerras Frias. O
problema dicotômico entre EUA e URSS aqui
é apenas ilustração para tantos outros con-
flitos velados – e alguns nem tão silenciosos
assim – que presenciamos todos os dias. Os
atores podem variar, as bombas e o contexto
também. Entretanto, a briga pelo poder nunca
esteve tão presente.
“Spotlight – Segredos Revela-
dos” e “O Quarto de Jack” são
filmes que doem até os ossos.
Um dos filmes aborda o abuso
de crianças por padres pedófi-
los, enquanto o outro acompa-
nha o sequestro de uma moça,
o qual durou sete anos até que
a mesma consegue escapar
com o seu filho, o qual a mes-
ma teve no cativeiro. É o Oscar
mostrando que o cinema está pronto para de-
bater temas modernos! “Perdido em Marte”
e “O Regresso” contam histórias de homens
que foram abandonados por seus companhei-
ros - seja no espaço ou no meio da floresta
- e que foram abandonados à própria sorte.
Eu, em 2015, tive uma real queda no número
de pessoas as quais eu considerava “amigos
verdadeiros”. A máscara tende a cair mais
facilmente em tempos de “vacas magras”.
Aconteceu com vocês também?
Enfim, quando alguém puxar assunto com
vocês sobre o Oscar, diga apenas que você
está sabendo que, em 2016, o Oscar está
premiando mais do que filmes... A estatueta,
na verdade, vai para a vida real!
- A Orquestra Sinfônica Aprendiz/OSA se apresenta em
janeiro de 2016, na série "Concerto na Imprensa", na Sala
Leila Diniz da Imprensa Oficial do Estado do Rio de janeiro
(Rua Profº Heitor Carrilho, nº 81 - Centro).
- Medalha de bronze nas
Olimpíadas de Seul, em
1988, com Lars Grael pela
Classe Tornado, o velejador
e dentista Clínio de Freitas
(foto) vai ser um dos nite-
roienses a carregar a tocha
olímpica quando ocorrer a
passagem por Niterói.
- O Centro de Artes UFF (Rua Miguel de Frias, nº 9 - Icaraí)
apresenta em sua Galeria de Artes duas exposições: “As
Pensadoras”, de América Cupello e “Paulo Duque Estrada
- uma homenagem”, com curadoria de Robson Leitão e
Margareth Abreu. Ambas com visitação até 20 de feverei-
ro. Maiores informações: www.centrodeartes.uff.br
- O jornalista e escritor H. Francisconi lança seu livro de
haicais, ‘Luxuriosa Anatomia’, dia 20 de março, domingo,
a partir das 10 horas, no quiosque dos ‘Escritores ao ar
Livro’ (Praça Getúlio Vargas, Icaraí).
- Um contentamento único ver meu sobrinho Gabriel Gava
se apresentando no The Voice Kids e, após cantar "Dois
Rios", do Skank, escolher o time de Carlinhos Brown!
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Documento
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Felipe Peixoto: Restabelecendo a Verdade
O Brasil atravessa um dos momentos mais críticos da sua história. Além da grave crise financeira, enfrenta um dramático pro-
blema moral, que impede a reação do mercado aos problemas econômicos. O país atravessa uma crise de credibilidade. Após
sucessivos escândalos, crimes de toda ordem, ausência de crença, e mais contundentemente na palavra dos homens públicos,
criou-se a oportunidade de confundir criminosos com homens de bem, num dos jogos mais cruéis e inescrupulosos de toda
história brasileira. Facilita-se a criação da dúvida, de verdades tortas para que todos fiquem parecidos; e nesta confusão o
bandido político possa travestir-se de igual.
Os recentes fatos que cercam a saída do então secretário Felipe Peixoto, da secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro,
oportunizou a seus opositores políticos a criação de fatos dúbios e tendenciosos, embaralhando a verdade para dela tirarem
proveitos eleitorais.
Resolvemos abrir um espaço para que Felipe Peixoto possa, numa conversa dura e franca mostrar a sua
versão e esclarecer os fatos.
Diz: Afinal Felipe Peixoto, o que realmente
aconteceu na sua saída de secretaria de Saú-
de do Estado, e por que no meio da crise?
FP: Quando recebi a convocação do gover-
nador para assumir a Secretaria de Saúde,
ponderei a minha disposição em ajudá-lo
(visto que ele queria alguém da sua irrestrita
confiança), mas desde o início eu deixei claro
que só poderia ajudá-lo por um ano: minha
missão era reorganizar a secretaria e preparar
as bases para a gestão do governador na Saú-
de. O Pezão concordou e me deu liberdade
para trabalhar. Durante um ano, reduzimos o
custo de contratos, enxugamos a máquina e a
deixamos funcionando exatamente de acordo
com a previsão de arrecadação para o ano. A
crise só aconteceu quando o dinheiro previs-
to pelo Estado não entrou. Mesmo assim, não
deixei de me mobilizar. Só em dezembro, fui
a Brasília quatro vezes para buscar recursos.
O governador também entrou no circuito e
nos ajudou a conseguir o fôlego necessário.
Quando saí, no dia 31 de dezembro, todas
as unidades do Estado estavam funcionando.
Mas, o problema da falta de recursos perma-
nece. Não se trata de uma crise da Saúde;
trata-se da crise financeira do Estado e do
país. Mas é claro que na Saúde as consequên-
cias são dramáticas. Novos cortes terão que
ser feitos; algumas unidades terão que ser re-
passadas aos municípios. Só que minha saída
já estava prevista desde quando fui convoca-
do pelo governador para essa missão. Meu
compromisso era de um ano e eu cumpri.
Diz: Sua nomeação foi um “prêmio de con-
solação” por não ter sido candidato a vice-
governador?
FP: Prêmio de consolação? Pelo contrário! Foi
uma missão árdua e desgastante em todos os
sentidos. Só aceitei porque não fujo dos de-
safios que me são apresentados. O governa-
dor insistiu, dizendo que precisava de alguém
com muita capacidade de trabalho, honesto e
de sua irrestrita confiança. Preciso confessar
que gosto muito de desafios; sempre acho
que posso me fortalecer e crescer profissio-
nalmente. Foi muito duro, muito difícil, mas
foi sem dúvida uma grande aprendizagem.
Meu compromisso com o governador era fi-
car um ano à frente da Secretaria e eu cumpri.
Agora o que quero é dedicar meu tempo ex-
clusivamente a Niterói, o que não pude fazer
no ano passado.
Diz:Então a sua saída não foi para ser candi-
dato a prefeito de Niterói, como foi noticiado?
FP:Não. Uma coisa não tem nada a ver com a
outra. Eu tinha um acordo com o governador
e chegou o momento. Era o prazo combina-
do. O fato de ser pré-candidato a prefeitura é
algo bem anterior a ser secretário. É um fato
público e consumado, pois nunca deixei de
ser pré-candidato. A minha pré-candidatura é
fruto do desejo de mudança que eu percebo
diariamente na cidade, quando cumprimento
as pessoas e elas sempre dizem que é preciso
mudar o que está acontecendo aí. Mas esta
nunca foi a razão da minha saída da Secre-
taria. Se fosse só por isso, poderia tranquila-
mente ter saído da Secretaria em março.
Diz:E de onde vem estes comentários vincu-
lando os dois fatos?
FP: Acho que tem muita gente preocupada
com a minha pré-candidatura em Niterói.
Essas pessoas distorcem informações e mis-
turam coisas que não têm a ver uma com a
outra. Não sou candidato porque eu quero,
mas porque a cidade não aguenta mais um
governo que é ruim e um escândalo atrás do
outro! É máfia do táxi, lava jato, obras com
valores astronômicos... Sempre lutei contra
isso e continuarei lutando. Enfrentaremos
uma máquina de propaganda e de mentiras.
Mas temos a verdade do nosso lado. Vamos
contar com as pessoas de bem, com os tra-
balhadores honestos e com cidadãos de ver-
dade.
Diz:E a sua relação com o governador, como
ficou?
FP: Temos uma relação muito clara e dire-
ta, que continua excelente e de confiança. A
minha saída tinha sido combinada e natural-
mente não abalou em nada. Pelo contrário.
Ele sempre agradeceu muito o meu esforço.
Quem está de fora não avalia a dificuldade
que é administrar a saúde, principalmente
sem dinheiro. Foi real-
mente o maior desafio da
minha vida, foi um gran-
de aprendizado. Depois
desta experiência, con-
sigo enfrentar qualquer
dragão! (risos).
Diz: E os apoios políticos
em Niterói, como fica-
ram?
FP: Ao contrário do que alguns imaginam,
estão crescendo. Muita gente que eu já não
tinha contato em razão da falta de tempo,
consumido com a secretaria, está chegando
para conversar e oferecer apoio. Não dá para
enumerar ainda, pois alguns estão em fase de
afirmação, mas já dispomos de um significa-
tivo número de partidos dispostos a marchar
conosco. Estou tendo o tempo que me faltava
para poder ouvir intimamente cada um. Agora
vou ouvir muito. Exaustivamente. Este será o
lema.
Diz: Tem algo que todo leitor quer saber.
O tradicional aliado, deputado Comte Bit-
tencourt, está apoiando seu maior opositor.
Assumiu secretarias e cargos na prefeitura.
Como está esta situação?
FP: Não há mal estar. A política deve ser vista
como páginas de um livro. Neste capítulo a
história se apresenta desta forma. Mais à fren-
te, só Deus saberá. Esta foi uma parceria que
funcionou bem durante anos. Nossa relação
continua cordial e respeitosa. Neste momen-
to ele escolheu outro caminho e eu respeito,
mas mantenho a posição que sempre tivemos
com relação ao governo municipal do PT:
oposição e crítica. Somos amigos e a porta
da minha casa estará sempre aberta para ele.
Diz: E o ex-prefeito Jorge Roberto Silveira.
Onde entra nesta história?
FP: O Jorge Roberto é uma liderança indis-
cutível. Em quatro mandatos fez muito pela
cidade. Merece todo o respeito que possui
em Niterói. Já deixou claro que irá me apoiar.
É um político experiente e um conselheiro nas
horas difíceis.
Diz: E outros apoios de peso na cidade de
Niterói? Existem?
FP: Tenho conversado seguidamente com o
PSDB. Conversei algumas vezes com o se-
nador Aécio Neves, presidente nacional do
partido, e ele demostra muita simpatia pela
minha candidatura. No plano municipal tenho
conversado bastante com o presidente Silvio
Lessa e com o seu filho, o vereador Bruno
Lessa; e ainda com o economista Adriano Pi-
res. Estes serão certamente grandes parceiros
nesta caminhada.
Diz: E a questão financeira para a Eleição?
FP: Gostei muito das últimas decisões do Tri-
bunal quanto a isso. Na eleição passada dis-
putei em condições muito desiguais. Os re-
cursos do meu oponente eram infinitamente
maiores e mais intensos no uso. Desta vez, o
Tribunal Eleitoral estabeleceu limites de gasto.
Em tese, vamos ficar em condições de igual-
dade financeira (apesar do uso da máquina
pública) e qualquer exagero do outro candi-
dato (como imagino que acontecerá), a popu-
lação, o eleitor que hoje cobra transparência e
honestidade, vai denunciar, vai protestar. Não
será preciso que nós façamos. O grande fis-
cal vai ser o povo. Aí, vai ganhar quem deve
ganhar, sem este esmagamento financeiro que
estamos acostumados a sofrer.
Diz:E agora? Como Será? O que virá?
FP: Vamos caminhar muito. Olhar dentro dos
olhos, falar pessoalmente, ouvir bastante e
construir pontes, fincadas no presente, mas
com os olhos no futuro. Sou desta cidade,
verdadeiramente. Nasci aqui. Aqui estão as
minhas raízes, sem rodeios e subterfúgios.
Sou um autêntico niteroiense e é pra esta ci-
dade que eu gosto detrabalhar.
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Informes
Expediente
Edgard Fonseca Comunicação Ltda.
R Otavio Carneiro 143/704 - Niterói/RJ.
Diretor/Editor: Edgard Fonseca
Registro Profíssional MT 29931/RJ
Distribuição, circulação e logística:
Ernesto Guadelupe
Diagramação: Eri Alencar
Impressão: Tribuna | Tiragem 16.000 exemplares
Redação do Diz
R. Cônsul Francisco Cruz, nº 3 Centro - Niterói,
RJ - Tel: 3628-0552 |9613-8634
CEP 24.020-270
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Os artigos assinados são de integral e absoluta
responsabilidade dos autores.
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3027-3281 | 2711-0386
(sec.elet. 7867-9235 ID 10*73448
DG
A
praticidade para os dias corridos
é o que tem imperado nos últimos
tempos. Primeiro as lanchonetes
especializadas em fast food tomaram con-
ta das grandes cidades; agora a maioria se
deu conta de que comer rápido e comida
industrializada só traz consequências ruins
a médio e longo prazo. Veio a slow food,
para quem se preocupa com esse momento
tão importante para nossa saúde. E os dias
corridos? E os prazos? Não tem como co-
mer assim todos os dias! E agora?
Agora? Uma enxurrada de empresas que
fazem “comida natural, comida caseira,
comida pra marombeiro”, que entregam no
seu trabalho ou na sua casa, tudo pronto!
Que maravilha!!! Maravilha para quem não
tem tempo de preparar sua comida, mara-
vilha pra quem é preguiçoso, pra quem não
quer escorregar na dieta, muito bom! Sim!
Isso é verdade, mas como é realmente pre-
parada essa comida?
As técnicas de preparo são realmente cor-
respondentes ao que ela vende?
Durante a faculdade fizemos uma pesquisa
simples: quantas garrafas ou latas de óleo
eram utilizadas por mês por estes “produto-
res”? A variedade foi de mais ou menos de
uma a quatro garrafa por mês! Constatamos
que a técnica dietética era completamente
aleatória e não seguia nenhum padrão.
O meu questionamento sobre isso é: ligue
para a empresa que te vende as refeições;
pergunte como é preparado o prato que
você solicitou, e só peça para uma empresa
que você confia; que você sabe que seu ali-
mento corresponde realmente ao que você
pediu!
Como nutricionista, recebo representantes
e amostras de refeições e posso afirmar que
só indico aqueles que sei que trabalham
sério, com alimentos de qualidade com a
biossegurança respeitada e toda técnica
dietética bem aplicada!
Informe-se e utilize a praticidade a favor da
sua saúde! Os ganhos saudáveis são reais.
O Preparo da Sua Comida
Volta às Aulas
OColégio La Salle Abel tem, entre os dias 12 e 31 de janeiro, um stand aberto ao pú-
blico com diversas atividades gratuitas no primeiro piso do Plaza Shopping Niterói,
como parte do evento de Volta às Aulas.
Durante esse período, todos os dias acontecerão atendimentos aos interessados, das 10h
às 20h, para conhecer mais sobre a Instituição.
Além disso, nos fins de semana, das 15h às 20h, ocorrerão divertidas oficinas e educati-
vas, como de arte, cupcake e iPads, voltadas às crianças.
Para conferir a programação completa, basta acessar o site http://lasalle.edu.br/abel. Mais
informações pelo telefone 2195-9800.
Exposição de Fotografias das
Obras de Niemeyer
As obras de Oscar Niemeyer produzi-
das em Niterói, é tema da exposição
do fotógrafo Paulinho Muniz. Foi aberta
dia 20/01, às 19h no Bistrô Mac, subsolo
do MAC, na Boa Viagem.
São 23 fotografias divididas em 12 pai-
néis que ilustram as sete principais obras
do gênio da arquitetura na cidade. A mos-
tra é um patrocínio do Conselho de Ar-
quitetura e Urbanismo do Estado do Rio
de Janeiro e a visitação é gratuita e fica aberta até o dia 20 de março.
Professor de fotografia da Sociedade Fluminense de Fotografia, Paulinho Muniz diz ter
tido o privilégio de acompanhar profissionalmente o andamento das obras de Niemeyer em
Niterói. Além do referenciado Museu de Arte Contemporânea, primeira obra de Niemeyer
em Niterói e que completa em setembro 20 anos de inaugurado, há belas imagens da Es-
tação de Charitas, do Centro Petrobras de Cinema, ainda a ser inaugurado e da garagem
subterrânea em frente a Praça do Valonguinho no Centro.
Credenciamento para Carnaval
As inscrições para o credenciamento dos
jornalistas e equipes de órgãos de Comu-
nicação, (jornais, rádios, TVs, revistas e
mídias da web) interessados na cobertura
do desfile oficial do Carnaval de Nite-
rói/2016 estão abertas até o dia 27 de
janeiro.
As solicitações deverão ser encaminhadas
por e-mail aos seguintes endereços: co-
municação@neltur.com.br ou uesbcn@
gmail.com.
No encaminhamento, deverão constar: os nomes dos profissionais designados, os dias de
trabalho de cada equipe e a identidade de cada um.
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Praga Virtual! Seu Facebook Está Seguro?
ORAÇÃOASANTO EXPEDITO
Festa 19 de abril. Comemora-se todo dia 19
Se vc. está com algum
, precisa de
, peça a Santo Expedito. Ele é o
Santo dos Negócios que precisam de pronta
solução e cuja invocação nunca é tardia.
Problema Difícil e
aparentemente sem Solução
Ajuda Urgente
ORAÇÃO
Obrigado.
: Meu Santo Expedito da Causas
Justas e Urgentes, socorrei-me nesta hora
de aflição e desespero. Intercedei junto
ao Nosso Senhor Jesus Cristo! Vós que
sois o Santo dos Aflitos, Vós que sois o
Santo das Causas Urgentes, protegei-me,
ajudai-me, Dai-me Força, Coragem e
Serenidade. Atendei o meu pedido: (fazer o
pedido) Ajudai-me a superar estas Horas
Difíceis, protegei-me de todos que possam
me prejudicar; Protegei minha família,
atendei o meu pedido com urgência.
Devolvei-me a Paz a Tranqüilidade
Serei grato pelo resto da minha vida
e levarei seu nome a todos que têm fé.
Rezar 1 Padre Nosso,1 Ave Maria
e Fazer o sinal da cruz.
“para que os pedidos sejam atendidos
é necessário que sejam justos”.
Agradeço a Santo Expedito a Graça Alcançada.Santo Expedito
Dr. Helder Machado
Urologia
Tratamentode
Cálculo Renal
a Raio Laser
Rua Dr. Celestino, 26
Centro - Niterói.
Tels:2620-2084 /2613-1747
Clínica
Atendemos UNIMED
eParticular
Atendimento 24H pelo tels:
8840-0001e9956-1620
N
em tudo são flores na vida dos usu-
ários do Facebook. Muitos enfren-
tam problemas com vírus e levam
muito tempo até perceber que estão sendo
“atacados”. A ameaça em suas contas de
usuário trata-se da instalação de comple-
mentos maliciosos nos navegadores de in-
ternet dos computadores.
Uma praga virtual responsável por publica-
ções, das mais diversas, desde traição até
os assuntos mais bizarros e pesados, nos
perfis dos usuários. Essa prática é chamada
de ‘phishing’ (roubo de informações eletrô-
nicas). Pois, além de obter as credenciais
da conta no Facebook, ela também realiza
postagens com o objetivo de redirecionar a
uma página falsa todos os amigos do usuá-
rio que clicarem sobre os links.
Nessa página, será requerida a instalação
de uma extensão falsa, que também irá rea-
lizar postagens nos perfis de que permitir a
sua instalação. Ou seja, seu Facebook e seu
computador acabam de ser invadidos.
Para remover a praga virtual, é preciso se-
guir os seguintes passos:
• Google Chrome (Abra o navegador e
digite chrome://extensions/ na barra de
endereços • Remova todas as extensões
suspeitas instaladas, clicando no ícone em
formato de lixeira ao lado da descrição da
extensão)
• Internet Explorer (Abra o navegador e
selecione a opção "ferramentas" posiciona-
da no canto superior direito do programa
• Clique em “Gerenciar Complementos”,
localize a aba “barras de ferramentas e ex-
tensões”, selecione extensões suspeitas e
clique no botão desabilitar, no canto infe-
rior direito)
• Mozilla Firefox (Abra o navegador e cli-
que no menu principal • Localize no canto
superior direito a opção "complementos",
clique em "opções" e remova todas as ex-
tensões suspeitas, clicando no botão desa-
tivar)
Independente do navegador usado, tam-
bém é recomendável que sejam revistas
todas as permissões dos aplicativos que po-
dem postar em nome do dono do perfil. E
para evitar ser marcado, o ideal é que nas
configurações de privacidade esteja habi-
litada a opção análise prévia antes que o
conteúdo seja publicado.
Inté!!!
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Edgard Fonseca
edgard.fonseca22@hotmail.com
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Está Aberta a Temporada de Guerra
O
vice presidente da OAB- Niterói,
Luciano Alvarenga Cardoso assu-
me o comando de todas as comis-
sões da entidade. Como se sabe, pratica-
mente assumiu o controle da Ordem dos
Advogados. Resta saber, se o presidente
Antonio José Barbosa da Silva, que fez este
acordo previamente, vai suportá-lo. É que
Antonio José está no quarto mandato, onde
ele sempre mandou e fez isoladamente o
que sempre quis. Mal acostumado a co-
mandar a OAB, como se fosse uma proprie-
dade particular, não vai suportar os novos
caminhos “progressistas” do seu vice.
E por falar em Antonio José, acabo de re-
ceber um áudio, onde a ex-presidente da
Comissão da OAB-Mulher, Namara Gurupy
Emiliano de Freitas, se diz desapontada com
o comportamento imprevisto e subterrâneo
do presidente Antonio José, que sem moti-
vos lógicos, a substituiu “após os 45 minu-
tos finais” da presidência da Comissão que
ela vinha desempenhando as funções com
louvor. Já estava se preparando para a pos-
se do próximo triênio quando foi comunica-
da que a Comissão teria outra presidente.
Agora, com a sua ancestralidade indígena,
Namara Gurupy está em pé de guerra!
Para resumir, ela diz textualmente que An-
tonio José é um mau caráter.
Não pretendo discutir esta sentença, mas,
julgamentos e controvérsias à parte, real-
mente é de se estranhar. A Dra. Namara
fez boas gestões, lutou e vestiu a camisa
do presidente durante e na eleição recente
da Ordem. Foi um dos seus melhores cabos
eleitorais e recebe a destituição como re-
compensa? Incompreensível.
Outras moças, trocadas na Comissão,
são resultados das preferências eleitorais.
Quem não apoiou abertamente Antonio
José, não terá qualquer função na institui-
ção. Toninho é eleitoralmente vingativo e
está mais interessado nos seus rancores do
que na produção de ações de excelência
que estas pessoas possam realizar. E quem
perde mesmo é a Subseccional de Niterói, a
maior de todas do Estado, exceto a capital.
Coletivos a Peso de Ouro
Aprefeitura de Niterói aceita e con-
cede obedientemente o aumento
das passagens dos ônibus municipais.
Generoso aumento, visto que nada me-
lhorou ou foi acrescido como serviço de
transporte. A verdade é que quem man-
da mesmo são os empresários. Mandam
e todos obedecem, exceto uns poucos
vereadores.
No final da recente CPI dos ônibus em
Niterói ficou patente que o custo de
$2,70 seria mais que justo e com fol-
ga e lucro. Entretanto, a população está
enfrentando $3,80.
O vereador Bruno Lessa, mais uma vez
entrou como uma representação no Mi-
nistério Público, pleiteando a redução do
valor das passagens. Tomara que consiga
qualquer coisa, visto que o que temos é in-
concebível.
O que escuto deste “gerente municipal” é
que vai “ordenar” a retirada de circulação
dos ônibus sem ar condicionando, desde
que o direito adquirido da população é que
todos os carros sejam refrigerados. Não há
cumprimento desta norma, nem sanções
Vistoria do
Desespero
Para começar, vistoria automotiva é algo
que foi criado para tomar mais dinheiro
do contribuinte, ser um meio de chantagem
e via de corrupção. Muitos Estados brasi-
leiros já aboliram esta prática abominável.
Aqui, no Rio de Janeiro o problema é mais
grave. Os agendamentos são feitos em da-
tas e lugares inóspitos, e quando chega a
hora da tal, não é possível fazê-la pois o
Estado não pagou a “empresa contratada”
para realizar um serviço. O Estado deveria
ser autossuficiente nos seus serviços, prin-
cipalmente tratando-se de abusos.
A bem da verdade, não precisa de empre-
sa nenhuma. A máquina estadual tem fun-
cionários estatutários, outros fantasmas, e
tantos subaproveitados, que poderiam fa-
zer esta função ridícula com as duas mãos
amarradas e de olhos vendados.
É vergonhoso este modelo de Estado, in-
chado, viciado, picareta e ineficiente.
Será que não tem um deputado nesta terra
para ter a coragem e a decência de apre-
sentar uma lei de extinção desta aberração?
Demonizando
a Lava Jato
Acho inusitado o comparativo que al-
guns advogados, réus e interessados
fazem da Operação Lava Jato com a Dita-
dura Militar. Só faz um comparativo deste
quem está interessado em desacreditá-la
para auferir ganhos, inclusive os milionários
pagos pelos réus aos seus advogados. Fa-
zer um comparativo absurdo como este é
não querer que as leis sejam aplicadas ou
não tomou uns afogamentos em um tonel
com água suja, ou choque elétrico nos ór-
gãos genitais nos porões da Ditadura. Se
estes ladrões safados fossem levados para
um destes porões, não fariam tal e absurda
comparação.
O que se deveria questionar são estes ho-
norários pagos com dinheiro roubado da
Petrobras, Fundos de Pensão, Correios,
BNDS e outras entidades pertencentes ao
povo.
Estes bandidos deveriam ser defendidos
por defensores públicos e o dinheiro des-
viado, integralmente devolvido aos cofres
públicos. O resto é firula bandida!
como resposta.
Aí, o “alcaide” resolve retirar os ônibus que
não possuem refrigeração. Quem perde é a
população, com menos oferta de coletivos.
Ele deveria obrigar a instalação do equipa-
mento, não diminuir o número de ônibus
em circulação.
Este é o exemplo típico de solução torta.
Quer resolver a prática do adultério que-
brando a cama... Só chamando o Gepetto
para lhe dar uma bronca. “Aprende a pensar
menino!”
Antonio José Barbosa e Namara Gurupy
Niterói
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Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores
Difícil de Entender
OPDT nacional anunciou que é fiel ao governo
da Dilma e que é contra o seu impedimento.
Até aí é normal. Está defendendo o seu Ministério
e os muitos cargos no governo. A nota difícil de
entender é o lançamento do Ciro Gomes (histórico
e declarado inimigo do PT, junto com seu irmão
Cid Gomes), para concorrer a presidência da Re-
pública em 2018. E acreditam que terá o PT como
aliado nesta empreitada...
Primeiro, deixa implícito que o PT não terá candi-
dato próprio, o que excluí Lula da disputa, acre-
ditando que ele estará preso ou morto politica-
mente.
Segundo, que ainda faltam dois anos para o pleito e é tempo suficiente para Ciro Gomes
(foto) arrumar uma briga dentro do próprio PDT, tentar mandar ou destituir o Lupi, e
“botar fogo em Roma”...
É só esperar...
Humor na Cadeia
Opecuarista José Carlos Bumlai, amigo do Lula, e
preso desde novembro de 2015, na Operação Lava
Jato, quer ser reconhecido como uma espécie de bem
feitor nacional. Alega que já fez muito pelo país e não
é reconhecido. Em resposta às acusações feitas contra
ele pelo Ministério Público Federal (MPF), ele (junto com
seus advogados) diz que a denúncia é uma tentativa de
incriminar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Que
está sendo usado como isca,
Apelou para que Lula seja sua testemunha de defesa. Di-
ficilmente terá êxito, Lula só defende a sua própria pele.
Vide, José Dirceu, Genuino, Delcídio Amaral e até o Va-
cari.
A verdade é que o MP está convocando-o com a nomenclatura de “testemunha”, mas tem
o inquirido frontalmente para que ele explique está sua relação com o Bumlai, as manobras
do seu filho e suas tantas ligações. Lula é escorregadio e sempre tira o corpo. O problema
sempre está nos outros. Nele, jamais!
Saindo de Cena
Oprefeito de Maricá, e presidente do PT Estadual,
Washington Quaquá, apostou na candidatura de
Lurian, filha mais velha do Lula. Ouviu os protestos da
população que não reconhecia nela nenhuma afinidade
ou identidade com a cidade, além de não ter trazido
qualquer benefício para o município. Ele e sua mulher
a deputada Rosângela Zeidan, investiram neste projeto,
mas agora estão sem entender a mecânica mental da
Lurian. Ongs à parte, candidatura e outras benesses, a
Lurian “da Silva” saiu de cena. É provável que o desgas-
te do partido e especialmente da sua família a tenham
feito desistir. Levou contigo os seus pertences …
ZAPS...
A UNILASALLE-RJ inaugura no próximo dia 02 de Fevereiro, às 16h, o Espaço Con-
selheiro Benno Sander (ex-Irmão Cassiano) na Biblioteca LA SALLE no Campus do
Centro Universitário LA SALLE em Santa Rosa.
Falência Batendo na Porta
Quem quiser que se
segure. Este des-
governo nacional do PT,
espoliou, sugou, mamou,
roubou este país de to-
das as formas. Restam
escombros econômicos
com um ministro da Fa-
zenda fazendo pose de
salvador.
Agora a nossa situação
de dependência ao capi-
tal exterior nos faz cada
dia mais escravos. A eco-
nomia está se dolarizan-
do e todas as respostas que ouvimos se diz que é culpa do dólar.
Quem tinha empréstimos em dólar está passado um mau pedaço.
Um exemplo de tristeza, aí está a falência das Lojas Leader. Nascida em Miracema, negócio
doméstico entre irmãos, cresceu e se tornou um elefante movido a dólar. Os empréstimos
estrangeiros de juros generosos tinham um dragão escondido.
A família Gouveia ainda detêm um pedaço desta empresa e vai ser responsável por esta
parcela na hora de pagar a conta. Lamento muito. A Leader, embora já descaracterizada,
tinha a cara de Niterói.
Tomara que um evento saneador ainda possa salvá-la.
No final de ano, no Copacabana Palace reuniram-se membros do Ministério Público e desenbar-
gadores, numa confraternização em alto estilo. Na foto, procurador Paulo Ivan Teixeira, Fer-
nanda e Marcelo Buhatem (desembargador).
MP Comemora em Alto Estilo
Gabriel Abilo
José Carlos Bumlai
Lurian da Silva
Niterói
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Renda Fina
Aniversariantes da Edição
Helena Tavares Jane Gomes da Costa Alvaro Fernandes Lenita Lopez Raquel Paiva Cerino
Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores
Comunidade Acadêmica em Festa
Reitor Sidney Mello e a esposa Thaise Ceises Vice-reitor Antônio Nóbrega e a esposa Angela Carvalho
Rita e Tarcísio Rivello O cirurgião plástico Luiz Fernando Miranda e esposa, a gastroenterolista, Verônica Dias
Arquivo Diz
Niterói
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de “Águas de Niterói” que sempre tem um
problema. São vazamentos, esgotos que
entopem, são lentos nos atendimentos e a
água é cara.
Nesta semana um carro foi tragado por uma
cratera aqui no Engenho do Mato. De re-
pente o chão se abriu! A responsabilidade
ficou por conta de mais um “servicinho”
das Águas de Niterói. Quando será que
eles vão trabalhar sério, respeitando o di-
nheirão que nos cobram? “Serão somente
pegadinhas”?
Nua em cima de uma viatura da PM
Por esta, realmente,
ninguém esperava. Uma
mulher subiu numa via-
tura de polícia (PM) no
Largo da Batalha e come-
çou a tirar a roupa. Ficou
nua, até ser contida. Até
que não desagradou a
quem passava. Valeu a
loucura ou ousadia des-
medida. Doida, mas com
o corpinho na medida!
9
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Perigo Para Seu Bolso
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esenvolver um game é algo muito
caro. Tão caro que nem mesmo
milhões de vendas conseguem
compensar o valor investido e trazer o lu-
cro esperado. E por isso as empresas estão
apostando em novas formas de trazer esse
retorno após o lançamento.
O DLC (conteúdo baixável) e as expansões
foram os primeiros sinais dessa tendência.
Esses extras servem tanto para expandir a
experiência para os jogadores quanto para
trazer lucro para a desenvolvedora. Seja
para compensar o que faltou para o jogo
“se pagar” ou para ampliar os rendimentos,
esse é o dinheiro que vem fácil — e é por
isso que ele incomoda tanto o consumidor,
são as chamadas “microtransações”.
Em essência, toda microtransação é um
DLC, afinal trata-se de um conteúdo ad-
quirido por download. Na maioria dos
casos, o formato é adotado para vender
elementos, como roupas, enfeites ou uma
skin diferenciada. Esse tipo de “perfumaria”
era algo bem característico dos games free-
to-play; basta olhar os últimos lançamentos
para perceber que a ideia já foi abraçada
pelas desenvolvedores. Contudo a verda-
deira polêmica veio quando a EA anunciou
que Dead Space 3 teria uma loja de fabri-
cação de armas.
A primeira reação que vem à mente quan-
do pensamos na venda de conteúdos para
jogos, sejam DLCs ou microtransações, é
a revolta. Afinal, pagamos caro em cada
jogo e é bem frustrante saber que temos de
desembolsar mais para ter acesso a outros
conteúdos. No entanto, não há nada que
possa ser feito: o formato já é uma reali-
dade e é bem pouco provável que ele seja
aposentado só porque nós queremos.
Que os jogos são caros - e não apenas para
os desenvolvedores. Sabemos como nin-
guém o quanto pesa no bolso acompanhar
os lançamentos. É por isso que notícias
sobre DLC é algo tão frustrante. Imagine
pagar R$ 200 em um título e ainda ter de
pagar mais para evoluir dentro dele.
A prova de que as microtransações vieram
para ficar é que grandes empresas já ado-
taram o formato. E mais do que oferecer
extras, algumas companhias transforma-
ram seus blockbusters em jogos gratuitos
e adicionaram elementos de loja. É o caso
da Sony com o multiplayer de Uncharted
3: Drake’s Deception. Você pode baixar o
jogo sem pagar um centavo por isso, mas
será preciso desembolsar alguns dólares
para acessar os modos cooperativo e com-
petitivo.
Trata-se de uma estratégia simples: você
tem a falsa sensação de liberdade de que
está montando o game à sua maneira quan-
do, na verdade, está pagando muito mais
nesses pedaços do que se fosse atrás do
título em disco. A vantagem é que essa
venda não oferece nenhum desequilíbrio
às partidas e pode ser bem econômica para
quem quer apenas uma modalidade do mul-
tiplayer.
O mesmo acontece com Everybody Dance.
O título também passou a ser distribuído
de graça, mas completamente vazio. Assim
como em Uncharted, isso fazia com que o
catálogo completo ficasse muito mais caro
que o jogo original, mas é uma ótima al-
ternativa para quem quer apenas uma ou
outra faixa.
A verdade é que todos esses games são
apenas o início de uma nova tendência
que começa a ganhar força na indústria e
que certamente estará presente em futuros
lançamentos e principalmente na nova ge-
ração.
Até a próxima!
“
Servidores da Prefeitura Sem Salários
Servidores da prefeitura que recebem sa-
lários em contratos com carteira assinada
(CLT) ou RPA são sempre jogados para se-
gundos e terceiros planos. Nossos salários
não são pagos e a única resposta que obte-
mos é: sem previsão! Eles (prefeitura) não
respeitam nossas obrigações. As nossas
contas ficam atrasadas, pagamos juros e às
vezes ficamos sem dinheiro para primeiras
necessidades, como alimentação e aluguel.
Eles têm dinheiro para tudo: publicidade
excessiva, calçadas de granito para puxar o
saco da Zona Sul, mas não respeitam quem
trabalha e depende deste soldo. Este pre-
feito é um enganador!
Crateras como “Pegadinhas”
Não pode chover na Região Oceânica de
Niterói. Choveu, lá vamos todos para o
alagamento! Tem lugares que a água passa
dos 50 cm de altura. E ainda temos esta tal
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Fernando Mello - fmelloadv@gmail.com
Fernando de Farias Mello
ATENÇÃO PARAA MUDANÇA
Novos e-mails do Jornal Diz
Redação
dizjornal@hotmail.com | contato@dizjornal.com
Editoria
edgardfonseca22@hotmail.com
Fernando Mello, Advogado
www.fariasmelloberanger.com.br
e-mail: fmelloadv@gmail.com
O Inaceitável
J
á que o PT desceu ladeiras e mais ladei-
ras, e anda pisando na bola e na lama,
não conseguindo mais se livrar do perfil
de partido ligado à corrupção, neste mo-
mento, a incompetência de alguns gover-
nantes é o que se destaca.
Começarei com o nosso governador Pezão,
que foi eleito por dois motivos: 1) por fal-
ta de opção melhor, os eleitores votaram
nele; 2) era amigo da Dilma, que também
foi eleita e por isso recebeu mais votos dos
petistas.
Pezão possui, de qualquer forma, um currí-
culo muito bom. Mas possui amigos estra-
nhos, importantes e nada confiáveis.
Seu amigo Sérgio Cabral, por exemplo. Não
sei como ele se transformou em milionário
em poucos anos. É amigo de Dilma, amigo
de Lula, amigo de Cunha, amigo de Delcí-
dio Amaral...
O Pezão, que sempre foi tido como um ágil
administrador público está hoje sofrendo
com a “falta de verba”.
Ora! Não é surpresa a redução
dos royalties; Não é surpresa a
recessão que o país passa por
causa da má gestão de Dilma,
sua amiga. Por isso, o que sur-
preende mesmo é Pezão gastar
mal e mesmo sabendo que isso
tudo está acontecendo. Não foi
falta de previsão.
O Estado do Rio está com
(muita) dificuldade para pagar
os salários dos seus funcioná-
rios. Não faz a manutenção dos
helicópteros dos Bombeiros e
da Polícia Civil, por exemplo.
Está tudo indo ao chão, como
previsto por todos, menos Pe-
zão.
Niterói também passa pela
mesma síndrome do “superen-
dividamento”. Governos segui-
dos e irresponsáveis vêm
fazendo empréstimos em
todos os lugares possíveis e
com carência para o início
do pagamento. Ou seja, a
dívida ficará para os próxi-
mos governos.
Em breve e por conta dos
gastos irresponsáveis, es-
cutaremos o nosso prefeito
Rodrigo Neves reclamando
da falta de verbas para pa-
gamento do funcionalismo
municipal e, certamen-
te como bom petista que
é, começará a atrasar em
primeiro lugar os salários
dos professores munici-
pais e deverá seguir num
ritmo destruidor até não
conseguir mais pagar os
fornecedores e empreiteiras (essas ficarão
por último porque mais importantes que a
educação. Não sei o porquê o PT não quer
educar o povo adequadamente).
O PT não reconhece, mas está educando o
povo pelas mãos do Juiz Moro, do processo
Lava-Jato.
Suas decisões e mandados de prisão, seus
interrogatórios, seus atos completamente
dentro da legalidade estão descortinan-
do a corrupção em alto nível, deixando
as claras que o PT sempre batalhou para
garantir a presença do Estado na Petro-
brás para descobrirmos que isso era para
esvaziar os seus cofres com operações
fraudulentas; corrupção passiva e ativa;
desmandos administrativos; fomento de
formação de quadrilhas dentro da em-
presa. Só não quebraram de vez a estatal
porque a Operação Lava-Jato estancou a
sangria.
Amigos do PT estranhamente se prote-
gem mutuamente. Um que se destaca
neste quesito é o prefeito do Rio, o pee-
medebista Eduardo Paes, que está fazen-
do um movimento em defesa da Dilma.
Paes também é amigo do Eduardo Cunha,
a quem chamou de “meu Primeiro Minis-
tro”.
Outra de Paes é tentar emplacar o seu
secretário Pedro Paulo, que agrediu fi-
sicamente sua ex-mulher em duas oportu-
nidades em 2008, como seu candidato à
prefeitura do Rio.
Algo está errado com os governos do Es-
tado do Rio, de Niterói e da cidade do Rio.
agoratodocelular
tem,pelomenos,
trêsmodos:normal,
silenciosoefazendo
barulhopelosseus
direitos.
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VocêsNemImaginam...
Quem Mandou
Votar em Mim?
Niterói
23/01 a 13/02/16
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Pela Cidade
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Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores
Nova Diretoria da Delegacia Sindical de Niterói- SINDIFISCO
T
omou posse nesta terça-feira (19)
a nova diretoria da Delegacia Sin-
dical de Niterói, do Sindicato Na-
cional dos Auditores Fiscais da Recei-
ta Federal - SINDIFISCO NACIONAL.
Marcelo Bragança Bazhuni, presiden-
te eleito, enfatizou no discurso de pos-
se que o movimento sindical quer tornar
público a importância do Auditor Fiscal
da Receita Federal na construção de um
Estado forte, com economia equilibra-
da, garantindo os recursos para os servi-
ços essenciais, promovendo justiça fiscal,
combatendo a sonegação e a corrupção.
Destacou, ainda, ser equivocada a polí-
tica da simples majoração da carga tri-
butária, quando o correto seria dotar a
Receita Federal dos recursos necessários
para intensificar o combate à sonegação.
Diversas autoridades e políticos da cidade
prestigiaram a cerimônia. Estavam presen-
tes o presidente do PDT, Felipe Peixoto, o
vereador Bruno Lessa, a superintendente
da Receita Federal, Denise Fernandez, o
delegado da Receita Federal de Niterói, Ri-
cardo Romanini, o delegado-Chefe da Po-
lícia Federal de Niterói, Ronaldo Cortese,
o secretário municipal de Fazenda, César
Barbiero, Mário Grillo, da Associação dos
Procuradores Municipais, a gerente Execu-
tiva do INSS de Niterói, Elzi Ferreira, o
ex-prefeito de Niterói, Waldenir de Bragan-
ça, o Médico-Perito do INSS, Luiz Eduardo
Nacif, o auditor Fiscal Sérgio Artur, o presi-
dente da UNAFISCO, Antônio Dias, a pre-
sidente da AFIPERJ, Maria Ana da Silva e
o vice-presidente da Delegacia Sindical do
Rio de Janeiro, Robson Lassarot.
Prêmio FIRJAN
Ação Ambiental
O
Sistema FIRJAN vai premiar as em-
presas do estado do Rio que se
destacam na gestão ambiental e no
desenvolvimento sustentável. Estão abertas
as inscrições para a quarta edição do Prê-
mio FIRJAN Ação Ambiental, que é dividi-
do em cinco categorias: Gestão de Água e
Efluentes; Biodiversidade e Serviços Ecos-
sistêmicos; Gestão de Gases de Efeito Estu-
fa (GEEs) e Eficiência Energética; Gestão de
Resíduos Sólidos; e Relação com Públicos
de Interesse.
O objetivo da iniciativa é reconhecer o em-
penho na busca por soluções criativas e
eficazes em processos de redução no con-
sumo de água e de seu reuso, uso sustentá-
vel da biodiversidade, recuperação de áreas
degradadas, redução da emissão de gases
de efeito estufa, eficiência energética, cole-
ta seletiva, reaproveitamento de materiais,
uso de tecnologia na gestão de resíduos só-
lidos e programas de educação ambiental,
entre outras práticas de sucesso ligadas ao
meio ambiente.
Podem participar empresas de todos os
portes que tenham desenvolvido ações no
estado do Rio de Janeiro. As inscrições po-
dem ser feitas até 31 de março de 2016
no site www.firjan.com.br/acaoambiental,
onde também está disponível o regulamen-
to completo. Dúvidas podem ser esclare-
cidas através do e-mail premioambiental@
firjan.org.br.
Bruno Lessa, Sergio Artur Nascimento, Marcelo Bazhuni, Antonio Dias e Ronaldo Cortese
“Noel é 100” no Espaço
Furnas Cultural
E
stá em cartaz no Espaço Furnas Cul-
tural, (Rua Real Grandeza, 219, Bo-
tafogo, Rio de Janeiro) desde o dia
21 de janeiro, a exposição “Noel é 100”.
São 53 caricaturas, com abordagem em
dos múltiplos talentos do ‘Poeta da Vila’ - a
caricatura . Pode ser visitada entre 22 de
janeiro e 6 de março de 2016.
As obras escolhidas são apresentadas ao
lado de 6 caricaturas do consagrado Antô-
nio Nássara, amigo e parceiro de Noel, além
de 7 trabalhos de artistas convidados, sob
curadoria de Zé Roberto Graúna. A mostra
é composta por 40 trabalhos premiados,
e o projeto vai apresentar ao público uma
nova visão sobre o sambista Noel Rosa, a
face caricaturista daquele que pintava dife-
rentes tipos de pessoas em suas músicas.
É uma viagem no tempo: os trabalhos ex-
postos passeiam não só pela figura do pró-
prio Noel, como também pela de muitos
de seus contemporâneos. O artista aparece
acompanhado dos parceiros musicais, dos
cantores de suas produções e de outras fi-
guras que estiveram ligadas à sua trajetória,
naquele momento em que a história ganha-
va aceleração especial no Brasil, em particu-
lar na capital, o Rio de Janeiro.A exposição
foi idealizada em homenagem ao centená-
rio do artista, completado em dezembro de
2010. O trabalho é resultado de um grande
concurso nacional promovido pelo Instituto
Memória Musical Brasileira (IMMuB).
Niterói
23/01 a 13/02/16
www.dizjornal.com
necessário passear
com o seu pet, o
dono deve testar
a temperatura do
asfalto mantendo
o pé descalço por
alguns segundos
para sentir o nível
de aquecimento do
chão. “No caso do
seu cão queimar
os coxins – aquelas
almofadinhas das
patas – será preciso
usar hidratante ou
mesmo uma poma-
da específica para
a queimadura, caso tenha alcançado a pele
do animal”, explicou.
Os únicos lugares onde se encontram as
glândulas sudoríparas são nos coxins plan-
tares e palmares e nariz. Entretanto, mais
de 90% da transpiração e, consequente-
Em Foco
12
Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores
Histórias do Mar
C
om duração de 60” o monólogo
“Histórias do Mar” é um texto em
prosa poética, envolvido pela poéti-
ca de Caymmi. Ele é entremeado com músi-
cas de Dorival Caymmi, num texto de Maria
Muito Calor, Imagine o Seu Cão!
A
s altas temperaturas atingidas no
verão não incomodam apenas o
homem, mas também os animais,
que sofrem com o calor intenso. Atenção
especial para os cães, gatos, coelhos, en-
fim, qualquer um desses peludos. No que
se refere aos cães é preciso adotar cuidados
relevantes a fim de preservar a sua saúde
e bem-estar. Tanto a insolação (exposição
direta ao sol), quanto a intermação (expo-
sição ao calor de forma indireta) aumenta a
temperatura corporal e é bastante frequente
em pets nesta época do ano, com sintomas
que vão do olhar ansioso e expressão de-
lirante à salivação excessiva e aumento da
frequência respiratória.
De acordo com a Dra. Amanda Caldas, do
Hospital Veterinário Niterói, nesse período
de altas temperaturas deve-se evitar os pas-
seios diurnos com os cães, sobretudo no
horário das 10h às 17h, e oferecer sem-
pre água fresca, de preferência, com alguns
cubos de gelo. Entretanto, se for mesmo
mente, da troca de calor dá-se
pela respiração; ou seja, caso o
seu animal esteja muito ofegante
deduz-se que ele deva estar sen-
tindo muito calor e sua tempera-
tura está se elevando.
Agora, é preciso ter um cuidado
especial com as raças braquicefá-
licas, como o pug, buldogue in-
glês e buldogue francês, com o
focinho achatado e o nariz muito
fechado, o que dificulta a respira-
ção e, consequentemente, o res-
friamento do corpo. Nesse caso,
muitas vezes uma rinoplastia, ci-
rurgia para correção dessa ano-
malia de origem racial, melhora
as condições físicas do animal, assim como
uma palatoplastia, cirurgia para correção do
palato alongado, que melhora a respiração,
reduz o ronco e elimina o estresse.
Caso seu cão apresente características co-
muns de superaquecimento, tente resfriá-lo
imediatamente com bolsas frias de gelo,
água gelada e ar condicionado. Se mesmo
assim você não perceber uma melhora do
animal, procure, o quanto antes, um aten-
dimento veterinário de emergência.
Outras dicas que refrescam
os cães no verão
- A tosa higiênica na barriga e embaixo das
patas, a cada 15 dias, é essencial para o
bem-estar de alguns cães muito peludos,
como o shih-tzu e o golden retriever, por
exemplo.
- Gatos e coelhos também devem ser sub-
metidos à tosa higiênica. E, ao contrário do
que se pensa, os gatos podem e devem to-
mar banho.
- Os banhos devem ser de morno para frio,
nunca quente, nesta época do ano. Cuida-
do principalmente com o buldogue inglês e
o buldogue francês.
O espetáculo está no Teatro da UFF, nos
dias 29, 30, 31 de janeiro, às 20h, com
entradas a 15,00 (meia) – 30,00 (inteira).
(Com a filipeta, 15,00 – recorte do jornal).
Helena Latini e dirigido por Sady Bianchin,
com assistência de Marcela Giannini.
Tem ainda a participação do ator Sérgio de
Paula e do músico e também ator, Renato
Badeco, no violão. A Produção Executiva é
de Cristhina Ramos.
No enredo, Josemar, pescador, contará suas
lembranças a partir do aprendizado com o
pai. Falará sobre a vida comunitária, fami-
liar, os festejos e sobre muitas aventuras e
histórias de heróis pescadores.

Dizjornal145

  • 1.
    Niterói 23/01 a 13/02/16 www.dizjornal.com EdiçãoOnline Para Um Milhão e Oitocentos Mil Leitores Zona Sul, Oceânica e Centro de Niterói16 Mil Exemplares Impressos Diretor Responsável: Edgard Fonseca Circula por 15 diasCarlaAlves*belezaGuilhermeOrnellasdoPauloRobbert*foto:JulioCerino 2ª Quinzena Nº 145 de Janeiro Ano 08 de 2016 Diz: Todo Mundo Gosta Página 03 Restabelecendo a Verdade. Felipe Peixoto:
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    Niterói 23/01 a 13/02/16 www.dizjornal.com 2 Cultura PauloRoberto Cecchetti prcecchetti@ig.com.br annaperet@gmail.com DIZ pra mim... (que eu conto) Anna Carolina Peret Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores Vida Real Anuncio Módulo 1A ANUNCIE AQUI R$ 200,00 Por inserção ou 12 inserções por R$ 1.080,00 em 6 mensais de R$ 360,00 O ano passado pode ter sido um ano pobre economicamente, socialmen- te, politicamente, enfim, em muitos aspectos. Entretanto, não posso dizer ao mesmo do cinema. A sétima arte conseguiu nos brindar com muita riqueza, não só através de filmes fantásticos, como também através de uma nobre e detalhista escolha de temas que nortearam produtores, diretores e atores num viés particularmente embriagante. Não, eu não estou querendo dizer, em absoluto, que 2015 foi um ano bom. Nem me atrevo a pensar algo do gênero. Estes últimos 365 dias castigaram, não só a mim, mas também a milhares de brasileiros e também pessoas mundo a fora. Os proble- mas não estouraram apenas dentro de nossas fronteiras, como também nas de outros... O cenário internacional está fragilizado, o con- texto interno está sangrando e as perspecti- vas de melhora são realmente remotas num curto-médio prazo. Por outro lado, é nessa hora de tamanha instabilidade social que a arte se faz presente de forma necessária. Ela dá seus tons de acordo com o período, com a realidade vigente. Inclusive, sempre digo e re- pito que a forma mais lúdica - e gostosa! - de estudar história é através do desenvolvimento e da expressão cultural dos períodos a serem contemplados. Através das manifestações artísticas, é possível entender o pensamento hegemônico, as lutas de classe, os conflitos vigentes, enfim... E no meio desse emaranhado de ideias, dese- jo trazer para a pauta do dia uma mini reflexão sobre o Oscar. Não, eu não vou falar sobre minhas predileções cinematográficas, nem mesmo fazer apostas de quem levará estatue- tas para casa. A minha proposta hoje é dife- rente. Estive observando os temas das oito produções indicadas ao Prêmio de Melhor Filme e pude observar a proximidade que tais temas têm com a realidade. Esqueça a ficção! Por mais que não sejam “baseados em fatos reais”, temos oito longas metragens que têm muito a nos ensinar este ano. E a nos espantar também! Em “Brooklin”, a protagonista decide deixar a Europa, e tentar uma vida melhor nos EUA, ou seja, busca viver o “sonho americano”. Pe- las peripécias da vida, acaba tendo que voltar pra casa e se vê dividida entre dois amores. E eu pergunto: quem nunca passou por isso, ficando com o coração dividido? E atualmen- te, com essa onda de intercâmbios, muitas pessoas deixam seu coração do outro lado do oceano. Esta realidade está mais próxima do que pensamos. Em “A Grande Aposta”, acompanhamos os altos e baixos do mercado de ações, no qual o oportunismo e a sorte andam de mãos dadas. Nada mais atual, ainda mais num período de economia instável que estamos atravessando. Já “Mad Max: Estrada da Fúria”, por detrás de sua história central, foca na realidade vivida por seus protagonis- tas que lutam em um local destruído, com recursos escassos, dominado por conflitos, guerras, lutas, enfim, como o próprio nar- rador deixa claro: sangue. Ou seja, qualquer semelhança com o nosso cotidiano não é, de fato, mera coincidência, dadas as devidas pro- porções. Assim como “Ponte dos Espiões” que retrata a Guerra Fria... Enganam-se aque- les que apostam no fim das Guerras Frias. O problema dicotômico entre EUA e URSS aqui é apenas ilustração para tantos outros con- flitos velados – e alguns nem tão silenciosos assim – que presenciamos todos os dias. Os atores podem variar, as bombas e o contexto também. Entretanto, a briga pelo poder nunca esteve tão presente. “Spotlight – Segredos Revela- dos” e “O Quarto de Jack” são filmes que doem até os ossos. Um dos filmes aborda o abuso de crianças por padres pedófi- los, enquanto o outro acompa- nha o sequestro de uma moça, o qual durou sete anos até que a mesma consegue escapar com o seu filho, o qual a mes- ma teve no cativeiro. É o Oscar mostrando que o cinema está pronto para de- bater temas modernos! “Perdido em Marte” e “O Regresso” contam histórias de homens que foram abandonados por seus companhei- ros - seja no espaço ou no meio da floresta - e que foram abandonados à própria sorte. Eu, em 2015, tive uma real queda no número de pessoas as quais eu considerava “amigos verdadeiros”. A máscara tende a cair mais facilmente em tempos de “vacas magras”. Aconteceu com vocês também? Enfim, quando alguém puxar assunto com vocês sobre o Oscar, diga apenas que você está sabendo que, em 2016, o Oscar está premiando mais do que filmes... A estatueta, na verdade, vai para a vida real! - A Orquestra Sinfônica Aprendiz/OSA se apresenta em janeiro de 2016, na série "Concerto na Imprensa", na Sala Leila Diniz da Imprensa Oficial do Estado do Rio de janeiro (Rua Profº Heitor Carrilho, nº 81 - Centro). - Medalha de bronze nas Olimpíadas de Seul, em 1988, com Lars Grael pela Classe Tornado, o velejador e dentista Clínio de Freitas (foto) vai ser um dos nite- roienses a carregar a tocha olímpica quando ocorrer a passagem por Niterói. - O Centro de Artes UFF (Rua Miguel de Frias, nº 9 - Icaraí) apresenta em sua Galeria de Artes duas exposições: “As Pensadoras”, de América Cupello e “Paulo Duque Estrada - uma homenagem”, com curadoria de Robson Leitão e Margareth Abreu. Ambas com visitação até 20 de feverei- ro. Maiores informações: www.centrodeartes.uff.br - O jornalista e escritor H. Francisconi lança seu livro de haicais, ‘Luxuriosa Anatomia’, dia 20 de março, domingo, a partir das 10 horas, no quiosque dos ‘Escritores ao ar Livro’ (Praça Getúlio Vargas, Icaraí). - Um contentamento único ver meu sobrinho Gabriel Gava se apresentando no The Voice Kids e, após cantar "Dois Rios", do Skank, escolher o time de Carlinhos Brown!
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    Niterói 23/01 a 13/02/16 www.dizjornal.com 3 Documento dizjornal@hotmail.com Ediçãona internet para Hum milhão e 800 mil leitores Felipe Peixoto: Restabelecendo a Verdade O Brasil atravessa um dos momentos mais críticos da sua história. Além da grave crise financeira, enfrenta um dramático pro- blema moral, que impede a reação do mercado aos problemas econômicos. O país atravessa uma crise de credibilidade. Após sucessivos escândalos, crimes de toda ordem, ausência de crença, e mais contundentemente na palavra dos homens públicos, criou-se a oportunidade de confundir criminosos com homens de bem, num dos jogos mais cruéis e inescrupulosos de toda história brasileira. Facilita-se a criação da dúvida, de verdades tortas para que todos fiquem parecidos; e nesta confusão o bandido político possa travestir-se de igual. Os recentes fatos que cercam a saída do então secretário Felipe Peixoto, da secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro, oportunizou a seus opositores políticos a criação de fatos dúbios e tendenciosos, embaralhando a verdade para dela tirarem proveitos eleitorais. Resolvemos abrir um espaço para que Felipe Peixoto possa, numa conversa dura e franca mostrar a sua versão e esclarecer os fatos. Diz: Afinal Felipe Peixoto, o que realmente aconteceu na sua saída de secretaria de Saú- de do Estado, e por que no meio da crise? FP: Quando recebi a convocação do gover- nador para assumir a Secretaria de Saúde, ponderei a minha disposição em ajudá-lo (visto que ele queria alguém da sua irrestrita confiança), mas desde o início eu deixei claro que só poderia ajudá-lo por um ano: minha missão era reorganizar a secretaria e preparar as bases para a gestão do governador na Saú- de. O Pezão concordou e me deu liberdade para trabalhar. Durante um ano, reduzimos o custo de contratos, enxugamos a máquina e a deixamos funcionando exatamente de acordo com a previsão de arrecadação para o ano. A crise só aconteceu quando o dinheiro previs- to pelo Estado não entrou. Mesmo assim, não deixei de me mobilizar. Só em dezembro, fui a Brasília quatro vezes para buscar recursos. O governador também entrou no circuito e nos ajudou a conseguir o fôlego necessário. Quando saí, no dia 31 de dezembro, todas as unidades do Estado estavam funcionando. Mas, o problema da falta de recursos perma- nece. Não se trata de uma crise da Saúde; trata-se da crise financeira do Estado e do país. Mas é claro que na Saúde as consequên- cias são dramáticas. Novos cortes terão que ser feitos; algumas unidades terão que ser re- passadas aos municípios. Só que minha saída já estava prevista desde quando fui convoca- do pelo governador para essa missão. Meu compromisso era de um ano e eu cumpri. Diz: Sua nomeação foi um “prêmio de con- solação” por não ter sido candidato a vice- governador? FP: Prêmio de consolação? Pelo contrário! Foi uma missão árdua e desgastante em todos os sentidos. Só aceitei porque não fujo dos de- safios que me são apresentados. O governa- dor insistiu, dizendo que precisava de alguém com muita capacidade de trabalho, honesto e de sua irrestrita confiança. Preciso confessar que gosto muito de desafios; sempre acho que posso me fortalecer e crescer profissio- nalmente. Foi muito duro, muito difícil, mas foi sem dúvida uma grande aprendizagem. Meu compromisso com o governador era fi- car um ano à frente da Secretaria e eu cumpri. Agora o que quero é dedicar meu tempo ex- clusivamente a Niterói, o que não pude fazer no ano passado. Diz:Então a sua saída não foi para ser candi- dato a prefeito de Niterói, como foi noticiado? FP:Não. Uma coisa não tem nada a ver com a outra. Eu tinha um acordo com o governador e chegou o momento. Era o prazo combina- do. O fato de ser pré-candidato a prefeitura é algo bem anterior a ser secretário. É um fato público e consumado, pois nunca deixei de ser pré-candidato. A minha pré-candidatura é fruto do desejo de mudança que eu percebo diariamente na cidade, quando cumprimento as pessoas e elas sempre dizem que é preciso mudar o que está acontecendo aí. Mas esta nunca foi a razão da minha saída da Secre- taria. Se fosse só por isso, poderia tranquila- mente ter saído da Secretaria em março. Diz:E de onde vem estes comentários vincu- lando os dois fatos? FP: Acho que tem muita gente preocupada com a minha pré-candidatura em Niterói. Essas pessoas distorcem informações e mis- turam coisas que não têm a ver uma com a outra. Não sou candidato porque eu quero, mas porque a cidade não aguenta mais um governo que é ruim e um escândalo atrás do outro! É máfia do táxi, lava jato, obras com valores astronômicos... Sempre lutei contra isso e continuarei lutando. Enfrentaremos uma máquina de propaganda e de mentiras. Mas temos a verdade do nosso lado. Vamos contar com as pessoas de bem, com os tra- balhadores honestos e com cidadãos de ver- dade. Diz:E a sua relação com o governador, como ficou? FP: Temos uma relação muito clara e dire- ta, que continua excelente e de confiança. A minha saída tinha sido combinada e natural- mente não abalou em nada. Pelo contrário. Ele sempre agradeceu muito o meu esforço. Quem está de fora não avalia a dificuldade que é administrar a saúde, principalmente sem dinheiro. Foi real- mente o maior desafio da minha vida, foi um gran- de aprendizado. Depois desta experiência, con- sigo enfrentar qualquer dragão! (risos). Diz: E os apoios políticos em Niterói, como fica- ram? FP: Ao contrário do que alguns imaginam, estão crescendo. Muita gente que eu já não tinha contato em razão da falta de tempo, consumido com a secretaria, está chegando para conversar e oferecer apoio. Não dá para enumerar ainda, pois alguns estão em fase de afirmação, mas já dispomos de um significa- tivo número de partidos dispostos a marchar conosco. Estou tendo o tempo que me faltava para poder ouvir intimamente cada um. Agora vou ouvir muito. Exaustivamente. Este será o lema. Diz: Tem algo que todo leitor quer saber. O tradicional aliado, deputado Comte Bit- tencourt, está apoiando seu maior opositor. Assumiu secretarias e cargos na prefeitura. Como está esta situação? FP: Não há mal estar. A política deve ser vista como páginas de um livro. Neste capítulo a história se apresenta desta forma. Mais à fren- te, só Deus saberá. Esta foi uma parceria que funcionou bem durante anos. Nossa relação continua cordial e respeitosa. Neste momen- to ele escolheu outro caminho e eu respeito, mas mantenho a posição que sempre tivemos com relação ao governo municipal do PT: oposição e crítica. Somos amigos e a porta da minha casa estará sempre aberta para ele. Diz: E o ex-prefeito Jorge Roberto Silveira. Onde entra nesta história? FP: O Jorge Roberto é uma liderança indis- cutível. Em quatro mandatos fez muito pela cidade. Merece todo o respeito que possui em Niterói. Já deixou claro que irá me apoiar. É um político experiente e um conselheiro nas horas difíceis. Diz: E outros apoios de peso na cidade de Niterói? Existem? FP: Tenho conversado seguidamente com o PSDB. Conversei algumas vezes com o se- nador Aécio Neves, presidente nacional do partido, e ele demostra muita simpatia pela minha candidatura. No plano municipal tenho conversado bastante com o presidente Silvio Lessa e com o seu filho, o vereador Bruno Lessa; e ainda com o economista Adriano Pi- res. Estes serão certamente grandes parceiros nesta caminhada. Diz: E a questão financeira para a Eleição? FP: Gostei muito das últimas decisões do Tri- bunal quanto a isso. Na eleição passada dis- putei em condições muito desiguais. Os re- cursos do meu oponente eram infinitamente maiores e mais intensos no uso. Desta vez, o Tribunal Eleitoral estabeleceu limites de gasto. Em tese, vamos ficar em condições de igual- dade financeira (apesar do uso da máquina pública) e qualquer exagero do outro candi- dato (como imagino que acontecerá), a popu- lação, o eleitor que hoje cobra transparência e honestidade, vai denunciar, vai protestar. Não será preciso que nós façamos. O grande fis- cal vai ser o povo. Aí, vai ganhar quem deve ganhar, sem este esmagamento financeiro que estamos acostumados a sofrer. Diz:E agora? Como Será? O que virá? FP: Vamos caminhar muito. Olhar dentro dos olhos, falar pessoalmente, ouvir bastante e construir pontes, fincadas no presente, mas com os olhos no futuro. Sou desta cidade, verdadeiramente. Nasci aqui. Aqui estão as minhas raízes, sem rodeios e subterfúgios. Sou um autêntico niteroiense e é pra esta ci- dade que eu gosto detrabalhar.
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    Niterói 23/01 a 13/02/16 www.dizjornal.com 4 Informes Expediente EdgardFonseca Comunicação Ltda. R Otavio Carneiro 143/704 - Niterói/RJ. Diretor/Editor: Edgard Fonseca Registro Profíssional MT 29931/RJ Distribuição, circulação e logística: Ernesto Guadelupe Diagramação: Eri Alencar Impressão: Tribuna | Tiragem 16.000 exemplares Redação do Diz R. Cônsul Francisco Cruz, nº 3 Centro - Niterói, RJ - Tel: 3628-0552 |9613-8634 CEP 24.020-270 dizjornal@hotmail.com www.dizjornal.com Os artigos assinados são de integral e absoluta responsabilidade dos autores. D! Nutrição clara.petrucci@dizjornal.com | Instagram: Clara PetrucciEdição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores Distribuidora Guadalupe 25 Anos de bons serviços Jornais Alternativos - Revistas - Folhetos - Encartes Demonstração de Placas Sinalizadoras Entrega de Encomendas e Entregas Seletivas Niterói - Rio de Janeiro - São Gonçalo - Itaboraí - Magé - Rio Bonito - Maricá - Macaé eguada@ar.microlink.com.br guada@ar.microlink.com.br 99625-5929 | 98111-0289 3027-3281 | 2711-0386 (sec.elet. 7867-9235 ID 10*73448 DG A praticidade para os dias corridos é o que tem imperado nos últimos tempos. Primeiro as lanchonetes especializadas em fast food tomaram con- ta das grandes cidades; agora a maioria se deu conta de que comer rápido e comida industrializada só traz consequências ruins a médio e longo prazo. Veio a slow food, para quem se preocupa com esse momento tão importante para nossa saúde. E os dias corridos? E os prazos? Não tem como co- mer assim todos os dias! E agora? Agora? Uma enxurrada de empresas que fazem “comida natural, comida caseira, comida pra marombeiro”, que entregam no seu trabalho ou na sua casa, tudo pronto! Que maravilha!!! Maravilha para quem não tem tempo de preparar sua comida, mara- vilha pra quem é preguiçoso, pra quem não quer escorregar na dieta, muito bom! Sim! Isso é verdade, mas como é realmente pre- parada essa comida? As técnicas de preparo são realmente cor- respondentes ao que ela vende? Durante a faculdade fizemos uma pesquisa simples: quantas garrafas ou latas de óleo eram utilizadas por mês por estes “produto- res”? A variedade foi de mais ou menos de uma a quatro garrafa por mês! Constatamos que a técnica dietética era completamente aleatória e não seguia nenhum padrão. O meu questionamento sobre isso é: ligue para a empresa que te vende as refeições; pergunte como é preparado o prato que você solicitou, e só peça para uma empresa que você confia; que você sabe que seu ali- mento corresponde realmente ao que você pediu! Como nutricionista, recebo representantes e amostras de refeições e posso afirmar que só indico aqueles que sei que trabalham sério, com alimentos de qualidade com a biossegurança respeitada e toda técnica dietética bem aplicada! Informe-se e utilize a praticidade a favor da sua saúde! Os ganhos saudáveis são reais. O Preparo da Sua Comida Volta às Aulas OColégio La Salle Abel tem, entre os dias 12 e 31 de janeiro, um stand aberto ao pú- blico com diversas atividades gratuitas no primeiro piso do Plaza Shopping Niterói, como parte do evento de Volta às Aulas. Durante esse período, todos os dias acontecerão atendimentos aos interessados, das 10h às 20h, para conhecer mais sobre a Instituição. Além disso, nos fins de semana, das 15h às 20h, ocorrerão divertidas oficinas e educati- vas, como de arte, cupcake e iPads, voltadas às crianças. Para conferir a programação completa, basta acessar o site http://lasalle.edu.br/abel. Mais informações pelo telefone 2195-9800. Exposição de Fotografias das Obras de Niemeyer As obras de Oscar Niemeyer produzi- das em Niterói, é tema da exposição do fotógrafo Paulinho Muniz. Foi aberta dia 20/01, às 19h no Bistrô Mac, subsolo do MAC, na Boa Viagem. São 23 fotografias divididas em 12 pai- néis que ilustram as sete principais obras do gênio da arquitetura na cidade. A mos- tra é um patrocínio do Conselho de Ar- quitetura e Urbanismo do Estado do Rio de Janeiro e a visitação é gratuita e fica aberta até o dia 20 de março. Professor de fotografia da Sociedade Fluminense de Fotografia, Paulinho Muniz diz ter tido o privilégio de acompanhar profissionalmente o andamento das obras de Niemeyer em Niterói. Além do referenciado Museu de Arte Contemporânea, primeira obra de Niemeyer em Niterói e que completa em setembro 20 anos de inaugurado, há belas imagens da Es- tação de Charitas, do Centro Petrobras de Cinema, ainda a ser inaugurado e da garagem subterrânea em frente a Praça do Valonguinho no Centro. Credenciamento para Carnaval As inscrições para o credenciamento dos jornalistas e equipes de órgãos de Comu- nicação, (jornais, rádios, TVs, revistas e mídias da web) interessados na cobertura do desfile oficial do Carnaval de Nite- rói/2016 estão abertas até o dia 27 de janeiro. As solicitações deverão ser encaminhadas por e-mail aos seguintes endereços: co- municação@neltur.com.br ou uesbcn@ gmail.com. No encaminhamento, deverão constar: os nomes dos profissionais designados, os dias de trabalho de cada equipe e a identidade de cada um.
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    Niterói 23/01 a 13/02/16 www.dizjornal.com 5 InternetLaioBrenner - dizjornal@hotmail.com Praga Virtual! Seu Facebook Está Seguro? ORAÇÃOASANTO EXPEDITO Festa 19 de abril. Comemora-se todo dia 19 Se vc. está com algum , precisa de , peça a Santo Expedito. Ele é o Santo dos Negócios que precisam de pronta solução e cuja invocação nunca é tardia. Problema Difícil e aparentemente sem Solução Ajuda Urgente ORAÇÃO Obrigado. : Meu Santo Expedito da Causas Justas e Urgentes, socorrei-me nesta hora de aflição e desespero. Intercedei junto ao Nosso Senhor Jesus Cristo! Vós que sois o Santo dos Aflitos, Vós que sois o Santo das Causas Urgentes, protegei-me, ajudai-me, Dai-me Força, Coragem e Serenidade. Atendei o meu pedido: (fazer o pedido) Ajudai-me a superar estas Horas Difíceis, protegei-me de todos que possam me prejudicar; Protegei minha família, atendei o meu pedido com urgência. Devolvei-me a Paz a Tranqüilidade Serei grato pelo resto da minha vida e levarei seu nome a todos que têm fé. Rezar 1 Padre Nosso,1 Ave Maria e Fazer o sinal da cruz. “para que os pedidos sejam atendidos é necessário que sejam justos”. Agradeço a Santo Expedito a Graça Alcançada.Santo Expedito Dr. Helder Machado Urologia Tratamentode Cálculo Renal a Raio Laser Rua Dr. Celestino, 26 Centro - Niterói. Tels:2620-2084 /2613-1747 Clínica Atendemos UNIMED eParticular Atendimento 24H pelo tels: 8840-0001e9956-1620 N em tudo são flores na vida dos usu- ários do Facebook. Muitos enfren- tam problemas com vírus e levam muito tempo até perceber que estão sendo “atacados”. A ameaça em suas contas de usuário trata-se da instalação de comple- mentos maliciosos nos navegadores de in- ternet dos computadores. Uma praga virtual responsável por publica- ções, das mais diversas, desde traição até os assuntos mais bizarros e pesados, nos perfis dos usuários. Essa prática é chamada de ‘phishing’ (roubo de informações eletrô- nicas). Pois, além de obter as credenciais da conta no Facebook, ela também realiza postagens com o objetivo de redirecionar a uma página falsa todos os amigos do usuá- rio que clicarem sobre os links. Nessa página, será requerida a instalação de uma extensão falsa, que também irá rea- lizar postagens nos perfis de que permitir a sua instalação. Ou seja, seu Facebook e seu computador acabam de ser invadidos. Para remover a praga virtual, é preciso se- guir os seguintes passos: • Google Chrome (Abra o navegador e digite chrome://extensions/ na barra de endereços • Remova todas as extensões suspeitas instaladas, clicando no ícone em formato de lixeira ao lado da descrição da extensão) • Internet Explorer (Abra o navegador e selecione a opção "ferramentas" posiciona- da no canto superior direito do programa • Clique em “Gerenciar Complementos”, localize a aba “barras de ferramentas e ex- tensões”, selecione extensões suspeitas e clique no botão desabilitar, no canto infe- rior direito) • Mozilla Firefox (Abra o navegador e cli- que no menu principal • Localize no canto superior direito a opção "complementos", clique em "opções" e remova todas as ex- tensões suspeitas, clicando no botão desa- tivar) Independente do navegador usado, tam- bém é recomendável que sejam revistas todas as permissões dos aplicativos que po- dem postar em nome do dono do perfil. E para evitar ser marcado, o ideal é que nas configurações de privacidade esteja habi- litada a opção análise prévia antes que o conteúdo seja publicado. Inté!!!
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    Niterói 23/01 a 13/02/16 www.dizjornal.com 6 EdgardFonseca edgard.fonseca22@hotmail.com Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores Está Aberta a Temporada de Guerra O vice presidente da OAB- Niterói, Luciano Alvarenga Cardoso assu- me o comando de todas as comis- sões da entidade. Como se sabe, pratica- mente assumiu o controle da Ordem dos Advogados. Resta saber, se o presidente Antonio José Barbosa da Silva, que fez este acordo previamente, vai suportá-lo. É que Antonio José está no quarto mandato, onde ele sempre mandou e fez isoladamente o que sempre quis. Mal acostumado a co- mandar a OAB, como se fosse uma proprie- dade particular, não vai suportar os novos caminhos “progressistas” do seu vice. E por falar em Antonio José, acabo de re- ceber um áudio, onde a ex-presidente da Comissão da OAB-Mulher, Namara Gurupy Emiliano de Freitas, se diz desapontada com o comportamento imprevisto e subterrâneo do presidente Antonio José, que sem moti- vos lógicos, a substituiu “após os 45 minu- tos finais” da presidência da Comissão que ela vinha desempenhando as funções com louvor. Já estava se preparando para a pos- se do próximo triênio quando foi comunica- da que a Comissão teria outra presidente. Agora, com a sua ancestralidade indígena, Namara Gurupy está em pé de guerra! Para resumir, ela diz textualmente que An- tonio José é um mau caráter. Não pretendo discutir esta sentença, mas, julgamentos e controvérsias à parte, real- mente é de se estranhar. A Dra. Namara fez boas gestões, lutou e vestiu a camisa do presidente durante e na eleição recente da Ordem. Foi um dos seus melhores cabos eleitorais e recebe a destituição como re- compensa? Incompreensível. Outras moças, trocadas na Comissão, são resultados das preferências eleitorais. Quem não apoiou abertamente Antonio José, não terá qualquer função na institui- ção. Toninho é eleitoralmente vingativo e está mais interessado nos seus rancores do que na produção de ações de excelência que estas pessoas possam realizar. E quem perde mesmo é a Subseccional de Niterói, a maior de todas do Estado, exceto a capital. Coletivos a Peso de Ouro Aprefeitura de Niterói aceita e con- cede obedientemente o aumento das passagens dos ônibus municipais. Generoso aumento, visto que nada me- lhorou ou foi acrescido como serviço de transporte. A verdade é que quem man- da mesmo são os empresários. Mandam e todos obedecem, exceto uns poucos vereadores. No final da recente CPI dos ônibus em Niterói ficou patente que o custo de $2,70 seria mais que justo e com fol- ga e lucro. Entretanto, a população está enfrentando $3,80. O vereador Bruno Lessa, mais uma vez entrou como uma representação no Mi- nistério Público, pleiteando a redução do valor das passagens. Tomara que consiga qualquer coisa, visto que o que temos é in- concebível. O que escuto deste “gerente municipal” é que vai “ordenar” a retirada de circulação dos ônibus sem ar condicionando, desde que o direito adquirido da população é que todos os carros sejam refrigerados. Não há cumprimento desta norma, nem sanções Vistoria do Desespero Para começar, vistoria automotiva é algo que foi criado para tomar mais dinheiro do contribuinte, ser um meio de chantagem e via de corrupção. Muitos Estados brasi- leiros já aboliram esta prática abominável. Aqui, no Rio de Janeiro o problema é mais grave. Os agendamentos são feitos em da- tas e lugares inóspitos, e quando chega a hora da tal, não é possível fazê-la pois o Estado não pagou a “empresa contratada” para realizar um serviço. O Estado deveria ser autossuficiente nos seus serviços, prin- cipalmente tratando-se de abusos. A bem da verdade, não precisa de empre- sa nenhuma. A máquina estadual tem fun- cionários estatutários, outros fantasmas, e tantos subaproveitados, que poderiam fa- zer esta função ridícula com as duas mãos amarradas e de olhos vendados. É vergonhoso este modelo de Estado, in- chado, viciado, picareta e ineficiente. Será que não tem um deputado nesta terra para ter a coragem e a decência de apre- sentar uma lei de extinção desta aberração? Demonizando a Lava Jato Acho inusitado o comparativo que al- guns advogados, réus e interessados fazem da Operação Lava Jato com a Dita- dura Militar. Só faz um comparativo deste quem está interessado em desacreditá-la para auferir ganhos, inclusive os milionários pagos pelos réus aos seus advogados. Fa- zer um comparativo absurdo como este é não querer que as leis sejam aplicadas ou não tomou uns afogamentos em um tonel com água suja, ou choque elétrico nos ór- gãos genitais nos porões da Ditadura. Se estes ladrões safados fossem levados para um destes porões, não fariam tal e absurda comparação. O que se deveria questionar são estes ho- norários pagos com dinheiro roubado da Petrobras, Fundos de Pensão, Correios, BNDS e outras entidades pertencentes ao povo. Estes bandidos deveriam ser defendidos por defensores públicos e o dinheiro des- viado, integralmente devolvido aos cofres públicos. O resto é firula bandida! como resposta. Aí, o “alcaide” resolve retirar os ônibus que não possuem refrigeração. Quem perde é a população, com menos oferta de coletivos. Ele deveria obrigar a instalação do equipa- mento, não diminuir o número de ônibus em circulação. Este é o exemplo típico de solução torta. Quer resolver a prática do adultério que- brando a cama... Só chamando o Gepetto para lhe dar uma bronca. “Aprende a pensar menino!” Antonio José Barbosa e Namara Gurupy
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    Niterói 23/01 a 13/02/16 www.dizjornal.com 7 Ediçãona internet para Hum milhão e 800 mil leitores Difícil de Entender OPDT nacional anunciou que é fiel ao governo da Dilma e que é contra o seu impedimento. Até aí é normal. Está defendendo o seu Ministério e os muitos cargos no governo. A nota difícil de entender é o lançamento do Ciro Gomes (histórico e declarado inimigo do PT, junto com seu irmão Cid Gomes), para concorrer a presidência da Re- pública em 2018. E acreditam que terá o PT como aliado nesta empreitada... Primeiro, deixa implícito que o PT não terá candi- dato próprio, o que excluí Lula da disputa, acre- ditando que ele estará preso ou morto politica- mente. Segundo, que ainda faltam dois anos para o pleito e é tempo suficiente para Ciro Gomes (foto) arrumar uma briga dentro do próprio PDT, tentar mandar ou destituir o Lupi, e “botar fogo em Roma”... É só esperar... Humor na Cadeia Opecuarista José Carlos Bumlai, amigo do Lula, e preso desde novembro de 2015, na Operação Lava Jato, quer ser reconhecido como uma espécie de bem feitor nacional. Alega que já fez muito pelo país e não é reconhecido. Em resposta às acusações feitas contra ele pelo Ministério Público Federal (MPF), ele (junto com seus advogados) diz que a denúncia é uma tentativa de incriminar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Que está sendo usado como isca, Apelou para que Lula seja sua testemunha de defesa. Di- ficilmente terá êxito, Lula só defende a sua própria pele. Vide, José Dirceu, Genuino, Delcídio Amaral e até o Va- cari. A verdade é que o MP está convocando-o com a nomenclatura de “testemunha”, mas tem o inquirido frontalmente para que ele explique está sua relação com o Bumlai, as manobras do seu filho e suas tantas ligações. Lula é escorregadio e sempre tira o corpo. O problema sempre está nos outros. Nele, jamais! Saindo de Cena Oprefeito de Maricá, e presidente do PT Estadual, Washington Quaquá, apostou na candidatura de Lurian, filha mais velha do Lula. Ouviu os protestos da população que não reconhecia nela nenhuma afinidade ou identidade com a cidade, além de não ter trazido qualquer benefício para o município. Ele e sua mulher a deputada Rosângela Zeidan, investiram neste projeto, mas agora estão sem entender a mecânica mental da Lurian. Ongs à parte, candidatura e outras benesses, a Lurian “da Silva” saiu de cena. É provável que o desgas- te do partido e especialmente da sua família a tenham feito desistir. Levou contigo os seus pertences … ZAPS... A UNILASALLE-RJ inaugura no próximo dia 02 de Fevereiro, às 16h, o Espaço Con- selheiro Benno Sander (ex-Irmão Cassiano) na Biblioteca LA SALLE no Campus do Centro Universitário LA SALLE em Santa Rosa. Falência Batendo na Porta Quem quiser que se segure. Este des- governo nacional do PT, espoliou, sugou, mamou, roubou este país de to- das as formas. Restam escombros econômicos com um ministro da Fa- zenda fazendo pose de salvador. Agora a nossa situação de dependência ao capi- tal exterior nos faz cada dia mais escravos. A eco- nomia está se dolarizan- do e todas as respostas que ouvimos se diz que é culpa do dólar. Quem tinha empréstimos em dólar está passado um mau pedaço. Um exemplo de tristeza, aí está a falência das Lojas Leader. Nascida em Miracema, negócio doméstico entre irmãos, cresceu e se tornou um elefante movido a dólar. Os empréstimos estrangeiros de juros generosos tinham um dragão escondido. A família Gouveia ainda detêm um pedaço desta empresa e vai ser responsável por esta parcela na hora de pagar a conta. Lamento muito. A Leader, embora já descaracterizada, tinha a cara de Niterói. Tomara que um evento saneador ainda possa salvá-la. No final de ano, no Copacabana Palace reuniram-se membros do Ministério Público e desenbar- gadores, numa confraternização em alto estilo. Na foto, procurador Paulo Ivan Teixeira, Fer- nanda e Marcelo Buhatem (desembargador). MP Comemora em Alto Estilo Gabriel Abilo José Carlos Bumlai Lurian da Silva
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    Niterói 23/01 a 13/02/16 www.dizjornal.com 8 RendaFina Aniversariantes da Edição Helena Tavares Jane Gomes da Costa Alvaro Fernandes Lenita Lopez Raquel Paiva Cerino Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores Comunidade Acadêmica em Festa Reitor Sidney Mello e a esposa Thaise Ceises Vice-reitor Antônio Nóbrega e a esposa Angela Carvalho Rita e Tarcísio Rivello O cirurgião plástico Luiz Fernando Miranda e esposa, a gastroenterolista, Verônica Dias Arquivo Diz
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    Niterói 23/01 a 13/02/16 www.dizjornal.com de“Águas de Niterói” que sempre tem um problema. São vazamentos, esgotos que entopem, são lentos nos atendimentos e a água é cara. Nesta semana um carro foi tragado por uma cratera aqui no Engenho do Mato. De re- pente o chão se abriu! A responsabilidade ficou por conta de mais um “servicinho” das Águas de Niterói. Quando será que eles vão trabalhar sério, respeitando o di- nheirão que nos cobram? “Serão somente pegadinhas”? Nua em cima de uma viatura da PM Por esta, realmente, ninguém esperava. Uma mulher subiu numa via- tura de polícia (PM) no Largo da Batalha e come- çou a tirar a roupa. Ficou nua, até ser contida. Até que não desagradou a quem passava. Valeu a loucura ou ousadia des- medida. Doida, mas com o corpinho na medida! 9 Conexões erialencar.arte@gmail.com E! Games dizjornal@hotmail.com Jêronimo Falconi Módulo PB R$ 240,00Por inserção ou 12 inserções por R$ 2.590,00 em 6 mensais de R$ 432,00 Anuncie Aqui Perigo Para Seu Bolso D esenvolver um game é algo muito caro. Tão caro que nem mesmo milhões de vendas conseguem compensar o valor investido e trazer o lu- cro esperado. E por isso as empresas estão apostando em novas formas de trazer esse retorno após o lançamento. O DLC (conteúdo baixável) e as expansões foram os primeiros sinais dessa tendência. Esses extras servem tanto para expandir a experiência para os jogadores quanto para trazer lucro para a desenvolvedora. Seja para compensar o que faltou para o jogo “se pagar” ou para ampliar os rendimentos, esse é o dinheiro que vem fácil — e é por isso que ele incomoda tanto o consumidor, são as chamadas “microtransações”. Em essência, toda microtransação é um DLC, afinal trata-se de um conteúdo ad- quirido por download. Na maioria dos casos, o formato é adotado para vender elementos, como roupas, enfeites ou uma skin diferenciada. Esse tipo de “perfumaria” era algo bem característico dos games free- to-play; basta olhar os últimos lançamentos para perceber que a ideia já foi abraçada pelas desenvolvedores. Contudo a verda- deira polêmica veio quando a EA anunciou que Dead Space 3 teria uma loja de fabri- cação de armas. A primeira reação que vem à mente quan- do pensamos na venda de conteúdos para jogos, sejam DLCs ou microtransações, é a revolta. Afinal, pagamos caro em cada jogo e é bem frustrante saber que temos de desembolsar mais para ter acesso a outros conteúdos. No entanto, não há nada que possa ser feito: o formato já é uma reali- dade e é bem pouco provável que ele seja aposentado só porque nós queremos. Que os jogos são caros - e não apenas para os desenvolvedores. Sabemos como nin- guém o quanto pesa no bolso acompanhar os lançamentos. É por isso que notícias sobre DLC é algo tão frustrante. Imagine pagar R$ 200 em um título e ainda ter de pagar mais para evoluir dentro dele. A prova de que as microtransações vieram para ficar é que grandes empresas já ado- taram o formato. E mais do que oferecer extras, algumas companhias transforma- ram seus blockbusters em jogos gratuitos e adicionaram elementos de loja. É o caso da Sony com o multiplayer de Uncharted 3: Drake’s Deception. Você pode baixar o jogo sem pagar um centavo por isso, mas será preciso desembolsar alguns dólares para acessar os modos cooperativo e com- petitivo. Trata-se de uma estratégia simples: você tem a falsa sensação de liberdade de que está montando o game à sua maneira quan- do, na verdade, está pagando muito mais nesses pedaços do que se fosse atrás do título em disco. A vantagem é que essa venda não oferece nenhum desequilíbrio às partidas e pode ser bem econômica para quem quer apenas uma modalidade do mul- tiplayer. O mesmo acontece com Everybody Dance. O título também passou a ser distribuído de graça, mas completamente vazio. Assim como em Uncharted, isso fazia com que o catálogo completo ficasse muito mais caro que o jogo original, mas é uma ótima al- ternativa para quem quer apenas uma ou outra faixa. A verdade é que todos esses games são apenas o início de uma nova tendência que começa a ganhar força na indústria e que certamente estará presente em futuros lançamentos e principalmente na nova ge- ração. Até a próxima! “ Servidores da Prefeitura Sem Salários Servidores da prefeitura que recebem sa- lários em contratos com carteira assinada (CLT) ou RPA são sempre jogados para se- gundos e terceiros planos. Nossos salários não são pagos e a única resposta que obte- mos é: sem previsão! Eles (prefeitura) não respeitam nossas obrigações. As nossas contas ficam atrasadas, pagamos juros e às vezes ficamos sem dinheiro para primeiras necessidades, como alimentação e aluguel. Eles têm dinheiro para tudo: publicidade excessiva, calçadas de granito para puxar o saco da Zona Sul, mas não respeitam quem trabalha e depende deste soldo. Este pre- feito é um enganador! Crateras como “Pegadinhas” Não pode chover na Região Oceânica de Niterói. Choveu, lá vamos todos para o alagamento! Tem lugares que a água passa dos 50 cm de altura. E ainda temos esta tal
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    Niterói 23/01 a 13/02/16 www.dizjornal.com 10 FernandoMello - fmelloadv@gmail.com Fernando de Farias Mello ATENÇÃO PARAA MUDANÇA Novos e-mails do Jornal Diz Redação dizjornal@hotmail.com | contato@dizjornal.com Editoria edgardfonseca22@hotmail.com Fernando Mello, Advogado www.fariasmelloberanger.com.br e-mail: fmelloadv@gmail.com O Inaceitável J á que o PT desceu ladeiras e mais ladei- ras, e anda pisando na bola e na lama, não conseguindo mais se livrar do perfil de partido ligado à corrupção, neste mo- mento, a incompetência de alguns gover- nantes é o que se destaca. Começarei com o nosso governador Pezão, que foi eleito por dois motivos: 1) por fal- ta de opção melhor, os eleitores votaram nele; 2) era amigo da Dilma, que também foi eleita e por isso recebeu mais votos dos petistas. Pezão possui, de qualquer forma, um currí- culo muito bom. Mas possui amigos estra- nhos, importantes e nada confiáveis. Seu amigo Sérgio Cabral, por exemplo. Não sei como ele se transformou em milionário em poucos anos. É amigo de Dilma, amigo de Lula, amigo de Cunha, amigo de Delcí- dio Amaral... O Pezão, que sempre foi tido como um ágil administrador público está hoje sofrendo com a “falta de verba”. Ora! Não é surpresa a redução dos royalties; Não é surpresa a recessão que o país passa por causa da má gestão de Dilma, sua amiga. Por isso, o que sur- preende mesmo é Pezão gastar mal e mesmo sabendo que isso tudo está acontecendo. Não foi falta de previsão. O Estado do Rio está com (muita) dificuldade para pagar os salários dos seus funcioná- rios. Não faz a manutenção dos helicópteros dos Bombeiros e da Polícia Civil, por exemplo. Está tudo indo ao chão, como previsto por todos, menos Pe- zão. Niterói também passa pela mesma síndrome do “superen- dividamento”. Governos segui- dos e irresponsáveis vêm fazendo empréstimos em todos os lugares possíveis e com carência para o início do pagamento. Ou seja, a dívida ficará para os próxi- mos governos. Em breve e por conta dos gastos irresponsáveis, es- cutaremos o nosso prefeito Rodrigo Neves reclamando da falta de verbas para pa- gamento do funcionalismo municipal e, certamen- te como bom petista que é, começará a atrasar em primeiro lugar os salários dos professores munici- pais e deverá seguir num ritmo destruidor até não conseguir mais pagar os fornecedores e empreiteiras (essas ficarão por último porque mais importantes que a educação. Não sei o porquê o PT não quer educar o povo adequadamente). O PT não reconhece, mas está educando o povo pelas mãos do Juiz Moro, do processo Lava-Jato. Suas decisões e mandados de prisão, seus interrogatórios, seus atos completamente dentro da legalidade estão descortinan- do a corrupção em alto nível, deixando as claras que o PT sempre batalhou para garantir a presença do Estado na Petro- brás para descobrirmos que isso era para esvaziar os seus cofres com operações fraudulentas; corrupção passiva e ativa; desmandos administrativos; fomento de formação de quadrilhas dentro da em- presa. Só não quebraram de vez a estatal porque a Operação Lava-Jato estancou a sangria. Amigos do PT estranhamente se prote- gem mutuamente. Um que se destaca neste quesito é o prefeito do Rio, o pee- medebista Eduardo Paes, que está fazen- do um movimento em defesa da Dilma. Paes também é amigo do Eduardo Cunha, a quem chamou de “meu Primeiro Minis- tro”. Outra de Paes é tentar emplacar o seu secretário Pedro Paulo, que agrediu fi- sicamente sua ex-mulher em duas oportu- nidades em 2008, como seu candidato à prefeitura do Rio. Algo está errado com os governos do Es- tado do Rio, de Niterói e da cidade do Rio. agoratodocelular tem,pelomenos, trêsmodos:normal, silenciosoefazendo barulhopelosseus direitos. #carteiradadobem carteiradadobem.com.br Alerj. Aqui você tem poder. Baixe na Quem lê jornais ou assiste à TV pelo menos três vezes por semana já sabe o que está acontecendo no Estado do Rio e em Niterói. ÉSóEsperar... VocêsNemImaginam... Quem Mandou Votar em Mim?
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    Niterói 23/01 a 13/02/16 www.dizjornal.com PelaCidade 11 Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores Nova Diretoria da Delegacia Sindical de Niterói- SINDIFISCO T omou posse nesta terça-feira (19) a nova diretoria da Delegacia Sin- dical de Niterói, do Sindicato Na- cional dos Auditores Fiscais da Recei- ta Federal - SINDIFISCO NACIONAL. Marcelo Bragança Bazhuni, presiden- te eleito, enfatizou no discurso de pos- se que o movimento sindical quer tornar público a importância do Auditor Fiscal da Receita Federal na construção de um Estado forte, com economia equilibra- da, garantindo os recursos para os servi- ços essenciais, promovendo justiça fiscal, combatendo a sonegação e a corrupção. Destacou, ainda, ser equivocada a polí- tica da simples majoração da carga tri- butária, quando o correto seria dotar a Receita Federal dos recursos necessários para intensificar o combate à sonegação. Diversas autoridades e políticos da cidade prestigiaram a cerimônia. Estavam presen- tes o presidente do PDT, Felipe Peixoto, o vereador Bruno Lessa, a superintendente da Receita Federal, Denise Fernandez, o delegado da Receita Federal de Niterói, Ri- cardo Romanini, o delegado-Chefe da Po- lícia Federal de Niterói, Ronaldo Cortese, o secretário municipal de Fazenda, César Barbiero, Mário Grillo, da Associação dos Procuradores Municipais, a gerente Execu- tiva do INSS de Niterói, Elzi Ferreira, o ex-prefeito de Niterói, Waldenir de Bragan- ça, o Médico-Perito do INSS, Luiz Eduardo Nacif, o auditor Fiscal Sérgio Artur, o presi- dente da UNAFISCO, Antônio Dias, a pre- sidente da AFIPERJ, Maria Ana da Silva e o vice-presidente da Delegacia Sindical do Rio de Janeiro, Robson Lassarot. Prêmio FIRJAN Ação Ambiental O Sistema FIRJAN vai premiar as em- presas do estado do Rio que se destacam na gestão ambiental e no desenvolvimento sustentável. Estão abertas as inscrições para a quarta edição do Prê- mio FIRJAN Ação Ambiental, que é dividi- do em cinco categorias: Gestão de Água e Efluentes; Biodiversidade e Serviços Ecos- sistêmicos; Gestão de Gases de Efeito Estu- fa (GEEs) e Eficiência Energética; Gestão de Resíduos Sólidos; e Relação com Públicos de Interesse. O objetivo da iniciativa é reconhecer o em- penho na busca por soluções criativas e eficazes em processos de redução no con- sumo de água e de seu reuso, uso sustentá- vel da biodiversidade, recuperação de áreas degradadas, redução da emissão de gases de efeito estufa, eficiência energética, cole- ta seletiva, reaproveitamento de materiais, uso de tecnologia na gestão de resíduos só- lidos e programas de educação ambiental, entre outras práticas de sucesso ligadas ao meio ambiente. Podem participar empresas de todos os portes que tenham desenvolvido ações no estado do Rio de Janeiro. As inscrições po- dem ser feitas até 31 de março de 2016 no site www.firjan.com.br/acaoambiental, onde também está disponível o regulamen- to completo. Dúvidas podem ser esclare- cidas através do e-mail premioambiental@ firjan.org.br. Bruno Lessa, Sergio Artur Nascimento, Marcelo Bazhuni, Antonio Dias e Ronaldo Cortese “Noel é 100” no Espaço Furnas Cultural E stá em cartaz no Espaço Furnas Cul- tural, (Rua Real Grandeza, 219, Bo- tafogo, Rio de Janeiro) desde o dia 21 de janeiro, a exposição “Noel é 100”. São 53 caricaturas, com abordagem em dos múltiplos talentos do ‘Poeta da Vila’ - a caricatura . Pode ser visitada entre 22 de janeiro e 6 de março de 2016. As obras escolhidas são apresentadas ao lado de 6 caricaturas do consagrado Antô- nio Nássara, amigo e parceiro de Noel, além de 7 trabalhos de artistas convidados, sob curadoria de Zé Roberto Graúna. A mostra é composta por 40 trabalhos premiados, e o projeto vai apresentar ao público uma nova visão sobre o sambista Noel Rosa, a face caricaturista daquele que pintava dife- rentes tipos de pessoas em suas músicas. É uma viagem no tempo: os trabalhos ex- postos passeiam não só pela figura do pró- prio Noel, como também pela de muitos de seus contemporâneos. O artista aparece acompanhado dos parceiros musicais, dos cantores de suas produções e de outras fi- guras que estiveram ligadas à sua trajetória, naquele momento em que a história ganha- va aceleração especial no Brasil, em particu- lar na capital, o Rio de Janeiro.A exposição foi idealizada em homenagem ao centená- rio do artista, completado em dezembro de 2010. O trabalho é resultado de um grande concurso nacional promovido pelo Instituto Memória Musical Brasileira (IMMuB).
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    Niterói 23/01 a 13/02/16 www.dizjornal.com necessáriopassear com o seu pet, o dono deve testar a temperatura do asfalto mantendo o pé descalço por alguns segundos para sentir o nível de aquecimento do chão. “No caso do seu cão queimar os coxins – aquelas almofadinhas das patas – será preciso usar hidratante ou mesmo uma poma- da específica para a queimadura, caso tenha alcançado a pele do animal”, explicou. Os únicos lugares onde se encontram as glândulas sudoríparas são nos coxins plan- tares e palmares e nariz. Entretanto, mais de 90% da transpiração e, consequente- Em Foco 12 Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores Histórias do Mar C om duração de 60” o monólogo “Histórias do Mar” é um texto em prosa poética, envolvido pela poéti- ca de Caymmi. Ele é entremeado com músi- cas de Dorival Caymmi, num texto de Maria Muito Calor, Imagine o Seu Cão! A s altas temperaturas atingidas no verão não incomodam apenas o homem, mas também os animais, que sofrem com o calor intenso. Atenção especial para os cães, gatos, coelhos, en- fim, qualquer um desses peludos. No que se refere aos cães é preciso adotar cuidados relevantes a fim de preservar a sua saúde e bem-estar. Tanto a insolação (exposição direta ao sol), quanto a intermação (expo- sição ao calor de forma indireta) aumenta a temperatura corporal e é bastante frequente em pets nesta época do ano, com sintomas que vão do olhar ansioso e expressão de- lirante à salivação excessiva e aumento da frequência respiratória. De acordo com a Dra. Amanda Caldas, do Hospital Veterinário Niterói, nesse período de altas temperaturas deve-se evitar os pas- seios diurnos com os cães, sobretudo no horário das 10h às 17h, e oferecer sem- pre água fresca, de preferência, com alguns cubos de gelo. Entretanto, se for mesmo mente, da troca de calor dá-se pela respiração; ou seja, caso o seu animal esteja muito ofegante deduz-se que ele deva estar sen- tindo muito calor e sua tempera- tura está se elevando. Agora, é preciso ter um cuidado especial com as raças braquicefá- licas, como o pug, buldogue in- glês e buldogue francês, com o focinho achatado e o nariz muito fechado, o que dificulta a respira- ção e, consequentemente, o res- friamento do corpo. Nesse caso, muitas vezes uma rinoplastia, ci- rurgia para correção dessa ano- malia de origem racial, melhora as condições físicas do animal, assim como uma palatoplastia, cirurgia para correção do palato alongado, que melhora a respiração, reduz o ronco e elimina o estresse. Caso seu cão apresente características co- muns de superaquecimento, tente resfriá-lo imediatamente com bolsas frias de gelo, água gelada e ar condicionado. Se mesmo assim você não perceber uma melhora do animal, procure, o quanto antes, um aten- dimento veterinário de emergência. Outras dicas que refrescam os cães no verão - A tosa higiênica na barriga e embaixo das patas, a cada 15 dias, é essencial para o bem-estar de alguns cães muito peludos, como o shih-tzu e o golden retriever, por exemplo. - Gatos e coelhos também devem ser sub- metidos à tosa higiênica. E, ao contrário do que se pensa, os gatos podem e devem to- mar banho. - Os banhos devem ser de morno para frio, nunca quente, nesta época do ano. Cuida- do principalmente com o buldogue inglês e o buldogue francês. O espetáculo está no Teatro da UFF, nos dias 29, 30, 31 de janeiro, às 20h, com entradas a 15,00 (meia) – 30,00 (inteira). (Com a filipeta, 15,00 – recorte do jornal). Helena Latini e dirigido por Sady Bianchin, com assistência de Marcela Giannini. Tem ainda a participação do ator Sérgio de Paula e do músico e também ator, Renato Badeco, no violão. A Produção Executiva é de Cristhina Ramos. No enredo, Josemar, pescador, contará suas lembranças a partir do aprendizado com o pai. Falará sobre a vida comunitária, fami- liar, os festejos e sobre muitas aventuras e histórias de heróis pescadores.