O documento discute a produção de habitação coletiva no Brasil no início do século XX até a década de 1950, quando há um fluxo intenso de população rural para as cidades, levando à necessidade de construção de moradias em grande quantidade. Neste período, instituições como os Institutos de Aposentadoria e Pensões e a Fundação da Casa Popular ampliam o conceito de moradia considerando fatores sociais, políticos e econômicos no Brasil, bem como influências internacionais em arquitetura e urbanismo.