Nomes : Pedro Daniel, Caroline Castelar, Jonas Carvalho, Otavio Henrique, Joice
Paes, Tainá Ribeiro e Nelimara Souza.
Turma : 2001
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O mundo mudou, e as mulheres também. Elas são maioria no
País, quase cinco milhões a mais que os homens em todo o
Brasil, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE). A jornada delas diária é tripla - divida
entre trabalho, cuidados com os filhos e afazeres domésticos.
É fato que a população feminina cresceu, mas as conquistas
no mercado de trabalho, nem tanto.
Um dos principais termômetros dessa constatação é o salário:
ele ainda continua menor do que o dos homens, mesmo
quando há igualdade de escolaridade. Os números do último
levantamento sobre o mercado de trabalho feminino,
realizado pela Fundação Seade/Dieese, confirmou que há
ainda uma grande disparidade quando o assunto é o dinheiro
no final do mês.
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Mas os resultados não podem ser encarados como uma
batalha perdida. Apesar de a fragilidade ter deixado de existir
há muito tempo e do abandono do antigo clichê de que
mulher tem que estar perto do fogão, ainda há um longo
caminho ainda a ser alcançado, para derrubar diversas
barreiras de discriminação que ainda persistem.
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As mulheres já tiveram conquistas importantes ao longo dos
últimos anos. Em 2010, além de atuarem nos setores de
confecção, educação, alimentação, saúde e doméstico,
também ganharam destaque nas áreas de publicidade e de
pesquisa de mercado. Somente neste período, de um total de
70.971 postos nessas atividades, as mulheres passaram a
ocupar 36.787 deles, e os homens 34.184. Os dados apontam
também que as mulheres passaram a ocupar mais postos em
áreas onde há predominância de trabalhadores do sexo
masculino, a exemplo da construção de edifícios. Em 2010,
foram cerca de 40.711 vagas deste setor direcionadas a elas.
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A mulher lutou pelo seu espaço, pelo direito de votar, de
trabalhar e cuidar dos filhos. Hoje ela não é criada para
agradar o marido, cuidar da casa e dar uma boa educação aos
filhos, é criada hoje para conquistar o mundo, para ser líder.
O preconceito já é pequeno, mas existem muitas áreas de
trabalho que antes eram vista para homens hoje tem uma
grande procura para vagas femininas. Isso tudo fez a mulher
conquistar espaço, isso faz com que torne a cada ano, muito
mais independentes dos seus sonhos e ideais. Estatísticas
afirmam que mulheres trabalham mais e ganham menos,
mesmo com tantos obstáculos não desistem, e criam mais
força para lutar.
FIM

Dia internacional da mulher

  • 1.
    Nomes : PedroDaniel, Caroline Castelar, Jonas Carvalho, Otavio Henrique, Joice Paes, Tainá Ribeiro e Nelimara Souza. Turma : 2001
  • 2.
      O mundo mudou,e as mulheres também. Elas são maioria no País, quase cinco milhões a mais que os homens em todo o Brasil, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A jornada delas diária é tripla - divida entre trabalho, cuidados com os filhos e afazeres domésticos. É fato que a população feminina cresceu, mas as conquistas no mercado de trabalho, nem tanto. Um dos principais termômetros dessa constatação é o salário: ele ainda continua menor do que o dos homens, mesmo quando há igualdade de escolaridade. Os números do último levantamento sobre o mercado de trabalho feminino, realizado pela Fundação Seade/Dieese, confirmou que há ainda uma grande disparidade quando o assunto é o dinheiro no final do mês.
  • 3.
     Mas os resultadosnão podem ser encarados como uma batalha perdida. Apesar de a fragilidade ter deixado de existir há muito tempo e do abandono do antigo clichê de que mulher tem que estar perto do fogão, ainda há um longo caminho ainda a ser alcançado, para derrubar diversas barreiras de discriminação que ainda persistem.
  • 4.
     As mulheres játiveram conquistas importantes ao longo dos últimos anos. Em 2010, além de atuarem nos setores de confecção, educação, alimentação, saúde e doméstico, também ganharam destaque nas áreas de publicidade e de pesquisa de mercado. Somente neste período, de um total de 70.971 postos nessas atividades, as mulheres passaram a ocupar 36.787 deles, e os homens 34.184. Os dados apontam também que as mulheres passaram a ocupar mais postos em áreas onde há predominância de trabalhadores do sexo masculino, a exemplo da construção de edifícios. Em 2010, foram cerca de 40.711 vagas deste setor direcionadas a elas.
  • 5.
     A mulher lutoupelo seu espaço, pelo direito de votar, de trabalhar e cuidar dos filhos. Hoje ela não é criada para agradar o marido, cuidar da casa e dar uma boa educação aos filhos, é criada hoje para conquistar o mundo, para ser líder. O preconceito já é pequeno, mas existem muitas áreas de trabalho que antes eram vista para homens hoje tem uma grande procura para vagas femininas. Isso tudo fez a mulher conquistar espaço, isso faz com que torne a cada ano, muito mais independentes dos seus sonhos e ideais. Estatísticas afirmam que mulheres trabalham mais e ganham menos, mesmo com tantos obstáculos não desistem, e criam mais força para lutar.
  • 6.