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DICAS PARA
ORGANIZAR E
MANTER EQUIPES
DE LITURGIA
E CANTO NA
PARÓQUIA
Apresentação
Para alguns, a organização e o bom funcionamento das pastorais pode ser
algo muito fácil e até intuitivo. Para outros, gerir todo este processo
demanda esforço e superação de muitos desafios. Neste texto,
traremos algumas dicas como o reconhecimento das lideranças,
conceitos de planejamento pastoral, necessidade de comunicação e o
acompanhamento das ações. Estes passos – que podem ser desenvolvidos
de modo simples – podem minimizar impactos negativos que são natu-
rais neste processo de construção. Confira!
02
03
Identifique as lideranças
e coloque-as em atividade
Para a criação e manutenção de uma pastoral, procure fazer o exer-
cício de identificar as lideranças de sua paróquia. Um trabalho que
exige proximidade, relacionamento e diálogo com os fiéis. Um líder
nem sempre nasce pronto, mas costuma ter aptidões e identificação
com alguns serviços específicos. E é alguém que costuma ser ouvido
pelas pessoas. “Liderança não é sobre títulos, cargos ou hierarquias.
Trata-se de uma vida que influencia outra” (John C. Maxwell).
No caso de perfis de liderança que desejam servir no canto e na
liturgia, procure reuni-los e motivá-los a comprometerem-se com o
serviço e com a formação. De acordo com a maturidade de cada um,
dê atividades, metas para que se desenvolvam, para que a
motivação se transforme em ação e crie um vínculo de responsabili-
dade e pertença na dimensão pastoral. Com estes líderes, você pode
montar um planejamento das atividades de criação das equipes.
04
Planejamento pastoral
e Análise SWOT
Um bom planejamento pastoral começa com uma autoavaliação
sincera e profunda a partir de questionamentos adequados sobre o
contexto que se pretende atuar. Observe bem as necessidades
(exemplo: as demandas têm sido correspondidas?), os pontos fortes,
os fracos. Dê nomes às oportunidades, às ameaças – considerando o
contexto interno e externo – e pense em um calendário de atividades.
No caso da definição de “forças e fraquezas”, elas são avaliadas na
realidade interna da paróquia.
Forças
- Que vantagens minha paróquia tem?
- Quando avalio minha comunidade, como um todo, em que ela se destaca?
- O que os paroquianos mais apreciam na vida paroquial, sobretudo na dimensão litúrgica e do canto?
Fraquezas
- Onde podemos melhorar?
- O que seus paroquianos não gostam?
- Já perdemos fiéis por algum motivo relacionado à falta de zelo quanto à vida litúrgica na paróquia?
- Conseguimos assistir bem todas as solicitações que surgem como demanda para o serviço de
liturgia e canto?
Para conhecer e avaliar as “oportunidades e ameaças”, precisamos olhar para o contexto externo.
Aqui, sugerimos algumas perguntas que podem ser feitas:
- A localização geográfica da paróquia pode ser considerada uma oportunidade para atingir a meta
da criação e manutenção da equipe?
- Há previsão de eventos (missas, grupos de oração, cursos de batismo, casamentos)? (Estes eventos
podem ser considerados oportunidades porque movimentam os envolvidos na direção da excelência
e da formação.)
- Existe algum curso de canto/música em algum local próximo à paróquia?
Algumas perguntas podem ser feitas e, claro, documentadas:
05
Ouvir as pessoas também faz parte do processo comunicativo. Além
de trabalhar em equipe, busque conhecer a experiência de quem já
caminhou mais adiante. Avalie objetivamente como está a liturgia e o
canto em sua comunidade hoje e vislumbre onde querem chegar.
Exemplo: Queremos X equipes que sirvam nas celebrações
dominicais, nas Celebrações da Palavra, nas exéquias, nos batizados
e nas bênçãos diversas. Mais adiante mostraremos que é possível
definir e distinguir os setores de serviço dentro da pastoral da liturgia
e do canto.
Não esqueça de comunicar todo este processo aos envolvidos. Às
vezes, boas iniciativas não caminham por falta de comunicação
adequada.
Este processo de planejamento – e comunicação – exige que se
trabalhe também na montagem de um calendário. Com ele, é possível
ter uma visão global da vida paroquial e dá às pessoas a oportunidade
de se situarem nas atividades propostas. Ajuda também a organizar as
tarefas, restringir algumas e ser capaz de direcionar esforços para
cumprir com a assistência litúrgica cada um dos eventos.
No planejamento
a comunicação é
fundamental
06
Depois de refletir sobre a situação atual da paróquia, necessidades, planejamento, calendário, uma ação
bem concreta pode ser a oferta de uma formação inicial sobre liturgia e canto. Pode ser um
atrativo para pessoas em sua comunidade que desejam se aprofundar mais no tema. Este curso precisa ser
preparado com muita seriedade, pois a liturgia na vida paroquial precisa ser vivida sob esta perspectiva.
O Concílio Vaticano II recomenda: “(…) haja, em cada diocese, a comissão de liturgia sacra, para promover
a ação litúrgica, sob a orientação do bispo. Poderá, às vezes, ser oportuno que várias dioceses formem
uma só comissão para promover em conjunto a ação litúrgica” (Constituição Sacrosanctum Concilium,
n. 45). Deste modo, uma dica é buscar o apoio de sua diocese na organização deste evento, desde o
material de formação até mesmo no auxílio de pessoas que possam conduzir os momentos de ensino.
Neste curso inicial, pode haver uma formação comum para todos – que tratará aspectos da vida litúrgica
na paróquia –, mas também uma experiência de workshop (canto e liturgia) para o desenvolvimento de
questões práticas e técnicas que podem despertar o desejo e a autoconfiança para o serviço.
Um curso básico pode ser
um bom começo
07
Trabalhe no grupo a mentalidade de que uma equipe de liturgia precisa ser
consciente da mística de serviço e comprometida com a paróquia. É muito
importante garantir certo padrão, sempre em comunhão com a Igreja, na
organização e na formação litúrgica de todos.
Podemos sugerir que os principais serviços de uma equipe de liturgia são: animação
e apoio da vida litúrgica (que inclui o canto), planejamento, coordenação e formação.
É fundamental que as pessoas que participam desta equipe amem e vivam a
liturgia. Além disso, é imprescindível que tenham disposição para se aprofundarem
e desenvolver este carisma (serviço). A liturgia é um grande tesouro da Igreja.
Formada a equipe,
faça uma clara
distinção dos
serviços e setores
08
Depois de formada a equipe e identificados os seus responsáveis, siga
acompanhando periodicamente as lideranças e o trabalho desenvolvido.
É importante que as pessoas se sintam amparadas. Que tenham alguém que ouça
e acolha os desafios, facilite o acesso à informação, ajude a lidar com processos
burocráticos e aponte soluções. Além de ser alguém que se estabeleça como ponto
de unidade da atuação pastoral.
Seguindo estas dicas, você pode colher bons resultados. Experimente!
Acompanhe o
andamento das
equipes
09
Q U E M S O M O S ?
A Edições CNBB foi criada no dia 14 de dezembro de 2005; com sede em Brasília,
Distrito Federal, no SESUL Quadra 801, Conjunto "B", CEP 70200-014. É uma
entidade sem fins lucrativos, mantida pela Conferência Nacional dos Bispos do
Brasil (CNBB), uma associação civil, de direito privado.
O R G A N I Z A Ç Ã O
A Editora está sob a responsabilidade última da Presidência da CNBB, e tem a
seguinte estrutura organizacional: Presidência, Diretoria Editorial, Conselho Gestor,
Conselho Editorial e Conselho Fiscal.
V I S Ã O
"Ser a editora oficial em língua portuguesa dos documentos, livros litúrgicos,
subsídios e produtos da SANTA SÉ, do CELAM, da CNBB e de outras instâncias da
Igreja, consolidando presença marcante no mercado editorial".
O B J E T I V O
A Edições CNBB é destinada à publicação, divulgação, venda e distribuição de
documentos e subsídios da CNBB e da Igreja, úteis ao cumprimento de sua missão
evangelizadora, sob a forma de livros, brochuras, folhetos, jornais, revistas, CD-ROM
e outros meios gráficos ou digitais incorporados pela tecnologia vigente.
10
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Dicas Equipes de Liturgia e Canto

  • 1. DICAS PARA ORGANIZAR E MANTER EQUIPES DE LITURGIA E CANTO NA PARÓQUIA
  • 2. Apresentação Para alguns, a organização e o bom funcionamento das pastorais pode ser algo muito fácil e até intuitivo. Para outros, gerir todo este processo demanda esforço e superação de muitos desafios. Neste texto, traremos algumas dicas como o reconhecimento das lideranças, conceitos de planejamento pastoral, necessidade de comunicação e o acompanhamento das ações. Estes passos – que podem ser desenvolvidos de modo simples – podem minimizar impactos negativos que são natu- rais neste processo de construção. Confira! 02
  • 3. 03 Identifique as lideranças e coloque-as em atividade Para a criação e manutenção de uma pastoral, procure fazer o exer- cício de identificar as lideranças de sua paróquia. Um trabalho que exige proximidade, relacionamento e diálogo com os fiéis. Um líder nem sempre nasce pronto, mas costuma ter aptidões e identificação com alguns serviços específicos. E é alguém que costuma ser ouvido pelas pessoas. “Liderança não é sobre títulos, cargos ou hierarquias. Trata-se de uma vida que influencia outra” (John C. Maxwell). No caso de perfis de liderança que desejam servir no canto e na liturgia, procure reuni-los e motivá-los a comprometerem-se com o serviço e com a formação. De acordo com a maturidade de cada um, dê atividades, metas para que se desenvolvam, para que a motivação se transforme em ação e crie um vínculo de responsabili- dade e pertença na dimensão pastoral. Com estes líderes, você pode montar um planejamento das atividades de criação das equipes.
  • 4. 04 Planejamento pastoral e Análise SWOT Um bom planejamento pastoral começa com uma autoavaliação sincera e profunda a partir de questionamentos adequados sobre o contexto que se pretende atuar. Observe bem as necessidades (exemplo: as demandas têm sido correspondidas?), os pontos fortes, os fracos. Dê nomes às oportunidades, às ameaças – considerando o contexto interno e externo – e pense em um calendário de atividades. No caso da definição de “forças e fraquezas”, elas são avaliadas na realidade interna da paróquia.
  • 5. Forças - Que vantagens minha paróquia tem? - Quando avalio minha comunidade, como um todo, em que ela se destaca? - O que os paroquianos mais apreciam na vida paroquial, sobretudo na dimensão litúrgica e do canto? Fraquezas - Onde podemos melhorar? - O que seus paroquianos não gostam? - Já perdemos fiéis por algum motivo relacionado à falta de zelo quanto à vida litúrgica na paróquia? - Conseguimos assistir bem todas as solicitações que surgem como demanda para o serviço de liturgia e canto? Para conhecer e avaliar as “oportunidades e ameaças”, precisamos olhar para o contexto externo. Aqui, sugerimos algumas perguntas que podem ser feitas: - A localização geográfica da paróquia pode ser considerada uma oportunidade para atingir a meta da criação e manutenção da equipe? - Há previsão de eventos (missas, grupos de oração, cursos de batismo, casamentos)? (Estes eventos podem ser considerados oportunidades porque movimentam os envolvidos na direção da excelência e da formação.) - Existe algum curso de canto/música em algum local próximo à paróquia? Algumas perguntas podem ser feitas e, claro, documentadas: 05
  • 6. Ouvir as pessoas também faz parte do processo comunicativo. Além de trabalhar em equipe, busque conhecer a experiência de quem já caminhou mais adiante. Avalie objetivamente como está a liturgia e o canto em sua comunidade hoje e vislumbre onde querem chegar. Exemplo: Queremos X equipes que sirvam nas celebrações dominicais, nas Celebrações da Palavra, nas exéquias, nos batizados e nas bênçãos diversas. Mais adiante mostraremos que é possível definir e distinguir os setores de serviço dentro da pastoral da liturgia e do canto. Não esqueça de comunicar todo este processo aos envolvidos. Às vezes, boas iniciativas não caminham por falta de comunicação adequada. Este processo de planejamento – e comunicação – exige que se trabalhe também na montagem de um calendário. Com ele, é possível ter uma visão global da vida paroquial e dá às pessoas a oportunidade de se situarem nas atividades propostas. Ajuda também a organizar as tarefas, restringir algumas e ser capaz de direcionar esforços para cumprir com a assistência litúrgica cada um dos eventos. No planejamento a comunicação é fundamental 06
  • 7. Depois de refletir sobre a situação atual da paróquia, necessidades, planejamento, calendário, uma ação bem concreta pode ser a oferta de uma formação inicial sobre liturgia e canto. Pode ser um atrativo para pessoas em sua comunidade que desejam se aprofundar mais no tema. Este curso precisa ser preparado com muita seriedade, pois a liturgia na vida paroquial precisa ser vivida sob esta perspectiva. O Concílio Vaticano II recomenda: “(…) haja, em cada diocese, a comissão de liturgia sacra, para promover a ação litúrgica, sob a orientação do bispo. Poderá, às vezes, ser oportuno que várias dioceses formem uma só comissão para promover em conjunto a ação litúrgica” (Constituição Sacrosanctum Concilium, n. 45). Deste modo, uma dica é buscar o apoio de sua diocese na organização deste evento, desde o material de formação até mesmo no auxílio de pessoas que possam conduzir os momentos de ensino. Neste curso inicial, pode haver uma formação comum para todos – que tratará aspectos da vida litúrgica na paróquia –, mas também uma experiência de workshop (canto e liturgia) para o desenvolvimento de questões práticas e técnicas que podem despertar o desejo e a autoconfiança para o serviço. Um curso básico pode ser um bom começo 07
  • 8. Trabalhe no grupo a mentalidade de que uma equipe de liturgia precisa ser consciente da mística de serviço e comprometida com a paróquia. É muito importante garantir certo padrão, sempre em comunhão com a Igreja, na organização e na formação litúrgica de todos. Podemos sugerir que os principais serviços de uma equipe de liturgia são: animação e apoio da vida litúrgica (que inclui o canto), planejamento, coordenação e formação. É fundamental que as pessoas que participam desta equipe amem e vivam a liturgia. Além disso, é imprescindível que tenham disposição para se aprofundarem e desenvolver este carisma (serviço). A liturgia é um grande tesouro da Igreja. Formada a equipe, faça uma clara distinção dos serviços e setores 08
  • 9. Depois de formada a equipe e identificados os seus responsáveis, siga acompanhando periodicamente as lideranças e o trabalho desenvolvido. É importante que as pessoas se sintam amparadas. Que tenham alguém que ouça e acolha os desafios, facilite o acesso à informação, ajude a lidar com processos burocráticos e aponte soluções. Além de ser alguém que se estabeleça como ponto de unidade da atuação pastoral. Seguindo estas dicas, você pode colher bons resultados. Experimente! Acompanhe o andamento das equipes 09
  • 10. Q U E M S O M O S ? A Edições CNBB foi criada no dia 14 de dezembro de 2005; com sede em Brasília, Distrito Federal, no SESUL Quadra 801, Conjunto "B", CEP 70200-014. É uma entidade sem fins lucrativos, mantida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), uma associação civil, de direito privado. O R G A N I Z A Ç Ã O A Editora está sob a responsabilidade última da Presidência da CNBB, e tem a seguinte estrutura organizacional: Presidência, Diretoria Editorial, Conselho Gestor, Conselho Editorial e Conselho Fiscal. V I S Ã O "Ser a editora oficial em língua portuguesa dos documentos, livros litúrgicos, subsídios e produtos da SANTA SÉ, do CELAM, da CNBB e de outras instâncias da Igreja, consolidando presença marcante no mercado editorial". O B J E T I V O A Edições CNBB é destinada à publicação, divulgação, venda e distribuição de documentos e subsídios da CNBB e da Igreja, úteis ao cumprimento de sua missão evangelizadora, sob a forma de livros, brochuras, folhetos, jornais, revistas, CD-ROM e outros meios gráficos ou digitais incorporados pela tecnologia vigente. 10