CDL: O que é Conselho diocesano de Leigos?

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CDL: O que é Conselho diocesano de Leigos?

  1. 1. CDLonselhoiocesanoeigos e leigasde
  2. 2. OQUEÉ?
  3. 3. dos cristãosleigos e leigasem níveldiocesanoÉ parte integrantedas representações Regionaisdo Conselho Nacional do Laicato doBrasil - CNLBO Conselho Diocesano de Leigos e Leigas é um organismo de:articulaçãoorganizaçãorepresentaçãoO que éo Conselho de Leigos e Leigasna diocese?
  4. 4. M A S . . .Já não existe oConselho Diocesanode Pastoral paraisso?
  5. 5. Todos os batizados são co-responsáveis naevangelização da sociedade, mas aos Conselhos deLeigos e Leigas é atribuída a tarefa imensa e difícilde levar os cristãos leigos e leigas a agirem natransformação, por dentro das estruturas sociais.ENTENDAMOS BEM!participam não sóleigos, mas também oBispo, Presbíteros,diáconos, religiosos erepresentantes daspastorais para planejare executar asatividades pastorais daDiocese.participam somente leigos e leigas,e busca articular e organizar a açãodo laicato no cumprimento de suavocação e missão na Igreja, massobretudo na sua presençaevangelizadora na sociedade.No ConselhoDiocesano de PastoralNo ConselhoDiocesano de Leigos e Leigas
  6. 6. O Conselho de Leigos e LeigasNÃO É {uma nova pastoralpastoral!algum novo movimentomovimento!a comunhão se faça de forma plena.O Conselho de Leigos e Leigas tem quemostrar a sua importância e o lugarímpar que ocupa na Comunhão Eclesial.O organismo laical é umorganismo da Igreja. Portanto, pertence à Comunhão Eclesial.por issomas a partir dela.a)b)ele não nasce contra a comunhão da Igreja,ele nasce para que
  7. 7. Neste sentido dizemos que o Conselho de Leigos é uma criaçãosubjetiva, ou seja, sua criação parte de decisões pessoais.M A SPOR ISSO DIZEMOS QUEO Conselho deLeigos e Leigas écriadopelodesejodesejo( os leigos e leigas querem; o bispo local quer)O Conselho deLeigos e Leigasdeve ser criadotambémpelanecessidadenecessidadeou seja, ele deve ser criado porque comele a Comunhão Eclesial se dá de formamais adequada, e porque com ele, osleigos e leigas assumem, de formaconsciente, sua vocação laical.conscienteconscientess::Os leigos e leigas queformam o Conselhodevem sera) de sua pertença àa) de sua pertença àIgrejaIgrejab) de suab) de sualaicidadelaicidade
  8. 8. O Conselho de Leigos e Leigasformação de um laicatoconsciente de sua vocação, desua missão,do caráter dessa vocação e missão para a construçãode uma Igreja verdadeiramente evangelizadora.M aspara alcançar este objetivoO laicato precisapassar dabusca aConsciênciaIngênuaConsciênciaCrítica.para ae, portanto,
  9. 9. NaConsciênciaIngênuaos leigos e leigas não se vêem como vocacionados, eacreditam que o seu ser vem de fora deles. Destaforma, cumprem maravilhosamente bem suas tarefascomo um grande computador que só faz seus cálculosquando está sob a ação de uma pessoa.NaConsciênciaCríticaos leigos e leigas têm pleno conhecimento de suavocação, sabem-se sujeitos eclesiais e têm consciênciado caráter insubstituível de seu agir como leigo e leiga.ConsciênciaIngênuaTarefeiroConsciênciaCríticaConstrói aIgreja apartir desua
  10. 10. quando o Conselho de Leigos e Leigas age“para dentro” da Igreja?Agir nas atividades internas daIgreja como um sujeito eclesialem relação com os demais.1Então, podemos perguntar:Na sua funçãoo Conselho de Leigos e Leigasdeve levar o laicato a:
  11. 11. QUANDO FORMACONSCIÊNCIACRÍTICAQUANDO LEVA OSLEIGOS E LEIGAS ACONSTRUÍREM AIGREJA A PARTIR DESUA VOCAÇÃOLAICALQUANDO TRAZOS VALORES DALAICIDADE PARAA COMUNHÃOECLESIALBACOs leigos e leigas do Conselho entram numprocesso de conhecimento de si mesmos e desua vocação.Os leigos e leigas do Conselho agem no interno daIgreja, nas atividades pastorais e nos serviços eministérios .O Concílio reconheceu valores construídos nasociedade que podem e devem ser trazidos para ointerior da Igreja. São os valores da laicidade:participação, direitos, igualdade.Entendem-se como co-responsáveis na missão,habilitados pelo Espírito a exercerem os serviçose ministérios que lhes são confiados.Não como cópias das outras vocações, mascomo leigos e leigas que assumem, comdignidade, a vocação que o Espírito lhes infundiuem seu batismo.Em todos, mas principalmente nos leigos eleigas está a competência para fazer com quetais valores estejam presentes na estruturaeclesial.
  12. 12. E perguntamos:Quando leva os membros da Igrejaa refletir as realidades presentesno momento histórico.Quando o Conselho de Leigos e Leigas age “para fora”?Quando ele reflete a realidade a partirda Palavra de Deus e busca construirestágios de diálogo com a sociedade.em toda reuniãoem momentosde formaçãoo Conselho de Leigos eLeigas promove seminários,debates, cursos2Agir no tecido humano da sociedade,num profundo empenho entre fé e vida.BA Istose dáParaissoNa sua funçãoo Conselho de Leigos e Leigasdeve levar o laicato a:
  13. 13. na formação de uma massa críticafrente aos momentos cruciais darealidade: eleições, crises.Isso ele o faz através deestudos de documentose debatesna construção de uma realidade maisde acordo com o Reino de Deus.Estesmomentossãomuitos:participação no Gritodos ExcluídosIncentivo naparticipaçãonos Conselhosde Cidadanialuta por melhorescondições de vidagrupos de fé e políticagrupos deacompanhamento doLegislativoe Executivo constituição dosComitês da Lei9.840, contra aCorrupção Eleitoral.participação nasSemanas SociaisDC QuandoageQuandoage
  14. 14. ComoarticulareorganizarosCDLonselhosiocesanoseigos e leigasde
  15. 15. Esta é uma pergunta para a qual não existeuma resposta pronta e única que possa seaplicar a todas as Dioceses.Este é um campoem queOs Conselhos Diocesanos de Leigos e Leigasdevem ser a “cara” da Diocese, isto é, devemrefletir a sua realidade e a de seu tecidosocial e organizativo.Na verdade, cada Diocese é uma realidade inteiramente diferente eo “como” articular e organizar o laicato depende dessa realidade.“o caminho sefaz caminhando”.Os CDLs são todos iguais?Não!
  16. 16. Como é composto oCDLonselhoiocesanoeigos e leigasde
  17. 17. Os CDLs devem ser representativos de todas as forças vivas da Diocese. Éimportante que estejam abertos a todos os segmentos laicos (movimentos,pastorais, comunidades, associações) inclusive aos leigos e leigas quenão se integram a organismos eclesiaisPor representantes deMOVIMENTOS PASTORAISLeigos e leigas que não se vinculam a atividades internas daIgreja, mas vivem sua vocação laical na sociedade.e demais lideranças leigasPolíticos ProfissionaisliberaisIntelectuaisEm algumasdioceses foramcriados fóruns deProfissionais liberaisProfessores(as)Profissionais da saúdeCristãos com responsabilidades políticas{para aintegraçãode todo o laicatodiocesano.
  18. 18. QUEMPARTICIPAde umCDLonselhoiocesanoeigos e leigasde
  19. 19. Os leigos e leigas que formam oConselho:Porque ?Porque o distintivo do leigo e daleiga de Conselho é suaConsciência Críticafiel a seu batismoque assuma sualaicidade como fatorfundamental paraa construção da Igreja;a ação evangelizadora;a construção do mundodesejado por Deus.{abcSão diferentes e não são diferentesNão precisa e talvez não deva ser uma figura importanteDeve ser umleigo, uma leiga
  20. 20. Como criar umCDLonselhoiocesanoeigos e leigasde
  21. 21. Há casos em que CDLs foram criadosa partir de uma AssembléiaDiocesana convocada para isso.Um momento formativo e deliberativo.Há outros que começam com umaEquipe de articulação, apresentadaao Bispo ou mesmo formada por ele,ou com seu auxílio.Existem CDLs que se estruturam apartir dos movimentos e ou depastorais e há casos em que foramformados a partir de leigos e leigasnão vinculados nem a movimentos enem a pastorais.
  22. 22. Sugestões para montar um CDLA decisão fica por conta da Assembléia ou do Estatuto.Um modeloSempre chamada em acordo,com a anuência e até com aajuda do bispo.Depois de um momento formativo, vota o ColegiadoDeliberativo e os encaminhamentos para o próximo período(momento deliberativo).Como?Pode ser entre os presentes.Pode ser por representação das pastorais, movimentos, etc.QuantosComponentes?Assembléia Diocesanade Leigos e Leigas
  23. 23. O Colegiado deve ter sempre em mente as diretrizes eos encaminhamentos dados pela Assembléia.O mandato da Presidência segue odo Colegiado.O Colegiado Deliberativo eleito pode sereunir logo depois da Assembléiapara indicar a Presidência.O mandato do Colegiado Deliberativo pode serde 3 anos, como o Nacional e os Regionais.O Colegiado pode se reunir mensalmente, bimestralmente, ousempre que chamado pela Presidência (estabelecer no Estatuto )O ColegiadoDeliberativo vota aPresidência (os 6cargos)A Presidência se reúneperiodicamente parapreparar, encaminhar eexecutar as atividades.A Presidência deve pedir,imediatamente, uma audiência com oBispo e se apresentar pedindo aprovisão.
  24. 24. Esquemadeste modeloAssembléiaDiocesanaColegiadoDeliberativoPresidênciaColegiadoDeliberativoPresidênciaA Assembléia vota oColegiado DeliberativoO Colegiado vota aPresidência entreseus membros
  25. 25. AssembléiaDiocesana deLeigos eLeigas2: Depois de um momento formativo, elege a Presidência(Presidente, Vice, Secretário, Adjunto, Tesoureiro, Adjunto)para o próximo período (momento deliberativo).Os movimentos, os organismos, as associações, as pastorais, as paróquiasou outras divisões da Diocese são chamadas a indicar seu representante noConselho de Leigos e Leigas.A Presidência se reúne periodicamente ( a cada mês, no mínimo)para preparar, encaminhar e executar as atividades.O Colegiado Deliberativo pode se reunir mensalmente, bimestralmente,ou sempre que chamado pela Presidência (estabelecer no Estatuto )1: Sempre chamada em acordo, com a anuência e até coma ajuda do bispo.A Presidência eleita, mais essesrepresentantes, formam o ColegiadoDeliberativo do ConselhoSugestões para montar um CDLOutro modelo
  26. 26. AssembléiaDiocesanaPresidênciaMov 2Pastoral 2Pastoral 1Org 1Paroquia 2Paroquia 1PresidênciaColegiado DeliberativoOrg 2Mov 1Esquemadeste modelo
  27. 27. A forma de constituir o ConselhoDiocesano de Leigos e Leigas é aquelaque mais se adapta à Igreja local.a primeira organização de leigos eleigas na dioCese pode ser umaEquipe de ArticulaçãoEquipe de ArticulaçãoPasso 1Passo 2Passo 3Alguns leigos e leigas, interessados em criar oConselho, formam uma Equipe de Articulação.Esta Equipe de Articulação se apresenta ao Bispo e, aomesmo tempo, ao Regional do CNLB, e começa a participardas atividades deste.Esta Equipe de Articulação monta a Assembléiana qual se estabelecerá definitivamente o Conselho.Lembre-se:M A S . . .
  28. 28. As atividades a serem desenvolvidas podem ser, entre muitas outrasque dependem da criatividade dos membros do Conselho:Semináriose debatesCursos: deFé e Política,de Cidadania,deParticipaçãonosConselhosManifestaçõesAudiência comautoridadesCriação de grupos de acompanhamentodo Legislativo e do ExecutivoArticulação entrefé e culturaArticulaçãoentre fé eciênciaLuta emdefesa davida12345678 ATIVIDADES
  29. 29. com os grupos e movimentosinternos na Igreja que buscam aconstrução de uma sociedadejusta e solidáriaSemana SocialGrito dosExcluídosMutirõesOs CDLs devemestar sempreARTICULADOScom os organismos e movimentosexternos à Igreja que têm apreocupação com um mundo maishumano, a eliminação das injustiças, aluta por justiça num caso específico,Direitos Humanos, etc.O CDL deve sejuntar a taisorganismos,movimentos eatividades comoação própria davocação laical.A R T I C U L A Ç Ã OObservaçãO: se taisatividades estãOdesarticuladas, OcOnselhO devechamar a partir desi mesmO.
  30. 30. PARCERIASOs CONSELHOSdevem buscar, sempreque necessário,PARCERIAS para aexecução de suasatividades com:MovimentosoupastoraisONGsEntidadesdasociedadecivilUniversidades
  31. 31. A oração inicial seja sempre um momento privilegiadona reunião, tanto do Colegiado como da Presidência.Nunca falte a leitura e a reflexão,mesmo que breves, da Palavra deDeus.Que todos participem e deixem participar.ASREUNIÕESAS ASSEMBLÉIASDIOCESANASTenhamsempre umamística deentrada, onde aPalavra deDeus e ainteriorizaçãosejamprivilegiadasSempredeve haverummomentoformativoEm seguida,o momentodeliberativoA proposta depauta deve serlida e aprovada
  32. 32. Este é o Conselho de Leigos eLeigas...Um lugar privilegiado onde os leigos eleigas descobrem a profundidade de suavocação!O lugar onde os leigos e leigas sedescobrem como sujeitos eclesiais!O lugar onde os leigos e leigas constroema Comunhão Eclesial!
  33. 33. Que osConselhos deleigos eleigas sejamumarealidade!
  34. 34. TextoCarlos Francisco SignorelliDesenhosCristiano GualbertoApresentação elaborada porCarlos F. SignorelliVozJoão Mário PastorelliProduçãoConselho Nacionaldo Laicato do BrasilC N L B

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